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    Cristina Kirchner diz que julgamento de corrupção é 'cortina de fumaça' política

    Por Nicolás Misculin

    BUENOS AIRES (Reuters) - A ex-presidente argentina Cristina Kirchner, que deve comparecer nesta terça-feira a um tribunal para enfrentar acusações de corrupção, chamou o processo de 'cortina de fumaça' política com a intenção de afetar sua candidatura a vice-presidente nas eleições deste ano.

    O julgamento abordará diversas alegações de corrupção que datam dos dois mandatos de Cristina como presidente, entre 2007 e 2015, incluindo acusações de que recebeu subornos de construtoras para conceder projetos pelos quais o Estado pagou valores exorbitantes.

    As alegações, que Cristina nega com firmeza, podem lançar uma sombra sobre a nova iniciativa da política polarizadora agora que ela tenta conquistar a ala mais moderada da oposição peronista para enfrentar o presidente de centro-direita Mauricio Macri nas eleições de outubro.

    Cristina, atualmente senadora com seguidores fervorosos, foi ao Twitter antes do julgamento e disparou contra seus acusadores e contra Macri, e se defendeu das alegações.

    'Claramente não é sobre justiça', escreveu. 'Apenas sobre a criação de uma nova cortina de fumaça que visa distrair os argentinos e a Argentina --cada vez com menos sucesso-- da dramática situação em que vivem nosso país e nosso povo.'

    A ex-presidente chocou a nação no sábado ao dizer que disputará a vice-presidência ao lado do ex-chefe de gabinete Alberto Fernández, político veterano que tanto a apoiou como a criticou no passado.

    Peronista militante de esquerda, Cristina era vista como a principal concorrente de Macri.

    As acusações contra ela podem lhe render uma pena de até 10 anos de prisão, caso seja considerada culpada de liderar um esquema de corrupção que fraudou o Estado em milhões de dólares.

    Na condição de senadora, porém, ela tem imunidade contra uma prisão.

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    Irã rejeita conversas com EUA e diz que enfrenta 'guerra econômica'

    DUBAI (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, rejeitou qualquer conversa com os Estados Unidos e pediu, nesta terça-feira, que o governa tenha mais poder para administrar a economia abalada por sanções em meio a uma 'guerra econômica'.

    O presidente Donald Trump retirou os EUA de um acordo nuclear firmado em 2015 entre o Irã e potências mundiais segundo o qual Teerã limitou sua capacidade de enriquecimento de urânio --uma rota em potencial para uma bomba nuclear-- e, em troca, obteve um alívio nas sanções.

    Mas Trump restaurou as sanções no ano passado e as intensificou neste mês, ordenando que todos os países parem de importar petróleo iraniano se não quiserem enfrentar sanções.

    Washington disse que pretende pressionar Teerã a entrar em novas negociações sobre um novo acordo de controle de armas. O Irã já rejeitou várias vezes qualquer nova tratativa enquanto os EUA se mantiverem fora do pacto nuclear.

    'A situação atual não é adequada para conversas, e nossa única escolha é a resistência', disse Rouhani, segundo a agência de notícias estatal Irna.

    Na segunda-feira, Trump disse que o Irã será confrontado com 'grande força' se tentar algo contra interesses dos EUA no Oriente Médio, acrescentando que está disposto a conversar com o regime 'quando eles estiverem prontos'.

    Rouhani comparou a situação com a guerra iraniana contra o Iraque nos anos 1980, quando centenas de milhares de pessoas foram mortas, e disse que o governo precisa de poderes semelhantes àqueles que recebeu à época para conduzir a economia.

    'Em nenhum período anterior enfrentamos os problemas atuais no setor bancário e nas vendas de petróleo, por isso precisamos que todos se concentrem e sintam as condições da guerra econômica', disse Rouhani, de acordo com a Irna.

    No ano passado, o Irã criou tribunais de julgamento rápido depois que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, pediu uma ação legal 'veloz e justa' para confrontar uma 'guerra econômica' com inimigos estrangeiros.

    Nesta terça-feira, o porta-voz do Judiciário, Gholamhossein Esmaili, disse que uma das cortes condenou 10 empresários a até 20 anos de prisão devido a acusações como 'sabotagem econômica', relatou a agência de notícias Fars. O Irã executou ao menos três empresários por crimes econômicos no ano passado.

