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    Desembolso do BB para safra cresce 20%; linhas do governo podem ficar sem recursos

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - Os desembolsos do Banco do Brasil em crédito para a safra 2018/19 cresceram 20 por centro entre julho e outubro deste ano na comparação com igual período de 2017, em meio a um 'cenário positivo de produção e preço', disse nesta terça-feira o vice-presidente de Agronegócios da instituição, Tarcísio Hübner.

    Ao mesmo tempo, ele notou que algumas linhas do governamental Plano Safra, especialmente as direcionadas para investimentos e compras de máquinas e equipamentos, podem ficar sem recursos.

    'A demanda por recursos está forte. Temos visto um desembolso significativo', afirmou ele no intervalo de evento do setor em São Paulo, destacando que mesmo adversidades como tabelamento de fretes e tensões comerciais no exterior não têm reduzido o ânimo dos agricultores.

    'O produtor brasileiro é um campeão.'

    Líder em crédito rural no país, o Banco do Brasil está oferecendo neste ano cerca de 103 bilhões de reais em linhas de custeio e investimento de safra, disse o executivo.

    Segundo Hübner, o apetite dos produtores está forte por recursos voltados à tecnologia e ampliação de áreas, principalmente de soja.

    Maior exportador global da oleaginosa, o Brasil está plantando um recorde de mais de 36 milhões de hectares com a commodity neste ano, conforme dados do governo.

    A semeadura avançada, já praticamente encerrada em Mato Grosso, o maior produtor nacional, melhora o cenário para a segunda safra, a safrinha, colhida em meados do próximo ano e composta principalmente por milho, avaliou Hübner.

    O algodão segunda safra em Mato Grosso também demandará mais investimentos, com um esperado aumento de área. Ao todo, os mato-grossenses vão aumentar o plantio da pluma em 18 por cento em 2018/19, para um recorde de 937,8 mil hectares, impulsionados pelos bons preços da commodity, informou na véspera o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

    RECURSOS ESCASSOS

    O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil comentou ainda que a demanda também está aquecida pelo Moderfrota, financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, plantadeiras, dentre outros equipamentos.

    Ele não descartou uma eventual falta de recursos dessa linha até o fim do Plano Safra 2018/19, em 30 de junho de 2019.

    No caso do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), os recursos já foram esgotados.

    'O FCO, uma grande fonte para abastecer o Centro-Oeste, pela primeira vez desde 2013, os recursos já foram todos utilizados', acrescentou Hübner.

    No atual ciclo 2018/19, o governo brasileiro oferecerá um total de 194,37 bilhões de reais dentro do Plano Safra, superando em cerca de 2 por cento os 190,25 bilhões da temporada anterior, enquanto as principais taxas de juros foram reduzidas em 1,5 ponto percentual.

    Do total do plano, cujo maior montante é financiado pelo BB, serão 191,1 bilhões de reais para custeio e investimentos. O programa prevê ainda 2,6 bilhões para o apoio à comercialização (Aquisição do Governo Federal, contratos de opções, PEP e Pepro) e 600 milhões para subvenção ao seguro rural.

    Um representante do Ministério da Agricultura no mesmo evento, o secretário de Defesa Agropecuária da pasta, Luis Eduardo Rangel, disse que já vê uma sinalização para aumento de recursos de crédito rural no próximo Plano Safra, o 2019/20.

    Mas Rangel não elaborou, afirmando apenas que há discussões sobre o orçamento do próximo ano.

    (Por José Roberto Gomes)

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    Bancada do agronegócio admite continuidade da separação de Agricultura e Meio Ambiente, diz líder da UDR

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A bancada do agronegócio já admite a possibilidade de manutenção da separação dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, embora o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, tenha declarado o desejo de fundir as pastas dentro da meta de reduzir o número de ministérios em seu eventual governo, disse o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Nabhan Garcia.

    Cerca de 40 integrantes da bancada ruralista e do setor do agronegócio se reuniram na manhã desta quarta-feira com Bolsonaro, na casa do capitão da reserva, no Rio de Janeiro.

    Antes do encontro, o porta-voz do grupo e líder dos ruralistas, havia dito que o grupo apoiava a união das duas pastas, mas depois da reunião com Bolsonaro, o discurso foi amenizado.

    A fusão das duas pastas tem recebido críticas de autoridades e especialistas. Na semana passada, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, disse que a medida poderia ser mal interpretada no exterior como um retrocesso na política de proteção ambiental do país e prejudicaria a visão global da indústria agrícola brasileira.

    “Se for melhor para o Brasil que haja Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente vamos conversar após a eleição... se tiver que rever a posição (da fusão), será revista”, disse Garcia a jornalistas.

    “Se tiver que haver uma flexibilização, haverá... o Bolsonaro sempre esteve aberto', acrescentou. 'Se tiver que flexibilizar, vai haver. Queremos governar o país com diálogo e flexibilização, com harmonia e sem radicalismo.”

    Bolsonaro recebeu nesta semana visitas da chamada bancada da bala e da evangélica, de empresários da indústria pesada, comércio exterior, petróleo e energia. Prefeitos de diversas regiões do país também manifestaram apoio a Bolsonaro.

    “Hoje foi a vez de quem ajuda pagar a conta do Brasil e estamos reiterando nosso apoio. Aqui sempre foi incondicional e não foi nos 45 do segundo tempo', disse Garcia na saída do encontro.

    A base produtora rural vai indicar o eventual futuro ministro da Agricultura do governo Bolsonaro, e o nome de Nabhan Garcia está entre as especulações para o cargo.

