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    Especialista francês auxilia a identificar quando a ansiedade se torna doença

    A enfermidade, que pode influenciar, principalmente a vida do público feminino, merece muita atenção

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    Pessoa se sentindo ansiosa e irritada. Crédito da imagem: iStock

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    De acordo com publicação da BBC Espanha, a ansiedade afeta mais mulheres do que homens e é importante aceitar a enfermidade para que haja uma melhora. Fora que, primeiramente, é preciso identificar a doença para saber qual é a melhor forma de se cuidar. 

    Estudos têm demonstrado que os transtornos surgem nos adultos jovens (pessoas de 18 a 35 anos) e até mesmo em crianças (ansiedade por separação ou fobia social). Geralmente, há um período de estabilidade na meia idade e aumenta de novo a partir dos 65 anos.

    Todos as pesquisas, também, indicam que as pessoas do sexo feminino são as mais impactadas pela doença. Mas, ainda não há uma explicação para isso, apenas hipóteses, como características biológicas, hormonais e fatores sociais (a função social das mulheres) ou psicológicos (sensibilidade).

    Aceitação

     

    De acordo com Dominique Servant, psiquiatra, chefe da Unidade de estresse e Ansiedade do Hospital Universitario de Lille, na França, e diretor de ensino da Universidade de Lille Nord-de-France, a ansiedade não deve ser só tratada, como também, administrada, sendo necessário aprender aceitá-la, assim, pode deixar de ser um obstáculo na vida.

    Então, é possível atuar sobre a própria ansiedade: por exemplo, ao notar esses traços, dá para reagir pouco a pouco, de modo totalmente diferente diante das circunstâncias que antes fomentavam a mecânica da ansiedade. ''Com o tempo, é possível compreender melhor as nossas reações’’, coloca o gabaritado profissional.

    Quando a situação sai do controle, é crucial buscar um especialista e cuidar da saúde mental.


    Se a ansiedade está num nível aceitável, técnicas de meditação podem ajudar a aliviar os sintomas.

     

    Mas, afinal quando ela se tona uma doença? Saiba detectar e observe estas quatro condições:

    - Quando é sem proporção e surge em relação a aspectos que não são perigosos. Ou seja, quando adquiri um caráter irracional, ilógico. ''A pessoa tem consciência de que não existe nada de grave, mas não consegue manter a razão’’, aponta.

    - Quando alguém é muito intenso. Em vez de auxiliar na adaptação, isso pode se converter em algo inútil e improdutivo. Ao passar do limite da ansiedade, o ser humano tende a criar obstáculos no que está fazendo e sofre.

    - Quando se prolonga, podendo se tornar permanente e dominante. ''Ao impedir alguém de viver dentro da normalidade. Dá a impressão que nunca acaba’’, indica.


     - Ao se tornar incontrolável.

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