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    <title>Antena 1 Notícias - Politica</title>
    <updated>2026-11-03T13:32:23.000Z</updated>
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        <name>Redação Antena 1</name>
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    <subtitle>Todas as notícias da categoria Politica publicadas recentemente na página da Antena 1</subtitle>
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        <title type="html"><![CDATA[Trump afirma que EUA deixarão de pagar Israel após o fim do ano]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:32:23.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Trump afirma que EUA deixarão de pagar Israel após o fim do ano]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>WASHINGTON, 3 ​Nov (Reuters) - O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que fechou um acordo com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e ⁠que Washington ⁠não fornecerá ​mais ‌financiamento a Israel após o final deste ano.</p><p>“Agora, ⁠no que diz respeito aos ​pagamentos a Israel, ​Bibi Netanyahu e ‌eu ​chegamos ⁠a um acordo de que daríamos a Israel ​US$ 4 bilhões por ano, e há meses ​combinamos que iríamos interromper isso”, disse Trump ao programa “Fox and Friends”, da Fox News.</p><p>“Já concordamos que, até o final ​deste ano, não ‌faremos mais pagamentos ⁠a Israel. Agora, ajudaremos Israel se ⁠for necessário.”</p><p>(Reportagem ⁠de Humeyra ⁠Pamuk, ⁠Doina ​Chiacu e Susan Heavey)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Brasil encerra presidência da COP, entrega mapas do caminho e cobra ação]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:06:13.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Brasil encerra presidência da COP, entrega mapas do caminho e cobra ação]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Lisandra Paraguassu</p><p>BRASÍLIA, 3 Nov (Reuters) - Após anos de negociações climáticas que resultaram em compromissos ambiciosos, ​mas em ações limitadas, o Brasil encerra sua presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas para Mudanças do Clima, a COP30,  com a entrega dos prometidos mapas do caminho para conter o desmatamento e acelerar a transição energética com a esperança de que os países finalmente começarão a cumprir as promessas já feitas, mesmo que cada um no seu próprio ritmo.</p><p>Está na hora, disse o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, de entrarem na mesa de negociação os ministros de Finanças, de Infraestrutura e de Transportes.</p><p>'Nós não precisamos de mais negociação. O que precisamos é que os governos comecem um movimento. É preciso mudar completamente a maneira como os governos lidam com a mudança climática. Para implementar, nós precisamos na mesa dos ministros de Finanças, de Infraestrutura e de Transportes', afirmou em entrevista à Reuters.</p><p>Os dois temas, transição energética e desmatamento, foram negociados e acordados nas Conferências Climáticas como passos essenciais para tentar manter o aquecimento global em 1,5 grau Celsius - uma meta que muitos cientistas já consideram impraticável. Mas, apesar dos acordos, o caminho para ambos tropeça em dificuldades diversas.</p><p>O primeiro, na falta de ⁠disposição de alguns países produtores de ⁠petróleo em investir em uma área que deixa de lado seu principal ​produto econômico. Já ‌o controle de desmatamento sofre com a falta de financiamento.</p><p>Os mapas são uma tentativa de incentivar os países a fazer o diagnóstico de seus problemas e adotarem medidas dentro das suas realidades.</p><p>Na transição energética, o mapa propõe que, até 2028, quando será feito o segundo balanço global, os países façam seus diagnósticos, resolvam questões regulatórias de fortalecimento institucional e façam seus planejamentos.</p><p>Até 2030, quando devem ser apresentadas as novas NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas), devem ser iniciadas as mudanças de infraestrutura e sistemas de energia renovável, para ⁠que na terceira etapa, entre 2031 e 2033, quando acontece o terceiro balanço global, ocorra um aumento massivo de oferta de energia ​renovável, com substituição direta dos combustíveis fósseis e a consolidação de uma matriz de energia limpa.</p><p>A capacidade global de energia renovável atingiu um recorde de 5.149GW (gigawatts) no final ​de 2025, um aumento de 692GW em relação a 2024, segundo dados da Agência Internacional para as ‌Energias Renováveis (Irena).</p><p>No entanto, diz o mapa, a maior ​parte ⁠da energia limpa que surgiu nos últimos anos vem sendo usada para suprir novas demandas, e não para substituir os combustíveis fósseis.</p><p>Em 2023, mais de cem países na cúpula climática COP28, em Dubai, concordaram em triplicar a capacidade de energia renovável até 2030. Em Belém, durante a COP30, o governo brasileiro, apoiado pelos europeus, propôs que um mapa do caminho para a transição energética fosse ​incluído nas negociações.</p><p>No entanto, depois de terem sido atropelados com a ajuda dos Estados Unidos - ainda no governo de Joe Biden - para aprovar a transição energética em Dubai, países produtores de petróleo do Oriente Médio se recusaram a aceitar que o mapa do caminho entrasse no documento final de Belém.</p><p>'Nós (Brasil) nos oferecemos para fazer esse documento porque são temas importantes, mas que não têm acordo para entrar na agenda de negociações. Não teve acordo esse ano de novo', disse Corrêa do Lago. 'Mas minha opinião é que não precisa ser negociado de novo, porque ​essa negociação já aconteceu. É preciso implementar', completou.</p><p>FLORESTAS</p><p>A falta de acordo também impediu que o mapa do caminho para enfrentar o desmatamento, outra proposta brasileira, entrasse no documento final de Belém - dessa vez, pela eterna disputa sobre financiamento, a maior lacuna na implementação de proposta para proteger as florestas.</p><p>De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o financiamento florestal anual precisa sair dos US$84,5 bilhões investidos em 2023 para mais de US$300 bilhões por ano até 2030.</p><p>Hoje, a maior parte dos recursos vem dos orçamentos públicos nacionais, 88,3%, enquanto o financiamento público internacional representa apenas 3,4%.</p><p>'A maioria das florestas tropicais está localizada em países em desenvolvimento; portanto, o ônus da maior parte da conservação e do uso sustentável das florestas recai sobre seus orçamentos nacionais', diz o documento.</p><p>Nas alternativas para aumentar o financiamento, o mapa coloca a operacionalização do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), um fundo ​soberano proposto pelo Brasil e cujos rendimentos seriam pagos a países com florestas tropicais como mecanismo complementar de pagamento contínuo para evitar o desmatamento.</p><p>O fundo, que ainda não chegou na meta de US$10 ‌bilhões de contribuições prevista para dezembro - está em US$7,6 bilhões -, diz Corrêa ⁠do Lago, é apenas um dos pontos destacados no mapa.</p><p>Entram ainda o fortalecimento de Pagamentos por Resultados (REDD+), mercados de carbono, garantia de acesso direto ao financiamento para Povos Indígenas e Comunidades Locais, uso de instrumentos de alívio de dívida, emissão de Special Drawing Rights (SDRs) e tributações solidárias.</p><p>'O financiamento público vindo de países desenvolvidos é absolutamente fundamental, mas dispomos de uma ⁠forma muito mais sofisticada e diversificada de financiar as diversas atividades que reduziriam o desmatamento', afirmou o presidente da ⁠COP30.</p><p>'Essa é, na minha opinião, uma das grandes qualidades do roteiro sobre o desmatamento: acredito ⁠que ele explique muito bem a complexidade ⁠do ​combate ao desmatamento. Não é uma tarefa fácil e não se trata apenas de financiamento, mas o financiamento é uma parte central desse processo.', completou.</p><p>(Reportagem de Lisandra Paraguassu; Edição de Eduardo Simões)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Compartilhamento de inteligência nos EUA sofreu rupturas sob Trump, dizem autoridades]]></title>
