alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE ajuda

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Operação de ajuda humanitária à Venezuela via Brasil terá várias tentativas, diz porta-voz

    Operação de ajuda humanitária à Venezuela via Brasil terá várias tentativas, diz porta-voz

    BRASÍLIA (Reuters) - A operação de entrega de ajuda humanitária à Venezuela através da fronteira brasileira está mantida para este sábado e serão feitas várias tentativas nos próximos dias, se não houver possibilidade de cruzar a fronteira de uma vez, disse nesta sexta-feira o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

    De acordo com informações do governo brasileiro, um caminhão venezuelano já está em Boa Vista e outros quatro estariam chegando nesta sexta, para que a operação seja iniciada no sábado.

    'As doações serão transferidas por caminhões venezuelanos até a Venezuela. Os que não conseguirem entrar retornarão a Boa Vista para uma nova tentativa', disse o porta-voz.

    Durante a tarde desta sexta, o presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião do Gabinete de Crise para analisar a situação na fronteira depois das informações de que conflitos do lado venezuelano teriam causado mortos e feridos. Apesar da preocupação com os riscos, a decisão foi de manter a operação como planejado.

    Rêgo Barros, no entanto, reafirmou que a operação brasileira irá apenas até a fronteira entre Pacaraima e Santa Elena do Uairén.

    “O limite da nossa ação é na linha de fronteira, pela questão da segurança do comboio. Entrando no território venezuelano a responsabilidade de prover segurança é do presidente Guaidó', disse Rêgo Barros, referindo-se ao autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó.

    Questionado qual seria a reação do Brasil em casa de alguma agressão venezuelana, o porta-voz disse que o governo não trabalha com esse cenário.

    'Queremos reforçar que a operação brasileira tem caráter exclusivamente de ajuda humanitária, não havendo qualquer interesse do nosso país no emprego de qualquer outra frente neste momento', disse Rêgo Barros.

    Em evento em Brasília, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general da reserva Augusto Heleno, esclareceu que 'o Brasil não vai fazer nenhuma ação agressiva contra a Venezuela, porque é contra a Constituição e não é nosso pensamento'.

    'Nós queremos que a situação se resolva da melhor forma possível', disse Heleno.

    De acordo com dados do governo brasileiro, estão prontas para embarcar em Boa Vista 200 toneladas de alimentos --incluindo arroz, feijão, sal açúcar, café, entre outros não perecíveis, e kits de medicamentos--, com doações brasileiras e de outros países, principalmente dos Estados Unidos.

    Na quinta-feira, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, determinou o fechamento da fronteira com o Brasil para impedir a passagem dos comboios de ajuda humanitária.

    Nesta sexta, militares venezuelanos abriram fogo contra membros de uma comunidade indígena que tentavam manter a fronteira aberta em uma região a cerca de 70 quilômetros de Pacaraima, causando duas mortes e 12 pessoas feridas, de acordo com informações repassadas pelo porta-voz.

    Apesar do risco de violência, a operação será mantida, mas a decisão de hora da partida e a avaliação de segurança em Pacaraima será feita pela operação local das Forças Armadas brasileiras com os venezuelanos, disse Rêgo Barros.

    O chanceler brasileiro, Ernesto Araújo --que nesta sexta esteve em Cúcuta, na fronteira da Colômbia com a Venezuela-- irá no sábado a Roraima para se encontrar com a representante diplomática de Guaidó no Brasil, María Belandria. No domingo, o vice-presidente, Hamilton Mourão, irá para Bogotá, para uma reunião emergencial do Grupo de Lima no dia seguinte.

    DESABASTECIMENTO

    O governo também decidiu enviar para Roraima 80 caminhões de óleo diesel para abastecer uma termelétrica e tentar evitar o risco de apagão na região. Roraima é o único Estado não conectado a rede nacional de energia elétrica e é sustentada por energia produzida a vendida pela Venezuela.

