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    <title>Antena 1 Notícias - Música</title>
    <updated>2026-11-02T22:53:33.000Z</updated>
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        <name>Redação Antena 1</name>
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    <subtitle>Todas as notícias da categoria Música publicadas recentemente na página da Antena 1</subtitle>
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        <title type="html"><![CDATA[Resultados da Apple superaram expectativas de Wall Street graças às fortes vendas do iPhone]]></title>
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        <updated>2026-11-02T22:53:33.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Resultados da Apple superaram expectativas de Wall Street graças às fortes vendas do iPhone]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Stephen Nellis</p><p>San Francisco, 2 Nov (Reuters) - A Apple divulgou ​na segunda-feira resultados que superaram as expectativas de Wall Street, impulsionados pela demanda antecipada por sua linha de iPhone 18 Pro e pelos aumentos de preço que ajudaram a compensar o impacto do aumento nos custos dos chips de memória.</p><p>A Apple informou que as vendas do quarto trimestre fiscal totalizaram US$114,48 bilhões, acima das estimativas dos analistas de US$113,39 bilhões, de acordo com dados da LSEG. O lucro no quarto trimestre foi de US$2,10 por ação, acima das estimativas dos analistas de US$1,99 por ação, mesmo excluindo 5 centavos por ação provenientes de restituições de tarifas.</p><p>Os resultados surgem em um momento em que a Apple experimenta uma série de novidades sob ⁠o comando do ⁠novo presidente-executivo John Ternus, que assumiu o cargo ​em setembro. ‌Após quase duas décadas lançando a maioria de seus novos iPhones a cada outono, a Apple está este ano espaçando esses lançamentos, com os modelos iPhone Pro e Duo sendo lançados este ano e outros modelos de iPhone previstos para o próximo ano.</p><p>A Apple também lançou uma série de ⁠novos produtos que não são iPhones neste trimestre de compras de fim de ano, incluindo ​seus primeiros laptops com tela sensível ao toque e seu primeiro hub para casa inteligente. O ritmo ​constante de lançamentos, segundo analistas, tem como objetivo suavizar o ‌ciclo anual de receita da ​Apple, ⁠que por décadas apresentou um enorme boom nas vendas de novos iPhones no trimestre de fim de ano, que perdia força no final do verão, à medida que os consumidores passavam a antecipar os novos modelos.</p><p>Nas últimas semanas, a ​Apple tem lidado com relatos de clientes sobre telas rachadas no iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da empresa, que esgotou em poucas horas nas lojas online e gerou filas nas lojas da Apple no mês passado.</p><p>RESTRIÇÕES DE FORNECIMENTO DO IPHONE DUO</p><p>Em entrevista à Reuters, Ternus disse que “uma porcentagem muito pequena” das unidades do ​iPhone Duo havia sido devolvida devido a problemas com a tela e que a Apple está substituindo-as. Ele afirmou que, de modo geral, a empresa não consegue atender à demanda pelos aparelhos, sem um prazo definido para quando a Apple conseguirá recuperar o atraso.</p><p>“O Duo está com restrições de oferta até o momento”, disse Ternus. “A expansão da produção está indo bem, e estamos trabalhando duro para levá-lo ao maior número possível de clientes o mais rápido possível, mas, neste momento, não somos capazes de prever quando a oferta e a demanda estarão ​em equilíbrio.”</p><p>A Apple informou que as vendas do iPhone no quarto trimestre, que incluíram os modelos iPhone 18 Pro, ‌mas não as vendas do Duo, totalizaram US$57,58 ⁠bilhões, acima das estimativas dos analistas de US$56,54 bilhões, de acordo com dados da LSEG.</p><p>A mudança de estratégia ocorre em um momento em que a Apple enfrenta dificuldades decorrentes de um aumento repentino nos preços ⁠dos chips de memória impulsionado pela IA — que o ex-presidente-executivo Tim Cook ⁠comparou a uma enchente que ocorre uma vez ⁠a cada 100 anos —, o ⁠que ​poderia prejudicar o aumento nas margens de lucro que a Apple obtém com a venda de upgrades de armazenamento.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Snap faz acordo com adolescentes em caso sobre depressão e transtornos alimentares]]></title>
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        <updated>2026-11-02T17:59:22.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Snap faz acordo com adolescentes em caso sobre depressão e transtornos alimentares]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Diana Novak Jones</p><p>2 Nov (Reuters) - A Snap Inc. , controladora ​do Snapchat, chegou a um acordo durante um julgamento sobre ações movidas por dois adolescentes que alegam que a empresa projetou a plataforma para causar dependência, levando-os à depressão, ansiedade e distúrbios alimentares, informaram os advogados dos autores nesta segunda-feira.</p><p>A seleção do júri teve início na semana passada para o julgamento, o segundo no tribunal estadual de Los Angeles sobre ações movidas por jovens que afirmam ter se tornado viciados em redes sociais depois que a Snap, a Meta , o TikTok e o YouTube, da Alphabet, projetaram suas plataformas para incentivar o uso compulsivo.</p><p>Os autores da ação já haviam chegado a um acordo com a Meta, o TikTok e o YouTube, da ⁠Alphabet .</p><p>Um porta-voz ⁠da Snap não respondeu imediatamente a um pedido ​de comentário.</p><p>“Nosso ‌objetivo final é responsabilizar essas empresas de redes sociais pelo impacto que suas ações causaram a milhões de crianças em todo o país, e esses acordos nos permitem continuar avançando em direção a esse objetivo”, afirmaram John Morgan e Emily Jeffcott, advogados que representam K.D.B. no julgamento, em um comunicado.</p><p>O ⁠julgamento estava previsto para ser o primeiro da Snap no amplo litígio sobre o impacto ​das redes sociais nos adolescentes, depois que a empresa chegou a um acordo nos outros casos ​que estavam agendados para julgamento. Esperava-se que o diretor executivo da ‌empresa, Evan Spiegel, prestasse depoimento.</p><p>As ​autoras ⁠S.J., uma menina de 16 anos de Illinois, e K.D.B., uma jovem de 18 anos do Mississippi, afirmam que começaram a usar o YouTube já aos 3 anos de idade e as outras plataformas por volta dos 9 anos, ​desenvolvendo hábitos compulsivos que atribuem a recursos como a reprodução automática e a rolagem infinita.</p><p>As empresas rejeitaram as alegações de que suas plataformas foram projetadas para viciar os jovens e afirmam ter tomado medidas para tornar os aplicativos espaços seguros onde os jovens possam se expressar.</p><p>As empresas de mídia social enfrentam milhares de ações ​judiciais em tribunais federais e estaduais movidas por indivíduos, distritos escolares, municípios e outras entidades governamentais, que alegam que as empresas buscaram conscientemente viciar crianças em suas plataformas, contribuindo para uma crise de saúde mental entre os jovens envolvendo ansiedade, depressão e suicídio.</p><p>No primeiro caso a ir a julgamento, que terminou em março, um júri de Los Angeles considerou que a Meta e o YouTube haviam sido negligentes e concedeu a uma jovem US$6 milhões a título de indenização.</p><p>Os dois adolescentes seguintes, cujos casos foram selecionados para julgamento, chegaram a um acordo ​ou desistiram de suas ações contra as empresas.</p><p>O primeiro distrito escolar escolhido para julgamento chegou a um acordo com todas ‌as empresas.</p><p>Em agosto, a Meta fechou acordos no ⁠valor de até US$18 bilhões com quase todos os Estados e territórios dos EUA para resolver ações judiciais movidas por procuradores-gerais em relação aos danos causados pelas plataformas aos adolescentes. Como parte desses acordos, a ⁠empresa concordou em fazer mudanças na forma como o Instagram e o ⁠Facebook funcionam para os adolescentes. O acordo condicionou ⁠US$5 bilhões do pagamento à condição ⁠de ​que os Estados chegassem a acordos semelhantes com o Snap, o TikTok e o YouTube.</p><p>(Reportagem de Diana Novak Jones)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Justiça estende permanência de ator Imran Khan na Índia após pedido de desculpas por protesto, diz mídia]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/justica-estende-permanencia-de-ator-imran-khan-na-india-apos-pedido-de-desculpas-por-protesto-diz-midia</id>
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        <updated>2026-11-02T15:18:58.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Justiça estende permanência de ator Imran Khan na Índia após pedido de desculpas por protesto, diz mídia]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>NOVA DELHI, 2 Nov (Reuters) - Um ​tribunal indiano permitiu que o ator de Bollywood Imran Khan permanecesse no país até o início do próximo mês, depois que ele se desculpou nesta segunda-feira por ter participado de um protesto, segundo a mídia local.</p><p>Sua participação em um protesto havia levado o governo a solicitar que ele deixasse o país por violar as leis de imigração.</p><p>Khan, de 43 anos, é cidadão norte-americano  e foi intimado a ⁠deixar ⁠o país até 28 de ​outubro, ‌após ter sido acusado de participar de protestos em Mumbai contra o chefe eleitoral do país no mês passado.</p><p>Na semana passada, o Tribunal Superior de Bombaim suspendeu a ⁠ordem do governo até 2 de novembro e, nesta segunda-feira, ​prorrogou-a até 7 de dezembro.</p><p>O tribunal afirmou nesta segunda-feira que ​Khan “não tinha o direito de protestar ‌ou participar” de ​protestos, ⁠pois era um estrangeiro de origem indiana e “nem mesmo remotamente afetado” pela revisão das listas eleitorais que desencadeou protestos em todo o ​país, informou o site jurídico LiveLaw.</p><p>O tribunal exigiu um “pedido de desculpas incondicional” de Khan e determinou que ele se comprometesse a não participar mais de tais protestos, informou o LiveLaw.</p><p>O advogado ​de Khan afirmou que ele assumiria esse compromisso imediatamente e também prometeu não incentivar ou instigar outras pessoas a participar de tais protestos, informou o LiveLaw.</p><p>De acordo com a legislação indiana, a participação de estrangeiros em protestos políticos pode ser considerada uma violação das normas de imigração e de vistos.</p><p>O tribunal prorrogou a suspensão da ​ordem governamental até que o Escritório Regional de Registro de Estrangeiros, ‌órgão federal responsável pelo rastreamento ⁠e monitoramento de estrangeiros na Índia, decida o caso após ouvir Khan, informou o LiveLaw.</p><p>Sobrinho do ator Aamir Khan, Imran pertence ⁠a uma proeminente família do cinema. Ele ⁠atuou em vários filmes de ⁠sucesso de Bollywood ⁠entre ​2008 e 2015, antes de se aposentar repentinamente.</p><p>(Reportagem de Hritam Mukherjee)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA['I Play Rocky' narra a história de superação por trás de um clássico do cinema]]></title>
