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    Embraer recebe pedido firme da American Airlines de 15 jatos E175, no valor de US$705 mi

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer disse nesta segunda-feira que a American Airlines Inc. fez um pedido firme para mais quinze jatos E175, em um contrato de 705 milhões de dólares, com base nos atuais preços de lista.

    De acordo comunicado ao mercado da fabricante brasileira de aeronaves, a encomenda será incluída na carteira de pedidos firmes da Embraer (backlog) do quarto trimestre de 2018 e as entregas começarão em 2020.

    'Somado aos pedidos anteriores de E175 realizados pela companhia aérea, este novo contrato resulta em uma encomenda total de 104 aeronaves do modelo pela American Airlines desde 2013', disse a Embraer em comunicado.

    De acordo com a empresa brasileira, a American Airlines selecionou sua subsidiária Envoy para operar as quinze aeronaves, que serão configuradas com um total de 76 assentos, sendo 12 assentos de primeira classe e 64 de classe econômica, incluídos os de classe econômica extra.

    'Este novo pedido da American Airlines mostra o valor que as companhias aéreas seguem depositando no nosso bem sucedido jato E175', disse o diretor de Marketing e Vendas para a América do Norte da Embraer Aviação Comercial, Charlie Hills.

    Com este novo contrato, a Embraer disse que vendeu mais de 435 jatos do modelo E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, obtendo mais de 80 por cento do total de pedidos no segmento de jatos de até 76 assentos.

    A Embraer está negociando há meses com a Boeing um acordo no qual a fabricante de aviões norte-americana passaria a deter 80 por cento da divisão comercial da companhia brasileira, que ficaria com os 20 por cento restantes.

    O governo tem uma 'golden share' na Embraer, que lhe dá poderes para aprovar e vetar temas estratégicos para a empresa. O governo do presidente Michel Temer esperava a definição da eleição presidencial para apresentar o projeto e encaminhar a parceria entre as duas fabricantes.

    Em entrevista na semana passada, o presidente eleito Jair Bolsonaro prometeu apoiar o acordo.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Gol tem prejuízo de R$409 mi no 3ºtri pressionado por câmbio e petróleo

    SÃO PAULO (Reuters) - A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea do Brasil, registrou nesta quinta-feira prejuízo líquido de 409 milhões de reais no terceiro trimestre, devido principalmente à depreciação do real e aos preços mais elevados do petróleo.

    A perda foi muito maior que a previsão de analistas de um prejuízo líquido de 33 milhões dólares, de acordo com dados I/B/E/S da Refinitiv, e levou a Gol a revisar negativamente suas estimativas para o ano inteiro.

    A empresa agora espera um prejuízo líquido por ação entre 1,8 e 2 reais no ano, ante estimativa anterior de prejuízo de 1 e 1,2 real por ação. Para o próximo ano, foi mantida a estimativa de um lucro entre 1,5 a 1,9 real por ação.

    O terceiro trimestre, geralmente lucrativo para as companhias aéreas, viu a Gol reverter o lucro líquido de 330 milhões de reais que registrou no mesmo período de 2017, de acordo com dado divulgado nesta quinta-feira.

    A Gol é particularmente sensível às flutuações cambiais porque 77 por cento de sua dívida é em dólares. As oscilações do câmbio também afetam o poder de compra dos brasileiros e o custo de compra de petróleo, precificado em dólares. A dívida total da Gol somava de 8 bilhões de reais no fim de setembro.

    A companhia aérea disse que a desvalorização do real custou à empresa 187 milhões de reais.

    Ainda assim, a receita operacional líquida da Gol somou 2,89 bilhões de reais, alta de 8,3 por cento em relação ao terceira trimestre de 2017.

    Nos nove meses até agora este ano, a Gol registrou uma perda acumulada de 1,588 bilhão de reais, ante lucro de 14,7 milhões de reais no mesmo período de 2017.

