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    Alckmin promete metas de redução da criminalidade e não vê necessidade de intervenção como no RJ

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira que um eventual governo seu terá metas estaduais para redução da criminalidade e uma guarda nacional permanente, ao mesmo tempo que afirmou não haver necessidade de uma intervenção federal na área de segurança como a que vigora no Estado do Rio de Janeiro.

    Em sabatina promovida pela revista IstoÉ, Alckmin também rebateu acusações do candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, que afirmou que o governo tucano no Estado de São Paulo fez acordo com o PCC, facção criminosa que teve origem em solo paulista e que atua dentro e fora de presídios de todo o país.

    'Crime organizado não tem fronteira, você tem que combater 24 horas por dia', disse Alckmin, voltando a listar índices de criminalidade em São Paulo, menores do que no restante do país.

    'Vamos ter uma guarda nacional, federal... Vamos ter meta, Estado a Estado, para reduzir a criminalidade', acrescentou o tucano, que criticou o modelo atual da Força Nacional de Segurança Pública, por contar com policiais 'emprestados' dos Estados.

    Sobre a acusação de Ciro, Alckmin negou, quando indagado, que vá processar o adversário, por ter 'apreço' pelo pedetista. O tucano lembrou que, assim como ele, Ciro nasceu em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, ao mesmo tempo que disse que a acusação é um desrespeito com a sociedade paulista e com o trabalho realizado pela polícia.

    'Eu vou ajudar o Ceará (se eleito)', alfinetou Alckmin, lembrando que o Estado, reduto eleitoral de Ciro, que enfrentou recente onda de violência.

    Questionado sobre a intervenção federal na área de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, Alckmin disse não ver necessidade da medida e argumentou que, se ela fosse necessária, teria de ser feita em outras unidades da Federação que têm índices de criminalidade piores do que os fluminenses.

    O tucano reiterou na sabatina à IstoÉ sua proposta de fazer reformas --como a política, a tributária e a da Previdência-- nos primeiros seis meses de mandato, assim como voltou a prometer zerar o déficit primário em até dois anos caso seja eleito em outubro.

    Alckmin disse que, 'se possível', não buscará revisar a regra do teto dos gastos públicos, embora a tenha considerado desnecessária.

    Sobre a reforma da Previdência, o tucano voltou a defender um regime único para os funcionários dos setores público e privado, mas afirmou que haverá um regime diferenciado para os militares das Forças Armadas.

    'A única exceção, as Forças Armadas, que vão ter uma reforma também, mas não igual', disse o tucano, argumentando que em vários países do mundo os militares têm um regime previdenciário diferenciado em relação ao restante da população.

    (Por Eduardo Simões)

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    Alckmin ouve reclamação sobre TLP e diz que alguns setores podem ter tratamento diferenciado no financiamento

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, ouviu nesta sexta-feira reclamação do setor de máquinas sobre a mudança do financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com a entrada da Taxa de Longo Prazo (TLP) no lugar da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), e afirmou que 'setores estratégicos' podem ter tratamento especial no financiamento.

    A troca da TJLP, uma taxa de juro subsidiada, pela TLP foi apontada como uma mudança importante para a área fiscal do governo e o relator da medida provisória, posteriormente convertida em lei, que criou a nova taxa de referência do BNDES foi o deputado federal pelo PSDB de Pernambuco Betinho Gomes.

    'Em casos, por exemplo, casos de máquina, que é uma ferramenta, um instrumento necessário, é possível você ter linhas especiais. Nada é totalmente horizontal. Todas as propostas, sugestões de vocês, nós vamos levar e analisar', disse Alckmin durante sessão de perguntas e respostas na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), na zona sul de São Paulo.

    'Em princípio, o que é que nós defendemos? Reduzir juro para todo mundo, esse é o objetivo. Segundo, claro que setores estratégicos da economia brasileira você pode tratar de forma diferenciada', acrescentou.

    O comentário do tucano veio depois de um dos representantes do setor afirmar, citando o exemplo de um associado da Abimaq, que houve um caso em que a parcela paga pelo financiamento saltou de 8 mil reais em um mês para 14 mil reais no mês seguinte, por conta das regras da TLP.

    Na palestra, Alckmin voltou a defender a reforma trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional e, diante das reclamações dos empresários de que a nova legislação não tem sido seguida pelo Judiciário, defendeu que cabe ao Executivo 'não ficar só no seu pedaço' e promover uma 'articulação' com os demais Poderes para garantir a implementação da medida.

