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    Latam decide fechar capital da Multiplus e oferece R$27,22 por ação em OPA

    SÃO PAULO (Reuters) - A TAM Linhas Aéreas, subsidiária integral da Latam Airlines, decidiu não renovar o contrato com a operadora de programas de fidelidade Multiplus e fechar o capital da empresa, diante das dificuldades enfrentadas por programas de fidelidade, informou a Multiplus nesta quarta-feira em fato relevante.

    A Multiplus disse que recebeu comunicado da TAM, que detém cerca de 73 por cento da empresa, informando que pretende realizar uma oferta pública de aquisição de ações ordinárias para cancelamento do registro de companhia aberta da Multiplus e a saída do novo mercado.

    Na carta à Multiplus, a TAM disse que atribui valor de 27,22 reais por ação na OPA, equivalente ao preço médio ponderado dos últimos 90 pregões e ajustado por dividendos, com prêmio de 11,6 por cento sobre o valor de fechamento na terça-feira, de 24,4 reais.

    Segundo a Latam, pelo preço proposto, a aquisição total dos 27,3 por cento do capital social da Multiplus em circulação de mercado custará cerca de 1,2 bilhão de reais.

    Nesta manhã, as ações da Multiplus chegaram a subir mais de 9 por cento, para 26,69 reais, repercutindo o anúncio. Às 10:47, as ações da Multiplus subiam 6,6 por cento, a 26,01, enquanto o Ibovespa tinha variação positiva de 0,15 por cento. .

    A Latam Airlines disse que, apesar dos esforços coordenados com a Latam Airlines Brasil e a Multiplus, não foi possível reforçar a liderança da Multiplus no competitivo mercado brasileiro de pontos de fidelidade.

    'Apesar de vários aditivos ao contrato que buscaram restabelecer a competitividade (incluindo, mais recentemente este ano, reduções médias de 5 por cento nos preços domésticos de passagens e de 2 por cento nos preços dos tickets internacionais oferecidos à Multiplus), a participação de mercado da Multiplus continuou sem evoluir', disse a Latam em comunicado, acrescentando que não pretende renovar ou prorrogar o contrato após 31 de dezembro de 2024.

    Desde a associação dos negócios entre a chilena LAN e a TAM, em 2012, as afliadas da Latam Airlines Group tem operado dois programas de passageiro frequente separados e distintos.

    A Multiplus opera o programa de fidelidade herdado da TAM, o Latam Fidelidade, enquanto o programa Latam Pass, sucessor do programa da Lan Pass da LAN, é o principal programa de passageiros frequentes na maioria dos mercados de língua espanhola da Latam.

    Em maio, a Multiplus fechou com a Latam um acordo de internacionalização garantido a ela exclusividade do programa de milhagem para o Brasil, Paraguai, América do Norte e Europa. Já a Latam Pass ficou com o direito de atuar exclusivamente no Chile, Argentina, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Bolívia, países da América Central e nos demais países e regiões não atendidos pela Multiplus.

    INCORPORAÇÃO

    A data para o lançamento da oferta de aquisição das ações em mercado da Multiplus está sujeita à aprovação prévia da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da documentação regulatória necessária e a Latam informou que pretende protocolar a documentação até o início de outubro.

    Após a conclusão da OPA, a Latam pretende incorporar a Multiplus 'no prazo mais breve possível após concluir o processo de exclusão de registro'.

    'A aquisição da Multiplus e sua total integração à rede da Latam, juntamente com o Latam Pass..., criarão o que a Latam estima ser o quarto maior programa de passageiro frequente e de fidelidade do mundo (medido pela quantidade de clientes) e consolidará o relacionamento do Grupo Latam com os 21,1 milhões de clientes na Multiplus', disse a Latam em comunicado.

    Segundo a empresa, os pontos dos clientes da Multiplus e benefícios de resgate permanecerão intactos. A Latam afirmou ainda que a decisão 'é consistente com as transações recentes no setor e com a estratégia de modelos in-house de negócios de passageiros frequentes das maiores companhias aéreas globais'.