    (Por Marcelo Rochabrun)

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    Acordo Embraer-Boeing pode ser assinado sob Temer, mas equipe de Bolsonaro quer conhecer detalhes

    Por Ricardo Brito e Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A compra da principal divisão da Embraer pela norte-americana Boeing parece ser positiva ao Brasil, e o acordo das duas empresas pode ser assinado ainda no governo do presidente Michel Temer, apesar de a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) querer conhecer os detalhes da operação, disse nesta segunda-feira o futuro ministro da Defesa, o general da reserva do Exército Augusto Heleno.

    Na semana passada, o atual ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, disse à Reuters que a equipe de transição seria apresentada à transação. Ele afirmou na ocasião que a operação seria apresentada ao presidente eleito para se tentar viabilizar a formalização do negócio o mais breve possível.

    Nesta segunda-feira, Heleno disse que 'tem que ver os termos desse acordo, o acordo tem que ser favorável, tem que ser alguma coisa que seja vantajosa para o país', afirmou Heleno.

    Questionado se seria prudente esperar o novo governo assumir para dar aval para o negócio, Heleno disse que o atual governo tem legitimidade para isso. 'Não é porque o governo está saindo que não pode tomar nenhuma atitude. O governo termina no dia 31 de dezembro', disse Heleno.

    'Tudo vai depender' do entendimento dos envolvidos no processo, acrescentou o futuro ministro em entrevista no saguão de hotel que fica a 300 metros da casa de Bolsonaro, no Rio de Janeiro, e se transformou em uma espécie de quartel-general da campanha.

    Perguntado sobre a necessidade de criar salvaguardas diante de eventual transferência de tenologia da Embraer para a Boeing, Heleno afirmou que 'transferência de tecnologia é uma coisa às vezes muito prometida e às vezes não acontece, mas é exatamente por uma falta de participação efetiva dos dois interessados. Se os dois interessados tiverem uma participação efetiva, acontece a transferência de tecnologia'.

    A Embraer assinou em julho um memorando de entendimento com a Boeing para formação de joint venture que vai envolver a área de aviação comercial da fabricante brasileira. O documento avalia as operações de aviação comercial da companhia brasileira em 4,75 bilhões de dólares. A Boeing terá 80 por cento da companhia resultante da transação, uma parcela avaliada em 3,8 bilhões de dólares.

    As ações da Embraer recuavam 0,5 por cento às 13h38, cotadas a 19,53 reais. No mesmo horário, o Ibovespa

    VIZINHOS E SEGURANÇA

    O futuro ministro da Defesa defendeu uma cooperação maior do Brasil com países vizinhos no combate ao crime organizado e citou nominalmente Peru, Colômbia, Bolívia e Paraguai. Ele lembrou ainda que os três últimos são 'os grandes produtores de cocaína do mundo'.

    'A política externa é necessária, tem que trabalhar junto a outros países para algumas coisas, providências a serem efetivamente tomadas. São países com os quais temos relações muito próximas, relações de amizade, mas precisamos que eles cooperem mais nesse combate ao crime organizado', disse.

    Questionado se é preciso reforçar laços com o Mercosul, o general afirmou que o organismo multilateral sofreu 'abalos', mas pode ser fortalecido e incrementado. 'Mas eu não sou o ministro das Relações Exteriores, vai depender dele. Há um interesse que o Mercosul tenha um papel importante', disse ele, numa linha distinta à do economista Paulo Guedes, futuro ministro da Fazenda, que disse na véspera que o bloco não é 'prioridade' do novo governo.

    O general afirmou que há limitações legais para o emprego das Forças Armadas em ações de segurança pública. Ele disse que nunca conversou com Bolsonaro --um dos entusiastas da prática-- sobre o assunto. Ele disse que tal emprego precisa do apoio do presidente e do pedido de governadores.

    'Existe uma legislação que regula esse emprego das Forças Armadas, tem que estudar caso a caso para saber se pode ou não pode', disse Heleno.

