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    <title>Antena 1 Notícias - Carros</title>
    <updated>2026-10-29T20:25:00.000Z</updated>
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        <name>Redação Antena 1</name>
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    <subtitle>Todas as notícias da categoria Carros publicadas recentemente na página da Antena 1</subtitle>
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        <title type="html"><![CDATA[CARROS ELÉTRICOS JÁ REPRESENTAM QUASE 25% DAS VENDAS GLOBAIS DE VEÍCULOS NOVOS]]></title>
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        <updated>2026-10-29T20:25:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Relatório internacional mostra que quase um em cada quatro veículos leves novos vendidos no mundo já é elétrico]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A eletrificação dos automóveis está ganhando espaço no mercado mundial. Mais de 9,4 milhões de veículos elétricos foram vendidos nos primeiros seis meses de 2026, o equivalente a quase um em cada quatro veículos leves novos comercializados no período, segundo levantamento do Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, na sigla em inglês).&nbsp;&nbsp;</p><p>A média global, porém, esconde diferenças importantes entre os mercados. Enquanto a China já ultrapassou a marca de 50% de participação dos elétricos nas vendas de veículos leves, os Estados Unidos registraram uma fatia próxima de 7%. A Europa também avançou, e países emergentes começam a ganhar destaque na transição para novas tecnologias de transporte.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/crescimento-veiculos.png"></figure><p><i>Vendas de veículos elétricos crescem em diferentes regiões do mundo</i>&nbsp;</p><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>China concentra a maior participação</strong>&nbsp;</h4><p>A China segue na dianteira da eletrificação automotiva. No primeiro semestre de 2026, os veículos elétricos representaram 51% das vendas de veículos leves novos no país. Entre os elétricos vendidos, os modelos totalmente movidos a bateria corresponderam a 68%, ante 64% em 2025.&nbsp;</p><p>O resultado está relacionado à presença expressiva de fabricantes locais, à variedade de modelos e à consolidação de uma cadeia industrial voltada a esse tipo de veículo. O país também ocupa uma posição central na produção mundial: de acordo com o ICCT, respondeu por aproximadamente dois terços da fabricação global de veículos elétricos.&nbsp;</p><p>Essa estrutura ajuda a explicar por que a eletrificação avançou mais rapidamente no mercado chinês do que em diversas outras economias. Além de abastecer a demanda interna, fabricantes do país ampliam sua presença internacional por meio das exportações.&nbsp;</p><h4><strong>Europa amplia a participação dos elétricos</strong>&nbsp;</h4><p>Na Europa, os veículos elétricos corresponderam a 31% das vendas de veículos leves novos entre janeiro e junho, acima dos 27% registrados em 2025. Os modelos totalmente elétricos também mantiveram participação expressiva dentro do segmento.&nbsp;</p><p>O avanço mostra que a eletrificação segue ganhando espaço em um dos principais mercados automotivos do mundo. A região reúne diferentes estratégias de fabricantes e políticas nacionais, mas a participação dos elétricos já supera a observada nos Estados Unidos.&nbsp;</p><p>O ritmo europeu ainda fica abaixo do chinês, mas os números indicam uma expansão consistente. A evolução depende de fatores como oferta de modelos, preços, infraestrutura de recarga e condições para a compra de veículos com novas tecnologias.&nbsp;</p><h4><strong>Estados Unidos registram recuo</strong>&nbsp;</h4><p>Nos Estados Unidos, os elétricos representaram aproximadamente 7% das vendas de veículos leves novos no primeiro semestre de 2026. A participação ficou dois pontos percentuais abaixo da registrada em 2025.&nbsp;</p><p>O ICCT aponta que várias montadoras tradicionais tiveram redução tanto no volume de elétricos comercializados quanto na proporção desses modelos em suas vendas totais. Parte das empresas passou a priorizar, no curto prazo, uma oferta mais diversificada de sistemas de propulsão.&nbsp;</p><p>O cenário contrasta com o avanço observado na China e na Europa. Embora o mercado norte-americano continue relevante para a indústria automotiva, os dados mostram que a transição não ocorre de maneira uniforme, mesmo entre economias de grande porte.&nbsp;</p><h4><strong>Países emergentes ganham espaço</strong>&nbsp;</h4><p>A expansão também aparece fora dos principais mercados tradicionais. Entre os 11 países emergentes analisados pelo ICCT, a participação dos elétricos nas vendas cresceu, em média, três pontos percentuais na comparação anual.&nbsp;</p><p>O Vietnã se destacou, com veículos elétricos representando 44% das vendas de veículos leves novos no primeiro semestre, ante 37% em 2025. O índice ficou acima dos registrados na Europa, nos Estados Unidos e na Índia.&nbsp;</p><p>Na América Latina, a Colômbia quase dobrou sua participação: passou de 11% em 2025 para 19% nos primeiros seis meses de 2026. O resultado coloca o país entre os exemplos de avanço acelerado da eletrificação em mercados emergentes.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
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        <category label="Carros" term="carros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[GEELY, VOLKSWAGEN E BYD LIDERAM RANKING DE INOVAÇÃO EM CARROS ELÉTRICOS]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/geely-volkswagen-e-byd-lideram-ranking-de-inovacao-em-carros</id>
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        <updated>2026-10-23T18:46:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Estudo avaliou 910 inovações de 38 grupos automotivos e apontou mudanças importantes na disputa por autonomia, eficiência e recarga das baterias]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">A disputa entre as montadoras de carros elétricos vai muito além de lançar novos modelos. Melhorar a distância percorrida com uma carga, reduzir o consumo de energia e diminuir o tempo necessário para recarregar as baterias são alguns dos fatores que ajudam a definir quais empresas estão avançando mais nesse mercado.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Um levantamento do Center of Automotive Management (CAM), instituto alemão especializado em pesquisas sobre o setor automotivo, identificou quais grupos estão se destacando nessas áreas. No relatório mais recente, a chinesa Geely aparece na primeira posição, seguida pelo grupo alemão Volkswagen e pela também chinesa BYD.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">O resultado também chama a atenção pela queda da Tesla, que passou do sexto para o 11º lugar. Com isso, a fabricante norte-americana ficou fora das dez primeiras posições pela primeira vez desde a criação do ranking, em 2016. Já a Mercedes-Benz ganhou destaque ao subir três posições e alcançar o quarto lugar.&nbsp;&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>As montadoras que ocupam as primeiras posições</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Geely conquistou a liderança com 207 pontos no índice de inovação. O grupo Volkswagen ficou logo atrás, com 204 pontos, enquanto a BYD somou 192. A diferença relativamente pequena entre as três primeiras colocadas mostra como a competição está acirrada.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Geely reúne diferentes marcas automotivas, entre elas Volvo, Polestar, Zeekr e Lotus. Essa diversidade permite que o grupo desenvolva tecnologias e soluções para diferentes categorias de veículos elétricos.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Volkswagen, por sua vez, aparece com avanços relacionados à eficiência energética e à autonomia de seus modelos. Já a BYD tem se destacado especialmente pelas tecnologias de baterias e pelas soluções de recarga de alta potência.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Na quarta posição, a Mercedes-Benz alcançou 147 pontos, seguida pela BMW, com 135. O grupo chinês SAIC ficou em sexto lugar, enquanto Hyundai, Renault, General Motors e Stellantis completaram as dez primeiras posições.&nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/cam-ranking-emobility-innovationen-oktober-2026-1400x1168.jpeg"></span></p><h4>&nbsp;</h4><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Por que a Tesla perdeu posições?</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A queda da Tesla é um dos aspectos mais relevantes do levantamento. A empresa, que ocupava o primeiro lugar quando o ranking foi criado, agora aparece na 11ª posição, com 78 pontos.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Isso não significa, porém, que a montadora tenha deixado de desenvolver tecnologias. Sua pontuação aumentou 3,4 pontos em relação à avaliação anterior. O problema é que outras fabricantes avançaram mais rapidamente e apresentaram um número maior de inovações consideradas relevantes pelo estudo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A classificação também não representa uma avaliação de toda a tecnologia desenvolvida pela Tesla. O método do CAM dá prioridade a melhorias incorporadas aos carros elétricos disponíveis no mercado, como autonomia, consumo de energia, potência de recarga e presença de veículos em diferentes segmentos.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Por isso, a posição de uma fabricante pode mudar mesmo quando sua própria pontuação aumenta. Se as concorrentes lançam mais novidades ou apresentam avanços considerados mais significativos, elas podem ultrapassá-la na classificação.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Recarga mais rápida e maior autonomia entram na disputa</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Entre os exemplos de inovação destacados no relatório estão soluções que procuram tornar os carros elétricos mais práticos no uso cotidiano.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A BYD chama a atenção pela tecnologia de recarga ultrarrápida associada ao modelo Denza Z9 GT, que pode atingir potência de até 1.500 quilowatts em uma única conexão de carregamento, conforme as especificações divulgadas para o sistema. A potência efetiva, entretanto, depende das condições de recarga e da infraestrutura utilizada.&nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/byd-flash-charger-denza-z9gt-2026-1400x933.jpg"></figure><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><i>BYD ocupa uma das primeiras posições do ranking internacional de inovação em carros elétricos</i>&nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Volkswagen aparece com o ID.3 Neo, que combina melhorias no conjunto elétrico e no gerenciamento térmico para aumentar a eficiência. Na configuração mencionada pelo levantamento, o modelo alcança autonomia de até 629 quilômetros pelo ciclo europeu WLTP, com bateria de 79 quilowatts-hora.</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Como o ranking foi elaborado?</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Para produzir o relatório, o Center of Automotive Management analisou 910 inovações de produção em série apresentadas por 38 grupos automotivos. O período considerado vai de 2021 até o primeiro semestre de 2026.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A avaliação levou em conta três indicadores centrais: autonomia, consumo de energia e potência de recarga. O estudo também considerou a oferta de veículos elétricos em diferentes segmentos e avanços relacionados às baterias, aos sistemas de controle de carregamento e à integração entre o veículo e a rede elétrica.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Isso significa que o levantamento não se limita a contar lançamentos. A proposta é avaliar a relevância das melhorias introduzidas e o quanto elas podem contribuir para o desempenho dos carros e para a experiência dos consumidores.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Também é importante distinguir esse resultado de um ranking de vendas. Uma montadora pode vender muitos veículos e, ainda assim, não liderar a lista de inovação. Da mesma forma, ocupar uma posição elevada no estudo não garante que seus modelos sejam os mais adequados para todos os consumidores.</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
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        <title type="html"><![CDATA[O QUE PESA NA ESCOLHA DO PRÓXIMO CARRO? PESQUISA REVELA PRIORIDADES DOS MOTORISTAS]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/o-que-pesa-na-escolha-do-proximo-carro-pesquisa-revela</id>
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        <updated>2026-10-19T18:03:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Levantamento com mais de 28,5 mil pessoas mostra que os híbridos ganham espaço, enquanto custo e infraestrutura ainda desafiam os elétricos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">A transição para carros mais eletrificados não depende apenas da evolução da tecnologia. Para quem está pensando em trocar de veículo, fatores como preço, praticidade, autonomia e segurança continuam decisivos. É o que mostra a edição de 2026 do <i>Global Automotive Consumer Study</i>, pesquisa anual da Deloitte que ouviu mais de 28,5 mil consumidores em 27 mercados, incluindo o Brasil.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">O levantamento indica que os consumidores estão avaliando com cuidado os benefícios de cada tipo de motorização. Enquanto os carros totalmente elétricos ainda enfrentam obstáculos relacionados à recarga e ao custo, os híbridos aparecem como uma alternativa para quem deseja reduzir o consumo de combustível sem depender exclusivamente de pontos de carregamento.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">&nbsp;</span></p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/decisao-de-compra-eletrica.png"></figure><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><i>Preço, autonomia e acesso à recarga influenciam a decisão de compra de um veículo</i></span></p><p>&nbsp;</p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Híbridos ganham espaço na transição energética</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A pesquisa aponta que o interesse por veículos híbridos está crescendo em diferentes mercados. Esses modelos combinam um motor a combustão com um sistema elétrico e podem atender consumidores que buscam economia sem mudar completamente seus hábitos de uso.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os veículos totalmente elétricos, por sua vez, seguem atraindo interessados, mas a decisão de compra varia conforme as condições de cada região. O acesso à infraestrutura de recarga, o tempo necessário para abastecer a bateria e o investimento inicial continuam entre os fatores considerados pelos consumidores.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">No Brasil, a preferência por modelos tradicionais ainda é expressiva. Segundo o recorte nacional da pesquisa, 51% dos entrevistados pretendem escolher um veículo a gasolina ou diesel na próxima compra. Os híbridos aparecem em segundo lugar, com 21% das respostas.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O desafio dos elétricos no Brasil</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Por aqui, a infraestrutura de recarga aparece como um dos principais entraves à adoção dos veículos elétricos. A pesquisa da Deloitte aponta que 37% dos brasileiros entrevistados demonstram preocupação com a disponibilidade de pontos públicos de carregamento, enquanto 67% não têm acesso a um carregador privado.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A preferência por recarregar o veículo em casa ou no trabalho também é forte: 93% dos participantes brasileiros e 86% da amostra global indicaram esses locais como opções desejáveis. Os números ajudam a explicar por que a expansão dos pontos de recarga é importante para tornar os elétricos mais viáveis no dia a dia.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Preço não é o único critério</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Na hora de escolher uma marca, os consumidores brasileiros dão peso principalmente à qualidade e ao desempenho. Esses dois fatores foram citados por 65% e 56% dos entrevistados, respectivamente. O preço aparece na sequência, mencionado por 44%.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os dados mostram que a decisão de compra vai além do valor anunciado na concessionária. Os motoristas também consideram a experiência de uso, a confiança na marca, os custos de manutenção e os recursos disponíveis no veículo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Essa combinação de fatores ajuda a entender por que não existe uma única solução adequada a todos os consumidores. A escolha depende tanto do orçamento quanto das necessidades de deslocamento e das condições de infraestrutura disponíveis em cada cidade.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Tecnologia e privacidade entram na conversa</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os recursos conectados também estão mudando a relação entre motoristas e automóveis. Segundo a Deloitte, funcionalidades ligadas à segurança e à proteção, como assistência em emergências e rastreamento contra roubos, estão entre as que despertam maior disposição para pagamento adicional.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Ao mesmo tempo, a coleta de dados exige atenção. Informações sobre a localização do veículo, dispositivos conectados e imagens captadas dentro da cabine podem revelar aspectos da rotina dos ocupantes. Por isso, a pesquisa identifica a privacidade como uma preocupação relevante para os consumidores.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O futuro dos carros depende das necessidades reais</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os resultados do estudo reforçam que a transformação do setor automotivo não será definida apenas pela oferta de novas tecnologias. Para conquistar compradores, as montadoras também precisarão considerar o custo total de uso, a facilidade de recarga, a segurança e a transparência no tratamento de dados.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A pesquisa foi realizada entre outubro e novembro de 2025 e reúne percepções de consumidores em 27 mercados. Os resultados ajudam a identificar tendências, mas representam as intenções declaradas pelos participantes, que podem mudar conforme os preços, a infraestrutura e a oferta de veículos evoluem.</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
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        <title type="html"><![CDATA[CARROS DO PASSADO INSPIRAM NOVAS APOSTAS DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA EM PARIS]]></title>
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        <updated>2026-10-13T17:51:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Conceitos apresentados na França combinam referências históricas, eletrificação e preços mais acessíveis para atrair consumidores]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O futuro dos automóveis pode ter um visual que lembra o passado. No Salão do Automóvel de Paris de 2026, montadoras europeias apresentaram conceitos que recuperam características de modelos históricos, mas incorporam tecnologias atuais e soluções voltadas à mobilidade elétrica. Um dos destaques é a releitura do Citroën 2 CV, ícone da marca francesa que ganha uma proposta compacta e elétrica.&nbsp;</p><p>A escolha não é apenas estética. Em um mercado cada vez mais disputado por fabricantes chinesas, as marcas tradicionais da Europa procuram combinar identidade própria, inovação e preços competitivos. A exposição, realizada entre 12 e 18 de outubro, reúne desde pequenos carros urbanos até conceitos esportivos e veículos pensados para famílias. &nbsp;</p><h4><strong>Um clássico francês ganha versão elétrica</strong>&nbsp;</h4><p>O Citroën 2 CV Concept é uma das principais atrações do evento. Com 3,76 metros de comprimento, o protótipo recupera elementos visuais do modelo original, conhecido por sua simplicidade e praticidade, e os combina com uma proposta totalmente elétrica.