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    Descoberto remédio capaz de tratar diabetes, insuficiência cardíaca e problemas renais

    Diabéticos têm mais chances de serem hospitalizados por problemas de coração e por doenças renais.

    Por Letícia Furlan

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    Tratar e prevenir doenças como diabetes, insuficiência cardíaca e problemas renais crônicos de forma conjunta é o que todos almejam. Isso porque pessoas com diabetes têm 33% mais chances de serem hospitalizadas por problemas de coração e um a cada três pacientes sofre de doenças renais.

    “Temos de pensar no coração e no rim como um casal. É uma relação conjugal. O rim é um órgão regulador e, se algo estiver errado com ele, o coração fica infeliz. Eles vivem em um ambiente integrado”, alerta o nefrologista George Barkis, professor da Universidade de Chicago e diretor do Centro de Hipertensão da instituição.

    E um estudo divulgado durante o Congresso da Associação Americana de Cardiologia, em Chicago, abre as portas para um tratamento deste tipo – capaz de reduzir a glicose no sangue, além de proteger os rins e o coração. A pesquisa, além de comprovar que a dapagliflozina, substância usada no tratamento do diabetes, não oferecia riscos cardiovasculares, indicou que o remédio protege os rins e previne a insuficiência cardíaca.

    A abrangência da atuação dessa classe de medicamento veio à tona em 2015, com a divulgação de um estudo referente à empagliflozina. O levantamento mostrou benefícios cardiovasculares inesperados pelos cientistas. A partir de então os estudos começaram a se aprofundar. Os especialistas queriam descobrir como uma medicação que foi criada para inibir o transporte de glicose no rim ajudava a reduzir a mortalidade dos pacientes.

    Outra dúvida era se isso só acontecia com a empagliflozina ou se os resultados se repetiriam com substâncias que têm ação semelhante. No segundo estudo, com a canagliflozina, mais uma vez os pesquisadores verificaram os mesmos benefícios.

    A pesquisa com a empagliflozina foi feita apenas com pacientes diabéticos que haviam enfrentado algum evento cardiovascular. Na com a canagliflozina, houve uma pequena proporção de pacientes que, além de diabéticos, apresentavam múltiplos fatores de risco. No levantamento mais recente, com a dapagliflozina, a maioria dos voluntários não tinha sofrido evento cardiovascular. Eram diabéticos com mais um fator de risco, além da idade.

    “Os resultados são semelhantes, tirando alguns detalhes. Em essência, o estudo confirmou que essa classe de medicamentos tem efeito protetivo com relação à insuficiência cardíaca, que é a principal complicação cardíaca do diabetes e a principal causa de morte cardiovascular”, conta o endocrinologista Freddy Eliaschewitz, diretor do Centro de Pesquisas Clínicas de São Paulo (CPClin).

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