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    <title>Antena 1 Notícias</title>
    <updated>2026-11-03T13:32:23.000Z</updated>
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        <name>Redação Antena 1</name>
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    <subtitle>Todas as notícias publicadas recentemente na página da Antena 1</subtitle>
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        <title type="html"><![CDATA[Trump afirma que EUA deixarão de pagar Israel após o fim do ano]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:32:23.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Trump afirma que EUA deixarão de pagar Israel após o fim do ano]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>WASHINGTON, 3 ​Nov (Reuters) - O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que fechou um acordo com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e ⁠que Washington ⁠não fornecerá ​mais ‌financiamento a Israel após o final deste ano.</p><p>“Agora, ⁠no que diz respeito aos ​pagamentos a Israel, ​Bibi Netanyahu e ‌eu ​chegamos ⁠a um acordo de que daríamos a Israel ​US$ 4 bilhões por ano, e há meses ​combinamos que iríamos interromper isso”, disse Trump ao programa “Fox and Friends”, da Fox News.</p><p>“Já concordamos que, até o final ​deste ano, não ‌faremos mais pagamentos ⁠a Israel. Agora, ajudaremos Israel se ⁠for necessário.”</p><p>(Reportagem ⁠de Humeyra ⁠Pamuk, ⁠Doina ​Chiacu e Susan Heavey)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Ibovespa cai mais de 1% na volta do feriado com pressão de Petrobras e preocupações sobre economia]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:21:33.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Ibovespa cai mais de 1% na volta do feriado com pressão de Petrobras e preocupações sobre economia]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>SÃO PAULO, 3 ​Nov (Reuters) - A bolsa paulista abria com viés negativo nesta terça-feira, contaminada por preocupações com o rumo da economia brasileira, além de ajustes ao movimento de ativos brasileiros no exterior na ⁠véspera, quando ⁠a B3 ​fechou ‌por feriado no país.</p><p>Às 10h15, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, ⁠cedia 1,36%, a 165.631,42 pontos, com ​forte pressão das ações da ​Petrobras, após o ‌tombo dos ​preços do ⁠petróleo no mercado internacional na segunda-feira.</p><p>O contrato futuro do índice ​com vencimento mais curto, em 16 de dezembro, perdia 1,55%, com investidores também acompanhando ​a eleição de meio de mandato nos Estados Unidos.</p><p>Embraer destoava com alta de mais de 2% após o Ministério da Defesa Nacional da Grécia assinar um contrato ​para aquisição de três aeronaves ‌KC-390 Millennium, com ⁠opções de compra para mais três unidades, por meio ⁠de um acordo governamental ⁠entre a ⁠Grécia ⁠e ​Portugal.</p><p></p><p>(Por Paula Arend LaierEdição Michael Susin)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Economia" term="economia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Indústria brasileira segue em queda em outubro e empresas citam perturbações em razão das eleições]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:06:20.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Indústria brasileira segue em queda em outubro e empresas citam perturbações em razão das eleições]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>BRASÍLIA, 3 Nov (Reuters) - A atividade ​industrial brasileira seguiu em deterioração em outubro, com produção e novos pedidos marcando fortes quedas, ainda que a um ritmo menor do que o verificado no mês anterior, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras divulgada nesta terça-feira.</p><p>O PMI da indústria, compilado pela S&P Global, avançou de 44,8 em setembro para 46,1 em outubro, ainda distante da marca neutra de ⁠50,0 ⁠que separa contração de crescimento.</p><p>A ​produção ‌industrial caiu pelo sexto mês consecutivo, com quase 22% das empresas consultadas apontando redução, ao citar vendas menores, falta de investimento e perturbações às vésperas do ⁠segundo turno eleitoral.</p><p>As eleições também foram apontadas como motivo de ​perturbações por trás da queda de novos negócios -- no ​19º mês seguido de recuo do ‌indicador --, ao lado ​de ⁠pressões inflacionárias, estoques elevados por parte de clientes e guerra no Oriente Médio.</p><p>A diretora associada de economia da S&P Global Market ​Intelligence, Pollyana de Lima, disse ver alguns sinais encorajadores para os meses à frente, com as empresas tendo mostrado o maior nível de confiança em nove meses e ​apontado esperança de uma demanda mais forte passada a eleição.</p><p>“Ainda assim, as perspectivas continuaram desafiadoras', afirmou. 'As pressões de custos diminuíram, mas permaneceram altas, enquanto os estoques elevados dos clientes pesaram sobre os pedidos. A forte queda nas novas encomendas indicou que uma recuperação da produção ainda pode levar algum tempo.”</p><p>No mês, ​as empresas relataram reajustes de preços por parte de fornecedores ‌e custos mais altos de ⁠energia associados à guerra no Oriente Médio. Os produtores brasileiros elevaram os preços de venda para repassar parte desses ⁠aumentos, e a inflação dos preços ⁠cobrados manteve o ritmo de ⁠setembro, igualando ⁠a ​menor taxa desde fevereiro.</p><p>(Por Isabel Versiani; edição de Fabrício de Castro)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Brasil encerra presidência da COP, entrega mapas do caminho e cobra ação]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:06:13.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Brasil encerra presidência da COP, entrega mapas do caminho e cobra ação]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Lisandra Paraguassu</p><p>BRASÍLIA, 3 Nov (Reuters) - Após anos de negociações climáticas que resultaram em compromissos ambiciosos, ​mas em ações limitadas, o Brasil encerra sua presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas para Mudanças do Clima, a COP30,  com a entrega dos prometidos mapas do caminho para conter o desmatamento e acelerar a transição energética com a esperança de que os países finalmente começarão a cumprir as promessas já feitas, mesmo que cada um no seu próprio ritmo.</p><p>Está na hora, disse o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, de entrarem na mesa de negociação os ministros de Finanças, de Infraestrutura e de Transportes.</p><p>'Nós não precisamos de mais negociação. O que precisamos é que os governos comecem um movimento. É preciso mudar completamente a maneira como os governos lidam com a mudança climática. Para implementar, nós precisamos na mesa dos ministros de Finanças, de Infraestrutura e de Transportes', afirmou em entrevista à Reuters.</p><p>Os dois temas, transição energética e desmatamento, foram negociados e acordados nas Conferências Climáticas como passos essenciais para tentar manter o aquecimento global em 1,5 grau Celsius - uma meta que muitos cientistas já consideram impraticável. Mas, apesar dos acordos, o caminho para ambos tropeça em dificuldades diversas.</p><p>O primeiro, na falta de ⁠disposição de alguns países produtores de ⁠petróleo em investir em uma área que deixa de lado seu principal ​produto econômico. Já ‌o controle de desmatamento sofre com a falta de financiamento.</p><p>Os mapas são uma tentativa de incentivar os países a fazer o diagnóstico de seus problemas e adotarem medidas dentro das suas realidades.</p><p>Na transição energética, o mapa propõe que, até 2028, quando será feito o segundo balanço global, os países façam seus diagnósticos, resolvam questões regulatórias de fortalecimento institucional e façam seus planejamentos.</p><p>Até 2030, quando devem ser apresentadas as novas NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas), devem ser iniciadas as mudanças de infraestrutura e sistemas de energia renovável, para ⁠que na terceira etapa, entre 2031 e 2033, quando acontece o terceiro balanço global, ocorra um aumento massivo de oferta de energia ​renovável, com substituição direta dos combustíveis fósseis e a consolidação de uma matriz de energia limpa.</p><p>A capacidade global de energia renovável atingiu um recorde de 5.149GW (gigawatts) no final ​de 2025, um aumento de 692GW em relação a 2024, segundo dados da Agência Internacional para as ‌Energias Renováveis (Irena).