&nbsp;</p><p>A Citroën pretende desenvolver um modelo de produção inspirado no conceito até 2028. A meta anunciada pela fabricante é oferecer o veículo por cerca de 15 mil euros, posicionando-o como uma alternativa de entrada para quem busca um carro elétrico. O preço ainda é uma estimativa, e as especificações definitivas da versão comercial não foram divulgadas. &nbsp;</p><p>O projeto mostra como a memória afetiva pode ser usada para aproximar o consumidor de novas tecnologias. Em vez de apresentar a eletrificação apenas como uma mudança técnica, a marca recorre a um nome conhecido e a formas que marcaram gerações.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/1324243-citroen-2-cv-concept-un-clin-d-oeil-a-la-2-cv-de-1948.jpg"></figure><p><i>Citroën apresenta conceito elétrico inspirado no histórico 2 CV</i></p><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>Mais espaço para ideias que fogem dos SUVs</strong>&nbsp;</h4><p>A retomada de referências antigas não se limita aos carros compactos. A Renault apresentou o E-Space Concept, uma proposta elétrica que recupera a ideia das minivans familiares, com interior amplo, modular e pensado para o conforto dos passageiros. O conceito sinaliza uma alternativa à predominância dos utilitários esportivos no mercado. &nbsp;</p><p>Outras marcas também aproveitaram o salão para apresentar possíveis caminhos para seus futuros modelos. A Fiat mostrou o Multiplay, conceito que mistura características de picape e SUV, enquanto a Peugeot revelou o RCZ Vision, uma visão esportiva que explora novas tecnologias de condução e uma cabine digital. Já a Alfa Romeo apresentou o Cuorerosso, estudo de design que considera diferentes possibilidades de motorização, incluindo soluções híbridas e elétricas. &nbsp;</p><p>Esses projetos ainda não significam que todos os veículos chegarão às concessionárias exatamente como foram apresentados. Os conceitos funcionam como demonstrações de design, tecnologia e posicionamento, antecipando ideias que podem ser adaptadas a futuros modelos.&nbsp;</p><h4><strong>A resposta europeia ao avanço chinês</strong>&nbsp;</h4><p>A presença das montadoras chinesas é outro elemento importante desta edição do salão. Fabricantes do país ampliam sua atuação internacional com veículos que cobrem diferentes faixas de preço e apostam em eletrificação, equipamentos digitais e velocidade de desenvolvimento.&nbsp;</p><p>Para as empresas europeias, recuperar modelos conhecidos pode ser uma forma de destacar atributos difíceis de reproduzir apenas com tecnologia: a história das marcas e a conexão emocional com os consumidores. Ao mesmo tempo, o apelo nostálgico precisa vir acompanhado de produtos competitivos em preço, autonomia, conforto e custos de uso.&nbsp;</p><p>A estratégia também passa por acelerar projetos e tornar os carros elétricos mais acessíveis. A Stellantis, grupo que reúne marcas como Citroën, Fiat, Peugeot e Opel, apresentou uma série de conceitos em Paris com propostas que vão da mobilidade urbana a veículos esportivos. O objetivo é mostrar diferentes caminhos para renovar seu portfólio e fortalecer a presença na Europa. &nbsp;</p><h4><strong>Nostalgia como ferramenta para a próxima geração de carros</strong>&nbsp;</h4><p>A aposta em modelos históricos revela uma mudança interessante no modo como a indústria apresenta a eletrificação. Em vez de associar o futuro apenas a desenhos futuristas e tecnologias inéditas, as fabricantes também exploram formas familiares, dimensões menores e soluções práticas para o dia a dia.&nbsp;</p><p>O desafio será transformar o interesse despertado pelos conceitos em veículos que atendam às necessidades reais dos consumidores. Preço, infraestrutura de recarga e autonomia continuam sendo fatores importantes na decisão de compra.&nbsp;</p><p>O Salão de Paris mostra, assim, que a disputa pelo futuro do automóvel não acontece apenas na tecnologia das baterias ou no desempenho dos sistemas digitais. O design, a acessibilidade e a capacidade de renovar modelos conhecidos também podem ajudar a definir quais marcas conquistarão espaço na próxima fase da mobilidade elétrica.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
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        <title type="html"><![CDATA[FERRARI LUCE APOSTA EM COMANDOS FÍSICOS PARA REDEFINIR A EXPERIÊNCIA AO VOLANTE]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/ferrari-luce-aposta-em-comandos-fisicos-para-redefinir-a-experiencia</id>
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        <updated>2026-10-09T20:03:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Primeiro modelo totalmente elétrico da marca segue na direção oposta à tendência de transformar o painel em uma grande tela]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Ferrari decidiu fazer diferente justamente em um momento em que a indústria automotiva parece caminhar para o mesmo lugar: cada vez mais telas dentro do carro. A Luce, primeiro modelo totalmente elétrico da marca italiana, foi desenvolvida com participação de Jony Ive, ex-chefe de design da Apple, e coloca os comandos físicos no centro da experiência. &nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A escolha não é apenas estética. Para Ive, o excesso de interfaces digitais pode criar uma distância entre motorista e automóvel. Por isso, a equipe trabalhou para que funções importantes pudessem ser acionadas pelo toque, sem exigir que o condutor desvie constantemente a atenção para uma tela. &nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Uma Ferrari elétrica que não segue a receita das telas</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Luce ainda utiliza recursos digitais, mas eles não dominam o interior. O painel combina mostradores digitais com elementos físicos, enquanto funções como climatização contam com interruptores e controles que podem ser identificados pelo tato.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A tela central também está presente, mas foi pensada como parte de um conjunto maior, e não como a principal porta de entrada para todos os comandos. A proposta é preservar uma relação mais direta entre as mãos do motorista e os instrumentos do carro. &nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Essa abordagem é especialmente curiosa porque Jony Ive ajudou a definir a estética de alguns dos produtos mais importantes da Apple, empresa que transformou a tela sensível ao toque em uma das principais formas de interação com a tecnologia. &nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Na Ferrari, porém, o designer adotou uma lógica diferente: dentro de um carro, acredita que determinados comandos funcionam melhor quando podem ser acionados sem precisar olhar para eles. &nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>A conversa que colocou a eletrificação no radar</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A história da Luce começou antes mesmo de existirem os primeiros desenhos do carro. Segundo John Elkann, presidente da Ferrari, a ideia de levar a marca para o universo dos veículos elétricos ganhou força depois de uma conversa com Jeff Bezos, em 2016.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Durante uma caminhada, o fundador da Amazon teria incentivado Elkann a pensar seriamente em um carro elétrico. Bezos admitiu que não entendia de automóveis, mas disse conhecer inovação e considerava importante que a Ferrari estudasse a eletrificação. A conversa acabou se tornando um dos pontos de partida para o projeto. &nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Cinco anos para chegar a uma nova ideia de Ferrari</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Quando Jony Ive e o estúdio LoveFrom entraram no projeto, o trabalho começou muito antes de qualquer preocupação com aparência. A equipe passou cerca de um ano estudando a história e a cultura da Ferrari antes de avançar para o desenvolvimento do veículo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Depois, profissionais da LoveFrom, na Califórnia, e da Ferrari, em Maranello, trabalharam juntos durante cinco anos. A intenção era encontrar uma maneira de levar a identidade da marca para uma realidade em que o tradicional motor a combustão deixou de ser o centro da experiência. &nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A Luce, apresentada em 2026, acabou se tornando justamente esse exercício: uma Ferrari que entra em uma nova fase tecnológica sem abandonar a importância da interação física entre carro e motorista. &nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">&nbsp;</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[Brasil ultrapassa marca de 1 milhão de veículos eletrificados leves]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/brasil-ultrapassa-marca-de-1-milhao-de-veiculos-eletrificados-leves</id>
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        <updated>2026-10-09T14:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Participação dos modelos no mercado foi de 21,8% em agosto, segundo a ABVE]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de veículos eletrificados alcançou a marca de <span style="color:rgb(34,34,34);">1.003.310 </span>de unidades em setembro, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Desde janeiro deste ano, foram emplacados 381.609 veículos, <span style="color:rgb(34,34,34);">o equivalente a 38% de toda a série histórica iniciada em 2012</span>. Em 2024, o número chegou a 177.358 unidades e, em 2025, avançou para 223.912.&nbsp;</p><p><span style="color:rgb(34,34,34);">A ABVE considera como veículos eletrificados os modelos BEV (100% elétricos), os PHEV (híbridos com recarga externa) e os HEV e HEV Flex (sem recarga externa, mas com tração elétrica). Os eletrificados não incluem os MHEV (micro híbridos em tração elétrica).</span></p><p><strong>Setembro</strong></p><p>Em setembro, foram emplacados 53.126 veículos eletrificados leves, recuo de 7,4% em relação a agosto (57.386), mês que registra o recorde mensal da série, e alta de 148,9% sobre setembro de 2025 (21.342). O resultado é o terceiro maior volume mensal da história do segmento.</p><p>A participação dos eletrificados no mercado de veículos leves foi de 19,8%, ante 21,8% em agosto. Na comparação com setembro de 2025 (9,2%), o avanço é de 10,6 pontos percentuais em 12 meses. De cada 100 veículos leves vendidos no Brasil em setembro, quase 20 foram eletrificados.</p><p>O mercado total de veículos leves somou 268.721 unidades no mês, alta de 2,2% sobre agosto e de 16,2% em 12 meses. Na comparação anual, portanto, os eletrificados cresceram em ritmo nove vezes superior ao do mercado como um todo.</p><p><strong>Geografia da eletromobilidade</strong></p><p><span style="color:rgb(34,34,34);">O Estado de São Paulo manteve a liderança nas vendas de eletrificados leves em setembro, com 26,8% do total nacional. Minas Gerais assumiu a segunda posição, à frente do Distrito Federal. Entre as regiões, o Norte foi a única a crescer na comparação com agosto (+3,6%).</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
