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    Secretário aponta chance de até 15% de barragem da Vale se romper em Minas

    SÃO PAULO (Reuters) - A barragem de rejeitos de minério de ferro Sul Superior, da Vale, em Barão de Cocais (MG), tem até 15% de probabilidade de se romper, disse nesta segunda-feira o secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Vieira, após discutir a questão com autoridades e a empresa.

    A chance de rompimento da barragem, relacionada à mina de Gongo Soco, com produção paralisada desde 2016, está associada justamente a uma movimentação no talude da cava da unidade de mineração, situada a cerca de 1,5 km da estrutura que armazena os rejeitos.

    'O rompimento do talude vai acontecer, há uma questão imponderável se esse rompimento do talude na cava vai afetar a barragem, isso não é possível precisar', disse o secretário a jornalistas, nesta segunda-feira.

    Em seguida, ele citou avaliação de uma auditoria independente estrangeira, apontando que a chance de a barragem se romper é de 'de uma em dez, ou uma em oito, o que levaria 10 a 15% de probabilidade' de rompimento.

    'Mesmo assim, ainda lidamos com algo imponderável', destacou.

    Segundo o secretário, a ruptura do talude poderia acontecer a partir desta semana, mas não é possível precisar se será um desabamento total ou parcial.

    A ação da empresa fechou em baixa de 2 por cento nesta segunda-feira na B3.

    Após o desastre em Brumadinho (MG), que deixou 241 mortos confirmados até o momento e 29 desaparecidos, o monitoramento de barragens em Minas Gerais se intensificou.

    Segundo o secretário, os especialistas geotécnicos concordam que a movimentação natural da cava se intensificou recentemente.

    Caindo a cava, a barragem poderia ser atingida pela vibração da estrutura.

    Um alerta de desnível na barragem Sul Superior já havia levado a retirada dos moradores da região poucos dias após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, em 25 de janeiro.

    A barragem Sul Superior está em nível 3, o mais crítico para risco de rompimento, desde 22 de março. A estrutura tem volume de 4,5 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, segundo o secretário.

    Embora a Vale tenha dito anteriormente que não existem elementos técnicos que indiquem que a eventual ruptura da cava da mina possa ter como consequência o rompimento da barragem, a empresa anunciou no sábado que, como parte de ações preventivas, iniciou a construção de uma estrutura de concreto que poderia conter grande parte do volume de rejeitos de minério de ferro.

    As obras de terraplenagem para construção da contenção, localizada a 6 km à jusante da barragem Sul Superior, começaram na última quinta-feira.

    'Essa obra atuará como barreira física no sentido de reduzir a velocidade de avanço de uma possível mancha, contendo o espalhamento do material a uma área mais restrita', disse a empresa em nota no sábado.

    O objetivo é reduzir os possíveis impactos às pessoas e ao meio ambiente no cenário extremo de um rompimento da estrutura.

    (Por Roberto Samora)

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    Associação de funcionários do BNDES critica afastamento de diretora de Fundo Amazônia

    SÃO PAULO (Reuters) - A Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) rechaçou nesta segunda-feira a justificativa usada pelo banco para afastar a chefe do departamento responsável pela gestão do Fundo Amazônia, Daniela Baccas, alegando que o motivo encobre o que chamou de 'ingerência do Ministério do Meio Ambiente' no BNDES.

    No sábado, o banco de fomento afastou Daniela após o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, defender na sexta-feira uma revisão nos critérios de contratação de entidades a serem beneficiadas pelo Fundo Amazônia, citando irregularidades no uso e na liberação dos recursos, executados pelo BNDES.

    'A nota pública divulgada pelo banco para justificar a medida é extremamente insatisfatória e funciona como uma racionalização precária para o que de fato é uma ingerência do Ministério do Meio Ambiente no BNDES', afirmou a associação em nota.

    O Fundo Amazônia, que gere 1,3 bilhão de reais, reúne doações de empresas e países --entre os quais Noruega e Alemanha, principalmente. Os recursos são repassados a entidades, tanto organizações não-governamentais (ONGs) quanto governamentais, pelo BNDES, para uso em ações de combate do desmatamento na região amazônica.

