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    Meirelles vai para convenção sem vice, mas MDB ainda tenta acordos inclusive com blocão

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O MDB chegará a convenção que confirmará Henrique Meirelles como candidato à Presidência sem conseguir apontar um vice, mas o partido continua negociando com partidos pequenos e tenta ainda tirar parte do blocão da anunciada aliança com o tucano Geraldo Alckmin.

    'Meirelles vai disputar a convenção sem o vice. Quem vota na convenção no Meirelles dá poder à Executiva para terminar de fechar a coligação', disse o presidente do MDB, Romero Jucá. 'O perfil é de agregar contribuição na disputa.'

    O partido tem conversado mais fortemente com partidos que são comumente classificados de 'nanicos' --tem pouco tempo de tevê e bancadas pequenas no Congresso--, como PMN e PHS, mas nem nesses casos há avanços concretos, disse à Reuters uma fonte que acompanha as negociações.

    A campanha tem mirado com mais força no Pros, que também vêm sendo disputado pela Rede e PT. Sem um perfil político claro, o partido teria a oferecer um candidato a vice palatável para todos esses partidos, o ex-deputado Maurício Rands, que hoje comanda uma das secretarias da Organização dos Estados Americanos.

    'Ele é ex-PT, nordestino, não tem nenhum escândalo associado a seu nome', comenta a fonte enumerando as qualidades do possível vice, mas acrescentando que ainda não se avançou a ponto de se indicar um vice nas conversas com o partido.

    Até agora sozinho, o MDB ainda tenta quebrar a união do blocão --formado por DEM, PR, PRB, PP e Solidariedade-- e atrair parte dos partidos que já anunciaram adesão ao pré-candidato do PSDB.

    Alckmin já tem o anúncio formal do PTB de que fará parte da aliança e, na semana passada, os cinco partidos do blocão fecharam questão para apoiarem juntos um candidato e devem anunciar formalmente a aliança com o tucano na quinta-feira.

    No entanto, Meirelles tem conversado com o PTB e com o PRB. 'Pode ser apenas parte de uma negociação por espaço na coligação', disse a fonte, mas o MDB não desistiu ainda de abocanhar um partido maior.

    Jucá ressaltou que 'cada partido vai decidir até o período do registro das candidaturas'.

    'Acho que o centrão é uma manifestação política, sem dono. O processo está em andamento', disse o presidente do MDB, ressaltando que o partido pode ir sozinho para a eleição, se for necessário.

    'O MDB sempre esteve preparado para ir sozinho. Tem postura, tem capilaridade, tem tempo de tevê.'

    A convenção do partido será no próximo dia 2, em Brasília, e o cálculo de Jucá é que o Meirelles terá cerca de 460 dos 594 votos dos convencionais, depois que o pré-candidato passou os últimos meses convencendo o próprio partido de que será bom para o MDB ter candidato próprio.

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    Bolsonaro ainda busca alianças e convenção servirá apenas para formalizar candidatura, diz aliado

    BRASÍLIA (Reuters) - O deputado Jair Bolsonaro ainda busca acertar alianças com outros partidos para a eleição presidencial de outubro e a convenção do PSL de domingo servirá apenas para formalizá-lo como candidato da sigla à Presidência e não para anúncio de coligações, disse à Reuters o deputado Major Olímpio (SP), líder da legenda na Câmara dos Deputados.

    Olímpio disse que, caso não sejam formalizadas alianças, será encontrada uma 'solução doméstica' dentro da legenda e não descartou a possibilidade de a advogada Janaína Paschoal, que é filiada ao PSL e se notabilizou por ser uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, tornar-se companheira de chapa de Bolsonaro.

    'Ainda tem alguns partidos que podem ser potenciais aliados. Se não houver possibilidade de aliança com outro partido, haverá uma solução doméstica dentro dos quadros do partido', disse Olímpio.

    Quando indagado sobre a possibilidade de Janaína Paschoal ser companheira de chapa de Bolsonaro, Olímpio confirmou a possibilidade e elogiou a advogada.

    'É lógico que pode ser. É uma mulher inteligente, uma mulher combativa e um símbolo de mulher, que desmistificaria essa coisa de Jair Bolsonaro ser militar e machista', avaliou.

    O pré-candidato do PSL, que lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sonhava em ter como vice o senador Magno Malta (PR-ES), mas o parlamentar decidiu buscar a reeleição para o Senado.

    As conversas do PSL com o PR, do ex-deputado Valdemar Costa Neto, naufragaram depois que o partido de Bolsonaro se recusou a atender os pedidos do potencial aliado.

    Após a recusa de Malta, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército chegou a dizer que anunciaria ainda nesta semana o general da reserva do Exército Augusto Heleno, que é filiado ao PRP, como seu vice. O partido do general, entretanto, rejeitou a aliança.

