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    Lauren Daigle é a Artista da Semana

    A cantora e compositora Lauren Daigle, nascida em Louisiana, nos Estados Unidos, é uma artista da música gospel.

     

    Desde cedo, a cantora já mostrava apreço pelo universo musical. No entanto, Daigle admite que ela quase deixou a música para trás, sem saber se era sua verdadeira vocação, até que uma doença devastadora, a mononucleose infecciosa , trouxe um foco maior para sua vida. Por causa do sofrimento com a doença enquanto estava no ensino médio, ela foi mantida fora da escola por quase dois anos.

     

    Daigle começou a cantar em em um coral enquanto estudava na Louisiana State University .Em 2010 e 2012, tentou entrar para no American Idol em 2010 e 2012, mas acabou não dando certo.

     

    Sua estreia aconteceu no álbum da North Point InsideOut, nomeado Hear, no qual gravou "Close" e "You Alone" ao vivo na North Point Community Church em Alpharetta, Georgia.

     

    Mais tarde, Daigle foi convidada para cantar em um EP de uma banda local chamada "The Assemblie" e o EP foi brevemente o álbum mais vendido da iTunes Store dos EUA . Após o lançamento do EP, a Centricity Music convidou-a para participar de um workshop e, em 2013, a artista assinou com a gravadora.

     

    Seu primeiro single, "Light of the World" veio do álbum 2013 Christmas: Joy To The World, uma coleção de músicas de vários artistas da Centricity. Servindo como a introdução solo de Daigle para a cena musical cristã, o single recebeu uma base inicial de fãs e muita atenção para a cantora. Em setembro de 2014, lançou o EP How Can It Be.

     

    O álbum de estreia de Daigle, How Can It Be, foi lançado em 14 de abril de 2015, estreando em primeiro lugar na Billboard Christian Albums Chart. O álbum também alcançou o Top 20 na Billboard Top Albums Chart. Nesta época, Daigle foi nomeada uma das artistas mais inovadoras da música cristã, e o primeiro single de seu álbum "How Can It Be" foi nomeado pelo iTunes como uma das principais músicas cristãs de 2014.

     

    Em 1º de junho de 2015, Daigle ganhou seu primeiro prêmio, Worship Song of the Year, por seu single "How Can It Be" no K-Love Awards. O álbum How Can It Be ganhou o prêmio Billboard de 2016 para o Top Christian Album e foi indicado ao Grammy Award 2016 de Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea.

     

    O sucesso geral do álbum resultou no lançamento de How Can It Be: Deluxe Edition em maio de 2016. A versão deluxe apresenta as faixas originais do álbum, junto com duas novas músicas, versões acústicas dos singles "First" e "Come Alive", e versão de performance ao vivo de "How Can It Be".

     

    Em julho de 2018, lançou "You Say"como o primeiro single do segundo álbum de estúdio Look Up Child.  O material serve como uma continuação de seu disco de estreia, How Can It Be (2015). Tornou-se seu terceiro Hot Christian Songs No. 1 e ficou no mainstream Hot 100 na 53.

     

    Look Up Child estreou na 3ª posição na Billboard 200 dos EUA, com 115.000 unidades vendidas, sendo o álbum mais bem escalado de Daigle.

     

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    Toffoli diz que Judiciário está atento para defender a democracia no Brasil

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da República em exercício, Dias Toffoli, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta terça-feira que ninguém irá desafiar a democracia no Brasil e o Poder Judiciário está atento para defendê-la.

    'Eu tenho certeza que todos os candidatos que hoje estão colocados para a disputa do primeiro turno têm clareza de que o respeito às regras do jogo faz parte da possibilidade de uma vitória em um eventual segundo turno', garantiu o presidente da República em exercício.

    'Ninguém vai se arriscar a desafiar a democracia no Brasil. Nós estamos atentos a defender a democracia no Brasil', disse, em coletiva no Palácio do Planalto.

    Recém-empossado no comando do Supremo com o discurso do diálogo e respeito entre os Poderes, Toffoli defendeu que, seja quem for, o vencedor da eleição presidencial terá de conversar com todos --os Poderes da República, sociedade civil organizada, órgãos de controle. 'Não tem outra situação possível', opinou.

    'Seja quem for o presidente da República que vier a ser eleito pelo batismo das urnas, ele saberá ser crismado na pluralidade', apostou.