    (Rdação de Dubai e Ali Abdelaty, no Cairo)

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    Polícia da Nova Zelândia acusa suspeito de ataque a mesquitas de terrorismo

    Por Charlotte Greenfield

    WELLINGTON (Reuters) - A polícia da Nova Zelândia acusou nesta terça-feira o homem suspeito de realizar ataques a tiros em duas mesquitas da cidade de Christchurch de praticar um ato terrorista, na primeira vez na história do país em que tal acusação é feita.

    Em uma ação transmitida ao vivo pelo Facebook, um atirador solitário munido de armas semiautomáticas atirou em muçulmanos presentes às orações de sexta-feira no dia 15 de março, matando 51 fiéis e ferindo dezenas de pessoas.

    A acusação desta terça-feira, em conformidade com a legislação de enfrentamento ao terrorismo, foi apresentada contra Brenton Tarrant, disse a polícia.

    'A acusação alegará que um ato terrorista foi cometido em Christchurch', afirmou o comissário de polícia, Mike Bush, em um comunicado.

    Essa foi a primeira vez que a acusação foi apresentada sob a legislação antiterrorismo do país, adotada em 2002, após os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

    Uma acusação adicional de assassinato e mais duas de tentativa de assassinato também foram apresentadas contra Tarrant, de forma que o suposto supremacista branco enfrenta um total de 51 acusações de assassinato e 40 de tentativa de assassinato.

    O advogado de Tarrant não respondeu de imediato a um pedido de comentário da Reuters.

    Especialistas legais disseram que qualquer condenação por prática de terrorismo não fará muita diferença prática, já que as acusações de assassinato rendem uma pena máxima, mas que provavelmente foram acrescentadas para refletir o impacto traumático naqueles além das vítimas identificadas.

    'A acusação de ato de terrorismo diz respeito a reconhecer o dano à comunidade e aos indivíduos prejudicados que estavam presentes, mas não foram feridos fisicamente ou mortos', explicou Graeme Edgeler, defensor público e comentarista legal.

    Tarrant deve voltar ao tribunal em 14 de junho. Ele foi mantido sob custódia em abril e obrigado a passar por uma avaliação psiquiátrica para se determinar se está apto a ser julgado.

    A polícia disse ter notificado cerca de 200 familiares das vítimas e sobreviventes do ataque a respeito das acusações adicionais em uma reunião nesta terça-feira.

    Mohamed Hussein Mostafa, cujo pai foi morto na Mesquita de Al Noor, disse que ficou feliz por o evento estar sendo tratado como um ato terrorista, especialmente porque a comunidade muçulmana foi 'difamada' pela mídia e pelos políticos muitas vezes como possível perpetradora da violência desde os ataques de 11 de setembro.

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    Heleno admite risco de MP da reforma administrativa caducar, mas aposta em bom senso do Congresso

    BRASÍLIA (Reuters) - Em meio à uma crise de articulação do governo com o Congresso, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, admitiu nesta segunda-feira que existe risco da medida provisória da reforma administrativa caducar, mas disse acreditar no bom senso dos parlamentares.

    'Risco há. Claro que eu espero que ele não seja um risco provável, mas o risco existe, lógico. Está na mão deles. Eu acredito que uma nuvem de bom senso mostre que isso aí é contra tudo o que foi conversado', disse o ministro.

    Heleno defendeu que a redução dos ministérios prevista na MP --e que pode cair caso a medida não seja aprovada por Câmara dos Deputados e Senado até o dia 3 de junho-- é uma questão de gestão.

    O governo enfrenta resistência para votação da MP no Congresso. A medida foi aprovada em comissão com a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia, tirando-o do Ministério da Justiça, como propusera o governo. Mas, mesmo com o acordo feito com os parlamentares pelo Planalto, deputados do PSL tentam reverter a decisão em plenário.

    Depois de uma semana sem votações, a Câmara deve tentar votar o texto esta semana, e parlamentares do chamado centrão já teriam concordado com a inversão de pauta para que a MP pulasse a ordem de votação.