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        <category label="Carros" term="carros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[QUAIS MARCAS ESTÃO NO TOPO DA PREFERÊNCIA DOS SISTEMAS DE IA?]]></title>
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        <updated>2026-10-08T17:11:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Novo índice compara a avaliação de nove modelos e mostra quais marcas aparecem com mais força em diferentes segmentos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Quando alguém pergunta a uma inteligência artificial qual é a melhor marca de carro sofisticado ou qual relógio merece mais atenção, a resposta pode ajudar a formar uma nova percepção de valor. É justamente esse território que um novo ranking decidiu acompanhar.&nbsp;</p><p>O Pitot Index reúne avaliações feitas por nove modelos de inteligência artificial e atualiza semanalmente uma classificação de marcas de diferentes setores. Em vez de medir diretamente a preferência dos consumidores, o índice observa como os sistemas avaliam e recomendam as empresas quando submetidos às mesmas condições de análise. &nbsp;</p><p>Na edição mais recente, marcas conhecidas dos segmentos automotivo e de relojoaria aparecem entre as mais bem avaliadas.&nbsp;</p><h4><strong>Rolls-Royce lidera entre os carros</strong>&nbsp;</h4><p>No recorte de automóveis sofisticados, a Rolls-Royce ocupa a primeira posição, com 83,4 pontos. A Porsche aparece logo depois, com 81,8, seguida pela Ferrari, que alcançou 80,3.&nbsp;</p><p>Mercedes-Benz, BMW, Bentley, Lamborghini, Bugatti, Lexus e Audi completam as dez primeiras posições. Todas receberam classificação AA dentro da metodologia do índice. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/large/captura-de-tela-2026-10-08-150116.png"></figure><p><i>Rolls-Royce aparece no topo da classificação de marcas automotivas sofisticadas elaborada pelo Pitot Index</i>&nbsp;</p><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>Na relojoaria, Patek Philippe fica no topo</strong>&nbsp;</h4><p>Entre as marcas de relógios, a liderança ficou com a Patek Philippe, que marcou 84,2 pontos. Seiko e Jaeger-LeCoultre aparecem na sequência, com 82,9 e 82,5 pontos, respectivamente.&nbsp;</p><p>Rolex ficou em quarto lugar, seguida por Vacheron Constantin, Omega e Audemars Piguet. A lista também inclui A. Lange &amp; Söhne, Cartier e TAG Heuer entre as dez primeiras. &nbsp;</p><p>A diferença entre as primeiras colocadas é relativamente pequena. Isso indica que, nesse recorte, várias marcas conseguem manter uma avaliação bastante próxima quando analisadas pelos mesmos sistemas.&nbsp;</p><h4><strong>Uma nova forma de acompanhar a reputação</strong>&nbsp;</h4><p>O interesse do levantamento está menos em descobrir uma “melhor marca” e mais em observar uma mudança na maneira como a reputação pode ser analisada.&nbsp;</p><p>O Pitot Index não utiliza conversas privadas de usuários nem dados pessoais. As avaliações são feitas a partir de perguntas criadas especificamente para o índice, em condições padronizadas, permitindo comparar as respostas dos diferentes modelos. &nbsp;</p><p>A metodologia também permite acompanhar a evolução das marcas ao longo das semanas. Assim, uma empresa pode subir ou cair na classificação conforme sua presença e avaliação nos sistemas analisados mudam.&nbsp;</p><h4><strong>A inteligência artificial começa a participar da descoberta de marcas</strong>&nbsp;</h4><p>Esse tipo de medição ganha relevância à medida que as inteligências artificiais passam a ser usadas não apenas para responder perguntas, mas também para ajudar em escolhas. Recomendações sobre carros, relógios, hotéis, moda e outros produtos podem influenciar a primeira impressão de uma marca antes mesmo de uma pessoa visitar uma loja ou acessar o site de uma empresa.&nbsp;</p><p>O índice acompanha essa transformação por diferentes setores. Além de automóveis e relógios, o levantamento inclui categorias como moda, bebidas, hotelaria, aviação, beleza, tecnologia e serviços. &nbsp;</p><p>No caso da moda sofisticada, por exemplo, a Hermès lidera a classificação mais recente, seguida por Chanel e Dior. Já na categoria de bebidas, Hennessy aparece em primeiro lugar.&nbsp;</p><p>Mais do que criar uma nova disputa entre marcas, o ranking mostra que a inteligência artificial está se tornando mais um ambiente em que reputações são construídas, comparadas e descobertas.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[NOVO PNEU PODE DURAR MAIS AO TROCAR APENAS A PARTE QUE SE DESGASTA]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/novo-pneu-pode-durar-mais-ao-trocar-apenas-a-parte</id>
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        <updated>2026-10-07T18:21:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Projeto desenvolvido na Espanha cria estrutura modular que pode reduzir o descarte de borracha e ainda fornecer informações para os sistemas de segurança dos veículos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Um pneu não precisa necessariamente chegar ao fim da vida útil junto com todas as partes que o compõem. Essa é a ideia por trás de um novo projeto desenvolvido por pesquisadores da Universidade Carlos III de Madri, na Espanha.&nbsp;</p><p>Chamado <strong>ECOTIRE</strong>, o protótipo propõe uma mudança na estrutura tradicional: em vez de substituir o pneu inteiro quando a parte que entra em contato com o asfalto se desgasta, seria possível trocar apenas a banda de rodagem. &nbsp;</p><p>A solução pode aumentar a vida útil do conjunto e, ao mesmo tempo, diminuir a quantidade de resíduos gerados pelo descarte de pneus.&nbsp;</p><p><strong>Só uma parte precisaria ser substituída</strong>&nbsp;</p><p>Hoje, quando um pneu chega ao limite de desgaste, sua estrutura principal ainda pode estar em boas condições. Mesmo assim, todo o conjunto precisa ser substituído.&nbsp;</p><p>No ECOTIRE, a proposta é manter a carcaça e retirar somente a banda de rodagem. Essa parte representa menos de 20% do peso total do pneu, segundo os pesquisadores.&nbsp;</p><p>A conexão entre os componentes também é diferente. Em vez da ligação química tradicional, o projeto utiliza um sistema de fixação mecânica, permitindo a substituição da parte desgastada. &nbsp;</p><h4><strong>Um material que pode aumentar a durabilidade</strong>&nbsp;</h4><p>A equipe também comparou o comportamento de diferentes materiais durante testes de desgaste e atrito. Entre os resultados, a borracha de silicone apresentou deterioração aproximadamente dez vezes menor do que a borracha convencional analisada no estudo, além de maior estabilidade.&nbsp;</p><p>A escolha de materiais mais duráveis é importante não apenas para fazer o pneu durar mais, mas também para reduzir a quantidade de partículas liberadas pelo desgaste durante o uso. &nbsp;</p><p>Isso abre uma possibilidade interessante para o futuro: em vez de pensar apenas em pneus que resistam por mais tempo, o desenvolvimento pode caminhar para componentes planejados desde o início para serem parcialmente substituídos e reaproveitados.&nbsp;</p><h4><strong>O pneu também pode virar um sensor</strong>&nbsp;</h4><p>O projeto vai além da sustentabilidade. Os pesquisadores querem transformar o pneu em um componente capaz de transmitir informações sobre o comportamento do veículo.&nbsp;</p><p>A ideia é incorporar sensores para medir, em tempo real, dados como forças transmitidas ao asfalto, pressão de contato, ângulo de deslizamento e nível de aderência disponível.&nbsp;</p><p>Essas informações poderiam ser compartilhadas com sistemas avançados de assistência ao motorista e, no futuro, com veículos autônomos. O objetivo é permitir que o próprio pneu ajude a identificar situações de risco, como possibilidade de aquaplanagem ou presença de gelo na pista. &nbsp;</p><h4><strong>Tecnologia que une segurança e sustentabilidade</strong>&nbsp;</h4><p>Os primeiros testes físicos do protótipo apresentaram resultados considerados promissores pelos pesquisadores. Em uma bancada de testes, a equipe avaliou diferentes condições de carga, pressão, deslizamento e contato para verificar o comportamento do sistema.&nbsp;</p><p>Segundo a equipe da universidade, o desempenho já se aproxima suficientemente do funcionamento de pneus convencionais para que o projeto avance em direção a testes em escala maior e à colaboração com empresas do setor automotivo. Ainda assim, existe um caminho a percorrer antes de uma eventual chegada ao mercado.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[A TECNOLOGIA QUE MAIS AGRADA NO CARRO É JUSTAMENTE A QUE QUASE NINGUÉM PERCEBE]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/a-tecnologia-que-mais-agrada-no-carro-e-justamente-a</id>
