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    Álbuns do Momento: Head Above Water

    Head Above Water é o sexto álbum de estúdio da cantora canadense Avril Lavigne. Lançado em 15 de fevereiro de 2019, é o primeiro lançamento de estúdio da cantora desde o seu auto-intitulado quinto álbum de estúdio, de 2013.

    Para o material, a artista assumiu um papel integral na produção e colaborou com vários produtores incluindo Chad Kroeger, Stephan Moccio, Chris Baseford, Johan Carlsson, Lauren Christy de The Matrix, Ryan Cabrera, entre outros.

    Uma das curiosidades é que o álbum tem como inspiração a batalha de Lavigne contra a doença de Lyme. Com isso, a cantora descreveu o disco como uma "jornada emocional", ainda segundo ela, "sentou atrás de um piano e cantou além da dor".

    A música "Head Above Water" foi lançada como o primeiro single do álbum em setembro de 2018, seguido por "Tell Me It's Over" e "Dumb Blonde" como o terceiro single. A faixa título abre o disco e a letra conta justamente a história da luta de Avril contra a doença de Lyme e ela pede a Deus para que ele não a deixe afogar.

    Mais tarde, o disco se tornou seu sexto álbum consecutivo a figurar entre os cinco primeiros do país natal de Lavigne, o Canadá. Nos Estados Unidos, estreou no número 13 na Billboard 200, vendendo 28.000 unidades em sua primeira semana. No ranking de álbuns independentes da Billboard, atingiu o primeiro lugar.

    No Reino Unido, o álbum estreou e chegou ao número 10 com 5.766 unidades vendidas e também foi direto para o número um dos álbuns independentes do Reino Unido.

    O disco Head Above Water é considerado pelos críticos “bem diferente de tudo que a artista já lançou”. E, na questão instrumental, há elementos que ajudam na qualidade das canções que tem um tom emocional com peso.

    Na Antena 1, você ouve “Tell Me It’s Over”. A canção tem uma inspiração no soul com versos mais pausados e bem ritmados com a batida ao fundo. A letra fala sobre acabar com um relacionamento tóxico que a fazia mal. Ouça a seguir:

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    Relator de pacote anticrime de Moro diz que praticamente preservará texto original

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O parecer sobre o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro, que será apresentado na próxima semana a um grupo de trabalho na Câmara dos Deputados, vai 'praticamente' preservar a essência do texto original, disse o relator, deputado federal Capitão Augusto (PR-SP).

    Em meados de março, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), suspendeu a tramitação do pacote de Moro --a principal proposta do ministro-- e instituiu um grupo de trabalho para avaliar o teor dela juntamente com outras que tratam do assunto e já estavam na Casa, como é o caso de um texto elaborado pelo atual ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

    Capitão Augusto, relator do texto e também coordenador da chamada bancada da bala na Câmara, disse que os textos de Moro e de Moraes não são conflitantes e tratam, de modo geral, de assuntos distintos.

    'Vou praticamente manter o texto (do Moro), vou aproveitar o máximo possível do que foi apresentado pelos dois, é mais adequações jurídicas e políticas para não comprometer nenhum dos dois', disse ele, em entrevista à Reuters na quarta-feira, ao calcular que ao menos 90% da proposta de Moro será preservada.

    'Este é o melhor e mais profundo pacote de combate à corrupção e à violência', elogiou.

    O pacote de Moro --enviado à Câmara em fevereiro-- prevê regras mais duras no combate à corrupção, crime organizado e crimes violentos.

    O deputado adiantou que não deverá alterar as propostas de progressão de regime de cumprimento de pena, que foram endurecidas no pacote de Moro. A proposta original do governo previa que líderes e integrantes de organizações criminosas que sejam encontrados com armas iniciem o cumprimento da pena em presídios de segurança máxima, assim como condenados que sejam comprovadamente integrantes desses grupos não terão direito a progressão de regime.

    O relator das medidas, que é capitão da Polícia Militar de São Paulo, disse que não poderia dar mais detalhes do seu parecer, porque ainda vai esperar a conclusão das audiências públicas no grupo de trabalho para finalizá-lo.

    O parlamentar defendeu que o pacote anticrime, após ser votado pelo grupo de trabalho, seja apreciado diretamente pelo plenário da Câmara. Há previsão regimental para isso, segundo o deputado, desde que o presidente da Casa remeta o texto ao plenário.

