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    Se eleito, Alckmin quer zerar déficit primário em 18 meses para garantir investimentos

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O próximo presidente terá sérios problemas para realizar investimentos públicos diante do elevado déficit fiscal e gastos altos e do teto que limita as despesas governamentais, disse nesta quinta-feira o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, que promete, se eleito, zerar o déficit primário em 18 meses.

    Falando para empresários na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Fira), Alckmin disse que o Brasil precisa solucionar o problema fiscal para atrair investimentos e voltar a crescer de forma sustentável. O ex-governador paulista prometeu fazer um forte ajuste fiscal em seu eventual governo realizando corte de despesas sem elevar ainda mais os impostos.

    “Ajuste fiscal será a primeira medida e não tem como empurrar mais essa questão... não haverá investimento se não resolver isso rápido, em menos de 18 meses.... sem aumentar imposto e resolver pela despesa. Zerar o déficit primário“, disse o tucano em palestra.

    O presidenciável disse que o futuro governante do país deve ser eleito com cerca de 55 milhões de votos, apoio suficiente para que o novo presidente encaminhe as reformas necessárias ainda nos seis primeiros meses de mandato. Entre as prioridades estão as reformas política, previdenciária e tributária.

    Ao mesmo tempo que aponta para necessidade de reformas, o tucano prevê que o novo presidente terá que lidar com um Congresso fragmentado, onde nenhum partido deve ter mais de 10 por cento das cadeiras.

    O tucano garantiu que, uma vez eleito, não vai privatizar o Banco do Brasil, e defendeu que o país precisa de mais bancos, concorrência e competição. Nessa mesma linha, o tucano pretende quebrar monopólios da Petrobras nos segmentos de transporte, logística e refino.

    Nós defendemos que a Petrobras continue como empresa de economia mista na prospecção e extração, e que a gente acabe com monopólios porque precisamos de competição do poço até o posto. Nem em Refino, logística, nem na área do gás“, disse ele a jornalistas.

    A última pesquisa Datafolha mostrou Alckmin com 7 por cento das intenções de voto nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT).

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Alckmin diz que, se eleito, enviará quatro reformas ao Congresso no primeiro dia de governo

    SÃO PAULO (Reuters) - O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira que, se eleito em outubro, enviará quatro propostas de reformas ao Congresso Nacional já no dia 1º de janeiro de 2019 --tributária, política, da Previdência e do Estado.

    Em palestra em evento da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) em São Paulo, o tucano disse que o vencedor da eleição de outubro receberá em torno de 60 milhões de votos e, se vencer, ele prometeu usar este capital político para aprovar essas quatro reformas nos seis primeiros meses de seu mandato.

    “Minha proposta é 1º de janeiro, todas as reformas no Congresso Nacional”, disse Alckmin, que é ex-governador de São Paulo e presidente nacional do PSDB. “Quem ganhar a eleição terá quase 60 milhões de votos. (Vamos) usar essa força do povo para aprovar as reformas nos primeiros seis meses”, defendeu.

    O tucano, que ainda patina nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência, voltou a minimizar a importância das sondagens de opinião neste momento, e reafirmou acreditar que estará no segundo turno da disputa, com grandes chances de ser eleito.

    “Não se impressionem com pesquisa eleitoral fora de hora. Para isso existe campanha”, aconselhou o tucano à plateia.

    Alckmin repetiu que o PSDB tem aliança encaminhada com quatro partidos, mas disse a jornalistas após a palestra que deixaria para as legendas anunciarem o acordo no momento que avaliarem adequado. O tucano disse esperar a formalização das alianças para julho.

    “Nenhum candidato tem nenhuma aliança até agora. Nós já temos cinco partidos, só que só em julho”, disse.

    O ex-governador de Goiás Marconi Perillo, coordenador político da pré-campanha de Alckmin, também presente ao evento, disse que há conversas com PTB, PV, PSD e PPS. Ele disse que está buscando articular um movimento de apoio à candidatura Alckmin, independente do manifesto de união do chamado centro político, patrocinado por várias lideranças, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

    “Ainda é embrionário. A ideia é que a gente tenha um movimento que aglutine ideias, que aglutine pessoas, movimentos da sociedade civil a favor da candidatura do Geraldo. É diferente do movimento lançado pelo Fernando Henrique e por outros líderes de união do centro democrático”, disse Perillo.

    COMBUSTÍVEIS

    Sobre a política de preços da Petrobras, Alckmin defendeu que os reajustes nos preços dos combustíveis seja feito a cada 30 dias, não mais de forma quase diária como vem sendo feito pela estatal , com exceção do diesel, devido à greve dos caminhoneiros que recentemente paralisou o país.

    O tucano defendeu ainda o que chamou de “colchão tributário” para fazer frente às oscilações dos preços internacionais do petróleo. Por esse mecanismo, quando houvesse uma oscilação acentuada para cima, impostos seriam reduzidos para compensar, e quando a oscilação aguda fosse para baixo, o inverso aconteceria.