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        <updated>2026-10-07T16:32:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Pesquisa mostra que funções que facilitam a rotina têm melhor avaliação do que recursos mais sofisticados]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Os carros estão cada vez mais conectados, cheios de telas e capazes de executar tarefas que antes dependiam diretamente do motorista. Mas isso não significa que toda novidade tecnológica esteja melhorando a experiência ao volante.&nbsp;</p><p>Um levantamento da J.D. Power mostra justamente o contrário em alguns casos: os recursos que mais agradam podem ser aqueles que trabalham nos bastidores, sem exigir comandos constantes ou chamar atenção para si.&nbsp;</p><p>A edição de 2026 do Tech Experience Index avaliou 40 tecnologias presentes em veículos novos e ouviu 68.084 proprietários de modelos 2026 depois de 90 dias de uso. O resultado aponta uma preferência por soluções que tornam a rotina mais simples, em vez de acrescentar complexidade.&nbsp;</p><h4><strong>Quando a tecnologia simplesmente funciona</strong>&nbsp;</h4><p>Um dos exemplos mais bem avaliados é a chamada ignição inteligente. O sistema identifica as ações do motorista e automatiza o processo de ligar e desligar o veículo.&nbsp;</p><p>A tecnologia ficou em primeiro lugar em satisfação geral e registrou apenas 2,4 problemas a cada 100 veículos analisados, um dos índices mais baixos do levantamento. O controle inteligente da temperatura e as preferências personalizadas do motorista também aparecem entre os recursos que combinam boa avaliação com poucos problemas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/2.png"></figure><p><i>Ligar o carro e ajustar a temperatura, estão entre os recursos mais bem avaliados&nbsp;</i>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>A lógica por trás desses resultados é simples: o motorista percebe o benefício, mas não precisa ficar pensando em como a tecnologia funciona.&nbsp;</p><h4><strong>Mais automação nem sempre significa uma experiência melhor</strong>&nbsp;</h4><p>O estudo também encontrou uma diferença curiosa entre sistemas de assistência à condução.&nbsp;</p><p>Os recursos classificados como nível 2, que ajudam o motorista mas ainda exigem que ele mantenha as mãos no volante e os olhos na estrada, tiveram desempenho melhor em experiência e execução do que sistemas mais avançados de nível 2+ com condução sem as mãos.&nbsp;</p><p>Isso não significa que os motoristas rejeitem a automação. O resultado sugere que, neste momento, mais recursos não garantem necessariamente mais satisfação. A tecnologia precisa ser previsível, fácil de entender e realmente útil durante a condução.&nbsp;</p><h4><strong>As telas também entram nessa discussão</strong>&nbsp;</h4><p>As telas destinadas ao passageiro da frente são outro exemplo de tecnologia que chama atenção no lançamento, mas ainda não conquistou os proprietários.&nbsp;</p><p>Entre as pessoas que têm esse recurso no carro, 35% disseram nunca ter tentado utilizá-lo. Apenas 6% afirmaram usar a tela em todas as viagens. Além disso, o equipamento apresentou uma das maiores taxas de problemas do levantamento: 21,3 ocorrências para cada 100 veículos.&nbsp;</p><p>O dado ajuda a explicar uma mudança importante no comportamento do consumidor. Uma função pode parecer impressionante na apresentação de um novo modelo, mas isso não significa que será incorporada à rotina depois que o carro chega à garagem.&nbsp;</p><h4><strong>O futuro pode ser mais simples</strong>&nbsp;</h4><p>Os resultados não indicam que os motoristas estejam cansados de tecnologia. Pelo contrário: eles mostram que existe espaço para inovação quando ela consegue eliminar pequenas tarefas, reduzir esforço e facilitar a condução.&nbsp;</p><p>A diferença está na forma como esses recursos chegam ao usuário. Em vez de exigir novas telas, menus ou comandos, algumas das tecnologias mais bem avaliadas são justamente aquelas que fazem o trabalho de maneira quase invisível.&nbsp;</p><p>A inovação, nesse caso, não precisa aparecer o tempo todo. Ela pode simplesmente tornar a experiência de dirigir mais fácil.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
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        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[SUVS CHINESES MUDAM O EQUILÍBRIO DO MERCADO BRASILEIRO]]></title>
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        <updated>2026-10-06T18:06:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Haval H6 e Tiggo 7 ficaram à frente de Compass e Corolla Cross em setembro, em um segmento que passa por uma forte transformação]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de SUVs médios está passando por uma mudança que seria difícil imaginar alguns anos atrás. Em setembro, dois modelos chineses ficaram nas primeiras posições da categoria, deixando para trás nomes que durante muito tempo dominaram esse espaço.&nbsp;</p><p>O GWM Haval H6 foi o SUV médio mais vendido do mês, com 6.234 unidades emplacadas. Logo atrás apareceu o Caoa Chery Tiggo 7, com 4.102. O Jeep Compass ficou em terceiro, com 3.867, enquanto o Toyota Corolla Cross terminou em quinto, com 3.359.&nbsp;</p><h4><strong>Uma liderança que já não é novidade</strong>&nbsp;</h4><p>O desempenho do Haval H6 mostra que a mudança não aconteceu de uma hora para outra. O modelo já havia superado o Jeep Compass em julho e voltou a ficar na frente em agosto, consolidando uma presença cada vez maior entre os SUVs médios vendidos no país.&nbsp;</p><p>Em setembro, porém, a novidade foi ainda maior: o Tiggo 7 conseguiu pela primeira vez superar simultaneamente Compass e Corolla Cross em um mesmo mês.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/large/c34bebba-3ad4-4bbb-9b74-b19ae74694ef.png"></figure><p><i>Haval H6 liderou as vendas de SUVs médios e ajudou a consolidar a presença das marcas chinesas na categoria</i>&nbsp;</p><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>As marcas chinesas avançam pelo ranking</strong>&nbsp;</h4><p>A força dos novos concorrentes fica ainda mais clara quando toda a lista é observada. Depois do Haval H6, Tiggo 7 e Compass, aparece o BYD Song Pro, outro modelo chinês, com 3.533 unidades.&nbsp;</p><p>O Corolla Cross vem em quinto, seguido pelo Jaecoo 7, com 2.614. O Geely EX5 ficou em sétimo e o BYD Song Plus, em oitavo. O Volkswagen Taos, que já teve posição mais confortável na categoria, terminou apenas na nona colocação, com 1.739 unidades.&nbsp;</p><p>Ou seja, entre os dez SUVs médios mais vendidos de setembro, a presença chinesa já ocupa boa parte das primeiras posições.&nbsp;</p><h4><strong>O que explica essa mudança?</strong>&nbsp;</h4><p>A chegada de cada vez mais modelos chineses ampliou a concorrência justamente em uma categoria que passou a receber forte investimento em<strong> </strong>carros<strong> </strong>híbridos e eletrificados.&nbsp;</p><p>Essa estratégia ajudou fabricantes como GWM, BYD e Caoa Chery a conquistar espaço rapidamente. O Haval H6, por exemplo, também aparece entre os principais SUVs eletrificados vendidos no país.&nbsp;</p><p>A oferta também cresceu. Além dos modelos que aparecem no ranking, o mercado brasileiro passou a receber opções como Leapmotor C10, Omoda 7, Jetour T1 e T2 e GAC GS4. A categoria, portanto, ficou muito mais disputada e diversificada.&nbsp;</p><h4><strong>Um mercado que ficou mais competitivo</strong>&nbsp;</h4><p>A transformação dos SUVs médios acompanha um movimento maior do mercado brasileiro. Em setembro, os SUVs, considerando todas as categorias, ultrapassaram 1 milhão de unidades emplacadas no acumulado de 2026 e responderam por 48,1% dos automóveis registrados no país naquele mês.&nbsp;</p><p>Nesse cenário, a ascensão dos modelos chineses mostra que o consumidor brasileiro passou a encontrar muito mais alternativas dentro de uma categoria que antes era concentrada em poucas marcas.&nbsp;</p><p>O resultado de setembro não significa que Compass e Corolla Cross tenham deixado de ser protagonistas. Mas o ranking mostra que, agora, eles precisam disputar espaço com concorrentes chineses que já chegaram ao topo e começam a transformar a dinâmica do segmento.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[NVIDIA E TESLA LIDERAM RANKING DE EMPRESAS PREPARADAS PARA AS MUDANÇAS DO FUTURO]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/nvidia-e-tesla-lideram-ranking-de-empresas-preparadas-para-as</id>
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        <updated>2026-10-02T17:52:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Levantamento do IMD avalia inovação, inteligência artificial, pesquisa e capacidade de adaptação em empresas de tecnologia e automóveis]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Quais empresas estão mais preparadas para lidar com as mudanças que já estão transformando seus setores? O IMD, escola de negócios suíça, tentou responder a essa pergunta com a edição de 2026 do Future Readiness Indicator, indicador que acompanha a capacidade de grandes companhias de se adaptar a transformações de longo prazo.&nbsp;</p><p>O estudo avaliou 49 empresas de tecnologia e 27 fabricantes de automóveis, considerando fatores como desempenho financeiro, expectativa de crescimento, diversidade dos negócios, pesquisa e desenvolvimento, resultados de inovação e estrutura financeira. &nbsp;</p><h4><strong>Tecnologia cada vez mais ligada à infraestrutura</strong>&nbsp;</h4><p>Na área de tecnologia, a Nvidia ficou em primeiro lugar, seguida por Microsoft, Alphabet e Apple. As quatro formam o grupo de destaque do levantamento, com pontuações de 100, 93,3, 91,7 e 89,7, respectivamente.&nbsp;</p><p>A avaliação do IMD aponta uma mudança importante no setor: a disputa tecnológica está cada vez mais relacionada à infraestrutura necessária para sustentar a inteligência artificial, incluindo chips, capacidade de processamento e energia.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/large/ranking-de-tecnologia.png"></figure><p><i>Nvidia, Microsoft, Alphabet e Apple ocupam as quatro primeiras posições do indicador de preparação para o futuro no setor de tecnologia</i>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Logo depois aparecem Meta, Amazon e Samsung. AMD, TSMC e Broadcom completam as dez primeiras posições.&nbsp;</p><h4><strong>O que o ranking considera?</strong>&nbsp;</h4><p>O indicador não se baseia apenas nos produtos que uma empresa lança ou no tamanho que ela possui atualmente. O IMD combina diferentes informações para tentar medir a capacidade de preparação para mudanças de longo prazo.&nbsp;</p><p>Entre os critérios estão investimentos em pesquisa e desenvolvimento, resultados iniciais de inovação, diversidade dos negócios, expectativas dos investidores, desempenho financeiro e capacidade de manter uma estrutura saudável de caixa e dívida. &nbsp;</p><p>A metodologia também utiliza informações públicas sobre as companhias e análise de notícias para observar aspectos relacionados à inovação e à adaptação a novas tendências.