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    Morrissey é o Artista da Semana

    Seu primeiro disco solo, Viva Hate foi lançado em março de 1988, seis meses após a separação dos Smiths. Seu parceiro musical neste disco foi o produtor de sua ex-banda, Stephen Street, e teve a participação do guitarrista Vini Reilly, do Durutti Column. As músicas "Suedehead" e "Everyday is like Sunday" (seus dois primeiros singles na carreira solo) fizeram bastante sucesso.


    Depois de alguns singles como "The Last of the Famous International Playboy", "Interesting Drug", "November Spawned a monster", Morrissey lançou sua primeira coletânea de singles e b sides, Bona Drag, em 1990.

    Em 1991, com um novo parceiro, Mark E. Nevin, do Fairground Attraction, Morrissey lança Kill Uncle. E então, inicia uma parceria duradoura com os guitarristas Alain Whyte e Boz Boorer, e lançaria seus melhores trabalhos: Your Arsenal (1992), produzido pelo ex-guitarrista de David Bowie, Mick Ronson, e Vauxhall and I em 1994. Ele gravou em 1994 um single não-álbum "Interlude" com uma de suas cantoras favoritas Siouxsie Sioux de Siouxsie And The Banshees. "Interlude" foi publicado sob o banner Morrissey & Siouxsie. Em 1995 lança Southpaw Grammar e em 1997 Maladjusted.


    Em 2004 assina com a gravadora Sanctuary Records e lança You Are the Quarry, produzido por Jerry Finn, com grande sucesso de crítica e público. Em 2006 lança Ringleader of the Tormentors, produzido por Tony Visconti, e inicia novas parcerias com o guitarrista Jesse Tobias.


    Em 16 de Dezembro de 2006, no concurso televisivo inglês Britain's Greatest Living Icon, "O Maior Ícone Britânico Vivo" (numa escolha realizada por meio de votos do público em geral). Morrissey classificou-se em segundo lugar apenas atrás de Sir David Attenborough, ficando à frente de nomes importantes, como Paul McCartney, entre outros.


    Em 2009, Morrissey lança mais um disco de músicas originais, Years of Refusal. Os concertos de Morrissey ficaram célebres devido ao número incrível de pessoas que constantemente invadiam o palco para poderem tocar no seu herói. Várias vezes os seus shows tiveram que ser interrompidos por causa da quantidade de invasores presentes no palco que tentavam agarrar o cantor.


    Em 17 de outubro de 2013, a autobiografia de Morrissey, intitulada “Autobiografia”, foi publicada. O lançamento do livro causou polêmica, porque foi publicado pela editora Penguin Classics, que até então só publicava clássicos da literatura de autores consagrados. O livro entrou na lista dos mais vendidos do Reino Unido em número um, com cerca de 35.000 cópias apenas na primeira semana.

    Em 10 de novembro de 2017, Los Angeles declarou a data como Morrissey Day, reconhecendo a importância do cantor que há muitos anos vive na cidade. Morrissey também inaugurou uma loja pop-up em 8250 Melrose Ave em Los Angeles para celebrar o novo álbum Low in High School entre os dias 17 e 19 de novembro deste mesmo ano. A loja contou com diversos itens como roupas, discos, canecas e com as versões coloridas do novo álbum.

    Apesar de uma carreira solo de altos e baixos, Morrissey continua sendo um ícone no mundo da música pop. Infelizmente para os fãs dos Smiths, ele descartou a possibilidade de uma reunião.

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    Sessão do Congresso é suspensa e será retomada na quarta-feira

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), suspendeu a sessão conjunta da Câmara e do Senado nesta terça-feira e pretende retomá-la às 13h da quarta-feira.

    A ordem do dia chegou a ser iniciada, mas diante do quórum baixo, Eunício optou por transferir a votação de vetos e projetos para a quarta-feira. O Orçamento de 2019 só pode ser votado após o Congresso esgotar a pauta, ainda pendente com 11 vetos e 6 projetos de créditos.

    Boa parte dos parlamentares ainda está envolvida com as diplomações dos eleitos nos Estados junto à Justiça Eleitoral, cujo prazo se encerra apenas na quarta-feira.