    Ainda segundo a nota da associação, o Fundo Amazônia é um dos mecanismos financeiros com maior controle no país, passando por duas auditorias independentes anualmente nas áreas financeiras e de compliance.

    Adicionalmente, a AFBNDES cita avaliações realizadas recentemente pela embaixada da Noruega e pelo banco de desenvolvimento da Alemanha que demonstraram resultados positivos sobre o Fundo, e também auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2018, que não indicou qualquer tipo de irregularidade.

    'O BNDES destitui uma funcionária exemplar de suas funções com base em um blefe do ministro do Meio Ambiente', afirmou a entidade, alegando que as acusações de Salles são 'vagas e superficiais'.

    'O comportamento truculento e persecutório de Ricardo Salles era também de conhecimento da diretoria do BNDES, uma vez que, em mais de uma oportunidade, aproveitou visitas ao banco para tentar intimidar empregados do BNDES a fornecer informações sem respeito a qualquer protocolo administrativo', afirmou a AFBNDES.

    Um protesto foi convocado para a tarde desta segunda-feira na sede do banco no Rio de Janeiro em 'defesa do BNDES, do desenvolvimento, da democracia e pela recondução de Daniela Baccas a chefia do departamento de Meio Ambiente'.

    (Por Laís Martins)

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    Após apontar classe política como problema, Bolsonaro muda tom e diz valorizar Parlamento

    Por Pedro Fonseca e Lisandra Paraguassu

    RIO DE JANEIRO/BRASÍLIA (Reuters) - Depois de dizer, mais cedo nesta segunda-feira, que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo, o presidente Jair Bolsonaro mudou o tom e disse que valoriza o Parlamento e que os deputados e senadores terão a palavra final sobre o texto da reforma da Previdência.

    Em discurso na Federação das Indústria do Rio de Janeiro no início da tarde, Bolsonaro criticou a classe política, na qual se incluiu, acrescentando que algumas pessoas querem mais do que apenas conversar, em declaração que pode desagradar parlamentares no início de uma semana crucial para o governo no Congresso.

    Ao afirmar que Câmara dos Deputados e Senado devem colocar em votação projetos que considerarem melhores do que aqueles enviados pelo Executivo, o presidente afirmou: 'O que eu mais quero é conversar, mas sei que tem gente que não é apenas conversar'.

    No Rio, o presidente também afirmou que 'não há briga entre Poderes, o que há é uma grande fofoca', que por vezes inviabiliza e atrasa o Brasil.

    'É um país maravilhoso que tem tudo para dar certo. Mas o grande problema é a nossa classe política. Somos nós, Witzel, somos nós, Crivella, sou eu Jair Bolsonaro, é o Parlamento, em grande parte, é a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa. Nós temos que mudar isso', afirmou o presidente, ao lado do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e do prefeito da capital fluminense, Marcelo Crivella (PRB).

    Já no final da tarde, ao falar durante a apresentação da nova campanha em defesa da reforma da Previdência em Brasília, Bolsonaro disse que valoriza o Parlamento.

    'Nos valorizamos, sim, o Parlamento brasileiro, que é quem vai dar a palavra final nesta questão da Previdência, tão rejeitada ao longo dos últimos anos', disse o presidente. 'Se aprovarmos a reforma, o Brasil sairá dessa estagnação rumo à sonhada prosperidade. Isso passa por todos vocês parlamentares, sem exceção.'

    O aceno aos congressistas --com agradecimentos aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)-- vem depois de uma semana em que o clima com o Congresso chegou em um dos seus piores momentos, agravado pelo texto copiado das redes sociais e distribuído na sexta por Bolsonaro a algumas listas de contatos em que um autor anônimo dizia que o Brasil é ingovernável sem se apelar para 'conchavos'.

    As declarações do presidente sobre a classe política vêm num momento em que o governo coleciona derrotas no Congresso e no início de uma semana decisiva, em que o Planalto precisará conquistar votos no Parlamento para impedir que medidas provisórias importantes percam validade.

    Perguntado sobre a responsabilidade que o presidente jogou para o Congresso durante o discurso na Firjan, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, afirmou que, na sua opinião, a responsabilidade sobre as votações é do Congresso.