    (Por Raquel Stenzel e Flavia Bohone)

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    Infraero prepara venda de metade do capital por cerca de R$14 bi, diz presidente

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente da estatal federal de serviços aeroportuários Infraero, Antônio Claret de Oliveira, disse nesta terça-feira que a empresa está com planos prontos para vender 49 por cento do capital por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) ou a venda para um sócio estratégico.

    'O projeto está praticamente pronto', disse Oliveira durante evento do setor de infraestrutura. No entanto, o executivo afirmou que o projeto só deve ser apresentado ao próximo presidente da República, a ser eleito em outubro.

    Segundo ele, a venda de 49 por cento do capital da companhia por IPO ou venda a um sócio estratégico deve render cerca de 14 bilhões de reais.

    Como parte dos esforços para tornar a empresa, outrora monopolista do setor aeroportuário brasileiro, Oliveira revelou planos para enxugar ainda mais o quadro de funcionários e elevar receitas.

    De uma folha de pagamento com mais de 12 mil empregados no fim de 2015, o montante caiu para os atuais 8,1 mil. E a meta é reduzir a folha para cerca de 6 mil antes de o plano de atração de investidores ir adiante.

    Esse corte se dará sobretudo, disse o executivo mais tarde à Reuters, com a transferência de cerca de 1,8 mil funcionários do setor de navegação aérea para a Aeronáutica.

    Simultaneamente, a Infraero tem buscado fontes adicionais de receitas, incluindo a ocupação de espaços vagos em grandes aeroportos do país para uso comercial, além de aumentar a capacidade de alguns terminais para receber mais público.

    Como exemplo, Oliveira citou a expansão da pista do aeroporto de Foz do Iguaçu (PR), que qualificará o terminal para receber voos diretos da Europa e dos Estados Unidos.

    Depois de anos no vermelho, a Infraero teve lucro operacional de 505,4 milhões de reais no ano passado. Para 2018, a empresa espera lucrar 472 milhões de reais, mesmo com a saída de quatro grandes aeroportos da rede: Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza.

    (Por Aluísio Alves)

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    Azul tem prejuízo líquido de R$45 mi no 2º tri, empresa reduz projeção de oferta

    SÃO PAULO (Reuters) - A Azul teve prejuízo líquido de 45 milhões de reais no segundo trimestre, ante prejuízo de 38,6 milhões no mesmo período de 2017, informou a terceira maior companhia aérea do país nesta quinta-feira.

    A empresa destacou que o lucro ajustado após itens não recorrentes, foi de 283,3 milhões de reais, no trimestre, recorde para a empresa. No período, a empresa elevou em 15,5 por cento o preço médio das passagens sobre o segundo trimestre do ano passado.

    Segundo a Azul, a greve dos caminhoneiros causou 51,2 milhões de reais em receita perdida no período.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing (Ebitdar) ajustado de 521,4 milhões de reais, avanço de 10,9 por cento ante o mesmo período do ano anterior.

    A empresa também anunciou mudanças na suas previsões para o ano por conta das variações do câmbio e dos preços dos combustíveis de aviação. A Azul agora espera um crescimento da oferta neste ano de 16 a 18 por cento ante expectativa anterior de avanço de 17 a 20 por cento. O número de decolagens foi reduzido de expansão de 3 a 4 por cento para alta de 2 a 3 por cento.

    Já a margem operacional prevista pela Azul para o ano é de 9 a 11 por cento, uma redução ante a previsão anterior de 11 a 13 por cento, excluindo eventos não recorrentes.

    'Continuaremos o processo de substituição de aeronaves de antiga geração por A320neos, que representaram 14 por cento dos nossos ASKs (oferta) em 2017 e deverão representar 27 por cento da nossa capacidade total em 2018', disse o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, em comunicado.

    A Azul espera que o custo excluindo gastos com combustível caia de 1 a 3 por cento este ano ante previsão anterior de queda de 2 a 4 por cento.