    Caso não consiga apoio de outros partidos à sua candidatura, Bolsonaro deverá ter poucos segundos de tempo na propaganda eleitoral no rádio e TV.

    (Reportagem de Anthony Boadle; Texto de Eduardo Simões; Edição de Alexandre Caverni)

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    Ciro diz que conversas com partidos continuam e espera fechar com PSB apesar de entraves

    SÃO PAULO (Reuters) - O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, segue conversando com outros partidos em busca de alianças e indicou que espera fechar com o PSB, apesar de reconhecer que existem entraves a serem superados.

    Entre esses obstáculos estão as disputas estaduais em Pernambuco e em São Paulo, explicou Ciro, que viajou recentemente para se reunir com membros pernambucanos do PSB.

    A conversa foi boa, mas você veja, eles estão com uma situação que é delicada e a gente precisa respeitar. Em São Paulo, o (governador) Márcio França tem uma delicada situação com o Alckmin (PSDB), o que é absolutamente respeitável. Em Pernambuco, o Paulo Câmara tem uma situação delicada com o PT, gostaria de uma aliança com o PT, e eu também acho isso profundamente respeitável , afirmou o presidenciável a jornalistas após evento com investidores em São Paulo.

    Eu quero muito esse apoio, então estamos conversando com as nossas habilidades e delicadezas, mas estou animado , disse Gomes. Ao ser questionado se a conclusão do acordo está perto, Ciro respondeu que se Deus quiser .

    DEM

    O pré-candidato também comentou sobre o seu encontro na semana passada com a cúpula do DEM, incluindo o presidente da Câmara dos Deputados e pré-candidato daquele partido à Presidência da República, Rodrigo Maia.

    Ciro disse que, neste caso, o obstáculo no momento é diferente. Eu tive uma conversa formal em que eu estou travado por uma delicadeza: o Rodrigo Maia é candidato à Presidência da República e eu preciso respeitar isso , argumentou.

    No entanto, segundo ele, as conversas não se limitam à uma possível aliança na corrida ao Planalto, incluindo também o chamado dia seguinte , uma preocupação para garantir governabilidade, visto que nenhum dos presidenciáveis hoje teria condições de formar maioria partidária na Câmara.

    A nossa conversa foi pensando na eleição, mas pensando num eventual dia seguinte, em que eu eventualmente eleito presidente da República vou precisar ampliar o diálogo com forças mais ao centro, porque nenhum partido fará mais que 10, 12 por cento da Câmara , disse Ciro.

    É preciso ter humildade para entender que nós vamos negociar com quem o povo eleger , acrescentou.

    Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira mostra Ciro em terceiro lugar com 8 por cento, no cenário que não tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato. Com Lula, Ciro vai ao quarto lugar, com 4 por cento das intenções de voto, mesma taxa do ex-governador tucano Geraldo Alckmin.

    PENDURAR AS IDEIAS

    Ao ser questionado sobre sua participação no evento da XP Investimentos que reuniu cerca de 70 pessoas, Ciro disse sair gratificado pelo respeito com que foi recebido.

    Foi assim que eu comecei a conversa: 'se eu olhar a versão que se faz de mim na imprensa, eu não me reconheço. O que eu vou propor para vocês é que a gente deixe as nossas ideias fixas penduradas ali fora e vamos abrir uma conversa sobre o Brasil, depois se a gente não gostar, cada um volta, pega suas ideias e volta para casa com elas, não é problema nenhum' , disse Ciro.

    Durante a conversa, segundo ele, foi feito um diagnóstico sobre a situação brasileira hoje, uma apresentação em linhas gerais de seu projeto e um debate que tratou de temas como questão fiscal, dívida, política monetária, política cambial, reforma da Previdência, reforma tributária e estatismo ou não estatismo.

    Foi um clima de muita franqueza, eu não vim procurar simpatia, vim procurar confiança , afirmou.

    (Reportagem de Laís Martins)

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    Bolsonaro trabalha para garantir aliança com vários partidos já no 1º turno, diz coordenador de campanha

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O pré-candidato do PSL à Presidência, o deputado Jair Bolsonaro (RJ), trabalha para garantir uma aliança formal com vários partidos -e não só com o PR- já no primeiro turno, afirmou um dos principais coordenadores da campanha dele, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

    A aposta principal dos interlocutores de Bolsonaro -líder nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva- é firmar uma aliança com o PR, partido que pode indicar o senador Magno Malta (ES) para compor a chapa como vice. Mas o arco de conversas é maior, destacou Onyx.

    Nós estamos conversando com mais de um partido e é um processo que agora vai naturalmente afunilar a partir do final da Copa do Mundo, no final de julho , disse o deputado à Reuters.

