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    Toffoli retira da pauta do STF julgamento sobre prisão em segunda instância

    BRASÍLIA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, retirou da pauta da Corte o julgamento de ação sobre a prisão de condenados em segunda instância, que estava agendado para a próxima semana, acatando pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), informou o gabinete do ministro nesta quinta-feira.

    A pauta de julgamentos previstos para o primeiro semestre deste ano, divulgada em dezembro de 2018, previa para 10 de abril o julgamento da possibilidade de se determinar a prisão de condenados em segunda instância sem direito a recurso.

    A ação tem implicação direta no caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde abril de 2018 após condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, mas que ainda tem recursos pendentes de julgamento no Supremo e no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    Toffoli decidiu retirar o tema da pauta do STF após pedido da OAB, que é autora de uma das ações sobre o tema. De acordo com a OAB, o pedido foi feito argumentando que a nova diretoria da entidade tomou posse recentemente e ainda precisa se inteirar de todos os aspectos envolvidos no caso.

    O atual entendimento do Supremo sobre o tema, firmado em 2016, permite a prisão dos presos condenados por órgão colegiado de tribunais com trânsito em julgado. Contudo, não se sabe se a corte mudará esse entendimento diante de mudanças em sua composição e pelo fato de o caso nunca ter sido apreciado numa ação de constitucionalidade em plenário.

    No final de dezembro, Toffoli derrubou liminar que havia sido concedida pelo ministro Marco Aurélio, relator das ações sobre a prisão em segunda instância, que mandava soltar todos os condenados nesta situação, medida que poderia liberar Lula da prisão. Marco Aurélio vinha se queixando de a ação que relata do assunto nunca ter sido colocada na pauta do plenário.

    (Por Lisandra Paraguassu e Pedro Fonseca)

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    Câmara dos Comuns aprova legislação sobre adiamento do Brexit

    Por Kylie MacLellan e William James

    LONDRES (Reuters) - A câmara baixa do Parlamento britânico aprovou nesta quarta-feira uma legislação que forçaria a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, a buscar um adiamento do Brexit para impedir uma saída potencialmente desordenada da União Europeia (UE) no dia 12 de abril.

    A tramitação da legislação, apresentada pela parlamentar da oposição Yvette Cooper, foi acelerada, passando por todos os estágios da Câmara dos Comuns em menos de seis horas. O texto foi aprovado no estágio final por 313 votos contra 312 e agora precisa ser aprovado na câmara alta, a Câmara dos Lordes.

    Na terça-feira, May disse que buscaria uma nova prorrogação curta do Brexit para além do dia 12 de abril, para tentar trabalhar com o líder do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn, para conseguir que seu acordo, três vezes rejeitado, seja aprovado pelo Parlamento.

    Yvette disse que a legislação ainda é necessária para estabelecer um processo claro de como as decisões serão tomadas ao longo de qualquer extensão. O projeto de lei exige que May consiga a aprovação do Parlamento para o detalhamento de qualquer prorrogação e permite que os parlamentares proponham uma duração diferente.

    “Talvez crucialmente, isso demonstraria à União Europeia apoio parlamentar ao que a primeira-ministra está pedindo”, disse Yvette ao Parlamento durante debate sobre a legislação.

    Qualquer adiamento adicional da saída do Reino Unido precisaria ser aprovado por unanimidade pelos líderes da UE.

    Para evitar um Brexit abrupto e sem acordo no dia 12 de abril, May precisa apresentar a uma cúpula de líderes da UE na próxima quarta-feira uma estratégia plausível para conseguir que o Acordo de Retirada que ela negociou com Bruxelas seja aprovado no Parlamento.

    May tem dito que se não conseguir chegar a uma abordagem unificada com Corbyn, o governo irá elaborar diversas opções para o relacionamento futuro do país com a UE e apresentá-las ao Parlamento em uma série de votações.

