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    Na linha de frente do combate ao novo coronavírus, Dr. Elia Ascer fala com exclusividade à Antena 1

    Médico cardiologista responsável pelo Centro de Vacinação Faria Lima dá detalhes sobre a infecção e dicas aos antenados

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    Photoshoot/Divulgação

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    A infecção do novo coronavírus se tornou algo presente na vida, não só dos brasileiros, mas de todo mundo. Diante do avanço da pandemia, diversas medidas foram solicitadas pela OMS, no intuito de impedir que a infecção chegue a mais famílias, e cause mais mortes. A Antena 1, desde a chegada da COVID-19 no Brasil, está noticiando e informando os ouvintes sobre os perigos ao redor da doença, e recentemente, a rádio fechou uma parceria com o Dr. Elia Ascer, responsável pelo Centro de Vacinação Faria Lima, no intuito de oferecer aos ouvintes uma escolha segura de realizar as testagens e tratamentos necessários neste período.

    Veja também: Instituto alemão diz que vacinações contra coronavírus podem começar no início de 2021

    O Dr. Elia Ascer está na linha de frente do combate ao novo coronavírus, e justamente por ser um especialista com domínio no assunto, a Antena 1 convidou o médico cardiologista para responder algumas perguntas sobre como estão sendo os procedimentos de combate a infecção, além de fornecer dicas e orientações para os nossos ouvintes antenados. Confira a entrevista na íntegra abaixo:

    (00:33) Antena 1: Como a clínica do senhor está reagindo a este tempo de pandemia?

    Dr. Elia Ascer: Bom, a nossa clínica está reagindo de forma clínica, primeiro, atendendo o pessoal da COVID, e quem está com problemas cardiológicos eventualmente irão também se tratar, e também estamos fazendo uma coisa importante não somente para os pacientes que estão internados ou que tenham a doença, mas também pacientes que realmente podem se beneficiar com diagnóstico da doença pré-hospitalar, ou pré-doença grave que possa acontecer, utilizando testes que são hoje ligados a parte de anticorpos, PCR-AG (teste do cotonete nasal COVID-19 ultra rápido para o diagnóstico da doença em 15 minutos, com confiabilidade de 99%) e PCR-RT . Então fazemos duas atividades, uma clínica e uma laboratorial, para ajudar o nosso paciente a se cuidar melhor... E também na parte de divulgação do distanciamento, como estamos fazendo com a rádio Antena 1, tudo que já é bem conhecido que vamos reenfatizar, e também contar que não é tão simples tomar conta de uma campanha deste tipo dentro na vida dos médicos hoje, quando se fala de cardiologia dentro da COVID, porque as doenças secundarias ao coronavírus são bem sérias, e geralmente atuam em paciente que está em uma UTI, ou uma semi-intensiva, ou no hospital.

    (02:47) Antena 1: Na clínica do senhor, há a intervenção cardiológica. Está ocorrendo em pacientes que têm coronavírus?

    Dr. Elia Ascer: Veja bem, na clínica, não é nem tanto porque estes que tem problemas cardiológicos geralmente não chegam na clínica, e chegam no pronto socorro com o problema mais ou menos estabelecido, e o grupo do pronto socorro, da terapia intensiva e semi-intensiva, que é nosso grupo que está geralmente em estabelecimentos públicos e privados, eles realmente costumam pegar estes quadros bem graves e vão começar a tratar os pacientes de uma forma que seja uma coisa definitiva e melhorar o paciente da maneira em que ele está. Então não recebemos o paciente na clinica realmente, porque um paciente muito grave não pode receber atendimento ambulatorial, ele é atendido no sistema hospitalar, na clínica é raro e ele só é atendido depois da alta, ainda porque não podemos ficar muito tempo com doente do hospital, ai ele vem para o consultório do médico, e ele continua a tratar o problema, não só cardíaco, como outros, então quando ele vem para o consultório do médico é porque está internado ou vai internar. 

    (04:55) Antena 1: Além da clínica, o senhor está na linha de frente da pandemia. Como é estar nessa posição em um Brasil com mais de 100 mil mortes por conta da COVID?