    Toffoli disse ver com naturalidade a polarização do processo eleitoral, mas defendeu que uma vez realizadas as eleições, o resultado das urnas tem de ser respeitado.

    'Polarizações são visões de mundo em que a maioria decide. E uma vez decidido, o que há a fazer: respeitar a decisão da maioria. Dentro da Constituição, dentro da lei. É isso que nós temos que fazer', declarou.

    'Seja quem for o eleito, nós devemos respeitar a vontade popular.'

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Greve contra ajuste promovido por Macri paralisa Argentina

    Por Nicolás Misculin e Jorge Otaola

    BUENOS AIRES (Reuters) - Uma greve geral de 24 horas em protesto contra o ajuste promovido pelo presidente Mauricio Macri paralisou nesta terça-feira os principais setores da Argentina, como transporte, bancos e exportações de grãos, em meio à grave crise econômica que vem atingindo o país.

    O protesto iniciado pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), a principal central sindical do país sul-americano, busca que o governo promova aumentos salariais que compensem a inflação, que deve ultrapassar 40 por cento em 2018, e também que suspenda as demissões no setor público, entre outros aspectos.

    A CGT, e outros grupos sindicais que aderiram à greve, protestam também contra a política de endividamento do governo, que está negociando um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para ampliar uma linha de crédito de 50 bilhões de dólares acordada em junho, para superar a instabilidade cambial.

    O acordo entre a Argentina e o FMI deve ser fechado nos próximos dias.

    'Não são os dirigentes, é o povo que está dizendo 'basta'', afirmou o líder do poderoso sindicato dos caminhoneiros, Hugo Moyano, em entrevista coletiva.

    Geralmente lotadas por engarrafamentos, as ruas de Buenos Aires registravam tráfego pequeno e, no centro da cidade, as buzinas e os ruídos do motor deram lugar ao silêncio.

    Na região de Rosário, onde está localizado o maior polo agro-exportador da Argentina, os embarques de grãos e derivados foram interrompidos pelo protesto dos trabalhadores.

    'A atividade dos portos (na área de Rosario) é zero, não há carga ou descarga de navios', disse Guillermo Wade, gerente da Câmara de Atividades Portuárias e Marítimas.

    Apesar de realizarem operações, espera-se um dia com pouca atividade nos mercados financeiros já que os bancários também se comprometeram com a greve. A renúncia do presidente do banco central, Luis Caputo, anunciada nesta terça-feira também afetará os mercados.

    Docentes e funcionários públicos se uniram a uma greve iniciada por alguns sindicatos 12 horas antes, na segunda-feira.

    A turbulência financeira, gerada pela desvalorização do peso argentino em 50 por cento de seu valor até agora este ano, alimentou uma inflação já alta e paralisou a atividade econômica, o que levou a um aumento do desemprego e a uma profunda perda do poder de compra da população.

    Nesta terça-feira, a renúncia do titular do banco central voltou a gerar incertezas e a pressionar o peso contra o dólar.

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    Ciro diz que eleição está aberta e escolha entre volta do PT e 'o coisa ruim' não é única opção

    DUQUE DE CAXIAS, Rio de Janeiro (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, acredita que as eleições no Brasil estão abertas e indefinidas apesar das pesquisas de opinião apontarem avanço do presidenciável do PT, Fernando Haddad, e uma consolidação no primeiro lugar de Jair Bolsonaro (PSL), que foi chamado pelo pedetista de 'coisa ruim'.

    Ciro argumentou que os institutos de pesquisa não podem escolher candidatos para os eleitores e lembrou que nos próximos dias haverá debates em três grandes emissoras de TV que podem mexer com as intenções de voto. Além disso, destacou que há ainda um grande número de indecisos, especialmente as mulheres.

    'Acredito muito que o povo brasileiro vai usar esses últimos dias para pensar e que as pesquisas são apenas um momento', disse a jornalistas, ao criticar os dois principais oponentes.

    'Será que o Brasil aguenta projetar a crise de 2014 que não se evadiu até hoje? Será que está obrigado a escolher entre o coisa ruim e a volta do PT?', acrescentou.

    Ciro lembrou os dias que antecederam a eleição de 2014 para colocar em cheque o desempenho nas pesquisas e voltou a levantar suspeitas sobre a idoneidade das sondagens do Ibope, que na segunda-feira mostrou uma vantagem de 11 pontos de Haddad sobre ele.

