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Faturamento da versão digital do The New York Times supera a impressa

The New York Times Company faturou US$ 185,5 milhões com anúncios e assinaturas digitais no segundo trimestre de 2020, enquanto o jornal impresso arrecadou US$ 175,4 milhões durante o mesmo período

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O The New York Times bateu um recorde na rentabilização da versão digital do jornal, que pela primeira vez conseguiu superar a receita da edição impressa. A conclusão consta em balanço financeiro divulgado ontem (05) pelo veículo sobre os resultados do segundo trimestre de 2020, que apresentou US$ 185,5 milhões de dólares em receitas com assinaturas e anúncios digitais, enquanto o total da versão impressa foi de US$ 175,4 milhões no mesmo período.

Veja também: Mais de 50% das empresas vão manter mudanças adotadas na pandemia, diz estudo da FGV

A companhia adicionou 669 mil novos assinantes à base de clientes de sua versão digital — o maior crescimento para um trimestre na história do jornal –, que inclui notícias, podcasts e palavras cruzadas. Agora, a empresa já soma 6,5 milhões de assinantes, sendo 5,7 milhões só na edição online – o que equivale a cerca de 88% do total. A The New York Times Company segue com a meta de atingir 10 milhões de clientes digitais até 2025.

Desde 2011, o veículo começou a cobrar pela leitura ilimitada das reportagens digitais. Para Mark Thompson, diretor executivo da empresa, a mudança de receita com a área impressa para a digital foi “um marco fundamental na transformação do New York Times”. Estratégias para atração de assinantes estão entre os planos de ação da maioria das empresas do setor de notícias atualmente.

Em comunicado, Thompson comentou os novos resultados da companhia: "Provamos que é possível criar um círculo virtuoso, no qual investimentos honestos em jornalismo de alta qualidade impulsionam um profundo envolvimento do público, o que, por sua vez, impulsiona o crescimento da receita e maior capacidade de investimento".

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Air Europa traz moderno Boeing 787 Dreamliner na rota de Salvador a Madri

A companhia aérea Air Europa retomará suas atividades na capital baiana a partir do dia 21 de dezembro. Os voos têm previsão de decolagem sempre às quartas e sextas-feiras, embarcando os passageiros no moderno Boeing 787 Dreamliner, considerado um dos mais eficientes equipamentos à disposição no mercado.

A Vinci, operadora do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães, comemora a volta da parceria com a companhia espanhola, após o hiato ocasionado pela pandemia do Covid-19. “Madri é uma das cidades mais emblemáticas da Europa e a retomada do voo tornará mais fácil para nossos passageiros voar para o continente. Estamos muito animados com a volta do voo da Air Europa, que atenderá a uma demanda crescente do turismo receptivo à cidade de Salvador, tanto para passageiros quanto para cargas”, disse David Thompson, diretor comercial do Aeroporto de Salvador.

Modernidade

O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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As 5 capas de álbum mais icônicas da história

Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

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O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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