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    Senado aprova MP que tira limite de capital estrangeiro em companhias aéreas, texto vai à sanção

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O Senado aprovou nesta quarta-feira a medida provisória que autoriza a participação de até 100 por cento do capital estrangeiro em companhias aéreas e o texto irá agora à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

    Aprovada na Câmara na véspera, a MP perderia a validade se não tivesse sua tramitação concluída nesta quarta pelo Congresso.

    O texto que irá à sanção do presidente inclui a retomada da franquia mínima de bagagem no transporte aéreo doméstico e internacional de até 23kg nas aeronaves a partir de 31 assentos sem cobrança adicional. Essa era a mesma franquia existente à época em que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) editou resolução permitindo a cobrança.

    Para a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), a retomada da franquia pode “desestimular a entrada de empresas de baixo custo (low-cost) no país”, segundo uma publicação da deputada no Twitter.

    Editada ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, a MP foi publicada para permitir que investidores estrangeiros possam adquirir empresas nacionais, sem limitação à capacidade de controle da direção dessas companhias.

    Ao editar a MP, à época, o governo argumentou que o limite em vigor de 20% ao capital estrangeiro tornava o transporte aéreo “restritivo” a investimentos de fora.

    Bolsonaro disse que a aprovação da medida vai, na prática, aumentar os trechos disponíveis, elevar a competitividade, melhorar os serviços e reduzir os preços.

    O relator da proposta, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), havia construído um parecer que condicionava a abertura do controle das aéreas pelo capital internacional à operação, por um mínimo de dois anos, de 5% dos voos em rotas regionais, mas a determinação foi rejeitada quando a medida era analisada pela Câmara dos Deputados.

    TRAMITAÇÃO DE MEDIDAS PROVISÓRIAS

    Antes da votação da MP no Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), anunciou em plenário que chegou a um entendimento com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que os deputados votem, na terça-feira, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que estabelece prazos para as medidas provisórias tramitarem em cada uma das Casas.

    O acordo atende a uma demanda dos senadores, que se queixam de que as MPs chegam ao Senado próximo de caducar, o que impede que a Casa faça alterações e acabe apenas homologando as decisões da Câmara.

    Pela PEC a ser analisada, as MPs tramitarão por 80 dias na Câmara e depois por 30 dias no Senado. As medidas provisórias precisam ser aprovadas em 120 dias para não perderem a validade.

    'O presidente Rodrigo Maia assumiu o compromisso de pautar essa emenda constitucional --que já foi votada no Senado, repito, oito anos atrás-- na próxima terça-feira', disse Alcolumbre.

    'Semana que vem teremos a votação da PEC, logo em seguida a promulgação dessa emenda constitucional e, a partir daí, o Senado da República terá a tranquilidade que por 30 dias analisará, daqui para frente, a tramitação e a votação das medidas provisórias editadas pelo governo', acrescentou.

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    Gol e Latam entram em processo de aquisição de ativos da Avianca Brasil

    Por Paula Arend Laier e Marcelo Rochabrun

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol e a Latam Airlines Brasil, afiliada da Latam Airlines, disseram nesta quarta-feira que fariam ofertas de pelo menos 70 milhões de dólares por alguns ativos da Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país e que pediu recuperação judicial em dezembro.

    As duas empresas disseram que foram abordadas pelo fundo Elliott Management, maior credor no âmbito do processo de recuperação judicial da Avianca Brasil.

    No mês passado, a Azul assinou um acordo não vinculante de 105 milhões de dólares para compra de ativos da Avianca Brasil, incluindo slots em aeroportos e contratos de leasing de aviões da rival. Porém, uma fonte envolvida no processo de recuperação disse na semana passada que desentendimentos entre a Azul e os credores ameaçaram atrapalhar um acordo.