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        <updated>2026-11-02T13:56:17.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA['I Play Rocky' narra a história de superação por trás de um clássico do cinema]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Rollo Ross e Lisa Richwine</p><p>LOS ANGELES, ​2 Nov (Reuters) - O jovem Sylvester Stallone tinha uma exigência inegociável quando tentava vender seu roteiro sobre um boxeador desconhecido chamado Rocky Balboa.</p><p>Stallone escreveu o papel principal para si mesmo. “Eu interpreto o Rocky”, insistiu o então desconhecido ator quando os executivos do estúdio sugeriram uma estrela de Hollywood, como Ryan O’Neal, para o papel principal.</p><p>A luta nos bastidores para levar “Rocky” às telas é o tema de “I Play Rocky”, um novo filme que a Amazon MGM Studios  está lançando nos cinemas na sexta-feira.</p><p>De muitas maneiras, a batalha para produzir o sucesso ⁠de bilheteria ⁠de 1976, “Rocky”, reflete o enredo do ​próprio filme. ‌Conta a história de um azarão que se recusa a desistir de seus sonhos.</p><p>Anthony Ippolito interpreta Stallone, começando na época em que o futuro megastar era um ator sem-teto em dificuldades, procurando trabalho na cidade de Nova York.</p><p>Para se ⁠preparar para o papel, Ippolito procurou por imagens de Stallone daquela época ​e encontrou poucas, além de participações no programa de TV “Kojak” e no filme ​de baixo orçamento “The Lords of Flatbush”.</p><p>“Foi difícil encontrar ‌porque ele ainda não ​era ⁠a estrela que viria a ser”, disse Ippolito.</p><p>Casado e com a esposa grávida, Stallone recusa quantias astronômicas que mudariam sua vida para vender o roteiro de “Rocky” e deixar que outro ator ​assumisse o papel principal. Quando ele finalmente consegue realizar seu desejo de estrelar o filme, ele e os cineastas enfrentam um orçamento apertado e desafios inesperados de produção.</p><p>A atuação de Ippolito funcionou porque ele não tentou simplesmente imitar Stallone, que é conhecido ​por sua voz grave característica e pela fala arrastada causada por um defeito congênito, disse Peter Farrelly, diretor de “I Play Rocky”.</p><p>“Esse cara o encarnou”, disse Farrelly, diretor do filme vencedor do Oscar “Green Book”. “Ele se tornou o Rocky e compreendeu a diferença entre” Stallone e seu personagem.</p><p>O próprio Stallone não se envolveu na produção, mas deu sua aprovação ao roteiro e à escolha de Ippolito para o papel.</p><p>Ele também deu sugestões a AnnaSophia ​Robb, que interpreta Sasha, a primeira esposa de Stallone, que sempre o apoiou. Robb disse ‌que Stallone descreveu Sasha como “um raio de ⁠sol” e afirmou que o casal era como “duas rochas apoiadas uma na outra”.</p><p>Stallone, que se tornou uma das maiores estrelas de Hollywood, elogiou “I Play Rocky” em entrevistas ⁠recentes à mídia. Os produtores do filme organizaram uma ⁠exibição privada para ele e sua atual ⁠esposa, Jennifer Flavin.</p><p>“Eu estava ⁠um ​pouco nervoso em relação à reação dele”, disse Ippolito, “e, felizmente, foi positiva”.</p><p>(Reportagem de Lisa Richwine)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Charles sai sem guarda-chuva em uma tempestade digna de um rei]]></title>
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        <updated>2026-11-02T13:27:43.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Charles sai sem guarda-chuva em uma tempestade digna de um rei]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>SAINT GEORGE, ANTÍGUA E BARBUDA, ​2 Nov (Reuters) - O rei Charles levantou as mãos em sinal de desespero ao ser pego por uma tempestade tropical em Antígua, enquanto sua esposa, a rainha Camilla, se afastou  com o único guarda-chuva disponível.</p><p>A viagem do casal ao Caribe foi marcada pelo debate sobre o papel da Reino Unido no tráfico de escravos, mas foi a imagem do monarca encharcado que ganhou as manchetes ⁠no ⁠domingo.</p><p>Enquanto a chuva caía forte ​sobre Carlos, ‌de 77 anos, ele foi visto gesticulando e se virando para tentar chamar a atenção de alguém que pudesse ajudá-lo, enquanto Camilla estava protegida da chuva torrencial.</p><p>Os ⁠moradores locais que participavam do desfile do dia da ​independência de Antígua e Barbuda não se abalaram, mesmo sendo ​atingidos pela tempestade.</p><p>Charles acabou recebendo um ‌guarda-chuva e foi ​visto ⁠brincando sobre sua experiência com o primeiro-ministro Gaston Browne. “Acho que estou prestes a cultivar agrião no meu terno”, disse ele em um ​vídeo postado na conta da família real no Instagram.</p><p>Não é a primeira vez que a frustração de Charles, famoso por seu temperamento explosivo, é capturada em público.</p><p>Pouco depois de ​se tornar rei, em 2022, em um incidente que viralizou nas redes sociais, ele reagiu de mau humor quando uma caneta derramou tinta em sua mão durante um evento na Irlanda do Norte.</p><p>“Ah, meu Deus, odeio isso”, resmungou ele.</p><p>“Não aguento mais essa porcaria... toda vez”,  continuou ele.</p><p>Desde então, ele tem feito piada de ​si mesmo, brincando em um evento posterior: “Espero que minha caneta funcione. ‌Normalmente, ela não funciona.”</p><p>Ele deve ⁠fazer um discurso para os líderes da Comunidade Britânica na terça-feira. Desde que se tornou rei, ele tem expressado ⁠pesar pelo sofrimento causado pela escravidão, sem ⁠cruzar uma linha que ⁠a Reino Unido ⁠há ​muito resiste a ultrapassar: um pedido de desculpas.</p><p>(Reportagem de Isabel Infantes)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Aventureiro britânico volta para casa após uma jornada de 28 anos ao redor do mundo]]></title>
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        <updated>2026-11-02T13:20:42.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Aventureiro britânico volta para casa após uma jornada de 28 anos ao redor do mundo]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>HULL, INGLATERRA, 2 Nov (Reuters) - Um aventureiro britânico que ​vem percorrendo o mundo a pé há quase três décadas deve concluir sua jornada nesta segunda-feira, encerrando uma viagem de 31.000 milhas na casa onde cresceu.</p><p>Karl Bushby abriu caminho por selvas na América Central, atravessou o gelo entre o Alasca e a Rússia e, no mês passado, atravessou a nado o Canal da Mancha na reta final de uma viagem realizada inteiramente com suas próprias forças.</p><p>Centenas de torcedores entusiasmados receberam o homem de 57 anos na praça de sua cidade natal, Hull, na manhã desta segunda-feira.</p><p>“Depois de 28 anos, não dá para pedir mais do que ⁠isso”, disse ⁠ele à multidão, antes de seguir ​em frente ‌com seus poucos pertences em um carrinho, com um pneu sobressalente — que agora não será necessário — pendurado em cima.</p><p>“Acho que vou encontrar vocês por aí”, acrescentou. Em seguida, dirigiu-se à casa de sua família, onde sua mãe, seu filho de 36 anos e ⁠uma neta de 12 anos o aguardavam.</p><p>Bushby serviu no Regimento de Paraquedistas ​do Exército Britânico quando tinha vinte e poucos anos. Após o fim de seu casamento, ​ele traçou uma linha em um mapa-múndi e partiu, ‌inspirado por seu pai, ​que se ⁠perguntara se seria possível caminhar de Londres até Nova York.</p><p>Carregando uma barraca, algumas centenas de dólares e uma câmera de plástico barata, ele partiu do Chile e seguiu para o norte pelas Américas, ​cruzando do Alasca para a Rússia, Mongólia e China, e voltou pela Europa depois de atravessar a nado o Mar Cáspio.</p><p>“Às vezes, a monotonia é incrível. Você está em desertos e a paisagem não muda por dias ou semanas. Isso pode ser um pouco enlouquecedor. O ​mesmo acontece no Ártico”, disse ele à Reuters no ano passado.</p><p>Inicialmente, ele esperava passar cerca de 10 anos na estrada, mas não havia previsto os obstáculos que enfrentaria, entre eles uma breve prisão no Panamá, ter sido mantido sob a mira de uma arma no México e a detenção pelas autoridades russas por cruzar a fronteira ilegalmente, sem falar nos atrasos causados pela crise financeira de 2008 e pela pandemia de Covid.</p><p>“É assim que se parece uma odisseia no ​século XXI”, disse ele ao jornal The Telegraph. “Metade do tempo é, literalmente, lidar com esses problemas ‌burocráticos e geopolíticos, não apenas com os ⁠obstáculos ambientais. Há momentos em que a solução é simplesmente esperar.”</p><p>Bushby disse à BBC que passou apenas cerca de 15 dos 28 anos caminhando, retornando ao México periodicamente para resolver ⁠questões de vistos, logística e acordos de patrocínio corporativo e ⁠com a mídia.</p><p>Um documentário de longa-metragem sobre sua ⁠jornada está em ⁠produção, ​e Bushby planeja embarcar em uma turnê de palestras pela Inglaterra nas próximas semanas.</p><p>(Reportagem de Temilade Adelaja)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[HARRY STYLES ENCERRA TEMPORADA EM NOVA YORK]]></title>
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        <updated>2026-11-02T10:24:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[CANTOR HOMENAGEOU ELVIS PRESLEY, APARECEU FANTASIADO DE RATO NO HALLOWEEN E CONCLUIU 30 SHOWS NO MADISON SQUARE GARDEN]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Harry Styles encerrou no último sábado, 31 de outubro, sua temporada de apresentações no Madison Square Garden, em Nova York, com uma celebração especial de Halloween. O cantor britânico transformou as duas últimas noites de sua residência artística, intitulada Together, Together, em uma sequência de homenagens musicais, fantasias inusitadas e encontros com celebridades.</p><blockquote class="instagram-media" style="background:#FFF;border-radius:3px;border:0;box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15);margin:1px;max-width:540px;min-width:326px;padding:0;width:calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DfLQt6nljFb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/p/DfLQt6nljFb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading">Ver esse post no Instagram</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p style="text-align:center;"><a href="https://www.instagram.com/p/DfLQt6nljFb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading">Um post compartilhado por @harrystyles</a></p></blockquote><p>As apresentações dos dias 30 e 31 de outubro fizeram parte do Harryween, tradição em que o artista celebra o Halloween com figurinos elaborados e surpresas para os fãs. Desta vez, as escolhas foram de uma homenagem ao Rei do Rock a uma referência bem-humorada a um dos personagens mais conhecidos das ruas de Nova York.</p><h4><strong>Harry Styles revive Elvis Presley no penúltimo show</strong></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/captura-de-tela-2026-11-02-071101.png"></figure><p><i>Crédito da imagem: Instagram</i></p><p>Na sexta-feira, 30 de outubro, Harry Styles surpreendeu os espectadores ao subir ao palco caracterizado como Elvis Presley, reproduzindo um dos visuais mais emblemáticos do cantor americano.