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    Conheça as joias anticoncepcionais

    Cientistas do exterior focaram na avaliação de adesivos anticoncepcionais inseridos em brincos, anéis, relógios, colares, para que, o corpo absorva o conteúdo

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    De acordo com publicação do jornal argentino Clarin, pesquisadores da Escola de Engenharia Química e Biomolecular do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveram joias anticoncepcionais (brincos, anéis, relógios, colares) que poderiam melhorar o planejamento familiar e, evitar uma gravidez indesejada, devido ao mal-uso dos métodos contraceptivos mais tradicionais.

    Na verdade, são adesivos com hormônios contraceptivos fixados nas peças, assim, podem ficar em contato com a derme e isso possibilita que o organismo absorva o medicamento.

    Aliás, adesivos já são utilizados para administrar medicações que previnem a tontura, ajudam a abandonar o cigarro e controlam os sintomas da menopausa. Porém, é a primeira vez que isso é incorporado às joias.

    Segundo um informe publicado na revista médica Journal of Controlled Release, as provas iniciais sugerem que as joias contraceptivas podem propiciar ao usuário uma quantidade suficiente de hormônios para agir como um método contraceptivo. Porém, ainda não foram realizados experimentos em humanos.

     

    O aderente tem três camadas: uma impermeável que inclui um adesivo para ser fixado em um brinco, na parte de trás da pulseira de um relógio ou na superfície interna de um colar ou anel; uma camada intermediária com o medicamento em forma sólida; e uma externa com uma 'espécie de etiqueta' para aderir a pele, assim, o hormônio pode  ser transferido. Quando em contato com a derme, o remédio passa para corrente sanguínea e circula pelo corpo.

    Já que usar joias, muitas vezes, está atrelado ao cotidiano das mulheres, a ideia é que a técnica possa tornar tudo mais prático e ajudar o público feminino a cumprir a ingestão do medicamento de forma regular.


    O método, inclusive, já foi testado em animais. Os pesquisadores fixaram o aderente na parte de trás de brincos e depois colocaram o material em ratos por um período de 16 horas e com um intervalo de descanso de oito horas, esse momento simulou a hora em que as mulheres estão dormindo. Os resultados mostraram que por mais que os níveis baixaram ao retirar os adereços, o adesivo foi capaz de produzir quantidades suficientes de hormônio na corrente sanguínea.

     

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