    (Por Eduardo Simões)

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    Alckmin aposta em palanques estaduais para crescer e diz que quem prometer facilidade mentirá

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta quarta-feira durante palestra a investidores que terá os melhores palanques nos Estados, o que lhe ajudará a vencer as eleições, e afirmou que o candidato que prometer facilidades na campanha estará mentindo.

    'Vamos ter do Rio Grande do Sul até Roraima os melhores palanques. Se não o primeiro, o segundo do Estado', disse Alckmin durante evento organizado pelo banco BTG Pactual em São Paulo.

    'Numa campanha curta, televisão e rádio --claro que as redes sociais são importantes--, mas televisão e rádio é importante', acrescentou o tucano, que voltou a defender a ampla coligação que fez, principalmente com os partidos do chamado blocão, muitos deles com lideranças envolvidas em escândalos de corrupção.

    O tucano disse que há bons quadros em todas as legendas e que, para fazer reformas como a tributária, a política e a da Previdência, é necessário ter uma ampla base de apoio no Congresso Nacional.

    'Quem prometer mudança sem ter articulação política, vai estar mentindo', defendeu Alckmin, que optou por não falar com jornalistas após a palestra.

    'Fizemos alianças com nove partidos em torno de um programa e de uma proposta', garantiu.

    Alckmin reconheceu que, na visão dos cidadãos, 'a política está no chão' e afirmou que não existem partidos políticos de verdade no país, inclusive o PSDB, que ele preside.

    Ele também reconheceu que o próximo presidente terá uma tarefa árdua pela frente e criticou aqueles que prometem facilidades ao eleitorado.

    'Você não vai pegar um cirurgião para operar um aneurisma abdominal que saiu da faculdade ontem', defendeu o tucano, que disse que não irá 'prometer mágica' aos eleitores.

    'Não vai ser fácil, quem prometer facilidade vai estar mentindo', afirmou o presidenciável tucano, que também procurou ligar o PT à atual situação econômica difícil do país.

    'É o 13. Treze anos do PT, treze milhões de desempregados', disse, se referindo ao número do PT nas urnas.

    (Por Eduardo Simões e Laís Martins)

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    Alckmin diz não temer delação e classifica de 'estranho' rumor de mercado

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, assegurou nesta terça-feira que não teme ser citado em nenhuma delação premiada e considerou 'estranho' os rumores que circularam nos mercados financeiros nesta sessão de que ele seria alvo de um acordo de colaboração com a Justiça.

    'Nenhuma, nenhuma, nenhuma', garantiu o tucano quando indagado sobre se tinha receio de ser citado em alguma delação.

    O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, caiu nesta terça e o dólar subiu ante o real em uma sessão marcada por boatos, um deles de que Alckmin, candidato que agrada o mercado financeiro, seria atingido por uma delação.

    O Ministério Público Federal já denunciou o ex-secretário de Logística e Transporte do Estado de São Paulo na gestão Alckmin Laurence Casagrande por supostas irregularidades nas obras do trecho norte do Rodoanel.

    Como já havia feito em outras oportunidades, Alckmin voltou a defender o ex-auxiliar, que está preso, durante entrevista a jornalista após participar de evento de tecnologia governamental, promovido pelo Brazil Lab em São Paulo.

    'Quero reafirmar aqui que toda a experiência que nós tivemos com o Laurence Casagrande foi de uma pessoa correta', disse o tucano. 'É uma pessoa de vida modesta, é uma pessoa correta, competente.'

    Questionado se os rumores de que poderia ser atingido por uma delação poderiam ter partido de pessoas com interesse em obter ganhos financeiros nos mercados, Alckmin evitou fazer essa avaliação, mas classificou o boato de 'estranho'.

    'Não posso fazer essa afirmação, mas que é estranho é, né?', afirmou.

    Em nota, o advogado Eduardo Carnelós, que representa Casagrande, disse que é 'absolutamente mentiroso' o rumor de que seu cliente faria uma delação e classificou essa ilação como 'mentira nojenta'.

    'Laurence não é delator, nem teria como se transformar num, pela simples e contundente razão de que nunca praticou nenhum crime e por isso nada teria a apresentar a respeito disso', afirmou Carnelós.

    (Por Eduardo Simões e Laís Martins)

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    Bolsonaro critica Alckmin por agora querer se passar de 'amigo do agronegócio'

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro, atacou nesta terça-feira o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, por se dizer agora 'amigo do agronegócio' e disse que o tucano já recebeu, quando era governador de São Paulo, o MST no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.

    'Não dá, né? MST (Movimento Sem Terra) é terrorismo. O Alckmin era contra o armamento, agora ele é a favor do armamento do homem no campo. Parabéns, né. Ele é o santo, mas quem tá fazendo milagre sou eu. Entre esses que estão aí não tem nenhum melhor que eu não', afirmou o candidato, em entrevista coletiva no Congresso Nacional.