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        <updated>2026-11-03T13:00:06.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Compartilhamento de inteligência nos EUA sofreu rupturas sob Trump, dizem autoridades]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Erin Banco e Jonathan Landay</p><p>WASHINGTON, 3 Nov (Reuters) - O compartilhamento de informações de inteligência ​dos EUA sobre o Irã e outras ameaças globais com o Congresso e em todo o governo federal diminuiu e, em alguns casos, foi temporariamente interrompido durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, segundo oito autoridades atuais e antigas, além de pessoas a par do assunto.</p><p>Ex-funcionários e especialistas externos afirmaram que essas interrupções correm o risco de deixar os formuladores de políticas com uma visão incompleta das ameaças que o país enfrenta, repetindo as falhas de inteligência expostas após os ataques da Al-Qaeda em 11 de setembro de 2001. A desaceleração ocorre no momento em que o governo avalia se deve retomar os ataques ao Irã após as eleições de meio de mandato na terça-feira.</p><p>Os problemas surgiram durante o mandato de Tulsi Gabbard como diretora de inteligência nacional, em meio a profundas tensões entre seu gabinete e a CIA. Embora essas tensões tenham diminuído desde sua renúncia em junho, os problemas decorrentes do conflito persistem, segundo duas autoridades dos EUA familiarizadas com o assunto.</p><p>A CIA deixou de elaborar avaliações em conjunto com o Conselho ⁠Nacional de Inteligência (NIC), um grupo analítico ⁠dentro do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI), afirmaram as autoridades, ​reduzindo o número ‌de relatórios que reúnem as opiniões da comunidade de inteligência para os tomadores de decisão sobre assuntos que incluem o Irã.</p><p>Parlamentares e suas equipes também deixaram de receber, por um breve período, relatórios de inteligência do gabinete de Gabbard nos dias seguintes à intervenção militar dos EUA no Irã, em junho de 2025, e novamente após a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro de 2026, segundo duas pessoas a par do assunto. A equipe de Gabbard havia ⁠acusado os parlamentares de vazar informações para a imprensa.</p><p>A interrupção no compartilhamento de informações de inteligência não havia sido relatada anteriormente.</p><p>A ​porta-voz da CIA Liz Lyons afirmou que a CIA “participa plenamente” do processo de fornecimento de avaliações de inteligência por meio do Resumo Diário Presidencial, liderado pelo ODNI, ​e por meio do NIC.</p><p>Atualmente, alguns ex-funcionários estão trabalhando de forma bipartidária na Hoover Institution, da ‌Universidade de Stanford, para elaborar planos de ​reconstrução da ⁠comunidade de inteligência no próximo governo, afirmaram quatro ex-autoridades dos EUA.</p><p>“Todas essas questões se somam em um mundo realmente complexo, no qual os formuladores de políticas precisam ter uma visão mais sofisticada, matizada e integrada do mundo, e estão recebendo cada vez menos”, disse Beth Sanner, ex-diretora adjunta de inteligência nacional durante o primeiro mandato de Trump.</p><p>DISPUTAS DE JURISDIÇÃO E COOPERAÇÃO ​REDUZIDA</p><p>Os problemas dentro da comunidade de inteligência começaram no ano passado, em meio a cortes significativos nas agências de segurança nacional, incluindo o ODNI e a CIA, à medida que Trump passava a destituir ou marginalizar autoridades que considerava desleais.</p><p>Alguns analistas que permanecem nas agências de inteligência agora tomam cuidado para não redigir avaliações que contrariem as visões da Casa Branca, por medo de retaliação política, afirmaram dois ex-funcionários e um funcionário atual dos EUA. Eles não especificaram quais temas os analistas estavam evitando.</p><p>“Os analistas ainda fazem ​o trabalho, mas esta Casa Branca os tornou irrelevantes porque o presidente trata informações indesejáveis como deslealdade”, disse Julia Curlee, ex-analista da CIA que afirmou ter sido demitida do Conselho de Segurança Nacional de Trump no ano passado por ser transgênero.</p><p>A Casa Branca não respondeu a um pedido de comentário.</p><p>A situação foi agravada pelo que as autoridades descreveram como uma das maiores disputas de jurisdição das últimas três décadas entre duas das agências mais importantes: a CIA e o ODNI, que foi criado após os ataques de 11 de setembro.</p><p>A Reuters já havia detalhado anteriormente a disputa entre as agências.</p><p>A disputa interna entre as agências — desencadeada quando o gabinete de Gabbard revogou as autorizações de segurança de funcionários atuais e antigos da inteligência há um ano — chegou a um ponto em que a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, teve que intervir várias ​vezes para acalmar os ânimos, segundo três ex-funcionários.</p><p>O Conselho Nacional de Inteligência, que há décadas tem sido um recurso fundamental para autoridades e parlamentares na tomada de decisões de política ‌externa, perdeu seu principal autor quando a CIA deixou de contribuir com ⁠as avaliações no ano passado.</p><p>As avaliações têm como objetivo consolidar as visões das 18 agências de inteligência do país, e o conselho dependia fortemente da CIA para análises sobre temas como o Irã e a Rússia.</p><p>Embora a CIA siga compartilhando informações de inteligência com o NIC e colaborando com ele em alguns relatórios, seus analistas se ⁠concentraram em suas próprias avaliações.</p><p>Desde essa mudança, o conselho de inteligência, que também foi afetado por cortes de pessoal, ⁠desacelerou a produção de suas avaliações, disseram duas pessoas a par do assunto. ⁠Nenhuma delas se concentrou na guerra no ⁠Irã, ​afirmaram cinco autoridades atuais e antigas.</p><p>Em resposta a um pedido de comentário, um funcionário do ODNI afirmou que o grupo manteve os níveis de avaliação próximos às “linhas de tendência históricas”.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Acordo entre Irã e EUA segue distante apesar de esforços diplomáticos, diz autoridade iraniana]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:58:32.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Acordo entre Irã e EUA segue distante apesar de esforços diplomáticos, diz autoridade iraniana]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Parisa Hafezi</p><p>DUBAI, 3 Nov (Reuters) - Irã e ​Estados Unidos continuam distantes de um acordo para pôr fim à guerra, afirmou uma autoridade iraniana de alto escalão à Reuters nesta terça-feira, apesar dos esforços diplomáticos intensificados para evitar o retorno a um conflito de grandes proporções após as eleições de meio de mandato nos EUA.</p><p>Durante a madrugada, os EUA realizaram ataques “defensivos” contra a ilha de Qeshm, no Irã, e uma autoridade norte-americana afirmou que os ataques tinham como alvo mísseis terra-ar utilizados contra alvos norte-americanos. Outra autoridade disse que os ataques pareciam ser limitados e não sinalizavam ⁠o ⁠reinício de operações de combate em grande ​escala.</p><p>O Catar ‌intensificou os esforços de mediação em meio a temores de que o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em fevereiro possa reacender após as eleições de terça-feira.