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    Avião da Lion Air que caiu na Indonésia 'não tinha condições de voo' na penúltima viagem, diz investigação

    Por Cindy Silviana e Fergus Jensen

    JACARTA (Reuters) - Um avião da Lion Air que caiu no mar no litoral da Indonésia no mês passado não tinha condições de voo em sua penúltima viagem, quando os pilotos tiveram problemas semelhantes àqueles da última e fatídica viagem da aeronave, disseram investigadores nesta quarta-feira.

    Em um relatório preliminar, o Comitê de Segurança nos Transportes da Indonésia (KNKT) se concentrou nas práticas de manutenção e no treinamento de pilotos da empresa aérea e em um sistema antipane da Boeing, mas não informou a causa do acidente de 29 de outubro, que matou todas as 189 pessoas a bordo.

    Nurcahyo Utomo, investigador do KNKT, disse que a agência não determinou se o sistema antipane, que não é explicado aos pilotos em manuais, foi um fator que contribuiu para a queda.

    'Ainda não sabemos se ele contribuiu ou não', disse ele em resposta a uma pergunta. 'É cedo demais para concluir'.

    O relatório revelou novos detalhes dos esforços dos pilotos para estabilizar o avião 737 MAX enquanto relatavam um 'problema no controle de voo', incluindo as últimas palavras do capitão a uma torre de controle de tráfego aéreo pedindo liberação para subir a cinco mil pés.

    O contato com o avião foi perdido 13 minutos depois de sua decolagem da capital Jacarta rumo à cidade mineradora de Pangkal Pinang, no norte do país.

    Informações recuperadas do gravador de dados de voo mostraram que o vibrador de manche estava causando vibrações nos controles do capitão para alertar para uma pane durante a maior parte do voo.

    O capitão estava usando os controles para elevar o nariz do avião, mas um sistema antipane automático o estava empurrando para baixo.

    'Ela distrai e irrita muito', disse Peter Lemme, ex-engenheiro de controle de voo da Boeing, a respeito da ativação do vibrador de manche. 'Não é algo que você, como piloto, quer que aconteça nunca'.

    Pilotos que usaram o mesmo avião um dia antes relataram um problema semelhante quando iam de Denpasar, em Bali, a Jacarta, mas usaram comandos para desligar o sistema e recorreram a controles manuais para voar e estabilizar a aeronave, disse o KNKT.

    'O voo de Denpasar a Jacarta teve uma ativação do vibrador de manche durante a rotação da decolagem e ele continuou ativo durante o voo', disse o comitê. 'Esta condição é considerada imprópria para o voo e a viagem deveria ter sido interrompida'.

    A Boeing, que disse que procedimentos para evitar que o sistema antipane seja ativado por acidente já estavam funcionando, disse que os pilotos da penúltima viagem usaram a manobra, mas ressaltaram que o relatório não disse se os pilotos do voo fatal o fizeram.

    (Reportagem adicional de Tim Hepher, em Paris; David Shepardson, em Washington; Tracy Rucinski, em Chicago; Eric M. Johnson, em Seattle; e Gayatri Suroyo, em Jacarta)

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    Passageiros e tripulantes sobrevivem a queda de avião no mar da Micronésia

    SYDNEY (Reuters) - Uma frota de barcos pequenos resgatou todos os 47 passageiros e tripulantes de um voo da Air Niugini que caiu no mar a pouca distância da pista de um aeroporto da Micronésia, pequena nação do sul do Pacífico, nesta sexta-feira, informou a administração do aeroporto.

    'Ele deveria pousar, mas ao invés de pousar se desviou 150 metros e caiu', disse Jimmy Emilio, gerente-geral do Aeroporto Chuuk de Weno, na Micronésia, à Reuters por telefone.'Não sabemos exatamente o que aconteceu... as pessoas foram resgatadas de barco -- 36 passageiros e 11 tripulantes foram todos resgatados, só o avião está afundando agora'.O Boeing 737-800 caiu na lagoa que cerca a pequena ilha perto das 9h30 locais, disse Emilio.Passageiros e tripulantes foram hospitalizados e oito estão internados, quatro em estado grave devido a fraturas ósseas e outros ferimentos, de acordo com o porta-voz de um hospital.

    'Achei que só tínhamos pousado com força até ver um buraco na lateral do avião e água entrando', disse o passageiro Bill Jaynes em um vídeo publicado no site do Pacific Daily News.'Pensei 'bom, não é assim que deveria acontecer'', disse, acrescentando que a água estava na altura da cintura dentro da aeronave quando o socorro chegou.Vídeos publicados na internet pela Rádio Nova Zelândia e fotos postadas no Twitter mostraram o avião meio submerso cercado por pequenas lanchas de patrulha.A Air Niugini disse em um comunicado que 'o clima estava muito ruim, com chuva forte e visibilidade reduzida no momento do incidente'.Um porta-voz da Comissão de Investigação de Acidentes de Papua Nova Guiné disse que investigadores voarão ao local assim que possível para determinar o que aconteceu.Em 2013 todos os 101 passageiros a bordo de um voo da Lion Air que ultrapassou a pista de Denpasar, na Indonésia, e pousou em águas rasas também foram resgatados ilesos por barcos.(Por Tom Westbrook)

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    Itália busca sobreviventes após colapso de ponte que deixou ao menos 26 mortos

    Por Stefano Rellandini

    GÊNOVA, Itália (Reuters) - Bombeiros buscavam sobreviventes e corpos em meio aos escombros da ponte de uma via expressa que desmoronou na manhã desta terça-feira em Gênova, cidade portuária do norte da Itália, matando 26 pessoas.