    Capitão Augusto disse acreditar que a proposta será votada diretamente em plenário, pois Rodrigo Maia estaria sinalizando com esse caminho de tramitação. Ele defende que a proposta seja votada antes mesmo da Previdência, até mesmo de forma a buscar a criar um ambiente de apoio ao governo para a futura apreciação da reforma, que demanda um quórum de votação mais elevado.

    'Se você começasse a votar o pacote do Moro, que independe da relação do Parlamento com o Executivo, é uma vontade nossa aqui do Parlamento, você começa a consolidar o grupo, você tendo vitórias sucessivas em cima da oposição, isso ia de certa forma nos aquecendo, alinhando e unindo o pessoal preparando para a final, que são os 308 votos da reforma da Previdência', disse.

    'Poderia utilizar isso aí (o pacote anticrime), melhoraria a imagem do governo, do Parlamento. O Bolsonaro foi eleito com essa bandeira, não foi a reforma da Previdência. Ia ajudar muito a nossa imagem, e o governo começa a unir uma imagem em cima da oposição', completou.

    Na quarta-feira, o plenário da Câmara manteve a modificação aprovada pela comissão especial da medida provisória que barrou o estabelecimento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sob a pasta comandada por Moro. O órgão --responsável por analisar movimentações financeiras suspeitas que poderiam ser indícios de lavagem de dinheiro-- ficou na pasta da Economia.

    Apesar da derrota de Moro na quarta-feira na votação da medida provisória da reforma administrativa de Bolsonaro, o parlamentar disse que não vê uma atuação do Congresso para impedir o combate à corrupção ao ter decidido mandar o Coaf para o Ministério da Economia. Para ele, o objetivo dessa votação era impor 'alguma derrota' ao governo.

    'A votação foi mais política do que o teor do projeto em si', disse ele nesta quinta-feira, ao destacar que ministro da Economia, Paulo Guedes, vai manter a equipe de Moro no órgão. Para ele, o placar apertado a favor da proposta foi uma vitória até.

    Em agenda em Recife nesta quinta-feira, Moro disse que, embora não tenha gostado evidentemente da decisão, que respeita a decisão do Parlamento. O ministro afirmou acreditar que não seria possível um veto presidencial nesse ponto, porque voltaria o Coaf para o extinto Ministério da Fazenda, que foi absorvido pela pasta da Economia. Destacou que, ainda assim, é uma questão que ainda não foi avaliada pelo governo.

    O ministro da Justiça disse que, apesar da mudança do Coaf, o órgão vai continuar a desenvolver o seu trabalho.

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    Vitória de nacionalistas no Parlamento Europeu pode favorecer Brasil, avalia Araújo

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou nesta quinta-feira em entrevista em Paris que uma eventual vitória de forças nacionalistas na eleição para o Parlamento Europeu pode ser favorável para o Brasil pela proximidade na visão política do governo brasileiro com esses movimentos.

    Questionado se a ascensão desses partidos no Parlamento Europeu não terminaria, ao contrário, por prejudicar os interesses brasileiros, já que eles tendem a ser mais economicamente protecionistas, Araújo disse que a 'proximidade de ideias' pode compensar.

    'A gente pode imaginar, realmente, um cenário onde você tenha um pouco mais de dimensão de proteção, talvez na agricultura. Mas, ao mesmo tempo, talvez uma maior proximidade de ideias, de visão de mundo, pode compensar ou até mais que compensar essas outras questões', explicou a jornalistas na capital francesa.

    As eleições europeias, que começam nesta quinta com votações no Reino Unido e na Irlanda, vão escolher 751 membros do Parlamento. As projeções dos centros de pesquisa apontam que a direita pode chegar a quase um terço dos assentos, sendo que os partidos de extrema-direita podem mais do que dobrar.

    Desde a eleição de Bolsonaro, o governo brasileiro vem cultivando relações com governos como da Itália, Hungria e Polônia, hoje nas mãos de partidos de extrema-direita. O próprio ministro fez um tour pelos três países e o presidente Jair Bolsonaro planeja uma visita no segundo semestre.

    Apesar das boas relações, a Polônia é um dos países, por exemplo, que tem dificultado o acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul, no qual o Brasil tem investido anos de esforços diplomáticos.

    Questionado se torcia por uma vitória dos conservadores, o chanceler disse que não era 'uma questão de torcer', mas que considera um movimento natural de povos querendo recuperar sua identidade e valorizar sua cultura, e que o Brasil é parte desta 'tendência'.

    'Então eu acho que se houver realmente uma confirmação dessa tendência é algo que talvez facilite vários aspectos da nossa relação com os países europeus, que já é uma relação excelente, como todo mundo sabe. Mas claro, como eu dizia, se você tem essa base de visão de mundo, isso permite começar a pensar em determinadas iniciativas que, de repente, antes você não pensava', defendeu.

