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    Ex-esposa de Jeff Bezos cede controle da Amazon em acordo de divórcio

    Por Jeffrey Dastin e Arjun Panchadar

    (Reuters) - MacKenzie Bezos, ex-esposa do fundador e presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos, vai entregar 75 por cento de sua participação na empresa e todos os direitos de voto para o empresário bilionário.

    MacKenzie Bezos também renunciará a todos os seus interesses no jornal Washington Post e na empresa de foguetes Blue Origin, disse ela em um tuíte publicado nesta quinta-feira.

    O anúncio resolve questões sobre o futuro da maior varejista online do mundo, que não estava claro desde que o casal anunciou divórcio em janeiro. Jeff Bezos, amplamente visto como um guru da administração cujo foco de longo prazo tem sido essencial para a ascensão meteórica da Amazon, manterá o controle da empresa.

    O acordo também sugere que a Amazon será poupada do tipo de batalha de diretoria que assolou outras empresas cujos proprietários estão lidando com desentendimentos familiares.

    'Feliz por estar dando a ele todos os meus interesses no Washington Post e na Blue Origin, e 75 por cento de nossas ações na Amazon', disse MacKenzie Bezos no tuíte.

    A participação remanescente de MacKenzie vale cerca de 36 bilhões de dólares a preços correntes de mercado. A participação total do casal, de 143 bilhões dólares, os tornou os mais ricos do mundo.

    'Grato por ter terminado o processo de dissolver meu casamento com Jeff com o apoio um do outro e de todos que se aproximaram de nós com bondade e ansiosos para a próxima fase como co-pais e amigos', escreveu MacKenzie Bezos.

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    Após meses de espera, Amazon.com inicia vendas diretas no Brasil com 11 categorias de produtos

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A varejista norte-americana Amazon.com inicia nesta terça-feira as vendas diretas de 11 categorias de produtos a partir do seu novo centro de distribuição em Cajamar (SP), em mais um passo da tão aguardada expansão das operações na maior economia da América Latina.

    O lançamento ocorre após vários meses de espera e confirma reportagens veiculadas pela Reuters no último ano sobre os esforços da gigante para superar os desafios logísticos inerentes a um país tão extenso quanto o Brasil e avançar com o chamado Fulfillment by Amazon (FBA).

    'Lançamos com 320 mil produtos diferentes em inventário, sendo 200 mil livros... Nossa obsessão é sempre aumentar esse catálogo e ter tudo aquilo que o brasileiro procura e quer comprar na internet', afirmou à Reuters o presidente da Amazon no Brasil, Alex Szapiro.

    Ainda segundo o executivo, embora o momento coincida com o início de um novo governo, a decisão nada tem a ver com política ou macroeconomia. 'Temos sido otimistas no Brasil há anos... Eram outros governos quando tomamos decisões lá atrás, então para nós não influencia em nada', explicou.

    A Amazon.com desembarcou no Brasil em 2012, concentrando-se inicialmente na venda de livros digitais e físicos, e começou a adicionar novas categorias a partir de 2017 por meio da venda de produtos de terceiros.

    A companhia não informa o tamanho da base de vendedores do marketplace, que ganhará quatro novas verticais a partir desta terça-feira: bebês, brinquedos, beleza e cuidado pessoal. Essas e outras sete estarão disponíveis na plataforma de venda direta, amplamente conhecida como 1P dentro o jargão de varejo.

    'Temos mais de 800 fornecedores/marcas distintos para venda direta', acrescentou Szapiro, sem entrar em detalhes sobre as negociações.

    Em novembro, a Reuters noticiou que os esforços da Amazon para iniciar a venda direta no Brasil esbarravam em um complexo sistema tributário, logística complicada e relações árduas com fornecedores. Na ocasião, fontes citaram a pouca flexibilidade por parte da gigante varejista como um dos principais entraves.