    Em outro momento, o presidenciável disse acreditar que não muda nada o fato de adversários terem escolhido vices ligados ao agronegócio. Tanto a companheira de chapa de Alckmin, senadora Ana Amélia (PP), como a de Ciro Gomes (PDT), senadora Katia Abreu, do mesmo partido, têm ligações com o setor.

    O deputado afirmou que vai manter o 'básico' para o setor, garantindo o direito à propriedade privada que foi 'relativizada' e proteção contra invasões do MST. Sinalizou ainda com a liberação do porte de arma para quem queira se defender e uma 'política específica' para o furto e roubo de agrotóxico.

    Bolsonaro também chamou Fernando Haddad, coordenador do programa de governo do PT e vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 'pai do kit gay'. Ironizou o petista dizendo que ele tem uma excelente mensagem e que talvez tenha um 'excelente discurso para os pais'.

    Questionado se Haddad é um bom adversário --ele deve assumir a cabeça de chapa diante da provável impugnação de Lula pela Lei da Ficha Limpa--, o candidato disse que entrou na disputa para ser campeão.

    'Se não fosse uma ameaça, vocês não estariam aqui conversando comigo. Não sou patinho feito, sou o patinho horroroso. Mas estou há quatro anos viajando o Brasil', afirmou.

    Na véspera, Haddad apontou como candidaturas a serem batidas as de Alckmin e do ex-ministro Henrique Meirelles (MDB), sem mencionar a do deputado, porque não consegue 'visualizar o projeto Bolsonaro'.

    Nesta tarde, Bolsonaro disse que não precisa de marqueteiro porque tem 15 segundos para fazer a campanha no rádio e na TV no programa eleitoral. 'O que ele vai fazer para mim? Colocar maquiagem, toma uma maracujina aí', brincou.

    VICE

    O candidato, admitiu que a advogada Janaina Paschoal seria uma vice 'melhor' em sua chapa, enquanto o nome definido acabou sendo o do general da reserva do Exército Hamilton Mourão, filiado ao PRTB.

    'Para ganhar voto, a Janaina é melhor, não tenha dúvida', disse ele.

    Questionado se o fato de ela ser mulher e uma das subscritoras do pedido de impeachment da então presidente Dilma Rousseff ajudaria na conquista dos votos, Bolsonaro afirmou que 'tudo soma para ela'. 'Era uma blindagem no combate à corrupção', destacou.

    O candidato disse que Janaina decidiu se dedicar à família, por ter filhos. E ironizou: 'se é mulher (a necessidade de ser vice), bota a minha mãe então, uma senhora de 91 anos maravilhosa.'

    O deputado minimizou a polêmica a respeito das declarações de Mourão que, na véspera, afirmou que o país herdou a 'malandragem' do negro e a 'indolência' do índio. Primeiro, disse que Mourão é filho de índia e depois argumentou que esperteza e malandragem são a 'mesma coisa'.

    'No Rio, todo mundo me chama de carioca malandro toda hora', afirmou ele.

    Questionado se o episódio não poderia manchar a candidatura, Bolsonaro disse que responde pelos seus atos e o vice, pelos dele.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Alvaro Dias diz que aliança em torno de Alckmin serve para manter situação atual

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato pelo Podemos à Presidência da República, Alvaro Dias, afirmou nesta segunda-feira que a aliança em torno do presidenciável pelo PSDB Geraldo Alckmin serve à manutenção da atual situação política e disse acreditar que o eleitor saberá separar o “joio do trigo”.

    Para o presidenciável, que participou nesta segunda-feira de evento na Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a notícia de que a escolha de Ana Amélia (PP-RS) para vice na chapa de Alckmin obedece à cota pessoal do tucano reflete o quadro de repetição do mecanismo de alianças vigente no país.

    “O maior ajuntamento... em São Paulo, não posso me recusar a afirmar que é uma Arca de Noé e que é a sustentação do sistema atual”, disse o candidato, que fez defesa veemente da operação Lava Jato.

    “Quem quiser continuidade desse caos já tem endereço, não precisa pensar muito, já tem endereço, é só caminhar para lá. Será a reedição da tragédia que estamos vivendo”, afirmou.

    Dias garantiu que, se eleito, não repetirá o sistema de “base aliada”, e aposta na sustentação popular como instrumento de convencimento do Congresso.

    “Não aceitaremos esse conluio partidário, vamos derrubar esse balcão de negócio.”

