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    <title>Antena 1 Notícias - Cotidiano</title>
    <updated>2026-10-27T20:32:00.000Z</updated>
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        <name>Redação Antena 1</name>
        <email>antena1@antena1.com.br</email>
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    <subtitle>Todas as notícias da categoria Cotidiano publicadas recentemente na página da Antena 1</subtitle>
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    <rights>Todos os direitos reservados 2020, Antena 1</rights>
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        <title type="html"><![CDATA[MEXER O CORPO PODE AJUDAR O CÉREBRO A APRENDER MELHOR, MOSTRA ESTUDO]]></title>
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        <updated>2026-10-27T20:32:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Experimentos em realidade virtual indicam que movimentos maiores dos braços favorecem o reconhecimento de padrões, mas não melhoram todas as formas de aprendizagem]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">Aprender algo novo pode depender de mais do que observar imagens, memorizar informações ou seguir instruções. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Atlântica da Flórida e da Universidade Brown, nos Estados Unidos, sugere que os movimentos do corpo também podem contribuir para a maneira como o cérebro identifica e aprende padrões.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Nos experimentos, participantes que fizeram movimentos amplos com os braços tiveram melhor desempenho em determinadas tarefas do que aqueles que responderam com simples toques em botões. Uma das atividades envolvia usar um sabre de luz virtual para atingir um alvo, enquanto outra simulava um soco em uma caixa de resposta.&nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/fau-study-reveals-how-3.jpg"></figure><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><i>Em testes com realidade virtual, pesquisadores investigaram a influência de movimentos dos braços</i>&nbsp;</span></p><h4>&nbsp;</h4><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O que muda quando usamos movimentos maiores?</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Para investigar a relação entre movimento e aprendizagem, os pesquisadores criaram experiências em realidade virtual nas quais os participantes precisavam observar imagens e agrupá-las de acordo com suas características.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Em parte dos testes, as respostas eram dadas por meio de movimentos simples, como apertar um botão. Em outros, os voluntários precisavam realizar ações mais amplas com os braços, como golpear um alvo virtual com um sabre de luz ou simular um soco.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os resultados mostraram uma diferença importante: os movimentos maiores favoreceram as tarefas que exigiam reconhecer semelhanças entre diferentes informações e combinar várias características para chegar a uma conclusão.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Esse tipo de aprendizado nem sempre depende de uma regra que a pessoa consegue explicar claramente. É o que acontece quando alguém percebe que determinados objetos pertencem à mesma categoria por compartilharem um conjunto de características, mesmo sem conseguir apontar imediatamente qual detalhe foi decisivo.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O efeito não apareceu em todas as tarefas</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os pesquisadores também avaliaram atividades nas quais os participantes precisavam seguir regras explícitas, como identificar uma categoria a partir de uma característica específica.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Nesse caso, os movimentos amplos não produziram uma melhora significativa. O resultado permaneceu mesmo quando os cientistas tornaram as tarefas baseadas em regras mais difíceis.&nbsp;</span></p><p>A diferença indica que a influência do movimento sobre a aprendizagem pode depender do tipo de raciocínio exigido. Quando é necessário integrar vários sinais e reconhecer padrões, movimentar os braços pode ajudar. Quando a tarefa depende de aplicar uma regra bem definida, esse recurso não demonstrou a mesma vantagem.&nbsp;</p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>A melhora continuou mesmo sem os movimentos</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Outro resultado chamou a atenção da equipe: os participantes que aprenderam com movimentos maiores mantiveram parte da vantagem mesmo depois de passar a responder usando apenas botões.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Isso sugere que o benefício não estava restrito à facilidade de executar um movimento durante o teste. A atividade física pode ter contribuído para o próprio processo de aprendizagem, ajudando os participantes a reconhecer os padrões com mais eficiência.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Para verificar se outros fatores explicavam o resultado, os pesquisadores também controlaram o tempo de observação das imagens e consideraram diferenças na velocidade das respostas. Mesmo com esses ajustes, a vantagem continuou concentrada nas tarefas de reconhecimento de padrões.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os resultados foram publicados na revista científica <i>Science Advances</i>, em um estudo sobre como o movimento físico pode acelerar a aprendizagem de categorias.&nbsp;</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[O QUE DEFINE SUA PERSONALIDADE? ESTUDO ENCONTRA PISTAS NO DNA]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/o-que-define-sua-personalidade-estudo-encontra-pistas-no-dna</id>
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        <updated>2026-10-27T18:29:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Pesquisa identificou variantes genéticas associadas a características como extroversão, organização e abertura a novas experiências. Os resultados também mostram que a influência dos genes é limitada]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">Por que algumas pessoas são mais comunicativas, enquanto outras preferem observar antes de participar? Por que há quem goste de experimentar novidades e quem se sinta mais confortável com a rotina? A personalidade é resultado de uma combinação de fatores, e a genética pode ter uma participação nesse processo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Um estudo publicado na revista científica <i>Nature</i> analisou dados genéticos de mais de um milhão de pessoas e identificou 1.260 variantes do DNA associadas a diferentes características da personalidade. A pesquisa representa um avanço na compreensão de como a herança genética se relaciona com o comportamento, mas não significa que exista um gene específico para cada traço ou que seja possível descobrir como alguém é apenas por meio de seu DNA.&nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/tracos-da-personalidade.png"></figure><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><i>Pesquisa investigou a relação entre variações genéticas e diferentes traços da personalidade</i>&nbsp;</span></p><h4>&nbsp;</h4><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Cinco características ajudam a entender a personalidade</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Para organizar a investigação, os cientistas utilizaram um modelo conhecido como “Big Five”, ou os cinco grandes traços da personalidade. Ele reúne características amplas que ajudam a descrever diferenças no modo como as pessoas pensam, sentem e se comportam.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">São elas:&nbsp;</span></p><ul><li><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Extroversão:</strong> relacionada à sociabilidade, à disposição para interagir e à facilidade para se expressar.&nbsp;</span></li><li><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Amabilidade:</strong> envolve empatia, cooperação e consideração pelos outros.&nbsp;</span></li><li><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Organização:</strong> diz respeito à responsabilidade, ao planejamento e à capacidade de manter compromissos.&nbsp;</span></li><li><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Estabilidade emocional:</strong> está relacionada à maneira como uma pessoa lida com preocupações, ansiedade e situações de estresse.&nbsp;</span></li><li><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Abertura a experiências:</strong> envolve curiosidade, imaginação e interesse por ideias e atividades novas.&nbsp;</span></li></ul><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Esses traços não funcionam como categorias rígidas. Uma pessoa pode ser muito organizada no trabalho, por exemplo, mas ter dificuldade para manter a rotina em outras áreas. O modelo serve para identificar tendências, não para resumir alguém a uma única característica.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O que os genes têm a ver com isso?</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Cada pessoa possui um conjunto de informações genéticas herdadas dos pais. Pequenas diferenças nessas informações, conhecidas como variantes genéticas, podem estar relacionadas a características físicas e também a aspectos do comportamento.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Na pesquisa, os cientistas compararam essas variações com os resultados de avaliações de personalidade. Ao reunir informações de dezenas de grupos de estudo, conseguiram identificar associações que seriam difíceis de detectar em pesquisas menores.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Das 1.260 variantes encontradas, 824 não haviam sido associadas anteriormente aos respectivos traços de personalidade. Isso amplia o conhecimento científico sobre o tema, mas é importante entender que uma associação não significa que determinada variante, sozinha, provoque um comportamento específico.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os pesquisadores observaram que milhares de diferenças genéticas podem contribuir, cada uma de maneira muito pequena, para as características analisadas. Não existe, portanto, um único gene responsável por alguém ser extrovertido, organizado ou mais aberto a novidades.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>A genética explica apenas uma parte</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Um dos resultados mais importantes do estudo é justamente o limite da influência genética. Na análise principal, as variantes genéticas comuns explicaram aproximadamente de 5% a 9% das diferenças observadas nas medidas de personalidade, dependendo do traço avaliado e do modelo utilizado.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Isso não significa que o restante possa ser atribuído a uma única causa. A personalidade se desenvolve a partir de uma combinação complexa de fatores, que inclui experiências de vida, relações familiares e sociais, ambiente e outros aspectos biológicos.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Duas pessoas com características genéticas semelhantes também podem desenvolver comportamentos diferentes ao longo do tempo. A maneira como cada uma vive, aprende e reage às situações faz parte dessa construção.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>É possível prever como alguém será pelo DNA?</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">O estudo não permite determinar a personalidade de uma pessoa individualmente a partir de um teste genético.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">As variantes identificadas ajudam a compreender tendências em grupos de pessoas. Seus efeitos são pequenos e se combinam de maneiras diferentes, o que impede transformar os resultados em uma espécie de mapa definitivo do comportamento de cada indivíduo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A pesquisa também apresenta limitações relacionadas à diversidade das populações analisadas. Embora tenha reunido dados de diferentes grupos, os resultados precisam ser interpretados com atenção às diferenças genéticas e sociais entre populações.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Em outras palavras, a genética ajuda a explicar parte das diferenças entre as pessoas, mas não define sozinha quem cada uma se torna.&nbsp;</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[POR QUE CÃES GRANDES VIVEM MENOS? A RESPOSTA PODE ESTAR NO DNA]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/por-que-caes-grandes-vivem-menos-a-resposta-pode-estar</id>
