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    <title>Antena 1 Notícias - Tecnologia</title>
    <updated>2026-11-03T12:30:48.000Z</updated>
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        <name>Redação Antena 1</name>
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    <subtitle>Todas as notícias da categoria Tecnologia publicadas recentemente na página da Antena 1</subtitle>
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        <title type="html"><![CDATA[Thomson Reuters divulga aumento na receita do 3º tri]]></title>
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        <updated>2026-11-03T12:30:48.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Thomson Reuters divulga aumento na receita do 3º tri]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>3 Nov (Reuters) - A ​Thomson Reuters  divulgou um aumento na receita do terceiro trimestre nesta terça-feira, após vender uma participação majoritária em seu negócio global de mídia impressa.</p><p>A empresa de conteúdo e tecnologia sediada em Toronto elevou sua projeção de ⁠receita orgânica ⁠para o ano ​inteiro ‌de 2026 para um aumento de 8,5% a 9,0%, acima da faixa anterior de cerca ⁠de 8%. A receita orgânica reflete ​as vendas dos negócios existentes com ​base em moeda constante.</p><p>“Estamos ‌satisfeitos com ​o ⁠desempenho no terceiro trimestre, já que o crescimento da receita e as ​margens superaram nossas expectativas anteriores”, afirmou o presidente-executivo da Thomson Reuters, Steve Hasker, em comunicado.</p><p>A proprietária ​do banco de dados jurídico Westlaw, da agência de notícias Reuters e do serviço tributário e contábil Checkpoint registrou um aumento de 10% na receita do terceiro trimestre, para US$1,83 ​bilhão, e lucro ajustado por ação ‌de 81 centavos.</p><p>As ações ⁠da Thomson Reuters caíram 6,3% neste ano, em comparação com ⁠um aumento de 10% ⁠no S&P 500  , ⁠até esta ⁠segunda-feira.</p><p>(Reportagem ​de Kenneth Li, em Nova York)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[Co-CEO  da Binance diz  que empresa está com saúde  financeira muito sólida após roubo de US$6,3 bi]]></title>
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        <updated>2026-11-03T11:28:27.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Co-CEO  da Binance diz  que empresa está com saúde  financeira muito sólida após roubo de US$6,3 bi]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>HONG KONG, 3 Nov (Reuters) - O co-CEO ​da Binance, Richard Teng, afirmou nesta terça-feira que a corretora está com “saúde financeira muito sólida”  e que uma “análise pós-incidente” do roubo cibernético de US$6,3 bilhões ocorrido na semana passada será divulgada no momento oportuno.</p><p>Em discurso durante um evento da Fintech Week de Hong Kong, Teng afirmou que os fluxos de entrada e saída por hora haviam “praticamente se normalizado” e que 95% dos tokens afetados haviam sido repostos após a corretora ter sido ⁠alvo ⁠do que pode ter sido o ​maior ‌roubo financeiro da história.</p><p>Teng disse que as perdas foram cobertas pela reserva de emergência do Fundo de Ativos Seguros para Usuários e por outros fundos da empresa que haviam sido reservados. ⁠Ele acrescentou que os 5% restantes dos tokens afetados são tokens menos ​líquidos, e que a Binance está trabalhando com provedores de mercado ​de balcão para restaurá-los.</p><p>“É uma lição ‌dolorosa. Assumimos a ​responsabilidade por ⁠isso”, disse ele. “Sairemos mais fortes, os fundos dos usuários estão seguros nesse aspecto e continuaremos a crescer cada vez mais.”</p><p>Os clientes haviam retirado um valor ​líquido de US$4,72 bilhões até segunda-feira, informou a Binance anteriormente. Isso representa cerca de 3% dos ativos na plataforma, um número relativamente modesto que, segundo analistas, sugere que a confiança dos clientes se ​manteve em grande parte intacta. A maioria dos saques foi feita na stablecoin USDT da Tether, acrescentou a Binance.</p><p>“A empresa está com  saúde financeira muito sólida”,  disse Teng. “Isso é algo que podemos arcar. Temos condições de fazê-lo.”</p><p>O FBI afirmou no fim de semana que a Coreia do Norte era responsável pelo roubo de mais de US$6 bilhões em ativos criptográficos, um ​crime que causou comoção no setor. A Coreia do Norte rejeitou as ‌acusações como “retórica absurda”.</p><p>A maior parte do ⁠roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, segundo registros da blockchain.</p><p>A Binance informou que possui mais de 335 milhões de usuários em ⁠todo o mundo e um volume médio ⁠diário de negociações de US$95 bilhões ⁠em ativos digitais ⁠e ​derivativos.</p><p>(Reportagem de Summer Zhen, Selena Li e Yantoultra Ngui em Hong Kong)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Atividade industrial dos EUA se fortalece em outubro, e preços dos insumos permanecem altos]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/atividade-industrial-dos-eua-se-fortalece-em-outubro-e-precos-dos-insumos-permanecem-altos</id>
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        <updated>2026-11-02T18:04:28.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Atividade industrial dos EUA se fortalece em outubro, e preços dos insumos permanecem altos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Lucia Mutikani</p><p>WASHINGTON, 2 Nov (Reuters) - A atividade industrial nos ​EUA registrou uma recuperação em outubro, em meio a uma forte demanda interna, mantendo elevada a inflação na porta da fábrica.</p><p>Apesar da melhora inesperada divulgada pelo Institute for Supply Management nesta segunda-feira, o sentimento entre os fabricantes permaneceu predominantemente pessimista, com alguns reclamando que “as políticas econômicas vindas de Washington continuam a pesar sobre as condições de negócios” e outros afirmando que a situação estava “tornando impossível tomar decisões sólidas de longo prazo”.</p><p>Eles se referiam provavelmente ao aumento dos preços de uma série de commodities, incluindo energia, decorrente da guerra em curso envolvendo os EUA, Israel e o Irã. Uma recente escalada na guerra comercial com o Canadá também foi citada ⁠pelos fabricantes como ⁠um obstáculo.</p><p>As repercussões inflacionárias do conflito no ​Oriente Médio ‌também contribuíram para deprimir o ânimo dos consumidores, culminando em uma ampla desaprovação da gestão econômica do presidente Donald Trump. O descontentamento com o aumento do custo de vida provavelmente determinará o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato desta terça-feira.</p><p>Economistas alertaram que o aumento das taxas ⁠de juros e a queda da renda familiar ajustada pela inflação prejudicariam a atividade ​industrial no próximo ano, especialmente nos segmentos não expostos à febre de gastos com inteligência artificial.</p><p>“Embora se ​espere que os investimentos relacionados à IA permaneçam fortes, novas ‌mudanças no sentimento em relação ​à ⁠IA — que se agravou nas últimas semanas — podem pesar sobre os planos de investimento”, disse Veronica Clark, economista do Citigroup.</p><p>“Mesmo que os planos de investimento atuais sigam adiante, isso ainda sugeriria uma desaceleração na taxa de crescimento dos ​investimentos futuros. Além disso, taxas mais altas e condições financeiras recentemente mais restritivas podem pesar sobre os setores da indústria não relacionados à IA.”</p><p>O ISM informou que seu Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor manufatureiro subiu para 55,5 no mês passado, ante 54,5 em setembro. Economistas consultados pela Reuters previam que o ​PMI permaneceria em 54,5. O PMI tem se mantido acima do limiar de 50 neste ano, indicando crescimento na indústria, um setor que representa cerca de 9,4% da economia.</p><p>Um indicador da produção nas fábricas subiu 2,3 pontos percentuais, para 59 no mês passado, o maior nível desde novembro de 2021.</p><p>A economia como um todo cresceu a uma taxa anualizada de 3,4% no último trimestre, após expandir-se a um ritmo de 2,2% no período de abril a junho, mesmo com a guerra no Oriente Médio alimentando a inflação. O índice de novos ​pedidos da pesquisa do ISM subiu ligeiramente de 55,3 em setembro para 55,5, com as exportações também apresentando alta.</p><p>Os ‌estoques das fábricas também aumentaram. O relatório ⁠preliminar do PIB divulgado pelo governo mostrou que os estoques das empresas se recuperaram no último trimestre, após terem sido reduzidos por cinco trimestres consecutivos.</p><p>Ainda assim, Susan Spence, que preside o Comitê de Pesquisa de ⁠Negócios da Indústria do ISM, observou que “o sentimento geral piorou pelo ⁠terceiro mês consecutivo”. Ela relatou que 66% dos comentários ⁠dos entrevistados foram negativos, ⁠com ​a volatilidade dos preços dominando as visões pessimistas, seguida por prazos de entrega mais longos, tarifas e a guerra.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Prejuízo trimestral da Anthropic diminui e receita dispara antes de IPO]]></title>
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        <updated>2026-11-02T14:57:22.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Prejuízo trimestral da Anthropic diminui e receita dispara antes de IPO]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>2 Nov (Reuters) - ​O prejuízo líquido da Anthropic diminuiu acentuadamente no terceiro trimestre, enquanto a receita subiu, conforme revelou, nesta segunda-feira, um documento revisado de oferta ⁠pública inicial (IPO) apresentado ⁠à Comissão ​de ‌Valores Mobiliários dos Estados Unidos.</p><p>O prejuízo líquido da empresa ⁠de IA caiu para US$23,29 ​bilhões nos três meses ​encerrados em 30 ‌de ​setembro, ante ⁠US$66,3 bilhões no segundo trimestre, enquanto a receita ​subiu de US$11,56 bilhões para US$16,96 bilhões.</p><p>A Anthropic entrou ​com o pedido de abertura de capital na semana passada, preparando o terreno para o que pode ser o maior IPO ​já registrado, à medida ‌que os investidores ⁠analisam minuciosamente as vultosas somas que estão ⁠sendo injetadas ⁠na infraestrutura ⁠de IA.</p><p>(Reportagem ⁠de ​Utkarsh Shetti em Bengaluru)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Marvell compra Lumentum em negócio de US$115 bilhões em aposta no mercado de data centers para IA]]></title>
