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    Novo tratamento pode curar degeneração macular relacionada à idade

    Por enquanto ele ainda está em fase experimental, mas mostrou bons resultados.

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    Um tratamento genético pode pôr fim ao sofrimento de quem tem degeneração macular relacionada à idade (DMRI), a forma de cegueira mais comum no Ocidente. Uma mulher britânica foi a primeira pessoa no mundo a ser submetida à terapia.

    Para isso, os cirurgiões injetaram um gene sintético na parte de trás do olho da paciente, em uma tentativa de impedir a morte de mais células. É o primeiro tratamento a atacar a causa genética subjacente da doença.

    A cirurgia foi realizada com anestesia local no mês passado, no Oxford Eye Hospital, no Reino Unido, pelo médico Robert MacLaren, professor de oftalmologia da Universidade de Oxford.

    "Um tratamento genético precoce para preservar a visão em pacientes que, sem intervenção, perderiam a visão seria um tremendo avanço na oftalmologia e certamente algo que espero para um futuro próximo", afirmou MacLaren.

    O tratamento, ainda experimental, foi desenvolvido pela Gyroscope Therapeutics, com financiamento da Syncona, fundo de investimentos da Wellcome Trust.

    O que é a doença

    Na degeneração macular relacionada à idade, as células da retina morrem e não são renovadas. Como o próprio nome já diz, o risco de desenvolver DMRI aumenta com o passar dos anos.

    A maioria dos pacientes apresenta a forma seca da doença, em que o declínio na visão é gradual e pode levar muitos anos. Já a DMRI úmida pode se instalar subitamente e levar à perda rápida da visão, mas pode ser tratada se for diagnosticada logo.

    Nova terapia

    Com o avanço da idade, em algumas pessoas, os genes responsáveis pelas defesas naturais do olho apresentam anomalias e destruir células da mácula, o que leva à perda da visão.

    Com uma injeção, aplicada na parte de trás dos olhos, um vírus inofensivo que contém um gene sintético é introduzido. O vírus infecta as células da retina e libera o gene. Isso permite que o olho produza uma proteína destinada a impedir que as células morram e a manter, assim, a mácula saudável.

    Se o tratamento for bem-sucedido, a meta seria tratar os pacientes antes que tenham perdido qualquer percentual da visão, em uma tentativa de deter a DMRI no início. Por enquanto, ainda em fase experimental, ele foi feito com pessoas que já perderam parte da capacidade de enxergar.

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