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        <updated>2026-10-16T18:41:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Análise de quase 900 animais revela sinais de envelhecimento biológico mais acelerado nas raças maiores e aponta novos caminhos para estudar a longevidade]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">Um dogue alemão e um chihuahua podem viver na mesma casa, receber cuidados semelhantes e, ainda assim, ter expectativas de vida bastante diferentes. Essa característica dos cães intriga pesquisadores há anos. Agora, um estudo publicado na revista científica Science oferece novas pistas: o tamanho do animal está associado a diferenças no ritmo do envelhecimento molecular.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Para chegar a essa conclusão, cientistas analisaram 1.640 amostras de sangue de 894 cães. Os resultados indicaram que animais de maior porte apresentam sinais de envelhecimento biológico mais acelerado do que os menores. A pesquisa também identificou diferenças relacionadas ao sexo dos animais, ampliando a compreensão sobre os fatores que influenciam a longevidade canina. &nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/envelhecimento-caes.png"></figure><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><i>Cães de grande porte apresentam sinais moleculares de envelhecimento mais acelerado</i>&nbsp;</span></p><p>&nbsp;</p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O que o DNA revela sobre a idade</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os pesquisadores investigaram a metilação do DNA, um processo químico que ajuda a regular a atividade dos genes sem alterar a sequência genética. Os padrões dessas marcas mudam ao longo da vida e podem funcionar como indicadores da idade biológica de um organismo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A partir dessas informações, a equipe desenvolveu um relógio epigenético capaz de estimar a idade dos cães com base em suas características moleculares. O modelo também ajudou a identificar animais cujo perfil biológico sugeria um envelhecimento mais avançado do que o esperado.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A análise mostrou que os cães maiores apresentavam sinais mais intensos desse processo. Os machos também demonstraram envelhecimento molecular acelerado em comparação com as fêmeas, embora os mecanismos associados ao tamanho e ao sexo fossem diferentes. &nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Os genes que podem acelerar o processo</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Uma das descobertas mais interessantes envolve os chamados elementos transponíveis, conhecidos informalmente como “genes saltadores”. São trechos de DNA capazes de mudar de posição no genoma ou produzir cópias de si mesmos.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Em condições normais, mecanismos celulares mantêm essas sequências sob controle. A pesquisa encontrou diferenças na metilação dessas regiões em cães maiores, especialmente em elementos conhecidos como LINE-1. Quando esses trechos escapam dos mecanismos de controle, podem contribuir para a instabilidade do material genético.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Esse comportamento já é investigado em estudos sobre envelhecimento e doenças relacionadas à idade. No caso dos cães, os resultados sugerem uma possível ligação entre essas alterações moleculares e a menor longevidade das raças de grande porte. Ainda não demonstram, porém, que os elementos transponíveis sejam a única causa da diferença de expectativa de vida. &nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Por que o tamanho influencia a longevidade?</strong></span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Entre os mamíferos, animais maiores costumam viver mais do que os menores quando são comparadas espécies diferentes. Entre as raças de cães, porém, a relação se inverte: os animais de grande porte geralmente vivem menos do que os pequenos.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Uma hipótese é que a seleção genética realizada ao longo de gerações tenha favorecido o crescimento rápido e o tamanho corporal em determinadas raças, sem que a longevidade acompanhasse essa mudança. A nova pesquisa acrescenta evidências de que o ritmo do envelhecimento molecular também pode fazer parte dessa explicação.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">O estudo não significa que todos os cães grandes envelheçam da mesma maneira ou que o tamanho determine sozinho quanto tempo um animal viverá. Genética, condições de saúde, ambiente e cuidados veterinários também influenciam a expectativa de vida.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>O que a descoberta pode mudar no futuro</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Compreender os mecanismos relacionados ao envelhecimento pode ajudar pesquisadores a desenvolver estratégias para preservar a saúde dos cães por mais tempo. Um dos objetivos futuros é investigar se será possível intervir em processos moleculares associados à deterioração celular e, assim, ampliar o período de vida saudável dos animais.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">O relógio epigenético também pode contribuir para acompanhar mudanças biológicas ao longo do tempo e identificar fatores relacionados ao risco de doenças. Essas possibilidades, no entanto, dependem de novas pesquisas e não representam tratamentos já disponíveis.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Ao revelar como o tamanho corporal se relaciona a marcas químicas no DNA, o estudo oferece uma nova peça para um quebra-cabeça antigo. A expectativa é que esse conhecimento ajude a explicar não apenas por que algumas raças vivem menos, mas também como a ciência pode trabalhar para que os cães tenham mais anos de vida com saúde e qualidade.&nbsp;</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
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        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[AENA ASSUME GESTÃO DO GALEÃO ATÉ 2039]]></title>
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        <updated>2026-10-08T12:04:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[MAIOR OPERADORA AEROPORTUÁRIA DO MUNDO PASSA A ADMINISTRAR O PRINCIPAL TERMINAL INTERNACIONAL DO RIO E ANUNCIA FOCO EM EFICIÊNCIA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A Aena Brasil iniciou oficialmente a gestão do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, após concluir o processo de transição da concessão. A empresa espanhola será responsável pela administração do terminal até 2039, assumindo o compromisso de ampliar a eficiência operacional, fortalecer a movimentação de cargas e melhorar a experiência dos passageiros.</p><p>Controlada pelo governo da Espanha, a Aena é considerada a maior operadora aeroportuária do mundo em número de passageiros e amplia sua presença no Brasil ao incorporar um dos principais hubs internacionais da América do Sul ao portfólio de aeroportos que já administra no país.</p><h4><strong>Plano mira retomada do protagonismo do Galeão</strong></h4><p>Em comunicado, a concessionária informou que pretende trabalhar em conjunto com companhias aéreas, operadores logísticos e autoridades públicas para aumentar a competitividade do Galeão e estimular a expansão da malha aérea nacional e internacional.</p><p>Entre as prioridades anunciadas estão investimentos em tecnologia, otimização dos processos operacionais, modernização da infraestrutura e aprimoramento dos serviços oferecidos aos passageiros. A empresa também pretende fortalecer o terminal de cargas, considerado um dos ativos estratégicos do aeroporto para o comércio exterior brasileiro.</p><h4><strong>Um aeroporto estratégico para o Rio de Janeiro e o Brasil</strong></h4><p>A nova gestão assume um aeroporto com capacidade para crescer. Nos últimos anos, o Galeão perdeu parte de sua participação no mercado devido à redução da oferta de voos, aos impactos da pandemia e à concentração de operações domésticas no Aeroporto Santos Dumont.</p><p>Com a reorganização da malha aérea no Rio de Janeiro e a adoção de medidas para ampliar a utilização do Galeão, a expectativa é que o terminal recupere gradualmente seu papel como principal porta de entrada internacional da cidade.</p><h4><strong>Presença consolidada no Brasil</strong></h4><p>Antes de assumir o Galeão, a Aena já administrava importantes aeroportos brasileiros, entre eles Congonhas, em São Paulo, além dos aeroportos de Recife, Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campo Grande, Uberlândia, Santarém e outras unidades distribuídas pelas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Norte e Sudeste.</p><p>A incorporação do Galeão fortalece a estratégia de expansão da companhia no mercado brasileiro e amplia sua participação em aeroportos considerados estratégicos para o turismo, os negócios e a logística.</p><h4><strong>Perspectivas para os próximos anos</strong></h4><p>Embora ainda não tenha divulgado um cronograma detalhado de investimentos, a Aena informou que pretende implementar um processo contínuo de modernização ao longo da concessão. O objetivo é aumentar a eficiência das operações, oferecer uma experiência mais qualificada aos passageiros e criar condições para atrair novas rotas e ampliar a conectividade internacional do Rio de Janeiro.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[AUDITORIA APONTA FALHAS BILIONÁRIAS NAS CONTAS DO JOCKEY CLUB]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/auditoria-aponta-falhas-bilionarias-nas-contas-do-jockey-club</id>
