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    Novo estudo revela mais detalhes sobre a relação do homem com o cão

    Material aponta que os cachorros acompanharam seus donos durante migração para a Europa

    Por Larissa Valença

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    Atualmente, esses animais fazem parte da vida de muita gente. E tudo indica que tal conexão forte é extremamente antiga. Agora, segundo pesquisa recente publicada no periódico científico ''journal Biology Letters’’ e replicada pela rede BBC, os cães fizeram parte da jornada de migração do homem.

    Esses bichos são parte importante de um momento na história da humanidade: quando os ancestrais do ser humano começaram a realizar o processo de agricultura. Primeiro, os fazendeiros mudaram para o Oriente Médio, com o rebanho de animais, como ovelhas, e os cachorros, também, podem ter acompanhado as pessoas e podem ser incluídos nessa listagem, apontam cientistas.

    A evidência de DNA preenche algumas lacunas na história de como lobos se tornaram cães, em todos os tamanhos e formas que a sociedade conhece hoje.

    A agricultura começou, no que é chamado de Crescente Fértil do Oriente Médio, o que equivale hoje, a territórios do Iraque, Síria, Líbano, Jordânia, Israel e Egito.

    Homens que viviam como caçadores ou coletores se estabeleceram e começaram a criar uma variedade de culturas, como trigo, cevada, ervilha e lentilha.

    Eles, também, domesticaram animais como ovelhas silvestres, vacas, porcos. Aproximadamente há 9 mil anos, essa população se mudou para a Europa e Ásia, levando o conhecimento sobre a agricultura, e também, seus animais. Agora, o estudo mostrou que os cachorros, também, integraram essa viagem. A prova é proveniente de um extrato de DNA de restos caninos encontrados em sítios arqueológicos na Europa e na Ásia.

    Segundo o Dr. Morgane Ollivier da Universidade de Rennes, na França, o trabalho revelou que cachorros e humanos têm histórias entrelaçadas-cachorros seguiram os humanos durante a migração para a Europa. O levantamento evidenciou que os cães e as pessoas já estavam muito conectados.

    Quando esses pets chegaram na Europa, esses cachorros se mesclaram com os que já estavam no local, aponta o documento.

    É importante ressaltar que: Os cães de hoje, devido há misturas genéticas, são muito diferentes do que aqueles que acompanharam seus donos ao longo da viagem.

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