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        <updated>2026-11-02T12:41:40.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Marvell compra Lumentum em negócio de US$115 bilhões em aposta no mercado de data centers para IA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>2 Nov (Reuters) - A Marvell Technology  anunciou um acordo ​para comprar a fabricante de componentes ópticos Lumentum  em uma transação de US$115 bilhões inteiramente em ações, incluindo dívidas, à medida que a fabricante de chips personalizados intensifica seu desafio à rival de maior porte, a Broadcom , em meio a um boom de gastos com IA.</p><p>O negócio, anunciado nesta segunda-feira, é um dos maiores de 2026 e está entre as apostas corporativas mais ousadas até agora no boom da IA, que os executivos do setor de chips esperam que sustente a demanda da indústria por muitos anos.</p><p>Ao adquirir ⁠a ⁠Lumentum — uma empresa com cerca de ​metade do ‌seu tamanho —, a Marvell aposta que o boom de gastos com IA das grandes empresas de tecnologia veio para ficar e que a demanda por componentes ópticos usados para transmitir dados em alta velocidade continuará superando a oferta.</p><p>Segundo ⁠o acordo, a Marvell pagará US$1.132 por ação em ações, um prêmio ​de 23,9% em relação ao último preço de fechamento não afetado da Lumentum ​em 28 de outubro, antes que as negociações ‌fossem divulgadas pela primeira ​vez.</p><p>Isso ⁠confere ao negócio um valor patrimonial de US$102,54 bilhões.</p><p>A Marvell afirmou que a transação ampliará o mercado total acessível da empresa resultante da fusão para US$550 bilhões. Suas ações subiram ​2,8% no pré-mercado, enquanto as negociações com as ações da Lumentum foram suspensas.</p><p>A Nvidia , gigante dos chips de IA, investiu US$2 bilhões tanto na Marvell quanto na Lumentum no início deste ano.</p><p>Há apenas três anos, a Marvell era uma fabricante de ​chips relativamente desconhecida. Mas, desde então, seu valor de mercado disparou para mais de US$ 170 bilhões, graças ao seu papel em ajudar gigantes da tecnologia, como a Amazon , a desenvolver chips de IA personalizados e tecnologia de rede para data centers.</p><p>O acordo firmado nesta segunda-feira também pode fortalecer ainda mais a Marvell em sua disputa com a rival Broadcom, que há muito tempo é a principal parceira de chips personalizados do ​Google,  de propriedade da Alphabet ,  e oferece aos clientes uma gama mais ampla de hardware de IA ‌para data centers sob o mesmo ⁠teto.</p><p>A Marvell conquistou uma de suas maiores vitórias em agosto, ao assinar um acordo para fornecer chips que atuam em conjunto com os processadores de IA do ⁠Google, com um valor de vendas de até US$120 ⁠bilhões até o ano fiscal de 2033, ⁠concedendo ao gigante ⁠das ​buscas o direito de adquirir uma participação de US$12,2 bilhões.</p><p>(Reportagem de Anhata Rooprai em Bengaluru)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Supermercados europeus são atingidos por novo ataque cibernético a refrigeradores]]></title>
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        <updated>2026-11-02T12:12:33.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Supermercados europeus são atingidos por novo ataque cibernético a refrigeradores]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>ESTOCOLMO/BRUXELAS, 2 Nov (Reuters) - A Ahold Delhaize  e a Colruyt  informaram nesta segunda-feira ​que um incidente de TI ocorrido durante a madrugada afetou geladeiras e freezers em dezenas de lojas na Bélgica e em Luxemburgo, enquanto as redes de supermercados suecas ICA e Coop relataram picos de temperatura semelhantes, com uma loja atribuindo o problema a um ataque cibernético.</p><p>Os incidentes ocorrem após um ataque na França no mês passado, no qual a polícia informou que hackers assumiram o controle de unidades de refrigeração em centenas de supermercados, elevando as temperaturas a até 50 graus Celsius e causando incêndios e perdas de alimentos.</p><p>A Ahold também relatou um incidente de segurança cibernética à polícia holandesa no mês passado, após detectar atividades suspeitas em sua infraestrutura.</p><p>A  rede de supermercados Delhaize percebeu nesta segunda-feira que havia aumentos de temperatura nos ⁠sistemas de refrigeração, ⁠disse a porta-voz da Delhaize, Sarah De Meester. ​A empresa está ‌investigando o incidente.</p><p>Stephan Moelans, presidente-executivo da empresa belga de refrigeração Sabcobel, que opera os sistemas da Delhaize, disse à agência de notícias Belga que o incidente foi um ataque cibernético, no qual os evaporadores das unidades foram colocados no modo de degelo. O escritório de Moelans se recusou a comentar quando contatado pela Reuters.</p><p>Um ⁠porta-voz do Colruyt Group, que opera as lojas Spar na Bélgica por meio de um sistema ​de franquia, afirmou que cinco lojas tiveram seus sistemas de refrigeração atacados.</p><p>De geladeiras e sistemas de aquecimento a ​câmeras de segurança e redes de alarme, uma gama cada vez maior ‌de dispositivos — que antes eram ​em grande ⁠parte mecânicos — agora pode ser monitorada e controlada remotamente, criando novas oportunidades para os cibercriminosos.</p><p>As autoridades não indicaram quem poderia estar por trás dos incidentes do mês passado. Não houve reivindicações de responsabilidade.</p><p>LOJAS SUECAS TAMBÉM FORAM AFETADAS</p><p>O chefe do centro nacional de ​segurança cibernética da Suécia, John Billow, disse à Reuters que a instituição estava investigando vários incidentes relacionados a sistemas de refrigeração em supermercados por toda a Suécia.</p><p>Uma loja sueca da rede ICA informou nas redes sociais que a temperatura de seus refrigeradores e freezers havia sido “hackeada” durante a madrugada e ajustada para 50 graus Celsius. Mais tarde, informou que a ​loja já havia reaberto.</p><p>Em uma loja da rede ICA Baronen, em Estocolmo, um aviso informava que todos os freezers da loja estavam avariados devido a um ataque cibernético. O gerente de vendas da loja disse que o ataque ocorreu às 2h da manhã e foi percebido às 5h30 da manhã.</p><p>“Estamos cientes de que um número limitado de lojas foi afetado por um incidente durante a madrugada, o que causou impacto em seus sistemas de refrigeração e congelamento”, afirmou um porta-voz da ICA, empresa de capital fechado, por email.</p><p>O grupo varejista de alimentos Coop, de capital fechado, informou ao jornal sueco ​Aftonbladet que seis de suas lojas haviam sido afetadas por incidentes semelhantes. A empresa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.</p><p>“Nas ‌últimas semanas... identificamos que temos um número considerável ⁠de dispositivos de tecnologia operacional expostos na Suécia, e deixamos claro que é necessário atualizá-los ou aplicar patches”, disse Billow, do centro de segurança cibernética.</p><p>Uma rede de supermercados da Estônia também foi afetada, com as temperaturas ajustadas para 50 ⁠graus, informou a fornecedora de tecnologia Kitman Coldtech à emissora pública ERR.</p><p>“Isso é ⁠muito recente, aconteceu esta manhã”, disse o presidente-executivo da ⁠Kitman, Jann Mutso, à ERR. ⁠Ele ​se recusou a revelar o nome da rede de supermercados afetada.</p><p>(Reportagem de Anna Ringstrom, Louise Rasmussen e Johan Ahlander, em Estocolmo)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Clientes da Binance retiram US$4,7 bi após ataque cibernético, mercado avalia consequências]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/binance-afirma-que-onda-de-saidas-esta-diminuindo-a-medida-que-usuarios-avaliam-riscos-de-seguranca</id>
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        <updated>2026-11-02T09:22:54.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Clientes da Binance retiram US$4,7 bi após ataque cibernético, mercado avalia consequências]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>2 Nov (Reuters) - Os clientes da Binance retiraram, ao todo, US$4,72 bilhões ​da maior corretora de criptomoedas do mundo desde que ela reabriu, depois que hackers roubaram cerca de US$6,3 bilhões em criptomoedas da plataforma, no que pode ser considerado o maior roubo financeiro da história.</p><p>A corretora congelou os saques por cerca de 48 horas após o ataque, que, segundo o FBI, foi realizado pela Coreia do Norte, e voltou a permitir que os clientes fizessem saques na manhã de domingo.</p><p>O roubo destacou a vulnerabilidade dos ativos digitais a ataques e levantou questões sobre o impacto na Binance — que se comprometeu a reembolsar integralmente os clientes — e no mercado como um todo.</p><p>A Binance informou que as saídas líquidas totalizaram cerca de 3% dos ativos na plataforma, um número relativamente modesto que, segundo analistas, sugere que a confiança dos clientes se manteve em grande parte intacta. A maioria ⁠dos saques da plataforma ⁠ocorreu na forma da stablecoin USDT da Tether, acrescentou ​a Binance.</p><p>Essa ‌saída se compara aos cerca de US$7 bilhões retirados da stablecoin USDC, da Circle, ao longo de uma semana após o colapso do Silicon Valley Bank em 2023. A própria Binance processou saídas líquidas de cerca de US$6 bilhões em 72 horas em 2022, após o colapso da FTX.</p><p>O ataque marca uma intensificação nos roubos de criptomoedas pela Coreia do Norte. A empresa ⁠de análise de blockchain TRM Labs afirmou que hackers ligados à Coreia do Norte roubaram US$7,4 bilhões ​até agora em 2026.</p><p>Analistas e especialistas em criptomoedas afirmaram que as repercussões parecem limitadas até o momento e que há poucos ​sinais de impacto nos mercados financeiros mais amplos, apesar do aprofundamento dos ‌laços entre o setor de criptomoedas ​e ⁠o sistema financeiro tradicional nos últimos anos.</p><p>“A Binance arcará com o impacto financeiro dos fundos roubados, não nossos usuários”, afirmou a empresa em comunicado no X.</p><p>A Binance informou que está cobrindo as perdas com recursos da empresa e já levantou US$6 bilhões de seu tesouro corporativo, de ​um fundo de seguro e de reservas destinadas a violações de segurança.</p><p>“Isso ainda não provocou pânico generalizado nem uma retirada maciça e concentrada”, disse Tim Sun, pesquisador sênior do HashKey Group, uma empresa de serviços financeiros de ativos digitais em Hong Kong.</p><p>A Binance, que afirma ter mais de 335 milhões de usuários em todo o mundo e um volume médio diário de negociações de US$95 bilhões em ​ativos digitais e derivativos, disse também ter registrado US$2,7 bilhões em entradas de clientes desde domingo e que os volumes de saques estavam se estabilizando após um “pico inicial”.