    O líder da UDR disse que sofre para poder produzir no país, em críticas veladas a órgãos ambientais. Garcia garantiu no entanto que o eventual governo de Bolsonaro não pretende extinguir ou enfraquecer órgãos como Ibama e Incra, entre outros.

    Garcia fez também criticas ao Acordo de Paris e disse que há pontos que ferem a soberania nacional.

    PREOCUPAÇÕES

    Em conversa recente com investidores, segundo uma fonte ouvida pela Reuters, a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), disse que, em uma eventual fusão dos ministérios, lideranças do setor estão preocupadas com a eventual assunção de demandas da área do meio ambiente. Um dos receios é o prazo para que capitais e municípios encerrem lixões -o prazo depende do número de habitantes.

    Essa visão, segundo a fonte, já foi repassada por integrantes da FPA ao próprio Bolsonaro.

    A avaliação de integrantes da frente, segundo a fonte, é que em princípio pode ser bom fundir as pastas, como é na Inglaterra, mas no Brasil há o receio de que isso possa se tornar mais problema do que solução.

    (Por Rodrigo Viga Gaier, com reportagem adicional de Ricardo Brito em Brasília)

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    Continuo a mesma Kátia de centro-direita, diz vice de Ciro em defesa de abertura comercial

    Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Candidata a vice-presidente ao lado de Ciro Gomes na chapa do PDT, e responsável pela elaboração de plano de governo do pedetista para todo o setor agropecuário, a senadora Kátia Abreu defende maior abertura comercial do país para impulsionar as exportações e avisa: ainda continua 'a mesma', com posicionamento de centro-direita.

    Para a candidata, que já integrou os quadros do PMDB e do DEM, tal abertura não precisa ser repentina e deve ser negociada e articulada com todo o setor produtivo nacional, de forma a unir forças e, citando Guimarães Rosa, fazer a vida funcionar como 'um mutirão de todos'.

    'O Brasil é um país muito fechado e nós estamos chegando no nosso limite de ampliar as nossas vendas sem os acordos bilaterais', disse a parlamentar em entrevista à Reuters.

    'Essa abertura não é para ser violenta para quebrar as pessoas. Tem que ser planejado, articulado com todo o setor produtivo nacional.'

    Kátia credita a falta de coragem para a abertura a uma postura corporativista e a um 'protecionismo exacerbado'.

    Apesar da crítica, garante, não abandonou suas convicções adquiridas ao longo de anos no setor, inclusive quando presidiu a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e quando chefiou, durante o governo de Dilma Rousseff, o Ministério da Agricultura.

    'Ninguém tem dúvida do que a Kátia Abreu pensa a respeito do setor agropecuário. O fato de eu ter apoiado a Dilma, que por acaso era do PT, não significa que mudei o meu caráter, a minha personalidade ou o que eu penso. Eu continuo a mesma Kátia de centro-direita', disse a senadora, explicando que posicionou-se contra o impeachmet da então presidente por ter convicção de que era honesta, embora considere que o país precisava de uma 'correção de rumo' naquele momento.

    Segundo a senadora, o fato de seu companheiro de chapa tê-la escolhido para construir o plano de governo para todo a agropecuária já revela sua disposição com o setor.

    'Eu acredito que a própria atitude dele, ao me convidar para escrever o plano de governo da agropecuária --não foi só do agronegócio que me pediu, pediu inclusive da agricultura familiar, das exportações, da logística, 'Kátia, tudo o que for importante para o agro'-- já demonstra e sinaliza as suas reais intenções com o setor, e esse setor conhece o que penso.'

    Sobre a polêmica proposta que traz nova regulamentação para a indústria de defensivos agrícolas --batizada como 'lei do veneno' por críticos-- defendeu que haja menos burocracia e mais agilidade no processo de registro e autorização de novas substâncias.

    'No registro de novas moléculas de agroquímicos, a burocracia evita produtos mais modernos, que fazem menos mal à saúde humana e ao meio ambiente, e não se registra por uma burocracia burra', avaliou, em linha com o que pensa o setor, que critica a 'morosidade regulatória' no país.

    Para ela, há uma necessidade emergencial de reforma em toda a máquina pública de forma a torná-la eficiente, o que inclui órgãos envolvidos na questão dos agroquímicos, como a Anvisa.

    'Para mim, não tem problema nenhum (parte da regulação) continuar na Anvisa. Preciso que o lugar funcione, porque nem o Ministério da Agricultura funciona. Não me incomodo com a Anvisa, desde que funcione.'

    A candidata argumenta ainda que não é possível produzir no clima tropical do país sem o uso de defensivos, mas defendeu o investimento na pesquisa dos chamados defensivos biológicos.

    VINGANÇA

    Em outro posicionamento identificado com o de setores mais à direita, Kátia argumenta que não é necessário revogar a reforma trabalhista promovida pelo presidente Michel Temer, como chegou a propor Ciro. Admite, no entanto, a necessidade de corrigir algumas distorções --como a possibilidade de mulheres grávidas trabalharem em condições insalubres--, muitas delas objeto de medida provisória do governo que perdeu validade sem ser analisada pelo Congresso.

    Para a senadora, a reforma produzida pelo Congresso na verdade é uma reação --exagerada, segundo ela-- a anos de 'mão pesada' da legislação e da Justiça trabalhistas, que têm sua parcela de responsabilidade no produto final da discussão.

    'Teve medida de vingança... Temos que retirar o carregamento de vingança de anos de mão pesada da Justiça do Trabalho, do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho.'

    (Edição de Alexandre Caverni)

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