    'Como toda boa negociação, você se senta e quer ter as melhores condições para oferecer ao cliente... Nunca tem uma em que não haja discussão sobre os termos', comentou o executivo ao ser questionado sobre o tom das conversas.

    Exceto livros, cuja distribuição seguirá sob os cuidados da operadora logística Luft em Barueri (SP), os demais itens para venda direta serão despachados a partir do galpão logístico em Cajamar, segundo ele.

    Com 47 mil metros quadrados, o equivalente a 10 campos de futebol, a instalação é fruto de uma parceria com a também norte-americana Prologis, conforme antecipou a Reuters mais de 11 meses atrás.

    Szapiro não revelou o investimento nem o número de pessoas contratadas para o lançamento da plataforma 1P, mas disse que a Amazon emprega mais de 1.400 pessoas direta e indiretamente somadas todas as operações no Brasil.

    Em relatório divulgado na segunda-feira, os analistas do BTG Pactual Fabio Monteiro e Luiz Guanais destacaram que o foco maior da Amazon no segmento de venda direta significa que a empresa está pronta para fortalecer os investimentos, potencialmente via parcerias com operadores e transportadoras que atuam no regime conhecido como 'última milha', em que produtos comprados pela internet são entregues em poucas horas.

    Eles ponderaram, contudo, que a companhia deverá adotar uma 'abordagem gradual', dada a concorrência acirrada de varejistas já bem estabelecidas no mercado brasileiro. 'Esse cenário deve impedir a Amazon de crescer rápido no Brasil. Em nosso estudo, ela compete por uma participação de mercado de duplo dígito baixo', escreveram.

    Mesmo assim, as ações de empresas de comércio eletrônico reagiram negativamente à expectativa de lançamento da plataforma 1P da Amazon, com B2W, Magazine Luiza e Lojas Americanas entre os destaques negativos do Ibovespa na segunda-feira.

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    ENFOQUE-Negociações duras, desafios logísticos e tributários retardam avanço da Amazon no Brasil

    Por Gabriela Mello e Gram Slattery

    SÃO PAULO (Reuters) - A norte-americana Amazon.com se depara com algumas dificuldades para expandir suas operações no Brasil, um promissor mercado que vem se mostrando desafiador para a maior varejista online do mundo, disseram quase vinte fontes com conhecimento do assunto.

    Os desafios incluem um complexo sistema tributário no país, logística complicada e relações árduas com alguns dos principais fornecedores, que afirmam que a gigante de Seattle age com pouca flexibilidade nas negociações de preços, embora ainda seja pequena no comércio eletrônico brasileiro.

    Várias companhias reconhecidas no país, incluindo a varejista de moda AMARO e a fabricante de calçados e acessórios Arezzo, recusaram as ofertas da Amazon para vender seus produtos na plataforma, afirmaram sete das fontes ouvidas.

    Outros grandes grupos de eletrônicos --como a Lenovo, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo-- assinaram contratos só nas últimas semanas, depois de vários meses de intensas conversas.

    Mas a varejista norte-americana continua avançando com os planos de construir sua própria rede para venda direta, entrega e atendimento no Brasil, tarefas atualmente conduzidas por vendedores que usam a plataforma de marketplace da Amazon.

    Ainda assim, a expansão da operação no Brasil está levando mais tempo que o esperado e, quando finalmente lançada, deve ser modesta em comparação com a de outros mercados emergentes, como Índia e México, conforme entrevistas conduzidas com ex e atuais funcionários, fabricantes, consultores e outras pessoas a par dos esforços da Amazon no país.

    Em resposta a uma série de perguntas feitas pela Reuters, a Amazon disse que 'não comenta sobre rumores ou especulações'. A Amaro não quis se manifestar, enquanto Arezzo e Lenovo não responderam imediatamente ao pedido de comentário.

    A dificuldade na expansão da Amazon no Brasil surge num momento em que a varejista encontra-se sob pressão para aumentar as vendas fora do mercado norte-americano. Na semana passada, as ações da companhia perderam força, depois que o balanço do terceiro trimestre mostrou vendas internacionais decepcionantes e uma desaceleração do crescimento em geral.