    Perguntado se estaria faltando bom senso ao centrão, Heleno disse que não acusaria ninguém, mas que é preciso uma reflexão sobre o que essas manobras vão trazer ao país.

    'Isso é o tal negócio: há uma alternância de poder, que alguns partidos não admitem, mas há. Tem uma alternância de poder. Então eu sou você amanhã. Então amanhã quando eu precisar defender isso aí, eu não vou ter moral para defender, porque há algum tempo atrás eu fiz o contrário do que estou pregando', defendeu.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Congresso isola Executivo e tenta tomar frente de agenda de votações

    Por Maria Carolina Marcello e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Embalado por um discurso de protagonismo, o Congresso Nacional irá tomar a frente das votações, em uma demonstração que a classe política não será um obstáculo para a superação da crise, enquanto o governo do presidente Jair Bolsonaro tenta jogar a responsabilidade de parte do problema no colo dos parlamentares.

    Tendo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como principal articulador desse movimento, tanto parlamentares simpáticos ao governo, quanto do chamado centrão e ainda da oposição, apostam que a Câmara dará mostras de sua vontade de fazer o país andar, ainda que em uma direção independente do governo.

    A tendência é que deputados se mobilizem nesta semana para votar medidas provisórias que estão na pauta. Podem ser votadas duas MPs que tratam do setor aéreo --uma permite a abertura do capital das empresas aéreas para estrangeiros, prestes a vencer, e outra cria a empresa pública NAV Brasil Serviços de Navegação Aérea S.A.-- e talvez uma medida que abre crédito extraordinário para a intervenção em Roraima.

    Mas o resultado dessas votações deve refletir o desconforto com o governo. Também poderá ser fruto de alianças temporárias entre o centrão e a oposição, por exemplo.

    Segundo o líder do DEM na Câmara, deputado Elmar Nascimento (BA), passada a tempestade, vem a calmaria, mas ela não exclui uma atuação do Congresso descolada do governo.

    'Não vamos dialogar pelas redes, vamos dar exemplo', disse o líder à Reuters, explicando que o exemplo abarca um protagonismo maior do Parlamento.

    Para o líder do Podemos na Casa, José Nelto (GO), o clima ainda é tenso e o governo não ajuda ao jogar a 'culpa' da crise no colo do Congresso.

    'O Parlamento está fazendo o que o povo brasileiro quer. Jogar a culpa no Parlamento nesse momento agora é você querer esconder atrás de uma cortina de fumaça.'

    Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo. Na sexta-feira, Bolsonaro distribuiu para sua lista de contatos um texto de autor desconhecido dizendo que o Brasil é 'ingovernável fora de conchavos' e foi 'sequestrado pelas corporações'.

    O clima com o Congresso --o governo vem colecionando episódios de embate e mal-estar com parlamentares-- deu novas mostras na sexta-feira, quando o presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), adiantou que a Câmara iria assumir o protagonismo das negociações sobre o tema e produziria um novo texto a partir das emendas apresentadas e da proposta original.

    Nesta segunda, afirmou que o governo não consegue organizar uma interlocução 'sadia' com o Parlamento e que o país não pode ficar refém disso.

    'Nós temos que isolar os problemas com a postura do governo e fazer o que tem que ser feito para o Brasil, que é fazer a reforma da Previdência andar. Independente do governo. Vamos fazer a reforma andar', disse Ramos. [nE6N20A027]

    MOVIMENTAÇÕES

    Para o vice-líder da minoria, José Guimarães (PT-CE), a atuação do Congresso nesta semana será influenciada por três temas: as manifestações da última semana contra o bloqueio de verbas na educação --segundo ele, a dimensão dos protestos superaram a expectativa--, os movimentos de Rodrigo Maia e a articulação entre centrão e oposição.

    'Tem que ver as movimentações do presidente Rodrigo Maia. Para onde esse trem caminha? Quer votar o quê? Essa movimentação será decisiva para preservar o protagonismo do Parlamento', disse Guimarães.

    'É claro que, aliado a essa questão, tem o papel da oposição, que em diálogo com o centrão, precisa votar aquelas matérias de interesse do país, independentemente do governo', avaliou.