</p><p>No entanto, diz o mapa, a maior ​parte ⁠da energia limpa que surgiu nos últimos anos vem sendo usada para suprir novas demandas, e não para substituir os combustíveis fósseis.</p><p>Em 2023, mais de cem países na cúpula climática COP28, em Dubai, concordaram em triplicar a capacidade de energia renovável até 2030. Em Belém, durante a COP30, o governo brasileiro, apoiado pelos europeus, propôs que um mapa do caminho para a transição energética fosse ​incluído nas negociações.</p><p>No entanto, depois de terem sido atropelados com a ajuda dos Estados Unidos - ainda no governo de Joe Biden - para aprovar a transição energética em Dubai, países produtores de petróleo do Oriente Médio se recusaram a aceitar que o mapa do caminho entrasse no documento final de Belém.</p><p>'Nós (Brasil) nos oferecemos para fazer esse documento porque são temas importantes, mas que não têm acordo para entrar na agenda de negociações. Não teve acordo esse ano de novo', disse Corrêa do Lago. 'Mas minha opinião é que não precisa ser negociado de novo, porque ​essa negociação já aconteceu. É preciso implementar', completou.</p><p>FLORESTAS</p><p>A falta de acordo também impediu que o mapa do caminho para enfrentar o desmatamento, outra proposta brasileira, entrasse no documento final de Belém - dessa vez, pela eterna disputa sobre financiamento, a maior lacuna na implementação de proposta para proteger as florestas.</p><p>De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o financiamento florestal anual precisa sair dos US$84,5 bilhões investidos em 2023 para mais de US$300 bilhões por ano até 2030.</p><p>Hoje, a maior parte dos recursos vem dos orçamentos públicos nacionais, 88,3%, enquanto o financiamento público internacional representa apenas 3,4%.</p><p>'A maioria das florestas tropicais está localizada em países em desenvolvimento; portanto, o ônus da maior parte da conservação e do uso sustentável das florestas recai sobre seus orçamentos nacionais', diz o documento.</p><p>Nas alternativas para aumentar o financiamento, o mapa coloca a operacionalização do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), um fundo ​soberano proposto pelo Brasil e cujos rendimentos seriam pagos a países com florestas tropicais como mecanismo complementar de pagamento contínuo para evitar o desmatamento.</p><p>O fundo, que ainda não chegou na meta de US$10 ‌bilhões de contribuições prevista para dezembro - está em US$7,6 bilhões -, diz Corrêa ⁠do Lago, é apenas um dos pontos destacados no mapa.</p><p>Entram ainda o fortalecimento de Pagamentos por Resultados (REDD+), mercados de carbono, garantia de acesso direto ao financiamento para Povos Indígenas e Comunidades Locais, uso de instrumentos de alívio de dívida, emissão de Special Drawing Rights (SDRs) e tributações solidárias.</p><p>'O financiamento público vindo de países desenvolvidos é absolutamente fundamental, mas dispomos de uma ⁠forma muito mais sofisticada e diversificada de financiar as diversas atividades que reduziriam o desmatamento', afirmou o presidente da ⁠COP30.</p><p>'Essa é, na minha opinião, uma das grandes qualidades do roteiro sobre o desmatamento: acredito ⁠que ele explique muito bem a complexidade ⁠do ​combate ao desmatamento. Não é uma tarefa fácil e não se trata apenas de financiamento, mas o financiamento é uma parte central desse processo.', completou.</p><p>(Reportagem de Lisandra Paraguassu; Edição de Eduardo Simões)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Compartilhamento de inteligência nos EUA sofreu rupturas sob Trump, dizem autoridades]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:00:06.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Compartilhamento de inteligência nos EUA sofreu rupturas sob Trump, dizem autoridades]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Erin Banco e Jonathan Landay</p><p>WASHINGTON, 3 Nov (Reuters) - O compartilhamento de informações de inteligência ​dos EUA sobre o Irã e outras ameaças globais com o Congresso e em todo o governo federal diminuiu e, em alguns casos, foi temporariamente interrompido durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, segundo oito autoridades atuais e antigas, além de pessoas a par do assunto.</p><p>Ex-funcionários e especialistas externos afirmaram que essas interrupções correm o risco de deixar os formuladores de políticas com uma visão incompleta das ameaças que o país enfrenta, repetindo as falhas de inteligência expostas após os ataques da Al-Qaeda em 11 de setembro de 2001. A desaceleração ocorre no momento em que o governo avalia se deve retomar os ataques ao Irã após as eleições de meio de mandato na terça-feira.</p><p>Os problemas surgiram durante o mandato de Tulsi Gabbard como diretora de inteligência nacional, em meio a profundas tensões entre seu gabinete e a CIA. Embora essas tensões tenham diminuído desde sua renúncia em junho, os problemas decorrentes do conflito persistem, segundo duas autoridades dos EUA familiarizadas com o assunto.</p><p>A CIA deixou de elaborar avaliações em conjunto com o Conselho ⁠Nacional de Inteligência (NIC), um grupo analítico ⁠dentro do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI), afirmaram as autoridades, ​reduzindo o número ‌de relatórios que reúnem as opiniões da comunidade de inteligência para os tomadores de decisão sobre assuntos que incluem o Irã.</p><p>Parlamentares e suas equipes também deixaram de receber, por um breve período, relatórios de inteligência do gabinete de Gabbard nos dias seguintes à intervenção militar dos EUA no Irã, em junho de 2025, e novamente após a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro de 2026, segundo duas pessoas a par do assunto. A equipe de Gabbard havia ⁠acusado os parlamentares de vazar informações para a imprensa.</p><p>A interrupção no compartilhamento de informações de inteligência não havia sido relatada anteriormente.</p><p>A ​porta-voz da CIA Liz Lyons afirmou que a CIA “participa plenamente” do processo de fornecimento de avaliações de inteligência por meio do Resumo Diário Presidencial, liderado pelo ODNI, ​e por meio do NIC.</p><p>Atualmente, alguns ex-funcionários estão trabalhando de forma bipartidária na Hoover Institution, da ‌Universidade de Stanford, para elaborar planos de ​reconstrução da ⁠comunidade de inteligência no próximo governo, afirmaram quatro ex-autoridades dos EUA.</p><p>“Todas essas questões se somam em um mundo realmente complexo, no qual os formuladores de políticas precisam ter uma visão mais sofisticada, matizada e integrada do mundo, e estão recebendo cada vez menos”, disse Beth Sanner, ex-diretora adjunta de inteligência nacional durante o primeiro mandato de Trump.</p><p>DISPUTAS DE JURISDIÇÃO E COOPERAÇÃO ​REDUZIDA</p><p>Os problemas dentro da comunidade de inteligência começaram no ano passado, em meio a cortes significativos nas agências de segurança nacional, incluindo o ODNI e a CIA, à medida que Trump passava a destituir ou marginalizar autoridades que considerava desleais.</p><p>Alguns analistas que permanecem nas agências de inteligência agora tomam cuidado para não redigir avaliações que contrariem as visões da Casa Branca, por medo de retaliação política, afirmaram dois ex-funcionários e um funcionário atual dos EUA. Eles não especificaram quais temas os analistas estavam evitando.</p><p>“Os analistas ainda fazem ​o trabalho, mas esta Casa Branca os tornou irrelevantes porque o presidente trata informações indesejáveis como deslealdade”, disse Julia Curlee, ex-analista da CIA que afirmou ter sido demitida do Conselho de Segurança Nacional de Trump no ano passado por ser transgênero.</p><p>A Casa Branca não respondeu a um pedido de comentário.</p><p>A situação foi agravada pelo que as autoridades descreveram como uma das maiores disputas de jurisdição das últimas três décadas entre duas das agências mais importantes: a CIA e o ODNI, que foi criado após os ataques de 11 de setembro.</p><p>A Reuters já havia detalhado anteriormente a disputa entre as agências.</p><p>A disputa interna entre as agências — desencadeada quando o gabinete de Gabbard revogou as autorizações de segurança de funcionários atuais e antigos da inteligência há um ano — chegou a um ponto em que a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, teve que intervir várias ​vezes para acalmar os ânimos, segundo três ex-funcionários.