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    Novo presidente da Apex assume e demite diretores ligados a Ernesto Araújo

    Por Lisandra Paraguassu e Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O novo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), o contra-almirante da Marinha Sergio Ricardo Segovia Barbosa, assumiu o cargo nesta segunda-feira e demitiu a diretora de Negócios, Letícia Catelani, apontada como pivô de boa parte das crises pelas quais passou a agência nesses pouco mais de quatro meses de governo.

    Também foi oficializada a saída de Márcio Coimbra, diretor de gestão corporativa, que já havia pedido demissão na semana passada.

    'A chegada do novo presidente implicará em algumas mudanças na agência, já iniciadas hoje, com a decisão de Segovia de destituir de suas funções os senhores Marcio Coimbra, diretor de Gestão Corporativa, e Letícia Catelani, diretora de Negócios. Em breve serão informados os nomes dos novos ocupantes dos referidos cargos, cuja indicação estará sob responsabilidade do Conselho Deliberativo Administrativo', diz nota assinada pela assessoria de imprensa da Apex.

    Barbosa é o terceiro presidente a assumir a agência, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, quase um mês depois da demissão do embaixador Mario Vilalva.

    Sua nomeação e a demissão dos dois diretores, ligados diretamente ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, tira a Apex da influência do chanceler e dá poder aos militares, mesmo que a agência continue vinculada ao Itamaraty.

    Apontado pelo Planalto como presidente da Agência, o segundo presidente, Vilalva já havia sido uma vitória dos militares. No entanto, perdeu poder para os dois diretores ligados a Araújo e terminou por perder o cargo depois de abrir guerra contra Catelani.

    A agora ex-diretora, amiga do chanceler, filiada ao PSL e da chamada ala olavista do governo --formada por admiradores do escritor Olavo de Carvalho-- chegou a colocar uma porta no andar em que ficavam os diretores que impedia o acesso do presidente da Agência.

    Ao deixar o cargo, Vilalva acusou Ernesto Araújo de 'deslealdade' depois de ter os poderes da presidência esvaziados, com a transferência de algumas atribuições para as diretorias. O embaixador descobriu as mudanças pelo Diário Oficial.

    O primeiro presidente da agência, Alecxandro Carreiro, ficou pouco mais de uma semana no cargo, apesar de ter sido apontado diretamente por Bolsonaro por indicação de seu filho, Eduardo. Ao chegar, demitiu 17 funcionários --entre eles os mais antigos da agência--, planejou outras 19 demissões, nomeou 11 pessoas ligadas diretamente e pretendia contratar outros 12. Mais uma vez, bateu de frente com os diretores e foi demitido porque, entre outros problemas, não falava inglês.

    Na nota em que aponta as mudanças, a Apex destaca que Barbosa, 55 anos, tem pós-graduação em Política e Estratégia pela Escola Superior de Guerra, é fluente em inglês e espanhol e tem experiência nas áreas militar, gerencial e governamental.

    A menção à fluência não é à toa. Antes mesmo do contra-almirante assumir o cargo, boatos vindos da agência começaram a surgir, um deles de que não seria fluente em inglês, uma das exigências legais para o posto.

    A Apex tem um orçamento de 500 milhões de reais este ano, em recursos vindos diretamente do Sistema S, para promoção das exportações brasileiras no exterior. Os recursos são separados do Orçamento da União e, com função específica, não estão sujeitos a cortes ou contingenciamentos.

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    Depois de demitir presidente da Apex, Araújo ainda não tem nome para substituí-lo

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de demitir o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), embaixador Mario Vilalva, na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou nesta quinta-feira que ainda não tem um nome para substituí-lo, mas que uma decisão deve ser tomada nos próximos dias.

    'Estamos conversando com o presidente, temos alguns nomes. Em breve vamos ter uma indicação', disse Araújo ao final da cerimônia de comemoração dos 100 dias de governo, no Palácio do Planalto.

    Araújo, no entanto, afirmou que não planeja no momento afastar os diretores da Agência, Marcio Coimbra e Letícia Catelani, apontados por Vilalva como pivôs da crise na agência.

