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    Estudo comprova eficácia de antidepressivos e indica quais mais funcionam

    No Brasil, quase 6 por cento da população sofre de depressão, segundo a Organização Mundial da Saúde.

    Por Redação

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    Ao que tudo indica, cientistas chegaram a uma conclusão sobre a eficácia de antidepressivos. Segundo estudo liderado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, esse tipo de droga é, sim, eficiente no combate à depressão.

    No Reino Unido, a prescrição de antidepressivos dobrou em dez anos, passando de 31 milhões em 2006, para 64 milhões em 2016. No Brasil, 5,8 por cento da população - 11,5 milhões de pessoas - sofre de depressão, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Até então, alguns testes indicavam que antidepressivos teriam o mesmo resultado que placebos. O Royal College of Psychiatrists, a principal organização de psiquiatras no Reino Unido, disse que o estudo finalmente coloca um ponto final à controvérsia sobre este tipo de medicamento.

    Mas a qualidade dos antidepressivos varia bastante, dizem os pesquisadores. Enquanto algumas drogas se mostraram um terço mais eficazes que placebos, outras são duas vezes mais bem-sucedidas.

    Os pesquisadores destacaram, no entanto, que as pessoas não devem usar a pesquisa como base para simplesmente trocar de imediato sua medicação. Isso porque o estudo detectou o efeito que as drogas tiveram, em média, na população analisada - não entrando em detalhes sobre como o medicamento afeta as pessoas de diferentes idades, gêneros, gravidade dos sintomas e outras características.

    Os cientistas destacam ainda que a pesquisa abrangeu oito semanas de tratamento. Assim, algumas descobertas não se aplicam ao uso dos remédios a longo prazo. Eles também ressaltam que os resultados do estudo não significam que antidepressivos devem ser a primeira opção de tratamento para a depressão. "Medicamentos devem ser sempre considerados em conjunto com outras opções, como tratamentos psicológicos", disse a pesquisadora Andrea Cipriani Cipriani, da Universidade de Oxford, que liderou o estudo.

    Segundo a avaliação dos pesquisadores, os medicamentos mais eficazes são agomelatina, amitriptilina, escitaloplam, mirtazapina e paroxetina. Já os menos eficazes: fluoxetina, fluvoxamina, reboxetina e trazodona.

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