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    Acordo do Mercosul com Canadá pode sair em 2019, tratado com UE esbarra em desafio político, diz Itamaraty

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Mercosul pode fechar já em 2019 acordo de livre comércio com o Canadá, ao passo que um tratado com a União Europeia segue esbarrando em entraves políticos, indicaram autoridades do Itamaraty nesta quinta-feira, ressaltando que há hoje alinhamento dos membros do bloco para maior abertura comercial.

    'Existe expectativa que no ano que vem as condições estariam dadas para acordo com Canadá', afirmou o diretor do Departamento de Negociações Comerciais Extrarregionais do Itamaraty, André Odenbreit Carvalho, em entrevista a jornalistas.

    Em relação à União Europeia, ele disse que as negociações técnicas são as mais avançadas e estão em boa parte resolvidas, tanto em relação ao texto normativo quanto ao tratamento das concessões associadas a acesso a mercado. Mas sugeriu faltar vontade política por parte dos europeus.

    'Não são desafios associados a tempo de negociação e sim de você conseguir um entendimento político que viabilize um equilíbrio satisfatório para as duas partes', disse.

    Carvalho defendeu que, do lado do Mercosul, as indicações de compromisso político favorável a uma conclusão rápida das negociações 'sempre foram frequentes e categóricas'.

    Os comentários foram feitos um dia depois da chanceler alemã, Angela Merkel, ter dito que o tempo está se esgotando para um acordo comercial entre os blocos, e que o novo governo brasileiro do presidente eleito Jair Bolsonaro tornará o tratado mais difícil de ser alcançado.

    Questionada se integrantes da equipe de transição já demonstraram interesse em seguir adiante com as tratativas com a UE, a subsecretária-geral interina da América Latina e do Caribe, embaixadora Eugenia Barthelmess, se limitou a dizer que o atual trabalho é pautado por diretrizes 'que favorecem um novo dinamismo dentro do Mercosul', deixando em aberto o que acontecerá no futuro.

    'O novo governo, assumindo, dará as diretrizes correspondentes que as áreas negociadoras do governo brasileiro seguirão naturalmente', disse.

    Durante a coletiva, Eugenia defendeu que os países que integram o Mercosul -- Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai -- vivem hoje um momento de 'particular afinidade' sobre a percepção de que maior abertura comercial é bem-vinda.

    Ela defendeu ainda que o atual modelo do bloco já permite que ele se engaje em esforços nesse sentido. Desde 1995 o Mercosul funciona como união alfandegária apesar de ter sido criado em 1991 como área de livre comércio.

    Recentemente, a Fundação Getulio Vargas (FGV) avaliou que o Brasil é limitado pelo formato do Mercosul, que impõe forte rigidez à expansão da rede de parceiros de acordos de livre comércio de seus membros e induz tarifas externas relativamente altas.

    Rebatendo esse argumento, o chefe da Divisão de Coordenação Econômica e Assuntos Comerciais do Mercosul, Hélio Silva Filho, afirmou que o bloco espera concluir antes da reunião da cúpula uma revisão parcial de tarifas para setor químico, que depende apenas da concordância do Paraguai. O encontro ocorrerá em Montevidéu, no Uruguai, em 17 e 18 de dezembro.

    O acordo na mesa é para que as tarifas de 55 produtos químicos orgânicos e inorgânicos caiam a 2 por cento, ante patamares que vão hoje de 10 a 14 por cento. Em termos de volume no Mercosul, a importação desses produtos correspondem a cerca de 290 milhões de dólares anuais.

    'É só um exemplo de que os mecanismos estão disponíveis, não há uma trava burocrática para abrir a economia do Brasil ou do Mercosul como um bloco. O grande fator determinante para que isso ocorra é a disposição política dos governos de fazerem isso', disse Silva Filho.

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    Brasil e Chile assinam acordo comercial para impulsionar investimentos e reforçar integração regional

    SANTIAGO (Reuters) - Brasil e Chile assinaram nesta quarta-feira um acordo de livre comércio voltado para dar um maior impulso aos investimentos e à troca de produtos entre os dois países, além de servir como aproximação entre os blocos Mercosul e Aliança do Pacífico.

    O presidente Michel Temer viajou a Santiago para firmar ao lado do presidente chileno, Sebastián Piñera, o documento que inclui 17 pontos não tarifados, como comércio de serviços, eletrônicos e medidas sanitárias y fitossanitárias, entre outros.

    Os dois governantes afirmaram que o acordo reforçará a integração regional, uma vez que o Chile é um dos membros da Aliança do Pacífico --bloco formado também por México, Colômbia e Peru-- e o Brasil lidera junto com a Argentina o Mercosul.

    'Quero ressaltar o agradecimento de termos feito uma aliança entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, resultado de diálogo', disse Temer em discurso ao lado de Piñera. 'Em menos de seis meses, fomos capazes de formatar e formalizar esse acordo. Isso é fruto de uma convergência natural que existe entre os nossos governos'.

    Entre janeiro e setembro deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Chile foi de 7,2 bilhões de dólares, uma alta anual de 13 por cento.

    O Brasil é o maior sócio comercial do Chile na América Latina e o maior destino do investimento direto chileno no exterior, com um saldo acumulado de 35,2 bilhões de dólares (1990-2017), o que equivale a 29,5 por cento do total dos investimentos diretos chilenos no mundo.

    O acordo de livre comércio será um complemento ao Acordo de Complementação Econômica 35, que regula o comércio entre o Chile e os países do Mercosul em temas tarifários e que atualmente tem tarifa zero para toda a lista de produtos.

    Essa é a primeira vez que o Brasil assume, em um acordo bilateral, compromissos em termos de comércio eletrônico, boas práticas regulatórias, transparência e anticorrupção, entre outros.

    (Reportagem de Antonio de la Jara)

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