    “Estamos acompanhando (o risco de apagão) e decidimos nos antecipar a isso”, disse Rêgo Barros.

    Também há planos de enviar combustível para veículos ao Estado, já que boa parte da população de Roraima costuma cruzar a fronteira para se abastecer na Venezuela, devido à enorme diferença de preço de combustível entre os dois países.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    3

    0

    86

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Operação de ajuda humanitária à Venezuela via Brasil terá várias tentativas, diz porta-voz

    Operação de ajuda humanitária à Venezuela via Brasil terá várias tentativas, diz porta-voz

    BRASÍLIA (Reuters) - A operação de entrega de ajuda humanitária à Venezuela através da fronteira brasileira está mantida para este sábado e serão feitas várias tentativas nos próximos dias, se não houver possibilidade de cruzar a fronteira de uma vez, disse nesta sexta-feira o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

    De acordo com informações do governo brasileiro, um caminhão venezuelano já está em Boa Vista e outros quatro estariam chegando nesta sexta, para que a operação seja iniciada no sábado.

    'As doações serão transferidas por caminhões venezuelanos até a Venezuela. Os que não conseguirem entrar retornarão a Boa Vista para uma nova tentativa', disse o porta-voz.

    Durante a tarde desta sexta, o presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião do Gabinete de Crise para analisar a situação na fronteira depois das informações de que conflitos do lado venezuelano teriam causado mortos e feridos. Apesar da preocupação com os riscos, a decisão foi de manter a operação como planejado.

    Rêgo Barros, no entanto, reafirmou que a operação brasileira irá apenas até a fronteira entre Pacaraima e Santa Elena do Uairén.

    “O limite da nossa ação é na linha de fronteira, pela questão da segurança do comboio. Entrando no território venezuelano a responsabilidade de prover segurança é do presidente Guaidó', disse Rêgo Barros, referindo-se ao autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó.

    Questionado qual seria a reação do Brasil em casa de alguma agressão venezuelana, o porta-voz disse que o governo não trabalha com esse cenário.

    'Queremos reforçar que a operação brasileira tem caráter exclusivamente de ajuda humanitária, não havendo qualquer interesse do nosso país no emprego de qualquer outra frente neste momento', disse Rêgo Barros.

    Em evento em Brasília, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general da reserva Augusto Heleno, esclareceu que 'o Brasil não vai fazer nenhuma ação agressiva contra a Venezuela, porque é contra a Constituição e não é nosso pensamento'.

    'Nós queremos que a situação se resolva da melhor forma possível', disse Heleno.

    De acordo com dados do governo brasileiro, estão prontas para embarcar em Boa Vista 200 toneladas de alimentos --incluindo arroz, feijão, sal açúcar, café, entre outros não perecíveis, e kits de medicamentos--, com doações brasileiras e de outros países, principalmente dos Estados Unidos.

    Na quinta-feira, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, determinou o fechamento da fronteira com o Brasil para impedir a passagem dos comboios de ajuda humanitária.

    Nesta sexta, militares venezuelanos abriram fogo contra membros de uma comunidade indígena que tentavam manter a fronteira aberta em uma região a cerca de 70 quilômetros de Pacaraima, causando duas mortes e 12 pessoas feridas, de acordo com informações repassadas pelo porta-voz.

    Apesar do risco de violência, a operação será mantida, mas a decisão de hora da partida e a avaliação de segurança em Pacaraima será feita pela operação local das Forças Armadas brasileiras com os venezuelanos, disse Rêgo Barros.

    O chanceler brasileiro, Ernesto Araújo --que nesta sexta esteve em Cúcuta, na fronteira da Colômbia com a Venezuela-- irá no sábado a Roraima para se encontrar com a representante diplomática de Guaidó no Brasil, María Belandria. No domingo, o vice-presidente, Hamilton Mourão, irá para Bogotá, para uma reunião emergencial do Grupo de Lima no dia seguinte.