&nbsp;</p><h4><strong>Carros estão cada vez mais parecidos com empresas de tecnologia</strong>&nbsp;</h4><p>A transformação também aparece no setor automotivo. Tesla, BYD e Geely ocupam as três primeiras posições, enquanto Kia e Hyundai completam o grupo das cinco primeiras.&nbsp;</p><p>A Tesla recebeu pontuação 100 e aparece à frente da BYD, que ficou com 96. A Geely marcou 93,1. Segundo o IMD, a avaliação considera aspectos como armazenamento de energia, talentos em inteligência artificial, integração da produção, custos, infraestrutura de recarga e presença industrial. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/large/ranking-automotivo.png"></figure><p><i>Tesla, BYD e Geely aparecem nas primeiras posições do ranking que acompanha a transformação da indústria automotiva</i>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>A lista também mostra como a indústria está deixando de depender apenas de características tradicionais dos automóveis. Software, baterias, inteligência artificial e sistemas de produção passaram a ter peso crescente na estratégia das fabricantes.&nbsp;</p><p>A Hyundai, por exemplo, chegou à quinta posição depois de aparecer em 12º lugar na edição anterior. A Toyota ficou em sexto, impulsionada principalmente pela força dos veículos híbridos. &nbsp;</p><h4><strong>Preparação para o futuro vai além de um produto</strong>&nbsp;</h4><p>Para o IMD, o cenário atual exige que as empresas tenham capacidade de atuar em diferentes frentes ao mesmo tempo. &nbsp;</p><p>Na tecnologia, isso significa lidar com a expansão da inteligência artificial e com a necessidade crescente de infraestrutura. Nos automóveis, envolve a transição para novas formas de propulsão e a integração entre veículos, software e sistemas digitais.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[PORSCHE LIDERA RANKING DAS MARCAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO EM 2026]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/porsche-lidera-ranking-das-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em</id>
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        <updated>2026-10-01T18:03:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Levantamento da Brand Finance mostra mudanças no setor e aponta crescimento de categorias ligadas a experiências, joias e bebidas]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O mercado de alto padrão passa por um momento de transformação. Enquanto algumas das maiores grifes do mundo enfrentam queda no valor de marca, categorias como automóveis, joias, bebidas e experiências demonstram maior resistência.&nbsp;</p><p>É o que mostra a edição de 2026 do Luxury &amp; Premium 50, ranking elaborado pela Brand Finance com as 50 marcas mais valiosas do segmento. Pelo nono ano consecutivo, a Porsche aparece na primeira posição, avaliada em 35,2 bilhões de dólares. &nbsp;</p><h4><strong>As cinco primeiras</strong>&nbsp;</h4><p>A Chanel ocupa o segundo lugar, com valor de marca estimado em 34,3 bilhões de dólares. Na sequência aparecem Louis Vuitton, com 28,8 bilhões, Hermès, com 21,2 bilhões, e Rolex, avaliada em 19,9 bilhões de dólares.&nbsp;</p><p>O grupo mostra a diversidade do mercado: reúne uma fabricante de automóveis, duas gigantes da moda, uma tradicional casa francesa conhecida pela produção artesanal e uma das marcas de relógios mais reconhecidas do mundo.&nbsp;</p><p>Apesar de permanecer no topo, a Porsche registrou queda de 15% no valor de marca em relação ao levantamento anterior. Chanel e Louis Vuitton também tiveram redução, de 9% e 12%, respectivamente. &nbsp;</p><h4><strong>Joias ganham espaço</strong>&nbsp;</h4><p>Nem todas as grandes marcas seguiram a mesma trajetória.&nbsp;</p><p>A Cartier subiu para a sexta posição, avaliada em 16 bilhões de dólares. A Ferrari ficou em sétimo, enquanto a Dior aparece em oitavo lugar, seguida por Gucci e Tiffany &amp; Co.&nbsp;</p><p>A presença de Cartier e Tiffany entre as dez primeiras acompanha um movimento de maior resistência do segmento de joias. Segundo a Brand Finance, a Cartier foi beneficiada pelo desempenho das marcas de joalheria do grupo Richemont, que registraram crescimento nas vendas no fim de 2025. &nbsp;</p><h4><strong>Moda continua dominante, mas enfrenta pressão</strong>&nbsp;</h4><p>O vestuário ainda representa a maior parcela do valor do ranking. As marcas dessa categoria respondem por cerca de 70% do valor total das 50 empresas analisadas.&nbsp;</p><p>Mesmo assim, o setor enfrenta um cenário mais difícil. A Brand Finance aponta que o valor das marcas de vestuário caiu 7% no conjunto do mercado, enquanto automóveis, bebidas e segmentos ligados a experiências apresentaram maior resistência. &nbsp;</p><p>A mudança também ajuda a explicar por que empresas estão investindo cada vez mais naquilo que vai além do produto: exclusividade, personalização, atendimento e experiências passaram a ter peso maior na relação com o consumidor.</p><h4><strong>A força de uma marca vai além do valor financeiro</strong>&nbsp;</h4><p>O ranking também separa valor de marca e força de marca,&nbsp;dois conceitos diferentes.&nbsp;</p><p>Nesse segundo indicador, a Dior aparece na liderança mundial, com pontuação de 91,5 em 100 e classificação AAA+. Chanel e Rolex completam as três primeiras posições.&nbsp;</p><p>Isso significa que uma marca pode apresentar queda em seu valor financeiro estimado e, ainda assim, manter uma percepção muito forte entre os consumidores. A própria Brand Finance destaca essa diferença ao analisar o desempenho da Dior em 2026. &nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Bentley prepara lançamento de seu primeiro carro totalmente elétrico]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/bentley-prepara-lancamento-de-seu-primeiro-carro-totalmente-eletrico</id>
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        <updated>2026-09-15T16:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Torcal terá 850 cavalos, autonomia estimada em mais de 480 quilômetros e carregamento rápido em menos de 20 minutos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A Bentley prepara para 23 de setembro a apresentação do Torcal, seu primeiro carro totalmente elétrico de ultraluxo. O modelo será também o veículo mais potente já produzido pela marca, com 850 cavalos.</p><p>O nome Torcal vem das antigas formações rochosas de El Torcal, na Andaluzia, e também faz referência ao torque, associado à experiência de condução da Bentley.</p><p>As informações divulgadas até agora indicam que o modelo terá carroceria com estilo de SUV e superfícies mais planas do que as do Bentayga. As imagens de antecipação também mostram possíveis novos elementos de cristal nos faróis e nas lanternas traseiras, além de alterações no emblema da marca.</p><p>No interior, o veículo terá novos painéis de porta e materiais mais macios. A Bentley também prevê o uso de cristal feito à mão e representações do material no sistema multimídia.</p><p>A experiência a bordo será baseada no que a marca chama de “mecanismo de curadoria guiado por neurociência sensorial”. O sistema combinará ajustes de ar, som e iluminação de acordo com o humor e as configurações de condução.</p><p>O Torcal terá autonomia estimada em pouco mais de 482 quilômetros e poderá ser carregado em menos de 20 minutos em uma estação rápida de corrente contínua. Também será possível fazer a recarga durante a noite em casa, com um sistema de nível 2.</p><p>O modelo compartilhará sua plataforma elétrica exclusiva com o Porsche Cayenne. Até a estreia do Torcal, o Bentley mais potente é o Continental GT Speed, com 771 cavalos, produzido com um conjunto híbrido plug-in e motor V8.</p><p>A Bentley já oferece versões híbridas do Continental e do Flying Spur. A eletrificação faz parte da estratégia da empresa, que trabalha para avançar em direção a uma operação sem emissões de carbono.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[AVANÇO NO MERCADO DE CARROS ELÉTRICOS ACELERA TRANSFORMAÇÃO DA INDÚSTRIA]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/avanco-no-mercado-de-carros-eletricos-acelera-transformacao-da-industria</id>
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        <updated>2026-09-07T10:45:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[CRESCIMENTO DAS VENDAS, REESTRUTURAÇÃO DA JAGUAR E ROBOTÁXI DA TESLA MOSTRAM DIFERENTES FACES DA NOVA ERA AUTOMOTIVA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A transformação do setor automotivo está ganhando velocidade. Dados e anúncios divulgados neste início de setembro mostram que a mudança vai muito além da substituição dos motores a combustão pelos carros elétricos. Ela já envolve estratégias industriais, investimentos bilionários, softwares, sistemas autônomos e veículos projetados para circular sem volante ou pedais.</p><p>Três acontecimentos recentes ajudam a dimensionar esse movimento nos últimos dias. No Reino Unido, dados divulgados neste mês mostram que os veículos totalmente elétricos avançaram cerca de 30% em agosto e se tornaram individualmente o tipo de propulsão com maior participação entre os novos registros. Ao mesmo tempo, a Jaguar Land Rover anunciou uma ampla redução de custos enquanto mantém investimentos em eletrificação e tecnologias digitais. Nos Estados Unidos, a Tesla começou a transportar passageiros em seu Cybercab, desenvolvido especificamente para a condução autônoma.</p><h4><strong>Elétricos chegam à liderança no Reino Unido</strong></h4><p>O sinal mais direto da mudança vem do mercado britânico.</p><p>Os registros de carros elétricos a bateria, conhecidos pela sigla BEV, cresceram aproximadamente 30% em agosto na comparação anual e alcançaram cerca de 30% do mercado de veículos novos, segundo dados da New AutoMotive divulgados neste mês.</p><p>Foram 27.876 automóveis elétricos registrados no período. Os híbridos ficaram logo atrás, com aproximadamente 29% do mercado, enquanto os veículos exclusivamente a gasolina representaram 21,5%. No total, o mercado britânico de automóveis novos cresceu 17,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior.</p><p>Os números são importantes porque mostram que a eletrificação dos automóveis começa a deixar de ser apenas uma expectativa de longo prazo. Em um dos principais mercados europeus, os elétricos já conseguem disputar diretamente a preferência dos consumidores com tecnologias tradicionais.</p><p>O cenário também aumenta a pressão sobre fabricantes estabelecidas, que precisam financiar novos veículos e plataformas ao mesmo tempo em que mantêm operações industriais construídas durante décadas em torno dos motores a combustão.</p><h4><strong>Jaguar Land Rover reorganiza negócios e mantém aposta em tecnologia</strong></h4><p>É nesse ambiente que aparece outro movimento anunciado neste início de setembro.</p><p>A Jaguar Land Rover (JLR) informou que pretende eliminar aproximadamente 4 mil postos de trabalho em todo o mundo nos próximos dois anos, dentro de um programa para reduzir custos e tornar sua operação mais eficiente.</p><p>A fabricante pretende obter cerca de 1,7 bilhão de libras em economias e reduzir o volume necessário de vendas para atingir seu ponto de equilíbrio financeiro. Apesar dos cortes, a companhia afirma que continuará investindo entre 15 bilhões e 18 bilhões de libras nos próximos cinco anos em áreas que incluem eletrificação, tecnologias digitais, manufatura avançada e experiência do consumidor. A empresa também planeja apresentar cinco novos produtos nos próximos 12 meses.</p><p>Os dois movimentos parecem contraditórios à primeira vista, mas ajudam a revelar um desafio enfrentado por diferentes fabricantes tradicionais: reduzir custos de estruturas existentes enquanto direcionam recursos para tecnologias que deverão determinar a próxima fase da indústria.</p><p>Isso inclui não apenas baterias e motores elétricos, mas também plataformas eletrônicas, sistemas de assistência ao motorista, conectividade e softwares cada vez mais sofisticados.</p><h4><strong>Nos Estados Unidos, transformação chega ao próprio volante</strong></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/tesla-cybercab-1.jpg"></figure><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/tesla-cybercab.jpg"></figure><p><i>Crédito da imagem: Divulgação/Tesla</i></p><p>Enquanto a Europa mostra o avanço comercial dos elétricos e a pressão sobre fabricantes tradicionais, os Estados Unidos oferecem outro retrato dessa transformação.</p><p>A Tesla começou neste mês a oferecer viagens limitadas com passageiros no Cybercab em determinadas regiões de Austin, no Texas.</p><p>O veículo elétrico de dois lugares foi concebido especificamente para funcionar como robotáxi e chama atenção por uma característica radical: não possui volante nem pedais tradicionais para utilização por um motorista.</p><p>A iniciativa representa uma etapa do projeto da Tesla de construir uma rede de transporte baseada em direção autônoma, inteligência artificial, câmeras, processamento de dados e software.</p><p>A tecnologia também abriu uma discussão regulatória nos Estados Unidos. A Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário, a NHTSA, está analisando a operação porque as normas tradicionais de segurança foram desenvolvidas tendo como referência automóveis controlados por seres humanos.</p><p>A questão ajuda a mostrar como as mudanças tecnológicas podem avançar mais rapidamente do que as próprias regras criadas para os veículos convencionais.</p><h4><strong>Mais do que trocar o combustível</strong></h4><p>Os três acontecimentos são diferentes estágios de uma mesma transformação.</p><p>No Reino Unido, os números indicam que os consumidores estão aumentando rapidamente a participação dos elétricos nas compras de veículos novos.</p><p>Na indústria tradicional, empresas como a Jaguar Land Rover tentam adaptar estruturas, investimentos e produtos a um mercado cada vez mais dependente de eletrificação e tecnologia.</p><p>E, nos Estados Unidos, experiências como o Cybercab apontam para uma mudança ainda maior: o automóvel deixa gradualmente de ser apenas uma máquina mecânica eletrificada e passa a funcionar também como uma plataforma digital capaz de interpretar o ambiente e tomar decisões.</p><p>Por isso, a próxima grande transformação do setor automotivo talvez não possa ser resumida apenas à disputa entre carros elétricos e veículos a combustão.</p><p>A tendência aponta para automóveis simultaneamente elétricos, conectados, controlados por software e cada vez mais inteligentes, enquanto fabricantes, governos e consumidores tentam acompanhar uma indústria que está mudando em várias direções ao mesmo tempo.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[CNH do Brasil agora mostra passagens em pedágios do sistema free flow]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/cnh-do-brasil-agora-mostra-passagens-em-pedagios-do-sistema</id>
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        <updated>2026-08-24T17:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Nova funcionalidade também indica a concessionária responsável pelo trecho e o canal para pagamento]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O aplicativo CNH do Brasil passa a oferecer, a partir desta segunda-feira (24), uma nova funcionalidade para consulta de passagens por pedágios do sistema free flow. A ferramenta permite verificar registros feitos em rodovias federais e estaduais que utilizam o modelo.</p><p>O usuário também poderá identificar a concessionária responsável pelo trecho e acessar, pela plataforma, o canal indicado para realizar o pagamento da tarifa. <span style="color:rgb(0,0,0);">O não pagamento é considerado infração grave de trânsito, com multa de R$ 195,23 e desconto de cinco pontos na carteira.&nbsp;</span></p><p>Segundo o Ministério dos Transportes, 14 concessionárias já contam com o serviço homologado junto à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), aos órgãos reguladores e aos demais integrantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT).</p><p><strong>Como funciona o free flow</strong></p><p>O sistema permite que os veículos passem pelos pontos de cobrança sem a necessidade de parar em cancelas ou cabines físicas. A tecnologia utiliza cobrança automática e, conforme o Ministério dos Transportes, está associada à redução de filas e acidentes.</p><p>Nesse modelo, a tarifa considera o trecho percorrido, em vez de um valor fixo, de acordo com as regras estabelecidas para cada segmento concedido.</p><p>Nas rodovias federais concedidas, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é responsável pela regulação, fiscalização e evolução do modelo. A agência afirma que a tecnologia vem sendo incorporada gradualmente às concessões.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[Primeiro carro elétrico da Ferrari é vendido por US$ 40 milhões em leilão beneficente]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/primeiro-carro-eletrico-da-ferrari-e-vendido-por-us-40</id>
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        <updated>2026-08-17T16:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Marca italiana vai destinar o valor arrecadado a iniciativas educacionais]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A primeira unidade da Ferrari Luce a sair da linha de produção, o “Chassi 0”, foi leiloada pela <a href="https://rmsothebys.com/auctions/mo26/lots/r0150-2026-ferrari-luce-tailor-made/#/smallgallery2_1460992"><strong>RM Sotheby's</strong></a>, na Califórnia, nos Estados Unidos. O primeiro modelo totalmente elétrico da marca italiana foi arrematado pelo valor de US$ 40 milhões (cerca de R$ 208,7 milhões), recorde para um carro novo vendido em leilão.</p><p>O nome do comprador não foi divulgado. O dinheiro arrecadado no evento, realizado neste fim de semana, será destinado a iniciativas educacionais por meio da Fundação Ferrari. A entrega do veículo está prevista para o primeiro trimestre de 2027.</p><p>O carro traz uma configuração exclusiva desenvolvida pelo programa Ferrari Tailor Made em parceria com o Ferrari Design Studio, com foco na luz e na cor branca. O exterior recebeu um acabamento Madreperla Semi-Gloss, cuja fórmula incorpora um pigmento capaz de produzir reflexos que variam entre o verde e o violeta, de acordo com a luz e o ângulo de visão.</p><p><strong>Luce</strong></p><p>Anunciado como Elettrica, mas rebatizado de Luce ("luz", em italiano), o modelo foi apresentado em maio, em Roma, na Itália. Com quatro portas e capacidade para cinco ocupantes, o carro foi desenvolvido em parceria com o estúdio LoveFrom, liderado por Jony Ive, ex-chefe de design da Apple.</p><p>Os dados de velocidade e nível da bateria são exibidos no painel de controle, que combina ponteiros físicos com um visor digital. O volante de três raios é integrado a módulos de comandos analógicos. Outro destaque é a chave, que muda de cor ao ser encaixada no compartimento do console central, passando do amarelo para o preto.</p><p>Luce não será uma edição limitada, mas um modelo regular da linha, no valor de US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões). As primeiras entregas devem ser realizadas no fim deste ano na Europa.</p><p>O veículo é equipado com quatro motores que utilizam componentes derivados da Fórmula 1, com 1.000 cavalos de potência, aceleração de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e velocidade máxima de 310 km/h. A bateria de 122 kWh promete uma autonomia de 530 km.</p><p>A fabricante planeja priorizar veículos movidos a gasolina e híbridos até 2030. A meta é que a linha de produção seja composta por 40% de modelos a combustão, 40% híbridos e 20% totalmente elétricos.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[Vendas de carros crescem 15,5% em julho, aponta Fenabrave]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/vendas-de-carros-crescem-15-5-em-julho-aponta-fenabrave</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/vendas-de-carros-crescem-15-5-em-julho-aponta-fenabrave"/>