</p><p>SEM PRESSÃO PARA RETIRAR</p><p>Operadores disseram à Reuters que estavam mantendo suas contas.</p><p>“Eu não retiraria necessariamente tudo da Binance, porque as corretoras centralizadas continuam desempenhando um papel importante na liquidez, nas negociações e no acesso ao mercado”, disse Jay Koh, vice-presidente da Asia Web3 AI Association, um grupo de defesa da tecnologia blockchain com sede em Cingapura.</p><p>Ryan Tan, um usuário da Binance, disse que não tinha pressa em sacar seus fundos da plataforma, já que mantinha sua conta com um saldo relativamente baixo desde o colapso ​de outra corretora de criptomoedas, a FTX, há quatro anos.</p><p>“Após o colapso da FTX, decidi manter tudo na minha carteira, em vez de ‌deixar os fundos nas corretoras”, disse o usuário de 39 ⁠anos.</p><p>Depois de atingir a menor cotação em seis semanas na sexta-feira, os preços do bitcoin  se recuperaram ao longo do fim de semana, sendo negociados acima de US$78.000 nesta segunda-feira, enquanto o ether  também se recuperou de uma cotação mínima em dois meses.</p><p>As capitalizações de ⁠mercado das stablecoins, frequentemente vistas como um indicador do fluxo de dinheiro que entra ⁠e sai dos mercados de criptomoedas, caíram desde sexta-feira, sugerindo ⁠que alguns investidores transferiram seus ⁠fundos ​para dinheiro ou ativos tradicionais.</p><p>A Binance voltou a permitir saques em dinheiro em dólares norte-americanos nesta segunda-feira.</p><p>(Reportagem de Rae Wee e Ankur Banerjee em Cingapura)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Binance retoma saques de bitcoin e ether após cobrir maior parte dos US$6,3 bi roubados]]></title>
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        <updated>2026-11-01T15:06:02.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Binance retoma saques de bitcoin e ether após cobrir maior parte dos US$6,3 bi roubados]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Shubham Kalia</p><p>1 Nov (Reuters) - A Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, ​retomou neste domingo as retiradas de bitcoin, ether e algumas stablecoins, e informou que outras serão restabelecidas em fases, após ter coberto 95% dos US$6,3 bilhões em tokens roubados de sua plataforma.</p><p>O roubo, que a polícia federal dos Estados Unidos (FBI) associou à Coreia do Norte e que analistas acreditam ser o maior roubo financeiro da história, soma-se a uma série de ataques recentes ao setor. No ano passado, hackers roubaram US$2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 ataques, segundo pesquisadores da TRM Labs.</p><p>A Binance, fundada na China, informou que a primeira fase de saques abrangerá 15 ativos, incluindo bitcoin, ether, XRP e dogecoin. Os saques de bitcoin foram retomados logo nesta manhã, enquanto as retiradas de ether, BNB e algumas stablecoins como USDT e USDC também foram restabelecidas.</p><p>A Binance afirmou que cobriu US$6 bilhões em criptomoedas roubadas usando recursos da empresa para comprar tokens de reposição. Os 5% restantes dos tokens roubados consistem em ativos menos líquidos e podem ⁠levar mais tempo para serem ⁠obtidos nas quantidades necessárias, de acordo com a corretora.</p><p>UNIDADE NORTE-COREANA</p><p>O ​FBI afirmou no ‌sábado que o grupo norte-coreano, conhecida como TraderTraitor, foi a responsável pelo ataque.</p><p>Pyongyang vem negando há anos o uso de grupos do país para espionagem, roubo financeiro e geração de receita. Sua missão em Genebra e a embaixada na China não responderam a pedidos da Reuters para comentário.</p><p>As autoridades observaram membros do grupo convertendo ativos roubados na criptomoeda ether, informou o FBI em comunicado, acrescentando que espera “mais lavagem” desses ativos por meio do ⁠uso de tecnologia relacionada.</p><p>Analistas também atribuíram a responsabilidade pelo roubo à Coreia do Norte.</p><p>A maior parte do roubo ocorreu em ​cerca de 20 minutos, a partir do final da quinta-feira, e apresentou semelhanças com grandes ataques anteriores atribuídos à Coreia do Norte, de acordo ​com as empresas  norte-americanas de análise de blockchain TRM Labs e Chainalysis.</p><p>O presidente dos ‌EUA, Donald Trump, no entanto, disse no ​sábado ⁠que o país ainda não tinha certeza se a Coreia do Norte está envolvida.</p><p>“Não sabemos se é a Coreia do Norte, mas, se for, conversaremos com a Coreia do Norte sobre isso”, disse Trump a jornalistas no sábado, em comentários publicados por uma conta da Casa Branca na rede social X.</p><p>CUSTOS FINANCEIROS</p><p>A Binance vem trabalhando ​com parceiros do setor para congelar parte dos ativos afetados, com cerca de US$3 bilhões localizados até sexta-feira, informou a empresa.</p><p>A corretora afirmou repetidamente que arcaria com o impacto financeiro dos recursos roubados no ataque.  A companhia reservou internamente cerca de US$6,34 bilhões de recursos próprios para cobrir as perdas.</p><p>O dinheiro gasto na compra de tokens de reposição veio do Fundo de Ativos Seguros para Usuários (SAFU) de US$1 bilhão da Binance, uma reserva de bitcoins que a empresa mantém para ​proteger os clientes em caso de violações de segurança, bem como de parte de seu Fundo de Seguro de Futuros e de seu caixa corporativo, informou a empresa na rede social X.</p><p>O co-presidente Yi He afirmou no sábado que 50% dos recursos do SAFU seriam utilizados e que a empresa se comprometeu a reabastecer o fundo para cerca de US$1 bilhão.</p><p>Richard Teng, o outro co-presidente da Binance, afirmou que a violação foi um “ataque complexo” envolvendo um laptop comprometido e um software projetado para apagar evidências de sua atividade, tornando mais difícil rastreá-lo e investigá-lo.</p><p>Os preços das criptomoedas caíram na sexta-feira, enquanto a Binance procurava tranquilizar os clientes de que seus fundos estavam seguros após o ataque.</p><p>A Binance, que permite que os usuários comprem, vendam e negociem ativos digitais, possui 335 milhões ​de usuários registrados globalmente e tinha cerca de US$162,8 bilhões em ativos sob custódia, conforme relatório anual de 2025.</p><p>FUNDADOR DA BINANCE AGRADECE</p><p>Na publicação na rede social X que ‌citou o comunicado do FBI sobre o envolvimento da Coreia do ⁠Norte, a Binance agradeceu às autoridades norte-americanas pelo apoio. A empresa não respondeu a um pedido de comentário sobre o envolvimento da Coreia do Norte.</p><p>O fundador da Binance, Changpeng Zhao, que foi condenado nos EUA por não manter um programa eficaz de combate à lavagem de dinheiro antes de ser perdoado ⁠por Trump no ano passado, disse que as autoridades policiais dos EUA prestaram ajuda vital, inclusive ⁠rastreando e congelando os ativos roubados.</p><p>“Um tuíte não é suficiente para expressar totalmente ⁠nossa gratidão. Muitos amigos do ⁠mundo ​das criptomoedas talvez não percebam, mas grande parte do mérito por ‘por que o bitcoin não caiu mais?’ vai para eles”, escreveu Zhao, referindo-se às autoridades policiais dos EUA.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Hackers norte-coreanos ligados a roubos de criptomoedas estão entre os melhores do mundo, dizem especialistas]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/hackers-norte-coreanos-ligados-a-roubos-de-criptomoedas-estao-entre-os-melhores-do-mundo-dizem-especialistas</id>
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        <updated>2026-10-30T19:55:13.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Hackers norte-coreanos ligados a roubos de criptomoedas estão entre os melhores do mundo, dizem especialistas]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por AJ Vicens</p><p>30 Out (Reuters) - Hackers norte-coreanos, provavelmente responsáveis pelo roubo recorde ​de US$6,3 bilhões da corretora de criptomoedas Binance, estão entre os ladrões de criptomoedas mais prolíficos do mundo, e recursos obtidos ajudam a financiar programas de armamento do país, afirmaram especialistas em segurança cibernética nesta sexta-feira.</p><p>As empresas de investigação de blockchain TRM Labs e Chainalysis atribuem o roubo a um grupo de hackers norte-coreano conhecido como “TraderTraitor”, nome usado em um alerta conjunto de 2022 do FBI, da CISA e do Tesouro dos EUA que descrevia como os hackers usavam softwares maliciosos e outros artifícios para atacar desenvolvedores de software e equipes de TI em empresas de criptomoedas.</p><p>A Coreia do Norte roubou pelo menos US$6,75 bilhões em criptomoedas até o final de 2025, afirmou a Chainalysis em um relatório de dezembro de 2025. Esse total inclui o roubo de US$1,5 bilhão na corretora ByBit, em fevereiro de 2025.</p><p>O grupo também atacou ⁠a Bitget, uma corretora ⁠diferente, levando US$387 milhões em setembro, segundo especialistas, elevando ​o total ‌mínimo de criptomoedas roubadas pela Coreia do Norte para cerca de US$13,5 bilhões, afirmou Michael Barnhart, pesquisador da empresa de segurança cibernética DTEX.</p><p>A Binance informou que ela e outras entidades estavam trabalhando para congelar parte das criptomoedas roubadas, com cerca de US$3 bilhões localizados até o momento.</p><p>“Depois da Bitget, grande parte da comunidade já esperava algo assim”, disse Barnhart.</p><p>O TraderTraitor é o “grupo de ⁠hackers mais competente da Coreia do Norte, com foco principal no setor financeiro e composto por alguns dos ​operadores mais experientes dos programas cibernéticos do regime, que antes faziam parte do APT38”, acrescentou ele, referindo-se às unidades de hackers ​de longa data da Coreia do Norte voltadas para o setor financeiro.</p><p>Pesquisadores afirmam ‌que o TraderTraitor tem como alvo ​desenvolvedores ⁠e equipes de TI em instituições financeiras por meio de malware ou ofertas de emprego falsas, levando os candidatos a baixar softwares maliciosos durante entrevistas de emprego falsas, o que dá aos hackers acesso a credenciais de login e outros dados confidenciais.</p><p>Rafe Pilling, diretor sênior de pesquisa de ​ameaças da Sophos, disse que os primeiros relatos sobre como os hackers comprometeram a Binance correspondem ao manual de táticas norte-coreano, e que o grupo é especialista em descobrir como os sistemas e a equipe de uma empresa aprovam transferências de dinheiro.</p><p>“Esse grupo, em particular, é quase que um grupo de artistas quando se trata de invadir essas empresas de finanças distribuídas”, afirmou ele.