    Os desentendimentos entre Coimbra e Catelani, indicados diretamente por Araújo, chegaram a um ponto que os diretores colocaram uma porta barrando o acesso de pessoas não autorizadas ao seu andar na Apex, o que impedia até mesmo o presidente de entrar no local.

    Vilalva foi o segundo presidente da Agência demitido em três meses de governo. O primeiro, Alecxandro Carreiro, foi afastado com apenas 10 dias no cargo depois que se descobriu que não falava inglês, um requisito básico para o cargo. Foi a primeira crise do governo.

    Indicado pelos filhos de Bolsonaro, Carreiro se recusou a deixar o cargo depois de ter sido demitido por Araújo e obrigou Bolsonaro a confirmar seu afastamento,

    O chanceler não garantiu que o próximo presidente da Apex seja um diplomata. A agência é ligada ao Itamaraty, mas quase foi transferida para o Ministério da Economia, como gostaria o ministro Paulo Guedes. Não necessariamente, no entanto, o presidente precisa ser um diplomata.

    Segundo Araújo, nomes estão sendo analisados tanto do Itamaraty quanto fora dele.

    EMBAIXADAS

    O ministro também afirmou que não há um nome ainda definido para a embaixada dos Estados Unidos, apesar de o embaixador Sérgio Amaral --nomeado por seu antecessor, Aloysio Nunes-- ter tido sua remoção publicada na quarta-feira no Diário Oficial.

    O próprio presidente Jair Bolsonaro já havia anunciado a saída de Amaral, pouco antes de sua viagem a Washington. O presidente reclamou que o embaixador não teria defendido sua imagem no exterior como deveria.

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    Demissão de presidente da Apex por chanceler abre crise no governo

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - A demissão repentina do presidente da Apex, Alex Carreiro, transformou-se em mais uma crise do governo de Jair Bolsonaro, com a recusa de deixar o cargo e um mal-estar entre o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o Palácio do Planalto.

    Após Carreiro trabalhar normalmente na Agência Brasileira de Promoção de Exportações nesta quinta-feira, o Planalto confirmou à noite o nome de seu substituto.

    'O Planalto confirma o embaixador Mário Vilalva como novo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex)', respondeu a assessoria do Planalto a um questionamento da Reuters sobre a demissão de Carreiro.

    Os relatos feitos à Reuters por pessoas que acompanharam a crise apontavam para um impasse criado pela decisão de Carreiro de recusar a demissão. O presidente da Apex teve sua demissão anunciada pelo chanceler Araújo no Twitter, ainda com a indicação do embaixador Vilalva para substituí-lo.

    Carreiro chegou a ir ao Planalto na manhã desta quinta-feira tentar um encontro com o presidente, mas não foi recebido. O presidente da Apex pretendia apelar a Bolsonaro por sua permanência no cargo.

    Quem foi recebido por Bolsonaro, segundo tuíte do próprio presidente já à noite, foi Vilalva.

    'Recebi hoje o embaixador Mário Vilalva, indicado pelo chanceler Ernesto Araújo para o cargo de Presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Boa noite a todos', disse Bolsonaro.

    DIA NORMAL

    Segundo relatos ouvidos pela Reuters, Carreiro foi trabalhar normalmente e teria dito a pessoas que estiveram com ele que só poderia ser demitido por Bolsonaro. Na verdade, fontes ouvidas pela Reuters afirmam que o chanceler, como presidente do Conselho da Apex, poderia sim demitir Carrreiro, apesar de a demissão ter que ser assinada pelo presidente.

    No Planalto, o desconforto seria causado pelo fato de Araújo não ter avisado previamente Bolsonaro de que iria demitir Carreiro. O presidente da Apex, que foi assessor do PSL na Câmara, teria sido uma indicação dos filhos de Bolsonaro.

    Já no Itamaraty, a reação de Carreiro causou apreensão no gabinete. De acordo com uma das fontes ouvidas, havia o temor de que o próprio Araújo perdesse o cargo no embate com o então presidente da Apex por estar sendo responsabilizado por mais um bate-cabeça no governo.