</p><p>O figurino incluía um macacão branco com aplicações brilhantes, capa azul e óculos dourados, inspirado nas roupas utilizadas por Elvis durante suas apresentações na década de 1970, especialmente na fase em que seus espetáculos ficaram conhecidos pelos trajes extravagantes e pela grandiosidade da produção.</p><p>A homenagem ganhou um significado especial pela presença de Riley Keough, atriz e neta de Elvis Presley, na plateia. Ela acompanhou o espetáculo ao lado da atriz Zoë Kravitz, acrescentando uma conexão familiar à referência musical escolhida por Styles.</p><p>A apresentação também trouxe uma viagem ao passado do próprio artista. Em outro momento da noite, Harry recriou o visual de sua audição para o programa britânico <i>The X Factor</i>, em 2010, quando tinha apenas 16 anos e ainda não integrava o One Direction.</p><p>Para completar a lembrança, voltou a interpretar "Isn't She Lovely", clássico de Stevie Wonder que havia apresentado naquela audição, responsável por abrir caminho para sua carreira musical.</p><h4><strong>De Elvis a um rato nova-iorquino: a fantasia do último show</strong></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/captura-de-tela-2026-11-02-071313.png"></figure><p><i>Crédito da imagem: Facebook</i></p><p>No sábado, 31 de outubro, Harry Styles deixou de lado o glamour de Elvis Presley e escolheu uma fantasia completamente diferente para sua despedida do Madison Square Garden.</p><p>O cantor apareceu caracterizado como um rato típico de Nova York, acompanhado por uma enorme fatia de pizza, dois símbolos frequentemente associados ao cotidiano e à cultura popular da cidade.</p><p>A escolha fez referência ao chamado <i>pizza rat</i>, expressão que ganhou popularidade na internet em 2015, quando um vídeo mostrando um rato tentando carregar uma fatia de pizza pelas escadas de uma estação do metrô nova-iorquino se tornou viral.</p><p>A imagem acabou se transformando em uma representação bem-humorada da vida urbana de Nova York. Ao recuperar essa referência no Halloween, Styles prestou uma homenagem descontraída à cidade que recebeu sua temporada de apresentações.</p><h4><strong>Homenagem no Madison Square Garden</strong></h4><p>Além da celebração de Halloween, a última apresentação reservou um reconhecimento especial ao cantor britânico.</p><p>Harry Styles recebeu um banner comemorativo entregue pelo jogador Jalen Brunson, do New York Knicks, em homenagem à temporada na arena.</p><p>O momento representou mais um capítulo de sua relação com o Madison Square Garden, tradicional palco de grandes acontecimentos esportivos e musicais dos Estados Unidos.</p><p>O repertório da despedida também contou com uma versão de "Psycho Killer", clássico da banda americana Talking Heads, formada em Nova York na década de 1970.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/CG2InRcF2pM?si=m2Jo2Gw7R9FhVel2</p></figure><p>&nbsp;</p><p>A escolha acrescentou outra referência à história musical da cidade, encerrando a residência com uma combinação de sucessos próprios, homenagens e momentos especiais para os fãs.</p><h4><strong>Uma temporada de 30 shows e mais de 500 mil espectadores</strong></h4><p>Segundo informações divulgadas pela administração da arena, a temporada reuniu mais de 500 mil espectadores, provenientes dos 50 estados americanos e de 79 países.</p><p>Em 2022, o cantor já havia realizado 15 apresentações na mesma arena, durante a turnê <i>Love On Tour</i>.</p><p>Para celebrar a nova temporada, o Madison Square Garden também inaugurou uma exposição com objetos relacionados aos espetáculos, preservando registros da passagem do artista pela arena.</p><p>Com o encerramento da residência em Nova York, Harry Styles concluiu uma das etapas de sua agenda internacional. A turnê tem continuidade prevista para 2027, com apresentações anunciadas em outras 12 cidades.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
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        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Famílias salvadorenhas exigem julgamento justo e lamentam mortes em prisões no Dia dos Mortos]]></title>
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        <updated>2026-11-01T16:20:37.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Famílias salvadorenhas exigem julgamento justo e lamentam mortes em prisões no Dia dos Mortos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Wilfredo Pineda</p><p>SAN SALVADOR, 1 Nov (Reuters) - ​Parentes de pessoas detidas sob o polêmico estado de exceção de El Salvador se reuniram na catedral metropolitana de San Salvador no sábado para deixar oferendas aos detentos que morreram atrás das grades, exigindo justiça.</p><p>Os participantes chegaram carregando flores amarelas e vermelhas, faixas e fotografias de familiares presos. Dentro da catedral da capital, ajoelharam-se em oração ao redor do túmulo do arcebispo Oscar Arnulfo Romero, um santo, e depositaram flores no local.</p><p>Na ⁠escadaria ⁠da catedral, o grupo realizou ​uma manifestação ‌em homenagem aos mortos e em memória dos familiares que ainda estão detidos. Muitos dos presentes não tiveram contato com seus familiares detidos desde a prisão e, em alguns casos, não ⁠sabem se eles ainda estão vivos.</p><p>Natalia Funes, 61, uma agricultora ​de Puerto El Triunfo, na província oriental de Usulután, compareceu na ​esperança de encontrar respostas sobre seu filho ‌preso. Seu filho, ​Oscar Orlando ⁠Rodríguez, foi preso em julho de 2022 e está detido em regime de incomunicabilidade desde então.</p><p>“Sou uma mãe angustiada, uma mãe que nunca viu meu ​filho. Sou uma mãe que nunca viu o rosto dele nem teve notícias dele”, disse Funes.</p><p>O estado de exceção de El Salvador, imposto pelo presidente Nayib Bukele há quatro anos, permitiu que as ​forças de segurança detivessem mais de 90 mil pessoas.</p><p>A Cristosal, uma importante organização de direitos humanos, registrou 454 mortes nas prisões salvadorenhas entre pessoas detidas sob o estado de exceção.</p><p>Muitos parentes daqueles que ainda estão detidos temem que seus entes queridos se tornem mais um número indesejado nessas estatísticas.</p><p>Os manifestantes aproveitaram o Dia dos Mortos, comemorado nos dias 1º e ​2 de novembro em vários países da América Latina, para lembrar aqueles ‌que morreram atrás das grades ⁠e também exigiram julgamentos justos para os detidos que continuam presos.</p><p>Liliana Urias, 44, porta-voz do movimento “Mães pela Liberdade”, disse que algumas integrantes do ⁠movimento perderam um filho, um irmão ou ⁠o pai de seus filhos.</p><p>“Estamos aqui ⁠em memória ⁠de ​todas as pessoas inocentes que morreram sob o estado de exceção”, disse Urias.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[“SUSPICIOUS MINDS” E O RETORNO DE ELVIS PRESLEY AO TOPO]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/suspicious-minds-e-o-retorno-de-elvis-presley-ao-topo</id>
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        <updated>2026-11-01T03:01:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[HÁ 57 ANOS, CLÁSSICO DEVOLVIA O REI DO ROCK AO PRIMEIRO LUGAR DA BILLBOARD APÓS SETE ANOS]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Há 57 anos, Elvis Presley alcançava pela última vez o primeiro lugar da Billboard Hot 100 com uma gravação que se tornaria um dos maiores clássicos de sua carreira. Em 1º de novembro de 1969, “Suspicious Minds” chegava ao topo da principal parada de singles dos Estados Unidos. Era o retorno do Rei do Rock ao sucesso comercial depois de um período de transformações em sua trajetória artística.</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/elvis-presley-suspicious-minds-single-cover.jpg"></figure><p><i>Crédito da imagem: Divulgação</i></p><p>Lançada em agosto daquele ano, a canção combinava elementos do rock, soul e pop em uma interpretação intensa sobre amor, ciúme e desconfiança. O sucesso também representou o reencontro de Elvis com a liderança das paradas norte-americanas, algo que não acontecia desde 1962.</p><p>Mas a história de “Suspicious Minds” começou antes de chegar às mãos de Presley. A composição havia sido gravada originalmente por outro artista e quase ficou de fora do repertório do cantor por causa de uma disputa envolvendo os direitos de publicação da música.</p><h4><strong>O retorno de Elvis Presley ao cenário musical</strong></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/elvis-presley-68-comeback-special.jpg"></figure><p><i>Créditos da imagem: NBC / Getty</i></p><p>No final da década de 1960, Elvis Presley vivia um momento decisivo. Depois de anos dedicados principalmente ao cinema e às trilhas sonoras de seus filmes, o cantor buscava recuperar o protagonismo musical que havia conquistado na década anterior.</p><p>Um dos primeiros passos aconteceu em dezembro de 1968, com a exibição de um especial de televisão produzido pela NBC. Conhecido posteriormente como <i>'68 Comeback Special</i>, o programa mostrou Elvis novamente em contato direto com suas raízes musicais, interpretando clássicos do rock e do blues diante de uma plateia.</p><p>A repercussão abriu caminho para uma nova etapa. Em janeiro de 1969, o artista retornou a Memphis, no Tennessee, para uma série de gravações no American Sound Studio, sob a produção de Chips Moman.</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/elvis-presley-chips-moman.png"></figure><p><i>Crédito da imagem: Arquivo Memphis Music Hall of Fame via The New Yor Times / Sony Music</i></p><p>As sessões resultaram em músicas importantes para a fase final de sua carreira, incluindo “In the Ghetto”, “Kentucky Rain” e “Suspicious Minds”.</p><p>O repertório apresentava um Elvis mais maduro, explorando influências do soul, do country e do rhythm and blues, sem abandonar a identidade que o havia transformado em um fenômeno internacional.</p><h4><strong>Os Memphis Boys e o som que marcou o retorno de Elvis</strong></h4><p>A renovação musical de Elvis Presley em 1969 teve a participação decisiva dos Memphis Boys, grupo de instrumentistas que integrava a banda de estúdio do American Sound Studio.</p><p>A formação reunia músicos experientes, como o guitarrista Reggie Young, os baixistas Tommy Cogbill e Mike Leech, o baterista Gene Chrisman, o pianista Bobby Wood e o organista Bobby Emmons, todos destacados na foto principal da matéria.</p><p>Conhecidos pela versatilidade, os Memphis Boys haviam participado de gravações de artistas como Dusty Springfield, Neil Diamond e B.J. Thomas, desenvolvendo uma sonoridade que combinava elementos do soul, country, blues e rock.</p><p>Foi essa experiência que contribuiu para dar uma nova identidade às sessões de Elvis em Memphis. As gravações no American Sound Studio valorizaram a expressividade vocal característica do cantor, combinada com arranjos construídos a partir da interação e da sintonia musical entre os instrumentistas.