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        <updated>2026-10-07T12:19:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[CPI DA CÂMARA DE SÃO PAULO OUVIU REPRESENTANTES DA EMPRESA CONTRATADA PELO PRÓPRIO CLUBE PARA ANALISAR AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A investigação sobre a situação financeira do Jockey Club de São Paulo ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (6). Em reunião da CPI instalada na Câmara Municipal, representantes da Forvis Mazars, empresa contratada pelo próprio clube para auditar suas demonstrações financeiras de 2023 e 2024, relataram deficiências na contabilidade da instituição e uma diferença estimada em aproximadamente R$ 1 bilhão.</p><p>Segundo a contadora Andreia Gini de Souza, que participou dos trabalhos de auditoria, o ativo imobilizado e o patrimônio líquido estavam superavaliados. Durante a sessão, ela afirmou que a contabilidade havia sido feita de maneira incorreta e que as distorções chegavam a aproximadamente R$ 1 bilhão.</p><p>Andreia também disse que a auditoria identificou entradas de recursos no caixa e que os valores foram utilizados para despesas, mas foram encontradas “deficiências relevantes”, posteriormente comunicadas à administração do Jockey. O relatório, segundo seu depoimento, não avaliou a capacidade financeira do clube.</p><h4><strong>Auditoria faz ressalva sobre alcance da análise</strong></h4><p>Além da contadora, a CPI ouviu Paulo Misse, sócio da Forvis Mazars. Ele explicou aos vereadores que não participou diretamente da execução da auditoria e ressaltou uma limitação importante para a interpretação dos resultados.</p><p>Segundo Misse, uma auditoria oferece segurança razoável, e não absoluta, porque trabalha com amostras de documentos. Para uma verificação integral, seria necessário analisar toda a documentação relacionada às operações.</p><p>A ressalva é relevante porque os dados apresentados na sessão não equivalem, por si só, à comprovação de desvio de recursos ou de crime. O trabalho da CPI continua justamente para esclarecer as inconsistências identificadas e reconstruir determinadas movimentações financeiras.</p><h4><strong>CPI questiona movimentação de mais de R$ 150 milhões em TDCs</strong></h4><p>Outro ponto central da reunião foram as Transferências do Direito de Construir (TDCs).</p><p>Esse instrumento urbanístico permite que o potencial construtivo que não pode ser utilizado em determinado imóvel seja transferido para outro empreendimento, observadas as regras municipais. As operações envolvendo esse potencial do Jockey estão entre os principais objetos de investigação da CPI, que apura a regularidade fiscal e imobiliária do clube, a gestão de débitos tributários, a alienação de potencial construtivo e eventual omissão do poder público.</p><p>Após os depoimentos, o presidente da comissão, vereador Gilberto Nascimento (PL), afirmou que foram identificadas entradas superiores a R$ 150 milhões relacionadas às TDCs, mas que ainda não teriam sido identificados todos os respectivos pontos de saída dos recursos. O parlamentar classificou o cenário como uma incongruência de informações financeiras envolvendo administrações anteriores.</p><p>É importante fazer a distinção: essa conclusão sobre os R$ 150 milhões é uma avaliação apresentada pelo presidente da CPI durante uma investigação ainda em andamento, e não uma conclusão definitiva sobre eventual irregularidade ou destinação ilícita dos recursos.</p><h4><strong>Situação financeira preocupa integrantes da CPI</strong></h4><p>Para Gilberto Nascimento, os depoimentos também levantam dúvidas sobre a capacidade financeira do Jockey para resolver sua dívida com o município.</p><p>Após a reunião, o presidente da CPI afirmou que as informações apresentadas pela auditoria indicariam dificuldades para que o clube honre seus compromissos com a Prefeitura. A interpretação é do parlamentar e deverá ser confrontada com outros documentos e depoimentos ao longo da investigação.</p><p>A questão tributária é um dos eixos centrais da CPI. Formalmente, a comissão foi criada para investigar a regularidade fiscal e imobiliária das atividades do Jockey Club de São Paulo, incluindo a administração dos débitos tributários e as operações envolvendo potencial construtivo.</p><h4><strong>Ex-presidente não compareceu</strong></h4><p>A reunião também previa o depoimento de Benjamin Steinbruch, ex-presidente do Jockey Club. Ele não compareceu.</p><p>Segundo a Câmara Municipal, advogados enviados por Steinbruch informaram que ele está fora do país, mas que pretende participar da investigação.</p><p>A CPI também havia solicitado a condução coercitiva de Roberto de Almeida Demenato Garcia, sócio da TDC Consultoria. De acordo com a Câmara, o comparecimento ainda depende de decisão judicial.</p><h4><strong>O que a nova sessão muda no caso?</strong></h4><p>A reunião de 6 de outubro acrescenta à investigação informações técnicas provenientes de uma auditoria contratada pelo próprio Jockey, o que dá aos vereadores novos elementos para analisar a situação patrimonial e financeira da instituição.</p><p>Mas a sessão não concluiu que houve desvio de dinheiro, fraude ou qualquer outro crime, nem determinou o futuro do terreno ocupado pelo Hipódromo de Cidade Jardim.</p><p>Também não houve, nessa reunião, uma decisão sobre a eventual desapropriação do Jockey Club para a criação de um parque público. Esse debate envolve outros processos políticos, administrativos e jurídicos e não deve ser confundido com as conclusões ainda parciais da CPI.</p><p>O que a comissão procura agora é aprofundar questões abertas pela auditoria, especialmente a diferença contábil estimada em R$ 1 bilhão, a situação financeira do clube e o caminho percorrido pelos recursos relacionados às transferências de potencial construtivo.</p><p>A CPI continua em funcionamento e realiza suas reuniões ordinárias às terças-feiras.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[ANEEL ADIA DECISÃO SOBRE CONCESSÃO DA ENEL EM SÃO PAULO]]></title>
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        <updated>2026-10-07T08:48:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[COM DOIS VOTOS PELO ENCERRAMENTO ANTECIPADO DO CONTRATO, O JULGAMENTO FOI INTERROMPIDO POR PEDIDO DE VISTA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adiou a decisão sobre o processo que pode levar ao fim antecipado da concessão da Enel São Paulo. O julgamento avançou nesta terça-feira (6), com dois votos favoráveis à recomendação de caducidade do contrato, mas foi interrompido após um pedido de vista.</p><p>A relatora do processo, diretora Agnes da Costa, votou para que a Aneel recomende ao Ministério de Minas e Energia (MME) a caducidade da concessão. O posicionamento foi acompanhado integralmente pela diretora Ludimila Lima.</p><p>Antes da conclusão do julgamento, porém, o diretor Gentil Nogueira pediu mais tempo para analisar o voto da relatora. Com isso, a votação foi suspensa e a Aneel ainda não tomou uma decisão definitiva sobre a recomendação.</p><p>O processo envolve a atuação da distribuidora diante de interrupções recorrentes no fornecimento de energia durante eventos climáticos extremos entre 2023 e 2025. A Enel São Paulo atende cerca de 8,5 milhões de clientes e seu atual contrato de concessão termina em 2028.</p><h4><strong>Por que a relatora defende o fim da concessão?</strong></h4><p>Ao apresentar seu voto, Agnes da Costa concluiu que as medidas regulatórias adotadas anteriormente não foram suficientes para solucionar de forma estrutural os problemas identificados na prestação do serviço.</p><p>A diretora afirmou que persistem falhas, principalmente na capacidade de resposta da concessionária em situações de emergência. Para a relatora, os instrumentos menos severos utilizados anteriormente pela agência não foram suficientes para garantir a correção estrutural dos problemas.</p><p>A Enel, por sua vez, contesta as conclusões do processo. A empresa sustenta que houve melhorias operacionais, questiona critérios utilizados na avaliação de seu desempenho e atribui parte das dificuldades enfrentadas nos últimos anos à intensidade dos eventos climáticos.</p><p>Em 29 de setembro, a Aneel havia rejeitado um recurso apresentado pela distribuidora para a realização de uma perícia técnica relacionada aos eventos extremos. A decisão encerrou a fase de instrução do procedimento e abriu caminho para o julgamento do mérito.</p><h4><strong>O que acontece agora?</strong></h4><p>O pedido de vista interrompe temporariamente a votação para permitir uma análise adicional antes da retomada do julgamento.</p><p>Quando o caso retornar à diretoria, os integrantes da Aneel poderão concluir a votação sobre a recomendação de caducidade.</p><p>Mesmo que a maioria aprove o encerramento antecipado, a decisão da Aneel não significa a retirada imediata da Enel de São Paulo. A agência reguladora encaminhará sua recomendação ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela decisão final sobre uma eventual extinção da concessão.</p><p>O caso também está sendo acompanhado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Em setembro, o tribunal recomendou que Aneel e MME avaliem os efeitos econômicos e operacionais de uma eventual caducidade, incluindo possíveis impactos tarifários, indenizações e riscos para a continuidade do fornecimento.</p><h4><strong>Governo prepara cenário para o futuro da distribuição</strong></h4><p>Paralelamente ao julgamento, o Ministério de Minas e Energia deu um novo passo no planejamento do futuro da concessão paulista.</p><p>Na terça-feira, o MME solicitou à Aneel a indicação de um representante para trabalhar conjuntamente no planejamento da continuidade da distribuição de energia em São Paulo. Os órgãos deverão apresentar ao TCU um cronograma conjunto de ações até 27 de novembro.</p><p>A iniciativa também considera que, independentemente do resultado do processo de caducidade, o atual contrato da Enel São Paulo tem término previsto para 2028.</p><p>O caso entra, portanto, em uma fase decisiva: a Aneel já registra dois votos favoráveis à recomendação de caducidade, mas o julgamento permanece aberto. Somente depois da conclusão da votação será possível saber se a agência recomendará formalmente ao governo federal o encerramento antecipado da concessão.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[A INTERNET SE PREPARA PARA UMA NOVA FORMA DE NAVEGAR]]></title>
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        <updated>2026-10-06T18:59:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Levantamento com quase 2 mil sites brasileiros mostra que a próxima etapa da web já começou e abre espaço para novas formas de interação entre pessoas, páginas e sistemas de IA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A próxima transformação da internet pode acontecer sem que seja necessário abrir uma nova aba no navegador.&nbsp;</p><p>Com a evolução dos agentes de inteligência artificial, sistemas capazes de interpretar informações e realizar etapas de tarefas em nome do usuário começam a ganhar espaço. Em vez de apenas encontrar uma página, a tecnologia pode, por exemplo, localizar informações, comparar alternativas e ajudar a conduzir uma jornada digital.&nbsp;</p><p>Os sites brasileiros ainda estão no início dessa adaptação, mas os dados mostram justamente o tamanho da oportunidade. O <i>State of Crawl 2027</i>, da Conversion, analisou 1.955 sites de grande audiência no país e identificou que 85,42% já atendem aos requisitos técnicos avaliados para mecanismos de busca. Apenas 11, ou 0,56%, alcançaram o patamar definido pelo levantamento para navegação por agentes de IA.&nbsp;</p><p>Mais do que apontar uma deficiência, o resultado revela que a web está entrando em uma nova fase, e que empresas e desenvolvedores ainda têm espaço para construir essa próxima experiência digital.&nbsp;</p><h4><strong>Da busca para a interação</strong>&nbsp;</h4><p>Durante anos, uma das principais preocupações de quem mantinha um site era garantir que suas páginas fossem encontradas pelos buscadores. O SEO ajudou a transformar essa tarefa em uma área estratégica da internet.&nbsp;</p><p>Agora, a lógica começa a se ampliar.&nbsp;</p><p>Um agente de IA pode receber um pedido do usuário e percorrer diferentes páginas para encontrar informações ou avançar em determinadas etapas. Para isso, precisa conseguir interpretar o conteúdo, compreender a estrutura da página e identificar caminhos de interação.&nbsp;</p><p>É uma mudança importante: a internet deixa de ser apenas um grande catálogo de informações consultado por pessoas e passa, aos poucos, a funcionar também como um ambiente que pode ser percorrido por sistemas inteligentes.&nbsp;</p><h4><strong>Uma base já construída</strong>&nbsp;</h4><p>O levantamento mostra que existe uma infraestrutura importante sobre a qual essa transformação pode avançar.&nbsp;</p><p>Na avaliação técnica tradicional, a mediana dos sites analisados chegou a 90 pontos em uma escala de 0 a 100. Já na dimensão relacionada aos agentes de IA, a mediana ficou em 25 pontos. O estudo considera preparado o site que alcança pelo menos 70 pontos nas duas dimensões.