    As ações da Azul subiam 1,11 por cento, a 23,64 reais, às 10:27. O Ibovespa mostrava alta de 0,17 por cento no horário.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Gol amarga prejuízo de R$1,3 bi no 2º tri com impacto do câmbio

    Por Flavia Bohone

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol registrou prejuízo líquido depois da participação minoritária de 1,326 bilhão de reais no segundo trimestre, um aumento de 177,6 por cento em relação à perda verificada um ano antes, pressionada pela variação cambial que pesou sobre o resultado financeiro do período.

    Antes da participação de minoritários, o prejuízo líquido somou 1,272 bilhão de reais no período de abril a junho, um aumento do rombo de mais de 200 por cento em relação à perda de 409,5 milhões de reais um ano antes, com margem líquida negativa de 54 por cento.

    A margem líquida após a diluição dos minoritários ficou negativa 56,3 por cento.

    'A tradicional baixa temporada em viagens aéreas no Brasil foi particularmente desafiadora pela apreciação acelerada do dólar americano frente ao real e pela ruptura no equilíbrio de oferta da indústria que impactou a demanda do transporte aéreo', disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, em comunicado sobre o balanço trimestral.

    O resultado financeiro ficou negativo em 1,261 bilhão de reais no segundo trimestre, afetado principalmente pela perda com a variação cambial e monetária de 1 bilhão de reais. Um ano antes, o resultado financeiro foi negativo em 425,3 milhões de reais.

    'Esse resultado foi decorrente da desvalorização do real em 16 por cento incidente sobre o saldo de dívida bruta de 2 bilhões de dólares no nosso balanço patrimonial consolidado', disse o vice-presidente financeiro da Gol, Richard Lark, em vídeo divulgado pela empresa para comentar o resultado.

    A receita operacional líquida do segundo trimestre subiu 9 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, somando 2,354 bilhões de reais.

    O resultado operacional, medido pelo lucro antes de juros e impostos (Ebit), somou 42,8 milhões de reais no período, alta de 92,7 por cento em relação ao mesmo período de 2017, engatando o oitavo trimestre seguido de resultado operacional positivo. No período de abril a junho, a margem Ebit foi de 1,8 por cento, ante 1 por cento um ano antes.

    Segundo Lark, o preço médio do combustível de aviação subiu 12,6 por cento sobre o primeiro trimestre, mas 'a combinação de maiores tarifas, maior demanda e ganhos de 36 milhões de reais com hedge permitiram' o crescimento de 0,8 ponto percentual na margem Ebit.

    Em relação ao preço dos combustíveis, Lark afirmou que a empresa possui hedge para cerca de 70 por cento da exposição ao preço de petróleo para o restante deste ano.

    Às 14:34 as ações da Gol subiam 1,53 por cento, revertendo as perdas vistas mais cedo, quando os papéis perderam 3,21 por cento na mínima da sessão.

    Para os analistas do BTG Pactual, a Gol reportou resultados relativamente sólidos, considerando a sazonalidade desfavorável do segundo trimestre e os eventos negativos do período.

    A equipe do banco tem recomendação de compra para as ações da Gol, mas reduziu o preço-alvo do papel para 18 reais, ante 25 reais.

    Após os impactos em maio e junho, em decorrência da greve dos caminhoneiros, a Gol viu as reservas de voos voltando a 'patamares mais normais' em julho, disse Lark em teleconferência depois da divulgação dos resultados.

    Em relação à demanda, o executivo afirmou que a empresa segue confiante na força da demanda corporativa, que tem o maior peso na composição dos clientes da empresa. No entanto, Lark destacou que a empresa está mais cautelosa em relação à demanda do segmento lazer, que responde por cerca de 30 por cento.

    'Essa situação de crescimento econômico talvez menor que o esperado poderia impactar um pouco a demanda desse segmento muito mais suscetível a questões econômicas', disse Lark.

    PROJEÇÕES

    Com o resultado do segundo trimestre, a Gol elevou sua estimativa para a despesa financeira líquida em 2018 para aproximadamente 800 milhões de reais, de cerca de 650 milhões de reais na previsão anterior. Para 2019, a projeção foi mantida em cerca de 500 milhões de reais.

    A Gol manteve a estimativa de crescimento da oferta total entre 1 e 2 por cento neste ano, e entre 5 e 10 por cento em 2019.