</p><p>“Os mediadores estão trabalhando arduamente para reduzir as divergências entre Teerã e ⁠Washington”, disse a autoridade iraniana, depois que mediadores do Catar viajaram para ​Teerã na noite de segunda-feira para discutir uma versão do rascunho de um ​acordo entre os EUA e o Irã que ‌vem sendo negociado nos ​últimos oito ⁠dias.</p><p>“As condições de Teerã precisam ser atendidas se os EUA quiserem que o Estreito de Ormuz seja reaberto”, advertiu a autoridade iraniana, referindo-se à via navegável essencial para o abastecimento ​energético global.</p><p>O Catar afirmou na terça-feira que tanto os Estados Unidos quanto o Irã continuavam comprometidos com os esforços de mediação e estavam analisando as propostas apresentadas pelos mediadores. Embora a equipe do Catar que viajou a Teerã já tivesse retornado a Doha, ​as negociações continuavam, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari.</p><p>“Há intensos esforços regionais conjuntos em andamento para evitar uma escalada”, declarou ele em uma coletiva de imprensa, acrescentando que o Catar continua esperançoso de que ainda seja possível chegar a um acordo para abrir caminho para futuras negociações.</p><p>A autoridade iraniana, que falou sob condição de anonimato, disse que as negociações nucleares só poderiam começar após o cumprimento das ​condições do Irã e que Teerã não aceitaria as “exigências excessivas” de Washington.</p><p>Teerã responderia com firmeza, ‌na região e além dela, a ⁠ataques dos EUA, acrescentou a fonte.</p><p>Os preços do petróleo subiram cerca de US$ 1 na terça-feira, após terem caído mais de 7% no dia anterior, impulsionados pelas esperanças ⁠de que a diplomacia estivesse avançando.</p><p>A Guarda Revolucionária do ⁠Irã afirmou ter abatido um drone MQ-9 ⁠dos EUA e dois ⁠drones ​Lucas nos céus próximos ao Estreito de Ormuz.</p><p>(Reportagem de Parisa Hafezi, Nayera Abdallah e Jana)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Durigan diz que nomeações ao BC respeitarão rigor técnico e reforça ajuste fiscal gradual]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:37:19.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Durigan diz que nomeações ao BC respeitarão rigor técnico e reforça ajuste fiscal gradual]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - O ministro da Fazenda, Dario ​Durigan, disse nesta terça-feira que ainda não teve a oportunidade de conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre novas indicações para o Banco Central, mas afirmou que as nomeações de novos diretores serão feitas com 'rigor técnico' e com 'diferentes perfis'.</p><p>Em entrevista a jornalistas, Durigan afirmou que Lula não tem tido agenda com outros economistas e que, nas discussões com o próprio ministro, não tem sido tratado 'nada que justifique ao mercado ter uma posição de medo'.</p><p>'Nós estamos tratando ⁠de um ⁠ajuste gradual, que respeite os compromissos ​de ‌campanha, que seja justo em relação aos mais pobres, em relação à progressividade que é necessária ser buscada no nosso sistema', afirmou o ministro.</p><p>'Com toda a tranquilidade, melhorando as contas públicas, melhorando a vida das ⁠pessoas, o presidente vai ter tempo para responder todas essas angústias ​que estão aparecendo.'</p><p>Os preços dos ativos no Brasil desabaram na semana passada ​após a surpreendente reeleição de Lula, diante de ‌dúvidas sobre a ​capacidade do ⁠governo petista de estabilizar a crescente dívida pública. Se somaram à volatilidade as incertezas sobre quem comporá a equipe econômica no quarto mandato do presidente e quais ​serão os indicados para a diretoria do BC.</p><p>Lula terá seis indicações ao BC até o fim do próximo ano. Além das duas diretorias da autarquia desocupadas desde o início deste ano diante da dificuldade do governo de negociar ​indicações com o Senado, mais quatro vagas serão abertas em 2027 --duas em fevereiro e outras duas em dezembro.</p><p>'As indicações do presidente no terceiro mandato foram todas de diferentes perfis, mas todos técnicos. Em grande medida, eu não lembro de ninguém ser mal recebido, seja pelo mercado seja na opinião pública, e não esperaria nada diferente, não há nenhuma mudança de perspectiva', disse Durigan.</p><p>Nos últimos dias, gerou ​questionamentos entre analistas uma informação de que Lula poderia se reunir com um dos ‌pais do Plano Real, André Lara ⁠Resende, que defendeu um novo regime monetário que incluiria uma limitação dos juros básicos no país. A informação foi negada por membros do governo.</p><p>Nesta terça-feira, ⁠o mercado voltava a apresentar indicadores negativos, com ⁠queda na bolsa e alta do ⁠dólar e dos ⁠juros ​futuros.</p><p>(Reportagem de Gabriel Araújo e Bernardo Caram; Edição de Eduardo Simões e Isabel Versiani)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Investidores se preparam para possível reestruturação no Congresso dos EUA com eleições]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:06:07.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Investidores se preparam para possível reestruturação no Congresso dos EUA com eleições]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Lewis Krauskopf</p><p>NOVA YORK, 3 Nov (Reuters) - Investidores estão avaliando as ​implicações para o mercado de uma possível mudança no controle do Congresso dos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato desta terça-feira, com foco em saber se um forte desempenho dos democratas pode abrir caminho para uma maior volatilidade nos preços dos ativos, particularmente no setor de IA.</p><p>As eleições de meio de mandato ocorrem em um momento delicado para os mercados, com uma queda acentuada nas ações de IA causando inquietação entre os investidores, que pode ser agravada pelos resultados eleitorais.</p><p>O resultado desta terça-feira pode ter amplas implicações para setores sensíveis ao mercado, incluindo a expansão dos data centers de IA, as perspectivas fiscais dos EUA, os gastos com defesa e a regulamentação em áreas como saúde, setor bancário e criptomoedas.</p><p>O partido ⁠Republicano do presidente ⁠Donald Trump controlou ambas as casas do Congresso ​durante os ‌dois primeiros anos de seu segundo mandato. Pesquisas de opinião indicam que os democratas provavelmente conquistarão a Câmara, enquanto a disputa pelo Senado está acirrada demais para se prever um resultado.</p><p>“Embora as probabilidades apontem cada vez mais para uma vitória dos democratas, várias disputas acirradas pelo Senado deixam em aberto a possibilidade de os republicanos ⁠manterem o controle do Senado ou, inversamente, de os democratas conquistarem uma presença maior do que ​o esperado no Senado”, afirmou Scott Chronert, estrategista de ações do Citigroup, em uma nota. “A reação do mercado ​de ações provavelmente será positiva no primeiro caso e negativa no segundo.”</p><p>Os ‌estrategistas do UBS Global Wealth ​Management ⁠atribuíram uma probabilidade de 50% para uma vitória dos democratas, 40% de chance de os democratas conquistarem a Câmara enquanto os republicanos mantêm o Senado e 10% de probabilidade de os republicanos manterem o controle de ambas as casas.</p><p>“Os efeitos mais visíveis de ​uma mudança no controle do Congresso provavelmente seriam um maior escrutínio sobre o governo e negociações fiscais mais difíceis”, afirmou Mark Haefele, diretor de investimentos do UBS Global Wealth Management, em uma nota na segunda-feira.</p><p>Um Congresso liderado pelos democratas pode exercer maior fiscalização sobre as empresas de IA, em parte devido à crescente oposição pública aos data centers, um risco ​para um mercado que tem sido impulsionado por esses gastos com investimentos. Embora analistas duvidem que qualquer legislação viável prejudique gravemente a expansão dos data centers, independentemente do resultado das eleições, eles esperam que uma vitória dos democratas leve a investigações no setor de tecnologia.