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    IPCA sobe menos que o esperado em abril mas se aproxima de 5% em 12 meses

    Por Camila Moreira e Rodrigo Viga Gaier

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A inflação oficial brasileira desacelerou mais do que o esperado em abril, mas ainda assim permaneceu acima da meta oficial e se aproximou de 5 por cento em 12 meses depois de o Banco Central ter avaliado que o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu em abril 0,57%, ante 0,75% no mês anterior, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    No acumulado em 12 meses, o IPCA passou a avançar 4,94%, de 4,58% em março, permanecendo acima do centro da meta oficial de inflação do governo para 2019, de 4,25% pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Ambos os resultados, entretanto, ficaram abaixo das expectativas em pesquisa da Reuters, que projetavam altas de 0,63% na base mensal e de 5,00% em 12 meses.

    'A desaceleração do IPCA na verdade é uma devolução, um retorno de altas que aconteceram em março especialmente nos alimentos e nos combustíveis', explicou o economista do IBGE Fernando Gonçalves.

    Os alimentos passaram a subir 0,63% no mês, de 1,37% antes, com quedas nos preços de feijão-carioca (-9,09%) e frutas (-0,71%).

    Já o grupo Transportes apontou alta de 0,94%, sobre 1,44% em março, com avanço de 2,66% no preço da gasolina.

    Por outro lado, os custos de Saúde e cuidados pessoais aumentaram a pressão a 1,51% em abril, de 0,42% no mês anterior, pressionados pela alta de 2,25% dos remédios como reflexo de reajuste anual.

    A inflação de serviços, por sua vez, permaneceu em 0,32 por cento, chegando a 3,89 por cento em 12 meses.

    A expectativa do BC era de a inflação no Brasil atingisse um pico em torno de abril ou maio, para depois recuar para patamar abaixo do centro da meta deste ano.

    Segundo Gonçalves, a taxa em 12 meses ainda embute o salto que o IPCA deu em meados do ano passado como reflexo da greve dos caminhoneiros, e ficará alta até junho.

    'A partir de junho é que teremos uma noção mais clara do comportamento da inflação em 12 meses com o fim do efeito da greve', disse ele.

    Na quarta-feira, o Banco Central reconheceu mais sinais de fraqueza econômica ao manter a taxa básica de juros em 6,5 por cento, mas ressaltou que o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico, calculando a inflação a 4,1 por cento em 2019.

    A pesquisa Focus mais recente realizada pelo BC mostra que os economistas projetam alta do IPCA este ano de 4,04 por cento, indo a 4 por cento em 2020.

    (Edição de Laís Martins)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Transportes pressionam e IPCA-15 sobe 0,72% em abril, maior nível em 10 meses

    Transportes pressionam e IPCA-15 sobe 0,72% em abril, maior nível em 10 meses

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - A prévia da inflação oficial brasileira acelerou com força em abril sob pressão dos preços de Transportes, atingindo o resultado mais alto em 10 meses e com avanço em 12 meses no maior nível em dois anos.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve em abril alta de 0,72 por cento, depois de subir 0,54 por cento em março, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado é o mais forte desde junho do ano passado, quando chegou a 1,11 por cento impactado pela greve dos caminhoneiros. Também é a maior variação para meses de abril desde 2015 (1,07 por cento) e ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de 0,69 por cento.

    O indicador também passou a subir 4,71 por cento no acumulado em 12 meses até abril, de 4,18 por cento no mês anterior. A expectativa era de avanço de 4,66 por cento.

    Assim, chega ao maior patamar desde março de 2017 (4,73 por cento) e supera a meta oficial de inflação do governo para 2019 --4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    A maior influência para o IPCA-15 de abril partiu dos preços de Transportes, que subiram 1,31 por cento em abril e registraram a maior variação no mês, além do maior impacto sobre o índice, de 0,24 ponto percentual. A alta de 3 por cento dos combustíveis foi o principal motivo para o impacto, com destaque para o aumento de 3,22 por cento nos preços da gasolina.

    Alimentação e Bebidas, com importante peso sobre o bolso do consumidor, teve alta de 0,92 por cento, mas mostrou desaceleração sobre a taxa de 1,28 por cento vista em março.