    DESABASTECIMENTO

    O governo também decidiu enviar para Roraima 80 caminhões de óleo diesel para abastecer uma termelétrica e tentar evitar o risco de apagão na região. Roraima é o único Estado não conectado a rede nacional de energia elétrica e é sustentada por energia produzida a vendida pela Venezuela.

    “Estamos acompanhando (o risco de apagão) e decidimos nos antecipar a isso”, disse Rêgo Barros.

    Também há planos de enviar combustível para veículos ao Estado, já que boa parte da população de Roraima costuma cruzar a fronteira para se abastecer na Venezuela, devido à enorme diferença de preço de combustível entre os dois países.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu; Edição de Alexandre Caverni)

    0

    0

    89

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Brasil mantém planejamento de ajuda humanitária à Venezuela mesmo com fechamento da fronteira, diz porta-voz

    Brasil mantém planejamento de ajuda humanitária à Venezuela mesmo com fechamento da fronteira, diz porta-voz

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo brasileiro mantém a operação de levar ajuda humanitária até a fronteira do Brasil com a Venezuela, em Roraima, apesar da decisão de Nicolás Maduro de fechar a fronteira nesta quinta-feira a partir das 21h (horário de Brasília), disse o porta-voz a Presidência, general Otávio Rêgo Barros.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou na manhã desta quinta que iria fechar o acesso à fronteira de seu país com o Brasil a partir dessa noite para evitar a passagem dos comboios de ajuda humanitária organizados pelo autodeclarado presidente interino do país, Juan Guaidó, para o próximo sábado. Maduro ameaçou fazer o mesmo com a fronteira com a Colômbia.

    Dentro do governo brasileiro, a decisão anunciada por Maduro levou a discussões sobre se o Brasil deveria suspender a operação de levar material humanitário até a fronteira, contou uma fonte palaciana. No entanto, em reuniões durante a tarde, o Palácio do Planalto decidiu manter o planejamento como está.

    'O planejamento por parte do governo brasileiro permanece o mesmo, se houver a disponibilidade de meios e motoristas por parte dos venezuelanos', afirmou o porta-voz.

    Não há até agora, acrescentou, 'possibilidade de fricção' na região de fronteira e a situação é de normalidade. 'As tropas brasileiras permanecem em operação de normalidade. Há pouco falei com o comandante e a fronteira estava aberta e com o fluxo normal', garantiu.

    Rêgo Barros deixou claro, ainda, que a ação do governo brasileiro é apenas até a fronteira e caberá aos venezuelanos encontrar um meio de cruzar a fronteira com o material arrecadado no Brasil.

    De acordo com uma fonte venezuelana ouvida pela Reuters, a operação pelo lado deles também está mantida, aguardando o material que será doado pelo Brasil. Motoristas e caminhões venezuelanos estariam sendo preparados. A fonte não soube responder, no entanto, como essa travessia será feita com a fronteira fechada a partir desta noite.

    'Como fará Maduro com as grandes massas de gente tratando de entrar no país?', foi a resposta à pergunta da Reuters.

    Até agora, no entanto, não existiriam caminhões venezuelanos do lado brasileiro da fronteira. Da mesma forma, as doações brasileiras --23 toneladas de leite em pó e 500 kits emergenciais de saúde, saídos de Porto Alegre e Brasília-- só devem chegar a Roraima nesta sexta-feira.

    Segundo o porta-voz, até agora também não há informações de doações de outros países chegando ao território brasileiro.

    GRUPO DE LIMA

    O porta-voz confirmou, ainda, a ida do vice-presidente Hamilton Mourão e do chanceler Ernesto Araújo à reunião de líderes do Grupo de Lima, em Bogotá, chamada emergencialmente para a próxima segunda-feira para tratar da Venezuela.

    Mourão informou que terá uma reunião no domingo pela manhã com o presidente Jair Bolsonaro, antes de embarcar para Bogotá.