    'Na minha opinião, sempre foi do Congresso. Ou vão fugir da responsabilidade? Óbvio que a responsabilidade é deles', afirmou.

    DESEJO POR POUCAS MUDANÇAS

    No discurso que fez em Brasília, o presidente afirmou que não recebe mais parlamentares por falta de agenda, mas que quer continuar conversando com o maior número possível deles para resolver 'possíveis equívocos' e melhorias possam ser feitas juntos na reforma da Previdência.

    'Se bem que pretendemos que nossa reforma saia de lá com menor número possível de emendas aprovadas', disse.

    No discurso aos empresários no Rio, ele destacou a importância da aprovação da reforma, que disse ser 'salgada para alguns', mas que combaterá privilégios.

    'Não podemos desenvolver muita coisa por falta de recursos. Por isso precisamos da reforma da Previdência', afirmou. 'Não dá para continuar mais o Brasil com essa tremenda carga nas suas costas. Se não fizermos isso, em 2022, 2023, no máximo 2024, vai faltar recursos para pagar quem está na ativa', disse.

    No entanto, apesar da importância destacada pelo presidente, a tramitação do projeto tem preocupado os investidores, que consideram haver uma falta de articulação política do governo para fazer o projeto avançar.

    Em um novo sinal de problemas na interação do governo com o Congresso, o presidente da comissão especial da Reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), disse também nesta segunda-feira que o governo não consegue construir maioria para liderar o processo, mas que o país não pode ficar refém disso e o Congresso vai fazer a reforma andar independentemente do governo.

    Ramos já havia afirmado na semana passada que a Câmara dos Deputados irá assumir a dianteira das negociações e produzirá um novo texto, a partir de emendas apresentadas e da proposta original.

    Questionado se Bolsonaro apoia a intenção do Congresso de apresentar um novo texto para a reforma da Previdência, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, reiterou que o presidente considera a proposta enviada pelo governo como a melhor, mas que está aberto a negociações com o Congresso.

    'A proposta que o presidente identifica como a melhor proposta é aquela que ele já elevou ao Congresso Nacional. Não obstante, ele se coloca parceiro nesse processo de discussão e de avaliação para juntos, Congresso e Poder Executivo, darmos um andamento àquilo que vai tirar o Brasil de um precipício que muito rapidamente se aproxima', disse.

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    Funcionários do Deutsche Bank alertaram para transações de Trump e genro, diz NYT

    WASHINGTON (Reuters) - Especialistas em lavagem de dinheiro do Deutsche Bank recomendaram em 2016 e 2017 que diversas transações envolvendo entidades controladas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu genro, Jared Kushner, fossem relatadas a uma agência federal de combate a crimes financeiros, afirmou o jornal The New York Times no domingo.

    Citando cinco funcionários atuais e cinco ex-funcionários do Deutsche Bank, o jornal disse que executivos do banco alemão, que emprestou bilhões de dólares a empresas de Trump e Kushner, rejeitaram os conselhos de seus empregados e que os relatórios jamais foram apresentados ao governo.

    O Deutsche Bank negou a reportagem, mas as ações do maior banco alemão tiveram um novo recuo nesta segunda-feira, ficando abaixo de uma mínima estabelecida em dezembro. As ações caíram 2,8% e ficaram em 6,65 euros.

    Trump rejeitou a reportagem em uma sequência de tuítes no início da manhã desta segunda-feira, dizendo que precisa pouco dos bancos por ter muito dinheiro em mãos e negando que o dinheiro tenha vindo da Rússia.

    As alegações de desconformidade são as mais recentes de uma onda de problemas que vem abalando o banco, que prestará contas aos seus investidores em sua reunião anual na quinta-feira.

    O NYT noticiou que as transações, algumas das quais envolveram a hoje extinta fundação de Trump, desencadearam alertas em um sistema de computador criado para detectar atividades ilegais, segundo os ex-funcionários do banco.

    Membros da equipe de conformidade que analisaram as transações prepararam os chamados relatórios de atividade suspeita, que acreditavam dever ser encaminhados a uma unidade do Departamento do Tesouro que policia crimes financeiros, de acordo com o jornal.

