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    A possível relação entre as alergias e o tráfego

    Para quem sofre com irritações na pele, nos olhos, e até nas vias respiratórias por exemplo, a descoberta pode ser bem útil

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    Você sabia que os carros geram correntes caóticas de ar as quais podem impulsionar sementes e alérgenos até 70 metros além do veículo? É possível que esse seja o motivo da persistência alérgica de certas pessoas. As informações são fruto de um estudo divulgado pelo jornal colombiano ''El Espectador’’. Ao morar em uma cidade grande como São Paulo, por exemplo, é difícil viver em um lugar pacato. A maioria acaba morando em ruas movimentadas e se enquadram nessa situação.

    A pesquisa, publicada no ‘’Journal of Applied Ecology’’, é a primeiro a associar os dois assuntos. Geralmente, a gama de sementes que causam alergia a certos indivíduos não se estende além de um metrô das plantas progenitoras.

    Para averiguar como os automóveis podem alterar esse padrão, os cientistas colocaram sementes de cor florescente para medir a distância que conseguiam alcançar em vias com tráfico intenso. Depois, avaliaram a nova distribuição formada 48 horas mais tarde, e sim, as sementes tinham chegado a novos lugares: As correntes de ar de uma rua congestionada impulsionaram algumas delas a chegar a dezenas de metros de distância, algumas viajaram cerca de 71 metros.

     Os pesquisadores ainda seguiram monitorando o crescimento das plantas de ambrosia e observaram que elas tinham crescido na mesma direção do tráfego.  

    Ou seja, o documento sugere que nas temporadas de alergias, os administradores dos sistemas de saúde deveriam trabalhar em conjunto com as autoridades de trânsito.

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