    A projeção para margem operacional (Ebit) para este ano foi mantida em cerca de 11 por cento. No entanto, para o próximo ano, a estimativa foi revisada para cerca de 12 por cento, de 13 por cento.

    A companhia aérea revisou ainda suas projeções para o resultado por ação diluído, prevendo agora para 2018 um prejuízo de 1,20 real a 1 real, ante estimativa anterior de lucro de 0,90 real a 1,10 real. Para 2019, a expectativa é de lucro de 1,50 real a 1,90 real, ante projeção anterior de ganho de 1,70 real a 2,30 real.

    A estimativa para o preço do combustível em 2018 passou a cerca de 2,9 reais por litro, acima da projeção anterior de cerca de 2,5 reais por litro. Para 2019, a companhia aérea estima preço médio de combustível de 2,9 reais por litro, também superior à previsão anterior de 2,6 reais.

    SMILES

    Separadamente, a Gol disse que seu conselho de administração aprovou um contrato de compra e venda antecipada de passagens aéreas a ser firmado com a Smiles, por meio do qual a Smiles adquire novos créditos para utilização futura na aquisição de passagens aéreas de emissão da Gol. A compra antecipada consistirá em uma tranche de pagamento, com desembolso imediato pela Smiles no valor de até 300 milhões de reais.

    Além disso, o conselho aprovou ainda o aumento de capital da Gol no valor de 2,472 milhões de reais, mediante a emissão de 331.418 ações, decorrentes do exercício de opções de compra de ações no âmbito do plano de opção de compra de ações aprovado em outubro de 2012.

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    Embraer tem prejuízo líquido de R$467 mi no 2º tri com menores entregas e problemas com cargueiro

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer registrou um prejuízo líquido atribuído aos acionistas de 467,0 milhões de reais no segundo trimestre, ante um lucro de 200,9 milhões de reais no mesmo período do ano passado, em um trimestre marcado pelo menor número de entregas e aumento dos custos com o desenvolvimento do cargueiro militar KC-390.

    Excluindo impostos diferidos, contribuições sociais e itens especiais, o lucro líquido ajustado foi de 2,3 milhões de reais, ante lucro de 409,4 milhões de reais no segundo trimestre do ano passado, informou a fabricante de aeronaves brasileira nesta terça-feira.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) despencou 83 por cento para 140,4 milhões de reais no segundo trimestre, incluindo o impacto negativo, não recorrente, de 458,7 milhões de reais referente à revisão da base de custos do contrato de desenvolvimento do cargueiro KC-390, em decorrência do incidente com o protótipo ocorrido em maio.

    A margem Ebitda despencou para 3,1 por cento no segundo trimestre, ante 14,6 por cento um ano antes.

    Sem contabilizar a revisão do custo do cargueiro, o Ebitda ajustado recuou para 599,1 milhões de reais, ante 803,4 milhões de reais no mesmo período de 2017. A margem Ebitda ajustada caiu para 13,2 por cento, ante 14,1 por cento um ano antes.

    'A companhia reafirma todas as suas estimativas financeiras e de entregas para 2018, que não incluem o impacto não recorrente da revisão de base de custos do KC-390, ocorrida no segundo trimestre', disse a Embraer em nota de divulgação do resultado.

    A receita líquida da Embraer recuou 20 por cento para 4,533 bilhões de reais no segundo trimestre, devido ao menor número de entregas nos segmentos de aviação comercial e executiva e à queda de 90 por cento na receita do segmento de defesa e segurança por conta do incidente com o KC-390. A margem bruta consolidada caiu para 10,7 por cento, ante 17,8 por cento no segundo trimestre do ano passado.

    No segundo trimestre, a Embraer entregou 28 aeronaves comerciais e 20 executivas, ante entregas totais de 59 aeronaves no segundo trimestre do ano passado. Apesar do recuo, a Embraer mantém a previsão de entregar de 85 a 95 jatos comerciais e 105 a 125 jatos executivos no ano.

    A Embraer fechou um acordo com a norte-americana Boeing em julho para a formação de uma joint venture de 4,75 bilhões de dólares da área de aviação comercial. A Boeing assumirá o controle da divisão de aviação comercial, a maior geradora de receita da empresa brasileira, com participação de 80 por cento da joint venture.