    Segundo o general, outra proposta de campanha de Bolsonaro, o chamado excludente de ilicitude, 'depende de intervenção do Judiciário'.

    'Não conheço a necessidade legal para que isso aconteça. Seria muito interessante para dar uma sustentação jurídica para as nossas forças policiais, mas existem hoje ainda impasses jurídicos, e acredito que legislativos, para que isso seja aprovado. Pode-se batalhar para isso', afirmou.

    Para o futuro ministro, entre ações que o novo presidente pode fazer na área de segurança pública sem o aval do Congresso, é priorizar o setor e 'dar a urgência necessária'. Segundo ele, há ações estratégicas de competência quase que exclusivamente do presidente, como o controle das fronteiras, que podem melhorar a situação da segurança do país, não necessariamente apenas com aumento de efetivo.

    'Preciso de alta tecnologia, trabalho de inteligência conjunto, que seja muito melhorado, muito aperfeiçoado, confiança entre os diferentes agentes e a partir daí tomarem posições que sejam muito mais de ações planejadas do que colocar gente lá. Colocar gente é caro e muitas vezes não traz resultado. Se não tiver trabalho de inteligência, aí não adianta', disse.

    PREVIDÊNCIA DE MILITARES

    O futuro ministro afirmou que a reforma da Previdência dos militares vai ser discutida, mas destacou que a carreira tem suas peculiaridades que precisam ser levadas em consideração.

    Uma reforma da Previdência é apontada por economistas como fundamental para equilibrar as contas públicas e para ajudar a cobrir o rombo fiscal estimado em 159 bilhões de reais para este ano e 139 bilhões de reais em 2019, quando o Brasil chegará ao sexto ano seguido de déficit primário. A questão da Previdência dos militares, tanto federais quanto estaduais, é um dos temas mais controversos da reforma.

    'Algumas coisas podem ser discutidas, porque é uma coisa totalmente diferente, por uma série de imposições profissionais, nós não somos funcionários públicos, então tem que ser tratado como tal. São coisas que têm de ser tratadas com a devida exclusividade porque têm muitas coisas que são exclusivas dos militares', disse.

    'Não ter fundo de garantia, muitas vezes não tira férias, trabalho sábado e domingo, passa uma semana na selva, passa um mês na selva, se tiver que passar três meses, vai passar e não ganha nada por isso. Compara só as diárias das diferentes instituições', completou.

    Para o futuro ministro, tem de 'haver pelo menos um bom senso em saber o que pode ser negociado e o que tem que ser mantido pelas particularidades da profissão militar'.

    Questionado a respeito da adoção de uma idade mínima para os militares, Heleno respondeu: 'Isso aí é questão de negociar, estamos vendo uma outra fase, uma outra expectativa de vida, só que algumas profissões precisam de gente ativa, que tenham grande capacidade de atuação, não é sentado atrás de uma mesa. Então tudo isso tem que ser levado em consideração.'

    Na semana passada, o coronel Elias Miler da Silva, que representa uma entidade de classe de oficiais militares e é chefe de gabinete do senador eleito Major Olimpio, aliado próximo de Bolsonaro, afirmou que a categoria poderá aceitar idade mínima para aposentadoria e conceder revisão no benefício de pensão vitalícia para filhas solteiras de militares.

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    Entregas de jatos comerciais da Embraer caem 40% no 3ºtri, carteira de pedidos encolhe

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer informou nesta sexta-feira uma queda de 40 por cento nas entregas de aeronaves a companhias aéreas, além de um recuo de 27,7 por cento na carteira de pedidos firmes a entregar.

    A companhia, que discute com a norte-americana Boeing a venda de sua divisão de aviação comercial, a principal da empresa, entregou 15 jatos comerciais de julho ao final de setembro ante 25 aviões no mesmo período de 2017.

    As entregas de jatos executivos, porém, cresceram de 20 para 24 unidades, embora as unidades deste segmento sejam de menor porte que os aviões comerciais.