    Dr. Elia Ascer: Olha é triste, se quer saber. É triste pelos números, mas estou contente por outro lado porque nós conseguimos entender um pouco mais a doença, e nós pensamos que essa doença tinha só 7 ou 8 meses, não é 70 anos de evolução como uma apendicite, ou então uma pneumonia, um AVC, a hipertensão arterial, uma pressão alta, ou então colesterol alto, que a gente já conhece à muito tempo, e mesmo assim há muitas atualizações, imagine o coronavírus que nós nunca tínhamos visto como doença clínica, nós apenas conhecíamos na parte laboratorial na parte bioquímica, nós nunca vimos ele circulando dessa forma clinica terrível como essa pandemia mundial, que aconteceu nessa época que estamos vivendo. Portanto, a gente está realmente num ponto de vista melhor no entendimento na linha de frente, e isso leva a menos complicações e menos mortes também, porque os médicos começaram a prever. Os médicos com a tecnologia atual e com gente mais experiente orientando... Que estão atuando junto com os médicos mais jovens, para tomar conta desses casos e melhorar a condição de resposta, e isso vai dar uma condição melhor, até para os pacientes, mesmos os graves, saírem de um quadro que era talvez fatal.

    (06:46) Antena 1: Justamente sobre essa expectativa de melhora, o senhor por acaso tem alguma previsão do que pode acontecer daqui para frente? Acha que podem vir notícias boas daqui a alguns meses?

    Dr. Elia Ascer: Eu acho que na realidade estamos tendo noticias boas em São Paulo, e em alguns estados também ao mesmo tempo, mas na cidade de São Paulo o índice de morte caiu, seja lá pelo número de pacientes que não pegaram a doença grave, seja porque os médicos estão atendendo melhor com mais condições clinicas, porque eles conhecem melhor a doença hoje. Antigamente, muitas medicações apareceram e que foram colocadas de lado porque não serviam, como a cloroquina, realmente não deu para dizer que são medicações adequadas, não são, então temos que partir para medicações clássicas e impedir a fibrose pulmonar que é importante, impedir a insuficiência renal, impedir a trombose, impedir o infarto agudo, impedir a insuficiência cardíaca, quer dizer, é uma situação delicada, mas que os médicos estão mais preparados porque já conhecem como ele atua mais ou menos em boa parte. Nem tudo conhecemos, não é verdade, conhecemos boa parte de como ele atua.

    (08:34) Antena 1: Como o senhor avalia as medidas da OMS para a prevenção do coronavírus?

    Dr. Elia Ascer: Eu gostei das atuações, eu não sou contra não. Eu não acho que o governo brasileiro atuou negativamente, do ponto de vista dos ministros e da presidência, eu acho que na verdade, no Brasil como um todo não se atuou como deveria ter sido atuado, porque na verdade demorou um pouco, mas graças a Deus, os governadores foram extremamente eficazes, principalmente em São Paulo. Foi difícil no começo, mas depois foi certo, o distanciamento social, tentar fazer com que as linhas de higiene fossem cumpridas. Eu acho que na realidade hoje, os governadores foram muito mais eficazes que o setor executivo, além do setor jurídico e o congresso nacional também foram eficazes. Eu acho o governo brasileiro, o governo dos estados brasileiros, foram bons, alguns demoraram um pouco. Acho que agora, quando se analisa um grupo com distanciamento social, e outro sem distanciamento social, no segundo a infecção foi bem maior. 

    (10:50) Antena 1: O senhor estava comentando sobre problemas cardíacos. Alguns pacientes de coronavírus estão tendo constatações de problemas cardiovasculares, o senhor pode nos dizer o porquê de isso ocorrer?