</p><p>Em “Suspicious Minds”, a base instrumental dos Memphis Boys ajudou a criar a tensão e a intensidade que acompanham a interpretação de Presley. O resultado foi uma gravação que preservou a força vocal do artista, incorporando a riqueza musical da produção de Chips Moman.</p><h4><strong>A música que outro artista gravou primeiro</strong></h4><p>“Suspicious Minds” foi composta pelo músico norte-americano Mark James, que também lançou a primeira gravação da canção em 1968.</p><p>Na época, James trabalhava com o produtor Chips Moman e buscava espaço no mercado musical. A composição surgiu a partir de experiências pessoais envolvendo sentimentos conflitantes e a dificuldade de manter um relacionamento diante de inseguranças e desconfianças.</p><p>A primeira versão, entretanto, não alcançou sucesso comercial.</p><p>Quando Elvis chegou ao American Sound Studio, em janeiro de 1969, Moman apresentou a gravação de Mark James ao cantor, que demonstrou interesse imediato pela música.</p><p>Segundo relatos do próprio produtor, Presley ouviu a composição repetidas vezes e decidiu incorporá-la às sessões.</p><p>A gravação foi realizada em 22 de janeiro de 1969.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/WrMGGouem3c?si=Ql3byAIxgO89sF2L</p></figure><p>&nbsp;</p><h4><strong>Uma disputa que quase impediu o lançamento</strong></h4><p>Apesar do entusiasmo de Elvis, “Suspicious Minds” enfrentou um obstáculo nos bastidores.</p><p>Naquele período, era comum que representantes comerciais ligados ao cantor negociassem participações nos direitos editoriais das músicas escolhidas para gravação.</p><p>No caso de “Suspicious Minds”, o produtor se recusou a ceder parte desses direitos, provocando um impasse com integrantes da equipe empresarial de Presley.</p><p>A divergência chegou a ameaçar a continuidade do trabalho. No entanto, Elvis apoiou a gravação, permitindo que a música fosse concluída sem que Moman precisasse abrir mão de sua participação editorial.</p><p>A decisão seria fundamental para um dos maiores sucessos comerciais daquela fase da carreira do cantor.</p><h4><strong>O curioso efeito sonoro de “Suspicious Minds”</strong></h4><p>Uma das características mais marcantes da gravação é o momento em que a música começa a desaparecer gradualmente, dando a impressão de que está terminando, antes de retornar com força total.</p><p>O recurso, conhecido como <i>fade-out</i> seguido de <i>fade-in</i>, foi incorporado à versão comercial da canção durante a finalização da produção.</p><p>A ideia estava relacionada à maneira como Elvis apresentava a música nos palcos de Las Vegas, criando uma pausa dramática antes de surpreender o público com a retomada da interpretação.</p><p>O efeito foi acrescentado durante trabalhos posteriores de produção.</p><p>Embora a intervenção também tenha provocado divergências com Chips Moman e a banda que participou da gravação original, o resultado se tornou uma das características mais reconhecíveis do sucesso.</p><h4><strong>1º de novembro de 1969: a última liderança de Elvis</strong></h4><p>O single foi lançado oficialmente em 26 de agosto de 1969, pela RCA Victor, quando Elvis já havia retomado suas apresentações ao vivo em Las Vegas.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/MT3P7p-WNSY?si=BfY8MQNjk9fm_v38</p></figure><p>&nbsp;</p><p>A música avançou rapidamente nas paradas de sucesso e, na edição da Billboard datada de 1º de novembro de 1969, alcançou o primeiro lugar da Hot 100.</p><p>Foi sua sétima e última liderança na Billboard Hot 100. Considerando também as paradas norte-americanas anteriores à existência da Hot 100, Elvis já havia acumulado diversos outros primeiros lugares ao longo da década de 1950.</p><p>“Suspicious Minds” permaneceu uma semana na liderança.</p><p>No Reino Unido, a canção chegou à segunda posição da parada oficial de singles.</p><h4><strong>O legado de um clássico</strong></h4><p>Embora nunca mais tenha alcançado o primeiro lugar da Billboard Hot 100, Elvis Presley continuou produzindo sucessos importantes durante a década de 1970.</p><p>Ao longo das décadas seguintes, a composição também recebeu novas interpretações, incluindo a gravação do grupo britânico Fine Young Cannibals, lançada em 1985, que apresentou a canção a uma nova geração de ouvintes.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/13iMsGNUHFo?si=rcTGMc4XgmSqw7jr</p></figure><p>&nbsp;</p><p>Em 2010, “Suspicious Minds” ganhou uma nova versão no projeto “Viva Elvis”, inspirado no espetáculo do Cirque du Soleil apresentado em Las Vegas. A releitura preservou os vocais originais de Elvis Presley, combinando-os com novos arranjos e instrumentação contemporânea. Produzida sob a direção musical de Erich van Tourneau, a gravação foi escolhida como primeiro single do álbum <i>Viva Elvis – The Album</i>, lançado em novembro daquele ano, e apresentou o clássico de 1969 a uma nova geração de ouvintes.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/e-NDXtDUcGQ?si=et_mJdWJ1A-FWCDf</p></figure><p>&nbsp;</p><p>Em 2026, 57 anos depois, “Suspicious Minds” continua sendo lembrada não apenas por sua melodia e pela interpretação marcante de Elvis Presley, mas também por representar um momento de renovação na carreira de um dos artistas mais influentes da música popular. O clássico também faz parte da programação da Antena 1, especialmente nas edições do programa “Clássicos da Antena 1”, apresentado de segunda a sexta-feira, às 11h, 15h e 20h.</p>]]></content>
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            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
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        <title type="html"><![CDATA[Após roubo no Louvre e uma série de furtos, museus menores da Europa estão em alerta]]></title>
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        <updated>2026-10-31T17:45:20.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Após roubo no Louvre e uma série de furtos, museus menores da Europa estão em alerta]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Giselda Vagnoni e Gabriel Stargardter e Javi West Larrañaga e Jemima  Denham</p><p>PARMA, ITÁLIA, 31 Out (Reuters) - Dois homens usando lanternas ​de cabeça entraram por uma janela do museu Fondazione Magnani Rocca, perto de Parma, na noite de 22 de março, e, com toda a calma, retiraram das paredes obras de arte de Cézanne, Renoir e Matisse.</p><p>Em três minutos, eles entregaram as obras, avaliadas em cerca de 9 milhões de euros, a um cúmplice e fugiram. No portão principal do museu, um quarto homem acionou um extintor de incêndio quando o alarme soou, distraindo o zelador.</p><p>“Tudo o que poderia dar errado, deu”, disse Stefano Roffi, diretor da fundação privada que administra o museu.</p><p>O assalto foi um de uma série de roubos a museus na França, Itália e Espanha desde o roubo do ano passado no Louvre, em Paris, o que aumenta a preocupação de que os criminosos estejam cada vez mais visando instituições menores, com menos recursos para proteger coleções valiosas.</p><p>“É aqui que vemos o ‘efeito Louvre’”, disse Marc Balcells, pesquisador de Barcelona especializado em crimes contra o patrimônio cultural. “Se o Louvre foi tão fácil de roubar, imagine um museu minúsculo em uma área rural ou em uma cidade menor.”</p><p>Obras de Antonello da Messina desapareceram de um museu em sua cidade natal, na Sicília, em agosto, enquanto duas pinturas de Renoir foram roubadas de Cagnes-sur-Mer, na Riviera Francesa, no mês seguinte.</p><p>Na Espanha, ladrões roubaram centenas de moedas de ouro históricas de museus em Badajoz e Albacete e levaram um Treasury da Idade do Bronze em Villena, perto de Alicante.</p><p>Uma pesquisa de 2024 realizada pelo Ministério da Cultura da França ⁠revelou que apenas uma em cada quatro instituições culturais ⁠possuía um plano de emergência e prevenção de riscos, enquanto quase metade não contava com ​vigilância por vídeo.</p><p>QUANDO O ‌ALARME DISPARA</p><p>Um relatório do Parlamento francês divulgado em maio afirmou que os museus careciam de recursos e preparação para proteger adequadamente obras de arte e artefatos.</p><p>Na Itália, o desafio é ampliado pela forma como o patrimônio cultural do país está espalhado por centenas de cidades e instituições, um legado de séculos de domínio fragmentado.</p><p>“É também isso que torna nosso sistema único: as obras permanecem nos locais onde foram criadas”, disse Antonella Pinna, presidente do comitê italiano do Conselho Internacional de Museus. “Mas precisamos dificultar a vida dos criminosos.”</p><p>O conselho trabalhou com o Ministério da Cultura da Itália e os Carabinieri nas diretrizes de segurança para museus publicadas em 2015, mas Pinna disse que a ⁠tecnologia por si só não é suficiente.</p><p>“Se um alarme disparar, alguém precisa garantir que seja verificado”, disse ela.</p><p>Em uma rua estreita na cidade toscana de Sansepolcro, o museu municipal ​exibe quatro obras do mestre renascentista Piero della Francesca, nascido a poucos passos dali no século XV.</p><p>O roubo no Louvre “nos afetou profundamente porque o patrimônio cultural é fundamental para a identidade de Sansepolcro. É a nossa ​alma”, disse a vereadora de Cultura, Francesca Mercati, à Reuters.</p><p>Após o assalto ao Louvre, agentes da unidade de proteção do patrimônio cultural dos ‌Carabinieri recomendaram mais câmeras, maior tempo de retenção das imagens ​de CFTV ⁠e controles mais rigorosos sobre bolsas e roupas volumosas.</p><p>“Implementamos imediatamente essas recomendações”, disse Mercati.</p><p>REDE DE PROTEÇÃO</p><p>A magnitude do desafio é assustadora.</p><p>A Itália possui mais de 4.400 museus e instituições semelhantes, segundo a agência nacional de estatísticas ISTAT. A Espanha conta com cerca de 1.500 museus, enquanto a França possui mais de 1.200 instituições com a designação oficial “Musées de France”, além de centenas de coleções menores.</p><p>Proteger uma rede tão ampla é particularmente difícil para instituições menores que dependem de financiamento local.</p><p>Florence Imbert, consultora de segurança para instituições ​culturais sediada em Paris, afirmou que 85% dos pequenos museus franceses são administrados por autoridades locais com recursos financeiros limitados.</p><p>“O orçamento é fundamental para vencer a guerra”, disse ela.</p><p>O Ministério da Cultura da França anunciou, em julho, um plano de segurança de 33 pontos, apoiado por 30 milhões de euros ao longo de três anos para museus locais.</p><p>Números recentes sugerem que a preocupação é justificada. A brigada de arte dos Carabinieri registrou 17 roubos em museus e galerias italianas em 2025, um aumento em relação aos 14 registrados no ano anterior.</p><p>A Europol afirmou, em um relatório de agosto, que os roubos em museus estavam se tornando mais violentos e cada vez mais voltados para metais preciosos, pedras preciosas e outros artefatos de alto valor.