    'Eu acho que sempre você tem uma boa relação política com base em ideias compartilhadas é sempre favorável. E eu acho que sempre é mais fácil traduzir isso em instrumentos concretos na área econômica e em outras áreas.'

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    Apesar dessa visão positiva sobre o futuro europeu, o Brasil teve uma má notícia no front das negociações do acordo comercial com a União Europeia. O governo francês divulgou um comunicado dizendo que 'não ratificará nenhum acordo que prejudique os interesses dos agricultores e consumidores franceses, as exigências de qualidade sanitária e alimentar dos standards europeus, e a nossos engajamentos ambientais no Acordo de Paris'.

    Araújo, no entanto, minimizou. Lembrou que a França sempre foi um dos países que mais se opôs ao acordo e que outros países, como Alemanha e Itália querem uma conclusão em breve das negociações.

    'É importante mencionar que no caso do Mercosul, e muito especificamente do Brasil, nesses últimos meses temos feito grandes esforços para renovar nossas posições e atualizá-las de uma maneira que permitam a conclusão do acordo. Esperamos o mesmo tipo de esforço da parte europeia', afirmou.

    A última rodada de negociações, no início deste mês, não teve grandes avanços. No entanto, o ministro disse acreditar que mais uma rodada e uma reunião de ministros seria suficiente para chegar a um bom termo.

    'Acho que cabe ao conjunto dos países europeus fazer um balanço do valor estratégico como todo em função dos sacrifícios. Estamos fazendo esse balanço também no Brasil e no Mercosul', disse o ministro.

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    MPF pede a Maia e Alcolumbre que preservem quebra de monopólio da Taurus em decreto de armas

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Procuradores da República em Sergipe pediram aos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que mantenham a quebra do monopólio da Taurus previsto no mais recente decreto editado pelo governo Jair Bolsonaro, que flexibiliza a posse de armas no país.

    Após a edição da norma, que tem sido alvo de contestações na Justiça e no Congresso, deputados e senadores apresentaram propostas para suspender integralmente os efeitos do decreto.

    Nos ofícios obtidos pela Reuters, três procuradores citam o fato de que o MPF em Sergipe já tinha ajuizado em 2017 ação contra a União e a Taurus em que pedem o fim do monopólio no mercado nacional de armas e munições -- que envolve a Taurus, não citada nominalmente nos ofícios.

    Segundo os representantes do MPF, 11 artigos do recente decreto de armas atenderam ao pedido da instituição e acabaram com a reserva de mercado da Taurus, o que, na prática, atende ao pedido apresentado na Justiça pela instituição. O decreto barra esse monopólio que era garantido por um regulamento anterior do Comando do Exército.

    'Trata-se de ato que reconhece a procedência do pedido do MPF e que provavelmente ensejará acordo judicial com a devida extinção parcial do processo, com julgamento de mérito', dizem os procuradores nos ofícios.

    À Reuters, a procuradora da República Lívia Tinôco afirmou que após a edição do decreto o MPF já procurou extrajudicialmente a Advocacia-Geral da União, que representa o governo, para discutir um eventual acordo para extinguir antecipadamente a ação na parte referente à União. Isso ocorreria, explicou, porque o governo cumpre sua parte no processo. A ação continuaria a tramitar, segundo a procuradora, em relação à Taurus, que, por exemplo, tinha sido questionada a fazer um recall em parte das armas fornecidas.

    Os ofícios dos procuradores foram remetidos à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a quem cabe remeter aos presidentes das duas Casas Legislativas.

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    Câmara conclui votação de MP da reforma administrativa e retira do texto trecho sobre auditores

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - A Câmara dos Deputados concluiu nesta quinta-feira a votação da Medida Provisória 870, que reformula a estrutura do governo federal e reduz o número de ministérios, após um acordo para retirar do texto um trecho que delimitaria a atuação de auditores da Receita Federal.

    A proposta segue para o Senado e deve ser analisada na próxima semana, segundo o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). A MP perderá validade se não for aprovada até o dia 3 de junho.

    Nesta quinta, deputados decidiram retirar do texto da MP um trecho que delimita a atuação de auditores fiscais da Receita Federal. O dispositivo alterava lei de 2002 para definir que a atividade desses servidores ficaria limitada, em matéria criminal, à investigação de crimes no âmbito tributário ou relacionados ao controle aduaneiro.