    No acumulado do ano, a Embraer entregou até o final de setembro 57 jatos comerciais e 55 aeronaves executivas ante 78 unidades na aviação comercial e 59 na executiva no mesmo período de 2017.

    No terceiro trimestre, a Embraer acertou uma carta de intenção envolvendo pedido firme feito pela Helvetic Airways que encomendou 12 jatos comerciais E190-E2 e direitos de compra de outras 12 aeronaves do modelo. A empresa também recebeu encomenda de 25 jatos E175 da United Airlines. A companhia 'continua trabalhando para converter em pedidos firmes a carta de intenção para 100 unidades do E175 para a Republic Airways, com a expectativa de que uma parte significativa dessas aeronaves seja incluída no backlog até o fim de 2018', afirmou a fabricante brasileira em comunicado ao mercado.

    A carteira de pedidos firmes a entregar da Embraer encerrou setembro em 13,6 bilhões de dólares ante 18,8 bilhões de dólares divulgados no mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, 134 jatos foram retirados da carteira no terceiro trimestre por causa de dúvidas sobre encomenda de 100 aviões E175-E2 feita pela norte-americana Skywest.

    As incertezas sobre a encomenda da Skywest ocorrem por causa de discussões envolvendo alterações da chamada 'cláusula de escopo nos Estados Unidos para permitir que o E175-E2, que é mais pesado que o E175 atual, seja operado por companhias aéreas regionais sob contratos de compra de capacidade junto a grandes linhas aéreas, afirmou a Embraer. 'A Skywest continua comprometida com o pedido', acrescentou a empresa.

    Outros 24 aviões retirados da carteira correspondem ao cancelamento de pedido feito pela norte-americana JetBlue, que decidiu em julho trocar os aviões da fabricante brasileira por modelos produzidos pela Airbus.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Reestruturação da Gol enfraquece direitos dos minoritários da Smiles

    Por Ana Paula Ragazzi e Tatiana Bautzer

    SÃO PAULO (Reuters) - A planejada incorporação da Smiles pela Gol, em um negócio em dinheiro e ações, vai forçar os acionistas minoritários da empresa de programas de fidelidade a receberem ações da Gol com direito de voto menos abrangente do que tinham, segundo documentos relacionados à transação e cinco fontes com conhecimento do assunto.

    As ações da Smiles despencaram 40 por cento na segunda-feira depois do anúncio da transação, com minoritários enfrentando a incerteza em relação ao preço estabelecido para a companhia. Nesta tarde, as ações da Smile operavam em leve alta de 0,52 por cento.

    A Smiles é listada no Novo Mercado da B3, que proíbe a listagem de ações preferenciais sem direito a voto e a reserva de ações com direito a votos para os acionistas controladores.

    Sob a estrutura desenhada pela Gol, cujas as ações ordinárias são todas controladas pela família do fundador Constantino de Oliveira Junior por meio de um veículo de investimento chamado Volluto, a companhia aérea vai migrar para o Novo Mercado após a incorporação da Smiles.

    As empresas listadas no Novo Mercado só podem ser compradas através de uma operação de troca de ações de outra empresa listada no segmento ou em dinheiro.

    A atual estrutura de capital da Gol é em parte para cumprir a legislação brasileira que proíbe a propriedade estrangeira de companhias aéreas. Além das ações com a família, outras participações, incluindo a fatia da Delta Airlines, são detidas por meio de ações preferenciais sem direito a voto. A Delta possui 12,3 por cento das ações preferenciais e 9,44 por cento do capital da Gol.

    Compradores listados em outros segmentos da B3 são obrigadosa fazer oferta em dinheiro aos minoritários para deslistagem, como a usada pela Latam Airlines na incorporação do programa de fidelidade Multiplus. Uma transação como essa seria difícil para a Gol, que tem 600 milhões de reais em caixa e dívida líquida ajustada de 12,1 bilhões de reais. A Smiles tem um valor de mercado de 3,9 bilhões de reais atualmente.