</p><p>Muitos investidores afirmaram estar ansiosos para superar as eleições, que têm pairado sobre os mercados nas últimas semanas. Desde 1970, em anos de eleições de meio de mandato, o índice S&P 500 registra ganhos em todos os períodos de seis meses após a eleição, de acordo com a Edward Jones.</p><p>Embora a volatilidade das ações tenha aumentado nas ​últimas sessões, os operadores do mercado de opções não estão, no entanto, preparando-se para um movimento forte no mercado de ações ‌após os resultados das eleições.</p><p>As opções sobre o índice ⁠S&P 500 estão precificadas para uma variação de cerca de 0,8% em qualquer direção na quarta-feira, ligeiramente acima da variação diária implícita média de 0,6% no último mês, de acordo com dados da ORATS.</p><p>“Podemos observar alguma volatilidade assim que ⁠houver um resultado claro, mas eu não presumiria que toda essa incerteza desapareça ⁠na manhã de quarta-feira”, disse Joe Tigay, gestor de ⁠carteira da Equity Armor Investments. “As ⁠proteções ​contra riscos eleitorais podem expirar; o risco geopolítico não tem data de validade.”</p><p>(Reportagem de Lewis Krauskopf; reportagem adicional de  Saqib Iqbal Ahmed)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Trump enfrenta veredicto das urnas em eleições de meio de mandato com controle do Congresso em jogo]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:15:14.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Trump enfrenta veredicto das urnas em eleições de meio de mandato com controle do Congresso em jogo]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Joseph Ax</p><p>3 Nov (Reuters) - Eleitores norte-americanos darão seu veredicto sobre os dois primeiros ​anos do segundo mandato do presidente Donald Trump nas eleições de meio de mandato desta terça-feira, com pesquisas e analistas apartidários apontando que os democratas devem conquistar a Câmara dos Deputados, atualmente nas mãos dos republicanos, enquanto o controle do Senado permanece incerto.</p><p>A batalha pelo Senado se desenrola em quase 10 disputas estaduais acirradas, a maioria em redutos republicanos.</p><p>A história está contra os republicanos de Trump: o partido do presidente perdeu terreno no Congresso em todas as eleições de meio de mandato desde a Segunda Guerra Mundial, com exceção de duas. O índice de aprovação de Trump oscila perto de seus níveis mais baixos de todos os tempos, prejudicado pela profunda frustração dos eleitores em relação à guerra com o Irã e ao consequente aumento nos preços dos combustíveis.</p><p>Não há dúvida de que a eleição deste ano gira em torno de Trump, figura política central dos EUA durante a maior parte da última década. O próprio Trump disse repetidamente a seus apoiadores para “fingirem que ⁠estou na cédula”, uma mensagem ⁠que os líderes democratas repetiram com prazer.</p><p>O presidente tem buscado ​mobilizar sua base ‌com mais de duas dúzias de comícios de campanha desde o início de outubro, a grande maioria em Estados onde venceu com facilidade em 2024, o que ressalta até que ponto os republicanos estão na defensiva.</p><p>Liderados por Trump, os republicanos têm retratado os candidatos democratas como radicais, antiamericanos e até mesmo comunistas.</p><p>“O Partido Democrata indicou a chapa de candidatos mais extrema e perigosa da história dos Estados Unidos”, disse Trump na segunda-feira durante um ⁠discurso em Washington.</p><p>Mas as pesquisas de opinião mostram que os eleitores estão mais preocupados com o custo de vida e ​desaprovam a maneira como Trump tem lidado com a questão, depois que sua política de tarifas generalizadas e sua decisão de atacar o Irã em ​fevereiro aumentaram os preços. Os candidatos republicanos, por sua vez, têm enfrentado dificuldades para se ‌distanciar de um presidente que exige lealdade ​e ⁠raramente reconhece erros.</p><p>Todas as 435 cadeiras da Câmara dos Deputados dos EUA estão em disputa, juntamente com 35 das 100 cadeiras do Senado, embora a maioria das disputas não seja considerada acirrada. Os democratas precisam conquistar pelo menos mais três cadeiras na Câmara e quatro no Senado para obter a maioria em cada uma das casas.</p><p>Uma Câmara ​ou um Senado democrata poderia iniciar investigações sobre o que os democratas descrevem como negociações em benefício próprio por parte do governo Trump e exigir concessões para aprovar projetos de lei.</p><p>Um Senado democrata também teria o poder de bloquear nomeações de Trump, incluindo indicações para a Suprema Corte dos EUA caso surjam vagas.</p><p>Mas, embora os democratas tenham colocado os republicanos na defensiva em grande parte de seu território, eles têm pouca margem para erros. O partido precisa defender todas as suas cadeiras ​atuais, incluindo uma disputa acirrada em Michigan, ao mesmo tempo em que precisa vencer em pelo menos dois Estados que votaram em Trump por uma margem de dois dígitos há dois anos: Alasca, Iowa, Kansas, Nebraska, Ohio, Carolina do Sul e Texas.</p><p>Pesquisas de opinião mostram os democratas, em todos esses Estados, ou com uma vantagem estreita ou em uma posição que lhes permite disputar a vitória.</p><p>DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DE TRUMP INTERVÉM</p><p>Há 47 disputas pela Câmara dos Deputados dos EUA amplamente consideradas acirradas, de acordo com uma análise da Reuters baseada nas principais previsões eleitorais. Se todas as outras disputas ocorrerem conforme previsto, os democratas precisariam vencer apenas 13 dessas para garantir a maioria.</p><p>A disputa pela Câmara tem se dado principalmente em território republicano, incluindo alguns distritos onde Trump venceu por uma margem de dois dígitos ​em 2024. Uma iniciativa republicana apoiada por Trump para redesenhar os distritos em vários Estados, a fim de torná-los mais seguros para o partido, parece não ter rendido ‌os ganhos que a Casa Branca esperava.</p><p>Os democratas alertaram que Trump, ⁠que há muito tempo alega falsamente que as eleições nos EUA são fraudadas, pode tentar contestar os resultados desta terça-feira caso os republicanos percam.</p><p>Além de processo no Alasca, o Departamento de Justiça de Trump também entrou com uma ação na Califórnia para bloquear cédulas que, segundo ele, podem ser inválidas — um rompimento ⁠com décadas de prática destinada a isolar as eleições da influência política. Na segunda-feira, a Suprema Corte dos ⁠EUA rejeitou o pedido do governo para uma liminar no caso.</p><p>Três dúzias de ⁠disputas para o cargo de governador ⁠também ​ocorrerão na terça-feira, bem como milhares de disputas legislativas em nível estadual e referendos sobre temas que vão desde o imposto sobre bilionários até os direitos ao aborto.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Órgão regulador da China determina que bancos suspendam IPOs, diz FT]]></title>