    Defende, aliás, no âmbito de uma reforma do Estado que prevê o enxugamento do Executivo para cerca de 15 ministérios, mudanças na composição do Congresso Nacional. O candidato sugere que o Senado seja reduzido para dois terços do seu tamanho atual. Na Câmara, a ideia é fazer com que as bancadas sejam proporcionais ao número de habitantes de cada Estado.

    “Reabilitaremos a autenticidade da representação”, afirmou. “Para que tantos deputados? Eles haverão de entender que chegamos ao fundo do poço.”

    O candidato garante que o Ministério da Saúde não entra na lista de pastas a serem incorporadas por outras e confirmou o convite público ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba, para compor seu governo. “Ele só tem que responder quando eu assumir a Presidência da República.”

    Questionado sobre ação da Polícia Federal no início do ano que teve como alvo seu vice, Paulo Rabello de Castro, do PSC, defendeu o companheiro de chapa e disse que ele está à disposição para qualquer esclarecimento.

    “Ele deu todas as respostas e encerrou o assunto. É um inquérito parado, porque as respostas dele foram convincentes. Certamente estará à disposição para dar todas as explicações”, garantiu.

    “Só é vice porque é ficha limpa, é vida limpa.”

    SEM CALOTE

    O candidato voltou a defender que seja dada mais transparência à dívida pública brasileira e disse que há possibilidade de redução das taxas de juros se essa relação for melhor administrada.

    “Tem gente que acha que não devemos falar em dívida pública, em balanço da dívida pública. Ninguém está falando em dar calote, ninguém vai dar calote, ninguém vai desrespeitar contrato celebrado”, declarou.

    “Mas nós queremos mostrar ao povo brasileiro onde está indo o seu dinheiro, o dinheiro do imposto. Se a operação Lava Jato diz que uma organização criminosa governou o Brasil e que nós tivemos um aumento monumental da dívida pública, por que não saber o que aconteceu? Por que não dizer ao povo brasileiro o que aconteceu?”

    Dias aproveitou para alertar para a necessidade de ajustar “distorções” no programa habitacional Minha Casa Minha Vida como casos de corrupção, aplicação incorreta de recursos, e “equívocos de execução técnica”.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Alckmin diz ser a favor de contribuição 'voluntária' de sindicatos e defende mudanças no FGTS

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira ser favorável a um novo tipo de financiamento dos sindicatos que seja voluntário e que esse tipo de contribuição seja decidido em convenção coletiva da respectiva categoria.

    Em sabatina com os presidenciáveis promovida pela Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC) em Brasília, Alckmin fez um aceno ao setor e disse que vai acabar com o uso dos recursos do FI-FGTS em projetos que não sejam de interesse direto do trabalhador e também defendeu elevar a rFemuneração do fundo, podendo até 'equalizar' o rendimento se for necessário.

    O tucano defendeu que a contribuição sindical não volte a ser compulsória, medida eliminada com a reforma trabalhista do governo Michel Temer, aprovada pelo Congresso. Mas disse ser a favor do retorno do financiamento dos sindicatos --essa é uma das reivindicações do Solidariedade, um dos partidos que se coligou com ele e com forte base sindical.

    'A forma de financiamento os trabalhadores é que devem decidir em convenção coletiva, se é zero (por cento do salário), 0,1, a maneira de fazer. O governo não vai se envolver nisso. Sou totalmente contra imposto sindical e o governo não vai se envolver nisso', disse ele, ao defender que essa mudança vai reduzir em muito número dos sindicatos.

    Para o presidenciável, não é 'razoável' ter 17 mil sindicatos no país. 'Você não tem sindicatos, tem cartórios', disse ele, destacando que no mundo inteiro os sindicatos que funcionam têm representatividade.

    O candidato defendeu uma revisão na política de investimentos do FI-FGTS, ao destacar que houve uma 'roubalheira inacreditável' na administração dessas verbas recentemente.

    'Quero que todo o dinheiro do FGTS vá para o seu fim primordial, moradia, infraestrutura, saneamento, mobilidade, todo, todo o recurso do trabalho', disse, que sinalizou com um apoio do governo na remuneração a fim de que ela não fique abaixo da inflação. 'Sou da linha da transparência absoluta. Se precisar, o governo equaliza', disse.

    O tucano disse que também vai estimular o setor com uma política de créditos a juros compatíveis e também indicou que poderá ajudá-los com equalização de juros.

    Alckmin afirmou que também vai acabar com a tributação do Pasep e do Cofins de empresas de saneamento, desde que 'todo esse dinheiro' vá para o investimento da área. Em entrevista, ele explicou que isso poderia render um aporte de até 3 bilhões de reais para investimentos do setor.