</p><p>O Conselho Nacional de Inteligência, que há décadas tem sido um recurso fundamental para autoridades e parlamentares na tomada de decisões de política ‌externa, perdeu seu principal autor quando a CIA deixou de contribuir com ⁠as avaliações no ano passado.</p><p>As avaliações têm como objetivo consolidar as visões das 18 agências de inteligência do país, e o conselho dependia fortemente da CIA para análises sobre temas como o Irã e a Rússia.</p><p>Embora a CIA siga compartilhando informações de inteligência com o NIC e colaborando com ele em alguns relatórios, seus analistas se ⁠concentraram em suas próprias avaliações.</p><p>Desde essa mudança, o conselho de inteligência, que também foi afetado por cortes de pessoal, ⁠desacelerou a produção de suas avaliações, disseram duas pessoas a par do assunto. ⁠Nenhuma delas se concentrou na guerra no ⁠Irã, ​afirmaram cinco autoridades atuais e antigas.</p><p>Em resposta a um pedido de comentário, um funcionário do ODNI afirmou que o grupo manteve os níveis de avaliação próximos às “linhas de tendência históricas”.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Acordo entre Irã e EUA segue distante apesar de esforços diplomáticos, diz autoridade iraniana]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:58:32.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Acordo entre Irã e EUA segue distante apesar de esforços diplomáticos, diz autoridade iraniana]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Parisa Hafezi</p><p>DUBAI, 3 Nov (Reuters) - Irã e ​Estados Unidos continuam distantes de um acordo para pôr fim à guerra, afirmou uma autoridade iraniana de alto escalão à Reuters nesta terça-feira, apesar dos esforços diplomáticos intensificados para evitar o retorno a um conflito de grandes proporções após as eleições de meio de mandato nos EUA.</p><p>Durante a madrugada, os EUA realizaram ataques “defensivos” contra a ilha de Qeshm, no Irã, e uma autoridade norte-americana afirmou que os ataques tinham como alvo mísseis terra-ar utilizados contra alvos norte-americanos. Outra autoridade disse que os ataques pareciam ser limitados e não sinalizavam ⁠o ⁠reinício de operações de combate em grande ​escala.</p><p>O Catar ‌intensificou os esforços de mediação em meio a temores de que o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em fevereiro possa reacender após as eleições de terça-feira.</p><p>“Os mediadores estão trabalhando arduamente para reduzir as divergências entre Teerã e ⁠Washington”, disse a autoridade iraniana, depois que mediadores do Catar viajaram para ​Teerã na noite de segunda-feira para discutir uma versão do rascunho de um ​acordo entre os EUA e o Irã que ‌vem sendo negociado nos ​últimos oito ⁠dias.</p><p>“As condições de Teerã precisam ser atendidas se os EUA quiserem que o Estreito de Ormuz seja reaberto”, advertiu a autoridade iraniana, referindo-se à via navegável essencial para o abastecimento ​energético global.</p><p>O Catar afirmou na terça-feira que tanto os Estados Unidos quanto o Irã continuavam comprometidos com os esforços de mediação e estavam analisando as propostas apresentadas pelos mediadores. Embora a equipe do Catar que viajou a Teerã já tivesse retornado a Doha, ​as negociações continuavam, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari.</p><p>“Há intensos esforços regionais conjuntos em andamento para evitar uma escalada”, declarou ele em uma coletiva de imprensa, acrescentando que o Catar continua esperançoso de que ainda seja possível chegar a um acordo para abrir caminho para futuras negociações.</p><p>A autoridade iraniana, que falou sob condição de anonimato, disse que as negociações nucleares só poderiam começar após o cumprimento das ​condições do Irã e que Teerã não aceitaria as “exigências excessivas” de Washington.</p><p>Teerã responderia com firmeza, ‌na região e além dela, a ⁠ataques dos EUA, acrescentou a fonte.</p><p>Os preços do petróleo subiram cerca de US$ 1 na terça-feira, após terem caído mais de 7% no dia anterior, impulsionados pelas esperanças ⁠de que a diplomacia estivesse avançando.</p><p>A Guarda Revolucionária do ⁠Irã afirmou ter abatido um drone MQ-9 ⁠dos EUA e dois ⁠drones ​Lucas nos céus próximos ao Estreito de Ormuz.</p><p>(Reportagem de Parisa Hafezi, Nayera Abdallah e Jana)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Durigan diz que nomeações ao BC respeitarão rigor técnico e reforça ajuste fiscal gradual]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:37:19.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Durigan diz que nomeações ao BC respeitarão rigor técnico e reforça ajuste fiscal gradual]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - O ministro da Fazenda, Dario ​Durigan, disse nesta terça-feira que ainda não teve a oportunidade de conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre novas indicações para o Banco Central, mas afirmou que as nomeações de novos diretores serão feitas com 'rigor técnico' e com 'diferentes perfis'.</p><p>Em entrevista a jornalistas, Durigan afirmou que Lula não tem tido agenda com outros economistas e que, nas discussões com o próprio ministro, não tem sido tratado 'nada que justifique ao mercado ter uma posição de medo'.</p><p>'Nós estamos tratando ⁠de um ⁠ajuste gradual, que respeite os compromissos ​de ‌campanha, que seja justo em relação aos mais pobres, em relação à progressividade que é necessária ser buscada no nosso sistema', afirmou o ministro.</p><p>'Com toda a tranquilidade, melhorando as contas públicas, melhorando a vida das ⁠pessoas, o presidente vai ter tempo para responder todas essas angústias ​que estão aparecendo.'</p><p>Os preços dos ativos no Brasil desabaram na semana passada ​após a surpreendente reeleição de Lula, diante de ‌dúvidas sobre a ​capacidade do ⁠governo petista de estabilizar a crescente dívida pública. Se somaram à volatilidade as incertezas sobre quem comporá a equipe econômica no quarto mandato do presidente e quais ​serão os indicados para a diretoria do BC.</p><p>Lula terá seis indicações ao BC até o fim do próximo ano. Além das duas diretorias da autarquia desocupadas desde o início deste ano diante da dificuldade do governo de negociar ​indicações com o Senado, mais quatro vagas serão abertas em 2027 --duas em fevereiro e outras duas em dezembro.</p><p>'As indicações do presidente no terceiro mandato foram todas de diferentes perfis, mas todos técnicos. Em grande medida, eu não lembro de ninguém ser mal recebido, seja pelo mercado seja na opinião pública, e não esperaria nada diferente, não há nenhuma mudança de perspectiva', disse Durigan.</p><p>Nos últimos dias, gerou ​questionamentos entre analistas uma informação de que Lula poderia se reunir com um dos ‌pais do Plano Real, André Lara ⁠Resende, que defendeu um novo regime monetário que incluiria uma limitação dos juros básicos no país. A informação foi negada por membros do governo.</p><p>Nesta terça-feira, ⁠o mercado voltava a apresentar indicadores negativos, com ⁠queda na bolsa e alta do ⁠dólar e dos ⁠juros ​futuros.</p><p>(Reportagem de Gabriel Araújo e Bernardo Caram; Edição de Eduardo Simões e Isabel Versiani)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Dólar sobe ante real na volta do feriado com temores sobre agenda econômica do novo governo]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:36:08.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Dólar sobe ante real na volta do feriado com temores sobre agenda econômica do novo governo]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Igor Sodre</p><p>SÃO PAULO, 3 Nov (Reuters) - O dólar operava ​em alta contra o real na manhã desta terça-feira, com o mercado se ajustando após o feriado de Dia de Finados no Brasil, enquanto os agentes monitoram notícias sobre a possível composição da equipe econômica do novo mandato do presidente Lula, aguardam a decisão de juros do Copom na quarta-feira e, no exterior, as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.</p><p>Às 10h15, o dólar à vista subia 0,88%, a R$5,4940 na venda.</p><p>Após uma semana agitada, com os mercados locais digerindo o resultado da eleição presidencial no Brasil, a questão política segue no radar dos agentes.