</p><p>GANHO RÁPIDO?</p><p>Ao ​contrário do ouro ou das joias, que podem ser desmontados ou derretidos, uma pintura famosa é difícil de transformar em dinheiro rápido.</p><p>Obras célebres, como as de Renoir, raramente podem ser vendidas abertamente, disse Pinna. Em vez disso, é mais provável que obras de arte roubadas sejam escondidas, usadas como moeda de troca em tentativas de resgate ou oferecidas em transações particulares.</p><p>Mesmo quando as obras são recuperadas, os museus podem arcar com custos significativos relacionados a investigações, esforços de recuperação e reforço da segurança.</p><p>Os roubos recentes também reacenderam o debate sobre seguros.</p><p>A maioria dos grandes museus apoiados pelo Estado na Europa Ocidental conta com esquemas de indenização governamentais em vez de cobertura comercial, mas algumas instituições começaram a reavaliar os riscos, disse Filippo Guerrini-Maraldi, especialista em seguros de patrimônio privado e obras de arte na corretora Howden Specialty.</p><p>“E, pela primeira vez, na verdade, em meus 40 anos de carreira, vejo o roubo de obras de arte se tornando um risco cada vez mais grave. Sempre foi um risco menor”, disse ele.</p><p>As seguradoras também estão recorrendo à tecnologia. A Beazley está explorando como a inteligência artificial pode ser usada para analisar imagens de CFTV a fim de identificar comportamentos suspeitos em museus e galerias, ajudando ​a equipe de segurança a detectar ameaças mais rapidamente, disse a subscritora de seguros de obras de arte Dishni Mahendran.</p><p>SEGURANÇA X ACESSO</p><p>Para diretores de museus e autoridades culturais, o desafio é como reforçar a segurança sem isolar as coleções das comunidades locais ou ‌prejudicar a experiência dos visitantes.</p><p>“No fim das contas, os museus devem continuar de fácil acesso”, disse Imbert. “As ⁠pessoas devem poder entrar sem precisar passar por 50 verificações de segurança.”</p><p>Julien Volper, conservador do Museu da África, na Bélgica, disse que tesouros particularmente vulneráveis só devem ser exibidos quando houver medidas de segurança adequadas em vigor.</p><p>“Não estou dizendo que essa seja a solução definitiva, mas parece melhor do que exibir réplicas”, disse ele. “Não estamos na Disneylândia.”</p><p>Em agosto, os Carabinieri recuperaram as três obras de arte roubadas do museu de Parma de uma caixa de papelão escondida em um ⁠apartamento. Cinco cidadãos moldavos foram presos em conexão com o roubo.</p><p>Os investigadores afirmaram que escutas telefônicas indicaram que os suspeitos haviam tentado, sem sucesso, encontrar compradores ⁠na Europa Oriental e na Rússia.</p><p>Desde então, as obras retornaram ao museu no que Roffi chamou de “festa de boas-vindas”.</p><p>“O roubo ⁠provocou uma onda de solidariedade na Itália e ⁠no ​exterior”, disse ele. O museu conta agora com vigilância 24 horas por dia, financiada por um consórcio local de produtores de queijo.</p><p>“O caso não foi visto simplesmente como um roubo a um museu, mas como um ataque à arte enquanto patrimônio cultural compartilhado.”</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[THRILLER: O CLÁSSICO QUE RENASCE A CADA HALLOWEEN]]></title>
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        <updated>2026-10-31T03:01:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[SUCESSO DE MICHAEL JACKSON VOLTA ÀS PARADAS MUSICAIS TODOS OS ANOS COM A CHEGADA DO DIA DAS BRUXAS]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Neste sábado, 31 de outubro, milhões de pessoas ao redor do mundo celebram o Halloween, também conhecido como Dia das Bruxas. E, entre as músicas que tradicionalmente embalam a data, uma continua ocupando um lugar especial: Thriller, de Michael Jackson, lançada originalmente em 1982.</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/michael-jackson-thriller.jpg"></figure><p><i>Foto: Reprodução / Optimum Productions</i></p><p>O clássico mantém sua popularidade e registra um crescimento expressivo de reproduções nas plataformas digitais durante o período. O fenômeno se repete anualmente, levando a canção de volta às paradas musicais e apresentando o sucesso do Rei do Pop a novas gerações.</p><p>Em 2025, por exemplo, <i>Thriller</i> retornou ao Top 10 da Billboard Hot 100, alcançando a décima posição. Na semana de acompanhamento entre 31 de outubro e 6 de novembro, a música acumulou aproximadamente 14 milhões de reproduções em streaming nos Estados Unidos, segundo dados da Luminate divulgados pela Billboard.</p><p>O resultado também garantiu a Michael Jackson um recorde histórico: ele se tornou o primeiro artista a alcançar o Top 10 da principal parada americana em seis décadas diferentes, dos anos 1970 aos anos 2020.</p><h4><strong>De Starlight ao fenômeno Thriller</strong></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/michael-jackson-thriller-album.jpg"></figure><p><i>Crédito da imagem: Divulgação</i></p><p>A história de <i>Thriller</i> começou durante as gravações do álbum homônimo de Michael Jackson, produzido por Quincy Jones e lançado em 30 de novembro de 1982.</p><p>A composição do britânico Rod Temperton, ex-integrante do grupo Heatwave, tinha inicialmente o título <i>Starlight</i> e uma letra bastante diferente daquela que se tornaria mundialmente conhecida.</p><p>Após conversas com Jackson e Quincy Jones, Temperton reformulou a proposta, incorporando elementos de suspense e terror. A nova versão também ganhou a narração do ator Vincent Price, conhecido por seus trabalhos em filmes de terror, que gravou a narração presente na parte final da música.</p><p>O resultado foi uma combinação de pop, funk, efeitos sonoros e referências ao cinema de horror, responsável por transformar <i>Thriller</i> em uma das gravações mais famosas da história da música.</p><h4><strong>O videoclipe que revolucionou a indústria musical</strong></h4><p>Se a canção já apresentava características marcantes, foi seu videoclipe que consolidou definitivamente a associação com o Halloween.</p><p>Lançado em dezembro de 1983, o filme musical de aproximadamente 14 minutos foi dirigido por John Landis, responsável pelo longa <i>Um Lobisomem Americano em Londres</i> (1981), produção que havia impressionado Michael Jackson.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/sOnqjkJTMaA?si=Z1dGGpEI6l3PEABc</p></figure><p>&nbsp;</p><p>Com uma narrativa inspirada no cinema de terror, maquiagem elaborada, efeitos especiais e a participação da atriz Ola Ray, o videoclipe apresentou uma das coreografias mais famosas da cultura pop: Michael Jackson dançando ao lado de um grupo de zumbis.</p><p>A produção também contou com o trabalho do especialista em maquiagem Rick Baker e dos coreógrafos Michael Peters e Michael Jackson, estabelecendo novos padrões para a produção audiovisual na indústria musical.</p><p>O impacto foi tão significativo que, em 2009, <i>Michael Jackson's Thriller</i> se tornou o primeiro videoclipe selecionado para preservação no National Film Registry, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, pelo seu valor cultural, histórico e artístico.</p><h4><strong>Um sucesso que atravessou as telas e ganhou as ruas</strong></h4><p>O impacto de <i>Thriller</i> também contribuiu para o sucesso do álbum de mesmo nome, considerado pelo Guinness World Records o mais vendido da história da música.</p><p>A canção alcançou originalmente a quarta posição da Billboard Hot 100, em 1984, mas sua popularidade acabou ultrapassando os resultados daquele período.</p><p>Atualmente, ao lado de clássicos como <i>Ghostbusters</i>, de Ray Parker Jr., e <i>Monster Mash</i>, de Bobby “Boris” Pickett, <i>Thriller</i> permanece entre as músicas mais associadas ao Halloween.</p><p>A influência do videoclipe também ultrapassou as telas e se transformou em uma tradição nas ruas de Nova York. Desde 2004, o grupo <strong>Thriller NYC</strong> participa da famosa <i>Village Halloween Parade</i>, reunindo dançarinos fantasiados de zumbis que reproduzem a coreografia de Michael Jackson pelas ruas de Manhattan.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/o_bJ40J_GrY?si=lbPly506hjUWuKFX</p></figure><p>&nbsp;</p><p>A apresentação está novamente programada para este sábado, 31 de outubro, durante o tradicional desfile de Halloween pela Sexta Avenida. A iniciativa também encontra paralelo no projeto internacional <i>Thrill the World</i>, que promove apresentações coletivas da coreografia em diferentes países desde 2006.</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/DJaDXWErzDk?si=gm8VPSNuJEtLT55q</p></figure><p>&nbsp;</p><p>A combinação entre música, dança e cinema transformou o sucesso de Michael Jackson em um símbolo permanente do Halloween. Uma tradição que, a cada 31 de outubro, mantém vivo um dos capítulos mais importantes da história do pop, proporcionando diversão para pessoas de todas as idades.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
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        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Um século depois, circo de Budapeste revive ousadas fugas de Houdini]]></title>
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        <updated>2026-10-30T22:34:19.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Um século depois, circo de Budapeste revive ousadas fugas de Houdini]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>BUDAPESTE, 30 Out (Reuters) - Acorrentado, mergulhado ​de cabeça para baixo em um tanque cheio de água e beirando a morte, Harry Houdini volta aos palcos em Budapeste nesta sexta-feira, em uma nova produção circense que homenageia o lendário mestre da fuga um século após sua morte.</p><p>O Circo de Budapeste estreou um espetáculo inspirado nas façanhas mais famosas de Houdini, recriando algumas ⁠das ⁠ousadas fugas que deixaram o ​público ‌pasmo e ajudaram a transformá-lo em uma das primeiras superestrelas do entretenimento mundial.</p><p>Nascido Erik Weisz em uma família judia húngara em 1874, Houdini emigrou ⁠para os Estados Unidos, onde se tornou famoso por ​desafiar fechaduras, correntes e armadilhas aparentemente impossíveis.</p><p>A produção ​de Budapeste não é um relato ‌biográfico de ​sua vida, ⁠mas sim “uma jornada pelas fronteiras entre a vida e a morte, a lembrança e o desapego, e a própria ​natureza do tempo”, afirma o site do Circo.</p><p>O espetáculo imagina Houdini suspenso entre a vida e a morte, com sua esposa implorando a Perséfone, a ​rainha do submundo na mitologia grega, por seu retorno.</p><p>“Quem faz números de fuga está sempre brincando com a morte”, disse o diretor do espetáculo, Laszlo Magacs, à Reuters. “Ele está sempre indo para o outro lado.”</p><p>O espetáculo combina teatro, dança e acrobacia, incluindo uma recriação da famosa fuga ​na água de Houdini em 1912, na qual ele ‌foi baixado de cabeça para ⁠baixo dentro de um tanque com os pés presos em uma trava de madeira.</p><p>“Acho que Houdini foi ⁠o primeiro influenciador do mundo”, disse ⁠Magacs. “Ele era simplesmente um ⁠gênio na ⁠maneira ​como vendia seus números, como se promovia.”</p><p>(Reportagem de Krisztina Fenyo)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[BILLY IDOL RESGATA CLIPE FILMADO NO CASTELO QUE INSPIROU “SWEET SIXTEEN”]]></title>