    Durante a sabatina, o tucano foi aplaudido em diversas ocasiões pelas respostas. No início, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, fez uma elogio ao ex-governador paulista. 'Conte conosco que eu tenho certeza que o seu governo será um sucesso', disse.

    O candidato defendeu a aprovação do projeto de lei que muda as regras para o uso e liberação dos agrotóxicos, batizado por contrários à proposta de 'lei do veneno'. Ele disse que a proposta não é lei do veneno, mas sim do remédio e disse que, assim como animais ficam doentes, as plantas também ficam e precisam de 'defensivos agrícolas' para protegê-las.

    O tucano fez críticas à demora para se aprovar o projeto no Congresso. 'Quando se demora mais de oito anos para aprovar um produto novo, você está prejudicando a população', disse.

    Para ele, o agricultor é o maior defensor do meio ambiente, mas é preciso dizer 'não à burocracia' e se reduzir prazos para a liberação desse tipo de produto.

    REFORMAS IMEDITAS

    Alckmin disse que usará os seis primeiros meses do governo, se for eleito, para avançar nas reformas necessárias para o país, citando como prioridades a tributária, a previdenciária, a do Estado e a política.

    Para o tucano, o vencedor da eleição --que deverá vencer a corrida presidencial com um ativo de cerca de 60 milhões-- tem de usar essa legitimidade 'muito grande' para fazer as reformas.

    O tucano lembrou que, em 2019, o próximo presidente vai assumir com um déficit primário estimado de 139 bilhões de reais, o sexto ano seguido de rombo nas contas públicas. Ele disse que a situação é 'insustentável' e quer zerar esse déficit rapidamente, em dois anos.

    'Política fiscal boa não tem déficit e abre espaço para investimentos', defendeu Alckmin.

    DESBUROCRATIZAÇÃO

    O tucanos disse que discute com especialistas a simplificação da legislação para desburocratizar a prestação de serviços públicos, de forma a trazer mais segurança jurídica e evitar a judicialização de projetos do setor. Ele defendeu mudanças legais para se ter regras claras e evitar o conflito.

    Alckmin aproveitou para defender uma maior competitividade no setor financeiro, de forma a reduzir o custo do crédito. Para ele, a diminuição do risco --reduzindo a inadimplência e criando um cadastro nacional-- poderia atrair novos competidores para este mercado.

    O candidato se disse contra a privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, mas posicionou-se favorável à diversificação da oferta de crédito por meio de cooperativas e fintecs.

    MARINA

    Em entrevista após a sabatina, o tucano rebateu a afirmação da candidata da Rede, Marina Silva, de que ele, juntamente com outros candidatos, como Henrique Meirelles (MDB), seria um extremista ao não reconhecer 'problemas de corrupção' e 'erros cometidos'.

    A ex-senadora criticou, em entrevista, o tucano, afirmando que 'existem aqueles que, mesmo estando no governo, tentarão parecer, como é o caso da candidatura do PSDB, de que é outra coisa e não é'.

    Ao responder a candidata da Rede, Alckmin lembrou a participação dela no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    'Nunca fui do PT nem nunca fui ministro do Lula, muito pelo contrário, sempre estive em polo oposto', respondeu ele, cutucando a adversária, que foi ministra do Meio Ambiente de Lula.

    Alckmin afirmou ainda que, em relação a casos de corrupção, a lei é para todos e que não se passa a mão na cabeça de ninguém. Ele destacou que quem cometeu ilícito deve pagar. 'Não desacreditamos das instituições, elas são importantes, decisão judicial se respeita e a lei é para todo mundo', reforçou.

    Ao defender a conciliação e não o que chamou de 'guerra' entre nós e eles, o candidato disse ainda que é um candidato por uma 'aliança importante de grandes partidos'.

    'Você precisa ter uma aliança para, vencendo a eleição, fazer as coisas e implementá-las. Há uma distância grande entre o falar e o fazer, fui quatro vezes governador de São Paulo e fiz', afirmou.

    O tucano minimizou a uma possível repetição da polarização no segundo turno entre o PSDB e o candidato do PT.

    'Não sei quem vai estar no segundo turno, se for o PT, nós vamos enfrentá-los', disse. 'Estamos num momento bem diferente, de levar esperança para a população, não podemos ficar no marasmo', desconversou.

    O tucano repetiu novamente que a senadora Ana Amélia, do PP, é a 'vice dos sonhos' e que o objetivo de escolhê-la não é contra 'A, B ou C' --um dos focos nos bastidores seria tentar resgatar eleitores conservadores que devem apoiar o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Ele disse que não conhecia o vice de Bolsonaro, o general da reserva Hamilton Mourão.