    Pela nova proposta apresentada nesta quarta-feira, a Avianca Brasil planeja se separar em sete unidades que serão vendidas separadamente em leilão. O plano encaminhado ao tribunal que acompanha a recuperação judicial da companhia aérea, marca uma mudança significativa em relação à proposta da Azul e adiciona concorrência pelos slots detidos pela Avianca em alguns dos aeroportos mais movimentados do país, incluindo Congonhas e Santos Dumont.

    A Azul não quis comentar sobre a situação de sua oferta. A empresa ainda pode participar do leilão das sete unidades.

    Às 14h, as ações preferenciais da Gol subiam 0,75 por cento, enquanto o Ibovespa tinha elevação de 0,7 por cento. A Azul PN caía 0,6 por cento. No Chile, as ações da Latam tinham acréscimo de 3,2 por cento.

    Se fosse adiante, a oferta da Azul poderia fazer a empresa mais que duplicar sua presença em Congonhas, elevando os slots da empresa de 13 para 34. Gol e Latam dominam o aeroporto atualmente, com cerca de 130 slots cada uma.

    Em comunicado, a Gol disse que a proposta prevê a separação dos direitos de uso de horários de pouso e decolagem de voos da companhia, além do programa de milhagem Amigo, para que possam ser vendidos separadamente a qualquer empresa interessada no processo de leilão. Se aprovado pela Avianca Brasil, a Gol disse que o acordo será apresentado aos credores da companhia em assembleia geral marcada para a próxima sexta-feira.

    Segundo a Gol, a nova proposta envolve a criação de sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), que irão a leilão no processo de recuperação judicial da Avianca Brasil. Seis delas terão os direitos de uso dos horários de pouso e decolagem de voos nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos (SP) e Santos Dumont (RJ), bem como os certificados de operador aéreo. A última unidade trará os ativos relacionados ao programa Amigo.

    A Gol e a Latam disseram que já se comprometeram a apresentar uma oferta no valor mínimo de 70 milhões de dólares por pelo menos uma das UPIs.

    A Gol informou que também se comprometeu a adquirir da Elliott 5 milhões de dólares em financiamentos pós-concursais, na medida em que estes forem concedidos por ela à Avianca Brasil, entre esta quarta-feira e a próxima sexta-feira.

    A Gol poderá conceder financiamentos adicionais no montante de até 8 milhões de dólares no curso das próximas semanas para promover a liquidez da companhia.

    'Simultaneamente, a Gol concederá um adiantamento para a Elliott no valor de 35 milhões de dólares. Este montante será restituído caso a Gol ou outro interessado adquira a respectiva UPI no leilão, ou ainda se outro plano de recuperação judicial que envolva venda de horários de pouso e decolagem for considerado válido e aconteça com sucesso', afirmou a nota.

    Em contrapartida, pela concessão do adiantamento, a Elliott pagará para a Gol uma parcela dos recursos efetivamente recuperados no processo de recuperação judicial.

    A Latam disse que se comprometeu em fornecer à Avianca Brasil empréstimos no valor de pelo menos 13 milhões de dólares para financiar, em parte, o capital de giro e apoiar a continuidade das operações.

    Em março, o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, tinha afirmado que acreditava ser improvável que Latam ou Gol pudessem participar de um processo de venda de ativos da Avianca diante de possíveis preocupações de autoridades de defesa da concorrência. Mas a divisão da Avianca Brasil em parcelas menores pode ajudar as duas companhias a evitar problemas antitruste.

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    Espanhola Aena arremata Nordeste, lote mais cobiçado do leilão de aeroportos

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A espanhola Aena marcou em grande estilo sua entrada no mercado aeroportuário brasileiro, ao vencer nesta sexta-feira uma acirrada disputa pela concessão de um cobiçado lote de aeroportos no Nordeste do país, certame também percebido como mostra do apetite internacional por um ambicioso plano de privatizações do governo de Jair Bolsonaro.

    Com uma oferta de 1,9 bilhão de reais, ágio de 1010 por cento sobre o valor mínimo fixado para outorga, a Aena foi declarada vencedora após 19 lances no leilão viva-voz. O grupo espanhol obteve com isso o direito de administrar os aeroportos de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Aracaju (SE), Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE) por 30 anos.