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        <updated>2026-10-30T17:11:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Gravada na Flórida há quase quatro décadas, versão alternativa nunca havia sido divulgada. O material original passou por restauração e chegou em resolução 4K]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Uma gravação guardada por quase 40 anos ganhou uma nova vida. Billy Idol divulgou uma versão alternativa do videoclipe de “Sweet Sixteen”, registrada em 1987, mas que nunca havia sido apresentada ao público. Diferentemente do vídeo em preto e branco que ficou conhecido na época, o material recuperado foi filmado em cores e mostra o cantor no cenário que inspirou a composição: o Coral Castle, na Flórida, Estados Unidos.&nbsp;</p><p>As imagens foram restauradas a partir da película original, passaram por uma nova montagem e receberam tratamento de cor. O resultado foi disponibilizado em resolução 4K, oferecendo aos fãs uma perspectiva diferente de uma das músicas mais conhecidas do álbum “Whiplash Smile”.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><h4><strong>Confira a versão alternativa de “Sweet Sixteen”:</strong>&nbsp;</h4><figure class="media"><p>Oembed content:https://www.youtube.com/watch?v=n8eVUKIJyZY</p></figure><p>&nbsp;</p><h4><strong>Dois videoclipes foram gravados em 1987</strong>&nbsp;</h4><p>Quando “Sweet Sixteen” foi lançada como single, em 1987, duas versões audiovisuais foram produzidas. A que chegou à televisão e se tornou conhecida pelos fãs foi filmada em preto e branco, com cenas de Billy Idol interpretando a música.&nbsp;</p><p>A outra permaneceu arquivada. Gravada em cores no próprio Coral Castle, ela apresenta o cantor em meio às construções de pedra do local. &nbsp;</p><p>A recuperação foi realizada com participação do UMG Film Archives. O trabalho incluiu uma nova edição, feita plano a plano, além de uma correção de cor que aproveitou a amplitude cromática da película original.&nbsp;</p><h4><strong>A história real por trás da música</strong>&nbsp;</h4><p>O cenário do videoclipe tem uma ligação direta com a inspiração da canção. O Coral Castle foi construído por Edward Leedskalnin, imigrante letão que deixou seu país depois de ser abandonado pela noiva pouco antes do casamento.&nbsp;</p><p>Já na Flórida, ele dedicou quase três décadas à construção do monumento, trabalhando sozinho e esculpindo mais de mil toneladas de pedra. Quando perguntavam sobre o motivo da obra, Leedskalnin dizia que ela era dedicada à sua “Sweet Sixteen”, referência à jovem por quem havia se apaixonado.&nbsp;</p><p>Billy Idol conheceu essa história no início dos anos 1980 e escreveu a música em 1983. A composição foi incluída em “Whiplash Smile”, terceiro álbum solo do cantor, lançado em 1986. A faixa chegou ao público como single no ano seguinte.&nbsp;</p><h4><strong>Resgate coincide com aniversário do álbum</strong>&nbsp;</h4><p>A divulgação do vídeo também acontece em um momento simbólico para a discografia de Billy Idol. “Whiplash Smile” completa 40 anos em 2026 e reúne outras músicas importantes da carreira do artista, como “To Be a Lover” e “Don’t Need a Gun”.&nbsp;</p><p>O lançamento das imagens recuperadas acrescenta um capítulo à história visual do álbum e permite conhecer uma produção que, embora tenha sido realizada na mesma época do clipe mais conhecido, ficou fora do alcance dos fãs durante décadas.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[GUITARRA QUE MARCOU A ESTREIA SOLO DE GEORGE MICHAEL É LEILOADA]]></title>
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        <updated>2026-10-30T16:45:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Instrumento Gretsch apareceu no clipe de “Faith”, em 1987, e foi presenteado pelo cantor à sua assistente pessoal]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Um dos objetos mais reconhecíveis da carreira solo de George Michael encontrou um novo dono. A guitarra tocada pelo cantor no videoclipe de “Faith”, lançado em 1987, foi arrematada por 180 mil euros em um leilão realizado na última quinta-feira, 29 de outubro.&nbsp;&nbsp;</p><p>O instrumento superou a estimativa inicial, que variava entre £60 mil e £120 mil. A venda fez parte de um conjunto de mais de 30 itens ligados à trajetória do artista, reunidos ao longo de duas décadas por Siobhan Bailey, sua antiga assistente pessoal.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/image3a1000003742-glitch2.jpg"></figure><p><i>George Michael com a guitarra Gretsch no videoclipe de “Faith”</i>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><h4><strong>Um presente que acompanhou a história do cantor</strong>&nbsp;</h4><p>A guitarra é uma Gretsch Synchromatic 160, modelo fabricado na década de 1940. Foi com ela que George Michael apareceu no clipe de “Faith”, usando jaqueta de couro e jeans, em uma das imagens mais associadas à música.&nbsp;</p><p>Depois da gravação, o cantor presenteou Siobhan Bailey, que trabalhou ao seu lado por cerca de 20 anos e era considerada uma pessoa de confiança do artista. O instrumento permaneceu com ela até sua morte, em 2014.&nbsp;</p><p>A peça foi o principal destaque do leilão, que reuniu objetos pessoais e registros relacionados à carreira de George Michael e também ao período em que ele integrou o Wham!.&nbsp;</p><h4><strong>Venda foi acompanhada por disputa familiar</strong>&nbsp;</h4><p>A negociação, porém, aconteceu em meio a um desentendimento entre familiares de Siobhan Bailey. Ela morreu enquanto estava em processo de separação do marido, Ian Belcher, mas os dois ainda eram legalmente casados. Como não deixou um testamento, a coleção passou para ele, que decidiu colocá-la à venda.&nbsp;</p><p>O irmão de Siobhan, Gerard Bailey, contestou a realização do leilão. Ele afirmou que a irmã pretendia deixar os objetos para as sobrinhas e os sobrinhos e que estava preparando um testamento antes de morrer. Também criticou o fato de a venda ser anunciada em nome dela, alegando que a família considerava os itens lembranças pessoais que deveriam permanecer entre os parentes.&nbsp;</p><p>A casa de leilões Sworders declarou que não poderia se posicionar sobre uma questão familiar, mas afirmou que, conforme as informações disponíveis, a titularidade legal da coleção não estava em discussão.&nbsp;</p><h4><strong>Outros objetos também foram vendidos</strong>&nbsp;</h4><p>Além da guitarra, o catálogo reuniu discos de ouro e platina, fotografias autografadas, fitas raras, documentos de turnês e materiais relacionados a apresentações importantes da carreira do cantor.&nbsp;</p><p>Entre os itens estava um roteiro de quatro páginas do Live Aid, realizado em 1985, com a programação que incluía a apresentação de George Michael ao lado de Elton John. Também foram oferecidos registros da época do Wham!, incluindo um disco de ouro de “Wake Me Up Before You Go-Go”.&nbsp;</p><p>A coleção inteira movimentou aproximadamente £238 mil em lances, sem considerar as taxas adicionais cobradas dos compradores. A guitarra foi, de longe, o item de maior valor individual.&nbsp;</p><p>George Michael morreu em dezembro de 2016, aos 53 anos. “Faith”, lançada no ano anterior ao videoclipe, tornou-se um dos maiores sucessos de sua carreira e ajudou a estabelecer sua identidade musical e visual como artista solo.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/6Cs3Pvmmv0E?si=vOT7kKxjHWtk1wWx</p></figure>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[FOREIGNER APRESENTA GRAVAÇÕES QUE FICARAM GUARDADAS POR DÉCADAS]]></title>
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        <updated>2026-10-30T16:04:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Projeto lançado nesta sexta-feira traz nova mixagem do disco, versões alternativas e uma apresentação completa registrada durante a turnê original]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O Foreigner abre novamente os arquivos de sua trajetória com um lançamento dedicado a “Head Games”, álbum que chegou às lojas em 1979 e marcou uma fase importante na história da banda. Disponível a partir desta sexta-feira, 30 de outubro, o projeto reúne uma nova mixagem do disco, gravações alternativas e um show completo registrado durante a turnê daquele ano.&nbsp;</p><p>A coleção também recupera material que permaneceu fora dos lançamentos oficiais por décadas. Entre os destaques está “Trouble”, faixa gravada durante as sessões originais e que recebeu uma participação de guitarra de Peter Frampton para chegar ao público. A música já havia sido apresentada anteriormente como uma das novidades do projeto.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://youtu.be/lSAOIZakx0U?si=S1d_vCX57T2ERKU3</p></figure><p>&nbsp;</p><h4><strong>Nova mixagem preserva as dez faixas originais</strong>&nbsp;</h4><p>O álbum lançado em setembro de 1979 foi o terceiro trabalho de estúdio do Foreigner e consolidou o grupo entre os nomes de destaque do rock internacional. O repertório inclui músicas como “Dirty White Boy”, “Love on the Telephone”, “Women” e a faixa-título.&nbsp;</p><p>Para o novo projeto, as dez canções ganharam uma mixagem estéreo preparada em 2026. O trabalho foi supervisionado pelo baixista Jeff Pilson, ao lado de Wyn Davis, colaborador de longa data da banda na produção musical.&nbsp;</p><p>A proposta é apresentar o disco sob uma nova perspectiva sonora, mantendo o repertório que os fãs conhecem e acrescentando materiais que ajudam a entender o processo de criação das gravações.&nbsp;</p><h4><strong>Material de estúdio revela outras versões</strong>&nbsp;</h4><p>Um dos discos da coleção reúne 16 registros entre sobras de estúdio, mixagens preliminares e interpretações alternativas. O conteúdo inclui diferentes versões de músicas que entraram no álbum, além de gravações instrumentais e composições que não haviam sido lançadas oficialmente.&nbsp;</p><p>Entre elas está “Trouble”, registrada em maio de 1979 no Atlantic Studios, em Nova York. A gravação original contou com produção de Roy Thomas Baker e ganhou uma nova guitarra de Peter Frampton para o lançamento atual.&nbsp;</p><p>A lista também apresenta “Zalia”, outra raridade daquele período, além de versões iniciais de “Rev on the Red Line”, “Head Games” e “Dirty White Boy”.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/large/093026-newwaxwedforeignerheadopener1-0.jpg"></figure><p><i>Nova coleção de “Head Games” reúne versões alternativas, gravações de estúdio e um show completo</i>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><h4><strong>Show completo registra a turnê de 1979</strong>&nbsp;</h4><p>Outro destaque é a inclusão de uma apresentação realizada em 27 de outubro de 1979, no Rochester Community War Memorial, em Nova York. O registro reúne 15 músicas e mostra o Foreigner em uma apresentação da turnê que acompanhou o lançamento de “Head Games”.&nbsp;</p><p>O repertório passa por diferentes momentos da carreira do grupo, com faixas como “Cold as Ice”, “Feels Like the First Time”, “Hot Blooded” e “Double Vision”, além das músicas do disco que dá nome ao projeto.&nbsp;</p><p>A coleção é completada por um Blu-ray com mixagem em Dolby Atmos e versões em alta resolução do álbum. O lançamento está disponível em diferentes formatos, incluindo uma caixa com três CDs e Blu-ray, vinil com a nova mixagem e versões digitais.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[CÉLINE DION BATE RECORDE EM PARIS]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/celine-dion-bate-recorde-em-paris</id>
