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    Principais rivais de Netanyahu formam aliança para eleição israelense

    Por Jeffrey Heller

    JERUSALÉM (Reuters) - Os principais adversários do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em uma eleição a ser realizada em abril somaram forças nesta quinta-feira, aumentando o poder da ofensiva de candidatos de centro que visa encerrar a década do líder de direita no poder.

    Na quarta-feira, antecipando-se ao anúncio de uma nova aliança entre o partido Resiliência do ex-chefe militar Benny Gantz e a facção Yesh Atid do ex-ministro das Finanças Yair Lapid, Netanyahu orquestrou uma fusão de partidos de direita que pode ajudá-lo a montar uma coalizão de governo após o pleito.

    Em um comunicado, o Resiliência disse que Gantz, Lapid e Moshe Yaalon, um ex-ministro da Defesa, 'decidiram estabelecer uma lista conjunta que incluirá o novo partido governista israelense'.

    Gantz e Lapid, que se encontraram de madrugada, concordaram com uma 'rotação no cargo de primeiro-ministro' por meio da qual Gantz ocuparia o posto nos dois anos e meio iniciais de um novo mandato governamental e depois o cederia a Lapid.

    Em suas campanhas, ambos retrataram Netanyahu, que se tornará o premiê israelense mais longevo na função se vencer a eleição de 9 de abril, como embriagado pelo poder e criminalmente corrupto.

    Mas apesar de Netanyahu correr o risco de ser indiciado em três investigações de corrupção, as pesquisas de opinião previram que seu partido Likud ficará com cerca de 30 assentos no Parlamento de 120 vagas, o que lhe facilitaria criar uma coalizão de direita semelhante à que comanda hoje.

    Netanyahu nega qualquer irregularidade.

    O Resiliência e o Yesh Atid vêm aparecendo bem atrás do Likud na segunda e terceira posições, mas as enquetes também previram uma disputa muito mais acirrada e um possível revés caso Gantz, de 59 anos, e Lapid, de 55, se unam e componham um bloco parlamentar de centro-esquerda maior do que a aliança do Likud.

    Yuli Edelstein, presidente do Parlamento israelense e membro graduado do Likud, disse que a fusão de centro torna ainda mais imperativo para a direita apresentar uma frente 'unida e forte'.

    'Qualquer alternativa fará Israel recuar décadas em termos de economia e segurança', escreveu no Twitter.

    Enquanto Gantz e Lapid acertavam seu acordo, Netanyahu ajudava a negociar a fusão de duas siglas de direita, a Casa Judia e o Poder Judeu, que pode dar mais voz ao seguidores do falecido rabino anti-árabe Meir Kahane na política e ajudar o premiê a compor uma coalizão.

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    Alckmin diz que Haddad já está no 2º turno, mas falta decidir quem será adversário de petista

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira que o PT já está no segundo turno da eleição presidencial e o que precisa ser decidido agora é quem irá contra o candidato petista Fernando Haddad.

    'Precisamos é escolher quem vai contra o PT para vencer o PT no segundo turno, esse é o fato. O PT já está no segundo turno', afirmou Alckmin durante evento da revista Veja em São Paulo.

    Ao ser questionado se não acredita que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto, também esteja garantido no segundo turno, Alckmin foi categórico em dizer que não.

    'Eu acho que uma parte dos votos do Bolsonaro é só anti-PT, só anti-PT, estão lá porque acham que é o caminho para derrotar o PT', afirmou.

    Segundo ele, a tarefa agora é a de mostrar que as duas opções --Haddad e Bolsonaro-- são equívocos e voltou a repetir sua tese de que o Bolsonaro é um 'passaporte para a volta do PT'.

    'Nós vamos mostrar os dois equívocos que o Brasil pode trilhar. Um que é a escuridão, que é o PT, nós já conhecemos, não podemos errar de novo, já vimos no que deu', disse.

    'Do outro lado, você tem o salto no escuro, coisa inimaginável, alguém que passou 28 anos na Câmara Federal votando sempre pelo corporativismo, atrasado, a maioria das vezes votando junto com o PT', acrescentou o tucano, referindo-se a Bolsonaro.

    Alckmin disse que não mudará sua estratégia e aposta em uma 'onda final' de crescimento na última semana para colocá-lo no segundo turno.

    Apesar da negativa, o tucano decidiu na véspera mudar sua estratégia de comunicação com o eleitor por meio de ataques mais fortes sobre o risco de uma vitória de Haddad, além da retomada da artilharia contra Bolsonaro, segundo o presidente do PPS, Roberto Freire, que participou de reunião da campanha do PSDB. Nas eleições passadas, o candidato tucano sempre foi quem atraiu os votos antipestistas. [nL2N1W421C]

    'O que eu vejo é que nós temos 30 por cento do voto espontâneo indefinido, as pesquisas mostram claramente isso, então a campanha está em aberto. Ela não está definida e ela está por ondas, né? Teve onda Marina, onda Ciro, onda Haddad, ela vai por ondas e o que vai valer é a última onda', disse a jornalistas após o evento.

    Na pesquisa Ibope divulgada na noite de segunda-feira, Alckmin oscilou negativamente 2 pontos percentuais, para 7 por cento das intenções de voto, enquanto Bolsonaro apareceu na liderança, com 28 por cento, e Haddad saltou 11 pontos, para 19 por cento, se isolando no segundo lugar.

    PETROBRAS E IMPOSTOS

    Alckmin voltou a defender a redução da carga tributária ao comentar uma proposta do coordenador econômico de Bolsonaro, economista Paulo Guedes, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, de recriação de um imposto sobre movimentações financeiras.

    'Aí tem dois modelos. O nosso: cortar gasto, cortar gasto, cortar gasto. O outro já anunciou, o que fala em nome do Bolsonaro, já quer criar a CPMF. Pronto, então vamos passar para o povo a conta. Vamos criar mais um imposto, está aí o Paulo Guedes falando para os jornais', afirmou o candidato.

    'De jeito nenhum. Vou reduzir a carga tributária, aliás quero dizer claramente aqui. Vamos cortar gastos para valer, sabemos fazer isso', disse Alckmin ao ser questionado se pensa em criar algum tributo.

    O tucano acrescentou que o Estado de São Paulo registrou em 2017, sob seu governo, superávit sem aumentar nenhum imposto, em meio a uma crise que atingiu outros grandes Estados do país.

    Quando indagado sobre se irá privatizar a Petrobras caso eleito, Alckmin defendeu que parte das atividades sejam privatizadas e que se traga o setor privado para investir em refinarias.

    'Não podemos trocar monopólio estatal por monopólio privado. O que a Petrobras tem de expertise? Pesquisa e exploração de petróleo em águas profundas e é isso que ela deve fazer e faz muito bem. Todo o restante privatiza, tudo. Gasodutos, distribuição, refino', afirmou o presidenciável.

    (Reportagem de Laís Martins)

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