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    Alonso sai ileso de acidente em treino das 500 Milhas de Indianápolis

    15 Mai (Reuters) - O espanhol Fernando Alonso escapou ileso de um acidente em uma sessão de treino das 500 Milhas de Indianápolis nesta quarta-feira depois que seu carro perdeu tração no meio da curva 3 e bateu no muro três vezes.

    A McLaren Racing Chevrolet número 66 do bicampeão mundial de Fórmula 1 escorregou na direção do muro na saída da curva 3 e depois derrapou na pista, indo parar na barreira interior e voltando se chocar com a barreira exterior.

    Quando seu carro parou, o piloto de 37 anos conseguiu sair sem ajuda e mais tarde foi examinado e liberado do Centro Médico de Campo do circuito de Indianápolis.

    'Foi um subesterçamento do carro, e mesmo que tirasse o pé do acelerador na entrada da curva não bastaria, e perdi completamente o aerofólio dianteiro', disse Alonso.

    'O muro ficou muito perto muito rápido. Infelizmente aconteceu hoje. Perderemos um pouco de tempo de pista novamente. Lamento pela equipe, mas aprenderemos e espero que voltemos mais fortes amanhã'.

    Antes da colisão, Alonso havia dado 46 voltas e atingido a velocidade máxima de 360 quilômetros por hora.

    No dia 26 de maio, ele tentará se juntar a Graham Hill e se tornar o segundo piloto da história a conquistar a 'Tripla Coroa do Automobilismo' vencendo a Indy 500, que se somaria às suas vitórias no Grande Prêmio de Mônaco e nas 24 Horas de Le Mans.

    Será também a segunda vez em que Alonso participa da corrida, que liderava em 2017 até ter que desistir devido a um problema no motor.

    (Por Frank Pingue em Toronto)

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    Inquérito federal analisará colisão fatal de aviões turísticos no Alasca

    Por Yereth Rosen

    ANCHORAGE, Alasca (Reuters) - Investigadores federais dos Estados Unidos irão ao Alasca nesta terça-feira para tentar descobrir por que dois aviões de passeio se chocaram em pleno ar sobre a água e à luz do dia, matando ao menos quatro turistas.

    Os investigadores da Comissão Nacional de Segurança dos Transportes (NTSB) devem chegar de tarde a Kethikan, cidade do sudeste do Alasca situada perto do local da colisão de segunda-feira, disse uma autoridade da NTSB.

    As duas aeronaves caíram sobre a água a cerca de 40 quilômetros ao nordeste de Ketchikan, segundo Jon-Paul Rios, cabo da Guarda Costeira dos EUA.

    Além dos quatro mortos, 10 pessoas ficaram feridas na colisão, acrescentou.

    Todos os 14 passageiros dos dois aviões eram do cruzeiro Royal Princess, operado pela Princess Cruises, e faziam uma viagem de sete dias de Vancouver a Anchorage, noticiou o Washington Post.

    Na manhã desta terça-feira, a rede NBC disse que uma quinta pessoa morreu e que uma sexta continua desaparecida. Uma pessoa se encontra em estado grave e três estão em estado grave, disse o canal, citando um médico de um hospital local.

    A Reuters não conseguiu confirmar de imediato as informações atualizadas sobre as vítimas.

    Coon Cove, local do acidente situado, fica perto de um alojamento de turistas que realiza excursões ao Monumento Nacional dos Fiordes Enevoados na vizinhança.

    Uma das aeronaves era um De Havilland DHC-2 Beaver com cinco pessoas a bordo, e a outra era um De Havilland Otter DHC-3 que levava 11 pessoas, disse o porta-voz da Agência Federal de Aviação, Allen Kenitzer.

    A Taquan Air, operadora do avião maior, disse que seu piloto e nove passageiros foram resgatados e que recebem cuidados médicos, mas o destino de um passageiro é desconhecido. O grupo voltava de um passeio sobre os Fiordes Enevoados quando o acidente ocorreu, disse Taquan.

    Inicialmente, Rios relatou 10 sobreviventes sob cuidados médicos, e não se tinha notícias de seis outras pessoas dos dois aviões. Mais tarde ele disse que se confirmou que quatro dos desaparecidos morreram.

    Nenhum dos monomotores estava sendo monitorado pelo controle de tráfego aéreo no momento da colisão, disse Kenitzer.

    (Reportagem adicional de Rich McKay, em Atlanta)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

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    Incêndio de Notre-Dame provavelmente foi acidental, dizem procuradores franceses

    Por Matthias Blamont e Inti Landauro

    PARIS (Reuters) - O incêndio que atingiu a Catedral de Notre-Dame provavelmente foi causado por um acidente, disseram procuradores franceses nesta terça-feira, depois que bombeiros apagaram as últimas chamas nas ruínas de madrugada.