</p><p>A indefinição sobre como será a condução da economia no novo ⁠governo de ⁠Luiz Inácio Lula da Silva gera preocupação entre ​os investidores.</p><p>A ‌cautela ganhou força durante o fim de semana, após notícia publicada na coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, de que o presidente Lula se encontraria com André Lara Rezende, um dos criadores do Plano Real, nesta semana. O economista publicou recentemente um texto no qual ⁠defende uma mudança na condução das políticas fiscal e monetária que incluiria a redução ​programada e gradual da Selic a 7,5% ao ano em 12 meses para reduzir a dívida ​pública e ajustar as contas do governo sem grandes cortes ‌de gastos.</p><p>O plano do ​economista também ⁠propõe o uso de parte das reservas internacionais para conter pressões sobre o real.</p><p>A informação foi recebida com estranheza pelo mercado, com economistas argumentando que as medidas poderiam gerar efeito oposto ao esperado, pressionando ainda mais a ​inflação e impondo risco às reservas internacionais.</p><p>Nesse contexto, o real apresenta o pior desempenho entre uma cesta de moedas globais na manhã desta terça.</p><p>Ao mesmo tempo, os agentes se preparam para a decisão de juros do Copom, na quarta-feira. A queda acentuada do mercado brasileiro após a reeleição de Lula turvou ​as perspectivas de crédito mais barato, deixando o Banco Central na posição de ponderar os riscos de inflação contra os custos de financiamento dolorosamente altos.</p><p>Pesquisa Focus divulgada nesta manhã mostrou que os economistas consultados pelo Banco Central ainda esperam um corte de 0,25 ponto percentual da Selic na quarta-feira, mas elevaram a projeção para a taxa no final do ano para 13,50%, de 13,25% antes. Já pesquisa da Reuters apontou a expectativa de manutenção da Selic no nível atual de 13,75% esta semana, após forte reação negativa dos ​mercados à reeleição de Lula.</p><p>No exterior, o dólar subia ante moedas pares do real. O foco dos agentes ‌fica nas eleições legislativas de meio de mandato ⁠nos Estados Unidos. Operadores no Polymarket veem cerca de 77% de probabilidade de os democratas conquistarem o controle de ambas as Casas do Congresso dos EUA, um resultado que pode levar a uma ⁠supervisão mais rigorosa da inteligência artificial e a uma regulamentação mais ⁠ampla das empresas.</p><p>O índice do dólar -- que mede ⁠o desempenho da moeda norte-americana ⁠frente ​a uma cesta de seis divisas -- subia 0,06%, a 101,820, às 10h15.</p><p>(Por Igor Sodré; edição de Isabel Versiani)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Economia" term="economia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Thomson Reuters divulga aumento na receita do 3º tri]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:30:48.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Thomson Reuters divulga aumento na receita do 3º tri]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - A ​Thomson Reuters  divulgou um aumento na receita do terceiro trimestre nesta terça-feira, após vender uma participação majoritária em seu negócio global de mídia impressa.</p><p>A empresa de conteúdo e tecnologia sediada em Toronto elevou sua projeção de ⁠receita orgânica ⁠para o ano ​inteiro ‌de 2026 para um aumento de 8,5% a 9,0%, acima da faixa anterior de cerca ⁠de 8%. A receita orgânica reflete ​as vendas dos negócios existentes com ​base em moeda constante.</p><p>“Estamos ‌satisfeitos com ​o ⁠desempenho no terceiro trimestre, já que o crescimento da receita e as ​margens superaram nossas expectativas anteriores”, afirmou o presidente-executivo da Thomson Reuters, Steve Hasker, em comunicado.</p><p>A proprietária ​do banco de dados jurídico Westlaw, da agência de notícias Reuters e do serviço tributário e contábil Checkpoint registrou um aumento de 10% na receita do terceiro trimestre, para US$1,83 ​bilhão, e lucro ajustado por ação ‌de 81 centavos.</p><p>As ações ⁠da Thomson Reuters caíram 6,3% neste ano, em comparação com ⁠um aumento de 10% ⁠no S&P 500  , ⁠até esta ⁠segunda-feira.</p><p>(Reportagem ​de Kenneth Li, em Nova York)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Investidores se preparam para possível reestruturação no Congresso dos EUA com eleições]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:06:07.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Investidores se preparam para possível reestruturação no Congresso dos EUA com eleições]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Lewis Krauskopf</p><p>NOVA YORK, 3 Nov (Reuters) - Investidores estão avaliando as ​implicações para o mercado de uma possível mudança no controle do Congresso dos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato desta terça-feira, com foco em saber se um forte desempenho dos democratas pode abrir caminho para uma maior volatilidade nos preços dos ativos, particularmente no setor de IA.</p><p>As eleições de meio de mandato ocorrem em um momento delicado para os mercados, com uma queda acentuada nas ações de IA causando inquietação entre os investidores, que pode ser agravada pelos resultados eleitorais.</p><p>O resultado desta terça-feira pode ter amplas implicações para setores sensíveis ao mercado, incluindo a expansão dos data centers de IA, as perspectivas fiscais dos EUA, os gastos com defesa e a regulamentação em áreas como saúde, setor bancário e criptomoedas.</p><p>O partido ⁠Republicano do presidente ⁠Donald Trump controlou ambas as casas do Congresso ​durante os ‌dois primeiros anos de seu segundo mandato. Pesquisas de opinião indicam que os democratas provavelmente conquistarão a Câmara, enquanto a disputa pelo Senado está acirrada demais para se prever um resultado.</p><p>“Embora as probabilidades apontem cada vez mais para uma vitória dos democratas, várias disputas acirradas pelo Senado deixam em aberto a possibilidade de os republicanos ⁠manterem o controle do Senado ou, inversamente, de os democratas conquistarem uma presença maior do que ​o esperado no Senado”, afirmou Scott Chronert, estrategista de ações do Citigroup, em uma nota. “A reação do mercado ​de ações provavelmente será positiva no primeiro caso e negativa no segundo.”</p><p>Os ‌estrategistas do UBS Global Wealth ​Management ⁠atribuíram uma probabilidade de 50% para uma vitória dos democratas, 40% de chance de os democratas conquistarem a Câmara enquanto os republicanos mantêm o Senado e 10% de probabilidade de os republicanos manterem o controle de ambas as casas.</p><p>“Os efeitos mais visíveis de ​uma mudança no controle do Congresso provavelmente seriam um maior escrutínio sobre o governo e negociações fiscais mais difíceis”, afirmou Mark Haefele, diretor de investimentos do UBS Global Wealth Management, em uma nota na segunda-feira.</p><p>Um Congresso liderado pelos democratas pode exercer maior fiscalização sobre as empresas de IA, em parte devido à crescente oposição pública aos data centers, um risco ​para um mercado que tem sido impulsionado por esses gastos com investimentos. Embora analistas duvidem que qualquer legislação viável prejudique gravemente a expansão dos data centers, independentemente do resultado das eleições, eles esperam que uma vitória dos democratas leve a investigações no setor de tecnologia.</p><p>Muitos investidores afirmaram estar ansiosos para superar as eleições, que têm pairado sobre os mercados nas últimas semanas. Desde 1970, em anos de eleições de meio de mandato, o índice S&P 500 registra ganhos em todos os períodos de seis meses após a eleição, de acordo com a Edward Jones.</p><p>Embora a volatilidade das ações tenha aumentado nas ​últimas sessões, os operadores do mercado de opções não estão, no entanto, preparando-se para um movimento forte no mercado de ações ‌após os resultados das eleições.</p><p>As opções sobre o índice ⁠S&P 500 estão precificadas para uma variação de cerca de 0,8% em qualquer direção na quarta-feira, ligeiramente acima da variação diária implícita média de 0,6% no último mês, de acordo com dados da ORATS.</p><p>“Podemos observar alguma volatilidade assim que ⁠houver um resultado claro, mas eu não presumiria que toda essa incerteza desapareça ⁠na manhã de quarta-feira”, disse Joe Tigay, gestor de ⁠carteira da Equity Armor Investments. “As ⁠proteções ​contra riscos eleitorais podem expirar; o risco geopolítico não tem data de validade.”