    Ainda que tenha crescido rapidamente em alguns mercados emergentes, a Amazon continua se empenhando para alcançar o mesmo resultado no Brasil, onde forte competidores locais dominam o mercado de comércio eletrônico.

    Só em 2018, as ações da B2W negociadas na bolsa paulista já subiram pouco mais de 70 por cento, enquanto as da Magazine Luiza acumulam valorização de quase 109 por cento desde o começo do ano.

    Para o gestor de ativos Alexandre Silvério, cuja empresa detém posições consideráveis em algumas das maiores empresas de ecommerce do Brasil, a Amazon terá que lutar para avançar no mercado brasileiro.

    'O Brasil é muito diferente de outros mercados. Você precisa conhecer questões logísticas, tributárias', disse Silvério, diretor de investimentos da AZ Quest Investimentos. 'Eu não sei como estará o mercado de comércio eletrônico em 10 anos. Mas, no curto prazo, não estou preocupado' com o impacto da entrada da Amazon no Brasil sobre rivais, acrescentou.

    IMPOSTOS, LOGÍSTICA E BUROCRACIA

    A Amazon está presente no varejo brasileiro desde 2012, tendo concentrado sua atuação principalmente na venda de livros durante boa parte do tempo.

    A empresa não informa os números de venda no Brasil, mas analistas estimam que a receita da Amazon no país seja uma fração do faturamento da B2W e do Magazine Luiza. Juntas, as duas venderam mais de 17 bilhões de reais em 2017.

    Em outubro do ano passado, a Amazon ampliou o escopo das operações brasileiras para além da venda de livros, abrindo a plataforma para terceiros venderem eletrônicos. Com o Amazon Marketplace, vendedores são responsáveis pela venda e entrega dos produtos comercializados.

    Nos últimos meses, a companhia lentamente expandiu as categorias de produtos negociados no marketplace, incluindo roupas e itens esportivos.

    Mas uma estratégia central para a Amazon nos mercados que domina é internalizar todas as funções para garantir entrega rápida e atendimento de primeira linha ao cliente. No jargão do varejo esse formato é conhecido como '1P'.

    No Brasil, a empresa estabeleceu as bases no último ano para o lançamento da operação 1P, alugando um grande galpão próximo a São Paulo, fazendo várias contratações e discutindo parcerias logísticas com grupos como a companhia aérea Azul, de acordo com pessoas familiarizadas com os esforços.

    A Amazon planejava em determinado momento lançar a operação 1P no Brasil em setembro, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto. Desde então, diversos parceiros da companhia reportaram repetidos atrasos no lançamento do negócio de venda direta.

    Alguns chegaram a questionar se a nova plataforma estaria pronta a tempo da Black Friday, em 23 de novembro, a data mais importante para o varejo brasileiro depois do Natal.

    Montar uma infraestrutura logística tem sido um dos passos mais desafiadores para Amazon, afirmaram duas pessoas a par das operações no Brasil, destacando as rodovias muitas vezes congestionadas e frequentes roubos de cargas.

    A Amazon também tem tido dificuldades para lidar com o complexo sistema tributário brasileiro, disseram outras três fontes. Muitas varejistas online nacionais dispõem de extensos departamentos exclusivamente dedicados a questões fiscais.

    Atualmente, a varejista está com diversas vagas abertas no Brasil em áreas envolvendo funções de contabilidade, tributação e marketing, incluindo analista fiscal, gerente de desenvolvimento de parcerias, especialista de catálogos, entre outros.

    Um executivo de uma fabricante de eletrodomésticos afirmou que representantes da Amazon adiaram as previsões de lançamento da plataforma 1P várias vezes, citando dificuldades para tratar de impostos.

    FALANDO GROSSO

    Talvez o ponto mais significativo dos percalços para lançar a operação 1P tenha sido o tom das negociações entre a Amazon e potenciais fornecedores.