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    May pedirá novo adiamento do Brexit para negociar acordo com trabalhistas

    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper e Kate Holton

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse nesta terça-feira que pedirá à União Europeia um novo adiamento da saída britânica do bloco, marcada para 12 de abril, para ter tempo de negociar com o opositor Partido Trabalhista e tentar acabar com o impasse sobre a desfiliação.

    Quase três anos depois de o Reino Unido votar pela saída da UE, a política britânica está em crise e não está claro como, quando ou até se o país deixará o bloco europeu ao qual se uniu em 1973.

    Em um comunicado elaborado às pressas por seu gabinete de Downing Street depois de ela passar mais de sete horas presidindo reuniões de crise de seu gabinete para conceber uma saída do labirinto do Brexit, May disse que pedirá outro adiamento curto do processo.

    'Precisaremos de um novo adiamento do Artigo 50, um que seja o mais curto possível e que termine quando aprovarmos um acordo', disse. 'Precisamos deixar claro para que serve tal adiamento: para que saiamos de forma oportuna e ordeira', afirmou.

    'Estou propondo me reunir com o líder da oposição e tentar combinar um plano –ao qual ambos nos ateríamos– para que deixemos a União Europeia e que o façamos com um acordo', disse a premiê.

    A medida de May cria a perspectiva de manter o país unido muito mais estreitamente à UE depois do Brexit, e o Partido Trabalhista pediu a preservação de uma união alfandegária com o bloco e um relacionamento estreito com seu mercado comum.

    Segundo May, qualquer plano teria que incluir o atual Acordo de Saída que ela acertou com a UE em novembro e que o bloco diz que não reabrirá, rejeitando as exigências de eurocéticos radicais de seu Partido Conservador que querem um rompimento total com o bloco.

    Não ficou claro qual será o impacto da ação de May em seu partido, que vem sofrendo com um cisma interno em relação à Europa há 30 anos.

    Na semana passada, mais da metade de seus parlamentares votou por um Brexit sem acordo, chocando o empresariado britânico.

    May disse que quer que a Lei do Acordo de Saída seja aprovada antes de 22 de maio para que o Reino Unido não tenha que participar de eleições para o Parlamento Europeu no mesmo mês.

    Seu acordo de separação foi rejeitado três vezes pela câmara baixa do Parlamento britânico, que na segunda-feira tampouco endossou qualquer alternativa.

    (Reportagem adicional de Jan Strupczewski, em Bruxelas; Andreas Rinke e Michelle Martin, em Berlim; Kylie MacLellan e Ritvik Carvalho, em Londres; Tom Miles, em Genebra; Richard Lough, Michel Rose e John Irish, em Paris)

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    Cúpula da UE discute adiamento do Brexit para maio ou separação na próxima semana

    Por Gabriela Baczynska e Francesco Guarascio

    BRUXELAS (Reuters) - Líderes da União Europeia dirão à primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, que ela pode ter dois meses para organizar a desfiliação britânica do bloco, mas que Londres pode enfrentar uma separação imensamente problemática na próxima sexta-feira se a premiê não obtiver a concordância do Parlamento britânico para seu acordo com a UE.

    A libra esterlina está pressionada, uma vez que os investidores viram o risco de um Brexit sem acordo crescer devido aos sinais de impaciência entre os líderes da UE que se encontrarão com May para uma cúpula de 24 horas em Bruxelas.

    Diplomatas da UE disseram que o pedido da premiê por um adiamento até 30 de junho provavelmente terá como resposta uma preferência do bloco para que o Reino Unido finalize as formalidades e inicie um período de transição para sua saída antes de os europeus elegerem um novo Parlamento a partir de 23 de maio.

    O fato de a chanceler alemã, Angela Merkel, ter repetido em Berlim, antes de partir para Bruxelas, que 'lutará até o último minuto' para evitar um Brexit sem acordo aumentou a sensação de perigo. May pode conseguir uma prorrogação, idealmente até maio, ao invés de junho, disse ela. No entanto, se não tiver o apoio de Londres para um pacto, os europeus estão preparados para o pior.