</p><p>FINANCIAMENTO DE ARMAS</p><p>Depois de roubar o ​dinheiro, os hackers o repassam a grupos chineses de lavagem de dinheiro ligados ao crime organizado, disse Barnhart.</p><p>Os norte-coreanos também aceitam secretamente empregos em empresas de tecnologia e financeiras nos EUA e em outros países para ganhar dinheiro a ser enviado de volta ao governo norte-coreano e roubar dados confidenciais, afirmou o FBI em um comunicado público de 13 de outubro, acrescentando que o dinheiro arrecadado pelos trabalhadores e hackers ajuda a financiar os programas nucleares e militares da Coreia do Norte.</p><p>Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA afirmou que o cibercrime norte-coreano é um “problema global” e que o país tem “recorrido cada vez mais ao cibercrime para contornar sanções internacionais e financiar seus programas ilegais ​de armas de destruição em massa e mísseis balísticos'.</p><p>'Roubos de criptomoedas e lavagem de dinheiro tornaram-se uma parte significativa dessa estratégia', afirmou o porta-voz.</p><p>O ‌líder norte-coreano Kim Jong Un exortou o país a conquistar “superioridade ⁠absoluta” em drones e outras tecnologias militares, e os ganhos do programa de drones estão diretamente ligados aos roubos e aos esquemas envolvendo trabalhadores de TI no exterior, disse Barnhart.</p><p>O país também está auxiliando os esforços de guerra da Rússia, acrescentou ele.</p><p>“A Coreia do ⁠Norte enviou tropas, munições e componentes de armas para a Rússia, tudo financiado por meio ⁠do mesmo sistema; é por isso que um ataque cibernético envolvendo ⁠criptomoedas é uma questão de ⁠segurança ​nacional e não apenas um problema para a corretora que foi atingida”, disse Barnhart.</p><p>(Reportagem de AJ Vicens, em Detroit, e Simon Lewis, em Washington.)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[AVATAR CONTROLADO PELO CÉREBRO COMBINA FALA E GESTOS PARA FACILITAR A COMUNICAÇÃO]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/avatar-controlado-pelo-cerebro-combina-fala-e-gestos-para-facilitar</id>
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        <updated>2026-10-30T19:53:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Tecnologia permite que pessoas com paralisia se expressem por meio de uma representação virtual capaz de reproduzir palavras e movimentos corporais]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Uma tecnologia experimental está ampliando as possibilidades de comunicação para pessoas que perderam a capacidade de falar ou movimentar partes do corpo. Desenvolvido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco, nos Estados Unidos, o sistema interpreta sinais cerebrais e os transforma em comandos para um avatar digital, que pode reproduzir tanto a fala quanto gestos durante uma conversa.&nbsp;</p><p>Os resultados foram publicados na revista científica Nature Neuroscience e divulgados pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH). Em testes de conversação, o sistema alcançou pelo menos 75% de precisão na decodificação da fala e 85% na identificação dos gestos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/20261006-speech.png"></figure><p><i>Avatar virtual reproduz fala e movimentos a partir de sinais cerebrais</i>&nbsp;</p><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>Tecnologia interpreta sinais diretamente do cérebro</strong>&nbsp;</h4><p>O sistema utiliza uma interface cérebro-computador, tecnologia que capta a atividade neural e a converte em comandos para equipamentos externos. Nesse experimento, pequenos conjuntos de eletrodos foram implantados cirurgicamente para registrar os sinais associados à fala e aos movimentos.&nbsp;</p><p>Os dados são processados por modelos computacionais que identificam os padrões relacionados às ações pretendidas pelos participantes. Em seguida, os comandos controlam um avatar personalizado, com representação da cabeça, do rosto e do corpo.&nbsp;</p><p>A proposta vai além de transformar a tentativa de falar em palavras exibidas na tela ou reproduzidas por uma voz sintetizada. O sistema também procura reproduzir elementos da comunicação não verbal, como acenar com a mão ou fazer um sinal de positivo com o polegar.&nbsp;</p><p>Esses movimentos ajudam a transmitir intenções e reações durante uma conversa. Por isso, a possibilidade de combinar fala e gestos representa um passo importante para tornar a comunicação digital mais próxima das interações cotidianas.&nbsp;</p><h4><strong>Testes mostraram precisão na fala e nos movimentos</strong>&nbsp;</h4><p>A pesquisa envolveu três pessoas com paralisia grave do trato vocal. Duas também apresentavam comprometimento grave dos movimentos dos membros, enquanto a terceira tinha limitações moderadas nessa área.&nbsp;</p><p>Os pesquisadores avaliaram a capacidade do sistema de reconhecer diferentes movimentos e de combinar sinais relacionados à fala e aos gestos. Dois participantes também utilizaram o avatar em tarefas que envolviam imitar ações específicas e responder a estímulos de conversação.&nbsp;</p><p>Nessas tarefas, a precisão da decodificação chegou a pelo menos 75% para a fala e 85% para os gestos. Em testes nos quais os participantes tentavam reproduzir fala e movimentos simultaneamente, o desempenho para a combinação das duas modalidades ficou entre 65% e 70%.&nbsp;</p><p>Os números variaram conforme a tarefa realizada. Ainda assim, os resultados indicam que os sinais cerebrais podem fornecer informações para diferentes formas de expressão ao mesmo tempo, em vez de exigir que a pessoa se comunique exclusivamente por palavras ou movimentos isolados.&nbsp;</p><h4><strong>Gestos podem tornar a conversa mais natural</strong>&nbsp;</h4><p>Na comunicação cotidiana, as palavras raramente aparecem sozinhas. Movimentos das mãos, expressões faciais e outros sinais corporais ajudam a demonstrar emoções, enfatizar ideias e complementar o que está sendo dito.&nbsp;</p><p>Quando uma condição neurológica compromete a fala e os movimentos, parte dessas possibilidades também pode ser perdida. A proposta dos pesquisadores é recuperar alguns desses recursos por meio de uma representação virtual que responda às intenções identificadas pela interface cerebral.&nbsp;</p><p>Outro achado relevante foi o efeito do treinamento do sistema. Os modelos apresentaram melhor desempenho quando foram treinados com informações tanto de tentativas de fala e gestos realizadas separadamente quanto de ações executadas simultaneamente.&nbsp;</p><p>Isso sugere que ensinar a tecnologia a reconhecer diferentes formas de expressão em conjunto pode ajudar a reduzir erros quando elas ocorrem ao mesmo tempo, como acontece em uma conversa natural.&nbsp;</p><p>Apesar dos resultados, a tecnologia permanece em fase experimental. O sistema também depende de eletrodos implantados cirurgicamente, o que envolve procedimentos médicos e limita sua aplicação neste momento. &nbsp;</p><p>A equipe pretende avançar no desenvolvimento de uma versão totalmente implantável e sem fios, que possa oferecer maior praticidade.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
    </entry>
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        <title type="html"><![CDATA[RELÓGIOS INTELIGENTES PODEM AJUDAR A PRESERVAR A FORÇA MUSCULAR COM O AVANÇO DA IDADE]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/relogios-inteligentes-podem-ajudar-a-preservar-a-forca-muscular-com</id>
        <link href="https://www.antena1.com.br/noticias/relogios-inteligentes-podem-ajudar-a-preservar-a-forca-muscular-com"/>
        <updated>2026-10-30T18:03:00.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Pesquisa acompanhou idosos durante um ano e identificou resultados positivos entre participantes de um programa com dispositivo vestível, aplicativo e orientações periódicas]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Os relógios inteligentes, conhecidos por registrar passos, atividades físicas e informações sobre o sono, também podem contribuir para o acompanhamento da saúde durante o envelhecimento. Um estudo publicado na revista científica Digital Health encontrou uma associação entre a participação em um programa com esse tipo de dispositivo e uma melhor manutenção da força muscular das mãos em pessoas com 65 anos ou mais.&nbsp;</p><p>A pesquisa também identificou uma pequena melhora na atenção dos participantes aos próprios hábitos de sono. Os resultados foram observados após a comparação entre idosos que participaram do programa e pessoas que não utilizaram o relógio, com ajustes estatísticos para aproximar as características dos dois grupos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><figure class="image"><img src="https://a1media.antena1.com.br/image/uploads/medium/envelhecimento.png"></figure><p><i>Dispositivos possibilitam o&nbsp;acompanhamento da saúde e dos hábitos durante o envelhecimento</i>&nbsp;</p><h4>&nbsp;</h4><h4><strong>Pesquisa acompanhou mais de mil idosos</strong>&nbsp;</h4><p>O estudo foi realizado no Japão e avaliou mudanças na saúde dos participantes ao longo de um ano. Inicialmente, foram consideradas 2.273 pessoas com 65 anos ou mais. Após o ajuste estatístico para reduzir diferenças entre os grupos, a análise final incluiu 1.156 participantes, divididos igualmente entre usuários do programa e integrantes do grupo de comparação.&nbsp;</p><p>Os idosos que aceitaram utilizar o dispositivo receberam um relógio inteligente e tiveram acesso a um programa que incluía informações mensais sobre os dados coletados. Quem possuía um celular compatível também podia consultar as informações por meio de um aplicativo.&nbsp;</p><p>A equipe avaliou diferentes aspectos da saúde, incluindo força de preensão das mãos, velocidade de caminhada, funções cognitivas, sintomas depressivos e percepção dos próprios hábitos relacionados ao sono e à prática de exercícios.&nbsp;</p><h4><strong>Força das mãos apresentou resultado favorável</strong>&nbsp;</h4><p>Um dos principais achados envolveu a força de preensão manual, medida por meio de um equipamento específico. Essa avaliação é utilizada em estudos sobre envelhecimento porque ajuda a acompanhar a função muscular e a condição física de uma pessoa.&nbsp;</p><p>Na comparação entre os grupos, os participantes do programa com relógio inteligente apresentaram uma evolução mais favorável nesse indicador ao longo do período analisado. A diferença entre as mudanças observadas foi de aproximadamente 0,52 quilo.&nbsp;</p><h4><strong>Atenção aos hábitos de sono também aumentou</strong>&nbsp;</h4><p>Outro resultado positivo apareceu nas respostas sobre os cuidados com o sono. Os participantes do programa demonstraram uma pequena melhora na atenção dedicada a manter hábitos considerados adequados para dormir.&nbsp;</p><p>É importante distinguir esse achado de uma melhora comprovada na qualidade do sono. A avaliação considerou a percepção e o esforço dos participantes para cuidar desse hábito, e não permitiu comparar objetivamente os dados de sono registrados pelos relógios com os do grupo que não utilizou os dispositivos.&nbsp;</p><p>Por outro lado, a pesquisa não identificou diferenças significativas entre os grupos em outros indicadores avaliados, como velocidade de caminhada, desempenho cognitivo e sintomas depressivos. Isso indica que os possíveis benefícios não foram observados de maneira uniforme em todas as dimensões da saúde.&nbsp;</p>]]></content>