    “O reajuste não pode ser diário”, defendeu. “A cada 30 dias você corrige”, acrescentou.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    Alckmin escala Perillo para coordenação política de pré-campanha

    (Reuters) - O presidenciável do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, escolheu nesta quinta-feira o ex-governador de Goiás Marconi Perillo para ser o coordenador político de sua pré-campanha ao Palácio do Planalto, responsável pelas tratativas visando alianças para a eleição de outubro.

    Ele vai participar das conversas políticas, seja com lideranças de partidos ou na formação de alianças nos Estados , disse Alckmin em entrevista a jornalistas em Brasília.

    Na véspera, o tucano disse que a formação de alianças para a eleição está encaminhada com quatro partidos e teceu elogios ao DEM e ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, pré-candidato do partido ao Planalto. [nL1N1TF0Z3]

    Perillo, que é pré-candidato ao Senado por Goiás, disse que dedicará metade de seu tempo à coordenação política da pré-campanha de Alckmin.

    Como militante do PSDB há 25 anos, jamais deixaria de colaborar. Combinamos que dedicarei metade do meu tempo às missões que receber do Geraldo , afirmou.

    Ele é o protagonista, mas estou disposto a ajudar a avançar no que for possível. Todo mundo que tem amor à camisa do PSDB sabe que ele é o melhor candidato , disse Perillo.

    Alckmin tem defendido uma união do chamado centro político para a disputa presidencial. O secretário-geral do PSDB, deputado Marcus Pestana (MG), patrocinou o lançamento de um manifesto defendendo essa união.[nL2N1T71YK]

    O ex-governador de São Paulo é o nome deste campo melhor colocado nas pesquisas de intenção de voto.

    Também nesta quinta, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que é presidente licenciado do PSD, disse que seu partido deve apoiar Alckmin ao Planalto, apesar de o governo do presidente Michel Temer ter lançado o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como pré-candidato à Presidência pelo MDB. [nL1N1TG0O2]

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Kassab diz que PSD deve apoiar Alckmin e aposta em crescimento durante campanha

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse nesta quinta-feira que seu partido, o PSD, deve apoiar o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, nas eleições de outubro.

    Segundo Kassab, que é presidente licenciado do PSD, a legenda deve apoiar o candidato tucano apesar de o governo do presidente Michel Temer ter lançado o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como pré-candidato à Presidência pelo MDB.

    Kassab disse acreditar que Alckmin tem potencial de crescimento durante a campanha e tem boas condições de vencer as eleições.

    Ele tem boas condições e muito possivelmente é o candidato que o nosso partido vai apoiar, o Geraldo Alckmin , disse Kassab a repórteres após participar do lançamento de um programa do ministério em parceria com o BNDES sobre a chamada internet das coisas .

    Conheço vários candidatos que quando inicia o processo eleitoral estão atrás nas pesquisas. Eu mesmo na disputa à reeleição à Prefeitura de São Paulo comecei com 3 por cento e venci as eleições, há diversos casos , afirmou.

    Segundo pesquisa Datafolha publicada no fim de semana, Alckmin tem 7 por cento de apoio do eleitorado, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com 19 por cento, Marina Silva (Rede), com 15 por cento, e Ciro Gomes (PDT), com 10 por cento, em cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso e deve ser impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa.

    Meirelles, por sua vez, só chega a 1 por cento de apoio, de acordo com o levantamento.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Alckmin diz ter aliança encaminhada com quatro partidos e faz afago a Maia e ao DEM

    (Reuters) - O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta quarta-feira que tem alianças encaminhadas com quatro partidos para a eleição de outubro e fez elogios ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pré-candidato do DEM ao Planalto, após sinalizações de uma reedição da pareceria entre a sigla do deputado e os tucanos.

    As alianças estão caminhando bem. Nós, além do PSDB, temos hoje mais quatro partidos encaminhados, acho que vai crescer, mas vai ser lá no fim de julho , disse Alckmin a jornalistas ao participar de um congresso para prefeitos em Florianópolis.

    O Democratas, nós respeitamos. O Rodrigo Maia, bom quadro da nova geração, respeitamos. Enquanto tiver candidato, nenhum problema. Se pudermos estar juntos lá na frente, é tudo que queremos , disse Alckmin, ex-governador de São Paulo e presidente nacional do PSDB, ao ser indagado sobre declarações recentes de lideranças do DEM sobre a possibilidade de aliança com os tucanos.

    Na segunda-feira, o próprio Maia disse que, caso desista de sua candidatura, o mais provável é que a gente tenha uma conversa primeiro com o PSDB , ressalvando que podem ocorrer contatos com outros partidos. [nL1N1TD1AY]

    Apesar de ter um desempenho nas pesquisas de intenção de voto considerado ainda frágil --alcançou 7 por cento da preferência do eleitorado em levantamento do Datafolha divulgado no fim de semana--, Alckmin voltou a minimizar as sondagens a cerca de quatro meses da eleição, e se disse animado com sua pré-candidatura.

    Acho que nós vamos ter os melhores palanques do Brasil, um bom tempo de TV com as alianças e o melhor programa, estamos reunindo os quadros mais qualificados da economia, da saúde, da educação, da segurança para apresentar um grande projeto para o Brasil , afirmou.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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