    A varejista se reuniu no início de março com fabricantes de eletrônicos, perfumaria e outros produtos em um hotel na cidade de São Paulo para introduzir o serviço 1P no país, de acordo com pessoas que participaram do encontro.

    Na ocasião, representantes da Amazon ficaram surpresos com o nível de ceticismo entre os potenciais fornecedores, contou uma das fontes.

    A varejista 'tentava negociar com as marcas pensando ser a Amazon U.S.', disse a pessoa, que tinha conhecimento direto das conversas. 'Mas você está em um mercado no Brasil com muitos concorrentes' que são significativamente maiores, acrescentou.

    Participantes da reunião se depararam com uma postura inflexível da Amazon para negociar, segundo dois representantes de fabricantes de eletrodomésticos. Eles disseram que a situação pouco melhorou nos encontros individuais feitos posteriormente com a varejista.

    Muitos dos fornecedores presentes na reunião disseram sentir que a Amazon tentava evitar uma adaptação dos termos do contrato à realidade do mercado varejista brasileiro. Um executivo de uma fabricante de eletrônicos, por exemplo, citou desentendimentos com a Amazon sobre como separar o custo de lidar com possíveis reclamações de clientes junto aos órgãos municipais e estaduais de proteção ao consumidor.

    Vendedores que concordaram em participar da plataforma 1P disseram que a iniciativa não se desenvolve a ponto de tornar-se um sucesso na temporada de compras de fim de ano. Entre eles, a Lenovo assinou um acordo só na última semana e está entre um número de fornecedores que ainda precisam entregar os produtos para Amazon, enquanto o Natal se aproxima rapidamente, disse uma pessoa a par do assunto.

    Três outras empresas, incluindo a chinesa Midea, uma grande fabricante de eletrodomésticos e aparelhos de ar condicionado no Brasil, venderão apenas uma pequena seleção de produtos por meio da operação 1P da Amazon, disseram duas pessoas familiarizadas com a situação. Elas descreveram os esforços como uma modesta 'fase de testes' para identificar eventuais falhas no sistema da varejista.

    Representantes da Midea não comentaram imediatamente o assunto.

    Silvério, enquanto isso, continuará apostando nos rivais brasileiros da Amazon. 'Havia medo quando a Amazon começou a olhar para o Brasil', disse ele. 'Mas ela tem feito as coisas muito cautelosamente.'

    (Reportagem adicional de Julia Love na Cidade do México e Jeffrey Dastin, em São Francisco)

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    Amazon atinge US$1 tri em valor de mercado em ritmo para ultrapassar Apple

    (Reuters) - A Amazon nesta terça-feira se juntou à Apple ao se tornar a segunda empresa listada nos Estados Unidos a atingir 1 trilhão de dólares em valor de mercado, após o preço das ações mais que dobrar no ano, conforme a empresa cresce rapidamente no varejo e na computação em nuvem.

    Se os ganhos de participação da varejista online mantiverem o ritmo, seria uma questão de tempo para o valor de mercado da Amazon superar o da fabricante de iPhones, que chegou a 1 trilhão de dólares em 2 de agosto.

    A Apple levou quase 38 anos como uma empresa de capital aberto para atingir a marca de 1 trilhão de dólares, enquanto a Amazon atingiu esse patamar em 21 anos.

    Embora o iPhone e outros dispositivos da Apple continuem populares e suas receitas estejam crescendo, a fabricante não está acompanhando o crescimento explosivo das vendas da Amazon.

    A Amazon impressionou os investidores ao se diversificar para praticamente todos os segmentos da indústria de varejo, alterando a forma como consumidores compram produtos e colocando grande pressão em muitas lojas físicas.

    'Isso diz muito sobre a Amazon e seu domínio cada vez maior de segmentos do mundo varejista, bem como dos negócios de serviços em internet', disse Peter Tuz, presidente do Chase Investment Counsel. 'Ela tem uma pequena participação no mercado mundial de vendas no varejo, então ainda resta muito para capturar lá'.