    Mas duas fontes que acompanham a definição de votação acreditam que a peça orçamentária possa ser votada na quarta-feira. Ainda que tenha registrado quórum baixo, a sessão desta terça-feira contou com um número de parlamentares suficientes para iniciar a ordem do dia, mas não para dar uma margem de segurança para deliberações.

    Elaborado pelo Executivo, o Orçamento traz um planejamento de como e onde deve ser gasto o dinheiro público federal, tendo como base o total arrecadado por impostos, e precisa do aval do Congresso para virar lei.

    Na última quinta-feira a Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso aprovou a peça orçamentária, que agora necessita passar por uma votação em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

    O parecer aprovado prevê um valor total de despesa de 3,382 trilhões de reais, sendo que 758,7 bilhões de reais são relativos ao financiamento da dívida pública.

    O Orçamento prevê ainda que o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode crescer 2,5 por cento em 2019, com uma inflação medida pelo IPCA de 4,25 por cento. Para o fim do ano que vem, o relatório considera a taxa básica de juros Selic em 8 por cento e o dólar a 3,66 reais.

    O parecer também observa a meta de déficit primário de 139 bilhões de reais para o orçamento fiscal e da seguridade social, definida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019.

    Caso o Orçamento não seja aprovado e sancionado até o fim o ano, os três Poderes da República terão de aplicar, até que a lei orçamentária seja aprovada, a chamada regra dos “duodécimos”. Segundo esse regime, órgãos públicos só podem executar determinados gastos a cada mês até o limite de 1/12 do que estava previsto.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Bolsonaro diz que fará tudo que puder dentro da legalidade e democracia contra Cuba e Venezuela

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira que fará tudo que puder dentro da legalidade e da democracia contra Cuba e Venezuela, cujos regimes de esquerda ele critica.

    Em transmissão ao vivo em uma rede social, Bolsonaro afirmou que não convidar os líderes dos dois países, a quem chamou de ditadores, é um exemplo do que pode fazer para apoiar os povos de Cuba e da Venezuela.

    'Nós não convidamos o ditador cubano nem o ditador venezuelano, afinal de contas é uma festa da democracia, e lá não existem eleições e, quando existem, são suspeitas de fraude, então para nós não interessa', disse o presidente eleito.

    'Tudo o que pudermos fazer, dentro da legalidade, dentro da democracia, contra esses países, nós faremos', acrescentou.

    O futuro governo chegou a convidar os líderes dos dois países, mas depois desconvidou, numa disputa interna que levou ao afastamento do chefe de cerimonial da transição.

    Na transmissão, Bolsonaro voltou a dizer que não é contra imigrantes, mas que é preciso haver critérios para que eles entrem no país. E citou a situação na França como exemplo, afirmando que os imigrantes tentam 'fazer valer a sua cultura' no novo país, o que é um problema.

    'Os que foram para lá, o povo francês acolheu da melhor maneira possível, mas vocês sabem da história dessa gente né? Eles têm algo dentro de si que não abandonam suas raízes e querem fazer valer a sua cultura, os seus direitos lá de trás, e a França está sofrendo com isso.'

    (Por Alexandre Caverni)

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    Lava Jato e Petrobras pedem ressarcimento de R$3 bi de MDB, PSB, Queiroz Galvão, Vital Engenharia e políticos

    BRASÍLIA (Reuters) - A Força Tarefa da Lava Jato e a Petrobras entraram nesta terça-feira com uma ação civil pública por improbidade administrativa pedindo o ressarcimento de 3 bilhões de reais contra o PSB e o MDB, além das empresas Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental.

    A ação atinge ainda os senadores Valdir Raupp (MDB-RO) e Fernando Bezerra (PSB-PE), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) e os espólios do ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) e do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) —ambos mortos em 2014—, além de pessoas ligadas aos políticos, executivos das empresas e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

    De acordo com o MP do Paraná, a 1ª Vara Federal de Curitiba deferiu o pedido liminar e determinou já o bloqueio de um precatório de 210 milhões de reais que a construtora Queiroz Galvão estava prestes a receber do Estado de Alagoas.

    Na ação, o MP descreve o funcionamento de dois esquemas de desvios de verbas da Petrobras, um em contratos da diretoria de Abastecimento, especialmente os firmados com a Queiroz Galvão, individualmente ou por intermédio de consórcios, e outro referente ao pagamento de propina no âmbito da CPI da Petrobras em 2009.