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    Alckmin defende alianças para fazer reformas e promete mudar Brasil sem bravatas

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Oficializado candidato a presidente da República, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin defendeu neste sábado a aliança partidária que fez para realizar as reformas que o Brasil precisa e disse que promete mudar o país sem bravatas.

    “Aceito ser candidato pelo PSDB e pelos demais partidos que aqui nos apoiam nessa ampla aliança dos que acreditam no caminho do desenvolvimento e não na rota da perdição do radicalismo”, disse Alckmin, em convenção partidária do PSDB realizada em Brasília.

    A chapa do presidenciável é a que terá o maior arco de partidos, nove, ao todo, incluindo o PSDB, partido do candidato, os cinco do chamado blocão –-o PP da vice, senadora Ana Amélia, mais PR, PRB, DEM e Solidariedade-- além de PPS, PSD e PTB. Dois desses partidos, o PPS e o PR, também realizaram convenções neste sábado para oficilizar o apoio ao tucano.

    Essa coligação vai garantir à chapa o maior tempo de rádio e TV durante a campanha eleitoral, uma das principais apostas do tucano para chegar ao segundo turno. Na pesquisa CNI/Ibope de junho, Alckmin tinha apenas 6 por cento das intenções de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O tucano destacou em várias ocasiões de seu discurso o apoio dos partidos à sua candidatura e disse que um “governo de qualidade” requer alianças. “Vamos mudar o Brasil, não com conversa fiada, bravatas, bazófias e desarmonia entre os Poderes”, disse.

    O tucano afirmou que é candidato para devolver aos brasileiros a dignidade que lhes foi roubada. Assim como o vídeo de “apresentação” do candidato e os discursos de aliados, ele fez questão de ressaltar ter experiência política e administrativa para fazer as mudanças necessárias.

    “Aqueles que dizem que vão fazer reformas sem apoio dos partidos mentem ao povo e mentira tem perna curta”, disse ele, frisando que o momento atual é “grave”, mas que um futuro de prosperidade está aberto aos brasileiros.

    FOCO NO PT

    O tucano criticou a gestão petista, a quem disse ter deixado uma herança de “bravatas” e “radicalismo” que deixou atualmente 13 milhões de desempregados. Ele lembrou que o 13, simbolicamente é o número do PT.

    “Vamos mudar o Brasil para que o trabalho volte para milhões de pessoas que perderam (empregos) e que isso seja para todos a fonte de realização e dignidade e não de sacrifício e humilhação”, destacou.

    Alckmin afirmou que a América Latina ainda hoje vê regimes de autoridades que dão “murro na mesa” e que acham que podem governar sozinho. Para ele, gente assim quer a ditadura e é preciso parar de jogar “brasileiros contra brasileiros”.

    REFORMA DO ESTADO

    O tucano defendeu a reforma do Estado para acabar com a ineficiência que “sufoca a capacidade do brasileiro de empreender”. Para ele, o Estado precisa servir ao cidadão.

    O candidato exaltou a escolha de Ana Amélia como colega de chapa, a quem chamou de “vice dos sonhos” e a chamou de “verdadeiro novo”, numa cutucada indireta ao adversário deputado federal Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL ao Palácio do Planalto.

    “Ela fez muito mais do que muitos que há décadas fingem não ser políticos”, disse Alckmin. Bolsonaro tem se colocado como um neófito na política --embora esteja em seu sétimo mandato de deputado federal é a primeira vez que concorre ao Palácio do Planalto.

    O evento contou com a presença de lideranças de todos os partidos aliados e também de vários caciques políticos do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

    O tucano recebeu 288 votos na convenção --houve um voto não e uma abstenção. Embora não tenha feito um discurso empolgante, ele foi aclamado no evento ao som do jingle de campanha “Geraldo, eu vou!”.

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    PERFIL-Político de estilo 'mineiro', Alckmin tem gostos simples e é hábil nos bastidores

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - Um político de estilo 'mineiro', muitas vezes desconfiado e com grande habilidade de articulação política nos bastidores, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, é também reservado no plano pessoal e tem gostos e costumes que levaram críticos a taxá-lo desde 'picolé de chuchu' até a 'meio jeca'.

    Natural de Pindamonhangaba, interior de São Paulo, onde iniciou sua carreira política, Alckmin, que está com 65 anos, tem vários traços do estereótipo do cidadão do interior. Gosta de comidas simples, é contador de histórias, ao mesmo tempo que também é prudente e calculista na hora de agir.