&nbsp;</p><p>Ou seja, boa parte da web brasileira já passou por uma etapa fundamental: organizar páginas para que mecanismos de busca consigam encontrá-las e interpretá-las.&nbsp;</p><p>O próximo passo é acrescentar novas camadas a essa estrutura.&nbsp;</p><h4><strong>O começo de uma nova oportunidade</strong>&nbsp;</h4><p>Entre os critérios analisados estão recursos que tornam o conteúdo mais acessível para sistemas automatizados, como a possibilidade de leitura sem depender de JavaScript, estabilidade das páginas e informações que orientem o uso do conteúdo por inteligência artificial.&nbsp;</p><p>Algumas tecnologias mais específicas ainda aparecem pouco. Recursos como negociação em Markdown, cabeçalhos de orientação e ferramentas WebMCP têm baixa presença nos sites avaliados. Para empresas de tecnologia, agências e desenvolvedores, isso significa que existe um território ainda pouco explorado. &nbsp;</p><p>A tendência também pode estimular uma nova geração de soluções para a web, com páginas pensadas desde o início para serem compreendidas tanto por pessoas quanto por sistemas inteligentes.&nbsp;</p><h4><strong>Moda e beleza mostram o tamanho do espaço para evolução</strong>&nbsp;</h4><p>Um dos resultados mais interessantes aparece em moda, beleza e acessórios.&nbsp;</p><p>O setor apresentou a maior diferença entre as duas dimensões analisadas: 99,17% dos sites avaliados alcançaram o patamar técnico de SEO, mas nenhum chegou ao nível definido pela pesquisa para agentes de IA. &nbsp;</p><p>É justamente um segmento em que a evolução pode ser especialmente interessante. Catálogos, características de produtos, preços, disponibilidade e outras informações já fazem parte da experiência digital e podem, no futuro, ser cada vez mais utilizadas por assistentes capazes de ajudar o consumidor a encontrar e comparar opções.&nbsp;</p><p>O mesmo vale para o comércio eletrônico. Segundo o levantamento, apenas 40% dos sites de comércio e marketplaces analisados conseguem apresentar o conteúdo sem depender de scripts, um dos fatores que podem dificultar a leitura automatizada. &nbsp;</p><h4><strong>Uma internet mais preparada para trabalhar junto com a IA</strong>&nbsp;</h4><p>O estudo não significa que os demais sites estejam simplesmente “invisíveis” para a inteligência artificial. A própria Conversion ressalta que a análise mede condições técnicas específicas e não determina se um agente conseguirá ou não realizar uma tarefa em cada página. &nbsp;</p><p>O cenário, portanto, pode ser visto como um ponto de partida.&nbsp;</p><p>A internet já passou pela adaptação aos buscadores, depois incorporou dispositivos móveis, redes sociais, vídeos e novas formas de comércio. Agora, começa a se preparar para uma realidade em que sistemas de inteligência artificial também poderão participar da navegação.&nbsp;</p><p>Para quem desenvolve sites, administra marcas ou cria experiências digitais, o desafio é também uma oportunidade: construir páginas que não apenas sejam encontradas, mas que estejam prontas para fazer parte das novas jornadas digitais.&nbsp;</p><p>A próxima geração da internet ainda está sendo construída, e, pelos números do levantamento, há muito espaço para inovação.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[MAPA REFORÇA INSPEÇÕES APÓS DETECÇÃO DE PRAGA EM CARGA DE CAQUIS]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/mapa-reforca-inspecoes-apos-deteccao-de-praga-em-carga-de</id>
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        <updated>2026-10-06T12:57:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[ESPÉCIE AUSENTE DO BRASIL FOI IDENTIFICADA EM 360 QUILOS DA FRUTA PROCEDENTES DA ESPANHA NO AEROPORTO DE GUARULHOS]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizam inspeções em portos, aeroportos, postos de fronteira e outros pontos de entrada no Brasil, verificando produtos de interesse agropecuário relacionados ao comércio exterior.</p><p>O trabalho ganha destaque após a equipe da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, coletar espécimes suspeitos durante a inspeção de uma carga de 360 quilos de caquis frescos provenientes da Espanha. Análises laboratoriais confirmaram posteriormente que se tratava do inseto <i>Liposcelis decolor</i>.</p><p>A espécie é classificada como Praga Quarentenária Ausente, denominação aplicada a organismos que não estão presentes no território brasileiro e cuja entrada e disseminação devem ser impedidas.</p><h4><strong>Praga foi identificada durante fiscalização em Guarulhos</strong></h4><p>A carga chegou ao Brasil em 19 de setembro. Durante a inspeção, material foi coletado e encaminhado para análise em laboratório credenciado pelo Mapa, que confirmou a presença da <i>Liposcelis decolor</i>.</p><p>Após a identificação, o Ministério determinou a fumigação dos 360 quilos de caquis com brometo de metila, como medida emergencial para eliminar o risco de introdução da praga.</p><p>Depois do tratamento, a carga deverá ser devolvida ao país de origem ou destruída.</p><p>Até esta terça-feira (6), não há informação oficial de que a espécie tenha sido encontrada fora da carga interceptada ou tenha se estabelecido no território brasileiro.</p><h4><strong>O que é a </strong><i><strong>Liposcelis decolor</strong></i></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/liposcelis-decolor.jpg"></figure><p><i>Crédito da imagem: Arquivo</i></p><p>A <i>Liposcelis decolor</i> é um pequeno inseto associado principalmente a produtos armazenados, embalagens e ambientes de armazenamento e transporte. Também pode ser encontrado em restos vegetais, estruturas de armazenagem e contêineres.</p><p>O inseto não é associado à transmissão de doenças para seres humanos. A preocupação das autoridades é fitossanitária e econômica, já que sua eventual introdução no Brasil poderia afetar atividades de pós-colheita, o armazenamento de grãos e outros produtos da indústria de alimentos.</p><p>Espécies do gênero <i>Liposcelis</i> podem ser difíceis de controlar depois de estabelecidas, devido a características como a tolerância a ambientes com baixa umidade e a resistência a determinados inseticidas.</p><p>Por esse motivo, a <i>Liposcelis decolor</i> integra oficialmente a lista brasileira de Pragas Quarentenárias Ausentes, formada por organismos que não estão presentes no país e cuja entrada e disseminação devem ser impedidas.</p><h4><strong>Caso permanece restrito à carga interceptada</strong></h4><p>A interceptação em Guarulhos ocorre dentro do sistema de fiscalização destinado a impedir que organismos ausentes do território brasileiro entrem no país por meio de cargas, bagagens e produtos agropecuários provenientes do exterior.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[POR QUE UMA MÚSICA ANTIGA CONTINUA NA MEMÓRIA MESMO DEPOIS DE ANOS?]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/por-que-uma-musica-antiga-continua-na-memoria-mesmo-depois</id>
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        <updated>2026-10-05T18:18:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Emoção, identidade e características sonoras ajudam a explicar por que algumas canções permanecem tão acessíveis na nossa lembrança]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(0,0,0);">É possível esquecer o que fizemos ontem, perder a lembrança de uma conversa recente e, ainda assim, cantar sem dificuldade uma música que não ouvimos há anos. Algumas canções parecem ficar guardadas em um lugar especialmente resistente da memória, e a ciência tem algumas explicações para isso.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A relação entre música e lembranças pessoais é tão forte que pesquisadores tratam essas recordações como memórias autobiográficas evocadas por música. Elas podem trazer de volta não apenas a melodia, mas também emoções, pessoas, lugares e situações relacionadas à época em que a canção fez parte da vida.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>A adolescência deixa uma marca especial</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A música ouvida durante a adolescência costuma ocupar um espaço privilegiado nessa memória. Uma explicação está no próprio momento de desenvolvimento: essa é uma fase em que a identidade está sendo construída e as experiências ganham um significado pessoal maior.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Uma reportagem da Associação Americana de Psicologia destaca que adultos tendem a lembrar com mais força das músicas que ouviam na adolescência e a manter uma ligação emocional maior com elas. O fenômeno é conhecido como “reminiscence bump”, uma espécie de pico de lembranças autobiográficas que aparece de forma consistente em diferentes faixas etárias e culturas.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Isso ajuda a entender por que uma música pode funcionar como uma verdadeira cápsula do tempo. Basta ouvir alguns segundos para uma pessoa se lembrar de uma época específica da vida.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">&nbsp;</span></p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/cancoes-e-memorias.png"></figure><p><span style="color:rgb(0,0,0);"><i>Canções marcantes podem funcionar como gatilhos para recuperar lembranças pessoais</i>&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>A música não traz apenas a melodia de volta</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Uma pesquisa publicada na PLOS One ajuda a detalhar esse mecanismo. Os pesquisadores analisaram 233 adultos, que indicaram músicas capazes de despertar lembranças pessoais e descreveram as características dessas memórias.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Os resultados mostraram que as características sonoras das músicas estavam relacionadas ao tipo de lembrança recuperada. Canções mais acústicas e menos enérgicas, por exemplo, foram associadas a memórias descritas como mais vívidas, importantes e ligadas a sentimentos como calma, romance e tristeza. Já músicas mais energéticas apareceram relacionadas a lembranças marcadas por animação e diversão.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Ou seja, a música pode funcionar como muito mais do que uma informação armazenada pelo cérebro. Ela pode estar conectada a uma experiência completa.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Por que algumas músicas ficam repetindo na cabeça?</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Existe ainda outro fenômeno conhecido: o “earworm”, quando um trecho musical começa a tocar mentalmente sem que a pessoa tenha decidido lembrá-lo.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Uma revisão que reuniu 47 estudos identificou alguns fatores associados a esse tipo de experiência, entre eles familiaridade, preferência pela música, repetição e características específicas da canção. Os refrões e as letras também aparecem com frequência nesse tipo de lembrança involuntária.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Pesquisas posteriores reforçaram o papel da exposição. Em um experimento com músicas desconhecidas, ouvir determinadas canções repetidamente aumentou a familiaridade percebida e favoreceu a ocorrência de músicas “grudadas” na cabeça no dia seguinte, embora o efeito variasse de acordo com cada música.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>A emoção ajuda a música a permanecer</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Parte da força dessas lembranças está justamente na combinação entre música e emoção. Uma canção associada a uma viagem, a um relacionamento, a uma amizade ou a uma fase importante pode ganhar uma espécie de caminho próprio para ser recuperada.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">Por isso, duas pessoas podem ouvir a mesma música e guardar lembranças completamente diferentes. A canção é igual, mas a experiência associada a ela pertence à história de cada um.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">A ciência ainda investiga exatamente como essas conexões são formadas e recuperadas. O que já está claro é que música, emoção, identidade e memória trabalham de maneira bastante próxima.&nbsp;</span></p><h4><span style="color:rgb(0,0,0);"><strong>Uma música pode ser uma máquina do tempo</strong>&nbsp;</span></h4><p><span style="color:rgb(0,0,0);">É por isso que aquela música que não era ouvida há 15 ou 20 anos pode voltar com uma força surpreendente. Não significa necessariamente que todas as outras lembranças tenham desaparecido: a canção pode ter sido armazenada junto a uma rede de informações emocionais e autobiográficas que facilita o acesso àquele período.&nbsp;</span></p><p><span style="color:rgb(0,0,0);">No fim, talvez seja justamente essa combinação que explique uma das experiências mais curiosas da música: uma canção pode passar anos sem tocar no rádio, mas continuar tocando dentro da nossa memória.&nbsp;</span></p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[USP fica entre as 150 melhores universidades do mundo no ranking THE World]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/usp-fica-entre-as-150-melhores-universidades-do-mundo-no</id>