    Segundo o MP, um cartel de empreiteiras fraudava as licitações na Petrobras em grandes obras, inflando indevidamente os lucros obtidos.

    “As propinas eram entregues pelos operadores para os executivos da estatal, assim como para os políticos e partidos responsáveis pelo apadrinhamento dos funcionários públicos”, afirmou o Ministério Público Federal em nota.

    Os parlamentares envolvidos teriam sido beneficiados pelo recebimento de propinas e recursos de caixa 2 depois de acordos de seus partidos para apadrinhar nomes para a estatal.

    O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) afirmou em nota que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o prosseguimento de investigações contra ele, por considerar que as afirmações dos delatores não constituem elemento de prova.

    “Como reforça a defesa de Fernando Bezerra --representada pelo advogado André Callegari-- ‘não há suporte mínimo de autoria e materialidade contra o senador e a consequência natural era a rejeição das denúncias pela Suprema Corte do país’”, diz a nota da assessoria de Bezerra.

    Em nota, Raupp afirmou que a doação de 500 mil reais alvo da ação civil pública ajuizada pelo MPF foi feita ao diretório estadual do MDB de Rondônia e não a sua campanha eleitoral, em 2010. O senador ressaltou ainda que 'as doações recebidas foram oficiais, legais, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, conforme determinava à legislação em vigor, a época'.

    Já o MDB afirmou que 'responsabilizar instituições com base em depoimentos enviesados é um risco enorme para nossa estabilidade, ainda mais com uma peça que mais parece um panfleto político eleitoral'. O partido ressalta, em nota, que todos os recursos recebidos como doação 'foram contabilizados e todas as nossas contas foram aprovadas'.

    O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, divulgou comunicado afirmando que o partido recebeu a notícia com surpresa.

    'Afirmamos que as campanhas do PSB sempre foram financiadas de acordo com as normas legais', diz Siqueira.

    Na nota, o presidente do PSB fala que sobre a menção a Campos 'temos confiança plena de que nada haverá de ser comprovado que macule o nome e a honra de um homem público com tantos e tão relevantes serviços prestados a Pernambuco e ao Brasil'.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu; reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)

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    Redução de contribuição para Sistema S é parte de política para desonerar folha, diz Marcos Cintra

    BRASÍLIA (Reuters) - A redução na contribuição das empresas para o Sistema S seria parte de uma política de desoneração geral da folha de pagamentos visando a criação de empregos, disse nesta terça-feira o economista Marcos Cintra, que comandará, no futuro governo, a Secretaria Especial da Receita Federal.

    'O custo da folha de salários hoje é onerado em 20 por cento, contribuição patronal ao INSS, mais 6,5 por cento, aproximadamente, do Sistema S. E é esse estudo que está sendo objeto de uma avaliação muito precisa, porque o principal objetivo é gerar emprego. Fazer com que a folha de salários seja menos onerada', defendeu Cintra a jornalistas.

    Na segunda-feira, em uma palestra na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu um corte de até 50 por cento nos valores repassados ao Sistema S.

    'Como você pode falar em cortar isso e aquilo e não cortar o Sistema S? Tem que meter a faca no Sistema S também. Vocês estão achando que a CUT perde o sindicato e aqui fica tudo igual… Acho que tem que cortar pouco para não doer muito', disse o ministro, causando espanto na platéia.

    Cintra explicou que a mudança defendida pelo ministro estaria dentro de mudanças tributárias para baratear o custo da folha de pagamentos e incluiria não apenas os repasses ao sistema, mas também os 20 por cento da contribuição patronal ao INSS --que financia a Previdência, quem em 2017 teve um déficit de 182 bilhões de reais.

    Cintra admitiu que o governo não pode perder arrecadação, então os recursos teriam que ser substituídos.

    'O que nós estamos fazendo é uma substituição de fontes. Não podemos perder a arrecadação, evidentemente, mas vamos criar uma fonte adicional', afirmou.

    Cintra defendeu ainda que as atividades do Sistema S podem ser feitas diretamente pelas empresas ou por outras entidades e que se as empresas acreditam que o sistema presta um bom serviço poderiam pagar diretamente, sem a intermediação do governo, a um custo menor.

    'O Sistema S é um sistema que hoje absorve cerca de 20 bilhões de reais anualmente. Esses recursos são recolhidos das próprias empresas, repassados ao sistema, que tem uma administração própria, logicamente, acompanhada pelo governo, mas que acaba gerando quase que uma duplicação em termos de atividades', afirmou.