    Dr. Elia Ascer: Ocorre porque o coronavírus é um tipo de agente infeccioso viral que tem uma afinidade também pelo músculo cardíaco, então, o que acontece, quando os tipos de vírus mais agressivos, como o coronavírus também, fazem com que o músculo cardíaco vá se estendendo e dilatando, levando a uma dilatação do coração, fazendo com o que apareça uma doença chamada insuficiência cardíaca congestiva, o que que é isso? O coração dilatou, não tem como manter a função cardíaca normal, retém agua no pulmão, retém agua nas pernas, retém agua no fígado, retém agua em tudo quanto é lugar do corpo, e isso se chama anasarca, que é um quadro grave da insuficiência cardíaca congestiva, onde há o acumulo no corpo inteiro de liquido excessivo, e as vezes não conseguimos com medidas comuns porque há diversas outras complicações aparecendo... Então nesses casos a gente tem que fazer com que esses pacientes evitem chegar nesse ponto, mas não há como impedir, há como esperar que começou o problema, trata logo. Além disso, o coronavírus também atua como inflamação, ele é infeccioso, mas ele também inflama muito... Então, estes pacientes, ao inflamar o coração, também inflamam as artérias coronárias, e há o infarto agudo, e pode acontecer logo na manifestação inicial do COVID... E quando tem infarto com COVID, a coisa complica muito.

    (13:53) Antena 1: E justamente aproveitando toda essa linha cardíaca que o senhor entende bastante, o senhor atende há mais de 40 anos, e provavelmente tem bem mais tempo de experiencia no ramo da saúde. Pode nos dizer se já aconteceu algo parecido no passado com o coronavírus? E o senhor imaginou que em algum momento isso fosse acontecer?

    Dr. Elia Ascer: Não, não temos nenhuma situação similar, acho que a mais similar foi a H1N1, a febre amarela, e como eu participei do Projeto Rondon, eu vi a malária, um caso importante, talvez tenham outros que eu esqueci de comentar, mas estes são os principais. Nós não pegamos, a minha geração e a tua, não pegou a Febre Espanhola, uma situação dramática que aconteceu no mundo, e quem sabe com os números que temos hoje, foi diferente, mas certamente foi muito grave a febre espanhola, não temos noção de como foi, mas a H1N1 foi grave, não tão grave quanto o coronavírus mais foi grave. Os hospitais estão lotados, nós chegamos num ponto que precisamos fazer hospital de campanha, porque realmente é muito mais feia essa situação do que no H1N1, além de que no H1N1 nós tínhamos a vacina, os que tomaram se protegeram, os que não tomaram, pegaram H1N1.

    (15:47) Antena 1: Agora indo para uma linha um pouco diferente, Como uma pessoa com problemas cardiológicos e precisam realizar alguma atividade física que exija a saída de casa, pode continuar este tipo de tratamento?

    Dr. Elia Ascer: Ela deve primeiro ser muito bem avaliada pelo médico dela, pelo cardiologista de preferência... Não é obrigatório ser cardiologista, mas um bom médico, bem formado, que conheça bem cardiologia é o suficiente, para poder acompanhar o paciente em termos de exames... E verificar como está essa pessoa, se ela tem algum sinal tomográfico do COVID e também, fazer os testes rápidos, neste momento os novos testes rápidos que hoje dão, o teste de anticorpos em 10 minutos, o teste de COVID-19, o PCR-AG, ele também consegue testar o problema em 20 minutos, e assim ele consegue sair na rua com mais segurança do que não estar bem avaliado. Eu acho que uma boa avaliação clinica e laboratorial, incluindo testes para COVID.

    (17:15) Antena 1: Falando sobre essa questão dos exercícios, há diversas pessoas relatando uma espécie de sufocamento durante os exercícios devido ao uso de máscaras. O senhor tem alguma dica para melhorar o bem estar durante as atividades físicas enquanto está se protegendo?