    O Deutsche Bank respondeu com uma refutação da reportagem.

    'Em nenhum momento um investigador foi impedido de denunciar atividades identificadas como potencialmente suspeitas', disse o banco em um comunicado.

    'Além disso, a insinuação de que qualquer pessoa tenha sido transferida ou demitida na tentativa de silenciar preocupações referentes a qualquer cliente é categoricamente falsa'.

    (Por David Morgan)

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    Trump diz que tarifas fazem empresas deixarem a China e que acordo não pode ser igualitário

    Por David Lawder e Nandita Bose

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que suas tarifas sobre produtos chineses estão fazendo com que as empresas transfiram a produção da China para o Vietnã e outros países asiáticos e acrescentou que qualquer acordo com a China não pode ser igualitário.

    Em entrevista ao canal Fox News, gravada na semana passada e exibida no domingo à noite, Trump disse que os Estados Unidos e a China 'tinham um acordo muito forte, nós fizemos um bom negócio, e eles mudaram. E eu disse que tudo bem, nós vamos tarifar seus produtos então.'

    Nenhuma negociação entre os principais negociadores chineses e norte-americanos foi marcada desde a última rodada, que terminou em 10 de maio - mesmo dia em que Trump elevou as tarifas de sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses de 10% para 25%.

    Trump elevou as tarifas depois que a China azedou as negociações ao buscar grandes mudanças em um acordo que, segundo autoridades dos EUA, tinha sido amplamente aceito.

    Desde então, a China adotou um tom mais severo em sua retórica, sugerindo que a retomada das negociações destinadas a encerrar a guerra comercial, que já dura 10 meses, provavelmente não acontecerá em breve.

    Trump, que disse que a entrevista com o apresentador da Fox News Steve Hilton ocorreu dois dias depois de ele ter aumentado as tarifas, afirmou que ficará feliz em simplesmente manter tarifas sobre produtos chineses, porque os Estados Unidos receberão 100 bilhões de dólares ou mais em tarifas.

    Mas ele acrescentou que acredita que a China acabará fazendo um acordo com os EUA 'porque eles estão sendo massacrados com as tarifas, a China está sendo totalmente destruída'.

    Mas ele explicou que disse ao presidente chinês, Xi Jinping, antes das rodadas de negociações mais recentes, que qualquer acordo não poderia ser igualitário entre os dois países e teria que ser mais favorável aos EUA por conta das práticas comerciais anteriores da China.

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    EXCLUSIVO–Google suspende negócios com Huawei após Trump incluir empresa em lista negra

    Por Angela Moon

    NOVA YORK (Reuters) - O Google suspendeu negócios com a Huawei que exigem transferência de equipamentos, programas e serviços técnicos, exceto aqueles disponíveis ao público através de licenças de código aberto, disse uma fonte a par da questão à Reuters no domingo, um revés contra a empresa de tecnologia chinesa que foi colocada em uma lista negra pelo governo norte-americano de Donald Trump.

    Mas os usuários de smartphones Huawei com aplicativos do Google continuarão podendo usar e baixar atualizações de aplicativos fornecidos pelo Google, disse um porta-voz do Google, confirmando reportagens anteriores da Reuters.

    'Estamos cumprindo a ordem e analisando as implicações', afirmou o porta-voz. 'Para os usuários do nossos serviços, o Google Play e as proteções de segurança do Google Play Protect continuarão a funcionar nos aparelhos Huawei existentes', disse o porta-voz, sem dar mais detalhes.

    A suspensão pode prejudicar o negócio de smartphones da Huawei fora da China, já que a gigante chinesa perderá imediatamente acesso a atualizações do sistema operacional Android, do Google. Versões futuras dos smartphones da Huawei que funcionam com Android também perderão acesso a serviços populares como os aplicativos Google Play Store, Gmail e YouTube.

    'A Huawei só poderá usar a versão pública do Android e não conseguirá ter acesso a aplicativos e serviços patenteados do Google', contou a fonte.

    Na quinta-feira, o governo Trump acrescentou a Huawei Technologies a uma lista negra comercial, adotando de imediato restrições que tornarão extremamente difícil para a empresa fazer negócios com empresas norte-americanas.