    A Gol listada no Novo Mercado vai dar direito de voto a todos os seus acionistas, mas a companhia terá como único ativo ações preferenciais da GLA, a companhia operacional que controlara as atividades da companhia aérea e do programa de fidelidade Smiles.

    A mudança será um rebaixamento para os acionistas da Smiles, que hoje têm ações na empresa operadora do programa de fidelidade e também voz nas decisões de gerência da empresa.

    Um acionista da Gol, que pediu para não ser identificado,afirmou que tal estrutura é inédita no Novo Mercado e pode abrir espaço para questionamento de investidores. 'O Novo Mercadodeveria representar uma estrutura de governança melhorada',afirmou a fonte.

    Outros acionistas reclamaram sobre a decisão da Smiles emmarço, que cortou a distribuição de dividendos da empresa de 100para 25 por cento do lucro. Na ocasião, analistas disseram que adecisão fortaleceria a liquidez da Gol.

    Desde então, as ações acumulam queda de quase 60 por cento, incluindo o tombo de segunda-feira, e alguns acionistas estão questionando o quanto as quedas recentes vãoafetar o preço da Smiles em ações e dinheiro. Entreos maiores acionistas da Smiles estão fundos administrados porBaron Capital, Morgan Stanley e XP Gestão.

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu uma análiseformal da operação pretendida pela Gol, mas ainda não identificou qualquer irregularidade, disse uma fonte comconhecimento do assunto. A fonte acrescentou que até aterça-feira nenhum acionista havia feito uma reclamação formal ao órgão regulador.

    A Gol afirmou em resposta a questionamentos da Reuters quetodos os detalhes da transação são legais e não há espaço para questionamento por minoritários. 'Quanto ao racional da transação, acreditamos que nosso movimento está em linha com decisões recentemente tomadas por outras linhas aéreas e a constante mudança no cenário competitivo do setor de fidelidade', afirmou a companhia.

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    Gol vê forte redução em margem operacional no 3º tri ante 2017, com câmbio e combustível

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol Linhas Aéreas estima redução de cerca de 7 pontos percentuais na margem operacional do terceiro trimestre ante igual período do ano passado, de acordo com projeções divulgadas nesta segunda-feira, devido à valorização do dólar ante o real e à alta nos preços de combustível,

    Com isso, a margem Ebit (lucro antes de juros e impostos) deve ficar entre 5 por cento e 5,5 por cento no período de julho a setembro deste ano. No terceiro trimestre de 2017, a margem operacional foi de 12,2 por cento.

    Em relação ao segundo trimestre deste ano, quando a margem Ebit foi de 1,8 por cento, a projeção para o terceiro trimestre aponta melhora. No início de agosto, quando divulgou os resultados do período de abril a junho, a Gol reafirmou a projeção para margem operacional deste ano em cerca de 11 por cento, mas revisou a estimativa para 2019 para cerca de 12 por cento, ante 13 por cento.

    A empresa estima ainda que o preço médio do combustível por litro no terceiro trimestre deste ano foi entre 3,05 reais e 3,10 reais, enquanto a taxa média de câmbio estimada do terceiro trimestre foi de 3,95 reais.

    Para o período de julho a setembro, a Gol estima crescimento de 4,5 por cento a 5 por cento na receita unitária de passageiro (PRASK) em relação ao mesmo período do ano passado. A melhora na linha, segundo a empresa, reflete a 'disciplina de capacidade e as estratégias de gerenciamento de receita da Gol', que continuam beneficiando os resultados.

    Os custos unitários excluindo combustíveis (CASK ex-combustíveis) devem mostrar queda de cerca de 2,5 por cento no terceiro trimestre na comparação anual.

    (Por Flavia Bohone)

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    Latam decide fechar capital da Multiplus e oferece R$27,22 por ação em OPA

    SÃO PAULO (Reuters) - A TAM Linhas Aéreas, subsidiária integral da Latam Airlines, decidiu não renovar o contrato com a operadora de programas de fidelidade Multiplus e fechar o capital da empresa, diante das dificuldades enfrentadas por programas de fidelidade, informou a Multiplus nesta quarta-feira em fato relevante.