    Batida pela Aena na disputa pelos terminais do Nordeste, a Zurich venceu o lote Sudeste, com oferta de 437 milhões de reais. E o lote Centro-Oeste foi arrematado pelo consórcio Aeroeste, formado pelos grupos Socicam e Sinart, que ofereceram 40 milhões de reais.

    No conjunto, o governo federal levantou 2,377 bilhões de reais com o pagamento imediato da outorga mínima, um ágio de 986 por cento em relação ao valor mínimo fixado para o leilão.

    Representantes do governo e instituições financeiras viram o resultado como mostra de confiança de investidores na retomada da economia e um indício que a concorrência por outros ativos na sequência também será forte.

    'O Brasil voltou para o jogo do investimento internacional', disse a jornalistas o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, logo após o leilão.

    Executivos frisaram, além do ágio, a participação de outros investidores, nove ao todo, alguns pela primeira vez, o que desfez o temor de que o modelo de 'filé com osso', de lotes com ativos com alto e pouco interesse econômico, espantasse os lances.

    Além da própria Aena, entraram no leilão desta sexta-feria o Patria Investimentos e o grupo alemão PSP/AviAlliance por meio do consórcio Região Nordeste; a francesa ADP, que administra o aeroporto de Paris, além dos já conhecidos Vinci, Fraport e Socicam/Sinart, que arrematou o lote Centro-Oeste.

    'O governo federal também foi vencedor, pois o leilão atraiu taxas de concessão relativamente altas de grupos tradicionais que já atuam no Brasil e de recém-chegados', afirmou o BTG Pactual em nota a clientes.

    Além da outorga mínima, o governo estima investimentos totais de 1,5 bilhão de reais nos terminais nos próximos cinco anos e de 3,5 bilhões durante a concessão de 30 anos. Em conjunto, os aeroportos leiloados respondem por 9,5 por cento do mercado doméstico.

    O certame pode de fato dar bons presságios ao governo para vendas e concessões de ativos nos próximos anos. Só em aeroportos, serão duas novas rodadas para transferir 36 terminais para o setor privado entre 2020 e 2022.

    A primeira delas será aberta na próxima segunda-feira, para culminar no leilão no segundo semestre do ano que vem, disse o secretário Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Vasconcelos.

    Nesta fase serão licitados três lotes: no Sul do país com os terminais de Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina; Joinville, Navegantes, Bagé, Uruguaiana e Pelotas. O Centro-Oeste/Nordeste tem os terminais de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Teresina (PI), Imperatriz (MA), Petrolina (PE). E o do Norte do país com os terminais de Manaus, Tabatinga, Tefé, Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Rio Branco (AC) e Cruzeiro do Sul (AC).

    Para 2021-22, outros três lotes devem ser licitados, com os mais cobiçados, de Congonhas, na capital paulista, o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, ficando por último.

    Mas o próximo grande teste para o governo federal na área de logística será o leilão da ferrovia Norte-Sul, que foi confirmado para o próximo dia 28, na própria B3.

    'Teremos pelo menos dois concorrentes nesse leilão', disse Vasconcelos à Reuters.

    Entre as derrotadas do dia estiveram a CCR, que concorreu pelos lotes Nordeste e Sudeste, sem sucesso, o mesmo acontecendo com a Fraport. E a Vinci, que disputou apenas o lote Sudeste, ficou na última colocação.

    Em nota, o Credit Suisse avaliou que, embora a derrota possa ser interpretada como negativa num primeiro momento para a CCR, as propostas mais conservadoras da empresa são um bom sinal, 'especialmente considerando as oportunidades de investimento no setor de estradas e mobilidade urbana, onde deve haver uma concorrência significativamente menor'.

    Às 16:41, a ação da CCR tinha queda de 1,6 por cento, enquanto o Ibovespa subia 0,4 por cento.