    Na sexta-feira, o Departamento de Comércio dos EUA disse que cogita diminuir as restrições à Huawei para 'evitar a interrupção de operações e equipamentos de rede existentes'. Não ficou claro de imediato no domingo se o acesso da Huawei a programas de aparelhos portáteis será afetado.

    O impacto da inclusão da Huawei na lista negra do governo dos EUA ainda é desconhecido, já que sua cadeia de suprimento global ainda o está analisando. Especialistas em chips questionam a capacidade da Huawei de continuar operando sem ajuda dos EUA.

    Os detalhes sobre os serviços específicos a serem afetados pela suspensão ainda estão sendo debatidos internamente no Google, segundo a fonte. Advogados da Huawei também estão estudando o impacto da lista negra, disse um porta-voz da companhia chinesa na sexta-feira.

    Representantes da Huawei não estavam disponíveis de imediato para mais comentários.

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    EUA e China se desentendem por 'expectativas extravagantes' em acordo comercial

    Por Ben Blanchard e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - A China acusou os Estados Unidos nesta segunda-feira de manterem 'expectativas extravagantes' para um acordo comercial, destacando o abismo entre os dois lados no momento em que a ação dos EUA contra a gigante de tecnologia chinesa Huawei começa a afetar o setor de tecnologia global.

    Adicionando ainda mais tensão à relação entre os dois países, militares dos EUA disseram que um de seus navios de guerra navegou próximo ao disputado Scarborough Shoal reivindicado pela China no Mar do Sul da China no domingo, o mais recente de uma série de 'liberdade de operações de navegação' para enfurecer Pequim.

    O Google, da Alphabet Inc, também suspendeu os negócios com a Huawei Technologies Co Ltd que exigem a transferência de hardware, software e serviços técnicos, exceto aqueles disponíveis ao público através de licenças de código aberto, disse à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto no domingo, em um golpe contra a empresa de tecnologia chinesa que foi colocada em uma lista negra pelo governo norte-americano de Donald Trump.

    As ações das fabricantes de chips europeias Technologies, AMS e STMicroelectronics recuavam com força nesta segunda-feira, em meio a preocupações de que os fornecedores da Huawei Technologies possam suspender os embarques para a empresa chinesa devido à ação dos EUA na semana passada.

    A adição pelo governo norte-americano da Huawei a uma lista negra de comércio na quinta-feira permitiu imediatamente restrições que tornarão extremamente difícil fazer negócios com empresas dos EUA.

    Em uma entrevista com o Fox News Channel gravada na semana passada e divulgada no domingo à noite, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os EUA e a China 'tinham um acordo bastante forte, tínhamos um bom acordo, e eles o mudaram. E eu disse 'está bem, vamos tarifar os produtos deles''.

    Em Pequim o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, disse não saber do que Trump estava falando.

    'Não sabemos que acordo é esse que os EUA estão falando. Talvez os EUA tinham um acordo para o qual havia expectativas extravagantes, mas com certeza não é o chamado acordo com o qual a China concordou', disse ele em entrevista à imprensa.

    O motivo pelo qual a última rodada de negociações não chegou a um acordo foi porque os EUA tentaram 'alcançar interesses injustificados através de pressão extrema', disse Lu.

    'Desde o começo isso não funcionaria.'

    A China entrou na última rodada de negociações com uma atitude sincera e construtiva, disse ele.

    'Eu gostaria de reiterar mais uma vez que as consultas econômica e comercial entre a China e os EUA só podem seguir o caminho correto de respeito mútuo, igualdade e benefício mútuo para que haja esperança de sucesso.'

    Nenhuma negociação entre os principais negociadores chineses e norte-americanos foi marcada desde a última rodada, que terminou em 10 de maio - mesmo dia em que Trump elevou a tarifa sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses de 10% para 25%.

    Trump tomou a decisão depois que os Estados Unidos disseram que a China voltou atrás em compromissos estabelecidos em um acordo preliminar que foi amplamente aceito.

