Estudo revela que jalecos podem oferecer risco ao paciente
A peça pode estar contaminada com diversos tipos de bactérias.
Letícia Furlan
03/05/2019
Um estudo apontou que o jaleco branco, tradicionalmente usado por médicos, pode representar perigo ao paciente. Isso porque a peça pode estar contaminada com diversos tipos de bactérias associadas a infecções hospitalares.
A pesquisa ainda alertou que até 16% desses micróbios podem ser resistentes à medicação. Os dados são preocupantes já que um levantamento anterior revelou que a maioria dos médicos passa mais de uma semana sem lavar o jaleco, enquanto outros podem fazer intervalos de lavagem que duram um mês.
Ternos e gravatas usados no ambientes hospitalar também podem estar contaminados com bactérias. E isso vale para uniforme de enfermeiras e itens como tablets e smartphones utilizados durante o atendimento.
A orientação é lavar jalecos e uniformes diariamente, assim como facilitar o acesso ao álcool em gel para que os profissionais de saúde desinfetem as mãos antes de atender o paciente.
A Sociedade Americana de Cuidado Epidemiológico também sugere que o profissional use um jaleco de manga curta ou média e manter os braços nus abaixo do cotovelo para diminuir os riscos de contaminação e facilitar a higienização do local.
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