    (Com reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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    Mais países suspendem operações com de Boeing 737 MAX após acidente na Etiópia

    Por Duncan Miriri e Jamie Freed

    ADDIS ABABA/CINGAPURA/DUBLIN (Reuters) - Grã-Bretanha, Cingapura, Austrália, Malásia, Omã e Irlanda se juntaram nesta terça-feira a um grupo de nações que suspenderam o uso da aeronave 737 MAX da Boeing, e a identificação das 157 vítimas de um acidente na Etiópia se arrasta enquanto se espera que as caixas pretas revelem sua causa.

    O desastre de domingo –ocorrido após outra queda fatal de um jato 737 MAX na Indonésia cinco meses atrás – causou alarme na indústria global da aviação e reduziu em bilhões de dólares o valor de mercado da maior fabricante de aviões do mundo.

    Especialistas dizem ser cedo para especular sobre o motivo da queda e se os dois estão ligados. A maioria dos acidentes é causada por uma cadeia de fatores humanos e técnicos.

    Dados os problemas de identificação no local carbonizado da queda, a Ethiopian Airlines disse que levará ao menos cinco dias para começar a entregar os restos mortais às famílias.

    As vítimas são de mais de 30 países, incluindo quase duas dúzias de funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU).

    'Somos muçulmanos e temos que enterrar nossos mortos imediatamente', disse à Reuters Noordin Mohamed, empresário queniano de 27 anos que perdeu o irmão e a mãe.

    'Perder um irmão e a mãe no mesmo dia e não ter seus corpos para enterrar é muito doloroso', disse ele na capital do Quênia, Nairóbi, o destino do voo.

    O voo ET 302 caiu pouco depois de decolar de Adis Abeba no domingo, criando um bola de fogo em uma cratera. Pode levar semanas ou meses para se identificar todas as vítimas, que incluem um autor premiado, um dirigente de futebol e uma equipe de agentes humanitários.

    Os Estados Unidos disseram que é sendo seguro usar os aviões e a Boeing disse que não há necessidade de novas diretrizes para os operadores com base nas informações que colheu até agora.

    A Ethiopian Airlines parou de operar seus quatro outros 737 MAX 8 por precaução, e autoridades aeroviárias de Cingapura, Austrália, Malásia e Omã seguiram o exemplo de China, Indonésia e outros países suspendendo temporariamente o uso do Boeing 737 MAX em chegadas e partidas de seus aeroportos.

    Os gravadores das caixas pretas foram encontrados no local da queda na segunda-feira, mas não ficou claro onde serão analisados. O motivo do acidente será identificando rapidamente se as gravações estiverem intactas, mas uma investigação completa costuma demorar um ano.

    A autoridade de aviação irlandesa suspendeu temporariamente a operação de todas as variantes das aeronaves MAX 737 do Boeing no espaço aéreo irlandês com efeito imediato após um acidente mortal na Etiópia, disse nesta terça-feira.

    'A decisão da IAA foi tomada levando-se em conta a perda sem precedentes de dois Boeing 737 MAX nos últimos meses', afirmou o grupo em comunicado.

    'Como atualmente não temos informações suficientes do gravador de dados do voo, temos como medida de precaução instruções para impedir qualquer voo comercial de passageiros no Boeing 737 MAX de qualquer operador que esteja chegando, partindo ou sobrevoando o espaço aéreo irlandês'.

    (Reportagem adicional de Aradhana Aravindan; Katharine Houreld; Eric Johnson; James Pearson; Alexander Cornwell; Heekyong Yang; Tracy Rucinski; Tim Hepher; Graham Fahy)

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    Procon-SP quer que Gol deixe em terra avião Boeing envolvido em queda na África

    SÃO PAULO (Reuters) - A Fundação Procon-SP informou nesta segunda-feira que vai pedir para a companhia aérea Gol suspender operações com as aeronaves Boeing 737 MAX 8, após nova queda de avião do modelo ocorrida no domingo na África.

