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    Robô Da Vinci é aliado dos médicos na realização de cirurgias complexas

    Com o uso do recurso, o processo pode ser feito de modo menos invasivo, gerando benefícios ao paciente

    Por Larissa Valença

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    De acordo com publicação de um periódico digital da Espanha, ''El español’’, a técnica, é uma das mais vanguardistas em relação às cirurgias minimamente invasivas. Outras vantagens da ferramenta são: o paciente pode ter mais comodidade, e mais benefícios no período pós-operatório. Além disso, tudo indica que o procedimento médico pode ser feito de forma mais segura e precisa.

    Esse dispositivo é um dos recursos da equipe de Cirurgia Robótica do HM Hospitais, na Espanha. A máquina traz novas perspectivas relativas ao tratamento de doenças do aparelho digestivo e da área de oncologia.

    O médico Emilio Vicente, diretor do serviço de Cirurgia Geral e Digestiva do Hospital Universitário HM Sanchinarro, é um dos cirurgiões mais experientes do local no uso da ferramenta. Segundo ele, essa é mais uma alternativa para tratar pacientes que precisam ser submetidos a processos médicos complexos e a procedimentos difíceis de modo mais seguro e preciso.

    Bem-estar e saúde do paciente 


    Segundo a doutora, Yolanda Quijano, codiretora de Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva no Hospital Universitário HM Sanchinarro, o Da Vinci propicia que o paciente sofra o mínimo de impacto possível. “A precisão do recurso gera uma menor repercussão relativa à perda de sangue, melhor cicatrização e, no geral, pode propiciar uma recuperação menos incômoda para o doente.  Incluindo: menos dor, e um risco reduzido de contrair infecções e as demais complicações.


    Cirurgiões são os líderes do processo

    Mas, o intuito da máquina, no futuro, não é roubar o lugar do médico e sim, auxiliá-lo. A cirurgia robótica, minimamente invasiva, é conduzida com a destreza da pessoa que está por trás, ou seja, o médico responsável pelo procedimento deve passar por um treinamento prévio e ele seguirá comandando a operação.

    O aparelho somente replica na mesa de operação os movimentos do cirurgião no console, de modo que, é o ser humano o líder da intervenção e Da Vinci é apenas um facilitador.

    É claro, que para isso, será imprescindível passar por uma formação específica. Segundo o doutor Vicente, quem sabe surja até ''uma nova residência na área’’.

     

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