    O segmento de Aviação Comercial respondeu por 60,5 por cento da receita líquida total da Embraer, ante 52,8 por cento um ano antes, enquanto a participação do segmento de Defesa & Segurança recuou para 2,2 por cento, ante 17,1 por cento em 2017, em função da queda da receita no período.

    Já o segmento de Serviços & Suporte teve crescimento de 18 por cento da receita, para 918,5 milhões de reais, respondendo por 20,3 por cento da receita líquida da companhia, ante 13,7 por cento no mesmo período de 2017.

    DÍVIDA E INVESTIMENTOS

    A Embraer gerou 175,5 milhões de reais de fluxo de caixa livre ajustado no segundo trimestre, e no final de junho tinha uma posição de caixa de 12,88 bilhões de reais, com uma dívida bruta de 15,66 bilhões de reais.

    O aumento da dívida líquida de 10,3 por cento em relação ao trimestre imediatamente anterior, para 2,781 bilhões de reais no fim de junho, refletiu a variação cambial no período, disse a empresa.

    A Embraer investiu 58,6 milhões de reais no segundo trimestre, elevando o total aplicado no primeiro semestre a 132,6 milhões de reais. A empresa acredita que os gastos de capital devem aumentar no segundo semestre, mas devem ficar abaixo dos 200 milhões de dólares estimados pela companhia para o ano.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Embraer entrega 28 jatos comerciais e 20 executivos e encerra 2ºtri com US$17,4 bi em pedidos firmes

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer entregou 28 jatos comerciais e 20 jatos executivos no 2º trimestre, encerrando o trimestre com pedidos firmes a entregar (backlog) de 17,4 bilhões de dólares, informou a empresa nesta sexta-feira.

    O volume de entregas de abril a junho foi superior ao registrado no primeiro trimestre do ano, quando a fabricante brasileira de aeronaves entregou 14 jatos comerciais e 11 executivos, e encerrou o período com pedidos firmes de 19,5 bilhões de dólares.

    As entregas, contudo, recuaram mais uma vez em relação ao mesmo período do ano anterior. No segundo trimestre de 2017, a Embraer entregou um total de 35 jatos comerciais -- sete a mais que no segundo trimestre deste ano -- e 24 jatos executivos, e encerrou o período com backlog de 18,5 bilhões de dólares.

    Dos 28 jatos de aviação comercial entregues de abril a junho deste ano nos Estados Unidos, Europa e Ásia Pacífico, 20 eram do modelo E175.

    No segmento de aviação executiva, das 20 unidades entregues no trimestre, 15 eram jatos leves e cinco jatos grandes.

    A empresa destacou a entrega no segundo trimestre do primeiro jato E190-E2 de série para a companhia norueguesa Wideroe no início do abril, e o cancelamento do pedido da Air Costa para a 50 E-Jets. 'Esse ajuste no backlog não tem impacto na produção do E2, nem no cronograma de entregas de 2018 ou 2019', disse a empresa.

    Para analistas do BTG Pactual, o cancelamento do pedido da Air Costa, que resultou na queda do backlog, já era esperado, pois a companhia aérea indiana está em estresse financeiro desde do ano passado. Os analistas seguem compradores na ação, que caía 1 por cento na bolsa paulista na manhã desta sexta-feira.

    Dentro da carteira de pedidos firmes do segundo trimestre, com 360 jatos comerciais, a Embraer incluiu a encomenda da Mauritania Airlines de dois jatos E175, no valor de 93,8 milhões de dólares, feita durante o Farnborough Airshow 2018, na Inglaterra.

    Os demais pedidos recebidos durante a feira, realizada entre os dias 16 e 22 de julho, serão incluídos no backlog até o fim do ano. Os pedidos firmes de 25 jatos E175 da United Airlines e de 10 jatos E195-E2 da Wataniaya Airways, do Kuweit, que serão incluídos no blacklog do terceiro trimestre, e os demais até o fim do ano, disse a empresa.

