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    Condomínios devem ter atenção redobrada na época de férias das crianças

    Certas determinações precisam ser colocadas em prática para propiciar segurança aos pequenos, os pais, também, necessitam colaborar nesse processo

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    O período de recesso escolar costuma ser muito amado e desejado pelo público infantil. Nessa fase, quem vive em prédio, geralmente, usa bastante a área comum para se divertir. Por isso, é importante que síndicos tomem determinadas providências a fim de evitar incidentes e conflitos. Cabe aos pais, também, sempre supervisionar as atividades desenvolvidas pelos filhos para que tudo funcione do modo mais harmônico possível. 

    Segundo o advogado Thiago Natalio de Souza, consultor na área condominial, o ideal é dobrar os cuidados na administração no dia a dia, e, também, no tratamento com crianças e adolescentes que vivem nesses locais.

    Vale lembrar que além dos pequenos que moram nos edifícios, o número de visitantes cresce nesse período. Para Thiago, o controle de quem deve ou não utilizar áreas comuns, por exemplo, deve ser definido em assembleia, antes das férias escolares se iniciarem. 


    Além disso, algumas medidas devem ser colocadas em prática, em relação às zonas usadas pelos jovens, como, por exemplo, a piscina e o playground. 

    Em relação às piscinas é imprescindível que estejam com a manutenção em dia, boas condições de limpeza, e boa transparência, conforme determina a legislação municipal. Um fator importante, de acordo com o especialista, é a exigência de exame médico. Além dos equipamentos que precisam estar em perfeito estado para não ocasionar fatalidades. ''Ralos de sucção, por exemplo, devem atender as normas da ABNT, para evitar acidentes tipo uma criança ficar com cabelos presos e perder a vida. A proteção das piscinas, por meio de alambrados ou redes, para evitar o acesso de crianças pequenas a esses locais, é outra orientação fundamental’’, salienta o profissional.            

    A legislação estadual não determina a necessidade de guarda-vidas nas piscinas de condomínio, então, cabe aos responsáveis cuidarem dos pequenos.       

    Quanto aos parquinhos, é preciso ter regras fixadas, como limites de usuários, horário de funcionamento, idade máxima para o uso. Assim, as crianças poderão usufruir melhor do espaço.          

    Outra indicação é relativa às áreas de acesso restrito que devem ser monitoradas, porque nesta época as ações infantis, podem levar a situações de riscos. “Não confie em bom senso, às vezes as brincadeiras levam a garotada a não se atentarem a isto. Crianças andando de bicicleta e jogando bola dentro de garagens são atos que não devem ser permitidos. O condomínio tem um papel importantíssimo para minimizar riscos e evitar acidentes”, coloca. 

    O ideal no caso de circulação de automóveis é colocar um aviso, informando que o ambiente é exclusivamente voltado para o fluxo de carros. De qualquer forma, os motoristas devem ser orientados, também, para conduzirem em baixa velocidade.

    O expert no assunto recomenda mais alternativas, as quais podem preencher ainda mais o tempo livre dos pequenos nos condomínios. ‘’A criação de uma biblioteca é uma atividade bastante interessante, pais podem doar os livros. Além de distrair o público infanto-juvenil, é uma forma de incentivar a leitura’’, finaliza.

     Dentro desse espectro, contratar uma escolinha de esportes e ou profissionais de recreação são opções de entretenimento válidas e cada vez mais comuns nos condomínios.          

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