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        <updated>2026-11-03T10:07:18.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Órgão regulador da China determina que bancos suspendam IPOs, diz FT]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - O órgão regulador ​do mercado de valores mobiliários da China instruiu os bancos de investimento a suspenderem as ofertas públicas iniciais (IPOs na sigla em inglês) e suspendeu as grandes vendas de ações por parte dos acionistas atuais até que os mercados se recuperem, informou o Financial Times nesta terça-feira, citando três fontes a par das discussões.</p><p>A Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China realizou ⁠reuniões ⁠com bancos de investimento e ​forneceu “orientações informais” ‌nos últimos dias, acrescentou a reportagem.</p><p>Grandes vendas por parte de acionistas existentes também foram temporariamente suspensas até que os mercados se recuperem, de acordo com a ⁠reportagem.</p><p>A Reuters não conseguiu confirmar imediatamente a reportagem.</p><p>Os reguladores ​financeiros chineses não responderam imediatamente a um pedido de comentários ​da Reuters.</p><p>A medida segue uma forte ‌onda de ​vendas que ⁠levou o índice CSI300 de blue chips  a cair 8,5% em outubro, seu pior desempenho mensal em mais de uma década.</p><p>A fraqueza persistente ​na segunda maior economia do mundo, prejudicada pelo consumo fraco, uma crise prolongada de endividamento no setor imobiliário e uma forte onda de vendas de ações do setor ​de tecnologia, minou a confiança dos investidores.</p><p>Os reguladores chineses lançaram uma série de medidas na segunda-feira, desde a realização de operações de swap até a ampliação de uma linha de crédito para recompra de ações por empresas listadas, como parte dos esforços para estabilizar os mercados de capitais em dificuldades.</p><p>Os esforços ​para estabilizar o mercado de ações em queda tiveram dificuldade para ‌ganhar força nesta terça-feira, com ⁠as ações relacionadas à inteligência artificial liderando as quedas, já que os investidores consideraram as medidas de apoio financeiro ⁠insuficientes.</p><p>O índice CSI300 de blue chips ⁠da China  fechou em queda de ⁠0,2%, e ⁠o ​índice de referência Shanghai Composite  recuou 0,8%.</p><p>(Reportagem de Rajveer Singh Pardesi em Bengaluru)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Países da zona do euro devem indicar candidatos à presidência do BCE até sexta-feira]]></title>
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        <updated>2026-11-03T09:57:50.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Países da zona do euro devem indicar candidatos à presidência do BCE até sexta-feira]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - ​Os países que utilizam o euro foram convidados a indicar seus candidatos ao cargo de próximo presidente do ⁠Banco Central Europeu ⁠até ​6 ‌de novembro, informou nesta terça-feira um porta-voz ⁠do Eurogrupo.</p><p>Os ministros das Finanças ​dos países da zona ​do euro ‌analisarão ​as ⁠indicações em uma reunião marcada para 9 ​de novembro.</p><p>A presidente do BCE, Christine Lagarde, ​anunciou na semana passada que deixará o cargo em fevereiro, oito meses antes do término de seu mandato.</p><p>Seu ​sucessor será nomeado ‌pelos países ⁠da UE, com base em uma ⁠recomendação daqueles ⁠que ⁠utilizam ⁠o ​euro.</p><p>(Reportagem de Bart Meijer)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Trump levanta dúvidas sobre novos ataques ao Irã]]></title>
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        <updated>2026-11-02T21:04:02.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Trump levanta dúvidas sobre novos ataques ao Irã]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Nandita Bose</p><p>WASHINGTON, 2 ​Nov (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou dúvidas nesta segunda-feira sobre se iria cumprir a ameaça de retomar ataques militares contra o Irã e afirmou que um acordo com Teerã poderia acontecer.</p><p>Nas últimas semanas, Trump havia dado a entender que retomaria os ataques ao Irã ⁠após ⁠as eleições de meio ​de ‌mandato nos EUA, na terça-feira. Mas, após um discurso em Washington nesta segunda-feira, ele deu a entender que talvez estivesse ⁠mudando de ideia.</p><p>Questionado por repórteres se estava considerando ​atacar o Irã após as eleições de ​meio de mandato, Trump respondeu “não”.</p><p>A ‌guerra com ​o Irã ⁠é uma das principais causas dos altos preços da gasolina, que estão pesando sobre os eleitores, ​e Trump está sob pressão para pôr fim ao conflito.</p><p>Negociadores iranianos estiveram em Doha no domingo para o terceiro dia consecutivo ​de negociações com mediadores do Catar, com o objetivo de pressionar por um acordo para encerrar a guerra. Trump disse nesta segunda que acreditava que o Irã queria chegar a um acordo e que tal acordo “poderia acontecer”.</p><p>O vice-presidente JD Vance ​informou que houve “várias conversas positivas com os iranianos”.</p><p>“Veja ‌bem, tanto o presidente ⁠quanto eu estamos bastante otimistas quanto às perspectivas de se chegar a um acordo ⁠negociado. Vamos continuar trabalhando nisso”, ⁠disse ele.</p><p>Trump enfatizou sua ⁠exigência fundamental ⁠de ​que o Irã não possua uma arma nuclear.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Aprovação de Trump fica perto da mínima histórica antes da eleição de meio de mandato, mostra pesquisa da Reuters/Ipsos]]></title>
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        <updated>2026-11-02T20:34:06.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Aprovação de Trump fica perto da mínima histórica antes da eleição de meio de mandato, mostra pesquisa da Reuters/Ipsos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Jason Lange</p><p>WASHINGTON, 2 Nov (Reuters) - O ​índice de aprovação do presidente Donald Trump se manteve  próximo do mínimo histórico, com uma ampla parcela do eleitorado norte-americano vendo seu voto nas eleições legislativas de terça-feira como uma forma de se opor ao presidente republicano, de acordo com uma pesquisa da Reuters/Ipsos concluída na segunda-feira.</p><p>Os resultados da pesquisa nacional de cinco dias também mostraram sinais de que a disputa entre democratas e republicanos pode estar ficando mais acirrada à medida ⁠que ⁠o dia da eleição se aproxima.</p><p>Cerca ​de ‌46% dos eleitores registrados na pesquisa afirmaram que votariam nos democratas nas eleições para o Congresso, em comparação com 38% que escolheram os republicanos, no que é conhecido como uma pergunta ⁠de “voto genérico”. Essa vantagem de 8 pontos percentuais para os ​democratas foi menor do que na pesquisa da Reuters/Ipsos realizada uma ​semana antes, quando os democratas lideravam por ‌11 pontos.</p><p>As pesquisas ​de voto ⁠genérico são pesquisas nacionais que oferecem uma visão geral de qual partido os eleitores gostariam de ver no comando do Congresso. Embora essas pesquisas ​ofereçam uma visão do sentimento público nacional, elas não captam as nuances das disputas Estado a Estado e distrito a distrito que determinam o controle do Senado e da Câmara dos Deputados dos ​Estados Unidos — disputas nas quais os republicanos detêm algumas vantagens estruturais.</p><p>Cerca de 32% dos entrevistados afirmaram aprovar o trabalho de Trump na Casa Branca, valor inalterado em relação à semana anterior e ligeiramente acima de seu mínimo histórico de 31%, registrado há duas semanas.</p><p>Entre os eleitores registrados, cerca de 50% dos independentes afirmaram que viam seu voto nas eleições ​para o Congresso como um voto contra Trump, em comparação com 13% ‌que disseram que era um voto ⁠a favor de Trump e 33% que afirmaram que o presidente não era um fator determinante em seu voto.</p><p>A mais recente pesquisa ⁠da Reuters/Ipsos entrevistou 1.765 adultos norte-americanos online ⁠e teve uma margem de erro ⁠de 2 pontos ⁠percentuais.</p><p>(Reportagem ​de Jason Lange, em Washington; edição de Scott Malone e Deepa Babington)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Mediadores do Catar viajam a Teerã para negociações sobre possível acordo entre EUA e Irã, diz fonte]]></title>
