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    Alok

    Por antena 1

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    Mais conhecido como Alok, o DJ e produtor musical brasileiro Alok Achkar Peres Petrillo nasceu na cidade de Goiânia, Goiás, em 26 de agosto de 1991. De uma viagem que os pais do artista fizeram para a Índia, viria a origem de seu primeiro nome – ali, encontrariam um guru espiritual que indicaria que o menino devia adotar em sua identidade a palavra que na língua sânscrita significa “luz”.

    Os pais do artista – Adriana Peres Franco e Juarez Achkar Petrillo – foram os pioneiros do psytrance no Brasil. Também conhecido como “trance psicodélico”, o gênero da música eletrônica foi formado na Índia no final dos anos 80.

    Junto com seu irmão gêmeo – Bhaskar – , Alok começou a frequentar o estúdio de ensaios da banda de seu pai aos 12 anos, em Brasília, onde aprenderam a mixar e editar músicas. Nessa mesma época, a dupla decidiu começar a trabalhar profissionalmente, criando um projeto de shows ao vivo.

    Em pouco tempo, já produziam músicas autorais. Aos 17, tinham visitado quase vinte países, tocando em turnês. Batizado de “Lógica”, o projeto também levou os irmãos a fecharem contrato com a gravadora independente Vagalume Records, lançando o álbum autoral “Level Feature Rights”, além de mais 4 EP’s.

    Depois do casamento e saída de seu irmão da iniciativa em 2010, o DJ decidiu começar carreira solo. Seu primeiro sucesso foi um sample da música “Signs”, do Snoop Dogg com colaboração de Charlie Wilson e Justin Timberlake.

    No entanto, foi em 2013 que o artista ganharia projeção internacional, com o lançamento da faixa “We Are Underground”, que lhe rendeu  uma série de convites para tocar em festivais internacionais. No final do ano seguinte, em dezembro de 2014, Alok foi eleito o melhor DJ do Brasil por um dos maiores veículos de música eletrônica no país, a revista House Mag

    Em maio de 2015, ele decidiu lançar sua própria gravadora. Intitulada “Up Club Records”, a iniciativa era uma resposta às gravadoras estrangeiras que rejeitavam o lançamento das músicas do artista, caracterizando-as como “fora do padrão europeu”. A gravadora acabou se tornando uma das mais influentes no cenário eletrônico nacional e ajudou o DJ a manter a autenticidade de suas produções.

    Em dezembro do mesmo ano, ele foi eleito pela segunda vez o melhor DJ do Brasil pela revista de música eletrônica House Mag. Também ficou na 44ª posição no Top 100 DJs da revista britânica DJ Mag, sendo o único brasileiro a ocupar um lugar no ranking. 

    Alok anunciou em meados de 2016 que tinha sido procurado por gravadoras de grande porte, o que o levou a fechar um contrato de três anos com a holandesa Spinnin’ Records. Segundo declaração do artista à época, a organização tinha um maior planejamento de carreira e ainda daria ao DJ a chance de ser agenciado pela William Morris Endeavor (WME), empresa norte-americana que representa artistas de mídias diversas, incluindo televisão, música e teatro.

    No mesmo ano, ele fez uma parceria com o DJ Bruno Martini para remixar “Hear Me Now”, música composta por Marcos Zeeba, dono de outros hits criados em parceria com o DJ. Um mês foi suficiente para colocar a faixa nas primeiras posições de músicas mais reproduzidas em plataformas digitais, além de alcançar a oitava posição na parada de singles da Noruega, a décima primeira na Suécia e a vigésima na tabela norte-americana de música eletrônica da Billboard. Além disso, o remix foi certificado com discos de platina no Brasil, Itália e França; e recebeu ouro na Dinamarca e na Alemanha.

    Alok já citou que, além de seus pais, suas maiores influências musicais são os rappers Criolo e Emicida e artistas como Arnaldo Antunes, Natiruts, Racionais, Skrillex e Diplo. Na infância, ele costumava escutar Daft Punk, Gorillaz, The Chemical Brothers e Prodigy.

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