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        <updated>2026-10-02T18:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[No ano passado, a Universidade de São Paulo estava o grupo entre 201-250]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(13,13,13);">A Universidade de São Paulo (USP) está, pela primeira vez, entre as 150 melhores universidades do mundo, de acordo com o THE World University Ranking 2027, divulgado pela consultoria britânica Times Higher Education. Ao todo, 58 instituições brasileiras foram classificadas no ranking.</span></p><p>A USP ocupa a 141ª posição. No ano anterior, a universidade estava no grupo entre a 201ª e a 250ª colocação. Com o novo resultado, a instituição também aparece como a universidade ibero-americana mais bem classificada.</p><p>O THE World University Ranking é publicado desde 2012 e avalia instituições de ensino superior de diferentes países. Na edição de 2027, foram analisadas 2.297 universidades de 118 países.</p><p>A classificação considera 18 indicadores distribuídos em cinco eixos: ensino, ambiente de pesquisa, qualidade da pesquisa, indústria e internacionalização.</p><p>Em quatro áreas, a USP ficou entre as 100 melhores do mundo: Direito, na 52ª posição; Educação, na 61ª; Medicina e Saúde, na 81ª; e Artes e Humanidades, na 96ª posição.</p><p>Entre as universidades latino-americanas, as instituições brasileiras aparecem nas primeiras posições. Depois da USP, a Universidade Estadual de Campinas ocupa uma posição no grupo entre a 326ª e a 350ª colocação. A Universidade Federal do Rio de Janeiro aparece entre a 601ª e a 650ª posição, enquanto a Universidade Estadual Paulista está no grupo entre a 651ª e a 700ª colocação.</p><p>Pelo 11º ano seguido, o ranking geral é liderado pela Universidade de Oxford. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts aparece na segunda posição. Princeton e Stanford estão empatadas na terceira colocação. Entre as 10 primeiras universidades do ranking, sete são dos Estados Unidos.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[AEROMÓVEL DE GUARULHOS PASSA A OPERAR 20 HORAS POR DIA]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/aeromovel-de-guarulhos-passa-a-operar-20-horas-por-dia</id>
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        <updated>2026-10-01T13:47:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[SISTEMA FUNCIONA DAS 4H À MEIA-NOITE E AMPLIA CONEXÃO ENTRE CPTM E TERMINAIS DO AEROPORTO]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O Aeromóvel do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, passou a operar em jornada ampliada de 20 horas por dia. O sistema automatizado funciona das 4h à meia-noite, conectando a estação Aeroporto-Guarulhos da Linha 13-Jade da CPTM aos terminais de passageiros.</p><p>A ampliação do horário representa uma nova etapa do chamado People Mover, que substitui a necessidade de utilizar ônibus no trecho entre a estação ferroviária e o aeroporto.</p><p>O sistema atende os terminais 1, 2 e 3 de Guarulhos e percorre aproximadamente 2,7 quilômetros. A viagem entre a estação da CPTM e os terminais leva cerca de seis minutos, com veículos automatizados e sem motorista.</p><h4><strong>Operação assistida terá 60 dias</strong></h4><p>Com a ampliação do horário, o Aeromóvel entra em um período de 60 dias de operação assistida. Durante essa etapa, equipes técnicas, fornecedores e a concessionária GRU Airport acompanham o desempenho do sistema em condições reais de uso.</p><p>O monitoramento permite avaliar a regularidade da operação e realizar ajustes pontuais antes da consolidação do funcionamento definitivo.</p><p>Para quem utiliza o transporte público para chegar ao aeroporto, a jornada das 4h à meia-noite amplia consideravelmente o período disponível para realizar todo o percurso utilizando trem e Aeromóvel.</p><p>A conexão também elimina uma etapa que durante anos marcou o acesso ferroviário a Guarulhos. Embora a estação Aeroporto-Guarulhos tenha sido inaugurada em 2018, sua localização afastada dos terminais exigia que os passageiros completassem o trajeto em ônibus.</p><p>Com o People Mover, a Linha 13-Jade passa a contar com uma ligação automatizada diretamente com os três terminais do maior aeroporto do Brasil.</p><p>Informações atualizadas sobre a operação e o traslado entre os terminais podem ser consultadas no site oficial da GRU Airport, <a href="https://www.gru.com.br/pt/passageiro/como-chegar-sair/traslado-interno"><strong>clique aqui</strong></a>.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[CAFÉ ANTES DO TREINO PODE PROLONGAR O DESEMPENHO DURANTE O EXERCÍCIO]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/cafe-antes-do-treino-pode-prolongar-o-desempenho-durante-o</id>
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        <updated>2026-09-29T19:53:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Estudo identificou melhora em exercícios de alta intensidade mesmo horas depois do consumo de cafeína]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Uma xícara de café antes da atividade física pode fazer mais do que ajudar a espantar o sono. Um novo estudo indica que a cafeína consumida antes do exercício pode melhorar o desempenho por várias horas, inclusive em esforços repetidos de alta intensidade.&nbsp;</p><p>A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Tsukuba e da Universidade Feminina de Nara, no Japão, e publicada na revista científica <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise</i>.&nbsp;</p><h4><span style="color:windowtext;"><strong>Efeito não acaba rapidamente</strong>&nbsp;</span></h4><p>Para chegar ao resultado, os pesquisadores acompanharam 12 adultos jovens e saudáveis em dois experimentos. Em uma das situações, os participantes receberam cafeína; na outra, um placebo.&nbsp;</p><p>Cerca de uma hora depois da ingestão, eles começaram uma sequência de exercícios em bicicleta que combinava períodos de intensidade moderada com tiros curtos e intensos.&nbsp;</p><p>Os participantes que receberam cafeína apresentaram maior potência média nos tiros. A diferença permaneceu durante as avaliações realizadas ao longo de três horas e meia.&nbsp;</p><h4><span style="color:windowtext;"><strong>Menos esforço também foi relatado</strong>&nbsp;</span></h4><p>Além de aumentar a potência em alguns momentos do exercício, a cafeína esteve associada a uma menor percepção de esforço e de dor muscular nas pernas.&nbsp;</p><p>Segundo os pesquisadores, a potência média nos tiros apresentou ganhos modestos, entre 0,5% e 2,4%, enquanto a potência máxima chegou a aumentar até 3,7% em determinadas etapas do teste.&nbsp;</p><p>Os efeitos foram observados com uma dose de 5,5 miligramas de cafeína por quilo de peso corporal, quantidade utilizada especificamente no experimento. Isso não significa que a mesma dose seja adequada para todas as pessoas.&nbsp;</p><h4><span style="color:windowtext;"><strong>Resultado não vale para qualquer treino</strong>&nbsp;</span></h4><p>Os próprios pesquisadores destacam que o estudo avaliou um tipo específico de exercício, com esforços rápidos e repetidos. Por isso, os resultados não permitem afirmar que o café terá o mesmo efeito em qualquer modalidade ou para qualquer pessoa.&nbsp;</p><p>A pesquisa também envolveu apenas 12 participantes, o que reforça a necessidade de estudos maiores para entender melhor como a cafeína influencia diferentes tipos de atividade física.&nbsp;</p><p>Ainda assim, o trabalho acrescenta evidências de que os efeitos da cafeína sobre o desempenho podem permanecer por mais tempo do que o período imediatamente após o consumo.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[AVIÕES VOLTAM A OPERAR APÓS INSTABILIDADE NA RECEPÇÃO DE GPS]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/avioes-voltam-a-operar-apos-instabilidade-na-recepcao-de-gps</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/avioes-voltam-a-operar-apos-instabilidade-na-recepcao-de-gps"/>
        <updated>2026-09-24T10:56:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[PROBLEMA TEVE REPERCUSSÃO INTERNACIONAL E AFETOU MAIS DE 8 MIL PASSAGEIROS DA AZUL NO BRASIL]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>As operações aéreas começaram a voltar à normalidade nesta quinta-feira (24) depois que uma instabilidade na recepção de sinais de GPS por determinadas aeronaves provocou atrasos e cancelamentos em diferentes países e teve fortes reflexos no Brasil.</p><p>De acordo com reportagens, a Azul informou que mais de 80 voos foram cancelados e mais de 8 mil passageiros afetados após o problema atingir sua frota de Embraer E2 na terça-feira (22) e na quarta-feira (23). Aeroportos como Viracopos, Confins, Brasília, Congonhas e Recife sentiram os efeitos da alteração da malha.</p><p>Nesta quinta-feira, porém, o cenário é diferente. Os E2 da companhia voltaram a operar e não há, até o início desta manhã, registro de uma nova paralisação semelhante à observada na terça-feira. No Recife, por exemplo, os voos foram normalizados após os cancelamentos dos últimos dias.</p><p>Apesar da retomada das operações, uma pergunta importante permanece sem resposta: o que provocou a instabilidade?</p><h4><strong>Não foi uma queda mundial do GPS</strong></h4><p>Embora as primeiras informações tenham utilizado a expressão "instabilidade global no sistema de GPS", as evidências disponíveis não apontam para uma interrupção generalizada da rede de satélites utilizada em todo o mundo.</p><p>A Honeywell Aerospace, fabricante dos equipamentos instalados nas aeronaves afetadas, informou estar investigando um problema relacionado especificamente à recepção dos sinais de GPS por aviões em diferentes partes do mundo.</p><p>A Embraer também confirmou ter recebido relatos envolvendo determinados tipos de aeronaves, incluindo sua família E2, e afirmou estar trabalhando com operadores e com o fabricante dos equipamentos para solucionar a ocorrência.</p><p>Até a manhã desta quinta-feira, Honeywell e Embraer ainda não haviam divulgado publicamente uma atualização sobre a falha técnica.</p><p>As informações disponíveis apontam, portanto, menos para uma pane dos próprios satélites e mais para um problema envolvendo a recepção ou utilização dos sinais por determinados equipamentos instalados nas aeronaves.</p><h4><strong>Por que a Azul foi tão afetada?