    O que decidirá o destino de uma das maiores potências econômicas da Europa é se os próprios parlamentares britânicos reverterão na semana que vem as duas derrotas que impuseram ao tratado de retirada que May acertou com a UE em novembro. Como o Parlamento e os partidos políticos estão divididos, o impasse pode levar o Reino Unido a mergulhar em um limbo legal fora do bloco no dia 29 de março.

    Se o acordo for preservado, os líderes da UE provavelmente aprovarão uma prorrogação do prazo final até meados de maio, ou talvez até o final de junho, antes de o novo Parlamento do bloco se reunir.

    'Poderíamos estudar uma prorrogação curta condicionada por uma votação positiva do Acordo de Retirada na Câmara dos Comuns', disse o anfitrião da cúpula da UE, Donald Tusk, aos líderes na quarta-feira.

    Diplomatas dizem que uma reunião de enviados nacionais indicou que a maioria dos governos preferiria que o Reino Unido saísse até meados de maio ou obrigá-lo a realizar sua própria eleição parlamentar em 23 de maio.

    Mas se May fracassar na próxima semana, os líderes esperam se reencontrar para um conselho de emergência no qual Londres poderia receber um ano adicional ou mais para resolver sua crise – se puder convencê-los de que tem um plano para isso – ou ser informado de que sairá na sexta-feira.

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    Premiê May pede adiamento de 3 meses para o Brexit; UE resiste

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan e William James

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, pediu nesta quarta-feira três meses de adiamento para a desfiliação britânica da União Europeia para ter tempo de conseguir a aprovação de seu acordo de separação no Parlamento após duas derrotas, mas o pedido enfrentou resistência imediata da Comissão Europeia.

    May disse que o Reino Unido continua comprometido a deixar a UE 'de forma ordeira' e que deseja adiar o Brexit para 30 de junho, ante prazo original de 29 de março.

    Mas um documento da Comissão Europeia visto pela Reuters disse que o adiamento deveria ou ser várias semanas mais curto, para não coincidir com as eleições europeias de maio, ou se estender ao menos até o final do ano, o que obrigaria o Reino Unido a participar das eleições.

    A libra esterlina sofreu uma queda acentuada depois que May pediu a prorrogação.

    Quase três anos depois de o Reino Unido votar a favor da separação da UE e nove dias antes do prazo formal de saída, os políticos britânicos ainda estão discutindo como, quando e até mesmo se a quinta maior economia do mundo deveria se separar do bloco ao qual se uniu em 1973.

    Quando May estabeleceu 29 de março como data de saída dois anos atrás, ao acionar formalmente o Artigo 50 do tratado da UE, declarou que 'não haveria recuo', mas a recusa do Parlamento a ratificar o acordo de desfiliação que ela acertou com a UE mergulhou seu governo em uma crise.

    Agora a premiê escreveu ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, pedindo um adiamento.

    'Como primeira-ministra, não estou preparada para adiar o Brexit para depois de 30 de junho', disse May durante uma sessão tumultuada no Legislativo.

    'Assim sendo, na manhã de hoje escrevi ao presidente Tusk, o presidente do Conselho Europeu, informando-o de que o Reino Unido busca uma prorrogação do período do Artigo 50 até 30 de junho'.

    Ela disse que pretende pedir ao Parlamento que vote uma terceira vez seu acordo de saída.

    May não informou quando a votação acontecerá, mas disse que adiar o Brexit não descarta a possibilidade de Londres sair sem um acordo.

    O opositor Partido Trabalhista disse que, ao optar por um adiamento curto, May está forçando os parlamentares britânicos a decidirem entre aceitar um pacto que já rejeitaram ou sair sem nenhum.

    Membros pró-Brexit do Partido Conservador, de May, se opõem a um atraso maior porque temem que isso possa significar que o Brexit nunca acontecerá.