    A Embraer acertou no início de julho um acordo com a norte-americana Boeing MBA.N> para formação de uma joint venture envolvendo a área de aviação comercial da fabricante brasileira, que ainda depende de aval do governo brasileiro, que detém uma golden share da empresa.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Embraer faz acordos para venda de nova família de jatos em feira britânica

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer anunciou nesta terça-feira durante a feira britânica de aviação de Farnborough novas encomendas e intenções de compra da nova família de jatos comerciais E2, em acordos com potencial de reforçar a carteira de pedidos da fabricante brasileira em alguns bilhões de dólares nos próximos meses.

    A maior parte dos anúncios, porém, envolveu intenções de compra, que podem ou não ser confirmadas mais adiante, num total até agora de 136 aviões. Deste volume, 100 unidades envolvem o jato E175, encomendado pela norte-americana Republic Airways, e incluem possibilidade de conversão do pedido para o novo modelo E175-E2. A intenção da companhia, se confirmada, valerá 9,3 bilhões de dólares a preços atuais dos aviões.

    Além disso, a companhia aérea brasileira Azul assinou intenção de ampliar em 21 jatos seu pedido de 30 E195-E2 acertado em 2015, a suíça Helvetic Airways pretende levar 12 E190-E2 nos próximos meses e uma companhia aérea espanhola cujo nome não foi revelado mostrou interesse firme em três E195-E2.

    Em termos de pedidos firmes, a fabricante brasileira conseguiu nesta terça-feira 10 encomendas de E195-E2, que carregam opção de serem ampliadas em mais 10 unidades do mesmo modelo. O pedido foi feito pela Wataniya Airways, do Kuwait, tem um valor potencial de até 1,3 bilhão de dólares e será incluído na carteira de encomendas firmes do terceiro trimestre. Na véspera, durante a feira britânica, a Embraer anunciou pedido firme feito pela norte-americana United Airlines envolvendo 25 jatos E175, em um contrato avaliado em 1,1 bilhão de dólares.

    As ações da Embraer ampliavam o movimento de alta iniciado após o anúncio da carta de intenção da Azul mais cedo. Às 14:35, os papéis subiam 3 por cento, a 21,62 reais, enquanto o Ibovespa

    Em abril, o presidente da divisão de jatos comerciais da Embraer, unidade que pode ser passada ao controle da norte-americana Boeing , John Slattery, afirmou que ficaria 'decepcionado' se a empresa não conseguisse vendas significativas da nova família de aviões este ano.

    As versões modernizadas dos aviões comerciais da Embraer começaram a ser entregues em abril. O primeiro modelo a ficar pronto foi o E190-E2, entregue para a norueguesa Widerøe.

    A família de aviões E2, que ainda tem os modelos 175 e 195, tem capacidade de 80 a 146 passageiros e deve ter o lançamento concluído até 2021. O modelo 195 deve ficar pronto no final do próximo ano.

    Na semana passada, a norte-americana JetBlue, do mesmo fundador da Azul, anunciou decisão de trocar sua frota de cerca de 60 jatos da Embraer por modelos produzidos pela parceria Airbus-Bombardier, o que pressionou as ações da fabricante brasileira.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Boeing e Embraer defendem acordo para venda de divisão de jatos comerciais

    FARNBOROUGH, Inglaterra (Reuters) - Executivos da Boeing e da Embraer defenderam nesta segunda-feira o acordo para a venda da principal divisão da fabricante brasileira de aeronaves para o grupo norte-americano e afirmaram que estão confiantes de que conseguirão aprovação de autoridades para o acordo.

    'Eu não posso acreditar que qualquer pessoa seja contra este projeto dados os benefícios que ele trará para o Brasil', afirmou o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, a jornalistas durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra. 'Que pode ser contra mais empregos, mais exportações, mais tecnologia e mais acesso a capital?', acrescentou.

    As duas companhias anunciaram este mês um acordo prévio sob o qual a Boeing vai assumir o controle da divisão de aviação comercial da Embraer por meio da criação de uma joint-venture de 4,75 bilhões de dólares que enfrentará a parceria da Airbus com a Bombardier.

