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ROCK HALL LIBERA SHOW NA ÍNTEGRA DE CYNDI LAUPER NA CERIMÔNIA ESPECIAL DE 2025

APRESENTAÇÃO REÚNE CONVIDADAS ESPECIAIS E CLÁSSICOS QUE MARCARAM GERAÇÕES DA MÚSICA POP

João Carlos

07/01/2026

Placeholder - loading - Crédito da imagem: Kevin Mazur/Getty Images for Rock and Roll Hall of Fame. Reprodução: Rolling Stone.
Crédito da imagem: Kevin Mazur/Getty Images for Rock and Roll Hall of Fame. Reprodução: Rolling Stone.

Para os fãs que aguardavam ansiosamente a performance de Cyndi Lauper na cerimônia de introdução de seu nome no Rock and Roll Hall of Fame, a boa notícia finalmente chegou. O canal oficial do Rock Hall liberou a apresentação completa do evento, permitindo que o público assista, na íntegra, a um dos momentos mais marcantes da edição de 2025.

Realizada em Los Angeles, a cerimônia consagrou a trajetória de Cyndi Lauper com uma apresentação vibrante, emocional e cercada de simbolismo. Ícone absoluto dos anos 1980, a artista mostrou por que sua obra atravessa décadas, reunindo clássicos que continuam atuais e profundamente conectados com diferentes gerações de ouvintes.

Clássicos eternos e encontros especiais no palco

No palco do Rock Hall, Cyndi Lauper revisitou três de seus maiores sucessos. “True Colors” abriu a sequência em clima intimista, ressaltando a mensagem de empatia e identidade que transformou a canção em um hino atemporal. Em seguida, “Time After Time” ganhou uma leitura especial em dueto com RAYE, unindo gerações e estilos em um encontro elogiado pela crítica internacional.

O encerramento ficou por conta de “Girls Just Want to Have Fun”, apresentada em clima de celebração coletiva, com participações de Avril Lavigne, Salt-N-Pepa, além de Gina Schock e Lisa Coleman. O resultado foi um momento contagiante, que arrancou aplausos imediatos de uma plateia repleta de artistas, produtores e nomes históricos da música.

Uma celebração à altura do legado de Cyndi Lauper

A apresentação não funcionou apenas como um show, mas como uma síntese do impacto cultural de Cyndi Lauper. Ao longo da carreira, a cantora sempre transitou entre o pop, o rock e o ativismo, abrindo caminhos para novas narrativas femininas na música e influenciando artistas de diferentes estilos e épocas.

A liberação do vídeo completo reforça o peso simbólico dessa consagração no Rock and Roll Hall of Fame, transformando o momento em um registro definitivo de uma artista que ajudou a redefinir os limites do pop nos anos 1980 e segue relevante até hoje.

Agora, o público pode conferir cada detalhe dessa homenagem histórica e reviver uma noite que celebrou não apenas canções inesquecíveis, mas a permanência cultural de uma das vozes mais marcantes da música internacional.

O reconhecimento a uma artista revolucionária

A introdução de Cyndi Lauper na galeria do Rock and Roll Hall of Fame representou um acerto de contas histórico da indústria com uma artista que sempre esteve à frente do próprio tempo.

O gesto foi muito além de uma homenagem tardia ou meramente simbólica. Tratou-se do reconhecimento formal de uma trajetória que ajudou a redefinir o pop como um território de liberdade criativa, afirmação de identidade e diversidade, em um período no qual esses valores ainda encontravam forte resistência no mercado.

Cyndi Lauper não foi apenas um fenômeno comercial dos anos 1980. Ela rompeu padrões estéticos, ampliou o protagonismo feminino no mainstream e utilizou sua visibilidade para defender causas sociais quando esse posicionamento ainda implicava riscos reais à carreira. Sua entrada na galeria legitima esse impacto cultural, que vai muito além de números de vendas ou sucessos nas paradas.

A indução também simbolizou o reconhecimento de sua influência duradoura sobre gerações posteriores. Esse legado ficou evidente na própria cerimônia, ao reunir no palco artistas de diferentes estilos, idades e trajetórias, confirmando a permanência e a capacidade de reinvenção de seu repertório.

Por fim, a consagração oficial colocou Cyndi Lauper no lugar que ela sempre ocupou na prática: o de artista fundamental na história do rock e do pop, cuja obra ajudou a ampliar vozes, comportamentos e possibilidades dentro da música popular. Não se trata de nostalgia. Trata-se, essencialmente, de justiça histórica. Assista a seguir.

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