    'O objetivo da ação é prevenir que ocorram futuros acidentes colocando em risco a vida dos usuários do transporte aéreo', afirmou a entidade de defesa de direitos dos consumidores em comunicado à imprensa.

    A companhia aérea informou mais cedo que mantém seus sete Boeing 737 MAX 8 em operação e que está em contato próximo com a Boeing para esclarecimentos. 'A companhia reitera a confiança na segurança da sua operação', afirmou a empresa aérea brasileira.

    No domingo, um Boeing 737 MAX 8 com destino a Nairóbi, operado pela Ethiopian Airlines, caiu minutos depois de decolar de Addis Abeba, matando 157 pessoas. O mesmo modelo, operado pela Lion Air, caiu na costa da Indonésia em outubro, matando todas as 189 pessoas que estavam no avião.

    'Considerando que a segurança é um direito fundamental do consumidor, a Fundação Procon-SP...notificará hoje a Gol Linhas Aéreas para que suspenda imediatamente a operação de todas as aeronaves da Boeing modelo 737 MAX 8, em razão da ocorrência de acidentes de perfil semelhante em curto espaço de tempo', afirmou a entidade.

    A Gol afirmou que os 737 MAX 8 utilizados pela empresa atualmente operam basicamente em rotas internacionais como Quito e Flórida (EUA). A empresa tem atualmente uma frota de 121 aviões Boeing e encomenda de 135 aeronaves MAX 8 e MAX 10, a serem entregues até 2028.

    Procurada, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que está acompanhando as investigações em torno do modelo da Boeing.

    As ações da Boeing despencavam cerca de 6 por cento. Após a queda do avião no domingo, o regulador da indústria de aviação da China (CAA) proibiu nesta segunda-feira voos de quase 100 aeronaves Boeing 737 MAX 8 operados pelas companhias aéreas do país.

    Já as ações da Gol lideravam as quedas do Ibovespa, recuando 2,85 por cento às 15h34, enquanto o índice tinha alta de 2,6 por cento.

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    Gol mantém em operação Boeing 737 MAX 8, ações recuam

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol informou nesta segunda-feira que mantém em operação sete aeronaves Boeing 737 MAX 8 em rotas internacionais, enquanto segue acompanhando investigações sobre o acidente envolvendo queda de avião de mesmo modelo na Etiópia no domingo, que matou 157 pessoas.

    A Gol 'mantém contato próximo com a Boeing para esclarecimentos. A companhia reitera a confiança na segurança da sua operação', afirmou a empresa aérea brasileira nesta segunda-feira.

    As ações da Gol exibiam queda de 3,8 por cento, às 11h50, enquanto o Ibovespa tinha alta de 2 por cento. Operadores do mercado citavam também a notícia de mais cedo em que a rival Azul anúnciou acordo não vinculante para comprar cerca de 60 por cento das operações da Avianca Brasil.

    No domingo, um Boeing 737 MAX 8 com destino a Nairóbi, operado pela Ethiopian Airlines, caiu minutos depois de decolar de Addis Ababa. O mesmo modelo, operado pela Lion Air, caiu na costa da Indonésia em outubro, matando todas as 189 pessoas que estavam no avião.

    As ações da Boeing despencavam mais de 8 por cento. Após o queda do avião no domingo, o regulador da indústria de aviação da China (CAA) proibiu nesta segunda-feira voos de quase 100 aeronaves Boeing 737 MAX 8 operados pelas companhias aéreas do país.

    A Gol afirmou que os 737 MAX 8 utilizados pela empresa atualmente operam basicamente em rotas internacionais como Quito e Flórida (EUA). A empresa tem atualmente uma frota de 121 aviões Boeing e tem encomenda de 135 aeronaves MAX 8 e MAX 10, a serem entregues até 2028, informou a companhia.

    Procurada, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que está acompanhando as investigações em torno do modelo da Boeing.