    O grupo Saúde e Cuidados Pessoais apresentou avanço de 1,13 por cento, e juntos esses três grupos responderam por cerca de 85 por cento do IPCA-15 de abril.

    De acordo com o Banco Central, a inflação acumulada em 12 meses atingiria um pico em torno de abril ou maio, para depois recuar para patamar abaixo do centro da meta deste ano.

    Ainda assim, as perspectivas para a inflação são confortáveis, diante de uma economia que ainda se arrasta e do alto nível do desemprego, porém a fraqueza da atividade já levanta questionamentos sobre o futuro da taxa básica de juros Selic.

    A pesquisa Focus realizada pelo BC mostra que a expectativa é de que a Selic permaneça em 6,5 por cento até o final deste ano. Os economistas consultados no levantamento estimam que a inflação terminará este ano a 4,01, e a 4,00 por cento em 2020.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Brasil inicia 2º tri com crescimento de 0,46% em abril, indica BC, em ritmo ameaçado por greve

    Brasil inicia 2º tri com crescimento de 0,46% em abril, indica BC, em ritmo ameaçado por greve

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira ganhou impulso em abril, após contração no mês anterior, de acordo com dados do Banco Central, ritmo que está sob ameaça devido à greve dos caminhoneiros que prejudicou o abastecimento em todo o país no final de maio.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), expandiu 0,46 por cento em abril na comparação com o mês anterior, segundo dado dessazonalizado divulgado pelo BC nesta sexta-feira.

    A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,50 por cento, na mediana das projeções de especialistas consultados. Em março, o IBC-BR havia recuado 0,5 por cento, em dado revisado pelo BC após divulgar queda de 0,74 por cento. Nos dois primeiros meses do ano, o indicador também apresentou resultados negativos.

    Na comparação com abril de 2017, o IBC-Br cresceu 3,70 por cento, enquanto que no acumulado em 12 meses apresentou expansão de 1,52 por cento, ainda segundo o BC.

    Os dados de abril do IBC-Br acompanham os resultados favoráveis da indústria, varejo e serviços. No mês, a produção industrial cresceu 0,8 por cento, enquanto as vendas no varejo aumentaram 1 por cento e o setor de serviços teve seu primeiro resultado positivo no ano.

    No primeiro trimestre, o PIB do Brasil acelerou ligeiramente o ritmo e registrou expansão de 0,4 por cento em relação aos três meses anteriores, marcando o quinto período seguido no azul e favorecido pela agropecuária, segundo o IBGE.

    O cenário positivo apontado pelo indicador do BC, entretanto, está ameaçado devido aos efeitos da paralisação da greve dos caminhoneiros, que afetou o abastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos em todo o país.

    Além disso, o Brasil vive momento de incerteza com as eleições presidenciais, além de confiança abalada e desemprego elevado. As projeções para o crescimento da economia deste ano vêm sendo reduzidas por analistas e a pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central aponta agora expectativa de 1,94 por cento.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vendas varejistas no Brasil crescem acima do esperado em abril, mas greve ameaça ímpeto

    Vendas varejistas no Brasil crescem acima do esperado em abril, mas greve ameaça ímpeto

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de equipamentos para escritório e combustíveis impulsionaram o setor de varejo em abril para um resultado melhor do que o esperado, embora o impulso no início do segundo trimestre esteja ameaçado devido à paralisação dos caminhoneiros que afetou a economia no final de maio.

    As vendas no varejo subiram 1,0 por cento em abril sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

    O resultado ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,6 por cento na comparação mensal.

    A alta foi disseminada em todas atividades e de forma geral todo o varejo teve um movimento mais forte. Em alguns segmentos a inflação está mais baixa que a inflação geral, e também temos crédito mais farto e menor endividamento das famílias , explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    Entretanto, a greve dos caminhoneiros vai bater em maio. Certamente haverá influência da greve no mês e a expectativa é que ela atinja todos os segmentos , completou.