</p><p>(Reportagem de Lewis Krauskopf; reportagem adicional de  Saqib Iqbal Ahmed)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Politica" term="politica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Guerra se intensifica no Mar Negro e coloca à prova limites da Otan]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:50:13.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Guerra se intensifica no Mar Negro e coloca à prova limites da Otan]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Tom Balmforth e Luiza Ilie</p><p>LONDRES/BUCARESTE, 3 Nov (Reuters) - ​Após sete ataques a navios de carga nas proximidades da Romênia e da Bulgária, membros da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), no mês passado, a aliança militar liderada pelos Estados Unidos anunciou que iria mobilizar aeronaves de patrulha marítima, radares e drones para reforçar seu flanco oriental no Mar Negro.</p><p>Três dias depois, em 23 de outubro, outro navio foi atingido logo fora das águas romenas. E, na semana passada, um navio porta-contêineres grego foi afundado por drones navais na zona econômica exclusiva da Bulgária.</p><p>Os ataques incessantes mostram como a escalada da guerra marítima ⁠entre a ⁠Rússia e a Ucrânia está se expandindo ​para  um grande ‌desafio para a Otan no Mar Negro, deixando expostos os Estados-membros litorâneos, como a Romênia e a Bulgária.</p><p>Analistas militares afirmaram não ter dúvidas de que foram ataques russos. Um drone naval visto no vídeo do último ataque se assemelhava a uma variante ⁠russa, segundo a empresa de segurança marítima Ambrey.</p><p>“Acho que é inegavelmente uma escalada”, ​disse Sidharth Kaushal, pesquisador sênior do think tank RUSI, com sede em Londres.</p><p>A Rússia nega ​estar atacando os vizinhos da Ucrânia com drones e ‌afirma que são os ​governos europeus ⁠que estão intensificando a guerra na Ucrânia ao fornecer ajuda militar. O Ministério da Defesa da Rússia não respondeu a um pedido de comentário para este artigo.</p><p>RÚSSIA ESTÁ TESTANDO LIMITES</p><p>Muitos dos navios atingidos ​em outubro estavam ancorados perto de um importante canal romeno usado pela Ucrânia para exportações, ou navegavam de ou para ele. Um deles estava em águas territoriais romenas, enquanto os outros oito estavam na zona econômica exclusiva da Romênia ou da Bulgária.</p><p>Iulia Joja, diretora do programa do ​Mar Negro do think tank Middle East Institute, com sede em Washington, disse que os ataques da Rússia levavam em conta a aversão do Ocidente à escalada.</p><p>“Trata-se de testar esses limites, com plena consciência de que faremos todo o possível para tomar as medidas mais mínimas”, disse Joja, fazendo uma comparação com as incursões de drones russos no espaço aéreo da Otan nos últimos anos.</p><p>Um representante da Otan afirmou que as ações russas destinadas a dissuadir os aliados da Otan ​de apoiar a Ucrânia constituem uma grave ameaça à segurança e que o compromisso da aliança ‌de defender todos os seus membros, incluindo ⁠os do Mar Negro, é “inabalável”.</p><p>O representante afirmou que havia uma clara necessidade de recursos de combate a drones com boa relação custo-benefício, mas que a aliança já havia se comprometido a ⁠investir mais de US$40 bilhões em recursos de combate a ⁠drones nos próximos cinco anos.</p><p>(Reportagem de Tom ⁠Balmforth, em Londres, e ⁠Luiza ​Ilie, em Bucareste; Reportagem adicional de Pavel Polityuk, Gergely Szakacs, Gleb Stolyarov, Edward Carron e Michael Jones)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Economia" term="economia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Lucro da Aramco aumenta em um terço no terceiro trimestre, apesar de ataques a instalações]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:32:22.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Lucro da Aramco aumenta em um terço no terceiro trimestre, apesar de ataques a instalações]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>DUBAI, 3 Nov (Reuters) - A petrolífera estatal saudita Aramco  divulgou nesta terça-feira ​um aumento de 34,5% no lucro líquido do terceiro trimestre, apesar dos ataques às suas instalações, devido principalmente ao aumento da receita e à sua saída de uma joint venture.</p><p>A maior exportadora de petróleo do mundo registrou lucro líquido de US$36,25 bilhões nos três meses encerrados em 30 de setembro, em comparação com US$26,9 bilhões no mesmo período do ano anterior. O lucro líquido no segundo trimestre foi de US$32,7 bilhões.</p><p>O lucro líquido ajustado no terceiro trimestre foi de cerca de US$31,2 bilhões, superando a mediana da estimativa dos analistas divulgada pela Aramco, baseada em 12 analistas, de US$30,66 bilhões.</p><p>A guerra entre os Estados Unidos e o Irã reduziu a produção da Aramco, mas os preços mais altos do petróleo compensaram a queda nos volumes.</p><p>A Aramco vem exportando petróleo bruto de seus ⁠terminais orientais no ⁠Golfo Pérsico, seu mercado tradicional, bem como de seus ​terminais ocidentais ‌no Mar Vermelho por meio do oleoduto Leste-Oeste, que o presidente-executivo Amin Nasser chamou de “linha de vida essencial”.</p><p>O oleoduto, que aumentou o fluxo após o início da guerra, quando os EUA e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, sofreu ataques várias vezes ao longo do conflito.</p><p>Outras infraestruturas energéticas sauditas e a sede da Aramco também foram alvo ⁠de ataques, à medida que novos confrontos eclodiram na guerra latente contra os militantes houthis do Iêmen, ​alinhados com o Irã.</p><p>“PERÍODO EXTRAORDINÁRIO”</p><p>A incerteza geopolítica e os ataques a infraestruturas-chave do setor energético continuaram a agravar a crise ​global de abastecimento de energia, afirmou Nasser em comunicado, acrescentando que a ‌Aramco continuou a fornecer de ​forma confiável ⁠aos seus clientes durante esse “período extraordinário”.</p><p>A empresa ainda está explorando capacidade adicional de armazenamento no exterior e rotas alternativas de exportação, acrescentou ele.</p><p>A confiabilidade do abastecimento foi de 97,8% no trimestre, informou a Aramco, ante 99,9% no ano anterior e 98,4% no segundo trimestre.</p><p>“Essa forte ​confiabilidade no abastecimento foi alcançada apesar de algumas interrupções no Oleoduto Leste-Oeste durante o trimestre, já que a Aramco conseguiu restaurar rapidamente os carregamentos na região oeste utilizando a configuração multilinha do oleoduto”, afirmou a Aramco.</p><p>A produção de petróleo da Arábia Saudita foi de cerca de 8 milhões de barris por dia (bpd) em setembro, de acordo com fontes secundárias citadas pela Organização dos Países Exportadores ​de Petróleo (Opep) em seu relatório mensal mais recente, ante pouco mais de 10 milhões de bpd antes da guerra.</p><p>A Aramco não divulga seus volumes de produção de petróleo bruto. Sua produção total de hidrocarbonetos foi, em média, de 11,05 milhões de barris equivalentes de petróleo por dia (boepd) no terceiro trimestre, informou a empresa, em comparação com 13,3 milhões de boepd no ano anterior. A produção total de líquidos foi de 8,7 milhões de bpd, contra 10,8 milhões de bpd no ano anterior.</p><p>O preço médio realizado do petróleo bruto no terceiro trimestre foi de US$95,2 por barril, ante US$70,1 no ano anterior e US$108,1 no segundo trimestre.</p><p>A Aramco declarou ​um dividendo básico de US$21,9 bilhões para o terceiro trimestre, em linha com os dois trimestres anteriores e em consonância com o pagamento ‌total previsto para o ano.</p><p>Em setembro, a Aramco concluiu ⁠a venda de sua participação acionária de 50% nas joint ventures de refino e petroquímica PRefChem, na Malásia, para a parceira Petronas.</p><p>A Aramco informou que a segunda fase de seu projeto de gás não convencional de Jafurah deve ser concluída no ⁠próximo ano e continua a caminho de atingir 2 bilhões de pés cúbicos padrão ⁠por dia de gás até 2030.</p><p>A empresa também informou que ⁠a produção já começou em ⁠seu ​projeto de petróleo bruto Zuluf, que deve processar até 600.000 bpd de petróleo até o final de 2026.</p><p>(Reportagem da Redação no Golfo Pérsico)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Economia" term="economia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Co-CEO  da Binance diz  que empresa está com saúde  financeira muito sólida após roubo de US$6,3 bi]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:28:27.