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    Estudo europeu aponta que as mutações genéticas variam de acordo com o gênero.

    Pais mais velhos conseguem passar mais alterações genéticas para os herdeiros, aponta pesquisa

    Por Redação, antena 1

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    Segundo estudo islandês,  um pai mais velho passa um número maior de alterações genéticas para o herdeiro. Quando comparado às mulheres, homens acumulam quatro vezes mais alterações no DNA ao longo da vida.

    Partindo do ponto de vista biológico, especialistas dizem que o período mais indicado para engravidar fica na faixa entre os 20 e 30 anos.  Pois o corpo da mulher está mais preparado para uma gestação. A partir dos 40, pode acontecer com mais frequência certas anomalias nos cromossomos, as quais podem gerar distintas síndromes físicas e mentais.

    Mas, o novo estudo aponta que essas alterações genéticas variam de acordo com o gênero, além de se tornarem mais recorrentes com o passar do tempo.

    Tendo em vista essa lógica a idade da mãe tem peso menor, pois 80% dessas mutações  no DNA estão relacionadas ao material genético do pai.
     

    Os cientistas analisaram material genético de mais de 14 mil pessoas, e com isso, chegaram a conclusão de que o DNA dos homens adquirem uma nova característica a cada oito meses de vida. Já no caso das mulheres, isso surge a cada três anos.

     Ou seja, um pai com idade mais avançada que a mãe pode gerar uma criança com maior número de mutações genéticas. Por exemplo, um herdeiro de um casal de 28 anos,  iria receber 42 alterações paternas e apenas 10 maternas. 


    De forma simplificada, “mutações” são as características inéditas que compõem um indivíduo.

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