    A UE disse que qualquer prorrogação deveria ser até 23 de maio, data das eleições para o Parlamento Europeu, ou então pelo menos até o final do ano, o que exigiria que o Reino Unido participasse das eleições. May disse que não é do interesse do Reino Unido participar das eleições europeias.

    'Qualquer extensão oferecida ao Reino Unido deve durar até 23 de maio de 2019 ou ser significativamente mais longa e demandar eleições europeias', disse o documento da UE.

    'Essa é a única forma de proteger o funcionamento das instituições da UE e a sua capacidade de tomar decisões.'

    (Reportagem adicional de Kate Holton e Alistair Smout, em Londres, e Alastair MacDonald, em Bruxelas)

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    Parlamentares britânicos apoiam com ampla margem adiamento de Brexit

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan e William James

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares britânicos votaram em maioria nesta quinta-feira por buscar um adiamento na saída do Reino Unido da União Europeia, preparando terreno para que a premiê, Theresa May, renove esforços para ter seu acordo de divórcio aprovado pelo Parlamento na próxima semana.

    Parlamentares aprovaram por 412 votos a 202 uma moção que levanta a opção de haver um breve adiamento caso concordem com um acordo para o Brexit até 20 de março, ou um adiamento mais longo caso não haja acordo dentro desse período.

    A votação torna provável que a data de saída de 29 de março prevista em lei, que May tem enfatizado repetidamente, não seja cumprida, embora não esteja claro por quanto tempo.

    O pequeno atraso pretendido pela moção pode durar até 30 de junho, mas uma extensão mais longa no momento não tem limite de tempo. Ambos exigiriam aprovação unânime de outros 27 membros da UE, cujos líderes estarão reunidos em uma cúpula na próxima quinta-feira.

    May espera que a ameaça de um longo atraso leve apoiadores do Brexit de seu partido Conservador e membros dos Unionistas Democratas, o pequeno partido da Irlanda do Norte que reforça seu governo de minoria no Parlamento, a apoiarem seu acordo em uma terceira tentativa.

    Uma nova votação do acordo de May deve ocorrer na próxima semana, quando aqueles parlamentares devem decidir se apoiam um acordo que sentem que não oferece uma separação limpa da UE, ou o rejeitam e aceitam que o Brexit será desidratado ou até frustrado por um longo atraso.

    O porta-voz de May disse que ministros concordaram em 'redobrar seus esforços' para assegurar um acordo.

    Mais cedo nesta quinta-feira, parlamentares rejeitaram por 334 votos a 85 um segundo referendo sobre fazer parte da UE. Poucos parlamentares de oposição apoiaram a medida e até defensores de um 'voto do povo' disseram que a hora não é adequada para que o Parlamento vote sobre isto.

    BREXIT ADIADO?

    O governo evitou, por uma pequena margem, uma tentativa de parlamentares de confiscarem a pauta em 20 de março com o objetivo de forçar uma discussão de opções alternativas ao Brexit - possivelmente limitando as opções de May quando ela for defender um adiamento perante a UE.

    A votação desta quinta-feira não significa que um atraso é garantido, já que é necessário um consentimento da UE, e a data prevista para o Reino Unido deixar o bloco se não houver acordo ainda é 29 de março. O porta-voz de May disse que o governo ainda está fazendo preparações para uma saída sem acordo.

    Sua autoridade alcançou um patamar mínimo histórico nesta semana após uma série de derrotas e rebeliões parlamentares. Mas ela deixou claro que seu acordo segue sendo sua prioridade, apesar de ter sido rejeitada por ampla margem duas vezes, em janeiro e novamente na terça-feira.

    O porta-voz de May disse mais cedo nesta quinta-feira que ela submeterá esse mesmo acordo, selado após dois anos e meio de negociações com a UE, a uma nova votação 'se for sentido que ele vale a pena'.