    Cintra negou ainda que exista a intenção de tirar esses recursos do Sistema S e usá-los para outras atividades. Segundo ele, é permitir que o setor privado use os recursos voluntariamente, sem a intermediação do governo.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Força do MDB na Aneel incomoda equipe de Bolsonaro, que avalia mudanças, dizem fontes

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - A equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro tem manifestado insatisfação com o que vê como uma forte influência do MDB sobre a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), após o presidente Michel Temer ter promovido em seu mandato uma troca praticamente completa na diretoria do órgão regulador, disseram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto.

    O sentimento, que é mais forte entre membros do círculo militar do próximo governo, tem levado à avaliação de medidas para reduzir o poder decisório da agência ou a influência do partido na Aneel, segundo essas pessoas, que falaram sob a condição de anonimato.

    O atual diretor-geral da Aneel, André Pepitone, é o único nome que não foi substituído por Temer, mas sim promovido do cargo de diretor para o comando do órgão, movimento em que foi apadrinhado pelo ex-presidente José Sarney e pelo ex-senador Edison Lobão, nomes fortes do MDB e com longa influência no setor elétrico, inclusive em algumas das recentes nomeações para a agência.

    Pepitone chegou a visitar Bolsonaro no final de outubro, antes do segundo turno das eleições presidenciais, quando foi acompanhado de consultores e executivos do setores de eletricidade, petróleo e gás. Na ocasião, o grupo apresentou uma série de propostas ao então candidato do PSL.

    O movimento, no entanto, não ajudou em nada a reduzir as resistências da equipe de Bolsonaro ao diretor-geral da Aneel.

    'O efeito prático disso foi exatamente o contrário do que eles queriam', afirmou uma das fontes. 'No momento, há uma certa repulsa, de não querer qualquer aliança com o que é vinculado às antigas práticas.'

    De acordo com essa fonte, uma ideia em discussão no grupo de Bolsonaro seria 'dar uma enquadrada' na Aneel, com medidas 'de governança' que reduzam o poder decisório da agência ou sua capacidade de tomar medidas num sentido contrário ao desejado.

    Uma segunda fonte, no entanto, disse que ideias mais radicais também foram discutidas na equipe do próximo governo.

    'Há um descontentamento em relação à agência, um desconforto... um caminho seria tentar, por exemplo, juntar a Aneel e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e fazer uma 'agência de energia'. Ao fazer isso você poderia colocar uma outra estrutura e um outro diretor-geral', afirmou.

    'Um jeito de você trocar diretorias seria se você extinguisse a agência e criasse uma nova. Houve esse debate... seria um jeito de dar uma 'limpada' nas indicações políticas', apontou uma terceira fonte.

    Essa intervenção mais direta, no entanto, tem gerado receio em parte da equipe e não é mais vista como um caminho preferencial a ser seguido, afirmou a primeira fonte.

    'Houve essa discussão, mas como ficou parecendo que poderia ser uma virada de mesa, estava descartado. Houve isso, foi aventado, mas foi fortemente criticado internamente', explicou.

    Procurada, a Aneel respondeu por meio da assessoria de imprensa que 'não comenta a transição de governo'.

    Representantes da equipe de Bolsonaro não responderam a pedidos de comentário.

    A Aneel foi criada em 1996, no governo Fernando Henrique Cardoso, sob a visão de atuar como uma agência independente, sem caráter político, de forma a garantir alguma estabilidade a um setor em que os investimentos são feitos com visão de longo prazo.

    Os diretores são indicados pela Presidência e sabatinados pelo Senado, mas têm mandatos de quatro anos, período em que não podem ser destituídos.

    O atual diretor-geral, Pepitone, é servidor de carreira da agência desde 2000 e foi nomeado diretor em 2010. Os demais membros da atual diretoria tomaram posse ao longo deste ano.

    MUDANÇAS NA EQUIPE

    O grupo formado por Bolsonaro para discutir as políticas de sua futura gestão para o setor de energia passou por algumas mudanças recentes.

    Juntou-se ao time o presidente e conselheiro da estatal Eletronuclear, braço de energia nuclear da Eletrobras, Leonam Guimarães, conforme publicação no Diário Oficial da União na semana passada.