    Foram necessários mais de 400 bombeiros para conter o fogo, que consumiu o teto e provocou o desmoronamento do pináculo da catedral de oito séculos. Eles passaram a noite trabalhando para controlar o incêndio cerca de 14 horas após o início.

    'Estamos priorizando a teoria de um acidente', disse o procurador-geral de Paris, Remy Heitz, acrescentando que 50 pessoas estão trabalhando no que se acredita que será uma investigação longa e complexa.

    Um bombeiro se feriu, mas não há relatos de mais nenhum ferido no incêndio, que começou depois do horário de fechamento do edifício ao público.

    Do lado de fora, os campanários imponentes e as paredes externas, com seus vastos contrafortes, permaneciam firmes, mas o interior e a estrutura superior foram devastados pelo fogo.

    Os investigadores não conseguirão entrar na nave da catedral até que especialistas estejam convencidos de que suas paredes de pedra suportaram o calor e que o edifício está estruturalmente intacto. Imagens de televisão mostraram bombeiros no topo das torres.

    'O incêndio está totalmente apagado', disse o porta-voz dos bombeiros, Gabriel Plus, a repórteres. 'Nosso trabalho hoje é monitorar a estrutura e seus movimentos'.

    O fogo se espalhou rapidamente pelas escoras de madeira do teto da catedral, onde operários vinham realizando reformas amplas em corrimões caídos e gárgulas aos pedaços, além da estrutura de madeira do pináculo.

    O procurador de Paris iniciou uma investigação sobre uma 'destruição involuntária pelo fogo'. Nesta terça-feira a polícia começou a interrogar os operários envolvidos na reforma, informou a Procuradoria-Geral.

    Centenas de observadores chocados ocuparam as margens do rio Sena noite adentro, vendo o fogo arder, orando e entoando canções litúrgicas em harmonia.

    'É um símbolo do nosso país que corre o risco de ser destruído', disse o ministro da Cultura, Franck Riester.

    O presidente Emmanuel Macron prometeu que a França reconstruirá Notre-Dame, considerada um dos exemplos mais refinados de arquitetura gótica francesa e europeia e visitada por mais de 13 milhões de pessoas todos os anos.

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    Tripulação de avião da Ethiopian seguiu procedimentos, diz primeiro relatório de acidente

    Por Jason Neely

    ADDIS ABABA (Reuters) - Os pilotos da Ethiopian Airlines seguiram os devidos procedimentos quando o avião Boeing MAX 8 que comandavam mergulhou diversas vezes antes de cair em 10 de março, matando 157 pessoas, disse nesta quinta-feira a ministra dos Transportes da Etiópia, ao apresentar o primeiro relatório oficial sobre o desastre.

    'A tripulação realizou repetidamente todos os procedimentos orientados pelo fabricante, mas não conseguiu controlar a aeronave', disse a ministra Dagmawit Moges em uma coletiva de imprensa na capital Adis Abeba.

    Alinhado às regras internacionais para acidentes aéreos, o relatório preliminar não apontou culpados, nem forneceu uma análise detalhada do voo, o que deve exigir vários meses até a emissão de um relatório final -- que por sua vez deve levar um ano.

    Como sinal claro de onde os investigadores etíopes estão concentrando a atenção, o relatório absolveu os pilotos da aplicação de procedimentos incorretos e emitiu duas recomendações dirigidas à fabricante Boeing e às agências reguladoras.

    Eles sugeriram que a Boeing revise o sistema de controle da aeronave e que as autoridades aeroviárias confirmem se o problema foi resolvido antes de permitir que o modelo de avião volte a ser usado. Sua operação foi suspensa em todo o mundo após a queda, o segundo acidente fatal do novo modelo em seis meses na esteira de um acidente da Lion Air na Indonésia em outubro que matou 189 pessoas.

    'Como foram observadas condições de mergulho de nariz involuntárias e repetitivas... recomenda-se que o sistema de controle da aeronave seja revisado pelo fabricante', disse Dagmawit.

    A Ethiopian Airlines disse que sua tripulação seguiu todas as diretrizes corretas para lidar com uma emergência difícil.

    Mas o relatório pode provocar um debate com Boeing sobre como a tripulação reagiu a problemas desencadeados por dados imprecisos de um sensor de caudal de ar, particularmente se estabilizaram o avião antes de desligar programas essenciais.

    A Boeing disse que estudará o relatório.