        <author>
            <name>Bruna Valle</name>
            <uri>https://www.antena1.com.br/jornalistas/bruna-valle</uri>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[Hackers roubam recorde de US$6,3 bi da Binance em ataque atribuído à Coreia do Norte]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/hackers-roubam-recorde-de-us63-bi-da-binance-em-ataque-atribuido-a-coreia-do-norte</id>
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        <updated>2026-10-30T17:20:24.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Hackers roubam recorde de US$6,3 bi da Binance em ataque atribuído à Coreia do Norte]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Summer Zhen e Elizabeth Howcroft e Lawrence Delevingne</p><p>CINGAPURA/PARIS/BOSTON, 30 Out (Reuters) - Hackers roubaram US$6,3 ​bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, em um ataque que analistas atribuíram à Coreia do Norte e que, segundo eles, pode ser o maior golpe financeiro de todos os tempos.</p><p>Os preços das criptomoedas caíram com a notícia e a Binance suspendeu saques e informou que usará recursos próprios para cobrir as perdas. Emissores de stablecoins, incluindo a Tether, com sede em El Salvador, e a World Liberty Financial, apoiada por Trump, congelaram cerca de metade dos ativos roubados.</p><p>A corretora afirmou que os recursos dos clientes estão seguros e que está trabalhando com parceiros para congelar parte dos ativos afetados, com cerca de US$3 bilhões localizados até o momento. Na manhã desta sexta-feira, a empresa informou que espera retomar os serviços de saque nas próximas 48 horas. A companhia não mencionou a situação dos US$3,3 bilhões restantes.</p><p>A Binance disse que reservou cerca de US$6,34 bilhões em recursos próprios para cobrir as perdas. A empresa possui um fundo de reserva de bitcoins de US$1 bilhão destinado a proteger os ativos dos clientes em caso de violações de segurança, de acordo com seu ⁠site. O fundador da Binance, Changpeng Zhao, ⁠disse no X que a empresa possui ações da SpaceX no ​valor de mais ‌de US$1 bilhão.</p><p>“NUNCA usamos recursos dos clientes, portanto eles não são afetados”, disse o co-presidente da Binance, Richard Teng, na rede social X.</p><p>Teng descreveu o roubo como um “ataque complexo” que não foi realizado por uma única pessoa e envolveu um laptop comprometido, bem como um software projetado para apagar rastros e evidências de sua atividade à medida que avançava, “tornando mais difícil para nós rastrear e investigar”.</p><p>Os hackers conseguiram manipular um sistema usado para aprovar transações, a fim de transferir dinheiro de uma carteira conectada à internet ⁠e controlada pela Binance, de forma que não passasse pelos controles normais de aprovação, disse Teng.</p><p>A Tether, emissora de stablecoins, informou ter ​congelado quase US$1,57 bilhão em ativos ligados ao roubo, enquanto a Circle congelou mais de US$800 milhões.</p><p>'O MAIOR ATAQUE DA HISTÓRIA'</p><p>O incidente se soma a uma série ​de roubos de criptomoedas. No ano passado, invasores roubaram US$2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 ataques, segundo ‌pesquisadores da TRM Labs.</p><p>A maior parte do roubo ​à ⁠Binance ocorreu em cerca de 20 minutos, a partir do final da quinta-feira, e apresentou semelhanças com grandes ataques anteriores atribuídos à Coreia do Norte, segundo as empresas americanas de análise de blockchain TRM Labs e Chainalysis.</p><p>A TRM afirmou que os invasores conseguiram fazer com que as carteiras da Binance fossem esvaziadas e os recursos transferidos para carteiras controladas pelos hackers, repetindo um roubo ​ocorrido em 2025 na corretora de criptomoedas Bybit, que o FBI atribuiu à Coreia do Norte.</p><p>“A TRM atribui o ataque à... unidade de hackers de elite da Coreia do Norte”, afirmou a empresa em uma análise publicada em seu site. Tanto a TRM quanto a Chainalysis se mostraram altamente confiantes de que a Coreia do Norte foi a responsável.</p><p>“Este incidente é quase certamente o maior roubo conhecido de qualquer tipo”, afirmou a Elliptic, empresa britânica de análise de blockchain.</p><p>A Coreia do Norte nega rotineiramente essas acusações. A missão do país em Genebra ​e sua embaixada na China não responderam a pedidos da Reuters para comentário.</p><p>A Binance está trabalhando com a polícia federal dos Estados Unidos (FBI) e com o Serviço Secreto dos EUA (USSS), disse à Reuters uma fonte a par da situação.</p><p>O FBI afirmou estar “ciente do incidente e em contato com parceiros públicos e privados relevantes para compreender o alcance da atividade, avaliar possíveis impactos e coordenar as medidas investigativas adequadas”.</p><p>A Autoridade Reguladora de Serviços Financeiros de Abu Dhabi, que emitiu a principal licença operacional da Binance, afirmou estar “colaborando estreitamente com a Binance e monitorando o incidente”.</p><p>“É o maior ataque hacker da história”, disse Aravind Srinivasan, da corretora GSR.</p><p>O Bitcoin atingiu a menor cotação em seis semanas, de US$76.368, e o ether caiu mais de 3%, atingindo o menor valor em dois meses, de US$2.178, antes que os mercados se estabilizassem.</p><p>O BNB, um token originalmente lançado como Binance Coin e que pode ser usado para ​pagar taxas da Binance, registrou queda de 6,2% nas últimas 24 horas, para US$702, de acordo com o CoinMarketCap.</p><p>IMPLICAÇÕES DE SEGURANÇA</p><p>Além da possível perda de ativos, o ataque provavelmente vai gerar ramificações ‌mais amplas para o setor de criptomoedas, que já vinha sofrendo pressão ⁠devido os juros elevados nos EUA e à menor demanda por parte dos compradores de fundos negociados em bolsa (ETFs), afirmaram analistas.</p><p>“Isso pode reduzir ainda mais o apetite por risco e levar investidores a reavaliarem a segurança dos ativos mantidos em corretoras centralizadas”, disse Tim Sun, pesquisador sênior do HashKey Group.</p><p>O investidor Michael Saylor, um dos mais proeminentes defensores do ⁠Bitcoin, disse na rede social X que espera que a Binance cumpra promessa de garantir que nenhum cliente sofra ⁠perdas. “Nosso setor aprenderá com esse incidente, reforçará a segurança e sairá mais forte e resiliente”, ⁠escreveu ele nesta sexta-feira.</p><p>A Binance, que ⁠permite ​que os usuários comprem, vendam e negociem ativos digitais, possui 335 milhões de clientes registrados globalmente e tinha cerca de US$162,8 bilhões em ativos sob custódia, conforme seu relatório anual de 2025.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
    </entry>
    <entry>
        <title type="html"><![CDATA[EUA planejam proibir acesso direto de empresas chinesas de telecomunicações a números de telefone norte-americanos]]></title>
        <id>https://www.antena1.com.br/noticias/eua-planejam-proibir-acesso-direto-de-empresas-chinesas-de-telecomunicacoes-a-numeros-de-telefone-norte-americanos</id>
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        <updated>2026-10-30T14:42:32.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[EUA planejam proibir acesso direto de empresas chinesas de telecomunicações a números de telefone norte-americanos]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por David Shepardson</p><p>WASHINGTON, 29 Out (Reuters) - Os Estados Unidos ​planejam proibir em breve que empresas chinesas de telecomunicações tenham acesso direto a números de telefone dos EUA por motivos de segurança nacional — uma medida destinada a impedir chamadas automáticas relacionadas a golpes.</p><p>A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC) informou nesta quinta-feira que votará, em 19 de novembro, uma proposta para proibir a China Mobile , a China Telecom , a China Unicom  e outros provedores de serviços baseados em IP de ter acesso direto.</p><p>Para as empresas de telecomunicações que oferecem Voz sobre Protocolo de internet — tecnologia que converte voz em dados digitais e os transmite por meio de conexões de banda larga —, o acesso direto é ⁠uma opção ⁠muito mais econômica e facilita a oferta ​de recursos ‌avançados.</p><p>“Com essa decisão, a FCC estará fortalecendo nossa primeira linha de defesa contra agentes mal-intencionados e autores de chamadas automáticas ilegais”, afirmou o presidente da FCC, Brendan Carr, em comunicado.</p><p>O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou nesta sexta-feira que se opõe firmemente à provável proibição ⁠dos EUA e acusou Washington de extrapolar o conceito de segurança nacional e abusar ​do poder estatal para reprimir empresas chinesas.</p><p>“A China tomará as medidas necessárias para salvaguardar resolutamente ​seus próprios direitos e interesses legítimos”, disse o porta-voz do ‌Ministério das Relações Exteriores ​da China, ⁠Guo Jiakun, em uma coletiva de imprensa diária.</p><p>A FCC também informou na quinta-feira que planeja proibir provedores de serviços baseados em IP que utilizem equipamentos de empresas incluídas na lista da FCC que representem riscos ​à segurança nacional, como a Huawei ou a ZTE .</p><p>A agência acrescentou que proibirá todos os laboratórios chineses de testar equipamentos eletrônicos dos EUA em dezembro de 2028 e também poderá revogar autorizações de numeração direta para empresas chinesas que considere representarem riscos à segurança nacional.</p><p>A FCC já havia proibido a ​China Mobile, a China Telecom e a China Unicom de fornecer serviços de telecomunicações internacionais aos Estados Unidos.</p><p>Outras medidas em consideração incluem proibir que essas empresas se conectem às redes dos EUA e operem seus centros de dados no país.</p><p>As preocupações com a possibilidade de espionagem e outros danos decorrentes do acesso chinês aos dados e à infraestrutura de telecomunicações dos EUA têm crescido nos últimos anos.</p><p>No final de 2024, Washington afirmou que um grupo de espionagem cibernética patrocinado pelo Estado chinês, conhecido como Salt Typhoon, ​roubou registros de chamadas de consumidores e dados de chamadas dos EUA, além de ter se infiltrado em ‌empresas de telecomunicações e de infraestrutura de ⁠telecomunicações dos EUA.</p><p>O FBI afirmou este ano que as ameaças do Salt Typhoon “ainda estão muito presentes”.</p><p>Em julho, a FCC incluiu a Digitalsystem Technology, com sede na Califórnia, em uma lista de empresas ⁠que representam riscos à segurança nacional dos EUA, citando ligações com ⁠empresas chinesas de telecomunicações e o fato de ⁠ser de propriedade de ⁠um ​cidadão chinês.</p><p>A China tem negado consistentemente qualquer irregularidade.</p><p>(Reportagem de David Shepardson; Reportagem adicional de Ju-min Park, em Pequim)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Justiça manda Meta tirar do ar publicações que defendem demissão de funcionários por causa do voto]]></title>