    Guimarães, que serviu a Marinha por 30 anos e é Capitão-de-Mar-e-Guerra da reserva, é amigo pessoal do ministro de Minas e Energia escolhido por Bolsonaro, o almirante Bento Albuquerque, segundo uma fonte familiar com o assunto.

    Já o acadêmico Luciano de Castro, professor da Universidade de Iowa, um dos primeiros a aderir à equipe de Bolsonaro para o setor de energia, teria perdido força dentro das decisões do time, de acordo com outra fonte.

    (Por Luciano Costa)

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    Confira algumas tendências ‘fitness’ para 2019

    De acordo com publicação do jornal colombiano ‘El Tiempo’, há alguns tipos de atividades físicas que estarão mais em voga no ano que vem, inclusive, existe também, certas tecnologias que deverão se difundir em 2019.

    As informações foram publicadas originalmente por uma importante associação dos Estados Unidos. Aliás, já faz 13 anos, que o Colégio Americano de Medicina do Esporte realiza uma lista anual para determinar o que estará em alta em relação aos treinamentos físicos. São mais de 4 mil especialistas no tema reunidos. Confira:

    Tecnologia

    No próximo ano que se aproxima, os relógios, óculos inteligentes, os dispositivos de rastreamento como GPS e as roupa com sensores devem vir com mais força. Afinal os recursos são complementos ideais para as atividades físicas. Eles podem medir o ritmo cardíaco, as calorias perdidas e o desempenho geral dos exercícios, por exemplo.

     

    Treinamento grupal

    As aulas em grupo, com mais de cinco pessoas e dirigidas por um treinador, como as sessões de ‘spinning’, são ótimas para aumentar o rendimento nos exercícios e fornecer mais dinamismo a rotina. Os praticantes podem encontrar motivação nos outros colegas, que possuem objetivos semelhantes.


    Treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT)

    Esse treino, que pode durar entre 35 a 60 minutos, consiste na realização de várias séries de exercícios intensos ao longo de um tempo determinado, isso deve ser alternado com períodos de descanso. A prática se popularizou em todo o mundo, pois pode se adaptar as necessidades de cada um. Ela ainda aumenta a resistência e a força.

     

    Treinamento com peso corporal

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    ENTREVISTA-Todos vão ter que ceder na reforma da Previdência, inclusive militares, diz general Santos Cruz

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Todas as categorias vão ter que ceder na reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro, o que inclui os militares, e quem afirma isso não é um membro da equipe econômica, mas um dos generais da reserva que compõem o primeiro escalão, o futuro ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, um dos nomes mais próximos hoje do presidente eleito.

    'Têm categorias que precisam ceder alguma coisa, caso do Judiciário, do Ministério Público, de todo o funcionalismo público. E aí entram os militares no meio. A idade de aposentadoria por exemplo tem que ser mexida', defendeu Santos Cruz em uma entrevista à Reuters no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília, onde se reúne a equipe de transição.

    'Acho que vão ter que mexer na idade de aposentadoria. Eu estou com 66 anos e estou trabalhando normalmente. Acho que o pessoal se aposenta muito cedo em algumas carreiras. E não é só na área militar, têm várias carreiras que o pessoal se aposenta com 40 e poucos, 50 anos. Isso é inadmissível no mundo de hoje.'

    Durante a campanha, Bolsonaro negava que os militares pudessem ser atingidos por uma reforma. No entanto, a realidade de que a categoria é responsável por quase metade do déficit da Previdência pública levou a equipe econômica a tentar convencer o presidente eleito que terá de haver mudanças de alguma forma.

    Recentemente, o presidente eleito admitiu, em uma entrevista, que poderá haver uma idade mínima, mas não a mesma dos demais trabalhadores, que deverá ser de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

    Amigo de Bolsonaro há mais de 40 anos, Santos Cruz foi chamado para ficar mais próximo do presidente eleito para poder aconselhá-lo. Ao falar da reforma da Previdência, o futuro ministro deixa claro que não restringe suas opiniões a áreas que vai cuidar diretamente.

    'Acredito que todas as categorias vão ter que pensar um pouquinho. Tem gente aí em carreira que, se você fizer besteira, cometer um crime, você é afastado com salário integral para o resto da vida', afirmou Santos Cruz, na entrevista na última sexta-feira, referindo-se a casos no Judiciário.