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Co-CEO  da Binance diz  que empresa está com saúde  financeira muito sólida após roubo de US$6,3 bi]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>HONG KONG, 3 Nov (Reuters) - O co-CEO ​da Binance, Richard Teng, afirmou nesta terça-feira que a corretora está com “saúde financeira muito sólida”  e que uma “análise pós-incidente” do roubo cibernético de US$6,3 bilhões ocorrido na semana passada será divulgada no momento oportuno.</p><p>Em discurso durante um evento da Fintech Week de Hong Kong, Teng afirmou que os fluxos de entrada e saída por hora haviam “praticamente se normalizado” e que 95% dos tokens afetados haviam sido repostos após a corretora ter sido ⁠alvo ⁠do que pode ter sido o ​maior ‌roubo financeiro da história.</p><p>Teng disse que as perdas foram cobertas pela reserva de emergência do Fundo de Ativos Seguros para Usuários e por outros fundos da empresa que haviam sido reservados. ⁠Ele acrescentou que os 5% restantes dos tokens afetados são tokens menos ​líquidos, e que a Binance está trabalhando com provedores de mercado ​de balcão para restaurá-los.</p><p>“É uma lição ‌dolorosa. Assumimos a ​responsabilidade por ⁠isso”, disse ele. “Sairemos mais fortes, os fundos dos usuários estão seguros nesse aspecto e continuaremos a crescer cada vez mais.”</p><p>Os clientes haviam retirado um valor ​líquido de US$4,72 bilhões até segunda-feira, informou a Binance anteriormente. Isso representa cerca de 3% dos ativos na plataforma, um número relativamente modesto que, segundo analistas, sugere que a confiança dos clientes se ​manteve em grande parte intacta. A maioria dos saques foi feita na stablecoin USDT da Tether, acrescentou a Binance.</p><p>“A empresa está com  saúde financeira muito sólida”,  disse Teng. “Isso é algo que podemos arcar. Temos condições de fazê-lo.”</p><p>O FBI afirmou no fim de semana que a Coreia do Norte era responsável pelo roubo de mais de US$6 bilhões em ativos criptográficos, um ​crime que causou comoção no setor. A Coreia do Norte rejeitou as ‌acusações como “retórica absurda”.</p><p>A maior parte do ⁠roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, segundo registros da blockchain.</p><p>A Binance informou que possui mais de 335 milhões de usuários em ⁠todo o mundo e um volume médio ⁠diário de negociações de US$95 bilhões ⁠em ativos digitais ⁠e ​derivativos.</p><p>(Reportagem de Summer Zhen, Selena Li e Yantoultra Ngui em Hong Kong)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Minério de ferro recua em meio ao aumento dos embarques e à demanda fraca da China]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:18:16.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Minério de ferro recua em meio ao aumento dos embarques e à demanda fraca da China]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - Os preços do minério ​de ferro recuaram nesta terça-feira, pressionados pelo aumento da oferta de minério dos principais fornecedores mundiais e pela demanda fraca pelo ingrediente siderúrgico na China, o maior mercado consumidor do produto.</p><p>O contrato de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) na China fechou o pregão diurno com queda de 0,74%, a 671 iuanes (US$100,57) por tonelada.</p><p>A referência de minério de ferro para dezembro na Bolsa de Cingapura recuava 0,81%, ⁠para ⁠US$90,5 por tonelada.</p><p>A pressão pelo ​lado da ‌oferta persistiu em meio ao aumento dos embarques e chegadas de minério, afirmaram analistas da corretora Everbright Futures em uma nota.</p><p>Os embarques de minério de ferro dos principais fornecedores, Austrália e ⁠Brasil, aumentaram 1,3% em relação à semana anterior, para 27,9 ​milhões de toneladas, em 2 de novembro, segundo dados da consultoria ​Mysteel.</p><p>A demanda, por sua vez, permaneceu moderada ‌na China, já ​que as ⁠siderúrgicas se mostraram cautelosas em relação à reposição de estoques de minério devido às margens fracas de lucro, ao consumo mais fraco de aço no ​setor de transformação e aos estoques elevados de aço.</p><p>O carvão metalúrgico e o coque, outros insumos para a produção de aço, caíram 2,53% e 1,57%, respectivamente, pressionados pela expectativa de aumento da oferta.</p><p>Uma ​pesquisa da Mysteel mostrou que as minas de carvão na província de Shanxi, no norte da China, continuaram a retomar as operações, com 40 minas ainda fechadas em 2 de novembro, contra 44 na semana anterior.</p><p>Várias minas haviam sido fechadas para inspeções de segurança após um acidente fatal ocorrido em Shanxi em maio.</p><p>Os índices de referência do aço na Bolsa ​de Futuros de Xangai mantiveram-se estáveis. O vergalhão recuou 0,93%, a bobina ‌laminada a quente perdeu 0,54%, ⁠o fio-máquina caiu 1,36%, enquanto o aço inoxidável subiu 2,04%.</p><p>O sentimento baixista dominou o mercado de aço em meio a uma demanda sazonalmente ⁠mais fraca no setor de transformação e ⁠à ausência de apoio governamental em ⁠novembro, afirmaram ⁠analistas ​da corretora First Futures em uma nota.</p><p>(Reportagem de Amy Lv e Lewis Jackson)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Economia" term="economia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[MMG prorroga prazo final para acordo de níquel com Anglo American Brasil até 31 de dezembro]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:17:37.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[MMG prorroga prazo final para acordo de níquel com Anglo American Brasil até 31 de dezembro]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - ​A MMG Ltd , empresa de mineração e metais listada na bolsa de Hong Kong, informou nesta ⁠terça-feira que chegou ⁠a ​um ‌acordo com a Anglo American  para prorrogar ⁠a data limite para a ​aquisição proposta do ​negócio de ‌níquel ​da mineradora ⁠no Brasil para 31 de dezembro, ​em vez de 31 de outubro, ​como previsto anteriormente.</p><p>A prorrogação ocorre após a decisão da Comissão Europeia de iniciar uma análise ​da Fase II ‌da transação, ⁠cuja decisão final está prevista ⁠para 21 ⁠de ⁠dezembro.</p><p>(Reportagem de ⁠Roshan ​Thomas em Bengaluru)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Outros" term="outros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Trump enfrenta veredicto das urnas em eleições de meio de mandato com controle do Congresso em jogo]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:15:14.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Trump enfrenta veredicto das urnas em eleições de meio de mandato com controle do Congresso em jogo]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Joseph Ax</p><p>3 Nov (Reuters) - Eleitores norte-americanos darão seu veredicto sobre os dois primeiros ​anos do segundo mandato do presidente Donald Trump nas eleições de meio de mandato desta terça-feira, com pesquisas e analistas apartidários apontando que os democratas devem conquistar a Câmara dos Deputados, atualmente nas mãos dos republicanos, enquanto o controle do Senado permanece incerto.</p><p>A batalha pelo Senado se desenrola em quase 10 disputas estaduais acirradas, a maioria em redutos republicanos.</p><p>A história está contra os republicanos de Trump: o partido do presidente perdeu terreno no Congresso em todas as eleições de meio de mandato desde a Segunda Guerra Mundial, com exceção de duas. O índice de aprovação de Trump oscila perto de seus níveis mais baixos de todos os tempos, prejudicado pela profunda frustração dos eleitores em relação à guerra com o Irã e ao consequente aumento nos preços dos combustíveis.</p><p>Não há dúvida de que a eleição deste ano gira em torno de Trump, figura política central dos EUA durante a maior parte da última década. O próprio Trump disse repetidamente a seus apoiadores para “fingirem que ⁠estou na cédula”, uma mensagem ⁠que os líderes democratas repetiram com prazer.</p><p>O presidente tem buscado ​mobilizar sua base ‌com mais de duas dúzias de comícios de campanha desde o início de outubro, a grande maioria em Estados onde venceu com facilidade em 2024, o que ressalta até que ponto os republicanos estão na defensiva.