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    Indicador antecedente de emprego no Brasil tem em novembro primeira alta em 9 meses, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) teve alta em novembro e interrompeu a sequência de oito quedas consecutivas, mas ainda é cedo para afirmar que as expectativas de contratação no próximo ano são otimistas, afirmou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

    No mês, o IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 6,2 pontos na comparação com outubro, para 97 pontos, atingindo o maior valor desde maio deste ano.

    'A recuperação do último mês pode indicar uma nova onda de otimismo na economia brasileira. No entanto, devemos esperar novas observações para verificar se de fato teremos expectativas otimistas quanto à contratação no próximo ano', disse em nota o economista da FGV/Ibre Fernando de Holanda Barbosa Filho.

    Já o Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, recuou 1,3 ponto em novembro, para 98,9 pontos, voltando ao nível de novembro de 2017.

    'O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) permanece oscilando em torno de um mesmo patamar elevado ao longo do último ano. Isto indica um mercado de trabalho bastante difícil, o que caminha em linha com a elevada taxa de desemprego observada no país. Uma queda do ICD somente deve ocorrer com uma melhora mais robusta do nível de atividade e das contratações

    no mercado de trabalho', completou Barbosa Filho.

    A taxa de desemprego do Brasil caiu pela sétima vez no trimestre até outubro e o número de desempregados recuou diante da criação de vagas nas eleições, em uma lenta recuperação do mercado de trabalho ainda marcada pelo desalento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em sua pesquisa Pnad Contínua.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Indicador Antecedente de Emprego cai em julho e vai ao menor nível em 1 ano e meio, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou em julho pela quinta vez consecutiva, para o menor nível desde dezembro de 2016, sinalizando fraca geração de emprego nos próximos meses em meio à atividade econômica perdendo força, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

    O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, recuou 0,8 ponto e chegou a 94,7 pontos no mês passado. O indicador vem registrando uma série de quedas consecutivas desde março, fato que não ocorria desde meados do segundo trimestre de 2014, período que marcou o início da crise econômica.

    'O IAEmp continua sua trajetória de queda, convergindo para níveis próximos da média histórica prévia à crise (87 pontos). Este fato mostra que a geração de emprego ao longo dos próximos meses deverá ser mais modesta, relacionando-se com o crescimento econômico mais moderado do que o previamente esperado', disse o economista da FGV/Ibre, em nota, Fernando de Holanda Barbosa Filho.

    Quatro dos sete componentes do IAEmp registraram variação negativa em julho ante junho, com destaque para o indicador de Emprego previsto para os próximos três meses da indústria de Transformação, que recuou 11 pontos.

    Ainda segundo a FGV, o Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, caiu 1 ponto em julho, para 96,1 pontos. Este é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto maior o número, pior o resultado.

    No final de maio a greve dos caminhoneiros prejudicou o abastecimento de combustível e alimentos e afetou a atividade econômica, bem como a confiança de agentes econômicos, empresários e consumidores.

    O reflexo tem sido o mercado de emprego mostrando cada vez menos ímpeto. No trimestre passado, a taxa de desemprego no Brasil medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recuou 12,4 por cento, marcada pelo aumento das ocupações informais e contínuo desalento das pessoas.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Indicador Antecedente de Emprego cai pela 4ª vez em junho e indica menor contratação à frente, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) registrou queda em junho pela quarta vez seguida e sinaliza menor ritmo de contratação à frente diante da atividade econômica mais fraca no primeiro semestre, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

    O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, recuou 5,6 pontos e chegou a 95,5 pontos em junho, voltando ao patamar próximo ao de janeiro de 2017, quando estava em 95,6 pontos.

    A queda do IAEmp mostra a perda de confiança de uma maior geração de emprego ao longo dos próximos meses. O crescimento (econômico) está abaixo do previamente esperado e, com isso, a consequência deverá ser uma menor contratação , disse o economista da FGV/Ibre Fernando de Holanda Barbosa Filho em nota.

    Todos os componentes do IAEmp registraram variação negativa entre em junho sobre maio e os indicadores que mais contribuíram para o resultado foram os que medem a situação atual dos negócios nos setores da indústria de transformação e de serviços.

    Já o Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, teve alta de 0,6 ponto em junho, para 97,1 pontos, completou a FGV, explicando que o este é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego --quanto maior o número, pior o resultado.

    A taxa de desemprego ainda elevada e a recuperação mais lenta da atividade econômica se refletem na estabilidade do índice em relação ao início do ano. Esta estabilidade mostra que a situação atual do mercado de trabalho continua difícil, principalmente para as classes de baixa renda”, completou Barbosa Filho.

    No final de maio a greve dos caminhoneiros prejudicou o abastecimento de combustível e alimentos e afetou a atividade econômica, bem como a confiança de agentes econômicos, empresários e consumidores.

    O movimento ainda não se refletiu na taxa de desemprego do trimestre encerrado em maio, que caiu a 12,7 por cento diante do desalento dos trabalhadores, que desistiram de procurar uma vaga em meio à atividade econômica fraca, segundo o IBGE.

    (Por Stéfani Inouye)

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