    O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, afirmou durante o evento que o acordo com a Embraer marcará um momento definidor na história da companhia norte-americana e que há um 'grande alinhamento' entre as empresas.

    Muilenburg afirmou que o acordo vai permitir à Boeing buscar clientes com combinações de frotas envolvendo os modelos de aviões 737 MAX e a família E2, da Embraer, e oferecer a eles mais serviços.

    O acordo entre Boeing e Embraer precisa de aprovação de autoridades que incluem o governo brasileiro, que tem se mostrado favorável à operação. A compra da divisão de jatos comerciais da Embraer vai adicionar ao portfólio da Boeing aviões com capacidade para 70 a 130 passageiros e deve impulsionar o lucro por ação da companhia norte-americana a partir de 2020.

    Na semana passada, sindicatos de trabalhadores da Embraer no Brasil mantiveram postura contrária ao negócio, afirmando que a empresa já demitiu apenas neste ano cerca de 300 funcionários em sua principal fábrica, em São José dos Campos (SP), algo que a companhia brasileira afirma se tratar de 'rotatividade natural da empresa' e que 'vem mantendo estável o volume de empregos no Brasil'.

    Além da operação na área de jatos comerciais, Boeing e Embraer vão aprofundar laços nas vendas e serviços envolvendo o cargueiro brasileiro KC-390.

    As companhias afirmaram a jornalistas que vão colaborar com novas gerações ou modificações da plataforma do KC-390, bem como vão estabelecer acordos mútuos para gestão de fornecedores nas operações com aviões de passageiros e militares.

    (Por Eric M. Johnson)

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    Boeing e Embraer defendem parceria em jatos comerciais e se dizem confiantes em aprovação regulatória

    FARNBOROUGH, Inglaterra (Reuters) - Os principais executivos da Boeing e da Embraer defenderam nesta segunda-feira a parceria na área de aviação comercial entre as duas empresas e disseram que estão confiantes na aprovação regulatória do negócio.

    'Não posso prever que alguém será contra este projeto, dados os benefícios que isso trará para o Brasil', disse o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, em entrevista coletiva na Farnborough Air Show. 'Quem pode ser contra mais empregos, mais exportações, mais tecnologia, mais acesso a capital?'

    As duas empresas anunciaram neste mês que fecharam um acordo sob o qual a Boeing assumirá o controle da divisão de aeronaves comerciais da Embraer em uma nova joint venture de 4,75 bilhões de dólares que reformulará um duopólio global de jatos de passageiros. [nL1N1U10VV]

    A nova companhia, englobando o negócio de aeronaves comerciais da Embraer, coloca a Boeing na extremidade inferior do mercado, elevando a competição com os jatos CSeries projetados pela canadense Bombardier Inc e que contam com o apoio da europeia Airbus SE, rival da Boeing.

    O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, disse que o acordo marca um momento decisivo na história da Boeing e que há 'grande alinhamento' entre as empresas.

    Ele disse que o acordo permitiria à Boeing ir aos clientes com combinações de serviços de frota entre o avião 737 MAX e a família E2, e oferecer outros valores em tecnologia e serviços.

    (Por Eric M. Johnson em Seattle)

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    Aprovação do negócio entre Embraer e Boeing depende de BNDES e Previ, dizem fontes

    Por Tatiana Bautzer e Carolina Mandl

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer está contando com os votos de acionistas de entidades próximas do setor público para superar qualquer potencial objeção de investidores à venda do controle de sua divisão de jatos comerciais para a Boeing, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

    Dúvidas sobre o valor atribuído pela Boeing à divisão de aviação comercial da Embraer fizeram as ações da fabricante brasileira despencarem quase 15 por cento na quinta-feira passada, dia em que as empresas anunciaram a assinatura de um memorando de entendimentos, embora as ações ainda acumulem uma alta de 32 por cento desde as primeiras notícias sobre a negociação entre as companhias. O memorando atribuiu valor de 4,75 bilhões de dólares para a divisão.