    'Onde for mexer tem modificações para fazer que ajudam o processo, em alguns pode ser o valor da aposentadoria, outros pode ser na idade e tempo.'

    Para ele, o governo também precisa rever a política de reajustes dos servidores, como no caso o Judiciário, ainda que não o faça de maneira explícita.

    'Quando se impõe sacrifícios, tem que ser imposto ao pessoal de cima. Sacrifício maior tem que ser na parte de cima, não na parte de baixo. Os aumentos, as correções salariais, têm que começar por baixo. Quem está em cima não precisa de nada, quem ganha 954 reais precisa', defendeu.

    'Se você der um aumento hoje de 20 por cento para quem ganha 30 mil, são 6 mil. Para quem ganha 1 mil, são 200 reais. Então os aumentos não podem ser iguais, quem está no teto ganha zero, amigo.'

    Recentemente, em um acordo com o Judiciário, o presidente Michel Temer sancionou um reajuste de 16,38 por cento para ministros do Supremo Tribunal Federal, com efeito cascata, em troca de o STF derrubar a liminar que garantia, há mais de três anos, o pagamento de auxílio-moradia a juízes, mesmo os que possuíssem imóvel próprio na cidade em que trabalhavam.

    O futuro ministro defende ainda que o esforço envolvendo a reforma atinja também os devedores das Previdência e que se reveja isenções.

    Santos Cruz teve sua indicação para a Secretaria de Governo recebida com surpresa devido ao papel eminentemente político que a secretaria realiza atualmente.

    No desenho do novo Executivo, no entanto, não deve precisar lidar diretamente com os parlamentares, mas viu seu ministério ganhar poder: vai cuidar do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) e da Comunicação do Governo, duas áreas-chave da Presidência.

    'Vou atender por exemplos prefeitos e governadores. É articulação institucional, vou atender assuntos de governança. Isso (a relação com parlamentares) voltou para a Casa Civil. A gente fica com toda essa relação com instituições, ONG, organismos internacionais, e também com coordenação de algumas coisas externas, como o PPI. E Secom, que vai toda.'

    O general vai tomar conta, entre outros pontos, dos contratos de publicidade do governo --os quais Bolsonaro já avisou que quer fazer uma 'devassa'-- e dos projetos de concessão, dentro do PPI.

    CORRUPÇÃO E CRIME ORGANIZADO

    Santos Cruz é um fervoroso defensor do combate duro à corrupção e ao crime organizado, e inclui políticos envolvidos em casos de desvio de dinheiro público também na segunda categoria.

    'Ninguém discute a ligação da corrupção com o crime organizado. Com a insegurança que a gente vive. Você acha que um governador, um Tribunal de Contas, uma parcela de Assembleia Legislativa envolvida com corrupção, que ela está engajada realmente em combater o crime? Ela é o crime organizado', afirmou.

    'Você tem o crime organizado armado e o crime organizado desarmado, que é exatamente os esquemas de corrupção. Quando se fala em crime organizado se pensa no cara armado na entrada na favela. Aquele lá tem que ser confrontado, ele tem que encolher, entregar a arma. E o outro aqui tem que ser punido exemplarmente, não tem conversa, é o pior dos crimes, tira o dinheiro da saúde, da escola.'

    Ao ser perguntado sobre o caso envolvendo um assessor do filho do presidente eleito, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que teria movimentado 1,2 milhão de reais e repassado um cheque de 24 mil reais para a conta da mulher do presidente eleito, Michelle, o general minimizou, mas ressaltou que o caso requer explicação.

    'Precisa explicar. Quem tem que explicar especialmente são os interessados, seja lá quem for, quem recebeu e pagou. Você pode emprestar para um amigo, isso acontece muito, depois o amigo te paga. Mas a pessoa pública tem que explicar', disse. 'Não quer dizer que nesse valor seja caso de corrupção. Quando a gente fala de corrupção se fala de valores fantástico. Esse nível aí está mais no nível da explicação.'

    Santos Cruz acredita que as redes sociais trouxeram uma democratização da informação e permitiram que as pessoas se informem mais sobre o que está acontecendo no país, e também cobrem mais.

    'Foi uma democratização da informação. Agora temos que democratizar a condição de vida. Tem que conscientizar quem está no topo', disse.