    'O recado na Colômbia será dado após a reunião que eu vou ter com o presidente no domingo de manhã. Nós teremos que aguardar os acontecimentos de sábado na Venezuela', disse o vice-presidente.

    'O Grupo de Lima mantém essa pressão política. A pressão política por meio da ação diplomática para levar ao atual governante da Venezuela, o Maduro, compreender que é necessária uma saída para o país.'

    No início da noite, o ministro das Relações Exteriores anunciou que irá já na sexta-feira a Cúcuta, na Colômbia, para participar de evento organizado pelo presidente do país, Ivan Duque, para entrega da ajuda humanitária a Venezuela. No sábado, irá a Roraima, por determinação de Bolsonaro, acompanhar a tentativa de entrega da ajuda humanitária pelo lado brasileiro.

    O governo brasileiro demorou a reagir oficialmente ao anúncio de Maduro, no início da tarde. Apenas no início da noite, através do porta-voz, houve uma posição oficial do Planalto.

    De acordo com Rêgo Barros, Bolsonaro se reuniu durante a tarde com os ministros do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, da Secretaria de Governo, Alberto Santos Cruz, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mas a informação não constava da agenda oficial do presidente até a noite.

    Em Brasília, o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL), disse recear pelo abastecimento de energia do Estado, lembrando que a Venezuela é responsável por metade disso.

    Para Mourão, um eventual corte de envio de energia da Venezuela para Roraima 'é possível, mas não é provável', já que um dos poucos recursos recebidos pelo país vizinho vem do que o Brasil paga por essa energia consumida.

    0

    0

    27

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Oposição da Venezuela vai às ruas exigir entrada de ajuda humanitária

    Oposição da Venezuela vai às ruas exigir entrada de ajuda humanitária

    CARACAS (Reuters) - Manifestantes de oposição planejam tomar as ruas da Venezuela nesta terça-feira para manter a pressão sobre o pressionado presidente Nicolás Maduro e clamar para que ele permita a entrada de ajuda humanitária no país, onde alimentos e remédios estão em falta.

    As manifestações ocorrerão quase exatamente três semanas depois de o líder opositor Juan Guaidó invocar uma cláusula constitucional para se autodeclarar presidente legítimo da Venezuela, argumentando que a eleição que reelegeu Maduro no ano passado foi uma fraude.

    A maioria dos países ocidentais, incluindo Estados Unidos e Brasil, reconheceu Guaidó como presidente, mas Maduro ainda conta com o apoio de nações poderosas, como Rússia e China, e controla instituições estatais, entre elas os militares.

    Agora os dois lados estão se chocando em relação à ajuda humanitária, que a oposição diz ter se tornado necessária devido à inépcia de Maduro na condução da economia antes florescente do país-membro da Opep.

    Guaidó, de 35 anos, está coordenando os esforços de assistência ocidentais. Maduro, que nega existir uma crise, afirma que a ajuda é um espetáculo orquestrado pelos EUA e está impedindo o ingresso dos suprimentos.

    'Voltaremos às ruas... para exigir a entrada da ajuda humanitária que salvará as vidas de mais de 300 mil venezuelanos que hoje correm risco de morrer', disse o líder opositor aos seus 1,25 milhão de seguidores no Twitter na noite de segunda-feira. 'Este é um momento para se unir e lutar.'

    Guaidó prometeu que a oposição, que ele revigorou, continuará protestando para induzir Maduro a renunciar para que novas eleições presidenciais sejam realizadas.

    Os críticos de Maduro já haviam realizado duas grandes rodadas de protestos contra o que classificam como uma ditadura, a última em 2017, que foi abafada devido à repressão do governo.

    A onda atual teve início em 23 de janeiro com uma manifestação em massa em Caracas durante a qual Guaidó foi empossado como presidente diante de milhares de simpatizantes.

