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Principal assessor de Zelenskiy diz que acordo de paz até o inverno europeu é 'realista'

Principal assessor de Zelenskiy diz que acordo de paz até o inverno europeu é 'realista'

Reuters

01/06/2026

Placeholder - loading - Chefe do gabinete do presidente da Ucrânia, Kyrylo Budanov, durante Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça 20 de janeiro de 2026 REUTERS/Denis Balibouse
Chefe do gabinete do presidente da Ucrânia, Kyrylo Budanov, durante Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça 20 de janeiro de 2026 REUTERS/Denis Balibouse

KIEV 1 Jun (Reuters) - O ​chefe de gabinete do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, Kyrylo Budanov, disse nesta segunda-feira que acredita que um acordo para acabar com a guerra com a Rússia até o inverno europeu é um resultado 'realista'.

Zelenskiy disse em uma entrevista que foi ao ar no domingo que quer prosseguir com as ⁠negociações para ⁠garantir a paz com ​a ‌Rússia, que foram paralisadas nos últimos meses, antes do início do inverno europeu, para levar em conta a melhoria da posição ⁠estratégica de Kiev.

As conversações intermediadas pelos Estados Unidos ​para avançar em direção a um acordo ​de paz foram interrompidas porque ‌Washington se ​concentrou no ⁠conflito no Irã.

Budanov disse que espera que uma delegação dos EUA visite Moscou e Kiev em um ​futuro próximo, sem dar detalhes.

'Esta é a instrução do presidente: tentar acabar com essa guerra o mais rápido possível... de preferência ​antes do inverno', disse ele a repórteres em uma coletiva de imprensa. 'Em minha opinião, isso é absolutamente correto, oportuno e realista.'

Zelenskiy e outras autoridades ucranianas disseram que o avanço das forças russas diminuiu no terreno, enquanto a Ucrânia intensificou uma campanha ​de ataques de longo alcance dentro da Rússia, visando ‌principalmente o setor petrolífero.

Um ⁠comandante ucraniano graduado disse na semana passada que a Ucrânia tem um prazo de ⁠seis meses para tomar a ⁠iniciativa no campo de ⁠batalha e ⁠fortalecer ​sua posição nas negociações de paz.

(Reportagem de Max Hunder)

Reuters

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