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Netanyahu diz que Irã não tem mais capacidade de enriquecer urânio

Netanyahu diz que Irã não tem mais capacidade de enriquecer urânio

Reuters

19/03/2026

Placeholder - loading - Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu 19/03/2026 REUTERS/Ronen Zvulun/Pool
Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu 19/03/2026 REUTERS/Ronen Zvulun/Pool

Atualizada em  19/03/2026

JERUSALÉM, 19 Mar (Reuters) - O Irã não ​tem mais a capacidade de enriquecer urânio ou fabricar mísseis balísticos após 20 dias de ataques aéreos israelenses e norte-americanos, disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

'Estamos vencendo, e o Irã está sendo dizimado', disse Netanyahu, observando que o arsenal de mísseis e drones do Irã está sendo ⁠massivamente ⁠degradado e será destruído.

'O que ​estamos ‌destruindo agora são as fábricas que produzem os componentes para fabricar esses mísseis e para fabricar as armas nucleares que eles estão tentando produzir', ⁠disse Netanyahu.

O primeiro-ministro não forneceu provas de que o ​Irã não tem mais a capacidade de enriquecer ​urânio.

O programa nuclear do Irã foi ‌o foco ​de conversas ⁠mediadas que, por fim, fracassaram com o lançamento de um ataque aéreo dos EUA e de Israel contra o ​Irã em 28 de fevereiro. O Irã disparou mísseis contra Israel e outros países do Golfo Pérsico, além de impedir que navios-tanque usassem o Estreito ​de Ormuz.

Apesar da guerra de quase três semanas, ainda é muito cedo para dizer se os iranianos sairão às ruas para tentar derrubar seu governo, disse Netanyahu.

'Cabe ao povo iraniano mostrar isso, escolher o momento e estar à altura do momento', afirmou.

Embora a guerra tenha sido conduzida até ​o momento por meio de ataques aéreos, Netanyahu disse que ‌deve haver também um componente ⁠terrestre e 'há muitas possibilidades para esse componente terrestre.' Ele não entrou em detalhes.

Netanyahu também negou que tenha ⁠arrastado os Estados Unidos para o ⁠conflito.

'Alguém realmente acha que ⁠alguém pode ⁠dizer ​ao presidente Trump o que fazer?', questionou.

(Reportagem de Maayan Lubell)

Reuters

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