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    Como evitar a bronquiolite

    Nessa época, muitos bebês são acometidos pelo vírus, por isso é necessário adotar medidas preventivas

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    De acordo com publicação do jornal argentino, ''La Nacion’’, com a chegada do outono no hemisfério sul, voltam os vírus típicos dessa época do ano e do inverno, um deles, inclusive, é responsável pela bronquiolite, uma infecção infantil que afeta, principalmente, menores de dois anos.

     

    Essa enfermidade pode deixar sequelas e levar a complicações mais graves. Por isso, é importante seguir as dicas dos especialistas do exterior, que visam prevenir a enfermidade.

     

    Afinal, por enquanto não há vacina disponível, mas há inúmeros grupos de pesquisadores tentando desenvolver um imunizante específico, que poderia estar disponível em um prazo entre dois e cinco anos. Principalmente, um dos focos é desenvolver uma vacina contra o vírus sincicial respiratório, que provoca mais da metade dos casos de bronquiolite.

     

     Segundo Gisela Martinchuk Migliazza, pediatra do Hospital Italiano e secretária do Comité de Pneumologia da Sociedade Argentina de Pediatria, há ao menos sessenta equipes que estão trabalhando e buscando uma forma de imunização potente. Cerca de dezesseis, inclusive, já estão em fases avançadas de teste, em lugares como nos Estados Unidos, Suécia, Chile e Argentina. Ela considera que há avanços promissores, mas por ora, o que se pode fazer mesmo é apenas tentar evitar a enfermidade que afeta e inflama as vias aéreas inferiores.

     

    É importante consultar o médico ao identificar os primeiros sinais. Em princípio, os sintomas podem parecer de gripe ou de crise de asma.

    De acordo com Fernando Polack, diretor da Fundação Infant, que trabalha há décadas no tema, um maior número de casos é observado entre maio e agosto, associado com as temperaturas mais baixas, com um pico em junho.

    3 recomendações de ouro que ajudam a afastar a enfermidade

    Enquanto a sociedade aguarda a vacina adequada, o ideal, de acordo com profissionais da área da saúde do exterior, é colocar em prática as medidas a seguir:

     

    1- O contágio se dá pela tosse, espirros ou até mesmo risos que deixam partículas em suspensão, então, o indicado é lavar as mãos com frequência (prefira a água e sabão no lugar do álcool em gel).

    2- ''Evite que a fumaça dos cigarros chegue aos bebês e crianças, assim como as cinzas e outras substâncias que são corrosivas’’, aponta Gisela.


    3- Mantenha o calendário de vacinação em dia

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