</strong></h4><p>Aparentemente, a dimensão do problema no Brasil está diretamente relacionada à composição da frota da companhia.</p><p>A Azul é uma das principais operadoras do Embraer E195-E2 e utiliza o modelo intensamente em sua malha nacional. Na terça-feira, 43 aeronaves chegaram a permanecer sem decolar, segundo levantamento publicado pela <i>Folha de S.Paulo</i>.</p><p>Por volta das 19h daquele dia, dados de rastreamento mostravam que nenhum E195-E2 da companhia estava no ar. A interrupção mais severa durou aproximadamente três horas antes do início da retomada.</p><p>O efeito rapidamente se espalhou pela malha. Quando uma aeronave deixa de cumprir um trecho, também não chega ao aeroporto de onde realizaria o próximo voo, afetando conexões, passageiros, tripulações e operações subsequentes.</p><p>Em Confins, foram registrados 30 cancelamentos na terça-feira e outros quatro na quarta.</p><p>Em Viracopos, principal centro de conexões da Azul, os transtornos se somaram a outro problema independente: uma falha elétrica ocorrida anteriormente no terminal.</p><h4><strong>O problema também apareceu fora do Brasil</strong></h4><p>A Honeywell confirmou que o problema relacionado à recepção de sinais foi identificado em aeronaves em diferentes partes do mundo.</p><p>O comportamento, entretanto, não foi uniforme. Enquanto a frota E195-E2 da Azul chegou a ficar praticamente parada, aviões do mesmo modelo de outros operadores continuaram voando em outras regiões.</p><p>Entender por que algumas aeronaves e operadores foram mais afetados que outros é uma das questões que ainda precisam ser esclarecidas pela apuração.</p><h4><strong>Por que o GPS dos carros continuou funcionando?</strong></h4><p>O episódio também provocou uma dúvida: se houve um problema com GPS em diferentes países, por que celulares e automóveis aparentemente continuaram funcionando?</p><p>A explicação está na diferença entre o sinal transmitido pelos satélites e os equipamentos responsáveis por recebê-lo e utilizá-lo.</p><p>Um automóvel emprega o GPS principalmente para determinar sua localização e orientar uma rota. Smartphones ainda podem combinar esses dados com redes móveis, Wi-Fi e outros sensores.</p><p>Em uma aeronave comercial, a informação entra em um sistema de navegação muito mais complexo. Os aviônicos precisam determinar a posição e também avaliar a integridade e a confiabilidade dos dados antes de utilizá-los em determinadas operações.</p><p>Até o momento, não há indicação de que o episódio desta semana tenha provocado uma falha generalizada em sistemas GPS de automóveis ou smartphones.</p><p>Isso reforça uma distinção importante: o sinal dos satélites pode continuar disponível enquanto um determinado equipamento apresenta dificuldade para recebê-lo, interpretá-lo ou utilizá-lo adequadamente.</p><h4><strong>Os aviões não ficaram sem navegação</strong></h4><p>A Embraer esclareceu que a ocorrência não comprometeu a segurança dos voos. Segundo a fabricante, a frota E2 dispõe de outros sistemas e procedimentos de navegação que permitem uma operação segura mesmo diante de instabilidade no GPS.</p><p>Isso não significa que os voos possam continuar normalmente em qualquer circunstância. Na aviação comercial, determinados procedimentos dependem de equipamentos e informações que precisam cumprir requisitos específicos de disponibilidade e confiabilidade.</p><p>Por isso, uma anomalia pode provocar restrições operacionais, atrasos ou cancelamentos mesmo quando a aeronave continua dispondo de outros meios para navegar com segurança.</p><h4><strong>O que ainda falta descobrir</strong></h4><p>A principal questão agora é determinar por que determinados equipamentos apresentaram dificuldades na recepção do GPS praticamente no mesmo período e em diferentes lugares do mundo.</p><p>Honeywell e Embraer continuam trabalhando para identificar a origem do problema.</p><h4><strong>Operação melhora, investigação continua</strong></h4><p>O cenário desta quinta-feira é, portanto, dividido em duas partes.</p><p>Operacionalmente, a fase mais crítica parece ter passado. Os Embraer E2 da Azul voltaram aos céus e os cancelamentos residuais registrados na quarta-feira diminuíram. Dados de rastreamento desta quinta mostram aeronaves E195-E2 da companhia novamente programadas para realizar diferentes trechos da malha brasileira.</p><p>Tecnicamente, o caso permanece aberto. Ainda falta descobrir o que fez determinados equipamentos apresentarem instabilidade na recepção dos sinais e por que os efeitos foram tão diferentes entre operadores.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[FALHA ELÉTRICA CAUSA FILAS E ATRASOS EM VIRACOPOS]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/falha-eletrica-causa-filas-e-atrasos-em-viracopos</id>
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        <updated>2026-09-22T12:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[PROBLEMA INTERNO ATINGIU SISTEMAS DE CHECK-IN E EMBARQUE NESTA TERÇA-FEIRA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Uma falha elétrica no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, provocou longas filas e atrasos em voos na manhã desta terça-feira (22).</p><p>Segundo a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos e reportagens locais, o problema começou por volta das 3h10 em uma das subestações internas que abastecem o saguão de check-in. Equipamentos de raio-X, painéis de informação e outros sistemas do terminal foram afetados.</p><p>Passageiros conseguiram embarcar, mas em ritmo mais lento. A pista de pousos e decolagens, o pátio de aeronaves e as vias de acesso ao aeroporto não foram afetados.</p><p>A CPFL Paulista informou que sua rede elétrica na região opera normalmente e que a ocorrência teve origem nas instalações internas do aeroporto.</p><p>Dados do Flightradar24 consultados pelo g1 indicavam, às 8h56, 16 voos cancelados e 36 atrasados. Ainda não há confirmação, porém, de que todas essas alterações estejam relacionadas à falha elétrica, e Viracopos ainda contabilizava o impacto sobre as operações.</p><p>A Azul, que concentra grande parte dos voos em Viracopos, e a Latam informaram que apuram os reflexos da ocorrência. A Gol afirmou que seu único voo previsto para a manhã foi realizado.</p><p>A operação segue em processo de normalização. Passageiros com viagens programadas devem consultar diretamente suas companhias aéreas antes de seguir para o aeroporto.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[CONGONHAS PODERÁ OPERAR APÓS AS 23H EM SITUAÇÕES DE CLIMA SEVERO]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/congonhas-podera-operar-apos-as-23h-em-situacoes-de-clima</id>
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        <updated>2026-09-10T09:08:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[DECISÃO DA ANAC NÃO ALTERA O HORÁRIO REGULAR DO AEROPORTO; MEDIDA VALE PARA CONTINGÊNCIAS]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, poderá ter operações estendidas para depois das 23h em situações excepcionais. A medida foi aprovada pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e busca reduzir cancelamentos e os efeitos provocados por grandes interrupções na malha aérea.</p><p>A mudança não significa que Congonhas passará a operar regularmente durante a madrugada. O horário normal permanece das 6h às 23h, e as companhias não poderão programar novos voos comerciais fora desse período com base na flexibilização.</p><h4><strong>Quando Congonhas poderá operar depois das 23h?</strong></h4><p>A extensão poderá ocorrer diante de uma contingência sistêmica, como condições meteorológicas severas ou outros eventos atípicos capazes de afetar significativamente as operações.</p><p>Nesses casos, a medida permitirá concluir, de forma parcial ou integral, voos que já estavam programados e foram prejudicados pela ocorrência. A intenção é evitar que atrasos e cancelamentos em Congonhas provoquem um efeito em cadeia sobre a malha aérea, inclusive no dia seguinte.</p><p>A possibilidade de estender excepcionalmente as operações já era utilizada anteriormente. Segundo a administradora do aeroporto, houve cinco episódios em 2025 e dois em 2026. A decisão da Anac busca estabelecer maior clareza regulatória para esse procedimento.</p><p>Os critérios operacionais para a aplicação da medida deverão ser definidos entre os órgãos e empresas envolvidos. Assim, a extensão do funcionamento não será automática e dependerá da situação enfrentada pelo aeroporto.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[JOCKEY: NOVA GESTÃO, AUDITORIA E CPI MARCAM NOVA FASE DO CASO]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/jockey-nova-gestao-auditoria-e-cpi-marcam-nova-fase-do</id>
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        <updated>2026-09-07T09:51:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[INVESTIGAÇÃO AVANÇA SOBRE RECURSOS DE RESTAURO E POTENCIAL CONSTRUTIVO ENQUANTO ADMINISTRAÇÃO DO CLUBE TENTA SUPERAR CRISE FINANCEIRA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A disputa em torno do Jockey Club de São Paulo ganhou novos capítulos. Depois de meses marcados por dívidas tributárias, discussões sobre o futuro do Hipódromo de Cidade Jardim, tentativa de recuperação judicial e pela possibilidade de transformar a área em um parque público, as atenções agora estão concentradas também na prestação de contas de recursos destinados ao patrimônio histórico.</p><p>Nas últimas semanas, a CPI do Jockey Club, instalada na Câmara Municipal de São Paulo, avançou sobre operações de Transferência do Direito de Construir (TDC), enquanto representantes da atual administração do clube reconheceram problemas na prestação de contas anterior, informaram a realização de uma auditoria e disseram estar conversando com a Prefeitura para tentar superar o passivo da instituição.</p><p>O caso, portanto, continua longe de uma conclusão.</p><h4><strong>Operações com potencial construtivo entram novamente no foco</strong></h4><p>A atualização mais recente ocorreu em 1º de setembro, quando a CPI ouviu representantes da Nova Paulista Empreendimentos Imobiliários.</p><p>A comissão investiga, entre outros pontos, a regularidade fiscal e imobiliária do Jockey, a gestão de débitos tributários e possíveis irregularidades envolvendo a transferência de potencial construtivo.</p><p>Em depoimento, o engenheiro e sócio-administrador Renato Mauro afirmou que a empresa realizou duas operações envolvendo aproximadamente 26 mil metros quadrados de potencial construtivo, por cerca de R$ 15 milhões.</p><p>Segundo o depoente, os pagamentos foram feitos ao Jockey Club, com participação de um corretor na negociação.</p><p>Os vereadores solicitaram documentos complementares para aprofundar a análise das operações. Durante a própria reunião, integrantes da CPI ressaltaram que a empresa não estava sendo considerada responsável por irregularidades apenas por ter adquirido o potencial construtivo.</p><p>A TDC é um instrumento urbanístico que permite ao proprietário de determinados imóveis transferir para outro empreendimento o potencial de construção que não pode utilizar em seu próprio terreno. No caso de imóveis protegidos, como o Jockey, os recursos podem estar vinculados à preservação do patrimônio.</p><h4><strong>Presidente interino e ex-presidente não compareceram</strong></h4><p>A reunião também previa os depoimentos de Vicente Renato Paolillo, atual presidente interino do Jockey Club, e Benjamin Steinbruch, ex-presidente da instituição e integrante de seu Conselho de Administração.</p><p>Os dois, entretanto, não compareceram à reunião, segundo a Câmara Municipal.</p><p>As ausências se somam a dificuldades enfrentadas pela CPI para ouvir alguns dos convidados e intimados. Em 18 de agosto, nenhum dos depoentes previstos compareceu, e os vereadores aprovaram novas medidas para tentar garantir oitivas consideradas importantes para a investigação.