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    Mulheres são mais resistentes que homens, aponta estudo

    De acordo com pesquisadores, mediante à situações adversas, são elas que possuem maior chance de permanecer vivas

    Por Redação

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    Mulheres são mais fortes, aponta pesquisa internacional. Em tempos de crises como fome e epidemias, elas têm mais chances de sobreviver do que os homens. Segundo pesquisadores, essa vantagem feminina têm raízes biológicas, mas pode ser influencidada por fatores como riscos, oportunidades e recursos ambientais e comportamentais.

    Levantamento, o qual reuniu dados dos últimos 300 anos, também, apontou que mulheres já eram mais resilientes, no passado, mesmo mediante as circunstâncias mais inóspitas. Até na infância, quando as diferenças de comportamento entre meninas e meninos não são tão acentuadas, as garotas têm mais possibilidades de sobrevivência.

    Em diversos países do mundo, é a mulher quem vive por mais anos, essa diferença na expectativa de vida se manifesta ainda na primeira fase da vida.

    Ao analisar dados por faixa etária, cientistas identificaram que a vantagem de sobrevivência das mulheres se dava a partir de diferenças na mortalidade infantil. Em todo o material avaliado, as meninas se mostraram mais resistentes do que os meninos.

    Nos primeiros anos de um ser humano, questões ambientais e comportamentais não influem, tanto quanto na fase adulta na vida, por isso, os resultados sugerem que a diferença na expectativa de vida entre os sexos feminino e masculino podem ter, sim, influência biológica.

     

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