    O IBGE ainda revisou o dado de março para avanço de 1,1 por cento depois de divulgar anteriormente aumento de 0,3 por cento, após incorporar novas informações principalmente sobre hipermercados e equipamentos de informática.

    Sobre abril de 2017, as vendas cresceram 0,6 por cento, em linha com a expectativa de avanço de 0,55 por cento em pesquisa Reuters.

    A leitura do mês foi influenciada principalmente pelos aumentos de 4,8 por cento nas vendas de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e de 3,4 por cento em Combustíveis e lubrificantes.

    A comercialização em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com importante peso sobre o bolso dos consumidores, teve aumento de 1 por cento em abril, depois de subir apenas 0,1 por cento em março. A única atividade que não registrou ganhos foi a de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, cujas vendas ficaram estagnadas.

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, o volume de vendas aumentou 1,3 por cento na comparação com março.

    Após o forte desempenho em abril, as vendas do comércio varejista devem recuar 2 por cento em maio, devido ao impacto das paralisações dos caminhoneiros , de acordo com o banco Itaú, que também projeta queda de 3,5 por cento para o varejo ampliado no mês passado.

    No segundo trimestre, o cenário para o setor varejista também é de desemprego alto e incertezas eleitorais, ao qual se soma a greve dos caminhoneiros no final de maio que afetou o abastecimento de combustíveis, alimento e outros insumos em todo o país.

    No primeiro trimestre, o Consumo das Famílias teve expansão de 0,5 por cento, contribuindo para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil expandir 0,4 por cento sobre os três meses anteriores.

    Entretanto, as contas sobre o crescimento da economia deste ano estão sendo reduzidas pelos analistas e já estão abaixo de 2 por cento, sobre cerca de 3 por cento esperados anteriormente.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vendas no varejo do Brasil avançam 1,0% em abril, diz IBGE

    Vendas no varejo do Brasil avançam 1,0% em abril, diz IBGE

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de equipamentos para escritório e combustíveis impulsionaram o setor de varejo em abril para um resultado melhor do que o esperado, embora o impulso no início do segundo trimestre esteja ameaçado devido à paralisação dos caminhoneiros que afetou a economia no final de maio.

    As vendas no varejo subiram 1,0 por cento em abril sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

    O resultado ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,6 por cento na comparação mensal.

    A alta foi disseminada em todas atividades e de forma geral todo o varejo teve um movimento mais forte. Em alguns segmentos a inflação está mais baixa que a inflação geral, e também temos crédito mais farto e menor endividamento das famílias , explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    Entretanto, a greve dos caminhoneiros vai bater em maio. Certamente haverá influência da greve no mês e a expectativa é que ela atinja todos os segmentos , completou.

    O IBGE ainda revisou o dado de março para avanço de 1,1 por cento depois de divulgar anteriormente aumento de 0,3 por cento, após incorporar novas informações principalmente sobre hipermercados e equipamentos de informática.

    Sobre abril de 2017, as vendas cresceram 0,6 por cento, em linha com a expectativa de avanço de 0,55 por cento em pesquisa Reuters.

    A leitura do mês foi influenciada principalmente pelos aumentos de 4,8 por cento nas vendas de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e de 3,4 por cento em Combustíveis e lubrificantes.

    A comercialização em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com importante peso sobre o bolso dos consumidores, teve aumento de 1 por cento em abril, depois de subir apenas 0,1 por cento em março. A única atividade que não registrou ganhos foi a de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, cujas vendas ficaram estagnadas.

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, o volume de vendas aumentou 1,3 por cento na comparação com março.

    No segundo trimestre, o cenário para o setor varejista também é de desemprego alto e incertezas eleitorais, ao qual se soma a greve dos caminhoneiros no final de maio que afetou o abastecimento de combustíveis, alimento e outros insumos em todo o país.

    No primeiro trimestre, o Consumo das Famílias teve expansão de 0,5 por cento, contribuindo para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil expandir 0,4 por cento sobre os três meses anteriores.

    Entretanto, as contas sobre o crescimento da economia deste ano estão sendo reduzidas pelos analistas e já estão abaixo de 2 por cento, sobre cerca de 3 por cento esperados anteriormente.

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