</p><h4><strong>Nova administração reconhece problemas na prestação de contas</strong></h4><p>Outro capítulo importante aconteceu em 25 de agosto.</p><p>Fabrício Antônio Guidorzi Buffolo, integrante do atual Conselho de Administração do Jockey, compareceu à CPI e adotou um discurso de distanciamento em relação à administração anterior.</p><p>Durante o depoimento, Buffolo afirmou que a primeira prestação de contas encaminhada pelo clube apresentou problemas ao misturar informações relacionadas a recursos da Lei Rouanet com valores associados à Transferência do Direito de Construir.</p><p>Segundo o conselheiro, uma segunda prestação de contas já foi enviada à Prefeitura.</p><p>Ele informou ainda que existe uma auditoria em andamento e que a atual gestão mantém conversas com o governo municipal na tentativa de encontrar uma saída para o passivo acumulado pelo clube.</p><p>A mudança de administração adicionou, assim, um elemento novo ao caso: enquanto a CPI tenta reconstruir operações e prestações de contas realizadas ao longo dos últimos anos, os atuais dirigentes procuram demonstrar disposição para revisar procedimentos anteriores e colaborar com as investigações.</p><h4><strong>Mais de R$ 60 milhões sob análise</strong></h4><p>Um dos pontos centrais da CPI está na utilização dos recursos destinados à preservação do conjunto histórico do Jockey.</p><p>Em março, representantes do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) foram ouvidos pelos vereadores sobre uma prestação de contas relacionada a aproximadamente R$ 61,3 milhões destinados ao restauro.</p><p>Segundo os técnicos ouvidos pela comissão, o material apresentado pelo clube continha despesas que não teriam relação direta com as obras previstas, incluindo itens de custeio cotidiano.</p><p>A análise começou depois que o DPH rejeitou, em outubro de 2025, a prestação de contas apresentada pelo Jockey.</p><p>O processo foi encaminhado à Controladoria Geral do Município, que passou a analisar a documentação. Também há acompanhamento pelo Conpresp, responsável pela preservação do patrimônio histórico municipal.</p><p>A CPI ainda não apresentou relatório final. Os questionamentos, documentos e declarações reunidos durante as oitivas fazem parte de uma investigação em andamento e não significam, por si só, comprovação definitiva de desvio ou responsabilidade individual.</p><h4><strong>Empresas responsáveis por obras também foram ouvidas</strong></h4><p>Ao longo de 2026, a comissão ampliou a investigação para empresas que mantiveram contratos relacionados às obras de preservação.</p><p>Em junho, representantes da Construtora Biapó, da Elysium Sociedade Cultural e da Partifib Projetos Imobiliários prestaram depoimentos.</p><p>A Biapó informou ter executado três contratos que, somados, alcançaram aproximadamente R$ 5,3 milhões. A empresa também manifestou disposição para participar de uma inspeção técnica nas áreas onde os serviços teriam sido realizados.</p><p>Representantes da Partifib disseram que a empresa participou de operações envolvendo cerca de R$ 17 milhões em TDCs, enquanto a Elysium apresentou esclarecimentos relacionados a projetos financiados por incentivos culturais.</p><p>Outra operação investigada envolve a BPG AV Mofarrej Empreendimentos e Participações. Em maio, um representante da companhia prestou esclarecimentos sobre um contrato de aproximadamente R$ 23,44 milhões, envolvendo a aquisição e cessão de potencial construtivo correspondente a uma área superior a 45 mil metros quadrados.</p><p>A intenção da CPI é cruzar contratos, pagamentos, notas fiscais, fontes de financiamento e serviços executados para compreender como os recursos foram aplicados.</p><h4><strong>Recuperação judicial sofreu derrota no TJ-SP</strong></h4><p>Paralelamente à investigação legislativa, o Jockey sofreu um importante revés no Judiciário.</p><p>Em abril, a 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou o pedido de recuperação judicial da instituição.</p><p>A questão central não foi o tamanho das dívidas, mas a natureza jurídica do clube.</p><p>O Jockey está constituído como uma associação civil sem fins lucrativos. Para os desembargadores, a Lei de Recuperação Judicial e Falências é destinada a empresários e sociedades empresárias e não pode ser estendida ao clube por analogia.</p><p>O tribunal também considerou que associações civis possuem outro regime jurídico para situações de insolvência.</p><p>A decisão retirou do Jockey um instrumento que vinha sendo utilizado na tentativa de reorganizar suas obrigações, mas não determinou o encerramento das atividades do clube nem o fechamento imediato do hipódromo.</p><h4><strong>As corridas de cavalos não foram proibidas definitivamente</strong></h4><p>Outro episódio importante dessa história aconteceu em 2024.</p><p>A Prefeitura sancionou naquele ano a Lei Municipal nº 18.147, que proibia atividades esportivas com animais associadas à emissão de apostas na cidade. A medida atingia diretamente o funcionamento do turfe no Jockey.</p><p>A legislação, entretanto, foi questionada judicialmente.</p><p>Em 2025, o Órgão Especial do TJ-SP declarou a lei inconstitucional por unanimidade. O entendimento foi de que cabe à União legislar sobre apostas, sorteios e loterias.</p><p>Com isso, a proibição municipal deixou de representar o encerramento das corridas.</p><p>Em setembro de 2026, o Jockey continua mantendo programação turfística. Portanto, não é correto afirmar neste momento que as atividades hípicas tenham sido definitivamente encerradas.</p><h4><strong>E o parque público?</strong></h4><p>Enquanto CPI e Justiça avançam em outras frentes, permanece aberta uma das discussões de maior interesse para a cidade: o que fazer com a área de aproximadamente 600 mil metros quadrados ocupada pelo Jockey?</p><p>O Projeto de Lei 505/2025, apresentado pelos vereadores João Jorge e Fabio Riva, autoriza o Executivo municipal a declarar o imóvel de utilidade pública para fins de desapropriação e implantação de um parque.</p><p>O assunto foi debatido em audiência pública em maio de 2025.</p><p>Na ocasião, representantes da Prefeitura demonstraram interesse em ampliar o uso público da área, enquanto dirigentes, funcionários e frequentadores do Jockey defenderam a permanência da instituição.</p><p>Também existe uma disputa importante sobre os números.</p><p>Representantes do município e vereadores favoráveis à proposta citaram uma dívida tributária superior a R$ 800 milhões, principalmente relacionada a IPTU e ISS. O Jockey contesta parte relevante dessas cobranças judicialmente e argumenta que os valores não podem ser tratados como uma dívida líquida e definitivamente reconhecida.</p><p>Durante o debate legislativo também foi mencionado um valor de aproximadamente R$ 95 milhões para a área em uma avaliação relacionada à possível desapropriação, número igualmente contestado pelo clube.</p><p>Até esta segunda-feira, entretanto, não existe decisão definitiva que transforme o Jockey em parque municipal nem desapropriação concluída.</p><p>A proposta continua sendo uma possibilidade para o futuro do terreno.</p><h4><strong>Um patrimônio que também está no centro da discussão</strong></h4><p>Independentemente do destino da instituição, há outro elemento que precisa ser preservado: sua importância histórica.</p><p>O conjunto do Hipódromo de Cidade Jardim possui proteção patrimonial estadual e municipal. Arquibancadas, edificações, elementos artísticos, antigas cocheiras e partes da configuração espacial do complexo fazem parte desse patrimônio.</p><p>É justamente essa condição que permitiu operações de transferência de potencial construtivo destinadas a financiar obras de conservação e que, agora, também está no centro das investigações sobre prestação de contas.</p><p>O desafio passa a ser duplo: esclarecer como os recursos foram utilizados e encontrar um modelo capaz de garantir a conservação desse patrimônio no futuro.</p><h4><strong>O que pode acelerar uma eventual desapropriação?</strong></h4><p>A conclusão da CPI do Jockey pode aumentar a pressão política sobre o futuro do terreno, principalmente se o relatório final apontar problemas relevantes na gestão financeira ou patrimonial. A comissão, porém, não tem poder para desapropriar a área.</p><p>Para que a transformação em parque avance de fato, será necessária uma decisão do poder público, com etapas que incluem a declaração de utilidade pública, avaliação do imóvel e definição da indenização. Um acordo entre Prefeitura e Jockey poderia encurtar consideravelmente esse caminho. Sem consenso, a disputa pode seguir para a Justiça, inclusive com discussão sobre o valor do terreno e das dívidas tributárias.</p><p>Por isso, apesar da pressão política e das investigações em andamento, a criação de um parque não é consequência automática da CPI nem da situação financeira do clube. Entre a proposta e a abertura dos portões de um futuro parque existe um processo jurídico, financeiro e administrativo que ainda pode ser longo.</p><h4><strong>Entenda o caso Jockey</strong></h4><p>A crise do Jockey Club de São Paulo se intensificou nos últimos anos com o crescimento das disputas tributárias envolvendo a Prefeitura. O município passou a cobrar um passivo que, segundo representantes do poder público, supera R$ 800 milhões, principalmente em IPTU e ISS. O clube contesta parte relevante desses valores na Justiça.</p><p>O caso ganhou uma nova dimensão com a instalação da CPI, no final de 2025. Desde então, vereadores investigam dívidas, operações envolvendo potencial construtivo e a prestação de contas de recursos destinados à preservação do patrimônio.</p><p>Agora, com uma nova administração, auditoria em andamento e novas operações financeiras sendo analisadas pela CPI, o caso entra em outra etapa. O Jockey continua funcionando, as corridas permanecem em atividade e o futuro do Hipódromo de Cidade Jardim segue indefinido.</p><p>&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[Anatel anuncia novas regras para sistemas anti-spam de operadoras de telefonia]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/anatel-anuncia-novas-regras-para-sistemas-anti-spam-de-operadoras-de</id>
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        <updated>2026-08-28T16:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Medida estabelece critérios para o bloqueio de chamadas consideradas abusivas]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu novas regras para os sistemas anti-spam utilizados pelas operadoras de telefonia. A medida estabelece critérios para identificar e bloquear ligações consideradas abusivas, com o objetivo de evitar a interrupção de chamadas legítimas.</p><p>Pelas novas regras, os sistemas deverão considerar fatores como a quantidade e a duração das ligações. As operadoras terão de respeitar os princípios da proporcionalidade e da não discriminação ao decidir quais números ou chamadas serão bloqueados.</p><p>Os recursos deverão ser oferecidos gratuitamente e ativados por padrão para os clientes. As operadoras terão de informar previamente os consumidores sobre a ativação e explicar como as ferramentas funcionam. Também deverá ser oferecida a possibilidade de desativação.</p><p>Números utilizados por serviços essenciais e de utilidade pública, como órgãos de saúde, segurança, defesa civil e bombeiros, não poderão ser bloqueados pelos sistemas anti-spam.</p><p>As operadoras deverão disponibilizar canais de atendimento para titulares de linhas bloqueadas solicitarem informações sobre a restrição ou pedirem a liberação dos números. As empresas terão 10 dez dias para responder às solicitações.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[Eclipse lunar parcial deve encobrir 96% da Lua na madrugada desta sexta (28)]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/eclipse-lunar-parcial-deve-encobrir-96-da-lua-na-madrugada</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/eclipse-lunar-parcial-deve-encobrir-96-da-lua-na-madrugada"/>