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        <updated>2026-10-30T12:11:36.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Justiça manda Meta tirar do ar publicações que defendem demissão de funcionários por causa do voto]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Ricardo Brito</p><p>BRASÍLIA, 30 Out (Reuters) - A Justiça do Trabalho ​determinou na quinta-feira que a Meta, dona de Facebook, Instagram, WhatsApp, Meta AI e Threads, retire no prazo de 24 horas publicações em suas plataformas que defendem a demissão de funcionários por causa do voto que deram no segundo turno da eleição presidencial do último domingo, vencida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p><p>Na decisão, o juiz Bruno José Perusso, da 77ª Vara do Trabalho de São Paulo, também determinou multa de R$50 mil à Meta por cada publicação não retirada do ar, até o limite de R$500 mil, além da obrigatoriedade da empresa exibir, no prazo de 72 horas e por cinco dias, mensagem a todos os usuários do Facebook, do Instagram e do ⁠Threads informando que ⁠a discriminação por convicção política e o assédio ​eleitoral no ‌emprego são proibidos por lei, sob pena de multa de R$200 mil em caso de descumprimento.</p><p>'A liberdade de expressão constitui vetor indispensável ao Estado Democrático de Direito, mas não é um direito absoluto e não autoriza o incentivo a práticas ilícitas, perseguições profissionais ou violações a direitos de personalidade de terceiros', ⁠disse o magistrado em sua decisão.</p><p>'Uma coisa é externar opinião política ou crítica partidária; outra, ​inteiramente distinta e ilícita, é utilizar as plataformas digitais para instigar a punição de trabalhadores por suas escolhas ​ideológicas, pois atinge um dos pilares do Estado Democrático de ‌Direito e da República Federativa ​do Brasil ⁠que é o pluralismo político.'</p><p>Procurada, a Meta disse que não irá comentar.</p><p>Após Lula derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial no domingo, surgiram nas redes sociais publicações de pessoas defendendo que empresários demitam funcionários que ​votaram em Lula, assim como passaram a circular listas de estabelecimentos que teriam apoiado a reeleição do petista para que fossem boicotados.</p><p>O episódio gerou reações do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do governo federal, que anunciaram a criação de um canal de denúncias e uma força-tarefa integrada para combater o assédio eleitoral.</p><p>DADOS</p><p>O número de denúncias de ​assédio eleitoral recebido pelo MPT este ano, 3.754 casos até a quinta-feira, já superou as denúncias ocorridas durante todo o ano de 2022, a última eleição geral, em que houve 3.373 registros, segundo dados do órgão vistos pela Reuters.</p><p>Até o primeiro turno das eleições de 2026, o MPT havia recebido apenas 991 denúncias, entre o primeiro e segundo turno 946 registros e somente após o segundo turno, realizado no domingo, mais 1.817 casos.</p><p>O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, disse à Reuters que praticamente metade da população brasileira está insatisfeita com o resultado das ​eleições e alguns empregadores passaram a perseguir, ameaçar e dispensar trabalhadores que votaram no Lula, no PT  e na esquerda, inconformados ‌em ter funcionários que não tenham a mesma ⁠ideologia deles.</p><p>Oliveira destacou que o MPT está ajuizando ações contra empregadores, parlamentares, influenciadores e quem quer que esteja praticando esse tipo de discriminação no ambiente de trabalho. As ações podem levar à reintegração de funcionários, multas a ⁠empregadores, entre outras sanções.</p><p>'A situação está pior que (em eleições passadas), está mais ⁠delicada, mais sensível, a agressividade aumentou, o volume de ⁠mensagens e denúncias aumentou ⁠consideravelmente', ​afirmou. 'É um retrocesso civilizatório', considerou.</p><p>(Reportagem de Ricardo Brito; reportagem adicional de Eduardo Simões; Edição de Tatiana Ramil e Alexandre Caverni)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Hackers roubam US$6,3 bi da Binance no maior roubo de criptomoedas do mundo]]></title>
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        <updated>2026-10-30T08:34:33.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Hackers roubam US$6,3 bi da Binance no maior roubo de criptomoedas do mundo]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>30 Out (Reuters) - Hackers roubaram US$6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, em ​um roubo recorde que analistas atribuíram à Coreia do Norte e que, segundo eles, poderia abalar a confiança nos ativos digitais.</p><p>Os preços das criptomoedas caíram com a notícia, enquanto a Binance suspendeu os saques e afirmou que arcaria com as perdas. Cerca de metade dos ativos roubados foi rapidamente congelada por emissores de stablecoins, como Tether, Circle e a World Liberty Financial, apoiada por Trump.</p><p>A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, a partir do final da quinta-feira, e apresentou semelhanças com grandes ataques anteriores atribuídos à Coreia do Norte, de acordo com as empresas americanas de análise de blockchain TRM Labs e Chainalysis.</p><p>A TRM afirmou que os invasores conseguiram fazer com que as carteiras utilizadas pela Binance fossem esvaziadas em carteiras controladas pelos hackers, repetindo um roubo ocorrido em 2025 na corretora de criptomoedas Bybit, que o FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA) havia atribuído a Pyongyang.</p><p>“A TRM atribui o ataque à... unidade de hackers de elite da Coreia do Norte”, afirmou a empresa em uma análise do ataque publicada em seu site. Tanto a TRM quanto a Chainalysis se mostraram altamente confiantes de que a Coreia do Norte foi a responsável.</p><p>'MAIOR ATAQUE DA HISTÓRIA'</p><p>A Coreia do Norte vem, há anos, ⁠utilizando unidades cibernéticas ligadas ao Estado para ⁠espionagem, roubo financeiro e geração de receita, de acordo com autoridades dos ​EUA e da Coreia ‌do Sul, bem como especialistas em segurança cibernética.</p><p>A Coreia do Norte nega rotineiramente essas acusações. Sua missão em Genebra e sua embaixada na China não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.</p><p>A Binance afirmou que os fundos dos usuários estão seguros e que está trabalhando com parceiros para congelar parte dos ativos afetados, com cerca de US$3 bilhões localizados até o momento. A empresa espera retomar os serviços de saque nas próximas 48 horas.</p><p>A empresa não mencionou a situação dos US$3,3 bilhões restantes.</p><p>“Seu dinheiro está seguro e estamos cobrindo todas as perdas”, ⁠disse o co-CEO Richard Teng no X. “Nossa investigação não atribuiu responsabilidade a nenhum indivíduo.”</p><p>“É o maior ataque hacker da história”, disse Aravind Srinivasan, da corretora ​GSR, enquanto os preços das criptomoedas caíam generalizadamente.</p><p>O Bitcoin  atingiu a menor cotação em seis semanas, de US$76.368, e o ether  caiu mais de 3%, atingindo a menor cotação em dois meses, ​de US$2.178, antes que os mercados se estabilizassem.</p><p>O BNB , um token originalmente lançado como Binance Coin e que pode ‌ser usado para pagar taxas da Binance, registrou ​queda de ⁠5% nas últimas 24 horas, para US$709,70, de acordo com o CoinGecko, enquanto a confiança abalada afetou as ações das corretoras de criptomoedas listadas em bolsa.</p><p>As ações da corretora de criptomoedas Coinbase Global , que afirmou não ter sido afetada, caíam 4,8%, enquanto as da Strategy , compradora de bitcoins, recuavam quase 6% no pregão prolongado dos EUA.</p><p>NOTEBOOK COMPROMETIDO</p><p>Uma investigação inicial sugeriu que a violação pode ter começado com um laptop hackeado pertencente ​a um dos engenheiros da Binance, o que permitiu que um invasor obtivesse acesso a um de seus sistemas e realizasse saques não autorizados, informou a Binance.</p><p>“Nossa equipe de segurança está rastreando todo o caminho do ataque por meio do computador comprometido, que pode ser o ponto de entrada do incidente”, afirmou a Binance.</p><p>Mark Karpeles, ex-diretor da extinta corretora de bitcoins Mt Gox, sediada em Tóquio, que faliu há doze anos após o roubo de US$500 milhões em bitcoins, disse que os invasores provavelmente acessaram chaves privadas de pelo menos duas carteiras da Binance.</p><p>“A Binance parece ter dividido seus ativos entre vários sistemas, ​garantindo que um ataque possa afetar apenas uma parte dos ativos, mas, mesmo assim, um único ataque representa uma grande perda”, disse ele.</p><p>Além da perda potencial de ativos, a violação de segurança provavelmente teve ramificações mais amplas para o mercado de criptomoedas, que já vinha sob pressão devido às taxas de juros mais altas nos EUA e à menor demanda por parte dos compradores de fundos negociados em bolsa (ETFs), afirmaram analistas.</p><p>“Isso pode reduzir ainda mais o apetite pelo risco e levar os investidores a reavaliar a segurança dos ativos mantidos em corretoras centralizadas”, disse Tim Sun, pesquisador sênior do HashKey Group, com sede em Hong Kong.