    Guimarães afirmou que há espaço para um acordo que possibilite a votação da MP 870, primeira medida editada pelo governo para modificar a estrutura dos ministérios.

    Segundo o deputado, a oposição aceitaria votar a proposta, desde que seja mantido o texto produzido pela comissão mista, que impôs algumas derrotas ao governo. Uma delas diz respeito à devolução do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia, em vez de mantê-lo na pasta da Justiça, como previa o texto original.

    O líder do Podemos, por outro lado, defende que a Câmara analise a MP dos ministérios e retome o texto anterior-- 'não para agradar o governo, mas para agradar o Brasil'.

    O presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar (PE), disse esperar que o presidente da Câmara inverta a pauta e coloque em votação a MP da reforma administrativa antes das outras que trancam a pauta. Ele negou ter tratado com Maia do assunto, mas não vê 'grandes dificuldades' para o avanço na pauta esta semana.

    Questionado se não haveria o risco de uma semana de caos, com medidas provisórias deixando de ser votadas para mandar um recado ao presidente, Bivar negou.

    'Acredito na maturidade do plenário, na liderança do Maia, no sentimento do relacionamento do Onyx (Lorenzoni, chefe da Casa Civil) com os partidos que apoiam essas reformas', afirmou, ao emendar que não vê disposição do chamado centrão para esse confronto.

    'Não acredito, conheço os presidentes dos partidos de centro e todos são pessoas bem intencionadas.'

    Na avaliação da líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), deve ser feita uma 'peneirada' para separar os que ajudam o governo dos que atrapalham a aprovação de medidas prioritárias. Para ela, é necessário mais maturidade política e menos 'discurso ideológico de palanque'.

    'Nós temos aí um Congresso que está disposto a votar, nós temos um grupo de líderes que está disposto a seguir com a votação, não só das MPs quanto com os outros textos importantes para o país. Não é nem para o governo, para o país. O que tem que acontecer é uma boa conversa e todo mundo baixar a guarda. Chega de clima beligerante', afirmou.

    Mais cedo nesta segunda-feira, em encontro com o presidente da seção nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, Maia afirmou que o Parlamento é a Casa do diálogo e a garantia da democracia e das instituições.

    Ao receber um estudo da instituição sobre o pacote anticrime de Bolsonaro, o deputado disse que a atitude é uma 'sinalização clara que o Parlamento brasileiro é a Casa do diálogo, a Casa da representação da sociedade, da garantia da nossa democracia, garantia das instituições'.

    Na sexta-feira, o presidente da Câmara já havia declarado que anunciaria nesta semana ou na seguinte uma agenda 'muito racional, muito objetiva' de reestruturação do Estado, em parceria com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e 'sem ficar olhando para internet'.

    (Reportagem adicional de Ricardo Brito)

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    Irã pede a Trump que trate país com respeito e sem ameaças de guerra

    LONDRES (Reuters) - O Irã cobrou os Estados Unidos, nesta segunda-feira, a se dirigirem à República Islâmica com respeito, e não com ameaças de guerra, um dia depois de o presidente Donald Trump despertar o temor de um possível conflito entre EUA e Irã.

    Como sinal de um confronto em ebulição um ano depois de Washington se desligar de um acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã e readotar sanções, Teerã anunciou um aumento de quatro vezes no ritmo de produção do enriquecimento de urânio de baixo grau.

    As tensões entre Washington e seus aliados sunitas no Golfo Pérsico, de um lado, e de Teerã e seus representantes xiitas na região do outro, ardem há semanas.

    No domingo, Trump tuitou: 'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!'.

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, respondeu em sua conta de Twitter: 'Nunca ameace um iraniano. Tente o respeito – funciona!'.

    Zarif, que foi educado nos EUA, na verdade elogiou Trump por comentários anteriores vistos como alertas à linha-dura do governo norte-americano que estimula um conflito.

    O presidente 'deplora com razão o complexo militar-industrial pressionar os EUA a Guerras Infinitas', tuitou Zarif.

    Mas ele disse que Trump permitiu que um 'time B' de assessores liderados pelo conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, 'jogasse fora a diplomacia', e os acusou de 'ordenhar carniceiros despóticos através da venda maciça de armas' -- uma referência aparente ao maior rival regional do Irã, a Arábia Saudita, maior compradora de armas de Washington.