    Desde então, a China adotou um tom mais severo, sugerindo que a retomada das negociações destinadas a encerrar a guerra comercial, que já dura 10 meses entre as duas maiores economias do mundo, provavelmente não acontecerá em breve.

    Pequim disse que vai tomar 'medidas necessárias' para defender os direitos das empresas chinesas, mas não disse se ou como vai retaliar as ações dos EUA contra a Huawei.

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    Míssil atinge área na capital do Iraque, mas não há vítimas

    BAGDÁ (Reuters) - Um míssil foi disparado contra a fortificada Zona Verde da capital iraquiana Bagdá, que abriga prédios do governo e embaixadas estrangeiras, mas não causou vítimas, disseram militares iraquianos neste domingo.

    Uma explosão foi ouvida no centro de Bagdá na noite de domingo, disseram testemunhas Reuters, e duas fontes diplomáticas de Bagdá também afirmaram ter ouvido o estrondo.

    'Um míssil Katyusha caiu no meio da Zona Verde sem causar perdas, detalhes a serem revelados depois', disseram os militares em um breve comunicado.

    O lançador múltiplo Katyusha é um tipo barato de míssil de artilharia que pode atirar explosivos a um alvo mais rápido que a artilharia convencional, mas é menos preciso.

    A polícia estava ordenando que as patrulhas corressem para a rodovia Mohammed al-Qasim, no leste de Bagdá, em busca de veículos suspeitos que possam estar transportando lançadores de mísseis.

    Os policiais receberam uma denúncia de que o projétil havia sido disparado de dentro de um caminhão, disse à Reuters uma fonte da corporação.

    A polícia procurava por suspeitos e pelo lançador de míssil no distrito leste de Nova Bagdá.

    A embaixada dos Estados Unidos não foi atingida, acrescentou a fonte policial.

    A embaixada em Bagdá e o consulado dos EUA na capital regional curda iraquiana, Erbil, retiraram a equipe não emergencial nesta semana.

    O governo do presidente norte-americano, Donald Trump, disse que enviou forças adicionais à região para combater o que chamou de ameaças credíveis do Irã contra os interesses dos EUA, inclusive das milícias que apoia no Iraque.

    O Irã e os Estados Unidos disseram que não querem a guerra, já que as tensões entre ambos aumentam.

    (Reportagem de John Davison, Ahmed Aboulenein e Ahmed Rasheed; Texto de Ahmed Aboulenein)

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    Google suspende alguns negócios com Huawei após lista negra de Trump, diz fonte

    Por Angela Moon

    NOVA YORK (Reuters) - O Google suspendeu negócios com a Huawei que exigem a transferência de produtos de hardware e software, exceto aqueles cobertos por licenças de código aberto, disse uma fonte próxima à Reuters, em um golpe à empresa de tecnologia chinesa que o governo dos Estados Unidos tem empurrado para a margem em todo o mundo.

    A Huawei Technologies perderá imediatamente o acesso a atualizações do sistema operacional Android, e a próxima versão de seus smartphones fora da China também deixará de ter acesso a aplicativos e serviços populares, incluindo o aplicativo Google Play Store e o Gmail.

    Os detalhes dos serviços específicos ainda estão sendo discutidos internamente no Google, de acordo com a fonte. Os advogados da Huawei também estão estudando o impacto das ações do Departamento de Comércio dos EUA, disse um porta-voz da Huawei na sexta-feira.

    A Huawei não estava imediatamente disponível para mais comentários. Representantes do Departamento de Comércio dos EUA não fizeram comentários imediatos.

    A Huawei continuará a ter acesso à versão do sistema operacional Android disponível através da licença de código aberto que é livremente aberta a qualquer um que deseje usá-la.

    Mas o Google deixará de fornecer suporte técnico e colaboração para os serviços do Android e do Google para a Huawei, disse a fonte.

    Na quinta-feira, o governo Trump oficialmente adicionou a Huawei a uma lista negra de comércio, imediatamente aprovando restrições que tornarão extremamente difícil para a gigante de tecnologia fazer negócios com empresas norte-americanas.

    (Reportagem de Angela Moon; Reportagem adicional de Georgina Prodhan em Londres e David Shepardson e Karen Freifeld em Washington)

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