    (Por Alberto Alerigi Jr., com reportagem adicional de Marcelo Rochabrun e Paula Arend Laier)

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    Azul vai mais que duplicar presença em Congonhas após acordo com slots da Avianca Brasil

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Azul, terceira maior do país, anunciou nesta segunda-feira um acordo para aquisição de ativos da Avianca Brasil no valor de 105 milhões de dólares, que, segundo uma fonte próxima da empresa, deve incluir todos os slots nos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) e cerca de metade deles em Guarulhos (SP).

    O acordo não vinculante, no valor de 105 milhões de dólares, vai elevar os slots da Azul em Congonhas, um dos aeroportos mais movimentados do país, de 13 para 34, se aprovado por autoridades regulatórias e de defesa da concorrência. Atualmente, Gol e Latam possuem cerca de 130 slots cada uma em Congonhas, disse a fonte.

    As ações da Azul fecharam em alta de 6,45 por cento na bolsa, enquanto o Ibovespa subiu 2,79 por cento.

    A Azul afirmou que o entendimento, que ocorre em meio ao plano de recuperação judicial da Avianca Brasil, inclui 70 slots (espaços para pousos e decolagens) nos três aeroportos. Envolve também 30 Airbus A320 que serão alvo de novos contratos de arrendamento pela Azul, afirmou a fonte, que estimou que o acordo com a rival abrange cerca de 60 por cento das operações da Avianca Brasil.

    A aquisição proposta será feita por um mecanismo chamado Unidade Produtiva Isolada (UPI) e o negócio inclui certificado de operador aéreo da Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país, que possui frota de 48 aviões.

    Horas depois do anúncio, a Avianca Brasil afirmou que nenhuma venda foi concretizada e que o número exato de aeronaves e de slots que irá compor a nova empresa ainda seria definido.

    Mais tarde, em outro comunicado, a empresa afirmou que o objetivo conjunto da UPI é para ter 'aproximadamente 30 aeronaves Airbus 320 e 70 pares de slots'.

    No primeiro comunicado, a Avianca Brasil afirmara também que o acordo com a Azul prevê investimento prévio para que possa manter sua operação até o leilão de venda da UPI, que será agendado pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. O valor do investimento não foi revelado.

    Segundo fontes próximas do assunto, o investimento da Azul, incluído no valor da transação, será de cerca 40 milhões de dólares, a ser pago para bancar as operações da Avianca Brasil até abril.

    A Azul, que enviou comunicado ao mercado sobre a transação, está em período de silêncio, antes da divulgação de seus resultados de 2018, previstos para quinta-feira.

    'Destacamos que o acordo é não vinculante e que o processo de aquisição da UPI está sujeito a uma série de condições como a conclusão de um processo de diligência, a aprovação de órgãos reguladores e credores, assim como a conclusão do processo de recuperação judicial. A expectativa é que esse processo dure até três meses', afirmou a Azul no comunicado.

    Segundo a fonte, o valor proposto para o negócio 'nasce da rentabilidade que a empresa pode ter com a operação'. A Azul ficará com o pessoal da Avianca Brasil que já está encarregado pelas operações dos slots envolvidos na transação, afirmou a fonte.

    'São slots que a empresa (Azul) não conseguiria ter sozinha. Sobre o restante da operação da Avianca, se a Azul quiser aumentar ela poderá fazer sozinha fora deste locais', disse a fonte referindo-se aos três aeroportos.

    A Avianca Brasil pediu recuperação judicial em dezembro e contratou em janeiro a consultoria Galeazzi & Associados para ajudar a encontrar recursos e eventualmente um comprador. Os principais credores da companhia aérea são as empresas de leasing de aviões Aircastle e GE Capital Aviation Services.

    Entre o fim de 2016 e setembro de 2018, os passivos da Avianca Brasil para firmas de leasing quintuplicaram para 415 milhões de reais, de acordo com as demonstrações financeiras da empresa.

    Em dezembro, o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, havia comentado que a empresa não tinha até então nenhum plano para uma oferta pela Avianca Brasil.

    (Por Alberto Alerigi Jr. e Marcelo Rochabrun; edição Gabriela Mello)

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