    Embora esse permaneça como o número oficial de mortos, o primeiro-ministro Giuseppe Conte disse de Gênova que essa contagem subiria. A agência de notícias italiana Ansa informou que cerca de 35 pessoas provavelmente foram mortas, citando fontes do corpo de bombeiros.

    Uma seção de 50 metros da ponte, incluindo uma torre que ancorava vários apoios, desabou com até 35 veículos que a atravessavam sobre os telhados de armazéns e outros edifícios, lançando grandes placas de concreto reforçado dentro do leito de um rio.

    Mais de 400 pessoas foram retiradas de 11 edifícios localizados perto ou abaixo da ponte, disse a prefeitura. O colapso parece não ter matado ninguém sob a estrada, mas apenas aqueles que estavam dirigindo nela, disse a agência de proteção civil.

    'Ainda estamos tentando retirar sobreviventes dos destroços', disse Alessandra Bucci, policial de Gênova. 'Esperamos encontrar mais pessoas vivas'.

    Horas depois do desastre, ocorrido em uma manhã de chuva torrencial, o governo anti-establishment que tomou posse em junho disse que o colapso da ponte provou que a Itália precisa gastar mais para melhorar sua infraestrutura dilapidada, ignorando restrições orçamentárias da União Europeia se necessário.

    'Deveríamos nos perguntar se respeitar estes limites (orçamentários) é mais importante do que a segurança dos cidadãos italianos. Obviamente para mim não é', disse o vice-primeiro-ministro, Matteo Salvini, líder do partido de extrema-direita Liga, que governa com o Movimento 5 Estrelas.

    Salvini também disse querer os 'nomes e sobrenomes dos culpados, porque uma tragédia como esta em 2018 não é aceitável'.

    'Eles terão que pagar, pagar por tudo, e pagar muito'.

    Imagens de helicóptero publicadas em redes sociais mostraram caminhões e carros detidos dos dois lados da seção ruída de 80 metros de comprimento da Ponte Morandi, construída na via expressa taxada A10 no final dos anos 1960. Um caminhão foi visto a poucos metros da extremidade rompida do que os locais apelidaram de 'Ponte do Brooklyn'.

    O motorista Alessandro Megna disse à rádio estatal RAI que estava em um engarrafamento bem debaixo da ponte e viu o desmoronamento.

    'De repente a ponte veio abaixo com tudo que estava em cima. Realmente foi uma cena apocalíptica, não conseguia acreditar nos meus olhos', contou.

    Luigi D'Angelo, autoridade da agência de proteção civil, disse que havia 30 carros e entre cinco e 10 caminhões na estrada quando a seção intermediária despencou. De acordo com o governo da região de Liguria, 19 corpos tinham sido identificados e 15 pessoas foram hospitalizadas, nove delas em estado grave.

    Stefano Marigliani, funcionário da Autostrade – unidade do grupo de infraestrutura Atlantia que administra a seção da via expressa que desmoronou – responsável pela área de Gênova, disse à Reuters: 'O desmoronamento foi inesperado e imprevisível. A ponte era monitorada constantemente e supervisionada muito mais do que a lei exige'.

    (Por Massimiliano Di Giorgio, Giulia Segreti, Valentina Za, Ilaria Polleschi; reportagem adicional de Angelo Amante e Stefano Bernabei)

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    Passageiros dos EUA processam AeroMexico por acidente com avião da Embraer

    CHICAGO (Reuters) - Onze passageiros norte-americanos que sobreviveram a um acidente com um avião da AeroMexico em Durango, no norte mexicano, no dia 31 de julho, iniciaram ações na Justiça contra a empresa aérea em Chicago na segunda-feira, informou o escritório de advocacia Corboy & Demetrio.

    O avião Embraer operado pela AeroMexico, com capacidade para 190 passageiros e que seguia para a Cidade do México, caiu em um trecho de terra com vegetação rasteira próximo da pista pouco depois de decolar, enfrentando o que passageiros descreveram como ventos fortes.

    Todos os 103 passageiros e tripulantes sobreviveram fugindo da aeronave antes de o avião pegar fogo.

    Ao menos 65 passageiros a bordo do voo 2341 da AeroMexico eram cidadãos dos Estados Unidos, entre eles muitos moradores da área de Chicago.

    'Todas as pessoas nesse voo têm o direito de saber exatamente o que fez o avião cair. Um avião não despenca do céu só porque está chovendo forte', disse Thomas A. Demetrio, cofundador da Corboy & Demetrio, que fica em Chicago.

    A AeroMexico não respondeu a pedidos de comentário.

    Luis Gerardo Fonseca, diretor da agência de aviação civil do México, disse à Rádio Formula na segunda-feira que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

    O primeiro oficial e os dois comissários a bordo já deram seus depoimentos como parte da investigação, disse ele. Os investigadores estão aguardando para interrogar o capitão, que ainda está sendo tratado em um hospital, disse Fonseca.

    A Corboy & Demetrio informou que iniciou seis ações civis diferentes em nome de 11 passageiros.

    Francis Patrick Murphy, outro sócio da firma, disse que, até certo ponto, o clima sempre é um fator em operações de voo. 'Entretanto, operações de voo seguras dependem de como a empresa aérea e seus pilotos monitoram, reagem e corrigem em condições climáticas severas, tanto no processo de tomada de decisão antes do voo quanto durante o voo, para evitar um infortúnio', disse Murphy.

    (Por Tracy Rucinski, em Chicago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

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