    Na quarta-feira, deputados já haviam votado o texto principal da medida. Também votaram para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) fique sob o Ministério da Economia, contra o desejo do governo, que queria o órgão na pasta da Justiça, comandada por Sergio Moro.

    A sessão de quarta-feira teve de ser encerrada sem que a votação da MP fosse concluída após um acirramento do clima do plenário.

    Lideranças, principalmente do chamado centrão, e o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), têm demonstrado irritação com a atuação de governistas. O principal alvo desse mal-estar é o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

    Primeira medida editada pelo presidente Jair Bolsonaro, a MP 870 é encarada como prioritária e exigiu que o governo, com dificuldades no Congresso, desistisse da votação de uma outra medida para possibilitar sua votação.

    A medida tem servido como um emblemático sintoma da insatisfação do Congresso com o Executivo. Quando ainda tramitava na comissão mista, teve o texto original alterado, o que forçou o governo a encarar algumas derrotas.

    A principal derrota do governo foi a decisão dos deputados de colocar o Coaf na Economia.

    O texto original da MP previa que o órgão ficasse submetido ao Ministério da Justiça, mas parlamentares da comissão mista, em um movimento encabeçado pelo centrão, modificaram a proposta para colocar o conselho na pasta da Economia.

    Moro lamentou a medida. “Sobre a decisão da maioria da Câmara de retirar o Coaf do Ministério da Justiça, lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático. Agradeço aos 210 deputados que apoiaram o MJSP e o plano de fortalecimento do Coaf”, afirmou Moro em nota.

    Os deputados também reverteram decisão da comissão mista que analisou a MP de desmembrar o Ministério do Desenvolvimento Regional em duas pastas --Cidades e Integração Nacional.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    EUA anunciam apoio oficial à entrada do Brasil na OCDE

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo norte-americano anunciou nesta quinta-feira apoio oficial à entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), informou o Ministério das Relações Exteriores.

    A informação foi revelada pelo Itamaraty em sua conta no Twitter.

    'Hoje na OCDE os EUA expressaram de modo claro e oficial seu apoio ao pleito do Brasil de ingressar na OCDE, uma prioridade do presidente Jair Bolsonaro. O Brasil agradece o gesto de confiança e está pronto a trabalhar com todos os membros e Secretariado no processo de acessão', disse o ministério.

    Em Paris, onde está para a reunião da OCDE, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, classificou de 'importantíssimo' o apoio norte-americano.

    'Foi importantíssimo no nosso caminho para nos tornarmos membro pleno da OCDE. O presidente (Donald) Trump já tinha garantido seu apoio de maneira muito clara, de modo que a confirmação era esperada aqui, no ambiente da OCDE', disse Araújo.

    'Isso foi extremamente relevante. Era talvez a principal peça que faltava para que nós pudéssemos começar o processo de adesão no mais breve tempo possível', acrescentou.

    O apoio foi prometido pelo presidente dos EUA durante a visita de Bolsonaro a Washington, em março. Em troca, o Brasil se comprometeu a abrir mão do tratamento especial e diferenciado na Organização Mundial do Comércio (OMC), ao qual tem direito por ser um país em desenvolvimento, e que traz condições favoráveis em negociações.

    No entanto, no encontro preparatório para reunião do Conselho da OCDE, no mês passado, os norte-americanos evitaram declarar o apoio. A alegação é que não tinham instrução formal para isso.

    Em seguida, depois da repercussão, o Departamento de Estado norte-americano reafirmou a intenção de apoiar o Brasil no órgão.

    Nesta quinta-feira, a embaixada dos EUA no Brasil reafirmou que o país mantém o apoio ao Brasil.

    Com o apoio norte-americano, que antes bloqueava a expansão da OCDE, o Brasil deverá começar em breve o processo de adesão, que pode levar até cinco anos para ser completado.

    Além do Brasil, Argentina e Romênia também devem iniciar seus processos de adesão. Os europeus ainda tentam incluir mais um país da região --possivelmente a Bulgária--, alegando uma questão de equilíbrio regional.

    'Os europeus têm as preocupações deles com o equilíbrio regional, mas isso é algo a ser discutido entre os membros atuais', disse Araújo.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Bolsonaro diz estar inclinado a manter liberação de bagagem gratuita em aviões

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira, em café da manhã com jornalistas, que tende a manter a liberação do despacho de bagagens sem cobrança no transporte aéreo doméstico, mas que deve decidir apenas no limite do prazo que tem para sancionar a medida, de acordo com relatos dos presentes.

