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    O plano da Noruega para construir aviões elétricos

    A ideia pode transformar a indústria aeronáutica

    Por Larissa Valença

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    Segundo uma reportagem publicada pela rede BBC, os aviões elétricos devem ser parte da realidade, ao menos da Noruega, a partir de 2040. O país visa que todos os voos de curta distância, que saiam de seus aeroportos, sejam em aeronaves desse gênero, alimentadas por baterias.

    Se isso se concretizar, será algo benéfico para o meio ambiente, pois seria uma forma de reduzir a contribuição da aviação nas emissões de gases de efeito estufa.

    Mas há uma barreira, o mercado ainda não está construindo aeronaves de propulsão elétrica com tamanho comercial. Atualmente, são idealizados e fabricados aparatos pequenos; geralmente, para duas pessoas. Segundo Dag Falk-Petersen, o diretor da companhia aeroportuária norueguesa Avinor, esse cenário vai ser modificado muito em breve. 


    Porque nesse território?

    Na Noruega, grande parte do local é composto por montanhas e há inúmeras ilhas próximas a costa, o que significa que a quantidade de voos de curta distância é grande. Outra questão, as viagens feitas usando outros meios de transporte, terrestre ou aquático, por exemplo, gastam muito mais tempo do que um voo curto.


    Então, a Noruega visa que os fabricantes de aviões desenvolvam uma aeronave comercial de 25 a 30 assentos movida por motores elétricos e que o primeiro deles já esteja pronto para começar o serviço em 2025. Falk-Peterson considera essa ideia plausível e tem certeza que um avião do tipo pode ser eletrificado.

     

    Quem criaria?

    Pipistrel, uma possível cotada, deve ter concorrentes. A Zunum Aero, por exemplo, uma das empresas que inova no setor, com sede em Kirkland, no subúrbio de Seattle, nos Estados Unidos.

    Inclusive, a Zunum Aero tem planos de criar um avião de passageiros de 12 assentos de curta a distância para voar em 2022. Aliás, a empresa acredita ser possível realizar o que a Noruega quer. De acordo com o diretor executivo da companhia, um avião com 100 assentos, um alcance de 1.500 milhas será algo viável e poderá deixar apenas de ser um sonho no final da década de 2020.

     

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