    A Multiplus disse que recebeu comunicado da TAM, que detém cerca de 73 por cento da empresa, informando que pretende realizar uma oferta pública de aquisição de ações ordinárias para cancelamento do registro de companhia aberta da Multiplus e a saída do novo mercado.

    Na carta à Multiplus, a TAM disse que atribui valor de 27,22 reais por ação na OPA, equivalente ao preço médio ponderado dos últimos 90 pregões e ajustado por dividendos, com prêmio de 11,6 por cento sobre o valor de fechamento na terça-feira, de 24,4 reais.

    Segundo a Latam, pelo preço proposto, a aquisição total dos 27,3 por cento do capital social da Multiplus em circulação de mercado custará cerca de 1,2 bilhão de reais.

    Nesta manhã, as ações da Multiplus chegaram a subir mais de 9 por cento, para 26,69 reais, repercutindo o anúncio. Às 10:47, as ações da Multiplus subiam 6,6 por cento, a 26,01, enquanto o Ibovespa tinha variação positiva de 0,15 por cento. .

    A Latam Airlines disse que, apesar dos esforços coordenados com a Latam Airlines Brasil e a Multiplus, não foi possível reforçar a liderança da Multiplus no competitivo mercado brasileiro de pontos de fidelidade.

    'Apesar de vários aditivos ao contrato que buscaram restabelecer a competitividade (incluindo, mais recentemente este ano, reduções médias de 5 por cento nos preços domésticos de passagens e de 2 por cento nos preços dos tickets internacionais oferecidos à Multiplus), a participação de mercado da Multiplus continuou sem evoluir', disse a Latam em comunicado, acrescentando que não pretende renovar ou prorrogar o contrato após 31 de dezembro de 2024.

    Desde a associação dos negócios entre a chilena LAN e a TAM, em 2012, as afliadas da Latam Airlines Group tem operado dois programas de passageiro frequente separados e distintos.

    A Multiplus opera o programa de fidelidade herdado da TAM, o Latam Fidelidade, enquanto o programa Latam Pass, sucessor do programa da Lan Pass da LAN, é o principal programa de passageiros frequentes na maioria dos mercados de língua espanhola da Latam.

    Em maio, a Multiplus fechou com a Latam um acordo de internacionalização garantido a ela exclusividade do programa de milhagem para o Brasil, Paraguai, América do Norte e Europa. Já a Latam Pass ficou com o direito de atuar exclusivamente no Chile, Argentina, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Bolívia, países da América Central e nos demais países e regiões não atendidos pela Multiplus.

    INCORPORAÇÃO

    A data para o lançamento da oferta de aquisição das ações em mercado da Multiplus está sujeita à aprovação prévia da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da documentação regulatória necessária e a Latam informou que pretende protocolar a documentação até o início de outubro.

    Após a conclusão da OPA, a Latam pretende incorporar a Multiplus 'no prazo mais breve possível após concluir o processo de exclusão de registro'.

    'A aquisição da Multiplus e sua total integração à rede da Latam, juntamente com o Latam Pass..., criarão o que a Latam estima ser o quarto maior programa de passageiro frequente e de fidelidade do mundo (medido pela quantidade de clientes) e consolidará o relacionamento do Grupo Latam com os 21,1 milhões de clientes na Multiplus', disse a Latam em comunicado.

    Segundo a empresa, os pontos dos clientes da Multiplus e benefícios de resgate permanecerão intactos. A Latam afirmou ainda que a decisão 'é consistente com as transações recentes no setor e com a estratégia de modelos in-house de negócios de passageiros frequentes das maiores companhias aéreas globais'.