    Segundo o coordenador da campanha, a intenção é costurar uma aliança formal com mais de um partido. Isso garantiria um maior tempo de rádio e TV no momento da campanha eleitoral -o PSL, de Bolsonaro, terá cerca de 10 segundos de um bloco de propaganda de 12 minutos e 30 segundos.

    Outra fonte próxima a Bolsonaro disse que só depende de Malta, que trocaria uma eleição considerada por ele certa para renovar por dois anos o mandato de senador por uma candidatura a vice-presidente. Magno já disse à Reuters que ainda não tomou uma decisão sobre o convite do pré-candidato do PSL.

    Onyx, que é do DEM do também pré-candidato Rodrigo Maia (RJ), presidente da Câmara, disse que também articula uma aliança maior a fim de garantir uma governabilidade no Congresso para aprovar projetos de interesse do eventual presidente.

    Brasil precisa de uma aliança para poder fazer as transformações que o país precisa enfrentar , disse o deputado, ao defender a construção de uma aliança liberal e conservadora nos moldes da Espanha, Alemanha e Inglaterra no primeiro ou no segundo turno eleitoral.

    Onyx reafirmou que o plano de governo vai ser divulgado entre a última semana de julho e a primeira de agosto e que, embora não tenha adiantado nada sobre seu conteúdo, destacou que o documento vai primar pela busca da diminuição da máquina pública e sua eficiência, conceitos que, segundo ele, nunca foram implantados no Brasil .

    PESQUISAS

    O coordenador de campanha de Bolsonaro afirmou ainda que o desempenho do pré-candidato é muito maior do que o apontado na pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira. Em cenário sem a presença de Lula, o candidato fica na dianteira e registra 17 por cento de intenções de voto, no limite da margem de erro do empate técnico com a ex-ministra Maria Silva, com 13 por cento.

    Para Onyx, o número é muito mais alto. Ele fala em 25 por cento para cima de média. O número registrado hoje ele tinha há 60 dias , considera o deputado.

    O coordenador ironiza quem continua na torcida de que Bolsonaro vai cair. Disse que escuta isso desde o ano passado e vai chegar o próximo Natal com ele presidente .

    O parlamentar destacou que não tem nenhum problema o fato de o PSL não ter palanques fortes nas disputas aos principais colégios eleitorais do país. Segundo ele, o deputado tem tido uma série de propostas de candidatos de outros partidos para que ele suba nos palanques.

    O Jair está sendo criterioso, não quer avançar o sinal antes da hora , disse. Essa eleição é muito diferente das demais. As pessoas estão olhando para 2018 com os mesmos óculos de 2010, 2014. A dinâmica é diferente com as redes sociais , completou ele, citando um dos principais meios usados pelo pré-candidato para se comunicar.

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    Alckmin diz ter aliança encaminhada com quatro partidos e faz afago a Maia e ao DEM

    (Reuters) - O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta quarta-feira que tem alianças encaminhadas com quatro partidos para a eleição de outubro e fez elogios ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pré-candidato do DEM ao Planalto, após sinalizações de uma reedição da pareceria entre a sigla do deputado e os tucanos.

    As alianças estão caminhando bem. Nós, além do PSDB, temos hoje mais quatro partidos encaminhados, acho que vai crescer, mas vai ser lá no fim de julho , disse Alckmin a jornalistas ao participar de um congresso para prefeitos em Florianópolis.

    O Democratas, nós respeitamos. O Rodrigo Maia, bom quadro da nova geração, respeitamos. Enquanto tiver candidato, nenhum problema. Se pudermos estar juntos lá na frente, é tudo que queremos , disse Alckmin, ex-governador de São Paulo e presidente nacional do PSDB, ao ser indagado sobre declarações recentes de lideranças do DEM sobre a possibilidade de aliança com os tucanos.

    Na segunda-feira, o próprio Maia disse que, caso desista de sua candidatura, o mais provável é que a gente tenha uma conversa primeiro com o PSDB , ressalvando que podem ocorrer contatos com outros partidos. [nL1N1TD1AY]

    Apesar de ter um desempenho nas pesquisas de intenção de voto considerado ainda frágil --alcançou 7 por cento da preferência do eleitorado em levantamento do Datafolha divulgado no fim de semana--, Alckmin voltou a minimizar as sondagens a cerca de quatro meses da eleição, e se disse animado com sua pré-candidatura.

    Acho que nós vamos ter os melhores palanques do Brasil, um bom tempo de TV com as alianças e o melhor programa, estamos reunindo os quadros mais qualificados da economia, da saúde, da educação, da segurança para apresentar um grande projeto para o Brasil , afirmou.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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