    'Em 23 de setembro de 2014 o Ibope dizia que Dilma tinha 37, Marina 32 e Aécio 19 e o resultado foi completamente diferente. A população agora não decidiu ainda e temos três debates fundamentais nas três maiores emissoras de TV, tem manifestações marcantes de mulheres. Apostem: a campanha está em aberto', disse.

    'Neste país se compra e se vende até deputado e será que instituto de pesquisa está imune a esse poder avassalador do dinheiro e da corrupção no Brasil?', questionou, ao devolver pergunta dirigida a ele sobre suspeitas levantadas em relação às pesquisas por seguidores do pedetista na internet.

    Pesquisa Ibope divulgada na noite de segunda-feira mostrou Bolsonaro, com 28 por cento das intenções de voto, seguido por Haddad, com 22 por cento, Ciro, com 11 por cento, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 8 por cento.

    O levantamento de 23 de setembro de 2014 mostrava a então presidente Dilma Rousseff com 38 por cento, seguida por Marina Silva, com 29 por cento, e Aécio Neves (PSDB), com 19 por cento. Nos últimos dias, o tucano ultrapassou Marina e foi para o segundo turno contra Dilma.

    PETRÓLEO

    Pelo segundo dia seguido, Ciro fazia campanha no Estado do Rio de Janeiro e nesta terça fez uma tímido e rápido corpo a corpo em Duque de Caxias, violento município da Baixada Fluminense, onde fica uma das principais refinarias da Petrobras, a Reduc (Refinaria de Duque de Caxias).

    O candidato reiterou que no setor de petróleo vai expropriar áreas que foram concedidas no governo Temer mediante a indenização dos compradores.

    O pedetista declarou que vai restaurar a Lei de Partilha, criada no governo do PT, mas que sofreu mudanças na gestão Temer. Uma das principais alterações foi pôr fim à obrigatoriedade de que a Petrobras tenha ao menos 30 por cento das áreas no pré-sal.

    Essa semana, o governo vai realizar no Rio mais uma rodada no regime de partilha de produção quando serão ofertadas quatro áreas no pré-sal, considerado a fronteira mais atrativa do mundo na atualidade. Empresas estrangeiras de grande porte e a Petrobras estão habilitadas para participar do leilão organizado pela ANP.

    No governo Temer, além da alteração no regime de partilha vários leilões foram feitos tanto do regime de partilha de produção quanto no modelo de concessão. Para especialistas essa foi uma das poucas áreas do governo que avançou desde que o presidente Michel Temer assumiu em função do impeachment de Dilma Rousseff.

    Ciro disse que não faz sentido manter as mudanças promovidas por Temer e levantou suspeitas sobre o atual governo.

    'Não faz sentido liquidar hoje uma riqueza que pertence a nossos filhos e netos e muito menos entregar para multinacionais, inclusive pitorescamente, para não dizer canalhamente, para uma estatal da Noruega', afirmou ele. 'Evidentemente que os canalhas que nos governam estão levando algum por trás para levar a riqueza do povo brasileiro aos estrangeiros.'

    Procurado pela Reuters, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que Ciro parece ser um 'expert' no ato de roubar.

    'O senhor Ciro Gomes fala com tanta naturalidade de roubar que estou convencido de que se trata de um expert no assunto. Por sinal, matéria jornalística recente que esclareceu como e em troca de que eram concedidos incentivos fiscais no Ceará foram bem elucidativos sobre isto', disse Marun.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier, em Duque de Caixas; reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Eletrosul diz que recorrerá após Aneel sugerir revogação de projeto de transmissão

    (Reuters) - A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras, disse em nota que vai recorrer após a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendar ao governo a revogação da concessão de um projeto de transmissão atribuído à companhia, em meio ao fracasso de negociações da estatal para transferir o controle do empreendimento à chinesa Shanghai Electric.

    A estatal havia vencido uma licitação pelo projeto em 2014, mas começou a buscar parceiros ainda em 2016 devido à falta de recursos para tocar as obras, que envolveriam a construção de linhas de transmissão e subestações no Rio Grande do Sul orçadas em 4,1 bilhões de reais.

    A Aneel chegou a dar aval às negociações entre Eletrosul e Shanghai no ano passado, mas depois de pedidos de mais tempo pelas empresas estabeleceu um prazo limite para a assinatura de um contrato definitivo vencido na última sexta-feira, quando os chineses oficializaram a desistência do negócio.