    Britânicos votaram por 52 por cento, contra 48 por cento, em um referendo em 2016 para deixar a UE, uma decisão que não só dividiu importantes partidos políticos, mas também expôs acentuadas disputas na sociedade britânica.

    (Reportagem adicional de William Schomberg, Paul Sandle, Michael Holden, Andrew MacAskill e Kate Holton em Londres, Alastair Macdonald, Alissa de Carbonnel, Francesco Guarascio e Jan Strupczewski em Bruxelas)

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    Parlamento britânico irá votar adiamento do Brexit; premiê May tenta salvar acordo

    Por Paul Sandle e James Davey

    LONDRES (Reuters) - O Parlamento do Reino Unido deve votar nesta quinta-feira sobre a possibilidade de adiar o Brexit para além de 29 de março, e a primeira-ministra, Theresa May, está preparada para pressionar os parlamentares a votarem novamente o acordo de separação fechado por ela com a UE, o qual já rejeitaram duas vezes.

    O ponto-chave do plano de May será uma tentativa de persuadir os parlamentares mais favoráveis ao Brexit a reverterem o voto da oposição alegando que um possível adiamento pode significar que o Reino Unido termine com uma relação com a UE mais próxima do que o plano de May prevê. Caso contrário, o Brexit pode ser derrubado em um segundo referendo.

    Arlene Foster, líder do Partido Unionista Democrático da Irlanda do Norte (DUP), que apoia o governo minoritário de May no Parlamento, mas que até agora votou contra o acordo de May, disse que está trabalhando com o governo para tentar encontrar um modo de sair da UE com um acordo.

    Na quarta-feira, o Parlamento rejeitou a perspectiva de deixar a União Europeia sem um acordo, abrindo caminho para uma votação nesta quinta-feira que poderia adiar o Brexit até, pelo menos, o final de junho.

    A libra esterlina subiu, com os investidores vendo menos chances de o Reino Unido deixar a UE sem um acordo de transição para facilitar sua saída.

    O ministro das Finanças britânico, Philip Hammond, disse que Bruxelas pode insistir em um longo adiamento para o Brexit se o governo do Reino Unido solicitar uma extensão do processo.

    'Isso não está sob nosso controle e a União Europeia está sinalizando que somente se tivermos um acordo será provável que ela esteja disposta a conceder uma curta extensão técnica para aprovar a legislação', disse Hammond à Sky News.

    'Se não tivermos um acordo, e se ainda estivermos discutindo entre nós qual é o caminho certo a seguir, é bem possível que a UE insista em um período significativamente mais longo', disse.

    Andrew Bridgen, parlamentar eurocético do Partido Conservador, de May, acusou a premiê de buscar uma política de 'terra arrasada', destruindo todas as outras opções do Brexit para deixar os parlamentares com uma escolha entre seu acordo ou um atraso de um ano ou mais.

    Uma autoridade do Partido Trabalhista, a oposição britânica, disse que apoiaria uma extensão limitada de data para além de 29 de março, a fim de buscar um acordo que possa ser apoiado por parlamentares.

    'Vamos colocar uma emenda para garantir que o Parlamento considere uma prorrogação, não precisa necessariamente ser uma extensão longa', disse John McDonnell, porta-voz trabalhista, à Sky News. 'Iremos com uma extensão limitada hoje.'

    Os parlamentares apresentaram emendas à moção do governo sobre o adiamento do Brexit, que devem ser colocadas em votação nesta quinta-feira.

    Uma alteração visa excluir um segundo referendo, enquanto outra é para confirmá-lo. Uma emenda do Partido Trabalhista pede uma prorrogação ao Brexit para permitir que o Parlamento encontre um caminho alternativo.

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    Premiê britânica renova esforços para mudar acordo do Brexit

    Por Elizabeth Piper

    SHARM EL-SHEIKH, Egito (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, enfrenta uma ameaça crescente de ser obrigada a adiar a separação britânica da União Europeia, uma medida que cria o risco de um duelo com os eurocéticos de seu Partido Conservador poucas semanas antes do Brexit.