    Trump endureceu as sanções econômicas contra o Irã, e seu governo diz que reforçou a presença militar norte-americana na região.

    Os EUA acusam Teerã de representar uma ameaça a seus soldados e interesses, o que o regime nega, descrevendo as medidas dos EUA como 'guerra psicológica' e um 'jogo político'.

    Também nesta segunda-feira, o Reino Unido aconselhou o Irã a não subestimar a determinação dos EUA, alertando que se os interesses norte-americanos forem atacados o governo Trump retaliará.

    O chanceler de Omã, Estado do Golfo Pérsico que ajudou a encaminhar conversas entre Irã e EUA no passado, visitou Teerã nesta segunda-feira. Yousuf bin Alawi bin abordou questões regionais e internacionais com Zarif, relatou a agência de notícias estatal iraniana Irna sem dar detalhes.

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    Trump e Arábia Saudita alertam Irã a evitar conflito no Oriente Médio

    Por Marwa Rashad e Stephen Kalin

    RIAD (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã, no domingo, alertando que um conflito seria o 'fim oficial' da República Islâmica, e a Arábia Saudita alertou que está pronta para reagir com 'força total' e disse que depende de Teerã Irã evitar uma guerra.

    A escalada retórica vem na esteira dos ataques da semana passada à infraestrutura petrolífera saudita e ao disparo de um foguete na 'Zona Verde' altamente fortificada de Bagdá no domingo, que explodiu perto da embaixada dos EUA.

    'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!', disse Trump em publicação no Twitter, sem dar detalhes.

    Uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA disse que o ataque com foguete em Bagdá não atingiu instalações ocupadas por norte-americanos nem provocou baixas ou danos significativos. Ninguém assumiu a responsabilidade, mas Washington está levando o incidente 'muito a sério'.

    'Deixamos claro ao longos das últimas duas semanas e voltamos a sublinhar que ataques contra pessoal e instalações dos EUA não serão tolerados e serão respondidos de maneira decisiva', disse o funcionário em um comunicado por email.

    'Responsabilizaremos o Irã se tais ataques forem realizados por suas forças militares por procuração ou elementos de tais forças, e reagiremos ao Irã de acordo'.

    Riad, que enfatizou não querer uma guerra, acusa Teerã de ter ordenado o ataque de drone contra duas estações de bombeamento de petróleo do reino na terça-feira, que foi reivindicado pelo grupo houthi, aliado dos iranianos no Iêmen. Dois dias depois, quatro embarcações, incluindo dois navios-tanques sauditas, foram sabotados no litoral dos Emirados Árabes Unidos.

    Em resposta, países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) adotaram 'patrulhas de segurança reforçadas' nas águas internacionais da área do Golfo Pérsico no sábado, informou a Quinta Frota da Marinha dos EUA, estacionada no Barein, no domingo.

    O Irã nega envolvimento nos dois incidentes, que ocorreram no momento em que Washington e a República Islâmica discutem as sanções e a presença militar dos EUA na região, provocando temores de um possível conflito EUA-Irã.

    'O reino da Arábia Saudita não quer uma guerra na região, nem a busca', disse o ministro de Estado para as Relações Exteriores, Adel al-Jubeir, em uma coletiva de imprensa no domingo.

    (Reportagem adicional de Lisa Barrington, em Dubai; Nandita Bose, em Wahsington; Ali Abdelaty, no Cairo; e Babak Dehghanpisheh, em Genebra)

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    Procuradoria sueca pede prisão de Assange por alegação de estupro

    Por Helena Soderpalm

    ESTOCOLMO (Reuters) - A procuradora sueca que lidera uma investigação sobre uma alegação de estupro contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, solicitou a um tribunal local, nesta segunda-feira, que ele seja detido mesmo ausente.

    Se concedida, a ordem de prisão seria o primeiro passo de um processo para extraditar Assange do Reino Unido, onde ele cumpre uma pena de 50 semanas por violar a condicional.

    A Suécia reabriu a investigação de estupro na semana passada. Ela foi iniciada em 2010 e abandonada em 2017, depois que Assange se refugiou na embaixada do Equador em Londres.

