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    Estudo mostra que gordura abdominal pode estar relacionada ao câncer

    Em pessoas já obesas, 11 cm a mais na circunferência abdominal aumenta o risco de desenvolvimento de cânceres ligados à obesidade em 13 por cento.

    Por Redação

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    A obesidade é a segunda maior causa de câncer considerada “prevenível” – está associada a 13 tipos diferentes de tumores, entre eles o de mama e o de pâncreas, segundo a Organização Mundial da Saúde.

    Estudos recentes têm tentado descobrir o papel da gordura abdominal nesses tipos de câncer. Especialistas acreditam que ela pode produzir substâncias que alteram o metabolismo e a saúde, tendo um papel importante na formação de tumores.

    Uma das últimas pesquisas mostrou que a gordura visceral ajuda para que uma célula saudável se transforme e cancerosa.

    Segundo a pesquisa da Michigan State University, nos Estados Unidos, a gordura abdominal produz a proteína FGF2 (sigla em inglês para “fator de crescimento de fibroblastos 2”). Em ratos, o composto conseguiu produzir tumores.

    De acordo com os pesquisadores, os resultados do estudo demonstraram o papel exclusivo da gordura abdominal no câncer, uma vez que, em ratos que continuaram obesos, a retirada da gordura abdominal por cirurgia conseguiu diminuir o número de tumores.

    Além do Índice de Massa Corporal (IMC), a circunferência abdominal deve ser incorporada entre as medidas importantes para estabelecer o risco do desenvolvimento de doenças.

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