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    Pílula pode substituir injeção para diabetes, afirmou The Guardian

    Segundo pesquisadores, nova técnica seria menos invasiva e mais eficaz

    Por Letícia Furlan

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    As injeções de insulina para quem sobre com diabetes podem ficar cada vez mais obsoletas. Isso porque pesquisadores estão trabalhando para criar uma pílula tão eficaz quanto as agulhadas. O estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy Society (PNAS).

    Segundo o jornal britânico The Guardian, infelizmente, ainda não há disponibilidade para comercialização desse medicamento. Os testes, por enquanto, são feitos em animais

    Atualmente, o tratamento para o diabetes tipo 1 acontece através de injeções diárias, normalmente aplicadas duas ou quatro vezes ao dia. Já a diabetes tipo 2 não é sempre tratada através das picadas, mas elas também são uma alternativa.

    De acordo com Samir Mitragotri, professor da Harvard (EUA) e um dos autores do estudo, o procedimento com injeções é invasivo e doloroso, principalmente para os pacientes que sofrem do diabetes tipo 1 por causa de uma incompatibilidade com a insulina.

    Para a criação da pílula, os cientistas dispersaram a insulina em um líquido feito de dois componentes: a colina (nutriente do complexo B de vitaminas) e o ácido gerânico (usado como tempero de alimentos). A mistura foi colocada em capsulas feitas de um material capaz de suportar o poder de corrosão que ocorre no sistema digestório e as injetou na garganta de camundongos.

    As observações revelaram que os níveis de açúcar no sangue dos animais caíram rapidamente, atingindo nas duas primeiras horas cerca de 62 por cento dos níveis iniciais e 55 por cento em 10 horas. Os cientistas ainda realizaram testes com a insulina em forma de injeção e os resultados mostraram que o nível de glicose no sangue dos camundongos reduziu rapidamente para quase metade. No entanto, após quatro horas, o valor se aproximou do nível inicial.

    A pílula acaba sendo mais eficiente do que a injeção porque o líquido no qual a insulina é dispersada impede que o hormônio seja decomposto por enzimas do corpo humano depois que a capsula de dissolve.

    A nova técnica auxilia a substância a passar pela camada de muco do intestino, permitindo a entrada nas células intestinais, o que ajuda a insulina a chegar até os vasos sanguíneos.

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