    Familiares das vítimas, agências reguladoras e viajantes de todo o globo estão esperando pistas do acidente, ocorrido seis minutos após a decolagem.

    O relatório preliminar sobre o desastre da Lion Air disse que os pilotos perderam o controle depois de se atrapalharem com o programa Sistema de Aumento das Características de Manobras (MCAS), novo mecanismo antiestol automatizado que baixou o nariz do avião várias vezes com base em dados imprecisos de um sensor.

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    Investigadores acreditam que sistema anti-stall foi ativado em avião que caiu na Etiópia, diz WSJ

    Por David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - Investigadores que analisam a queda de um Boeing 737 MAX na Etiópia que matou 157 pessoas chegaram à conclusão preliminar de que um sistema anti-stall foi ativado antes de o avião atingir o solo, noticiou o Wall Street Journal nesta sexta-feira, citando pessoas a par do assunto.

    Investigadores de segurança aérea dos Estados Unidos analisaram dados das caixas-pretas que estavam a bordo do voo 302 da Ethiopian Airlines, disseram quatro pessoas informadas sobre a investigação à Reuters na quinta-feira. Um relatório preliminar é esperado para o início da semana que vem, segundo as autoridades dos EUA.

    O avião caiu no dia 10 de março, pouco depois de decolar de Adis Abeba.

    Os investigadores da queda fatal de um avião 737 MAX na Indonésia em outubro também se concentraram no novo sistema anti-stall, chamado MCAS. Na quarta-feira, a Boeing informou que uma atualização planejada do software evitará a operação repetida do sistema, que está no cerne dos temores com a segurança.

    O modelo 737 MAX da Boeing, aquele que vendeu mais rápido e que tem encomendas de mais de 500 bilhões de dólares, foi suspenso globalmente pela Agência Federal de Aviação norte-americana (FAA) e por outras agências reguladoras, mas as empresas aéreas ainda têm permissão de usá-los sem passageiros para transferência entre aeroportos.

    A fabricante disse ter desenvolvido um pacote de treinamento ao qual os pilotos do 737 MAX têm que se submeter antes de a suspensão mundial ser anulada, afirmando, como havia feito antes das duas quedas fatais, que estes pilotos não precisam se preparar em simuladores de voo para operar as aeronaves com segurança.

    Na quinta-feira, a família de Jackson Musoni, cidadão de Ruanda que morreu no acidente da Ethiopian Airlines, iniciou uma ação civil contra a Boeing em um tribunal federal da cidade norte-americana de Chicago.

    A ação civil alega que a Boeing cometeu um erro no projeto do sistema de controle de voo automatizado. A empresa disse que não pode comentar a ação civil.

    A quantidade e a qualidade do treinamento que a Boeing e as empresas aéreas proporcionam aos pilotos do 737 MAX é uma das questões em análise agora que investigadores de todo o mundo tentam determinar as causas dos dois acidentes com aviões 737 MAX em um período de cinco meses.

    O Departamento de Justiça dos EUA está investigando o processo de desenvolvimento da Boeing e o que a empresa revelou sobre o MCAS.

    (Reportagem adicional de Eric M. Johnson, em Seattle; Alwyn Scott e Allison Lampert, em Nova York; e Jamie Freed, em Cingapura)

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    China e Indonésia suspendem Boeing 737 MAX 8 após acidente na Etiópia

    Por Aaron Maasho e Stella Qiu

    ADIS ABEBA/PEQUIM (Reuters) - China, Indonésia e Etiópia suspenderam os voos do avião 737 MAX 8, da Boeing, nesta segunda-feira, ao passo que investigadores encontraram a caixa-preta de um acidente que matou 157 pessoas no domingo, no segundo desastre envolvendo o mesmo modelo de aeronave em seis meses.

    O desastre ocorreu poucos meses após um jato de mesmo modelo cair na Indonésia, matando 189 pessoas, e desencadear um susto global na segurança da aviação.

    A aeronave da Ethiopian Airlines com destino a Nairóbi caiu minutos depois da decolagem em Adis Abeba no domingo, matando todos a bordo. As vítimas vieram de 33 nações e incluíram 22 funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU).

    'O avião estava bem próximo ao chão e fez uma curva. Nós olhamos e vimos papeis caindo dele', contou Malka Galato, fazendeira dona da área em que a aeronave caiu, à Reuters.

    'As vacas que estavam no pasto correram em pânico... Havia fumaça e faíscas saindo da parte traseira do avião.'

    A aeronave tentou alçar voo novamente, mas falhou. Depois, desviou rapidamente antes de bater, deixando um rastro de fumaça branca e objetos, incluindo roupas, disse o fazendeiro Tamirat Abera, que estava andando nas proximidades.