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        <updated>2026-11-02T19:39:39.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Mediadores do Catar viajam a Teerã para negociações sobre possível acordo entre EUA e Irã, diz fonte]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>2 Nov (Reuters) - ​Mediadores do Catar viajaram para Teerã na noite desta segunda-feira para conversas ⁠com o ⁠ministro ​das ‌Relações Exteriores do Irã, Abbas ⁠Araqchi, sobre um possível ​acordo entre os ​Estados ‌Unidos ​e o ⁠Irã, afirmou uma autoridade a ​par das negociações.</p><p>Está em ​discussão uma versão do rascunho do acordo entre os EUA e o ​Irã que ‌vem sendo ⁠negociada nos últimos oito ⁠dias, ⁠disse ⁠a ⁠autoridade.</p><p>(Reportagem ​de Andrew Mills)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Juiz dos EUA arquiva processo do governo Trump sobre investigação de admissões em Harvard]]></title>
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        <updated>2026-11-02T19:22:38.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Juiz dos EUA arquiva processo do governo Trump sobre investigação de admissões em Harvard]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Nate Raymond</p><p>BOSTON, 2 Nov (Reuters) - Um juiz federal ​dos Estados Unidos indeferiu nesta segunda-feira uma ação movida pelo governo do presidente Donald Trump que buscava obrigar a Universidade de Harvard a entregar documentos para uma investigação sobre se a instituição continua a levar em conta a raça em seu processo de admissão de alunos.</p><p>O juiz federal Myong Joun, de Boston, rejeitou a ação movida pelo Departamento de Justiça dos EUA, que, segundo Harvard, foi apresentada como parte de uma campanha mais ampla do governo do presidente republicano contra a instituição da Ivy League.</p><p>Harvard tem sido um dos principais alvos dos esforços ⁠do ⁠governo para usar o financiamento federal e ​o poder ‌do governo a fim de forçar mudanças nas universidades que, segundo Trump, são dominadas por ideologias da “esquerda radical”.</p><p>A universidade, sediada em Cambridge, Massachusetts, já obteve decisões de outros juízes rejeitando as tentativas do governo de cortar mais de US$2 bilhões em ⁠subsídios, impedir a instituição de receber estudantes internacionais e processá-la por supostamente não ​proteger estudantes judeus e israelenses contra assédio.</p><p>O Departamento de Justiça apresentou o caso ao ​juiz Joun em fevereiro, argumentando que Harvard não ‌estava cooperando com as ​investigações para ⁠apurar se a instituição está cumprindo a decisão de 2023 da Suprema Corte dos EUA que rejeitou programas de admissão que levam em conta a raça, usados para aumentar o número de ​matrículas de estudantes de minorias.</p><p>O governo alega que o Departamento de Justiça e o Departamento de Educação dos EUA precisam de dados de admissão por candidato, coletados ao longo de anos, para determinar se a raça continua sendo um fator nas decisões de admissão de ​Harvard.</p><p>Os advogados da universidade rebateram, alegando que o processo foi aberto como retaliação contra Harvard por se recusar a atender às exigências de reformular sua governança, contratações e programas acadêmicos para se alinhar à agenda do governo.</p><p>Eles afirmaram que a ação judicial foi movida depois que Trump anunciou, no início de fevereiro, que estava encerrando as negociações para um acordo e exigia US$1 bilhão em indenização de Harvard, que, segundo ele, “há muito tempo vem se comportando ​de maneira muito inadequada”.</p><p>Harvard afirmou que o Departamento de Justiça entrou com a ação sem primeiro ‌tomar as medidas legalmente exigidas para garantir ⁠o cumprimento voluntário, por parte da universidade, de suas exigências relativas a registros de vários anos, que, segundo Harvard, incluíam dados confidenciais sobre milhares de alunos do ensino médio ⁠que buscaram admissão.</p><p>O Departamento de Justiça solicitou os registros como ⁠parte de uma investigação para apurar se ⁠Harvard está cumprindo o ⁠Título ​VI da Lei dos Direitos Civis de 1964, que proíbe a discriminação racial em programas educacionais.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Senador dos EUA quer “explicação completa” sobre o sobrevoo do Air Force One sobre a Casa Branca]]></title>
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        <updated>2026-11-02T19:14:14.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Senador dos EUA quer “explicação completa” sobre o sobrevoo do Air Force One sobre a Casa Branca]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>WASHINGTON, 2 ​Nov (Reuters) - A senadora Tammy Duckworth solicitou, nesta segunda-feira, que as agências governamentais apresentassem um “relatório completo” sobre a decisão de permitir que o avião ⁠presidencial dos Estados ⁠Unidos sobrevoasse ​a ‌Casa Branca como parte de uma festa de Halloween ⁠para crianças na semana passada.</p><p>Duckworth, ​que é a principal ​democrata na subcomissão ‌que ​supervisiona a ⁠Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), ​afirmou que os dados de rastreamento de voos mostram ​que, na quinta-feira, a aeronave sobrevoou a Casa Branca duas vezes, a uma altitude entre aproximadamente 400 e 1.000 pés e ​próxima ao topo do ‌Monumento a Washington.</p><p>Ela ⁠classificou o ato como uma “manobra perigosa”, realizada ⁠abaixo da ⁠altitude mínima ⁠de segurança ⁠exigida ​pela FAA.</p><p>(Reportagem de David Shepardson)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Republicanos e democratas apresentam argumentos finais para eleições de meio de mandato, e Michigan agita disputa]]></title>
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        <updated>2026-11-02T17:45:08.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Republicanos e democratas apresentam argumentos finais para eleições de meio de mandato, e Michigan agita disputa]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Nathan Layne e Nandita Bose</p><p>DETROIT/WASHINGTON, 2 ​Nov (Reuters) - Os democratas tentaram conter uma divisão na disputa pelo Senado dos EUA em Michigan depois que um de seus membros cruzou as linhas partidárias para apoiar o candidato republicano, enquanto o presidente Donald Trump intensificou nesta segunda-feira esforços jurídicos para intervir na contagem dos votos, à medida que os partidos apresentavam argumentos finais na véspera das eleições de meio de mandato que determinarão o controle do Congresso.</p><p>Em um fim de semana agitado, a deputada federal Haley Stevens, que perdeu as primárias democratas para o Senado de ⁠Michigan ⁠para Abdul El-Sayed em uma disputa acirrada, ​repentinamente passou ‌a apoiar o republicano Mike Rogers e apareceu com ele em uma igreja em Detroit. A disputa é fundamental para as esperanças dos democratas de acabar com a maioria de 53 a 47 no Senado, atualmente nas mãos ⁠dos republicanos de Trump.</p><p>Trump, que vem realizando comícios diários em todo o ​país em apoio aos candidatos republicanos, apresentou na segunda-feira um pedido de emergência ​à Suprema Corte dos EUA para impedir temporariamente ‌que a Califórnia conte ​os ⁠votos por correspondência de mais de 20 mil eleitores registrados que, segundo autoridades federais, provavelmente não são cidadãos norte-americanos.</p><p>A Califórnia afirmou que a ação judicial poderia privar 20 mil eleitores ​do direito de voto com base em acusações vagas e que o processo do governo para identificar não cidadãos era falho e propenso a erros.</p><p>Um porta-voz da campanha de El-Sayed informou que a campanha arrecadou US$2,4 milhões no domingo, sua maior arrecadação ​em um único dia, impulsionada por doações de pequeno valor, com média de US$ 36,74, provenientes de mais de 65 mil doadores.</p><p>Analistas apartidários, em geral, consideram mais provável que os democratas conquistem a maioria na Câmara dos Deputados. Conquistar o controle do Senado será mais complicado; esses analistas agora consideram as disputas em estados tradicionalmente de tendência republicana — incluindo Texas, Kansas e Iowa — competitivas para o partido da oposição, o que ​lhe dá mais opções para alcançar a maioria.</p><p>O controle de qualquer uma das casas restringiria ‌a capacidade de Trump de aprovar leis ⁠e daria aos democratas poder para investigar seu governo, enquanto a maioria no Senado também lhes permitiria bloquear seus indicados para tribunais federais, incluindo a Suprema Corte.</p><p>De ⁠acordo com o Laboratório Eleitoral da Universidade da Flórida, ⁠55 milhões de votos já foram ⁠dados presencialmente e pelo ⁠correio, ​um número superior aos 45 milhões registrados nas eleições de meio de mandato de 2022.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Ucrânia afirma que raro cessar-fogo serviu de cobertura para reagrupamento russo]]></title>