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        <updated>2026-10-30T10:42:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[CANTORA ARRECADA US$ 125,5 MILHÕES EM 16 SHOWS]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O aguardado retorno de Céline Dion aos palcos alcançou uma marca histórica na indústria musical. Depois de mais de seis anos afastada de uma sequência regular de grandes apresentações, a cantora canadense arrecadou US$ 125,5 milhões com 16 shows realizados em Paris, estabelecendo um novo recorde de faturamento médio por apresentação em uma temporada de concertos no mesmo local.</p><blockquote class="instagram-media" style="background:#FFF;border-radius:3px;border:0;box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15);margin:1px;max-width:540px;min-width:326px;padding:0;width:calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/De9vKW-xou7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/reel/De9vKW-xou7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading">Ver esse post no Instagram</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p style="text-align:center;"><a href="https://www.instagram.com/reel/De9vKW-xou7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading">Um post compartilhado por Céline Dion (@celinedion)</a></p></blockquote><p>Os números foram divulgados na quinta-feira (29) pela Billboard, com base nos dados do Billboard Boxscore, sistema que acompanha o desempenho comercial de turnês e espetáculos musicais em todo o mundo. Entre 12 de setembro e 17 de outubro, a artista vendeu aproximadamente 539 mil ingressos para sua temporada na Plenitude Arena, em Nanterre.</p><p>Com uma receita média de US$ 7,8 milhões por apresentação, Céline ultrapassou a marca registrada pelo U2 durante sua temporada na Sphere, em Las Vegas, que havia alcançado aproximadamente US$ 6,1 milhões por show. O resultado estabelece um novo patamar de arrecadação por noite entre as temporadas de apresentações registradas pela publicação.</p><h4><strong>Um retorno marcado pela superação</strong></h4><p>O sucesso comercial representa mais um capítulo importante na trajetória de Céline Dion, que enfrentou dificuldades de saúde nos últimos anos e precisou interromper sua carreira de apresentações ao vivo.</p><p>A turnê anterior havia começado em setembro de 2019, mas foi interrompida em março de 2020, inicialmente em consequência da pandemia. As dificuldades posteriores de saúde prolongaram o afastamento dos grandes espetáculos.</p><p>Durante esse período, Céline compartilhou publicamente seus desafios e os esforços para recuperar as condições necessárias para voltar a cantar. Essa transparência ajudou a fortalecer sua conexão com os fãs, que acompanharam de perto as dificuldades enfrentadas pela artista. Agora, seu retorno aos palcos representa não apenas a retomada de sua carreira, mas também uma importante conquista pessoal e profissional.</p><h4><strong>Céline Dion supera U2 e estabelece nova marca</strong></h4><p>Além da arrecadação, os dados divulgados pela Billboard revelam outro resultado expressivo: a temporada parisiense recebeu, em média, 33,7 mil espectadores por noite.</p><p>O público foi quase o dobro da maior média anteriormente registrada pela revista.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[U2 ANUNCIA SHOW EXCLUSIVO EM LONDRES]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/u2-anuncia-show-exclusivo-em-londres</id>
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        <updated>2026-10-30T10:13:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[BANDA FARÁ APRESENTAÇÃO INTIMISTA PARA A BBC COM CLÁSSICOS DA CARREIRA E MÚSICAS DO NOVO ÁLBUM]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O U2 anunciou uma apresentação especial em Londres, na Inglaterra, para um grupo selecionado de fãs. O show está marcado para a próxima terça-feira, 3 de novembro, e será gravado pela emissora britânica BBC, reunindo grandes sucessos da carreira da banda irlandesa e músicas inéditas de seu novo álbum, Carnaval De Luz, previsto para chegar ao mercado no dia 13.</p><p>O concerto será realizado em um espaço fechado no centro da capital britânica. O endereço permanecerá em segredo até o dia da apresentação, quando será comunicado aos fãs contemplados em um sorteio organizado pela BBC. As inscrições foram encerradas na quinta-feira (29).</p><p>A novidade foi anunciada pela apresentadora Jo Whiley, durante seu programa na BBC Radio 2.</p><h4><strong>Especial será transmitido pela televisão e pelo rádio</strong></h4><p>O concerto faz parte de uma programação especial da BBC dedicada ao U2, que também incluirá entrevistas com os integrantes da banda.</p><p>A apresentação será exibida pela BBC Two no final de novembro, enquanto a BBC Radio 2 e a plataforma BBC Sounds transmitirão o especial no dia 30 de novembro.</p><h4><strong>Novo álbum marca uma fase importante na carreira do U2</strong></h4><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/small/u2-carnaval-de-luz.jpg"></figure><p><i>Crédito da imagem: Divulgação</i>&nbsp;</p><p>O show exclusivo acontece em um momento de intensa atividade para o grupo, que em setembro celebrou 50 anos de formação. Para marcar a data, os integrantes realizaram apresentações surpresa em Dublin, incluindo um retorno à Mount Temple Comprehensive School, escola onde se conheceram em 1976.</p><p>O novo trabalho, Carnaval De Luz, será o 16º álbum de estúdio da banda e o primeiro disco completo de músicas inéditas desde Songs of Experience, lançado em 2017.</p><h4><strong>Turnê mundial de 2027 terá apresentações no Brasil</strong></h4><p>Além do lançamento do álbum, o U2 prepara uma nova turnê mundial para 2027, intitulada The Greatest Show On Earth World Tour, com apresentações na América Latina, Europa e América do Norte.</p><p>A agenda já inclui shows em São Paulo, Cidade do México e Buenos Aires.</p><p>Na Europa, a série de apresentações começará em 26 de abril, em Estocolmo, na Suécia, com passagens previstas por Amsterdã, Berlim, Lisboa, Milão, Paris e Londres. Novas datas para a América do Norte deverão ser anunciadas nas próximas semanas.</p>]]></content>
        <author>
            <name>João Carlos</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/joao-carlos</uri>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Patrick Stewart, ator shakespeariano que se tornou astro de “Star Trek” e “X-Men”, morre aos 86 anos]]></title>
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        <updated>2026-10-29T22:15:07.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Patrick Stewart, ator shakespeariano que se tornou astro de “Star Trek” e “X-Men”, morre aos 86 anos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Will Dunham</p><p>29 Out (Reuters) - Patrick Stewart, que saiu da pobreza na Inglaterra para se tornar um renomado ​ator shakespeariano de teatro e, posteriormente, alcançou o estrelato mundial como o erudito capitão Jean-Luc Picard na série de TV “Star Trek: The Next Generation” e como o telepático professor Charles Xavier nos filmes da série “X-Men”, faleceu aos 86 anos.</p><p>Stewart, nomeado cavaleiro em 2010 pela rainha Elizabeth 2ª por suas contribuições ao teatro, faleceu em sua casa em Los Angeles, de acordo com um comunicado publicado em sua conta no X.</p><p>“Anunciamos com grande pesar o falecimento de sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência com corpos de Lewy”, dizia o comunicado.</p><p>Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960. Mas foi somente depois de ser contratado, aos 47 anos, para “Star Trek: The Next Generation” — série de TV exibida de 1987 a 1994 como sequência da série original “Star Trek” da década de 1960 — que ele alcançou fama popular, continuando a atuar além dos 80 anos.</p><p>“Faça”, dizia frequentemente seu personagem Picard, instruindo um subordinado a cumprir uma ordem, ou, às vezes, recorrendo ao bordão semelhante, em inglês, “Engage”.</p><p>Era um papel que ele havia hesitado em aceitar depois que seu amigo de longa ⁠data e colega shakespeariano Ian McKellen o ⁠aconselhou a recusar “Star Trek” e permanecer no teatro. Stewart acabou aceitando o papel ​e se tornou tanto ‌um favorito dos fãs quanto uma parte indispensável de uma lucrativa franquia de ficção científica, interpretando Picard não apenas em 176 episódios ao longo de sete temporadas daquela série, mas também em vários filmes de “Star Trek” e na série de streaming posterior “Star Trek: Picard”, que começou a ser exibida em 2020, quando ele tinha 79 anos.</p><p>“À medida que as sete temporadas de TNG (‘The Next Generation’) foram passando, a distinção entre Jean-Luc Picard e Patrick Stewart foi ficando cada vez mais tênue, até que se tornou impossível para mim saber onde ele terminava e eu começava. Muito do que eu ⁠acreditava e sentia foi incorporado àquela série”, disse Stewart ao jornal The Guardian em 2022.</p><p>Stewart também relutou inicialmente em ser escalado para o papel do ​Professor X, um mutante que usa cadeira de rodas, nos filmes “X-Men”, baseados no popular personagem dos quadrinhos da Marvel.</p><p>“Eu disse: ‘Olha, sei que isso não é ficção científica, mas é fantasia, e já fiz ​esse tipo de papel’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então aceitei. E, mais uma vez, ‌acabei me enganando”, disse Stewart ao Guardian.</p><p>Ele se ​tornou parte ⁠fundamental de outra franquia de grande orçamento, a partir do primeiro “X-Men”, em 2000, seguido por vários outros filmes, incluindo o longa da Marvel de 2022 “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. Ele contracenou com McKellen, que interpretou o vilão Magneto, em alguns dos filmes de “X-Men”.