    (Por Raquel Stenzel e Flavia Bohone)

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    Infraero prepara venda de metade do capital por cerca de R$14 bi, diz presidente

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente da estatal federal de serviços aeroportuários Infraero, Antônio Claret de Oliveira, disse nesta terça-feira que a empresa está com planos prontos para vender 49 por cento do capital por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) ou a venda para um sócio estratégico.

    'O projeto está praticamente pronto', disse Oliveira durante evento do setor de infraestrutura. No entanto, o executivo afirmou que o projeto só deve ser apresentado ao próximo presidente da República, a ser eleito em outubro.

    Segundo ele, a venda de 49 por cento do capital da companhia por IPO ou venda a um sócio estratégico deve render cerca de 14 bilhões de reais.

    Como parte dos esforços para tornar a empresa, outrora monopolista do setor aeroportuário brasileiro, Oliveira revelou planos para enxugar ainda mais o quadro de funcionários e elevar receitas.

    De uma folha de pagamento com mais de 12 mil empregados no fim de 2015, o montante caiu para os atuais 8,1 mil. E a meta é reduzir a folha para cerca de 6 mil antes de o plano de atração de investidores ir adiante.

    Esse corte se dará sobretudo, disse o executivo mais tarde à Reuters, com a transferência de cerca de 1,8 mil funcionários do setor de navegação aérea para a Aeronáutica.

    Simultaneamente, a Infraero tem buscado fontes adicionais de receitas, incluindo a ocupação de espaços vagos em grandes aeroportos do país para uso comercial, além de aumentar a capacidade de alguns terminais para receber mais público.

    Como exemplo, Oliveira citou a expansão da pista do aeroporto de Foz do Iguaçu (PR), que qualificará o terminal para receber voos diretos da Europa e dos Estados Unidos.

    Depois de anos no vermelho, a Infraero teve lucro operacional de 505,4 milhões de reais no ano passado. Para 2018, a empresa espera lucrar 472 milhões de reais, mesmo com a saída de quatro grandes aeroportos da rede: Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza.

    (Por Aluísio Alves)

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    Azul tem prejuízo líquido de R$45 mi no 2º tri, empresa reduz projeção de oferta

    SÃO PAULO (Reuters) - A Azul teve prejuízo líquido de 45 milhões de reais no segundo trimestre, ante prejuízo de 38,6 milhões no mesmo período de 2017, informou a terceira maior companhia aérea do país nesta quinta-feira.

    A empresa destacou que o lucro ajustado após itens não recorrentes, foi de 283,3 milhões de reais, no trimestre, recorde para a empresa. No período, a empresa elevou em 15,5 por cento o preço médio das passagens sobre o segundo trimestre do ano passado.

    Segundo a Azul, a greve dos caminhoneiros causou 51,2 milhões de reais em receita perdida no período.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing (Ebitdar) ajustado de 521,4 milhões de reais, avanço de 10,9 por cento ante o mesmo período do ano anterior.

    A empresa também anunciou mudanças na suas previsões para o ano por conta das variações do câmbio e dos preços dos combustíveis de aviação. A Azul agora espera um crescimento da oferta neste ano de 16 a 18 por cento ante expectativa anterior de avanço de 17 a 20 por cento. O número de decolagens foi reduzido de expansão de 3 a 4 por cento para alta de 2 a 3 por cento.

    Já a margem operacional prevista pela Azul para o ano é de 9 a 11 por cento, uma redução ante a previsão anterior de 11 a 13 por cento, excluindo eventos não recorrentes.

    'Continuaremos o processo de substituição de aeronaves de antiga geração por A320neos, que representaram 14 por cento dos nossos ASKs (oferta) em 2017 e deverão representar 27 por cento da nossa capacidade total em 2018', disse o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, em comunicado.

    A Azul espera que o custo excluindo gastos com combustível caia de 1 a 3 por cento este ano ante previsão anterior de queda de 2 a 4 por cento.

    As ações da Azul subiam 1,11 por cento, a 23,64 reais, às 10:27. O Ibovespa mostrava alta de 0,17 por cento no horário.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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