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    Leniência da Andrade Gutierrez com governo federal eleva valor de multas em R$490 milhões

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - A Andrade Gutierrez assinou nesta terça-feira acordo de leniência que eleva em 490 milhões de reais o montante a ser pago pelo grupo em multas e ressarcimentos decorrentes das investigações da operação Lava Jato, informaram nesta terça-feira a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU).

    A empresa já havia acertado em 2016 um acordo com o Ministério Público Federal para pagamento de 1 bilhão de reais a ser dividido entre entes do governo federal, estaduais e municipais. O valor ampliado será destinado a pagamentos à esfera federal, principalmente à Petrobras, informou a AGU.

    Após o acordo desta terça-feira, o montante total a ser pago pela Andrade Gutierrez será de 1,49 bilhão de reais, a ser desembolsado em parcelas corrigidas pela Selic ao longo de 16 anos. A cifra poderá chegar a 3,6 bilhões ao final do período, considerando a correção pela inflação.

    O valor de 1,49 bilhão de reais envolve pagamento de dano, enriquecimento ilícito e multas no âmbito de 54 contratos fraudulentos. Desse total, 875 milhões são relativos a lucro obtido pela empresa com os esquemas ilegais. Outros 328 milhões correspondem a restituições a título de propina e 286 milhões são multa administrativa.

    A Andrade Gutierrez afirmou em comunicado à imprensa que quer 'esclarecer e reparar fatos ocorridos no passado, incluindo o ressarcimento de danos' e que 'segue colaborando de maneira intensa com a Justiça'.

    'A empresa incorporou as melhores iniciativas de 'compliance' em suas operações para garantir a ética, lisura e a transparência em suas relações empresariais, seja com clientes ou fornecedores, e afirma que tudo aquilo que não seguir rígidos padrões éticos será imediatamente rechaçado pela companhia', afirmou a Andrade Gutierrez no comunicado.

    Em troca do acordo assinado nesta terça-feira, a Andrade Gutierrez Engenharia terá extintas ações de improbidade administrativa e processos administrativos de responsabilização impetrados pela AGU e pela CGU contra a empresa. No entanto, o acerto preserva o direito do Tribunal de Contas da União (TCU) de cobrar eventuais prejuízos apurados no futuro e não levados em conta no atual acordo.

    O documento prevê ainda que, no caso da empresa não pagar o as parcelas ou descumprir algum ponto, perderá todos os benefícios e terá a execução antecipada da dívida.

    Este é o sexto acordo de leniência assinado pelos órgãos federais contra empresas pegas na operação Lava Jato, em um total de 6,06 bilhões de reais a serem ressarcidos aos cofres públicos. O maior acordo foi assinado pela Odebrecht, de 2,72 bilhões de reais. O da Andrade Gutierrez é o segundo e o da empresa holandesa SBM Offshore, de 1,22 bilhão, o terceiro.

    Também fizerem acordos, com valores inferiores a 1 bilhão de reais, as empresas MullenLowe e FCB Brasil, Bilfinger e UTC Engenharia.

    MAIS INVESTIGAÇÕES

    Segundo a ministra da AGU, Grace Mendonça, a Advocacia Geral da União ainda tem 19 comissões negociando acordos de leniência com outras empresas no âmbito da Lava Jato, cujos processos estão sob sigilo.

    O acordo com a Andrade Gutierrez deve abrir mais uma leva de investigações, disse Grace, uma vez que a companhia trouxe 'ilícitos' cometidos por 250 pessoas físicas e 100 pessoas jurícias.

    'Vamos ter que investigar e abrir processos contra essas 250 pessoas físicas e 100 jurídicas', disse Grace, a jornalistas.

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    Soja do PR e MS registra perdas por tempo seco; MT tem primeiras colheitas

    Por Roberto Samora

    SÃO PAULO (Reuters) - A safra de soja no Paraná e em Mato Grosso do Sul, dois Estados que figuram entre os cinco maiores produtores da oleaginosa do Brasil, já registra perdas em algumas regiões que estão há vários dias sem chuvas, o que deve impactar a produção total do Brasil, de acordo com especialistas.

    Enquanto isso, as primeiras colheitas em Mato Grosso, em áreas irrigadas e plantadas precocemente, estão começando. O Estado, maior produtor brasileiro de soja, também registra falta de chuva ao sul, mas ali os problemas são menores do que em Mato Grosso do Sul e Paraná.