    Segundo jornalistas que participaram do encontro, Bolsonaro afirmou que seu 'coração' está mais inclinado a manter a liberação. O presidente esclareceu entender que o mercado precisa se autorregulamentar e que ele e o governo são liberais, mas que não considera que essa questão seja vital, já que com a liberação das cobranças o preço das passagens não baixou.

    O artigo foi incluído na medida provisória aprovada pelo Congresso esta semana que autoriza a participação de até 100 por cento do capital estrangeiro em companhias aéreas. No entanto, alguns parlamentares defendem que o presidente vete o artigo, argumentando que a proibição dificultará a entrada no país de empresas 'low cost' que, para manter as passagens baratas, cobram por bagagem.

    Bolsonaro comentou ainda a aprovação na noite de quarta-feira da MP da reforma administrativa pela Câmara dos Deputados e o fato do Congresso ter tirado o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e enviado para o Ministério da Economia. Segundo jornalistas presentes, Bolsonaro disse que não vê problema e que o Coaf continua no governo.

    PRIVATIZAÇÕES

    O presidente confirmou ainda que deu sinal verde aos estudos para privatização dos Correios, algo que já havia anunciado no final de abril em sua conta no Twitter. Questionado sobre que estatais não aceitaria privatizar, Bolsonaro citou Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

    Sobre a proposta de reforma tributária que teve a admissibilidade aprovada na quarta-feira pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), Bolsonaro disse que o governo ainda irá avaliá-la.

    Já o ministro da Casa Civil, Onyx Lorezoni, confirmou que o governo deve apresentar propostas para serem apensadas ao texto. Na véspera, o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, havia dito que o governo pode tentar incluir mudanças no Impostos de Renda e simplificações no PIS/Cofins.

    Bolsonaro ainda minimizou a crise entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o líder do governo na Casa, major Vitor Hugo (PSL-GO). Esta semana Maia informou que estava rompendo relações com o líder, colocando ponto final em uma relação que já era praticamente inexistente.

    Bolsonaro disse aos jornalistas que Vitor Hugo continua na liderança e acredita que o desentendimento vai passar.

    Este foi o quinta café da manhã de Bolsonaro com um grupo de jornalistas convidados. Os presentes não podem gravar a conversa com o presidente.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Natura vai elevar receita com investimento em marca da Avon e digitalização, diz presidente

    SÃO PAULO (Reuters) - A fabricante de cosméticos Natura espera aumentar a receita investindo na marca e em recursos digitais após fechar um acordo de fusão com a Avon e ter controle de 76% da nova empresa, disseram executivos nesta quinta-feira.

    'No que diz respeito à transformação digital, nossa abordagem é semelhante à que a Avon vem seguindo, e também compartilhamos o mesmo otimismo em relação à marca', disse o presidente-executivo da Natura, João Paulo Ferreira, em teleconferência com analistas.

    O presidente do conselho da Natura, Roberto Marques, disse que será necessário gastar cerca de 125 milhões de dólares nos próximos 36 meses para economizar 150 a 250 milhões de dólares por ano, principalmente no Brasil e no resto da América Latina.

    'Por enquanto, as sinergias que antecipamos estão em grande parte operacionais na cadeia de fornecimento, mas também vemos oportunidades para sinergias de receita, embora seja muito cedo para fornecer tal orientação', disse Marques em teleconferência com jornalistas.

    Ferreira observou que quase 500 mil consultores já vendem as marcas Natura e Avon, e espera-se que isso aumente após a fusão. 'Mas a nossa ideia é manter estruturas comerciais separadas para a Avon e a Natura, portanto nenhum grande impacto é esperado em termos de empregos', disse ele.

    O vice-presidente financeiro, José Filippo, disse que a Natura espera que os detentores de títulos da Avon concordem com a fusão, mas já garantiu crédito para pagá-los caso peçam reembolso antecipado.

    As cláusulas de bônus permitem que os detentores de bônus sejam reembolsados antecipadamente se o controlador da Avon mudar. Filippo se recusou a dar orientação sobre a alavancagem financeira da companhia combinada.

    As ações da Avon subiram 6% para seu nível mais alto em dois anos. As ações da Natura caíram 8%, após atingir a máxima histórica na quarta-feira.

    Analistas do BTG Pactual disseram que o acordo deve adicionar complexidade ao modelo de negócios da Natura, já que a empresa lida com a reviravolta da The Body Shop e tendências mais brandas no mercado brasileiro. Mas eles adicionaram que semelhanças com os negócios da Avon, que também tem altas vendas diretas, devem facilitar a integração.

    (Por Gabriela Mello)

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