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        <updated>2026-11-02T17:39:38.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Ucrânia afirma que raro cessar-fogo serviu de cobertura para reagrupamento russo]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Dan Peleschuk e Lina Golovnya</p><p>KIEV, ​2 Nov (Reuters) - A Ucrânia acusou a Rússia, nesta segunda-feira, de se aproveitar de um raro cessar-fogo humanitário, apoiado pelos Estados Unidos, ocorrido na semana passada na região de Kherson, no sul do país, para fortalecer sua posição militar na área.</p><p>Quase 800 pessoas foram evacuadas da cidade ucraniana de Oleshky, ocupada pela Rússia, segundo a primeira-dama dos EUA, Melania Trump, que, segundo a Casa Branca, teria mediado a pausa de seis dias nos combates ⁠ao ⁠redor da cidade. Ambos os ​lados elogiaram ‌a iniciativa como um sucesso.</p><p>Mas, em comunicado divulgado nesta segunda-feira, o Estado-Maior de Kiev afirmou que as forças russas também utilizaram a trégua para fazer a rotação de tropas, reforçar as defesas ⁠e melhorar a logística no campo de batalha.</p><p>“Sob o cessar-fogo ​estabelecido para a operação humanitária em Oleshky, unidades das Forças de ​Defesa da Ucrânia garantiram que o cessar-fogo ‌fosse respeitado e ​agiram exclusivamente ⁠dentro da estrutura dos acordos firmados”, afirmou em X.</p><p>“O inimigo, por outro lado, aproveitou a pausa humanitária para melhorar suas posições.”</p><p>O porta-voz do Kremlin, Dmitry ​Peskov, disse que não tinha informações específicas sobre quaisquer movimentos, mas que ajustar posições durante um cessar-fogo era “prática padrão” e que era seguro supor que a Ucrânia tivesse feito o mesmo.</p><p>RELATOS DE NOVOS CONFLITOS</p><p>No ​sábado, moradores famintos e exaustos de Oleshky foram recebidos por parentes eufóricos na fronteira entre a Ucrânia e a Belarus, após uma jornada complexa pelo território ucraniano ocupado e pela Rússia.</p><p>O cessar-fogo, que entrou em vigor em 27 de outubro, expirou em domingo. Foi a mais longa pausa local nos combates desde a invasão em grande escala da Rússia em ​2022.</p><p>Apesar dessa rara trégua, os combates continuaram intensos ao longo do restante ‌da linha de frente de 1.200 ⁠km, onde as forças russas avançam lentamente em partes do leste e do sul da Ucrânia.</p><p>Em um vídeo divulgado no Facebook, a ⁠34ª Brigada Independente de Fuzileiros Navais da Ucrânia ⁠alertou os moradores da região ⁠de Kherson de ⁠que ​havia motivos para esperar uma retomada das hostilidades após o fim do cessar-fogo.</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[EUA vão suspender África do Sul e Ruanda do acesso a comércio com isenção  de impostos]]></title>
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        <updated>2026-11-02T17:09:44.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[EUA vão suspender África do Sul e Ruanda do acesso a comércio com isenção  de impostos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>WASHINGTON, 2 Nov (Reuters) - O ​representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou nesta segunda-feira que Washington pretende suspender a África do Sul e Ruanda  do acesso a comércio com isenção  de impostos  ao mercado norte-americano, nos termos da Lei de Crescimento e Oportunidades para a África (AGOA).</p><p>“O presidente Trump constatou que ⁠os ⁠governos de Ruanda e ​da ‌África do Sul estão adotando práticas incompatíveis com os critérios de elegibilidade da AGOA”, afirmou Greer em comunicado.</p><p>A ⁠AGOA concede aos países africanos elegíveis acesso isento ​de tarifas ao mercado dos EUA ​para milhares de produtos. A ‌África do ​Sul ⁠vem se beneficiando dessa lei há anos.</p><p>Espera-se que os beneficiários da AGOA cumpram os requisitos ​de elegibilidade relacionados à manutenção de economias de mercado e boa governança, bem como à eliminação de barreiras aos investimentos ​e ao comércio dos EUA, com Washington realizando revisões regulares.</p><p>O governo do presidente Donald Trump tem reprimido a África do Sul pelo que Trump alega ser a perseguição a pessoas brancas. O governo da África do ​Sul afirma que se trata de uma falsidade ‌espalhada por grupos ⁠marginais.</p><p>Washington destacou as barreiras comerciais, o Estado de Direito e os direitos humanos ⁠como algumas das questões que ⁠lhe causam profunda ⁠preocupação em ⁠Ruanda.</p><p>(Reportagem ​de Bhargav Acharya e Daphne Psaledakis, em Washington)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Reino Unido vai obrigar parte dos migrantes a esperar 10 anos para ter direito a residência permanente]]></title>
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        <updated>2026-11-02T16:29:22.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Reino Unido vai obrigar parte dos migrantes a esperar 10 anos para ter direito a residência permanente]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Andrew MacAskill e Sam Tabahriti</p><p>LONDRES, 2 ​Nov (Reuters) - O Reino Unido divulgou nesta segunda-feira reformas abrangentes em seu sistema de imigração, exigindo que alguns migrantes esperem 10 anos ou mais antes de poderem se estabelecer no país, ao mesmo tempo em que concedeu facilidades a alguns cuidadores  para amenizar uma disputa política.</p><p>As reformas são a mais recente tentativa do governo de endurecer as regras após o aumento repentino no número de chegadas, na sequência da saída do Reino Unido da União Europeia.</p><p>Mas os esforços do governo para endurecer as regras provocaram ⁠reações negativas ⁠por parte dos sindicatos e de ​setores do ‌Partido Trabalhista, que está no poder, levando a ministra do Interior, Shabana Mahmood, a reduzir o período padrão de qualificação para quem trabalha no setor de saúde e assistência social de 10 para 5 anos.</p><p>Embora pessoas ⁠com alta renda tenham o direito de se estabelecerem em três anos, ​as restrições mais severas foram reservadas para aqueles que chegam em pequenas ​embarcações atravessando o Canal da Mancha.</p><p>“Quem mais contribui ‌se estabelecerá mais rápido”, ​disse ⁠Mahmood. “Quem não seguir as regras terá o pedido negado ou terá que esperar mais tempo.”</p><p>Anteriormente, os migrantes legais precisavam esperar cinco anos antes de receberem a autorização de permanência ​por tempo indeterminado, que permite que as pessoas vivam e trabalhem no Reino Unido permanentemente e tenham direito a alguns benefícios sociais.</p><p>Mas o governo argumentou que as mudanças eram necessárias porque se esperava que cerca de 350 mil trabalhadores menos ​qualificados e seus dependentes, que chegaram após o Brexit, se tornassem elegíveis para a permanência nos próximos anos.</p><p>De acordo com as novas regras, a maioria das pessoas agora terá que esperar 10 anos antes de poder solicitar a residência permanente no Reino Unido.</p><p>No entanto, os trabalhadores do setor de saúde e assistência social  ainda poderão solicitar a permanência após cinco anos, desde que atendam a determinados critérios, como ter um ​alto nível de inglês, não ter antecedentes criminais e comprovar o pagamento do seguro ‌social.</p><p>Aqueles que ganham mais de 125.000 ⁠libras ou que possuem determinados vistos poderão se estabelecer em três anos. Qualquer pessoa que chegar ilegalmente em um pequeno barco terá que esperar até 30 ⁠anos.</p><p>As mudanças surgem em resposta às demandas dos eleitores ⁠por uma redução da imigração e ⁠após o partido ⁠populista ​Reform UK, de Nigel Farage, ter liderado a campanha por controles mais rígidos de migração.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Livres das cotas da Opep, Emirados Árabes Unidos afirmam que as exportações de petróleo aumentaram]]></title>