    Os socialistas governistas, que estão no poder há duas décadas, disseram que também farão uma passeata em Caracas nesta terça-feira para 'exigir respeito pela soberania da pátria-mãe'.

    Na segunda-feira Guaidó anunciou a primeira entrega de assistência humanitária --vitaminas e suplementos nutricionais para crianças e gestantes-- para uma rede de centros de saúde, sem explicar como ela chegou ao país.

    Ele disse ser uma doação de pequena escala, dado que o governo vem bloqueando as entregas em um posto de coleta de ajuda na cidade colombiana fronteiriça de Cúcuta.

    (Por Sarah Marsh)

    1

    0

    20

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA suspendem assistência a palestinos na Cisjordânia e em Gaza

    EUA suspendem assistência a palestinos na Cisjordânia e em Gaza

    Por Stephen Farrell e Maayan Lubell

    JERUSALÉM (Reuters) - A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) suspendeu toda a assistência aos palestinos na Cisjordânia ocupada e em Gaza, disse uma autoridade norte-americana nesta sexta-feira.

    A suspensão foi solicitada pela Autoridade Palestina, mas certamente aumentará o sofrimento da população nos territórios já carentes.

    A medida também encerrou o envio de cerca de 60 milhões de dólares de ajuda dos EUA às forças de segurança palestinas, cuja cooperação com forças de Israel ajuda a manter uma tranquilidade relativa na Cisjordânia.

    A decisão está ligada ao prazo de 31 de janeiro estabelecido por uma nova legislação norte-americana segundo a qual os destinatários de assistência estrangeira estarão mais sujeitos a ações civis antiterrorismo.

    A Lei de Esclarecimento do Antiterrorismo (ATCA) permite a norte-americanos processarem destinatários de assistência estrangeira nos tribunais dos EUA por suposta cumplicidade em 'atos de guerra'.

    A Autoridade Palestina não quis mais o financiamento dos EUA devido ao receio de uma possível exposição legal, mas nega as acusações israelenses de que incentiva ataques de militantes.

    'A pedido da Autoridade Palestina, reduzimos certos projetos e programas financiados com assistência sob as autoridades especificadas na ATCA na Cisjordânia e em Gaza', disse um funcionário dos EUA à Reuters nesta sexta-feira.

    'Toda a assistência da USAID na Cisjordânia e em Gaza cessou.'

    A USAID continuará a implantar subvenções de administração e mitigação de conflitos em Israel com participantes judeus e árabes, acrescentou.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, Nidal al-Mughrabi e Ali Sawafta)

    0

    0

    9

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Operação traz avanços a investigações sobre assassinato de Marielle, diz polícia

    Operação traz avanços a investigações sobre assassinato de Marielle, diz polícia

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou a realização da operação desta quinta-feira para avançar nas investigações em torno do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes.

    Os mandados de prisão, condução coercitiva, intimações e busca e apreensão foram cumpridos no Rio e em Minas Gerais

    'Esse foi muito bem... estamos trabalhando muito para dar uma resposta e para que o crime seja esclarecido para toda sociedade', disse o chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, a jornalistas.

    Segundo ele, a investigação é sigilosa e a revelação de detalhes poderia atrapalhar a condição das apurações.

    Fontes ouvidas pela Reuters revelaram que as peças e personagens envolvidos na morte de Marielle e Anderson já foram identificadas, mas ainda faltam as provas necessárias para fechar inquérito e oferecimento de denúncia à Justica.

    'Os alvos hoje têm um monte de crimes nas costas e alguns ligação direta e indireta com o crime da Marielle. O que se quer com a operação é arrancar deles mais elementos para fundamentar a investigação', disse uma fonte, sob a condição de anonimato, ressaltando que a quadrilha de hoje tinha ligação com clonagem de carro e teria clonado o veículo usado no assassinato da vereadora e do motorista.

    “Uma investigação tem que levar provas robustas e concretas para a condenação e isso que estamos fazendo', acrescentou o chefe da Polícia Civil.