</p><p>VALOR SUPERA FUNDO DE ATIVOS SEGUROS DA BINANCE</p><p>A Binance, que permite que os usuários comprem, vendam e negociem ativos digitais, possui 335 milhões de usuários registrados globalmente e tinha cerca de US$162,8 bilhões em ativos sob custódia, conforme o relatório anual de 2025 da corretora.</p><p>A corretora de criptomoedas administra um fundo de ativos seguros para os usuários, que consiste em uma reserva de US$1 ​bilhão mantida inteiramente em bitcoin, destinada a proteger os ativos dos usuários em casos de violações de segurança, de acordo com seu site.</p><p>O co-CEO Teng afirmou que “os fundos da empresa” cobrirão as perdas.</p><p>A emissora de stablecoins Tether ‌informou ter congelado quase US$1,57 bilhão em ativos vinculados ao incidente, enquanto a Circle ⁠congelou mais de US$800 milhões.</p><p>A World Liberty Financial informou que trabalhou com a custodiadora BitGo para congelar os fundos, e a cofundadora da Binance, Yi He, disse que US$27 milhões em stablecoins e cerca de US$2 milhões em tokens da World Liberty foram congelados. A empresa de criptomoedas Ripple também congelou aproximadamente US$200 milhões em fundos, disse Yi.</p><p>O incidente se soma a uma série de roubos ⁠de criptomoedas. No ano passado, invasores roubaram US$2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 ataques, de acordo com pesquisadores da TRM Labs.</p><p>Em ⁠setembro, a corretora de criptomoedas Bitget informou que cerca de US$350 milhões em criptomoedas haviam sido ⁠roubados de sua plataforma, ressaltando a vulnerabilidade ⁠do ​setor aos hackers.</p><p>(Reportagem de Tom Westbrook, Ankur Banerjee e Rae Wee em Cingapura, Summer Zhen em Hong Kong, Rocky Swift em Tóquio, Vallari Srivastava e Anusha Shah em Bengaluru e Mrinmay Dey na Cidade do México)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Amazon cai após estimativas de vendas fracas no quarto trimestre e queima de caixa]]></title>
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        <updated>2026-10-29T21:28:45.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Amazon cai após estimativas de vendas fracas no quarto trimestre e queima de caixa]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Deborah Mary Sophia e Greg Bensinger</p><p>29 Out (Reuters) - ​A Amazon.com  reportou nesta quinta-feira  uma enorme queima de caixa no terceiro trimestre e previu receitas bem abaixo das estimativas de Wall Street para o trimestre de festas de fim de ano, o que fez com que as ações despencassem.</p><p>Os investidores perderam a confiança nas ações da empresa, fazendo com que elas caíssem mais de 7% no pregão estendido. As ações haviam recuado 4,3% no pregão regular, para US$243,79.</p><p>A varejista sediada em Seattle espera uma receita entre US$240 bilhões e US$247 bilhões no quarto trimestre, em comparação com a estimativa média dos analistas de US$244,51 bilhões, segundo dados ⁠compilados pela ⁠LSEG. A empresa informou que queimou US$42,4 ​bilhões nos ‌últimos doze meses no trimestre encerrado em setembro, devido a um investimento de capital de US$77,26 bilhões, cerca de US$20 bilhões acima das estimativas, também de acordo com dados compilados pela LSEG.</p><p>A Amazon reportou uma queima de caixa de US$7,6 bilhões no trimestre anterior ⁠e gerou US$14,8 bilhões no terceiro trimestre do ano passado.</p><p>Jesse Cohen, analista sênior ​da Investing.com, apontou o fluxo de caixa livre da Amazon e as 'previsões fracas' como razões ​para a queda das ações. 'O relatório do terceiro trimestre ‌da Amazon foi uma ​dupla decepção.'</p><p>A ⁠receita da Amazon Web Services (AWS) aumentou 39%, para US$46 bilhões no terceiro trimestre encerrado em setembro, em comparação com a estimativa dos analistas de um aumento de 38,2%, para US$45,61 bilhões, segundo dados compilados ​pela LSEG. A receita da AWS registrou um salto de 37% no segundo trimestre.</p><p>A empresa também manteve sua previsão de gastos de capital anuais em cerca de US$220 bilhões.</p><p>A perspectiva pessimista para o quarto trimestre indica que os varejistas dos EUA podem enfrentar dificuldades na temporada de ​festas de fim de ano, à medida que os consumidores reduzem seus orçamentos de compras em meio ao aumento dos preços da gasolina e do custo de vida.</p><p>Ainda assim, previsões recentes do setor indicam que as vendas de fim de ano irão acelerar em relação ao ano passado. A Federação Nacional de Varejo (National Retail Federation) previu, no início deste mês, um aumento de 4,2% no total de vendas da temporada de festas de fim de ano nos EUA.</p><p>Embora as vendas no ​varejo representem a maior parte da receita da Amazon, o foco dos investidores mudou drasticamente nos últimos ‌anos para seu negócio de computação em ⁠nuvem, a Amazon Web Services, à medida que a gigante da tecnologia investe pesadamente na construção de data centers e na competição na corrida global pela inteligência artificial.</p><p>A unidade de computação ⁠em nuvem da Amazon cresceu no ritmo mais acelerado em ⁠quase cinco anos.</p><p>Em seu negócio de comércio eletrônico, ⁠a Amazon vem implementando ⁠serviços ​de entrega mais rápidos globalmente e expandindo para mais áreas rurais nos EUA para atrair mais compradores.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
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        <title type="html"><![CDATA[Pentágono trata falhas em freezers de bases militares como possível ataque cibernético, dizem autoridades]]></title>
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        <updated>2026-10-29T15:16:28.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Pentágono trata falhas em freezers de bases militares como possível ataque cibernético, dizem autoridades]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Raphael Satter e AJ Vicens e Phil Stewart</p><p>WASHINGTON, 29 ​Out (Reuters) - O Pentágono está tratando a onda de misteriosas falhas em freezers — que estragaram alimentos em bases militares nos Estados Unidos em agosto — como um suposto ataque cibernético, segundo quatro autoridades a par do assunto.</p><p>Uma das autoridades afirmou que os investigadores militares estavam em contato com seus colegas franceses a respeito de um ataque cibernético semelhante a freezers comerciais que causou transtornos em supermercados naquele país no início deste mês.</p><p>A Reuters não conseguiu apurar em que estágio se encontrava a investigação do Pentágono nem se havia chegado a alguma conclusão sobre o que aconteceu ou quem poderia ser o responsável. Quando questionado sobre a investigação, o Pentágono afirmou que uma unidade do Cyber Command — a força cibernética das Forças Armadas — estava “trabalhando em estreita coordenação com parceiros interagências e ⁠das forças de segurança”. ⁠Não foram fornecidos mais detalhes.</p><p>A Divisão de Investigação ​Criminal do ‌Departamento do Exército dos EUA informou que seu Escritório de Campo Cibernético estava envolvido na investigação e que estava trabalhando com as autoridades francesas para compreender melhor “as falhas no sistema de refrigeração na Europa”.</p><p>As falhas ocorridas no final de agosto nos Estados Unidos afetaram pelo menos seis comissarias  — lojas dentro das bases onde os militares compram seus alimentos —, ⁠de acordo com uma análise da Reuters das publicações contemporâneas no Facebook e das atualizações nos ​sites das bases militares. Em pelo menos um dos casos, os freezers não simplesmente pararam de funcionar; as temperaturas ​das unidades de refrigeração subiram drasticamente durante a noite, resultando em montanhas ‌de alimentos murchos ou derretidos pela ​manhã.</p><p>A ⁠conta do Facebook de Fort Huachuca, no Arizona, explicou em 26 de agosto que seu freezer “entrou no modo de degelo, o que aqueceu todos os alimentos. Acreditem quando dizemos que estavam ‘estragados’”.</p><p>A onda de comportamentos anormais nos freezers e a possibilidade de sabotagem cibernética foram ​relatadas pela primeira vez em 28 de agosto por um blog recém-criado chamado Signal and Silence. O envolvimento de investigadores militares e seus contatos com os franceses foram noticiados pelo jornal Stars and Stripes e pelo Daily Telegraph britânico, respectivamente. A notícia de que os investigadores estavam tratando o incidente como uma suspeita de ataque cibernético está sendo divulgada aqui pela primeira vez.</p><p>A ​Embaixada da França em Washington afirmou que não faria comentários.</p><p>FREEZERS FRANCESES DANIFICADOS</p><p>Se for confirmado que se trata de um ataque cibernético, as falhas nos refrigeradores seriam mais um exemplo de como a infraestrutura crítica — neste caso, os armários de congelamento — pode ser vulnerável a hackers.</p><p>O ataque cibernético aos freezers franceses desativou os controles de temperatura em unidades de refrigeração comerciais em mais de 350 estabelecimentos, levando a cenas dramáticas, com os corredores de alimentos congelados dos supermercados sendo esvaziados de mercadorias estragadas.</p><p>O ataque francês consistiu em elevar a temperatura dentro das unidades, em vez de simplesmente desligá-las, de forma semelhante ao que aconteceu em Fort Huachuca, ​no Arizona. Em algumas unidades de refrigeração francesas, a temperatura foi elevada a tal ponto que elas pegaram fogo. Os custos totais ‌do ataque francês podem chegar a dezenas de milhões ⁠de euros em todo o país, estimou um proprietário de supermercado no início deste mês.</p><p>O ciberataque na França parece ter sido fácil de executar, segundo disseram especialistas anteriormente à Reuters. A empresa dinamarquesa Danfoss, cujos controladores operavam muitas das unidades afetadas, ⁠afirmou que muitos dos dispositivos estavam obsoletos ou rodavam firmware desatualizado, o que ⁠pode ter facilitado a invasão dos hackers. A Reuters não ⁠conseguiu apurar se controladores de ⁠congeladores ​da Danfoss ou de qualquer outra marca estavam em uso nas bases norte-americanas afetadas. A Danfoss não respondeu às mensagens solicitando comentários.</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
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        <title type="html"><![CDATA[Alphabet lucra bilhões com chips de IA, mas formação de estoque aperta o caixa]]></title>
