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    Alho pode ser benéfico para a memória

    Pesquisa feita com roedores mostrou o impacto de um de seus componentes na microbiota intestinal e na saúde cognitiva

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    Segundo publicação do jornal argentino ''Clarin’’, a ingestão de alho auxilia a neutralizar as mudanças relativas à idade nas bactérias intestinais relacionadas aos com problemas de memória. Pelo menos é isso que indica novo estudo realizado com ratos, devido ao sulfeto de alilo, um composto já conhecido por impactar positivamente na saúde.


    "Nossos achados sugerem que a administração dietética de alho que contém sulfeto de alilo poderia auxiliar a manter os microrganismos intestinais saudáveis e melhorar a saúde cognitiva de idosos’’, afirma Jyotirmaya Behera, pesquisador da Universidade de Louisville, nos Estados Unidos.

    O intestino contém bilhões de microrganismos denominados coletivamente como microbiota intestinal. Mesmo que algumas pesquisas têm demonstrado a importância deles para a saúde humana, ainda se sabe pouco sobre os efeitos associados com as mudanças na microbiota intestinal produzidas com a idade.

    Para Tyagi, a diversidade da microbiota intestinal sofre diminuição em idosos, nessa fase onde se desenvolvem mais doenças neurodegenerativas como o Alzheimer; o Parkinson; e a capacidade da memória e cognitiva podem ser reduzidas.

    O objetivo do time era compreender melhor como as modificações na microbiota intestinal se relacionam com a deterioração cognitiva associada ao envelhecimento.

     

    Como foi o estudo?

     

    Para a pesquisa, os cientistas administraram sulfeto de alilo oral para roedores que tinham 24 meses de idade, o que corresponde aos seres humanos com a faixa etária entre 56 e 69 anos de idade. Esses animais foram comparados a outros que não receberam o suplemento.

    Os estudiosos observaram que os ratos mais velhos que receberam o composto apresentaram uma melhor memória a curto e a longo prazo e bactérias intestinais mais saudáveis do que aqueles mais idosos que não receberam tal item.

    Testes adicionais revelaram que a redução da expressão genética do fator natriurético derivado dos neurônios (NDNF, na sigla em inglês) no cérebro foi provavelmente responsável pela deterioração cognitiva. Tal gen foi descoberto pelos cientistas dessa instituição norte-americana e é imprescindível para a consolidação da memória a longo e curto prazo.

    Os pesquisadores encontraram que os ratos que receberam o componente tiveram melhores níveis de expressão do gen NDNF.


     No geral, as novas descobertas sugerem que o componente na dieta beneficia a consolidação da memória mediante a restauração das bactérias intestinais.

    Os estudiosos seguem realizando testes para compreender melhor a relação entre a microbiota intestinal e a deterioração cognitiva, e estão avaliando como os humanos podem usar o recurso.

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