    O regulador também determinou nesta terça-feira a abertura de um processo administrativo para executar garantias aportadas pela Eletrosul referentes ao projeto, conhecido como 'Lote A'.

    'A Eletrosul esclarece que, em razão da importância estratégica do Lote A, a empresa ainda está estudando alternativas para a viabilização dos empreendimentos no Rio Grande do Sul. Adicionalmente, informa que apresentará recurso ao processo administrativo da Aneel', disse a Eletrosul em nota após questionamentos da Reuters.

    A estatal não quis comentar os motivos que levaram a Shanghai a desistir da parceria e nem os motivos dos consecutivos atrasos nas tratativas com a empresa.

    A recomendação da Aneel para que a concessão da Eletrosul seja revogada foi enviada ao Ministério de Minas e Energia. A intenção da agência é incluir o empreendimento em um próximo leilão de novos projetos de transmissão previsto para 20 de dezembro.

    'Hoje, a Aneel está recomendando isso ao ministério mediante uma argumentação sólida e mediante também todo um processo, eu diria, de negociação e tolerância da agência. Se teve um caso em que a agência teve boa vontade, foi nesse caso, tudo que estava no nosso alcance para salvar o projeto, a gente exerceu', disse o diretor-geral da agência, André Pepitone.

    Ele destacou que a prioridade do regulador agora é apressar o processo de busca por novos interessados em viabilizar a construção dos empreendimentos, vistos como importantes para escoar a produção de usinas eólicas no Sul e para o atendimento à demanda na região metropolitana de Porto Alegre.

    Não foi possível contato com representantes da Shanghai Electric para comentar.

    (Por Luciano Costa, em São Paulo)

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    Trump chama Irã de 'ditadura corrupta' em discurso duro na ONU

    Por Steve Holland e Jeff Mason

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Irã nesta terça-feira, descrevendo o país como uma 'ditadura corrupta' que está roubando da população para pagar por agressões no exterior, usando seu discurso na Assembleia-Geral da ONU para enviar uma mensagem dura a Teerã.

    'Os líderes do Irã semeiam o caos, a morte e a destruição', disse Trump durante o encontro anual. 'Eles não respeitam os vizinhos, fronteiras ou os direitos de soberania das nações'.

    Trump fez uma comparação entre o relacionamento dos EUA e Irã com o que descreveu como laços melhores com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, a quem elogiou por interromper testes nucleares e de mísseis e por devolver restos mortais de militares norte-americanos da Guerra da Coreia.

    O presidente norte-americano usou seu discurso para pedir reformas no comércio internacional e insistiu que seu principal objetivo como presidente é proteger a soberania norte-americana. Ele pediu que a Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) pare de aumentar os preços do petróleo, e criticou as práticas comerciais da China.

    Trump provocou alguns murmúrios da plateia de líderes mundiais e diplomatas presentes quando declarou que tinha realizado mais como presidente do que quase qualquer outra administração na história.

    'Eu não esperava essa reação, mas tudo bem', disse ele.

    Mas a principal mensagem de Trump foi destinada ao Irã e tentar criar uma tensão entre Teerã e seu povo, dias depois de um ataque no sudoeste iraniano durante um desfile militar que matou 25 pessoas e desestabilizou o país.

    Em declarações a repórteres antes de seu discurso, Trump disse que não irá se encontrar com os iranianos até que 'mudem de tom'.

    Trump e o líder iraniano, Hassan Rouhani, estavam participando do evento anual da ONU.

    'O Irã agiu muito mal', disse Trump. 'Estamos ansiosos para

    ter um ótimo relacionamento com o Irã, mas isso não vai acontecer agora.'

    Inimigos por décadas, Washington e Teerã entraram

    cada vez mais em desacordo desde maio, quando a administração Trump retirou os EUA do acordo nuclear internacional de 2015 com

    o Irã e potências mundiais anunciou sanções contra o país.

    O acordo, negociado pelo ex-presidente norte-americano, Barack Obama, retirou a maioria das sanções internacionais contra Teerã em troca do Irã restringir seu programa nuclear.

    Trump também usou seu discurso para pedir reformas do comércio internacional e cobriu seus comentários com promessas de proteger a soberania norte-americana e rejeitar o globalismo.

    'A América é governada por americanos. Nós rejeitamos a ideologia do globalismo e abraçamos a doutrina do patriotismo', disse ele.

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