    O crime duplo completa nove meses nessa sexta-feira. Marielle, de 38 anos, foi alvejada em março com tiros na cabeça dentro do carro em que estava com outras duas pessoas por um atirador que disparou nove vezes de um outro carro. O motorista do veículo da parlamentar também morreu, e uma assessora da vereadora ficou ferida.

    0

    0

    9

    5 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump ameaça cortar ajuda a Honduras devido a caravana de imigrantes

    Trump ameaça cortar ajuda a Honduras devido a caravana de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou cortar fundos de ajuda destinados a Honduras se o país da América Central não detiver uma caravana de pessoas que está seguindo para os EUA.

    'Os Estados Unidos informaram fortemente o presidente de Honduras que, se a grande caravana de pessoas que está rumando aos Estados Unidos não for detida e levada de volta a Honduras, não se dará mais dinheiro ou ajuda a Honduras, entrando em vigor imediatamente!', escreveu Trump no Twitter.

    Em meio a uma jornada rumo ao norte, mais de 3 mil imigrantes cruzaram de Honduras para a Guatemala na segunda-feira depois de um confronto com um batalhão de choque da polícia e alertas de Washington para que os imigrantes não tentem entrar nos EUA ilegalmente.

    A multidão mais do que dobrou de tamanho desde sábado, quando cerca de 1.300 pessoas partiram do norte hondurenho para o que foi apelidado de 'Marcha do Imigrante', disse um organizador. Os imigrantes planejam buscar o status de refugiados no México ou atravessar para os EUA.

    A Reuters não conseguiu verificar de forma independente o número de participantes, mas imagens mostraram um grupo carregando mochilas e enchendo estradas próximas da fronteira, alguns acenando com a bandeira de Honduras.

    Países da América Central, de onde milhares de imigrantes fugiram nos últimos anos, estão sendo cada vez mais pressionadas pelo governo Trump para fazerem mais para conter a imigração em massa.

    (Por Doina Chiacu)

    0

    0

    11

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Luz e TVs voltam em cidade indonésia devastada por tremor, mas destino de milhares ainda é desconhecido

    Luz e TVs voltam em cidade indonésia devastada por tremor, mas destino de milhares ainda é desconhecido

    Por Kanupriya Kapoor

    PALU, Indonésia (Reuters) - Alguns serviços começaram a voltar ao normal nesta quinta-feira em Palu, cidade da Indonésia atingida por um terremoto e um tsunami, mas o destino de milhares de pessoas em distritos vizinhos continua desconhecido quase uma semana após o desastre.

    A pequena cidade de 370 mil habitantes se tornou o foco dos esforços de ajuda depois do tremor de magnitude 7,5 e do tsunami ocorridos na sexta-feira no litoral oeste da ilha de Sulawesi.

    A ajuda internacional para os sobreviventes foi acelerada, mas estradas destruídas, deslizamentos de terra e comunicações danificadas isolaram comunidades de áreas mais remotas, o que deixa os moradores cada vez mais desesperados por necessidades básicas, já que o socorro mal tem chegado.

    Até esta quinta-feira o saldo oficial de mortes era de 1.424, mas é grande o temor de que o número aumente, uma vez que a maioria dos mortos de que se tem notícia é de Palu, enquanto os números de vítimas em áreas remotas ainda são escassos ou desconhecidos. No todo, as áreas mais afetadas abrigam cerca de 1,4 milhão de pessoas.

    A cidade situada 1.500 quilômetros a nordeste de Jacarta, a capital indonésia, ficou à beira do caos nesta semana, testemunhando surtos de saques, mas a recuperação ficou evidente com a volta da energia elétrica e a reabertura de algumas lojas e bancos, além da restauração do serviço de telefonia de uma grande operadora.

    'A energia voltou parcialmente, as comunicações funcionam, a distribuição de água e alimento prossegue e continuará', disse o porta-voz da Agência Nacional de Mitigação de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho, em um boletim.