    Assange, que nega a acusação, foi preso em Londres no mês passado depois de passar sete anos na embaixada.

    'Peço à Corte Distrital que detenha Assange em sua ausência devido à suspeita de causa provável de estupro', disse a vice-procuradora-chefe Eva-Marie Persson em um comunicado nesta segunda-feira.

    Ela disse que emitirá um mandado de prisão europeu para que Assange seja entregue à Suécia se o tribunal decidir detê-lo.

    A decisão sueca de reabrir a investigação de estupro cria dúvidas sobre onde Assange pode ir parar, já que autoridades dos Estados Unidos já estão pedido sua extradição devido a acusações de conspiração ligadas a um dos maiores vazamentos de informações confidenciais da história.

    Um advogado que representa Assange na Suécia comunicou que dirá à Corte Distrital que esta não pode investigar o pedido da procuradora até que ele tenha conversado com o cliente e descoberto se ele pretende ou não refutar o mandado de prisão.

    'Como ele está preso na Inglaterra, até agora não foi possível sequer falar com ele por telefone', disse Per Samuelson à Reuters.

    Assange, que é cidadão australiano, se refugiou na embaixada depois de uma batalha legal fracassada nos tribunais britânicos para evitar uma extradição à Suécia.

    Os tribunais britânicos terão que decidir os pedidos de extradição sueco e norte-americano, e o ministro do Interior, Sajid Javid, terá a palavra final sobre qual deles tem precedência.

    'O desfecho deste processo é impossível de prever', disse Eva-Marie. Citando informações de autoridades britânicas, ela disse que Assange cumprirá 25 semanas de sua pena no Reino Unido antes que possa ser libertado.

    Um juiz britânico deu aos EUA o prazo de 12 de junho para delinear seu caso contra Assange.

    (Por Helena Soderpalm e Esha Vaish)

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    Governo apresentará reforma tributária logo após aprovar Previdência, diz Bolsonaro

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, em publicação no Twitter, que o governo apresentará ao Congresso uma proposta de reforma tributária depois que a reforma previdenciária for aprovada, por compreender ser 'um desejo urgente dos brasileiros'.

    Segundo Bolsonaro, a aprovação da Nova Previdência é a 'porta de entrada para o progresso' do Brasil e viabilizará diversas ações econômicas benéficas para o país, como a reestruturação do sistema tributário.

    A tramitação da reforma da Previdência no Congresso tem preocupado os investidores, que consideram haver uma falta de articulação política do governo para fazer o projeto avançar.

    Na sexta-feira, o presidente da comissão especial da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), disse à Reuters que a Câmara dos Deputados irá assumir a dianteira das negociações e produzirá um novo texto a partir das emendas apresentadas e da proposta original.

    Segundo Ramos, o novo texto trará as modificações necessárias para garantir que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tenha os 308 votos necessários pra ser aprovada quando for a plenário, sem comprometer nem o impacto fiscal pretendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de cerca de 1 trilhão de reais, e nem o cronograma de votações.

    Ramos, no entanto, recuou no fim de semana da ideia de propor um novo texto e disse que a intenção dos parlamentares é fazer mudanças significativas na estrutura do projeto, como rejeitar a chamada desconstitucionalização defendida pelo governo, segundo reportagem do jornal O Globo nesta segunda-feira.

    'Não vejo possibilidade de um novo texto, partindo do zero. Mas a desconstitucionalização e a capitalização não ficarão do jeito que estão. Para mim, isso é uma mudança estrutural na proposta construída pela equipe do ministro da Economia', afirmou Ramos, de acordo com o jornal.

    Nesta segunda-feira, Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participarão da apresentação da segunda fase da campanha publicitária 'Nova Previdência: Pode perguntar', e se reúnem em seguida no Palácio do Planalto.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Premiê indiano Modi deve vencer eleição com ampla margem, mostra boca de urna

    Por Aftab Ahmed e Devjyot Ghoshal

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A aliança do atual primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, deve assegurar uma ampla maioria no Parlamento após uma eleição geral encerrada neste domingo, mostrou a maioria das pesquisas boca de urna, um resultado muito melhor do que o esperado nas últimas semanas.