    A assessoria da Apex chegou a informar que 'o presidente Alex Carreiro, nomeado para o cargo pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, cumpriu expediente normal na agência nesta quinta-feira, tendo efetuado despachos internos e recebido para audiências autoridades de Estado'.

    Araújo creditou, em sua conta no Twitter, o afastamento de Carreiro a um pedido do próprio. Fontes confirmam, no entanto, que Carreiro não aceitou pedir demissão, e Araújo o comunicou que teria de sair mesmo assim, forçando o anúncio pelas redes sociais.

    O estopim da crise teria sido a decisão de Carreiro de demitir 17 pessoas em sua chegada e estar planejando o afastamento de mais 19, inclusive funcionários com mais de 10 anos de casa. As reclamações chegaram aos gabinetes do Palácio do Planalto e Araújo teria sido cobrado pela crise na Apex.

    De acordo com uma fonte, a empresária Letícia Castellari, indicada para a diretoria de Negócios da agência, teve uma briga pública com Carreiro ao assumir o cargo e descobrir que boa parte dos servidores da sua diretoria tinha sido demitida.

    Afastada do PSL durante a campanha por ter se indisposto com dirigentes do partido, Castellari se aproximou de Araújo durante a transição e se tornou um dos braços direitos do chanceler.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Governo troca comando da Apex em apenas uma semana para contornar crise

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou na quarta-feira a saída do presidente da Agência de Promoção de Exportações (Apex), Alex Carreiro, apenas um semana depois de sua nomeação, e a troca pelo experiente embaixador Mário Vilalva, para tentar resolver um terremoto provocado na agência.

    Sem qualquer experiência em comércio exterior e promoção comercial, e sem ter ocupado qualquer cargo relevante na administração federal, --e, segundo comentários internos, sem saber falar inglês direito-- Carreiro, que foi assessor do PSL no Congresso, chegou ao cargo por sua amizade com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

    “O sr. Alex Carreiro pediu-me o encerramento de suas funções como presidente da Apex. Agradeço sua importante contribuição na transição e no início do governo. Levei ao presidente Bolsonaro o nome do embaixador Mário Vilalva, com ampla experiência em promoção de exportações, para presidente da Apex”, escreveu Araújo em sua conta no Twitter.

    Em seu primeiro dia no cargo, uma das medidas iniciais de Carreiro foi a demissão de 17 servidores, alguns com mais de 10 anos de casa, contaram à Reuters fontes que acompanharam de perto a crise na Apex. Carreiro ainda havia prometido para a próxima semana a demissão de mais 19 pessoas, o que levaria a mais de 10 por cento do efetivo da agência.

    A alegação, disse uma das fontes, era a “despetização” da agência. No entanto, apenas uma das pessoas demitidas até agora teria relação real com o PT -- era irmão de um ex-assessor da ex-presidente Dilma Rousseff.

    “Foi um massacre, nunca vi coisa assim. Era um desmonte completo”, disse uma das fontes.

    A desestruturação da agência e as reclamações contra Carreiro --não apenas por parte de servidores, mas também de empresários e diplomatas-- teriam chegado aos gabinetes do Palácio do Planalto e levaram à revisão da indicação do presidente da Apex, na primeira demissão de um nomeado pelo governo Bolsonaro.

    Não foi possível fazer contato com Carreiro para pedir comentários sobre a demissão.

    Vilalva, indicado para substituir Carreiro, retoma o caminho tradicional da Apex, e sua indicação foi feita para tentar diminuir os ruídos dentro da agência.

    Atual embaixador em Berlim, o diplomata entrou no Itamaraty em 1976 e já serviu nas embaixadas em Washington, Roma, Lisboa e Santiago, entre outras. Entre 2000 e 2006 foi o diretor-geral do Departamento de Promoção Comercial do Itamaraty.

    Dona de um orçamento independente de 650 milhões de reais oriundo do Sistema S, a Apex tem a função de organizar missões e feiras no exterior para promoção dos produtos brasileiros. A agência é tradicionalmente ligada ao Itamaraty.

    Na reestruturação promovida pelo atual governo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tentou levar a agência para sua alçada, mas perdeu a disputa. A Apex se manteve no Itamaraty, com o apoio dos filhos do presidente Bolsonaro.

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