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        <updated>2026-10-29T13:58:46.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Alphabet lucra bilhões com chips de IA, mas formação de estoque aperta o caixa]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Akash Sriram</p><p>29 Out (Reuters) - A Alphabet, controladora do ​Google, está faturando bilhões de dólares com a venda de chips de IA desenvolvidos internamente, que antes eram reservados para uso próprio, mas a formação de estoque para atender à crescente demanda está esgotando o caixa, já que a gigante da tecnologia está realizando grandes investimentos em data centers.</p><p>Diferentemente de seus negócios tradicionais de busca e nuvem, a venda de chips de IA que competem com os da Nvidia exige que a Alphabet invista em hardware muito antes que os clientes paguem, pressionando o fluxo de caixa.</p><p>Essa compensação, descrita pelo diretor financeiro Anat Ashkenazi na ⁠teleconferência pós-resultados ⁠da Alphabet na quarta-feira, oferece uma visão ​preliminar dos ‌custos de um negócio que emergiu como uma das maiores áreas de crescimento da empresa, enquanto os investidores se preocupam com a ameaça da IA ao seu lucrativo negócio de publicidade em buscas.</p><p>“Enquanto antes os saldos de estoque consistiam principalmente em alguns ⁠de nossos produtos de hardware, agora esses sistemas TPU (chips personalizados) que ainda não ​tiveram vendas líquidas passarão a aparecer. Portanto, vemos o dinheiro saindo... não se trata do ​tipo tradicional de investimento em ativos fixos, mas ‌sim de um ciclo diferente ​de ⁠geração de fluxo de caixa”, disse Ashkenazi.</p><p>Essa mudança pode pressionar a Alphabet justamente no momento em que os investidores ficam cada vez mais preocupados com o custo crescente da IA. As ações da ​empresa caíam mais de 13% nesta manhã de quinta-feira (pelo horário de Brasília), depois que a empresa divulgou mais um trimestre de queima de caixa e reiterou que os gastos com infraestrutura de IA aumentariam acentuadamente no próximo ano.</p><p>Ainda assim, os processadores estão ajudando a impulsionar o ​crescimento.</p><p>A Alphabet não divulga separadamente a receita nem as margens dos chips, chamados de unidades de processamento tensorial (TPUs), mas afirmou que suas vendas deram uma contribuição “significativa”, já que a receita do Google Cloud mais que dobrou no trimestre encerrado em setembro.</p><p>As vendas de sistemas TPU, que combinam os chips com rede, armazenamento e software, devem crescer ainda mais no trimestre atual e aumentar significativamente em 2027, disse o chefe do Google Cloud, Thomas Kurian.</p><p>No ano passado, a Alphabet informou ​que forneceria à Anthropic TPUs no valor de dezenas de bilhões de dólares. Reportagens da mídia ‌indicam que a empresa também está em ⁠negociações para um acordo semelhante com a OpenAI.</p><p>“Acreditamos plenamente que se trata de oscilações de curto prazo”, disse Jeremy Saltzberg, diretor sênior de investimentos da Check Capital.</p><p>“Não temos motivos para ⁠acreditar que as margens seriam significativamente diferentes daquelas obtidas com ⁠a venda de uma GPU (unidade de processamento gráfico) ⁠da Nvidia. E, ⁠é ​claro, a margem das GPUs da Nvidia é incrível.”</p><p>(Reportagem de Akash Sriram e Deborah Sophia, em Bengaluru)</p>]]></content>
        <author>
            <name>Reuters</name>
        </author>
        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Boom de data centers de IA enfrenta reação negativa nas urnas dos EUA]]></title>
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        <updated>2026-10-29T13:40:06.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Boom de data centers de IA enfrenta reação negativa nas urnas dos EUA]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>Por Courtney Rozen</p><p>WASHINGTON, 29 Out (Reuters) - Os eleitores de dez Estados ​dos EUA decidirão na próxima terça-feira se devem restringir a implantação de data centers em suas comunidades, à medida que a rápida expansão para impulsionar o boom da IA desperta oposição local.</p><p>A resistência é especialmente visível em Ohio, um dos mercados de data centers que mais crescem no país. Nenhum outro Estado tem mais propostas eleitorais relacionadas a data centers, com eleitores em mais de uma dúzia de jurisdições prestes a avaliar 21 propostas paralelamente às eleições de meio de mandato da próxima terça-feira, de acordo com o grupo de pesquisa apartidário Ballotpedia.</p><p>Os eleitores em 38 jurisdições locais analisarão pelo menos 41 medidas que atrasariam, proibiriam ou imporiam novos requisitos aos data centers -- as instalações de grande porte que fornecem o poder de computação necessário para executar ⁠aplicativos de IA. ⁠A maioria dos Estados exige campanhas de coleta ​de assinaturas ou ‌outras demonstrações de apoio público antes que as medidas possam ser incluídas na cédula eleitoral, e sua presença reflete a crescente oposição aos data centers em todo o espectro político.</p><p>O apoio à proibição da construção de certos data centers vem tanto de democratas quanto de republicanos, disse a organizadora local Jessica Baker. “Todos nós queremos a mesma coisa.”</p><p>Baker, ⁠que faz parte do grupo de defesa Conserve Ohio, disse que as preocupações com o consumo ​de eletricidade e água dos data centers estão impulsionando a oposição. Mesmo que os desenvolvedores gerem sua própria energia ​por meio de turbinas a gás ou reatores nucleares, muitos moradores ‌ainda não querem que as instalações ​sejam ⁠construídas perto de suas comunidades, porque estão preocupados com riscos à saúde de seus filhos, como a asma, disse ela.</p><p>Se os eleitores de Ohio aprovarem restrições, é provável que os desenvolvedores redirecionem os projetos para outros locais, em vez de abandoná-los completamente, disse Baron ​Fung, que supervisiona pesquisas sobre infraestrutura de TI na empresa de pesquisa de mercado Dell'Oro Group. O setor já enfrenta grandes obstáculos, incluindo esperas de anos para conexões à rede elétrica e custos crescentes de construção.</p><p>“Se houver um cancelamento ou atraso em determinados locais, (os desenvolvedores) podem, potencialmente, transferir parte dessa demanda para outro local”, disse Fung.</p><p>A TODO VAPOR</p><p>O crescimento recente sugere que ​a oposição local não desacelerou significativamente o setor. A capacidade dos data centers em construção nos EUA aumentou 48% de dezembro de 2025 a junho de 2026, medida em gigawatts, de acordo com John McWilliams, chefe de análises de data centers da empresa de serviços imobiliários Cushman & Wakefield.</p><p>“Embora existam regiões ou jurisdições em todo o país onde há algum atrito entre os desenvolvedores, ainda há áreas onde os projetos estão avançando”, disse McWilliams.</p><p>As propostas de referendo chamaram a atenção de alguns dos maiores participantes do setor. Em Sunbury, perto de Columbus, uma proposta que proibiria data centers que consumissem mais de 25 megawatts de ​energia poderia inviabilizar o projeto de US$2 bilhões proposto pela Amazon. A diretora de políticas públicas da Amazon, Shannon Kellogg, apareceu na ‌TV local em outubro para responder a perguntas sobre ⁠o projeto antes da votação.</p><p>Um porta-voz da Amazon se recusou a dizer se as iniciativas eleitorais em todo o território dos EUA afetariam os planos de expansão dos data centers da empresa.</p><p>“Estamos focados em trabalhar com os moradores e autoridades ⁠locais para construir data centers que gerem empregos, fortaleçam as economias locais por ⁠meio de milhões em pagamentos de impostos e alimentem as ⁠tecnologias nas quais os clientes ⁠confiam”, ​disse o porta-voz.</p><p>“Independentemente do resultado de qualquer medida específica, nosso compromisso com as comunidades onde atuamos permanece o mesmo.”</p><p>(Reportagem de Courtney Rozen)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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        <category label="Tecnologia" term="tecnologia"/>
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        <title type="html"><![CDATA[Samsung prevê que escassez de chips de IA se agrave]]></title>
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        <updated>2026-10-29T10:50:17.000Z</updated>
        <summary type="html"><![CDATA[Samsung prevê que escassez de chips de IA se agrave]]></summary>
        <content type="html"><![CDATA[<p>SEUL, 29 Out (Reuters) - A Samsung Electronics  registrou ​nesta quinta-feira um aumento de 15 vezes no lucro trimestral com chips, impulsionado pelo boom da IA, mas suas ações despencaram, já que os investidores reagiram negativamente à falta de novos planos de retorno aos acionistas e a uma perspectiva que ficou aquém da rival SK Hynix.</p><p>As expectativas dos acionistas da Samsung estavam em alta, já que a SK Hynix  divulgou na quarta-feira resultados melhores do que o ⁠esperado ⁠e uma perspectiva otimista, ao mesmo ​tempo ‌em que detalhou planos para devolver cerca de US$75 bilhões aos acionistas este ano.</p><p>A Samsung informou que seu estoque de HBM para o próximo ano já está esgotado, com ⁠os principais clientes solicitando mais desses chips essenciais usados em ​data centers de IA, e apresentou uma visão mais conservadora ​do que a SK Hynix sobre quanto ‌tempo a lacuna ​de ⁠oferta duraria.</p><p>“Em 2027, o setor (de memória) espera que os gastos de capital com infraestrutura de IA atinjam um nível histórico à medida que ​o ecossistema de IA se expande”, afirmou a empresa em comunicado. “O aumento da demanda impulsionada pela IA excederá em muito a oferta do setor em comparação com 2026.”</p><p>A Samsung afirmou que o ​mercado de chips deve permanecer restrito até 2028, observando que levará tempo para construir novas fábricas, apesar de um aumento acentuado nos gastos de capital para sua divisão de chips no próximo ano, após um salto de 62%, para 76,8 trilhões de won, neste ano.</p><p>A Samsung registrou lucro operacional de 107,4 trilhões de won (US$80 bilhões) ​no período de julho a setembro, em linha com sua estimativa e ‌acima dos 12,2 trilhões de ⁠won do ano anterior.</p><p>Seu lucro operacional com chips saltou para 106,5 trilhões de won, representando quase todo o lucro total ⁠do grupo, mas ficou ligeiramente abaixo da ⁠estimativa dos analistas de 107,3 trilhões ⁠de won, ⁠de ​acordo com a LSEG.</p><p>(Reportagem de Hyunjoo Jin, Joyce Lee e Heejin Kim)</p>]]></content>
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            <name>Reuters</name>
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