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        <updated>2026-11-02T16:11:42.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Livres das cotas da Opep, Emirados Árabes Unidos afirmam que as exportações de petróleo aumentaram]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Ahmad Ghaddar e Florence Tan</p><p>LONDRES, 2 Nov (Reuters) - ​Seis meses após deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep),  os Emirados Árabes Unidos começaram, nesta segunda-feira, a sediar a ADIPEC, uma das maiores conferências de energia do mundo, onde anunciaram a um público de executivos do setor que haviam aumentado as exportações de petróleo, apesar da guerra com o Irã.</p><p>Os Emirados Árabes Unidos foram, por 59 anos, um membro fundamental da Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Em abril, anunciaram que deixariam o grupo, poucas semanas após o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. A guerra, que começou no fim de fevereiro, causou graves interrupções no abastecimento de energia ⁠e impulsionou ⁠a alta dos preços do petróleo.</p><p>O ministro ​da Energia ‌dos Emirados Árabes Unidos, Suhail al-Mazrouei, disse na ADIPEC nesta segunda-feira que as exportações de seu país, em algumas ocasiões, foram melhores do que antes da guerra, sem fornecer detalhes precisos.</p><p>Os Emirados Árabes Unidos protegerão sua infraestrutura energética e investirão em novas rotas de exportação, disse ele ⁠à ADIPEC. A conferência continua em Abu Dhabi até quinta-feira.</p><p>Dados da Opep compilados a ​partir de fontes secundárias corroboram essas declarações. Em setembro, os Emirados Árabes Unidos produziram 3,917 milhões ​de barris por dia de petróleo, um aumento de 15% ‌em relação a fevereiro, ​segundo os ⁠números.</p><p>O número de setembro é 470 mil bpd a mais do que a cota da Opep+ que teria sido aplicada aos Emirados Árabes Unidos em maio, caso o país não tivesse deixado a Opep e a ​Opep+ em 1º de maio. Os demais membros regionais da Opep+, com exceção de Omã, produziram abaixo de suas cotas.</p><p>NÚMEROS DA IEA APONTAM PRODUÇÃO MAIS ALTA DOS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS</p><p>A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) avaliou a produção dos Emirados Árabes Unidos como ainda maior. A agência afirmou ​que, para setembro, esperava que a produção dos Emirados Árabes Unidos tivesse sido de 4,4 milhões de bpd.</p><p>Levando em conta o petróleo, o condensado e outros líquidos, os Emirados Árabes Unidos produziram um recorde de 5,3 milhões de bpd em setembro, informou a IEA no mês passado.</p><p>A Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi contesta os dados citados pela Reuters.</p><p>A Reuters solicitou um comentário da empresa estatal de petróleo sobre os números de produção da Opep e da IEA, sobre os dados de exportação que mostram que os ​embarques dos Emirados Árabes Unidos foram superiores aos da Arábia Saudita em agosto e sobre a sugestão de ‌que os Emirados Árabes Unidos teriam se ⁠beneficiado ao deixar a Opep.</p><p>“Informamos à Reuters que os dados desta matéria estão errados e que esta reportagem é imprecisa”, disse um porta-voz da ADNOC. A ADNOC não especificou o que havia de impreciso ⁠nos dados ou na reportagem, nem forneceu dados alternativos.</p><p>A Organização dos ⁠Países Exportadores de Petróleo e as autoridades da ⁠Arábia Saudita, maior exportadora ⁠mundial ​de petróleo e principal membro da Opep, não responderam a um pedido de comentário.</p><p>(Reportagem adicional de Nidhi Verma)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Irã diz que contatos para encerrar guerra seguem após negociações sem avanços]]></title>
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        <updated>2026-11-02T15:55:31.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Irã diz que contatos para encerrar guerra seguem após negociações sem avanços]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>DUBAI, 2 Nov (Reuters) - Os contatos entre o ​Irã e os Estados Unidos para pôr fim à guerra que já dura oito meses continuam, informou Teerã nesta segunda-feira, após dias de negociações entre o Irã e mediadores do Catar que terminaram com propostas alteradas, mas sem avanços significativos.</p><p>“As consultas por meio dos mediadores estão sendo muito intensas. Apresentamos nossas condições e propostas, e tudo depende da racionalidade política de Washington”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, em declarações divulgadas pela agência de notícias estatal IRNA.</p><p>Em meio a temores de ⁠que o ⁠conflito possa reacender após as eleições ​de meio ‌de mandato de terça-feira nos Estados Unidos, a China e a Rússia se manifestaram nesta segunda-feira contra a possibilidade de uma nova ação militar em uma guerra que tem afetado a economia global.</p><p>Embora os preços do petróleo ⁠tenham caído quase 4% nesta segunda-feira, impulsionados pela esperança de que a ​última rodada de mediação pudesse levar a uma solução diplomática para a crise, ​fontes iranianas afirmaram acreditar que um novo ataque ‌dos EUA ainda fosse ​mais ⁠provável do que um acordo.</p><p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse que o plano apresentado pelo Irã em setembro para pôr fim à guerra continuava ​sendo o foco das discussões, mas confirmou os comentários atribuídos a Araqchi no sábado de que a proposta poderia ser resumida.</p><p>“A base do diálogo e das negociações entre o Irã e os EUA por meio de mediadores continua sendo a ​proposta de sete etapas do Irã, que agora foi condensada, tornando possível sua implementação em dois dias”, disse ele.</p><p>O presidente dos EUA, Donald Trump, rejeitou a proposta de sete etapas em setembro.</p><p>O plano exigiria que os EUA encerrassem o bloqueio aos portos iranianos, que o Irã reabrisse a via navegável do Estreito de Ormuz, uma isenção dos EUA às vendas de petróleo iraniano, o cancelamento de novas sanções contra o Irã ​e, em seguida, negociações sobre outras questões.</p><p>Baghaei reiterou que a simplificação do plano não ‌alteraria a posição fundamental do Irã de ⁠que o retorno às negociações sobre o programa nuclear do país só poderia ocorrer após a verificação de que todas as suas condições fossem atendidas.</p><p>Uma autoridade ⁠a par das negociações disse que os negociadores do ⁠Irã partiram no domingo, mas não por ⁠causa de quaisquer ⁠problemas ​nas negociações, e acrescentou que um esboço de proposta estava circulando, sem dar mais detalhes.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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