    A Amazon também fornece serviços de transmissão de vídeo e comprou a rede de supermercados Whole Foods. Além disso, os negócios de computação em nuvem para empresas se tornaram o principal gerador de lucro para companhia.

    'A Amazon é um pouco mais dinâmica que a Apple porque o iPhone se tornou mais maduro. O negócio em nuvem da Amazon é um fator de crescimento extra que a Apple não possui', disse Daniel Morgan, gerente de portfólio da Synovus Trust.

    No segundo trimestre, a unidade respondeu por 55 por cento da receita operacional da Amazon e por 20 por cento da receita total, de acordo com Morgan.

    As ações da Apple começaram a ser negociadas em dezembro de 1980, mas não decolararam por mais de 25 anos, até a criação do iPhone.

    A Amazon cruzou a marca de 2 mil dólares por ação pela primeira vez em 30 de agosto, depois de dobrar seu preço em apenas 10 meses. As ações da empresa chegaram a 1 mil dólares pela primeira vez em 30 de maio de 2017.

    As ações da Amazon subiram 74,5 por cento no ano até o momento. Em comparação, a Apple subiu cerca de 35 por cento em 2018.

    Analistas esperam que a receita da Apple aumente 14,9 por cento em seu ano fiscal que termina em setembro, segundo dados da Thomson Reuters, um aumento robusto, mas ainda muito aquém do crescimento esperado de 32 por cento para receita da Amazon em 2018.

    (Reportagem de Sinéad Carew e Noel Randewich)

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    Ações da Amazon batem recorde após lucro alcançar US$2 bi pela 1ª vez

    (Reuters) - As ações da Amazon.com subiram 4 por cento e atingiram o nível mais alto da história da companhia nesta sexta-feira, depois que o lucro da gigante do varejo online ter alcançado 2 bilhões de dólares pela primeira vez, impulsionado pela melhor margem operacional em 13 anos.

    Analistas em Wall Street aplaudiram a força generalizada nos resultados e ignoraram a decisão do varejista de frear seu crescimento vertiginoso de receita para ampliar o lucro.

    Às 11:14, as ações da Amazon subiam 2 por cento, a 1.844 dólares, depois de avançarem mais cedo 3,99 por cento a 1.880 dólares.

    Pelo menos 16 corretoras aumentaram o preço-alvo para as ações das Amazon, com vários dizendo que os altos níveis de lucratividade podem ser um novo padrão para a empresa.

    A corretora Oppenheimer fez o movimento mais agressivo, elevando o preço-alvo para a ação em 380 dólares para 2.130 dólares, superando o preço-alvo médio de 2.100 dólares.

    'O que estamos esperando há muitos anos está finalmente acontecendo, uma expansão significativa das margens', disseram analistas da Macquarie Research em uma nota.

    A Amazon Web Services (AWS), que lida com dados e computação em nuvem para grandes empresas, permaneceu como a maior geradora de receita da empresa sediada em Seattle, respondendo por 55 por cento do faturamento operacional total.

    Os resultados da Amazon também foram um alívio para os investidores do setor no setor de tecnologia dos Estados Unidos, ainda abalados com a queda abrupta das ações do Facebook após um alerta no início da semana sobre o lucro futuro da empresa.

    'Nesta confusa temporada de resultados, a Amazon se destaca como uma das empresas de maior desempenho', disseram analistas da SunTrust.

    'A força de base ampla de clientes nos sugere que a Amazon está atingindo a margem indescritível que os investidores esperavam, impulsionados por AWS e publicidade.'

    A empresa, que começou inicialmente como uma vendedora de livros online em 1994, agora ganha receita com a venda de produtos não relacionados ao seu negócio original.

    Dos 48 analistas que cobrem as ações, 46 têm uma classificação de 'compra', enquanto apenas 2 recomendem 'manutenção'.

