Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1
    Veja todas as Notícias.

    Começa hoje o período conhecido como Junho Vermelho

    A iniciativa busca incentivar a doação de sangue, que costuma sofrer queda no inverno.

    Placeholder - loading - news single img

    Publicada em  

    Nesta quinta-feira (1), monumentos e instituições de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina ficarão iluminadas na cor vermelha, o que indica o início da campanha Junho Vermelho.  

    Mais do que marcar um período, a iniciativa foi criada pelo Movimento Eu Dou Sangue para despertar a consciência da população sobre a importância desse ato e estimular as doações periódicas. 

    A ideia surgiu em 2011, quando as irmãs Debi Aronis e Diana Berezin lançaram o Movimento Eu Dou Sangue no estado de São Paulo motivadas por um episódio familiar.

    Depois de ser adotado em diversas cidades brasileiras, a iniciativa foi promovida a lei (n° 16.386) em todo estado de São Paulo. Na capital paulista, diversos pontos serão iluminados, dentre eles a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o Palácio dos Bandeirantes, o Memorial da América Latina e a Sala São Paulo. 

    Além da temperatura mais baixa no inverno, outros fatores que contribuem para a redução dos estoques são o maior número de dias chuvosos e a ocorrência de feriados. Segundo as idealizadoras, nesse período, os hemocentros tendem a sofrer uma baixa de 30 por cento em seus estoques. "Por incrível que pareça, a falta d’água é muito mais compreensível que a falta de sangue. Abastecer reservatórios depende das condições climáticas, da chuva cair no lugar certo, de Deus ou de São Pedro como dizem alguns. Mas abastecer os bancos de sangue, só depende de nós mesmos! ", comenta Diana. 

    O sucesso da iniciativa é comprovado pelos números registrados durante as campanhas anteriores. Em junho de 2016, as doações de sangue no Estado de São Paulo aumentaram 30 por cento na comparação com igual período de 2015.

    Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

    Escrito por Redação

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
    Veja também:

    3 H

    1. Home
    2. noticias
    3. comeca hoje o periodo …

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.