    Alguns acionistas minoritários da Embraer reclamaram que o acordo dá efetivamente à Boeing controle da principal unidade geradora de lucro da companhia sem a necessidade de ter de pagar um prêmio de 50 por cento estabelecido em cláusula de veneno no estatuto da empresa brasileira. Os principais acionistas estrangeiros até o momento se mantiveram calados sobre a questão.

    Mas mesmo que alguns investidores se oponham ao negócio, uma cláusula pouco conhecida do estatuto da Embraer dará aos votos de acionistas brasileiros cerca de seis vezes mais peso que aqueles dos investidores estrangeiros em uma assembleia de acionistas, afirmaram as fontes.

    O apoio do fundo de pensão Previ e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que juntos detêm cerca de 10 por cento da Embraer, ao negócio pode então se mostrar decisivo, disseram as fontes, ressaltando o poder de veto do governo brasileiro por meio de uma golden share na empresa.

    Embraer, Boeing e Previ se recusaram a comentar a questão. O BNDES não respondeu o pedido de comentários.

    A assembleia de acionistas ainda não foi marcada, mas duas pessoas próximas ao negócio acreditam que ela possa ocorrer entre setembro e outubro.

    REGRA POUCO CONHECIDA

    As regras do estatuto da Embraer garantem a acionistas brasileiros pelo menos 60 por cento de poder de voto em assembleias, apesar de estes investidores deterem apenas 19 por cento das ações em circulação da companhia. Cerca de metade dessa participação está nas mãos de Previ e BNDES.

    O BNDES, que detém participação na Embraer por meio de seu braço de participações BNDESPar, participou do grupo de trabalho montado pelo governo para discutir o negócio entre Boeing e Embraer, junto com representantes dos ministérios da Fazenda e da Defesa, que discutiu o valor atribuído à divisão comercial da Embraer.

    O presidente do BNDES, Drogo Oliveira, disse na terça-feira que a considera operação das empresas certamente um bom negócio (para os acionistas) .

    A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, até agora não comentou publicamente sua posição em relação ao negócio.

    Os principais acionistas da Embraer --Brandes Investimento Partires, BlackRock e Mondaria Investimento Partners--também podem ter sua manifestação restringida pelo estatuto a um máximo de 5 por cento do total de votos. Representantes dos três gestores de investimentos não comentaram o assunto.

    RESISTÊNCIA DOS ACIONISTAS

    Apesar das ações da Embraer ainda mostrarem uma valorização de 32 por cento em relação ao dia anterior do anúncio do interesse da Boeing, alguns analistas avaliam que os investidores seguem descontentes com a oferta da companhia norte-americana.

    Vemos grandes chances de os acionistas da Embraer exigirem um preço mais alto pela participação no segmento de aviação comercial, dado o valor estratégico da unidade e o baixo impacto financeiro para a Boeing , escreveu o analista Renato Mímica, do BTG Pactua.

    Um gestor de fundo que detém menos de 1 por cento das ações da Embraer, que pediu para não ser identificado para preservar sua relação com a administração da companhia, afirmou que o valor atribuído à unidade foi baixo e questionou por que outros investidores, além do BNDES, não foram consultados previamente.

    Em meio à discussão prévia à assembleia, Renato Chaves, acionista com uma pequena participação e ex-diretor da Previ, encaminhou uma reclamação na semana passada à Comissão de Valores Mobiliários (COM) acusando as empresas de desenhar o negócio de maneira a evitar a cláusula de veneno do estatuto da Embraer.

    A cláusula assegura uma oferta a todos os acionistas da empresa com um prêmio de 50 por cento sobre os preços de mercado se qualquer investido comprar 35 por cento ou mais da companhia brasileira.

         O que eu vejo é a Embraer vendendo 85 por cento de sua receita para a Boeing e a cláusula de veneno deveria ser aplicada , disse Chaves. O que eles estão fazendo é uma aquisição disfarçada para evitar a cláusula de veneno.

    De qualquer maneira, o formato atual do negócio foi exigido pelo governo brasileiro durante as discussões por meio de sua golden share, e não o inicialmente proposto pela Boeing, de uma aquisição simples da Embraer.

    A COM não se pronuncia sobre queixas de investidores além de suas decisões públicas.

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