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Rock in Rio pode não acontecer mais no Brasil

O festival pode acontecer apenas nas cidades de Las Vegas e Lisboa

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Conforme o empresário e idealizador do Rock in Rio, Roberto Medina, a edição de 2017 do festival pode ser a última no Brasil. Em entrevista à revista Veja Rio, o responsável pelo evento afirmou que pretende focar em cidades como Lisboa e Las Vegas nos próximos anos.

“Vou dizer uma coisa que nunca disse a ninguém: se nada mudar neste país, esse será meu último Rock in Rio. Não faz sentido ficar aqui. E não é para ir para Portugal, é para sair daqui. Não consigo conviver com tanta incompetência, tanta falta de cidadania. Às vezes me sinto sozinho. O que a gente tem de fazer, todos nós, é reivindicar mudanças, ajudar e resolver a questão de segurança pública pra valer. É difícil, mas temos que tentar”, contou Medina.

O empresário ainda ressaltou sua indignação com a falta de mobilidade da população brasileira. ''O que me incomoda é a apatia da sociedade como um todo, e aí incluo os políticos, empresários e os cidadãos comuns'', disse.

Entre 2001 e 2011 o Rock in Rio não aconteceu no Rio de Janeiro, por motivos econômicos. Por isso, o festival foi enviado para Portugal em Espanha. Em 2011, aconteceu a primeira edição no Brasil em 10 anos, trazendo grandes nomes do mundo da música para o país.

Mesmo com o descontentamento de Roberto, o Rock in Rio 2017 acontecerá entre os dias 15 a 17 e 21 a 24 de setembro. Entre as atrações confirmadas estão Shawn Mendes, Red Hot Chilli Peppers, Lady Gaga, Justin Timberlake, Alicia Keys e Maroon 5.

Escrito por Redação

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A companhia aérea Air Europa retomará suas atividades na capital baiana a partir do dia 21 de dezembro. Os voos têm previsão de decolagem sempre às quartas e sextas-feiras, embarcando os passageiros no moderno Boeing 787 Dreamliner, considerado um dos mais eficientes equipamentos à disposição no mercado.

A Vinci, operadora do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães, comemora a volta da parceria com a companhia espanhola, após o hiato ocasionado pela pandemia do Covid-19. “Madri é uma das cidades mais emblemáticas da Europa e a retomada do voo tornará mais fácil para nossos passageiros voar para o continente. Estamos muito animados com a volta do voo da Air Europa, que atenderá a uma demanda crescente do turismo receptivo à cidade de Salvador, tanto para passageiros quanto para cargas”, disse David Thompson, diretor comercial do Aeroporto de Salvador.

Modernidade

O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

[music-item artistSlug=supertramp musicSlug=goodbye-stranger]

O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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