    Dr. Elia Ascer: Olha é difícil porque, na realidade eu também tenho que fazer exercícios de manhã, e eu tento fazer o que eu posso. Eu antigamente corria 10 quilômetros, mas agora eu não consigo correr nem dois, por conta da minha máscara, apesar de ela ser a máscara valvulada, eu posso puxar o ar quando eu quiser, mas não dá, não dá para correr, é difícil. O fato é que temos que, primeiramente, manter a pessoa viva! A pessoa viver e não pegar o COVID, então, na realidade, se quiser correr até a padaria, vai encontrar com pessoas, então tem que estar, mesmo que cansado, com a máscara no rosto, para não pegar o COVID de alguém que está lá. Evidentemente estamos testando pessoas em tudo quanto é lugar, mas não é certo que vamos pegar todo mundo, alguns escapam no dia da testagem, e assim vai... Eu acho que não há solução imediata para poder mudar essa situação de sufocamento como ocorre com a máscara, de verdade não tem. Tirar a máscara não é o ideal, ande a pé, não precisa correr! Daqui a alguns meses já vai poder estar tudo ok, se Deus quiser, vamos estar bem, já vamos ter a vacina, assim por diante, Eu acho que não precisa se preocupar tanto se não conseguir correr os 10 quilômetros por dia, ou então fazer bicicleta, 20 quilômetros por dia, então eu acho que a alternativa seria realmente a bicicleta, porque causa menos cansaço para a sufocação, outra alternativa seria a natação, que é obrigado a tirar a máscara. Natação é muito bom... Alternativa para tirar a máscara: Impossível! Nós temos que ficar com a máscara, porque nos protege contra a doença, e é um dos pontos principais, assim como precisa das mãos lavadas, do distanciamento social, todas essas coisas são importantes. Inclusive, é importante lembrar que quando você vai para uma academia, ou vai para um clube, você fique distante de outras pessoas... Não pode fazer contato muito perto do outro, mantendo a condição...

    (20:35) Antena 1: Justamente falando de imunidade, mas agora de medicamentos, no começo da pandemia, diversas farmácias relataram a falta de estoque de comprimidos contendo vitamina C, porque há a crença que estes medicamentos aumentam a imunidade. O que o senhor pensa dessa crença?

    Dr. Elia Ascer: Olha, a imunidade realmente aumenta com vitamina C, pouco, muito pouco. Então, na realidade, não podemos falar que realmente a vitamina C protege contra o coronavírus, não podemos falar isso. O coronavírus é muito mais agressivo do que a gente imagina em termos de que a vitamina C aumenta um pouco a imunidade por IGG, para poder defender, mas olha a gente vê que não, porque quando a gente faz os testes o IGG nem está ai! Então as vezes, nem tendo COVID, o IGG não está lá, é difícil a gente poder imaginar vitamina C produzindo. Agora, mal não faz nenhum, é uma coisa que é interessante, a gente usa muito em estado gripal, nós usamos realmente, para crianças principalmente, em adultos normalmente menos do que nas crianças, porque as crianças tem menos condições de usar medicações de uso oral porque geralmente elas vomitam e também não gostam de medicamento que tem um gosto diferente, se é um adulto ele consegue, ele engole, mas as crianças não conseguem tomar os medicamentos. Então eu acho que na realidade para as crianças, vitamina C tem um gosto agradável, e elas podem tomar vitamina C, agora eu não acho que deveria tomar contra o coronavírus, isso é definitivo que não, pode usar, mas não vai proteger contra o coronavírus, isso eu acho que não, ta ok? Essa é minha opinião.

    (22:32) Antena 1: Indo para alimentação, durante a pandemia, diversas pessoas relatam estar desbalanceado o fluxo de alimentação geralmente optando por uma opção mais gordurosa, como lanches. Há longo prazo, o que o senhor pensa que pode acontecer?

    Dr. Elia Ascer: Veja, o que nós vemos isso na clínica, já que não há estudos sobre como ficou o IMC, que é o Índice de Massa Corpórea das pessoas durante a pandemia, não temos certeza por enquanto, mas eu acho que uma boa parte ganhou peso, porque não consegue fazer exercício, não está saindo de casa, mas quem voltou para trabalhar, está no sistema de lanche! Porque não pode entrar no restaurante, agora que abriu, pode comer no restaurante, mas antes, comia lanche, e tem o que? Tem pão, gordura, tem presunto... Portanto, eu acho que a impressão que nós temos agora dos pacientes que voltaram para nós, são pacientes que ganharam peso, alguns até perderam peso, mas não por motivos especificamente de dieta balanceada, não, é porque simplesmente ela tem tendência a não ganhar peso, isso é outra história. Eu acho que na realidade, hoje em dia, pode falar que houve ganho de peso, e basicamente que conseguiu manter atividade física ganhou menos peso. Com relação a dieta alimentar, provavelmente nós temos que explicar para os pacientes fazendo aquela imagem dos 5 pontos, quer dizer, a carne, o frango, o peixe, saladas e verduras, são 5 pontos que devem ser mantidos. O arroz, macarrão, pizza, não devem ser usados de rotina na alimentação, porque fazem com que a pessoa ganhe peso, e pode chegar até uma obesidade leve ou média, e a obesidade é um fator risco importante para o coronavírus. Então, ser obeso não é bom, é bom a gente ter uma condição melhor, assim como pressão alta, assim como diabete, assim como outras doenças também, a gente deve proteger o ser humano para que ele possa não ter obesidade nessa fase que nós estamos. Se possível, não ganhar peso, porque se ganhar peso ele vai ter maior chance de pegar COVID.