    Filas ordeiras se formaram em postos de combustível após a chegada de suprimentos. A operadora portuária estatal Pelindo IV disse que o porto de Palu, danificado pelo terremoto e pelo tsunami, está aberto, mas um repórter da Reuters presente na cidade disse não ter visto nenhuma atividade de transporte.

    Os agentes de resgate estão abrindo caminho para os distritos circundantes, cujos moradores disseram estar à caça de cocos, bananas e mandioca.

    Em vilarejo, moradores de se precipitaram sobre um helicóptero da Cruz Vermelha que pousou perto da cidade de Donggala, ao noroeste de Palu, para distribuir pão e alimento, relatou um fotógrafo da Reuters.

    (Reportagem adicional de Tom Allard, em Palu; Agustinus Beo da Costa, Maikel Jefriando, Tabita Diela, Gayatri Suroyo, Fransiska Nangoy, Fanny Potkin, Ed Davies e Fergus Jensen, em Jacarta; Stephanie Ulmer-Nebehay, em Genebra; Matt Spetalnick, em Washington)

    0

    0

    24

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China diz estar disposta a dar toda ajuda que puder à Venezuela

    China diz estar disposta a dar toda ajuda que puder à Venezuela

    PEQUIM (Reuters) - A China está disposta a dar toda a ajuda que puder à Venezuela, disse o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, nesta sexta-feira, mas a mídia estatal não mencionou novos recursos chineses para o país sul-americano.

    Maduro está passando quatro dias na China para debater acordos econômicos, e o país-membro da Opep, que está em crise, tenta persuadir seu principal financiador asiático a desembolsar novos empréstimos.

    Li disse a Maduro que a China apoia os esforços da Venezuela para desenvolver sua economia e melhorar o padrão de vida das pessoas, e está disposta a dar toda a ajuda que puder, noticiou a televisão estatal chinesa, sem dar detalhes.

    A China também está disposta a continuar desenvolvendo negócios e trocas comerciais e espera que a Venezuela consiga oferecer mais 'apoio institucional e garantias legais', acrescentou Li.

    Em um encontro separado com o presidente chinês, Xi Jinping, Maduro agradeceu à China por sua compreensão e seu apoio de longo prazo, disse a mídia chinesa.

    A Venezuela está disposta a 'explorar métodos de financiamento eficazes' com a China e fortalecer a cooperação com o parceiro no setor energético, acrescentou Maduro, segundo a mídia estatal, sem dar detalhes.

    Xi disse a Maduro que os dois países deveriam promover uma cooperação mutuamente benéfica para levar as relações a um novo patamar, e que deveriam consolidar a confiança política mútua, de acordo com a TV estatal.

    A China apoiará, como antes, os esforços do governo venezuelano para buscar a estabilidade e o desenvolvimento, acrescentou Xi.

    A reportagem não fez menção sobre a China ter concordado em providenciar novos fundos à Venezuela.

    Durante uma década a China injetou mais de 50 bilhões de dólares na Venezuela por meio de acordos de petróleo em troca de empréstimos que ajudaram Pequim a garantir suprimentos de energia para sua economia de crescimento rápido, ao mesmo tempo em que fortalecia um aliado anti-EUA na América Latina.

    Mas o fluxo de dinheiro parou quase três anos atrás, quando a Venezuela pediu uma mudança nos termos de pagamento devido à queda nos preços do petróleo e à diminuição da produção de petróleo do país, fatores que lançaram a economia de controle estatal em uma crise marcada pela hiperinflação.

    Em julho o Ministério das Finanças venezuelano disse que receberia 250 milhões de dólares do Banco de Desenvolvimento da China para fortalecer sua produção petrolífera, mas não deu detalhes.

    (Por Ben Blanchard, Cheng Fang e Chen Aizhu)

    0

    0

    23

    8 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. ajuda

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.