    Modi enfrentou críticas no início da campanha por ter falhado em criar mais empregos e pelos baixos preços agrícolas, e tanto analistas quanto políticos disseram que a disputa eleitoral estava ficando acirrada, com o principal partido de oposição, Congresso, ganhando território.

    Mas ele fez campanha entre sua base nacionalista Hindu e transformou a disputa em uma briga por segurança nacional após uma escalada nas tensões com o Paquistão e atacou seu principal adversário por ser frouxo com relação ao arquinimigo do país.

    A Aliança Democrática Nacional de Modi (NDA, na sigla em inglês) deve conquistar entre 339 e 365 cadeiras da câmara baixa do Parlamento, composta por 545 membros, seguido por 77 a 108 cadeiras para a aliança de oposição liderada pelo partido Congresso, mostrou a pesquisa boca de urna India Today Axis.

    Para governar, um partido precisa conquistar 272 cadeiras.

    A contagem de votos registrados em centenas de milhares de máquinas computadorizadas começará no início da quinta-feira e os resultados são esperados até o meio do dia.

    Segundo outra pesquisa divulgada pelo canal de televisão Times Now, a aliança de Modi deve conquistar 306 votos. Uma pesquisa da Neta Newsx, porém, prevê que o grupo de Modi ainda ficará 30 cadeiras abaixo do necessário.

    Pesquisas boca de urna, no entanto, têm um histórico controverso em um país com 900 milhões de eleitores --dos quais cerca de dois terços votaram na eleição de sete etapas. As pesquisas frequentemente erraram o número de cadeiras, mas o resultado, em geral, tem sido acertado, disseram analistas.

    Com três das quatro pesquisas indicando uma clara maioria da aliança de Modi, os mercados acionários indianos devem subir com força na segunda-feira, enquanto também se espera que a rupia indiana se fortaleça contra o dólar, de acordo com participantes do mercado.

    Uma vitória clara significaria que Modi poderá realizar as reformas que investidores esperam que tornará a Índia um lugar mais fácil para negócios, disseram eles.

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    Eleitores suíços aprovam maior controle de armas e evitam embate com UE

    ZURIQUE/GENEBRA (Reuters) - Os eleitores suíços concordaram neste domingo, por uma margem de quase dois para um, com a adoção de controles mais rígidos para armas, em linha com mudanças nas regras da União Europeia (UE), evitando assim confronto com Bruxelas.

    A medida foi aprovada em referendo sob o sistema suíço de democracia direta por uma margem de 64% a 36%, mostraram resultados finais, mas ainda passíveis de ajustes.

    As restrições --que se aplicam à Suíça porque o país faz parte de um sistema de fronteiras abertas sob o Tratado de Schengen, mesmo não sendo membro da União Europeia (UE)-- provocaram controvérsias entre os entusiastas de tiro antes da votação.

    Não adotar as regras poderia ter forçado a Suíça a deixar o Tratado de Schengen e o sistema conjunto de Dublin para lidar com pedidos de refúgio.

    Depois que militantes mataram dezenas de pessoas em Paris em 2015, a UE endureceu em 2017 as leis contra a compra de fuzis semiautomáticos, como os usados ??nesses ataques, e facilitou o rastreamento de armas em bancos de dados nacionais.

    A proposta inicial da UE provocou protesto porque significou a proibição da tradição suíça de ex-soldados manterem seus fuzis de assalto.

    Autoridades suíças negociaram concessões para veteranos e entusiastas de armas que participam dos inúmeros clubes de tiro do país, mas quaisquer restrições importadas da UE vão longe demais para ativistas de direita preocupados com a soberania suíça.

    'Para mim, as novas obrigações ligadas à posse de armas não são tão restritivas, enquanto o risco de não se beneficiar das vantagens de Schengen é muito real', disse um funcionário de banco que se nomeou apenas como Philippe.

    'Não tem nada a ver com chantagem, apenas a Suíça tem que se alinhar com um sistema do qual participa.'

    Defensores dos direitos às armas reclamaram que as regras poderiam desarmar os cidadãos cumpridores da lei e impactar a herança e identidade nacionais da Suíça, que inclui uma população armada.

    (Reportagem de Michael Shields e Marina Depetris)

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