alexametrics
Conectando

    Saiba identificar e o que fazer quando se tiver um AVC

    Pessoas mais velhas correm maior risco de ter um AVC, embora eles possam acontecer a qualquer idade, incluindo entre crianças.

    Por Redação

    Placeholder - loading - news single img

    A ajuda médica imediata é fundamental para limitar os danos ao cérebro durante um AVC – conhecido também como derrame cerebral. Tal intervenção pode, de fato, marcar a diferença entre ter uma lesão cerebral leve ou uma grave incapacidade ou até morte. 

    A maioria das pessoas que sofre deste mal, no entanto, não identifica o que está acontecendo no momento de um derrame e deixa de buscar ajuda mesmo várias horas depois dos primeiros sintomas. 

    O sintoma mais comum do mal é a fraqueza repentina no rosto, no braço ou na perna, quase sempre em apenas um lado do corpo, de acordo com  a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

    Segundo o serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês), é preciso chamar imediatamente os serviços de emergência caso seja notado algum dos seguintes sintomas: problemas súbitos com um ou ambos os olhos; dificuldade repentina em andar; tonturas; perda de equilíbrio ou falta de coordenação; dor de cabeça súbita e severa; confusão e problemas de percepção. 

    O NHS estima que uma em cada quatro pessoas que sofrem um derrame cerebral morre - e aqueles que sobrevivem muitas vezes adquirem sérios problemas de longo prazo como resultado de danos cerebrais.

    Pessoas mais velhas correm maior risco de ter um AVC, embora eles possam acontecer a qualquer idade, incluindo entre crianças. Mas, de acordo com a médica e apresentadora da BBC Saleyha Ahsan, a probabilidade de sofrer um derrame cerebral dobra a cada década após os 55 anos. 

    Ainda assim, em 2015, um relatório da organização britânica Stroke Association alertou para um crescimento da incidência de AVCs entre homens e mulheres mais jovens, com idade entre 40 e 54 anos.

    Segundo especialistas, o aumento se deve a hábitos de vida menos saudáveis - como o aumento da obesidade, sedentarismo e dietas pobres -, além do crescimento populacional e mudanças nos hospitais.

    Para ler mais notícias, curta a pagina Antena 1 News no Facebook!

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.