        <updated>2026-08-06T16:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Mais de 265 mil unidades foram comercializadas no Brasil no mês passado]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>As vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 15,54% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados nesta terça-feira (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a junho deste ano, a alta foi de 2,02%, com 265.695 unidades comercializadas.</p><p>Segundo a entidade, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo programa Carro Sustentável, que reduziu as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos mais leves e sustentáveis. Os modelos contemplados registraram vendas 29,4% superiores às observadas antes da implementação do programa.</p><p>O avanço do segmento contribuiu para o crescimento do mercado de veículos como um todo. Em julho, foram emplacadas 504.574 unidades entre automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários (como reboques e carrocerias), alta de 10,17% em relação a julho do ano passado e de 3,31% na comparação com junho. O resultado representa o terceiro melhor mês de julho da série histórica, de acordo com a Fenabrave.</p><p>"Estamos vivendo um ano com resultados positivos nos segmentos de maior volume, principalmente no varejo de automóveis, comerciais leves e motocicletas. Além do Programa Carro Sustentável, observamos que a demanda por mobilidade, renovação de frota e investimento permanecem, e a competição entre marcas continua favorecendo a oferta de mais produtos no mercado", afirmou o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior.</p><p>Após uma sequência de quedas, o segmento de caminhões voltou a crescer em julho. Os emplacamentos avançaram 18,89% em relação a junho e 7,16% na comparação com o mesmo mês do ano passado.&nbsp;</p><p>Já o segmento de ônibus registrou alta de 4,26% frente a junho, mas segue em retração de 2,32% na comparação anual.</p><p>As motocicletas também encerraram o mês em alta, com crescimento de 2,55% sobre junho e de 3,11% em relação a julho de 2025.</p><p>A Fenabrave manteve a projeção de crescimento para o mercado de veículos em 2026. A expectativa é de alta de 8,6% nos emplacamentos ao longo do ano, com mais de 5,3 milhões de unidades comercializadas.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação, com informações da Agência Brasil</name>
        </author>
        <category label="Carros" term="carros"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[Primeira Ferrari Luce vai a leilão nos Estados Unidos]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/primeira-ferrari-luce-vai-a-leilao-nos-estados-unidos</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/primeira-ferrari-luce-vai-a-leilao-nos-estados-unidos"/>
        <updated>2026-07-23T16:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Marca italiana vai destinar o valor arrecadado a iniciativas educacionais]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A primeira unidade da Ferrari Luce a sair da linha de produção, o “Chassi 0”, será leiloada pela <a href="https://rmsothebys.com/auctions/mo26/lots/r0150-2026-ferrari-luce-tailor-made/#/smallgallery2_1460992"><strong>RM Sotheby's</strong></a>, na Califórnia, nos Estados Unidos. A expectativa é que o primeiro modelo totalmente elétrico da marca italiana ultrapasse o valor de US$ 1,1 milhão (cerca de R$ 5,6 milhões).</p><p>O dinheiro arrecadado no evento, marcado para o dia 15 de agosto deste ano, será destinado a iniciativas educacionais por meio da Fundação Ferrari. A entrega do veículo está prevista para o primeiro trimestre de 2027.</p><p>O carro traz uma configuração exclusiva desenvolvida pelo programa Ferrari Tailor Made em parceria com o Ferrari Design Studio, com foco na luz e na cor branca. O exterior recebeu um acabamento Madreperla Semi-Gloss, cuja fórmula incorpora um pigmento capaz de produzir reflexos que variam entre o verde e o violeta, de acordo com a luz e o ângulo de visão.</p><p><strong>Luce</strong></p><p>Anunciado como Elettrica, mas rebatizado de Luce ("luz", em italiano), o modelo foi apresentado em maio, em Roma, na Itália. Com quatro portas e capacidade para cinco ocupantes, o carro foi desenvolvido em parceria com o estúdio LoveFrom, liderado por Jony Ive, ex-chefe de design da Apple.</p><p>Os dados de velocidade e nível da bateria são exibidos no painel de controle, que combina ponteiros físicos com um visor digital. O volante de três raios é integrado a módulos de comandos analógicos. Outro destaque é a chave, que muda de cor ao ser encaixada no compartimento do console central, passando do amarelo para o preto.</p><p>Luce não será uma edição limitada, mas um modelo regular da linha, no valor de US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões). As primeiras entregas devem ser realizadas no fim deste ano na Europa.</p><p>O veículo é equipado com quatro motores que utilizam componentes derivados da Fórmula 1, com 1.000 cavalos de potência, aceleração de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e velocidade máxima de 310 km/h. A bateria de 122 kWh promete uma autonomia de 530 km.</p><p>A fabricante planeja priorizar veículos movidos a gasolina e híbridos até 2030. A meta é que a linha de produção seja composta por 40% de modelos a combustão, 40% híbridos e 20% totalmente elétricos.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
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        <category label="Carros" term="carros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Eve e Hitachi anunciam acordo para eletrificar rota de "carros voadores"]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/eve-e-hitachi-anunciam-acordo-para-eletrificar-rota-de-carros</id>
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        <updated>2026-07-17T18:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Empresas vão avaliar os requisitos para viabilizar as operações dos vertiportos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A <a href="https://www.hitachienergy.com/br/pt/news-and-events/press-releases/2026/07/hitachi-energy-e-eve-air-mobility-aceleram-a-infraestrutura-de-eletrifica-o-para-impulsionar-a-mobilidade-a-rea-urbana-em-escala"><strong>Hitachi Energy</strong></a>, empresa de tecnologia de eletrificação, e a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, anunciaram nesta sexta-feira (17) a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) para o desenvolvimento da infraestrutura de carregamento de <span style="color:rgb(34,34,34);">aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOLs)</span>.</p><p>De acordo com o comunicado, à medida que a Mobilidade Aérea Urbana (UAM) se aproxima da comercialização, um dos principais desafios é garantir que os vertiportos possam ser conectados à rede elétrica de forma confiável e equipados para lidar com operações de alta demanda e alta frequência.&nbsp;</p><p>Eve e Hitachi avaliarão os requisitos para viabilizar as operações dos vertiportos, incluindo a disponibilidade de energia e o carregamento de alta potência para os eVTOLs. A colaboração também explorará o potencial de reutilização de baterias de aeronaves para armazenamento de energia após o término do seu ciclo de vida na aviação.&nbsp;</p><p>“Não se trata apenas de instalar carregadores, mas de planejar a disponibilidade de potência, os ciclos de recarga, a integração com a rede, o gerenciamento de energia e a operação em solo de forma coordenada com clientes, operadores, parceiros de tecnologia e órgãos reguladores”, disse Luiz Mauad, vice-presidente de Serviços ao Cliente da Eve.&nbsp;</p><p>"A próxima fase da mobilidade aérea urbana será definida pela eficácia com que construímos o ecossistema elétrico correto. O Brasil é o local onde a Hitachi Energy e a Eve Air Mobility desenvolveram a estrutura para esta colaboração, combinando uma profunda experiência em eletrificação e inovação aeroespacial", afirmou Glauco de Freitas, responsável pela região Sul da América Latina da Hitachi Energy e presidente da companhia no Brasil.</p><p>A Eve Air Mobility está desenvolvendo uma aeronave eVTOL, com certificação e início das operações comerciais previstos para 2028. A empresa possui cartas de intenção para aproximadamente 2,7 mil eVTOLs de clientes em todo o mundo.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
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        <category label="Carros" term="carros"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Brasil pode ultrapassar marca de 3 milhões de veículos vendidos em 2026]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/brasil-pode-ultrapassar-marca-de-3-milhoes-de-veiculos-vendidos</id>
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        <updated>2026-07-08T17:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Anfavea revisou para cima as projeções divulgadas em janeiro]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Com o encerramento do primeiro semestre e desempenho acima do esperado das vendas de veículos no mercado interno, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revisou para cima as projeções divulgadas em janeiro.&nbsp;</p><p>A expectativa agora é que o Brasil ultrapasse a marca de 3 milhões de autoveículos emplacados em 2026, patamar que não é alcançado desde 2014. Caso a estimativa se confirme, o crescimento será de 11,7% em relação a 2025, bem acima dos 2,7% previstos no início do ano.&nbsp;</p><p>De acordo com a associação, o avanço será impulsionado principalmente pelos segmentos de automóveis e comerciais leves, cuja expectativa de crescimento passou para 12,6%. Já os segmentos de caminhões e ônibus devem encerrar o ano com retração de 6%.&nbsp;</p><p>Na contramão do mercado doméstico aquecido, as exportações deverão fechar 2026 com queda de 12,8%, reflexo da retração do mercado argentino e da maior presença de veículos chineses e mexicanos nos principais destinos dos produtos brasileiros. Em janeiro, a projeção da entidade era de uma alta de 1,5%.&nbsp;</p><p>“Com esse cenário, a produção nacional deve registrar um desempenho positivo, mas ainda distante do potencial proporcionado pela demanda interna”, avalia a Anfavea. A projeção de crescimento passou de 3,7% para 5,8% sobre 2025, alcançando um volume próximo de 2,8 milhões de autoveículos produzidos, o melhor resultado desde 2019.</p>]]></content>
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            <name>Redação</name>
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