    As ações da Amazon subiram mais de 54 por cento desde o início do ano. Com um valor de mercado de 916,97 bilhões de dólares, a Amazon está competindo com Apple e Alphabet para ser a primeira empresa listada de 1 trilhão de dólares do mundo.

    (Por Vibhuti Sharma, Akanksha Rana e Aniruddha Chakrabarty em Bangalore, Índia)

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    EXCLUSIVO-Amazon.com conversa com Natura e Boticário para vender cosméticos no Brasil, dizem fontes

    Por Gram Slattery e Jeffrey Dastin

    SÃO PAULO (Reuters) - A Amazon.com está recrutando importantes empresas brasileiras de cosméticos como o Grupo Boticário e a Natura para vender seus produtos na plataforma logística que está desenvolvendo no Brasil, disseram à Reuters três fontes familiarizadas com o assunto, ensaiando uma entrada no quarto maior mercado de beleza do mundo.

    A Amazon está disposta a abocanhar uma parte dos quase 30 bilhões de dólares gastos em maquiagem, tratamentos de cabelo e outros itens de cuidados pessoais no Brasil, um mercado que fica atrás somente dos Estados Unidos, da China e do Japão.

    A agressiva incursão da gigante de ecommerce em cosméticos no país, menos de um ano após ter expandido sua atuação além de livros e streaming de vídeos na maior economia da América Latina, transforma o roteiro habitual da companhia.

    Em outros mercados, a Amazon se concentrou em produtos de beleza décadas após se estabelecer em segmentos relevantes como eletrônicos, brinquedos e itens domésticos.

    Procurada pela Reuters, a Amazon disse que nos últimos cinco anos, desde o lançamento da Amazon.com.br, realizamos centenas de reuniões com potenciais vendedores e fornecedores sobre seus negócios no Brasil e possíveis planos futuros , acrescentando que a companhia não especula sobre os planos futuros.

    Nem a Natura nem o Boticário responderam aos pedidos de comentários.

    Uma parceria com a Amazon aceleraria a abordagem cautelosa das principais empresas brasileiras de cosméticos em relação ao ecommerce, enquanto tentam proteger as margens de lucro e as relações de longa data com tradicionais canais de venda.

    A Natura vinha relutando em modificar sua rede de mais de 1 milhão de consultoras para venda direta, atendo-se a um modelo de negócios iniciado pela Avon Products.

    Em 2014, a Natura começou a oferecer aos vendedores independentes ferramentas para permitir compras online, que agora respondem por menos de 4 por cento do total de vendas.

    Uma fonte com conhecimento direto dos planos da Natura disse que a companhia se reuniu na semana passada com a Amazon, mas que ainda estava avaliando a proposta.

    O Grupo Boticário, de capital fechado, contou com franqueados para montar uma rede de cerca de 4 mil lojas. A empresa agora pode vender produtos sem marca própria por meio das plataformas da Amazon no Brasil, assim como a fabricante de maquiagens Revlon, disse uma das fontes, que pediu anonimato porque as discussões ainda estão em andamento.

    A pessoa disse que as conversas entre as companhias começaram bem recentemente e que o Grupo Boticário não queria vender produtos de marca própria nas plataformas da Amazon por enquanto .

    Até o momento, a Amazon dependia de terceiros vendendo os próprios produtos por meio do seu site, mas várias medidas este ano sugerem que a companhia está intensificando a presença logística no país.

    Em fevereiro, a Reuters reportou que a Amazon estava buscando locar um galpão perto de São Paulo, em um sinal de que poderia em breve se encarregar da distribuição de produtos vendidos em seu site brasileiro.

    Em abril, a Reuters noticiou também que a gigante norte-americana estava em conversas com a companhia aérea brasileira Azul para o envio de mercadorias para todo o país, à medida que estrutura uma grande rede de distribuição no Brasil.

    (Reportagem adicional de Gabriela Mello)

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