    'Ele tem um estilo muito mineiro. Estilo 'a vingança é um prato que se come frio'', disse à Reuters o deputado federal Floriano Pesaro (PSDB-SP), que foi secretário estadual de Desenvolvimento Social de Alckmin em um dos mandatos do tucano no governo de São Paulo.

    'Eu considero ele um político desconfiado, ele tem poucos amigos', acrescentou Pesaro, que elogia o ex-chefe como um gestor preocupado com resultados e que cobra muito isso de seus auxiliares.

    O tucano é um fenômeno em solo paulista. Comandou o maior Estado do Brasil por quatro vezes, embora não tenha tido sucesso em suas duas tentativas de tornar-se prefeito da capital. Em sua primeira tentativa de voo nacional, em 2006, fracassou e foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial.

    Naquela ocasião, depois de conseguir levar a disputa para o segundo turno, tentou mudar o estilo, adotando tom mais agressivo contra o petista, e colheu como resultado algo raro: depois de conseguir quase 40 milhões de votos no primeiro turno, viu uma redução de apoio na segunda rodada, quando somou 37,5 milhões de votos.

    Passados 12 anos, Alckmin tem se declarado mais maduro.

    Começou a trilhar o caminho para disputar mais uma vez o Palácio do Planalto há dois anos, quando contrariou caciques tucanos no Estado e patrocinou pessoalmente a candidatura de João Doria à prefeitura paulistana pelo PSDB.

    Com a vitória do afilhado ainda em primeiro turno --algo que jamais havia acontecido na cidade desde a possibilidade de duas rodadas de votações--, Alckmin credenciou-se como principal nome tucano para a disputa presidencial.

    Teve de lidar com movimentos do próprio Doria, recém-empossado no Edifício Matarazzo, em direção a uma eventual candidatura presidencial, que acabou não se concretizando. Doria deixou a prefeitura menos de um ano e meio após assumir para disputar o governo paulista.

    Enquanto isso, o PSDB enfrentava problemas internos, com o então presidente da legenda, o senador Aécio Neves (MG), envolvido em escândalos. Com a saída do mineiro da presidência da sigla, o partido passou a viver a expectativa de uma disputa interna pelo seu comando.

    Alckmin apareceu como solução, defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas inicialmente tratou a possibilidade com reticências.

    'Ele achava que não era importante presidir o partido. O importante era fazer a campanha. Depois nós mostramos para ele que era importante ter a direção da máquina partidária, porque se não você corre o risco de não ter o partido alinhado, e ele aceitou essa argumentação', disse Pesaro.

    Alckmin assumiu o PSDB no final de 2017 e, a partir dali, já era o candidato virtual do partido à Presidência na eleição de outubro deste ano.

    'MEIO JECA'

    A postulação do então governador paulista, no entanto, não era consenso no partido. O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, anunciou a intenção de disputar prévias contra o correligionário paulista, que não se opôs, ao menos publicamente. Mas as propostas de Virgílio para a realização de debates e modelo de prévias não prosperaram e, ao retirar seu nome, o prefeito disparou contra Alckmin.

    'É um dos homens públicos mais --no mau sentido-- mais banais, cheio de golpezinhos, cheio de historinhas, de pequenas espertezas', disse Virgílio à Reuters em fevereiro, quando retirou seu nome para disputar a indicação tucana ao Planalto.

    'Ele acha que por exclusão ele virou candidato, por exclusão ele vai para o segundo turno e por exclusão ele vira presidente. Tudo por exclusão, nada por afirmação. Eu tenho uma impressão muito ruim dele hoje, a ponto de eu me sentir muito incompatibilizado com a ideia de votar nele. Não sinto que ele me tenha tratado com respeito, eu não tenho respeito por ele.'

    À época, Alckmin respondeu afirmando que Virgílio estava sendo injusto com ele e com o partido e, reservadamente, ficou chateado com as críticas.

    'Ele achou que o Arthur foi desleal com ele. Mas o Geraldo não é de guardar rancor. Ele é de deixar as coisas passarem e, se tiver que dar o troco, ele vai dar na hora certa. Mas ele não é rancoroso, é diferente', disse Pesaro.

    Alckmin concordou apenas com uma das críticas feitas pelo prefeito de Manaus, a de que é 'meio jeca'.

    O ex-governador gosta de contar histórias, a esmagadora maioria delas de Pindamonhangaba. Os relatos vão desde 'causos' políticos da cidade até anedotas do cotidiano.

    Alckmin, que aponta seu pai Geraldo como seu grande ídolo, lembra frequentemente de um dos ensinamentos do patriarca: quem enriqueceu na política é ladrão.