    O intenso calor e chuvas em volumes aquém do ideal até o Natal deverão agravar a situação no Paraná e em Mato Grosso do Sul, antes de mais precipitações esperadas até o final do mês, que poderiam limitar um prejuízo maior.

    'É difícil ainda saber o tamanho das perdas, está muito quente. A estiagem está tendo efeito nessas lavouras precoces (plantadas primeiro), essas lavouras estavam em enchimento de vagens e foram atingidas...', disse o analista da AgRural Fernando Muraro, ponderando que, neste momento, é 'impossível quantificar' a quebra.

    O Paraná, segundo produtor nacional de soja, e Mato Grosso do Sul, o quinto, poderiam sofrer perdas de até 20 por cento, se as chuvas não voltarem em bons volumes, destacou o analista da Safras & Mercado Luiz Fernando Roque.

    'Tem de estar de olho. Se não retornarem em volumes importantes, a perda pode chegar a até 20 por cento dos volumes desses Estados. Se a chuva voltar, (a perda) pode ser bem menor...', acrescentou Roque.

    Ele apontou que as chuvas no Paraná estão voltando, mas os maiores volumes estão previstos somente para a semana do Natal.

    'É um fato para a gente ficar atento, isso pode mudar a cara desse panorama ótimo da safra brasileira', destacou.

    De acordo com dados meteorológicos do Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon, as chuvas serão praticamente diárias no Paraná e Mato Grosso do Sul até o final do ano, mas os maiores volumes só virão a partir do final desta semana.

    O agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos, observou que as precipitações ocorridas nos últimos cinco dias nas principais regiões agrícolas do Brasil foram muito irregulares e de baixa intensidade.

    Ele também chamou a atenção para algumas lavouras do Paraná e no Mato Grosso do Sul 'que já estão há mais de 20 dias sem registros de chuvas'.

    'E essa forte estiagem, associada a altíssimas temperaturas, tem ocasionado reduções significativas nos potenciais produtivos de diversas lavouras de soja', afirmou ele, avaliando que, de forma geral, Paraná e Mato Grosso do Sul terão perdas de mais de 10 por cento em relação ao potencial.

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou em boletim na semana passada, ainda sem considerar os efeitos da seca, que o Paraná poderia registrar um aumento de 2,4 por cento na produção estadual, para 19,7 milhões de toneladas, enquanto o Mato Grosso do Sul poderia ter uma colheita de pouco mais de 9 milhões de toneladas, uma queda anual de 4 por cento.

    De forma conservadora, a safra brasileira 2018/19 foi estimada pela Conab em 120 milhões de toneladas, um novo recorde, mas com ligeiro crescimento de 0,7 por cento ante a temporada passada, apesar de um aumento de quase 2 por cento no plantio.

    Analista do Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Paraná, Marcelo Garrido disse que há uma tendência de reavaliação para baixo da safra do Estado. O Deral espera divulgar esta semana novos números, que deverão apontar algumas perdas, afirmou ele.

    'Já pegou alguma coisa, pelo que o pessoal tem falado de campo, acho que vai ter reflexo na safra... A situação não está muito boa na região oeste, só não sei dizer o quanto (vai ser reduzida)', afirmou Garrido, acrescentando que houve relatos de 'chuviscos' e 'precipitações esparsas' nos últimos dias.

    COLHEITA

    Segundo Garrido, a colheita no Paraná deverá ser antecipada no Estado, pelo plantio precoce e também pela seca, que acelera o ciclo da planta. Mas ele acredita que somente em janeiro os produtores paranaenses estarão colhendo.

    Já em Mato Grosso, produtores do médio-norte, próximos à BR-163, que utilizam pivô de irrigação, estão começando os trabalhos de colheita nesta semana, disse Muraro, da AgRural. Ele citou ainda trabalhos de colheita na região de Campo Novo do Parecis, a oeste do Estado.

    'Colheita vai pegar fogo mesmo só na primeira semana de janeiro', disse Muraro.

    A Aprosoja-MT disse ter informação de que um produtor está colhendo em Nova Ubiratã, ao norte de Mato Grosso.

    (Por Roberto Samora; edição e reportagem adicional de José Roberto Gomes)

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