        <updated>2026-08-27T18:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Fenômeno poderá ser observado a olho nu de todo o Brasil e terá transmissão do Observatório Nacional]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:rgb(13,13,13);">Um eclipse lunar quase total poderá ser observado em todo o Brasil entre a noite desta quinta-feira (27) e a madrugada de sexta (28). O fenômeno será do tipo parcial, mas 96,2% do disco da Lua ficará encoberto, </span>fazendo com que o evento se aproxime visualmente de um eclipse total.</p><p><span style="color:rgb(13,13,13);">O eclipse ocorre quando a Lua entra na sombra projetada pela Terra. Essa sombra possui duas partes: a penumbra, mais clara, e a umbra, a região mais escura. </span>Será possível acompanhar todas as fases do fenômeno, desde que as condições do tempo permitam a observação da Lua.&nbsp;</p><p>No horário de Brasília, o eclipse penumbral começará às 22h24 desta quinta (27) e chegará ao fim às 4h02 de sexta (28). A fase parcial, quando será atingido o maior obscurecimento, terá início às 23h34 e terminará às 2h52, com o auge à 1h13.&nbsp;</p><p><strong>Observação&nbsp;</strong></p><p>O eclipse lunar poderá ser observado sem nenhum equipamento ou cuidado especial. Segundo a astrônoma do Observatório Nacional, Dra. Josina Oliveira do Nascimento, basta olhar e contemplar o fenômeno. Diferentemente de um eclipse solar, não há necessidade de filtros para proteger a visão.</p><p>Depois desta oportunidade, as próximas ocorrências serão menos expressivas para quem observa do Brasil. Em 2027, haverá dois eclipses lunares, mas ambos serão penumbrais, com diferença de brilho quase imperceptível a olho nu. Em 2028, um eclipse parcial será visível em todo o país na noite de 11 para 12 de janeiro, mas apenas 2,4% da Lua ficará obscurecida. Já um eclipse lunar total, com o disco lunar avermelhado e visível em todo o Brasil, está previsto para a noite de 25 para 26 de junho de 2029.</p><p>O eclipse desta quinta-feira (27) será transmitido pelo <a href="https://www.gov.br/observatorio/pt-br/assuntos/noticias/eclipse-quase-total-da-lua-na-noite-de-27-de-agosto-sera-visivel-no-brasil-ao-contrario-do-eclipse-solar-no-comeco-do-mes"><strong>Observatório Nacional </strong></a>a partir das 23h, com acompanhamento da astrônoma Dra. Josina Oliveira do Nascimento.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[SÃO PAULO ENFRENTA SURTO DE SARAMPO E CASOS DE FEBRE DO NILO OCIDENTAL]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/sao-paulo-enfrenta-surto-de-sarampo-e-casos-de-febre</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/sao-paulo-enfrenta-surto-de-sarampo-e-casos-de-febre"/>
        <updated>2026-08-27T14:40:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[ESTADO CHEGA A 26 INFECÇÕES POR SARAMPO E CONFIRMA OS DOIS PRIMEIROS REGISTROS HUMANOS DA DOENÇA TRANSMITIDA PELO PERNILONGO]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>São Paulo enfrenta dois alertas de saúde ao mesmo tempo, mas de dimensões diferentes. Enquanto o surto de sarampo já reúne 26 casos confirmados, o estado também investiga os dois primeiros registros humanos de Febre do Nilo Ocidental em seu território.</p><p>No caso da Febre do Nilo, as confirmações ainda são consideradas isoladas e não há indicação de surto ou transmissão disseminada da doença em São Paulo.</p><h4><strong>Surto de sarampo chega a 26 casos</strong></h4><p>O número de casos confirmados de sarampo em São Paulo subiu para 26 nesta quinta-feira (27). Desse total, 23 pacientes vivem na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos.</p><p>Os três registros mais recentes ocorreram na cidade de São Paulo e envolvem duas crianças com menos de um ano, um menino e uma menina, além de uma mulher na faixa dos 30 anos. Nenhum dos três tinha histórico de vacinação. Considerando todos os pacientes diagnosticados no estado, 19 não estavam vacinados ou apresentavam esquema incompleto.</p><p>Dois casos foram classificados como importados e os demais estão relacionados à entrada do vírus no país. Isso significa que o atual surto não representa, até agora, o retorno da circulação endêmica do sarampo no Brasil.</p><p>A vacinação contra o sarampo foi ampliada para pessoas de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A mobilização segue até 1º de setembro e inclui moradores, trabalhadores e pessoas que estejam de passagem por essas cidades.</p><p>Bebês entre 6 e 11 meses devem receber a chamada “dose zero”, que oferece uma proteção adicional, mas não substitui as doses previstas no calendário infantil aos 12 e 15 meses.</p><p>Dados preliminares indicam que a cobertura paulista está em 89,35% para a primeira dose e 74,64% para a segunda, abaixo da meta de 95%. Febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas pelo corpo estão entre os principais sintomas da doença.</p><h4><strong>Principais sintomas do sarampo</strong></h4><ul><li><strong>Febre alta;</strong></li><li><strong>Manchas vermelhas pelo corpo</strong>, que geralmente começam no rosto e se espalham;</li><li><strong>Tosse;</strong></li><li><strong>Coriza;</strong></li><li><strong>Conjuntivite;</strong></li><li><strong>Mal-estar;</strong></li><li>Pequenas manchas brancas no interior da boca, conhecidas como <strong>manchas de Koplik</strong>.</li></ul><h4><strong>Febre do Nilo aparece pela primeira vez em humanos no estado</strong></h4><p>O outro alerta envolve os dois primeiros casos humanos de Febre do Nilo Ocidental em São Paulo.</p><p>Uma mulher de 34 anos, moradora de Ribeirão Preto e com histórico recente de viagem à região amazônica, já está recuperada. O segundo caso é de uma adolescente de 18 anos, residente em São José do Rio Preto, que permanece internada.</p><p>Os diagnósticos foram confirmados pelo Instituto Adolfo Lutz. As autoridades ainda investigam onde cada paciente foi infectada, portanto não é possível afirmar que os dois contágios tenham ocorrido dentro do estado.</p><p>A doença é transmitida principalmente pelo mosquito Culex, o pernilongo comum, depois que o inseto entra em contato com aves infectadas. Não há transmissão direta entre pessoas nas situações habituais.</p><p>A maioria das infecções não provoca sintomas. Cerca de 20% dos pacientes podem apresentar febre, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e manchas na pele. Aproximadamente uma em cada 150 pessoas infectadas desenvolve complicações neurológicas graves, como meningite, encefalite ou paralisia.</p><p>Não existe vacina nem antiviral específico para humanos. A prevenção depende do uso de repelentes, telas em portas e janelas, roupas que reduzam a exposição da pele e da eliminação de possíveis criadouros de mosquitos.</p><h4><strong>Principais sintomas da Febre do Nilo Ocidental</strong></h4><p>Cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas. Quando eles aparecem, os mais comuns são:</p><ul><li><strong>Febre;</strong></li><li><strong>Dor de cabeça;</strong></li><li><strong>Dores no corpo e nas articulações;</strong></li><li><strong>Cansaço;</strong></li><li><strong>Náuseas e vômitos;</strong></li><li><strong>Diarreia;</strong></li><li><strong>Manchas na pele</strong>.</li></ul><p>Nos casos mais graves, quando a infecção atinge o sistema nervoso, podem ocorrer:</p><ul><li><strong>Febre alta;</strong></li><li><strong>Rigidez no pescoço;</strong></li><li><strong>Desorientação;</strong></li><li><strong>Tremores e convulsões;</strong></li><li><strong>Fraqueza muscular;</strong></li><li><strong>Paralisia</strong>.</li></ul><h4><strong>Como está a situação no Brasil</strong></h4><p>O Brasil mantém o certificado de país livre da circulação endêmica do sarampo, recuperado em novembro de 2024. Isso não impede o aparecimento de casos importados ou de pequenas cadeias de transmissão relacionadas a viagens internacionais.</p><p>O balanço nacional mais recente disponível no Ministério da Saúde, publicado em 13 de agosto, contabilizava 24 casos de sarampo em 2026, sendo 21 acompanhados em São Paulo. Desde então, o total paulista aumentou para 26 e uma nova consolidação nacional ainda é aguardada.</p><p>Quanto à Febre do Nilo Ocidental no Brasil, são quatro casos confirmados neste ano: dois em São Paulo e dois em Santa Catarina. Uma mulher de 77 anos morreu em Santa Catarina após ser diagnosticada com a infecção, embora as autoridades ainda investiguem se a doença foi a causa direta do óbito. Um caso provável também está em análise no Piauí.</p><p>Os dois alertas exigem respostas diferentes. Para o sarampo, a principal barreira continua sendo a vacinação. Para a Febre do Nilo Ocidental, o foco está na vigilância epidemiológica e na proteção contra os mosquitos.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Ranking reúne as melhores universidades do mundo em 2026]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/ranking-reune-as-melhores-universidades-do-mundo-em-2026</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/ranking-reune-as-melhores-universidades-do-mundo-em-2026"/>
        <updated>2026-08-24T16:30:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Instituições americanas ocupam oito das 10 primeiras posições do ARWU]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Os Estados Unidos mantêm o domínio do <a href="Ranking reúne as melhores universidades do mundo em 2026"><strong>Ranking Acadêmico das Universidades Mundiais (ARWU)</strong></a> em 2026: oito das 10 primeiras colocadas são instituições americanas. A Universidade de Harvard, a Universidade de Stanford e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) compõem o pódio.&nbsp;</p><p>O Reino Unido se destaca com a Universidade de Cambridge na quarta posição e a Universidade de Oxford em sétimo lugar. O levantamento é elaborado pela ShanghaiRanking Consultancy e avalia mais de 2,5 mil instituições, com as mil melhores incluídas na classificação publicada.</p><p>O desempenho dos Estados Unidos também é expressivo nas faixas seguintes. O país reúne 37 instituições entre as 100 melhores do mundo. Apesar da predominância americana nas primeiras posições, a publicação aponta um crescimento da participação asiática. A China conta com 16 universidades no top 100.</p><p>O Brasil aparece com 14 instituições na lista. Entre as 150 primeiras, a Universidade de São Paulo (USP) é a brasileira mais bem colocada, à frente das demais instituições latino-americanas.&nbsp;</p><p><strong>Critérios avaliados</strong></p><p>Pubicado desde 2003, o ARWU utiliza seis indicadores para elaborar a classificação. Entre eles estão ex-alunos e professores vencedores de Prêmios Nobel e Medalhas Fields, pesquisadores altamente citados, produção científica nas revistas Nature e Science e artigos indexados nas bases Science Citation Index Expanded e Social Sciences Citation Index.&nbsp;</p><p><strong>As 10 melhores universidades do mundo, segundo o ARWU:</strong></p><p>1. Universidade de Harvard (EUA)<br>2. Universidade de Stanford (EUA)<br>3. Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA)<br>4. Universidade de Cambridge (Reino Unido)<br>5. Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA)<br>6. Universidade de Princeton (EUA)<br>7. Universidade de Oxford (Reino Unido)<br>8. Universidade de Columbia (EUA)<br>9. Universidade de Chicago (EUA)<br>10. Instituto de Tecnologia da Califórnia (Estados Unidos)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Redação</name>
        </author>
        <category label="Cotidiano" term="cotidiano"/>
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