    Embora jamais tenha sido atingido em cheio por escândalos decorrupção, teve de conviver com episódios como o cartel nasobras do metrô paulista, irregularidades na aquisição de merenda para escolas estaduais, uma suposta menção a seu nome --com o codinome 'Santo'-- na lista de propinas da Odebrecht e a citação de um delator da empreiteira a seu cunhado como destinatário de recursos que seriam usados em suas campanhas eleitorais em 2010 e 2014.

    Alckmin, que é alvo de inquérito por suposta improbidade administrativa no caso em que delatores ligados à Odebrecht apontaram o tucano como beneficiário de 10 milhões de reais em caixa dois eleitoral, nega quaisquer irregularidades e aliados dizem que a citação em possíveis irregularidades incomoda o tucano.

    'DOMINAR O CENTRO'

    O estilo simples já fez com que aliados de Alckmin chamassem sua atenção para o fato de estar usando roupas excessivamente gastas. Amante de cafezinhos, o tucano é capaz de tomar vários ao longo do dia, provocando azia em aliados que o acompanham em viagens. Gosta também de chocolates e, presenteado com marcas caras do produto, pode surpreender o autor do presente com uma gaveta cheia de bombons nacionais, seus favoritos.

    'Ele sempre teve o perfil de uma vida modesta. A vida dele é o trabalho e a família. Ele trabalha de sábado, domingo, feriado. É até demais', disse o deputado federal Silvio Torres (PSDB-SP), nome próximo ao ex-governador.

    Religioso, Alckmin também vai à missa todos os domingos, às vezes mais de uma vez. Torcedor do Santos, cita o clube do coração em eventos públicos, mas está longe de ser o mais fanático dos fãs do clube.

    Com medo de avião e de helicóptero --mesmo antes de perder o filho caçula, Thomaz, em um acidente com uma aeronave deste tipo em 2015-- prefere viajar de carro, sempre que possível e, se tiver que voar, opta por voos de carreira.

    Em uma aparente tentativa de mostrar-se mais carismático ao eleitorado, recentemente começou a colocar vídeos em família em suas redes sociais. Em um desses vídeos, em que ensina um de seus netos as 'artimanhas', em suas palavras, do xadrez, acabou por soltar uma frase que muito bem poderia se encaixar em seus esforços de articulação política para chegar à Presidência.

    'O segundo objetivo é desenvolver as peças. O primeiro é dominar o centro, segundo as peças desenvolverem', disse Alckminenquanto gesticulava sobre o tabuleiro.

    O tucano teve de levar do tabuleiro real para o político as suas habilidades de enxadrista para fechar uma aliança com o chamado blocão --grupo de partidos formado por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade e que se autodenomina Centro Democrático.

    'Ele teve diversos encontros e acho que foi convincente. As coisas deram certo. Havia um campo de afinidades reais. Ele é muito experiente, é habilidoso, conseguiu sucesso nessa empreitada', disse à Reuters o secretário-geral do PSDB, deputado Marcus Pestana (MG).

    Médico anestesista de formação, Alckmin é casado há 39 anos com Maria Lúcia Alckmin, a 'Lu' a quem costuma fazer declarações públicas de amor. Teve com ela três filhos --além de Thomaz, Geraldo e Sophia.

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    ACM Neto diz que candidato a vice de Alckmin pode ser definido nesta 5ª-feira

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, pode definir ainda nesta quinta-feira quem será seu companheiro de chapa, disse o presidente do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, ao chegar à convenção nacional do partido que vai formalizar o apoio ao tucano.

    'É possível que a definição aconteça nas próximas horas, até o dia de hoje, temos um processo muito maduro', disse ACM Neto a jornalistas.

    Segundo ele, o vice sairá de um dos partidos do autodenominado centro democrático, conhecido como blocão --formado, além do DEM, por PP, PR, PRB e SD.

    Ao chegar à convenção, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que já há “consenso” em torno do nome do vice, mas não quis falar quem seria. “Vou deixar vocês curiosos”.

    Uma fonte com conhecimento do assunto, que pediu para não ser identificada, disse à Reuters que a senadora Ana Amélia (PP-RS) foi convidada e deve responder a Alckmin até o final da tarde se aceita ser a vice na chapa.

    O nome da senadora já tinha sido cogitado, mas inicialmente ela tinha recusado. Ana Amélia decidiu reanalisar a possibilidade a pedido do tucano, de acordo com a fonte.

    Ao decidir apoiar Alckmin na corrida pelo Planalto, o blocão apresentou ao tucano o nome do empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, como candidato a vice, mas o empresário, que é filiado ao PR, recusou a proposta e desde a semana passada o grupo busca um novo nome.

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