</p><p>Liderados por Trump, os republicanos têm retratado os candidatos democratas como radicais, antiamericanos e até mesmo comunistas.</p><p>“O Partido Democrata indicou a chapa de candidatos mais extrema e perigosa da história dos Estados Unidos”, disse Trump na segunda-feira durante um ⁠discurso em Washington.</p><p>Mas as pesquisas de opinião mostram que os eleitores estão mais preocupados com o custo de vida e ​desaprovam a maneira como Trump tem lidado com a questão, depois que sua política de tarifas generalizadas e sua decisão de atacar o Irã em ​fevereiro aumentaram os preços. Os candidatos republicanos, por sua vez, têm enfrentado dificuldades para se ‌distanciar de um presidente que exige lealdade ​e ⁠raramente reconhece erros.</p><p>Todas as 435 cadeiras da Câmara dos Deputados dos EUA estão em disputa, juntamente com 35 das 100 cadeiras do Senado, embora a maioria das disputas não seja considerada acirrada. Os democratas precisam conquistar pelo menos mais três cadeiras na Câmara e quatro no Senado para obter a maioria em cada uma das casas.</p><p>Uma Câmara ​ou um Senado democrata poderia iniciar investigações sobre o que os democratas descrevem como negociações em benefício próprio por parte do governo Trump e exigir concessões para aprovar projetos de lei.</p><p>Um Senado democrata também teria o poder de bloquear nomeações de Trump, incluindo indicações para a Suprema Corte dos EUA caso surjam vagas.</p><p>Mas, embora os democratas tenham colocado os republicanos na defensiva em grande parte de seu território, eles têm pouca margem para erros. O partido precisa defender todas as suas cadeiras ​atuais, incluindo uma disputa acirrada em Michigan, ao mesmo tempo em que precisa vencer em pelo menos dois Estados que votaram em Trump por uma margem de dois dígitos há dois anos: Alasca, Iowa, Kansas, Nebraska, Ohio, Carolina do Sul e Texas.</p><p>Pesquisas de opinião mostram os democratas, em todos esses Estados, ou com uma vantagem estreita ou em uma posição que lhes permite disputar a vitória.</p><p>DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DE TRUMP INTERVÉM</p><p>Há 47 disputas pela Câmara dos Deputados dos EUA amplamente consideradas acirradas, de acordo com uma análise da Reuters baseada nas principais previsões eleitorais. Se todas as outras disputas ocorrerem conforme previsto, os democratas precisariam vencer apenas 13 dessas para garantir a maioria.</p><p>A disputa pela Câmara tem se dado principalmente em território republicano, incluindo alguns distritos onde Trump venceu por uma margem de dois dígitos ​em 2024. Uma iniciativa republicana apoiada por Trump para redesenhar os distritos em vários Estados, a fim de torná-los mais seguros para o partido, parece não ter rendido ‌os ganhos que a Casa Branca esperava.</p><p>Os democratas alertaram que Trump, ⁠que há muito tempo alega falsamente que as eleições nos EUA são fraudadas, pode tentar contestar os resultados desta terça-feira caso os republicanos percam.</p><p>Além de processo no Alasca, o Departamento de Justiça de Trump também entrou com uma ação na Califórnia para bloquear cédulas que, segundo ele, podem ser inválidas — um rompimento ⁠com décadas de prática destinada a isolar as eleições da influência política. Na segunda-feira, a Suprema Corte dos ⁠EUA rejeitou o pedido do governo para uma liminar no caso.</p><p>Três dúzias de ⁠disputas para o cargo de governador ⁠também ​ocorrerão na terça-feira, bem como milhares de disputas legislativas em nível estadual e referendos sobre temas que vão desde o imposto sobre bilionários até os direitos ao aborto.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Órgão regulador da China determina que bancos suspendam IPOs, diz FT]]></title>
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        <updated>2026-11-03T10:07:18.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Órgão regulador da China determina que bancos suspendam IPOs, diz FT]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - O órgão regulador ​do mercado de valores mobiliários da China instruiu os bancos de investimento a suspenderem as ofertas públicas iniciais (IPOs na sigla em inglês) e suspendeu as grandes vendas de ações por parte dos acionistas atuais até que os mercados se recuperem, informou o Financial Times nesta terça-feira, citando três fontes a par das discussões.</p><p>A Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China realizou ⁠reuniões ⁠com bancos de investimento e ​forneceu “orientações informais” ‌nos últimos dias, acrescentou a reportagem.</p><p>Grandes vendas por parte de acionistas existentes também foram temporariamente suspensas até que os mercados se recuperem, de acordo com a ⁠reportagem.</p><p>A Reuters não conseguiu confirmar imediatamente a reportagem.</p><p>Os reguladores ​financeiros chineses não responderam imediatamente a um pedido de comentários ​da Reuters.</p><p>A medida segue uma forte ‌onda de ​vendas que ⁠levou o índice CSI300 de blue chips  a cair 8,5% em outubro, seu pior desempenho mensal em mais de uma década.</p><p>A fraqueza persistente ​na segunda maior economia do mundo, prejudicada pelo consumo fraco, uma crise prolongada de endividamento no setor imobiliário e uma forte onda de vendas de ações do setor ​de tecnologia, minou a confiança dos investidores.</p><p>Os reguladores chineses lançaram uma série de medidas na segunda-feira, desde a realização de operações de swap até a ampliação de uma linha de crédito para recompra de ações por empresas listadas, como parte dos esforços para estabilizar os mercados de capitais em dificuldades.</p><p>Os esforços ​para estabilizar o mercado de ações em queda tiveram dificuldade para ‌ganhar força nesta terça-feira, com ⁠as ações relacionadas à inteligência artificial liderando as quedas, já que os investidores consideraram as medidas de apoio financeiro ⁠insuficientes.</p><p>O índice CSI300 de blue chips ⁠da China  fechou em queda de ⁠0,2%, e ⁠o ​índice de referência Shanghai Composite  recuou 0,8%.</p><p>(Reportagem de Rajveer Singh Pardesi em Bengaluru)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Ações chinesas permanecem em baixa devido à decepção com medidas políticas]]></title>
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        <updated>2026-11-03T10:06:50.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Ações chinesas permanecem em baixa devido à decepção com medidas políticas]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>XANGAI, 3 Nov (Reuters) - A mais recente iniciativa da China ​para estabilizar seu mercado de ações em queda teve dificuldade para ganhar força nesta terça-feira, com as ações estagnadas perto das mínimas de um ano e os investidores afirmando que o já conhecido roteiro de incentivar a entrada de dinheiro no mercado não estava surtindo efeito desta vez.</p><p>A China tem o mercado de ações de maior porte com o pior desempenho global neste ano, com o índice CSI300 , composto por ações de primeira linha, apresentando queda de 13% desde janeiro. O índice registrou em outubro sua maior queda mensal em uma década, impulsionada por uma desvalorização nas ações do setor de IA, e fechou com queda de 0,2% na terça-feira.</p><p>O desempenho representa um revés para os esforços de ⁠transformar as ações ⁠chinesas em uma fonte confiável de investimento e ​financiamento para o ‌boom da IA. Os  reguladores responderam na segunda-feira  com medidas destinadas a financiar a compra de ações por corretoras, fundos e empresas.</p><p>As autoridades também instruíram os bancos a adiar novas listagens ou grandes vendas de ações, a fim de apoiar o mercado, informou o jornal Financial Times nesta terça-feira, citando pessoas a par do ⁠assunto.</p><p>O órgão regulador do mercado, a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China, não respondeu ​imediatamente a um pedido da Reuters para comentar a reportagem.</p><p>O gestor de fundos Chen Jiande disse que as ​medidas — incluindo operações de swap do banco central para financiar compras ‌de ações e o incentivo ​à recompra ⁠de ações — repetiram os esforços de 2024 e ofereceram uma oportunidade de vender, em vez de comprar.</p><p>“Essas medidas ficaram aquém das expectativas”, disse Chen, gerente geral da Fujian Tianlang Asset Management Co.</p><p>“Muitos investidores em ações de tecnologia em baixa estão aproveitando ​qualquer recuperação para sair rapidamente.”