    (25:30) Antena 1: Para fechar com chave de ouro, o senhor tem alguma dica para melhorar o bem estar das pessoas em casa durante a quarentena?

    Dr. Elia Ascer: Olha, está bem difícil, bem difícil. As pessoas devem procurar fazer o que elas gostam, ou que nunca fizeram porque não tinham tempo. Como agora podemos passear, levar com segurança o cachorrinho para poder dar uma voltinha... Assistir algum programa de TV especial, escrever alguma coisa que queria escrever, e que não escreveu nunca, ler um livro que você tenha vontade de fazer, mas nunca conseguiu na vida, escrever um artigo porque eventualmente você gostaria de fazer um artigo especial da tua vida, sobre alguma memoria, assim por diante. Sei lá, acho que coisas para dar prazer. Além disso, quem estiver muito ansioso, eu acho que deve procurar um psicólogo, procurar ajuda caso sinta ansiedade, e assim por diante, para conseguir uma saúde, com bem-estar, com psicólogo da para fazer, pois ele consegue melhorar a sua parte íntima, pessoal, para poder ter uma condição de vida melhor do que hoje. Agora, o mais importante eu lembro a vocês, a parte psicológica está influindo, mas a parte orgânica, dos órgãos que estão envolvidos na COVID é muito mais grave, porque a ansiedade a gente controla, temos medicações e psiquiatras, mas a doença em si está ai, ela não parou, nós temos 250 mortos em São Paulo ainda, e eu estou falando da cidade de São Paulo, nos demais estados é pior. Então eu acho que nós temos que pensar em dar o atendimento adequado aos pacientes, não é uma questão de bem-estar em casa, que nós temos que dar o atendimento adequado aos pacientes, para ele poder sair vivo dessa pandemia muito grave, e ele poder voltar para casa e poder abraçar seus filhos, seus irmãos, sua esposa, e que a gente consiga uma condição melhor de vida para todo mundo, e que melhorem bem com as novas tecnologias, com novos equipamentos e a vacina que vem ai, essa é a mensagem final a todo mundo, e que tomem muito cuidado, e tentem não ficar doentes, a doença pode ser leve ou grave, a gente não sabe quem vai ter o que. Um forte abraço para todo mundo, e está é a minha ideia básica para o bem-estar, tentar viver melhor, fazendo o que gosta, é isso que nós temos que fazer, e esperar para que as pessoas gostem de viver, após uma pandemia, este quadro grave que está acontecendo, e que nós médicos possamos colaborar, além da tecnologia e medicamentos, e também Deus, porque Deus também pode nos ajudar para fazer o melhor para os pacientes.

    (29:11) Antena 1: Doutor, eu gostaria de fazer uma pergunta bem rápida para o senhor, que acabou de surgir, qual a sua opinião sobre as vacinas testes, que estão em laboratório agora?

    Dr. Elia Ascer: Tem duas vacinas que eu estou bem alinhado. A vacina do Butantã é uma boa vacina, ela realmente tem um acesso bom... Mas é um quadro com um bom resultado, por enquanto não temos um resultado final, mas aparentemente, pelo que eu falei com o Dr. Dimas Covas, ele me explicou basicamente que eles estão indo bem com os testes, e a vacina de Oxford, com a Escola Paulista também estão indo bem também, já está na terceira fase, foi feito uma primeira dose e agora haverá uma segunda dose, para poder aumentar os anticorpos da primeira dose.

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