</p><p>Stewart, no papel de Charles Xavier, participou das filmagens do aguardado “Vingadores: Doutor Destino” e aparecerá no filme da Marvel, cuja estreia nos cinemas está prevista para dezembro. A Marvel Studios prestou homenagem ​a Stewart nesta quinta-feira em um comunicado, descrevendo-o como “um talento único, um colaborador generoso e um verdadeiro cavalheiro”.</p><p>ATUAÇÃO ERA UM ESPAÇO SEGURO</p><p>Stewart nasceu em 13 de julho de 1940, na cidade inglesa de Mirfield, em Yorkshire. Ele foi criado na pobreza, com um pai que, segundo ele, voltou da Segunda Guerra Mundial como um alcoólatra que sofria de síndrome de estresse pós-traumático e agredia fisicamente a mãe de Stewart. Stewart lembrou-se de ter colocado o próprio corpo entre o pai e a mãe para tentar protegê-la.</p><p>Quando criança, contava Stewart, a atuação se tornou um “espaço seguro” depois que um professor o apresentou a Shakespeare — especificamente “O Mercador de Veneza” — durante uma ​aula, quando ele tinha 12 anos. Ele começou a perder cabelo aos 17 anos e ficou careca aos 19. Na época, sentia-se envergonhado, mas acabou aceitando a situação.</p><p>“Star Trek”, criada por Gene Roddenberry, apresentava uma visão esperançosa do futuro, com a humanidade aventurando-se no cosmos em naves espaciais que ultrapassavam a velocidade da luz e encontrando raças alienígenas. A popularidade duradoura da série original e o sucesso dos filmes derivados levaram Roddenberry a criar a série sequencial “The Next Generation”.</p><p>O personagem Picard era o oposto do capitão James T. Kirk, interpretado por William Shatner na série original — um personagem aventureiro e, às vezes, involuntariamente cômioco —, sendo concebido como mais cerebral e disciplinado, embora às vezes pudesse parecer sisudo, sem senso de humor ou presunçoso.</p><p>Stewart lembrou-se de ter sido um pouco sério demais com seus colegas de elenco no início.</p><p>“Costumo contar a história de quando convoquei uma reunião com meus colegas de elenco mais importantes e disse a eles que achava que não éramos disciplinados o suficiente, que não deveríamos ficar brincando tanto no set, mas sim levar tudo a sério”, disse ​Stewart à revista New Yorker em 2023.</p><p>“E um dos atores disse: ‘Ah, qual é, Patrick, a gente precisa se divertir um pouco’. E eu bati na cadeira e disse: ‘Não estamos aqui para nos divertir’ — o que eles nunca me deixaram esquecer. ‌Eles me ensinaram muito sobre como relaxar e ser mais livre”, acrescentou Stewart.</p><p>Stewart também ⁠achou que a série melhorou com o passar do tempo, criticando sua própria interpretação de Picard nas duas primeiras temporadas.</p><p>“Achei que faltava intimidade. Era muito autoritário, mas havia poucas outras qualidades nele”, disse Stewart, acrescentando que seu trabalho melhorou nas temporadas seguintes.</p><p>Na verdade, o melhor trabalho de todo o elenco pode ter sido o episódio final da série, em duas partes, que brincava com o tempo.</p><p>Ele se tornou sir Patrick ⁠Stewart quando foi nomeado cavaleiro pela rainha no Palácio de Buckingham, em 2010. Ele disse aos repórteres que seus heróis eram os atores ⁠britânicos Laurence Olivier, John Gielgud e Alec Guinness, que também haviam sido nomeados cavaleiros, acrescentando que “fazer parte ⁠desse grupo é a coisa mais grandiosa ⁠que ​já me aconteceu profissionalmente”.</p><p>Stewart se casou três vezes e teve dois filhos. Seu terceiro casamento, em 2013, foi com a musicista norte-americana Sunny Ozell.</p><p>(Reportagem de Will Dunham, em Washington; Reportagem adicional de Ryan Patrick Jones e Christian Martinez; )</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[EVERYTHING BUT THE GIRL CONFIRMA PRIMEIRO ÁLBUM DESDE 2023]]></title>
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        <updated>2026-10-29T17:46:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Duo britânico lança o álbum Blue Reservoir em fevereiro de 2027 e apresenta “Young and Dumb” como primeira prévia do repertório]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>O Everything But the Girl anunciou seu próximo álbum de estúdio, Blue Reservoir, previsto para fevereiro de 2027. O lançamento será o primeiro trabalho completo da dupla britânica desde Fuse, de 2023, que marcou o retorno de Tracey Thorn e Ben Watt após um longo intervalo sem discos inéditos.&nbsp;</p><p>A novidade chegou acompanhada de “Young and Dumb”, faixa escolhida para apresentar o clima do novo projeto. Conhecidos internacionalmente por “Missing”, os músicos seguem desenvolvendo uma trajetória marcada pela combinação de pop, eletrônica e elementos intimistas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><h4><strong>Ouça&nbsp;"Young and Dumb",&nbsp;o novo single de</strong><i><strong>&nbsp;Everything But the Girl</strong></i><strong>:&nbsp;</strong>&nbsp;</h4><figure class="media"><p>Oembed content:https://www.youtube.com/watch?v=Zs-N7b3e6P4</p></figure><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>“Young and Dumb” antecipa a sonoridade do disco</strong>&nbsp;</h4><p>A primeira faixa divulgada oferece uma amostra do caminho musical escolhido para o novo álbum. A canção mantém a atenção da dupla em melodias delicadas e arranjos eletrônicos, características que ganharam diferentes formas ao longo de sua discografia.&nbsp;</p><p>O lançamento também serve como ponto de partida para a divulgação de Blue Reservoir. A lista completa de músicas e outros detalhes sobre o projeto ainda devem ser apresentados pela dupla nos próximos meses.&nbsp;</p><h4><strong>Uma carreira que atravessou diferentes estilos</strong>&nbsp;</h4><p>Formado por Tracey Thorn e Ben Watt, o Everything But the Girl surgiu no início dos anos 1980 e construiu uma discografia que passou pelo pop sofisticado, pela música acústica e por sonoridades eletrônicas.&nbsp;</p><p>Um dos momentos mais conhecidos da carreira veio com “Missing”. A versão remixada pelo produtor Todd Terry transformou a música em um sucesso internacional na década de 1990, levando a dupla a um público muito maior e tornando a faixa uma referência da união entre pop e música eletrônica.&nbsp;</p><figure class="media"><p>Oembed content:https://www.youtube.com/watch?v=U56Ns66Qrb8</p></figure><p>O grupo, no entanto, não ficou restrito a esse sucesso. Ao longo dos anos, Thorn e Watt exploraram diferentes formas de composição e produção, mantendo uma identidade própria mesmo quando mudavam os arranjos e as influências.&nbsp;</p><h4><strong>O retorno de 2023 abriu caminho para novas músicas</strong>&nbsp;</h4><p>Antes de Blue Reservoir, o último álbum de estúdio da dupla havia sido Fuse, lançado em abril de 2023. O disco marcou o reencontro musical dos dois após mais de duas décadas sem um álbum completo em conjunto.&nbsp;</p><p>O trabalho recebeu atenção por retomar a parceria entre Thorn e Watt sem simplesmente repetir a fórmula de seus sucessos anteriores. A produção incorporou elementos eletrônicos e uma atmosfera mais contemporânea, reforçando a continuidade artística do projeto.&nbsp;</p><p>Agora, com a chegada de um novo álbum prevista para 2027, o Everything But the Girl dá sequência a essa fase. “Young and Dumb” inicia a apresentação do repertório e aumenta a expectativa sobre a direção musical de Blue Reservoir.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[GENESIS CELEBRA 40 ANOS DE “LAND OF CONFUSION” E EAGLES ENTRA NO CLIMA DE NATAL]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/genesis-celebra-40-anos-de-land-of-confusion-e-eagles</id>
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        <updated>2026-10-29T17:19:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[“Land of Confusion” ganha um disco comemorativo de 40 anos, enquanto “Please Come Home for Christmas”, dos Eagles, chega pela primeira vez ao formato de 12 polegadas]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Fãs de Genesis e Eagles terão motivos para ficar de olho nos lançamentos especiais de novembro. As duas bandas estão entre os artistas que ganharão edições em vinil para o Record Store Day Black Friday, evento dedicado a lançamentos exclusivos e colecionáveis que acontece em 27 de novembro.&nbsp;</p><p>O Genesis prepara uma edição comemorativa de “Land of Confusion”, um dos singles mais conhecidos de sua carreira, enquanto os Eagles terão um lançamento especial de duas músicas com temática natalina. Os projetos apostam em formatos diferenciados e tiragens limitadas, voltados especialmente para quem gosta de colecionar discos.&nbsp;</p><h4><strong>Genesis celebra quatro décadas de “Land of Confusion”</strong>&nbsp;</h4><p>Lançada originalmente em 1986, “Land of Confusion” ganhará uma edição especial pelos seus 40 anos. O lançamento será um EP de 12 polegadas no formato picture disc, em que as imagens são incorporadas à apresentação visual do vinil. A tiragem será limitada a 1.850 cópias.&nbsp;</p><p>A primeira face reunirá uma nova remasterização da música, preparada a partir das fitas analógicas originais nos estúdios Abbey Road, em 2026, além da versão remixada estendida que já fazia parte do single original de 12 polegadas.&nbsp;</p><p>O outro lado trará três faixas que não entraram no álbum de estúdio: “Do the Neurotic”, “Feeding the Fire” e “I’d Rather Be You”. As três também receberam nova remasterização para a coleção.&nbsp;</p><p>A edição oferece uma oportunidade de reencontrar a canção em uma apresentação especial e recuperar gravações complementares ligadas à fase em que o Genesis consolidava sua sonoridade pop rock nos anos 1980.&nbsp;</p><h4><strong>Eagles prepara vinil transparente para o Natal</strong>&nbsp;</h4><p>O lançamento dos Eagles terá uma proposta diferente, mas igualmente voltada aos colecionadores. “Please Come Home for Christmas”, acompanhada de “Funky New Year”, será lançada em um single de 12 polegadas feito em vinil transparente.&nbsp;</p><p>A edição terá tiragem limitada a 6 mil cópias e marcará a primeira vez que esse single clássico chega ao formato de 12 polegadas.&nbsp;&nbsp;</p><p>“Please Come Home for Christmas” é uma das gravações natalinas associadas à banda e costuma voltar às playlists no fim do ano. Já “Funky New Year” complementa o lançamento com uma faixa que combina com o clima festivo, mas traz uma abordagem mais descontraída.&nbsp;</p><p>A escolha do vinil transparente dá um diferencial visual à edição, que une duas músicas ligadas às celebrações de fim de ano em um único disco.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/large/eagles-e-genesis.png"></figure><p><i>Eagles e Genesis terão lançamentos limitados em vinil&nbsp;</i>&nbsp;</p><p>O Record Store Day Black Friday acontece em lojas de discos independentes e reúne lançamentos especiais de artistas de diferentes estilos. A edição deste ano inclui mais de 20 títulos, com nomes como The Doors, Joni Mitchell, The Monkees e Stevie Nicks, além de Genesis e Eagles.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Música" term="musica"/>
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