    A descoberta da caixa-preta com o gravador de voz da cabine e os dados digitais de voo, informada pela TV estatal da Etiópia, devem revelar detalhes sobre a causa da queda.

    O preço das ações da Boeing despencou com a possibilidade de que dois acidentes desse tipo em tão pouco tempo pudessem revelar falhas em seu novo avião. A empresa já aceitou encomendas de mais de cinco mil dos novos aviões de alta economia de combustível, que entraram em serviço há menos de dois anos e devem ser os pilares de trabalho das companhias aéreas em todo o mundo por décadas.

    'Embora ainda não saibamos a causa do acidente, tivemos que decidir suspender a frota em particular como medida extra de segurança', disse a Ethiopian Airlines. A companhia tem outros quatro jatos 737 MAX 8, de acordo com o site de rastreamento de voos FlightRadar24.

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    Investigadores encontram corpo em destroços de avião que levava jogador argentino Sala

    LONDRES (Reuters) - Investigadores de acidentes aéreos disseram nesta segunda-feira que encontraram os destroços do avião que desapareceu no mês passado transportando o jogador argentino Emiliano Sala, do Cardiff City, no leito do mar perto de Guernsey, e que é possível ver um corpo em seu interior.

    O atacante de 28 anos partiu de Nantes, no oeste da França, com o piloto David Ibbotson para fazer sua estreia no time galês que disputa a Premier League inglesa no dia 21 de janeiro, e se acredita que a aeronave caiu no mar.

    'O objeto é um destroço da aeronave Piper Malibu desaparecida', disse a Agência de Investigação de Acidentes Aéreos britânica (AAIB) em um comunicado.

    'Tragicamente, em imagens de vídeo do ROV (veículo submarino de controle remoto), um ocupante é visível em meio aos destroços. A AAIB agora está estudando os próximos passos, em consulta com as famílias do piloto e do passageiro e com a polícia'.

    Os destroços foram encontrados no domingo, depois de uma busca submarina feita com fundos particulares que começou depois que duas almofadas de assentos que provavelmente pertenciam ao avião foram localizadas no litoral francês.

    A AAIB disse ter concluído se tratar da aeronave Piper Malibu desaparecida, divulgando uma imagem submarina do avião com parte de seu número de registro, N264DB, claramente visível.

    'A imagem mostra o lado traseiro esquerdo da fuselagem, inclusive parte do registro da aeronave', disse a AAIB. 'Pretendemos publicar um relatório provisório dentro de um mês após a ocorrência do acidente'.

    (Por Michael Holden e Andrew Downie)

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    Queda de avião que causou morte de Teori Zavascki foi acidental, conclui investigação

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A queda do avião que resultou na morte do então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki foi acidental e não houve crime, concluíram as investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, que apontaram para falha do piloto.

    O caso foi arquivado dois anos após o acidente que ocorreu no momento da aterrissagem na cidade de Paraty, no sul do Estado do Rio de Janeiro. A decisão tomada pelo piloto em um ambiente de condições climáticas adversas foi o que causou a queda da aeronave, segundo a investigação.

    Além de Teori, outras quatro pessoas morreram no acidente aéreo.

    “As provas forenses, os depoimentos prestados e análise do voo da aeronave no dia 19 de janeiro de 2017 afastam qualquer indício de materialidade de crime de homicídio, seja doloso ou mesmo culposo”, disse o procurador do MPF do Rio de Janeiro Igor Miranda.

    “A ausência de elementos mínimos acerca da existência da materialidade delitiva indicam o arquivamento da investigação', acrescentou o procurador responsável pelas investigações.

    Durante a aproximação para pouso, em condições restritas de visibilidade, a aeronave que saíra de São Paulo se chocou contra a água na Baía de Paraty.

    Segundo as investigações, o avião, que estava em perfeita condição de funcionamento e tinha documentos regulares e revisões em dia, ficou destruído e afundou.

    De acordo com o MPF, a opção do piloto pelo pouso com baixa visibilidade (em razão do teto) apresentou conduta de elevado risco e possibilidade de acidente devido ao quadro meteorológico no dia do acidente.

    ”Com base em todos os elementos apuratórios reunidos, especialmente laudos forenses, concluiu-se que as causas do acidente decorreram de imperfeições de condução do voo, por parte do piloto, o qual, desprovido de qualquer intenção de causar o sinistro, violou, não obstante, deveres objetivos de cuidado”, afirma o inquérito final.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier; Edição de Alexandre Caverni)

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