</p><p>'FALTA DE CONFIANÇA'</p><p>O índice de referência Shanghai Composite  caiu 0,8% na terça-feira e se encontra, assim como o índice de blue chips, próximo de seu nível mais baixo em um ano. O índice STAR Chip, focado em tecnologia , despencou até 7%, atingindo seu nível mais baixo desde dezembro de 2025, enquanto o índice de ​IA  caiu mais de 4%.</p><p>Wang Yapei, gestor de fundos da Zijie Private Fund, afirmou que um dos problemas é que o governo está incentivando os participantes do mercado a desembolsar o dinheiro, em vez de fornecer o financiamento.</p><p>De acordo com os esquemas anunciados, os participantes do mercado obtêm liquidez do banco central por meio de swaps ou repasses para comprar ações.</p><p>“Os principais acionistas podem não ter um forte incentivo para comprar ações em queda com dinheiro emprestado, já que precisam assumir os riscos por conta própria”, disse Wang.</p><p>“O problema agora é a falta de confiança no mercado. Uma vez ​que a confiança se vai, é preciso comprar continuamente com dinheiro vivo para sustentar os preços.”</p><p>. Em TÓQUIO, o índice ‌Nikkei permaneceu fechado.. Em HONG KONG, o índice ⁠HANG SENG subiu 0,57%, a 23.525 pontos.. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,82%, a 3.608 pontos.. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,20%, a 4.008 pontos.. Em SEUL, o ⁠índice KOSPI teve desvalorização de 3,59%, a 5.648 pontos.. Em TAIWAN, o ⁠índice TAIEX registrou baixa de 3,59%, a 43.307 pontos.. ⁠Em CINGAPURA, o índice ⁠STRAITS ​TIMES desvalorizou-se 0,65%, a 5.269 pontos.. Em SYDNEY, o índice S&P/ASX 200 avançou 0,34%, a 8.886 pontos.</p><p>(Reportagem da Redação de Xangai)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Países da zona do euro devem indicar candidatos à presidência do BCE até sexta-feira]]></title>
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        <updated>2026-11-03T09:57:50.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Países da zona do euro devem indicar candidatos à presidência do BCE até sexta-feira]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - ​Os países que utilizam o euro foram convidados a indicar seus candidatos ao cargo de próximo presidente do ⁠Banco Central Europeu ⁠até ​6 ‌de novembro, informou nesta terça-feira um porta-voz ⁠do Eurogrupo.</p><p>Os ministros das Finanças ​dos países da zona ​do euro ‌analisarão ​as ⁠indicações em uma reunião marcada para 9 ​de novembro.</p><p>A presidente do BCE, Christine Lagarde, ​anunciou na semana passada que deixará o cargo em fevereiro, oito meses antes do término de seu mandato.</p><p>Seu ​sucessor será nomeado ‌pelos países ⁠da UE, com base em uma ⁠recomendação daqueles ⁠que ⁠utilizam ⁠o ​euro.</p><p>(Reportagem de Bart Meijer)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Politica" term="politica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Choque no mercado brasileiro após as eleições turva perspectivas para crédito mais barato​]]></title>
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        <updated>2026-11-03T09:37:21.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Choque no mercado brasileiro após as eleições turva perspectivas para crédito mais barato​]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Rodrigo Campos e Karin Strohecker</p><p>NOVA YORK/LONDRES, 3 Nov (Reuters) - A queda acentuada do ​mercado brasileiro após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) turvou as perspectivas de crédito mais barato, deixando o Banco Central na posição de ponderar os riscos de inflação contra os custos de financiamento dolorosamente altos.</p><p>Os diretores do BC iniciam nesta terça-feira a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), com a decisão de quarta-feira servindo como um primeiro teste para avaliar como a eleição alterou as perspectivas para a taxa básica de juros. O comitê reduziu a Selic em 25 pontos-base em cada uma de suas últimas cinco reuniões.</p><p>Nos próximos quatro anos do governo Lula, convencer os investidores de que ele é capaz de manter as finanças públicas sob controle e, ao mesmo tempo, proteger os gastos sociais será fundamental para reduzir os custos de financiamento. Um fracasso nesse sentido poderia manter o crédito caro por mais tempo, complicando os esforços para apoiar o crescimento.</p><p>Uma pesquisa da Reuters revelou que 33 dos 48 economistas esperavam que o ⁠BC mantivesse a taxa básica ⁠em 13,75% ao ano na quarta-feira. As previsões medianas indicavam ​que as taxas ‌permaneceriam nesse nível até o segundo trimestre de 2027.</p><p>Para Carlos Carranza, gestor de fundos de dívida de mercados emergentes da M&G Investments, a mensagem do BC será mais importante do que a decisão de manter ou reduzir as taxas em 25 pontos-base.    “Quer reduzam em 25 (pontos-base) ou mantenham as taxas inalteradas, acho que a mensagem será ainda mais importante do que a própria taxa de juros”, afirmou.    Reduzir a Selic sem reconhecer os riscos ⁠decorrentes da desvalorização do real seria prejudicial, disse Carranza, embora ele não espere que o Copom faça isso.    Na semana passada, ​o real perdeu 8,5% em relação ao dólar americano e o índice de ações de referência Bovespa recuou cerca de 18%, à medida que ​a vitória de Lula contrariou as apostas na vitória do candidato de direita Flávio ‌Bolsonaro (PL).</p><p>Essas apostas haviam impulsionado uma alta após ​Bolsonaro inesperadamente ⁠liderar o primeiro turno, refletindo as esperanças de um aperto nas finanças públicas. Os investidores devem agora avaliar até que ponto Lula está disposto e é capaz de endurecer a política fiscal.    Petar Atanasov, co-head de pesquisa e estratégia soberana da Gramercy Funds Management, ainda vê espaço para um ajuste fiscal sob o governo de Lula, ​mas espera que ele seja mais lento do que os investidores haviam previsto sob o governo de Flávio.</p><p>“A velocidade e a escala do ajuste serão muito diferentes”, disse ele. Um ajuste significativo exigiria conter o crescimento dos gastos obrigatórios e angariar apoio no Congresso, acrescentou.    Antonina Tarassiouk, diretora de análise econômica internacional da Reams Asset Management, também espera uma pausa, afirmando que a eleição tornou as perspectivas de inflação mais desafiadoras, especialmente se o petróleo permanecer acima de US$100 o ​barril.</p><p>RISCO DE INFLAÇÃO</p><p>A inflação no Brasil subiu 4,62% no ano até meados de outubro. O gasto do governo com juros da dívida pública atingiu 9% do PIB no ano até setembro, a maior parcela desde janeiro de 2016. A dívida das famílias atingiu um recorde de 50,1% da renda anual, enquanto os pagamentos consumiram um recorde de 29% da renda, segundo dados do BC divulgados na semana passada.</p><p>Um real mais fraco eleva os custos das importações, o que pode se refletir nos preços ao consumidor. A persistência dessa pressão dependerá, em parte, das nomeações econômicas de Lula e da política fiscal adotada por seu governo.</p><p>Carranza, da M&G, no entanto, considera a inflação contida e a incerteza fiscal como o maior obstáculo à redução dos custos de financiamento. Ele vê o crescimento como ​resiliente, em contraste com a perspectiva mais fraca apontada por Tarassiouk para 2027.</p><p>“Revisões para baixo em uma previsão de crescimento já fraca para 2027 serão fundamentais para que ‌o BC retome sua postura de flexibilização”, disse Tarassiouk.</p><p>Liam Peach, ⁠economista sênior de mercados emergentes da Capital Economics, estima que a desvalorização do real após as eleições possa adicionar 0,3 ponto percentual à inflação geral ao longo de seis meses. Ele espera que os cortes nas taxas de juros sejam suspensos, em vez de revertidos.</p><p>“A maior preocupação é o aumento acentuado ⁠nos rendimentos dos títulos, o que, se se mantiver, ameaça tornar as condições de financiamento mais restritivas, ⁠agravar os problemas fiscais do Brasil e aprofundar a desaceleração no crescimento do ⁠PIB que esperamos para o ⁠próximo ​ano”, disse Peach.</p><p>(Reportagem de Rodrigo Campos em Nova York e Karin Strohecker em Londres; reportagem adicional de Marcela Ayres em Brasília; edição de William Schomberg e Aurora Ellis)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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