    A crise do Brexit ameaça se arrastar até o último minuto, e May está tendo dificuldade para conseguir o tipo de mudanças da UE que diz precisar para que seu acordo de desfiliação passe no Parlamento profundamente dividido e encaminhe a maior reviravolta política da nação em mais de 40 anos.

    Em Sharm el-Sheikh, no Egito, para uma cúpula entre a UE e a Liga Árabe, May se encontrou com os líderes do bloco para tentar angariar apoio aos seus esforços para tornar seu acordo mais atraente ao Parlamento, onde parlamentares frustrados estão se mobilizando para tentar tirar o Brexit do controle do governo.

    A decisão de adiar uma votação do acordo para março, poucos dias antes da data de saída do Reino Unido, levou os parlamentares a intensificarem empenho para impedir um Brexit sem acordo, cenário que muitos empresários veem como prejudicial à quinta maior economia do mundo.

    Vários de seus planos envolvem prorrogar o Artigo 50, que desencadeou o período de negociação de dois anos do Brexit, adiando a separação britânica para depois de 29 de março – algo que May disse que só atrasaria uma decisão inevitável.

    Uma autoridade do governo disse que os ministros estão 'estudando o que fazer se o Parlamento tomar esta decisão' (de não aprovar o acordo) quando foi indagada sobre um possível adiamento.

    Tobias Ellwood, ministro da Defesa, também disse à rádio BBC: 'Se não conseguirmos fazer este acordo avançar, estamos diante da perspectiva de ter que adiar.'

    A UE disse estar cogitando uma prorrogação para o processo do Brexit, mas somente se Londres conseguir oferecer provas de que tal adiamento romperia o impasse no Parlamento, que votou majoritariamente contra o pacto no mês passado – a pior derrota de um governo na história britânica moderna.

    Na cúpula UE-Liga Árabe, May se reuniu com a chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte – uma iniciativa clara para obter o apoio de ambos em sua busca por alterações substantivas no acordo acertado em novembro.

    Mas ela enfrenta uma frustração crescente de Bruxelas, que até agora vem repelindo suas tentativas de reabrir o acordo.

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    PSB cancela reunião do Diretório Nacional e vai bater martelo sobre aliança em convenção

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O PSB cancelou a reunião do Diretório Nacional que ocorreria na próxima segunda-feira e deixará a decisão sobre quem apoiará na corrida presidencial para o dia 5 de agosto, quando ocorre a convenção do partido, prolongando o suspense que permeia a disputa pela Presidência da República.

    A tendência, segundo uma fonte que acompanha as negociações, continua favorável a uma aliança com o PDT de Ciro Gomes, mas o cancelamento da reunião responde à pressão de dois importantes Estados para a sigla: São Paulo e Pernambuco.

    Desde a desistência de seu candidato preferencial ao Planalto, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, o PSB vem sendo cortejado por outros partidos, especialmente PT e PDT.

    Ciro afirmou que “acende uma vela todos os dias” para concretizar uma aliança com o PSB, e seu partido ofereceu apoio aos socialistas em quase uma dezena de disputas estaduais. Eventual aliança com Ciro encontra ressonância em boa parte da sigla, mas há divergências que não podem ser desconsideradas.

    A proposta esbarra em São Paulo, onde o governador candidato à reeleição, Márcio França (PSB), ligado ao presidenciável tucano Geraldo Alckmin, de quem foi vice-governador, prefere a neutralidade.

    Em Pernambuco, o PT ofereceu a retirada da candidatura de Marília Arraes, o que facilitaria a tentativa de reeleição do socialista Paulo Câmara, em troca de apoio do PSB na disputa presidencial.

    Diante do quadro, que já vinha se apresentando desde o final do mês de junho, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, tem defendido que uma posição de neutralidade seria prejudicial ao partido.

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