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    Príncipe saudita encontra líder da Índia no G20 e planeja mais investimentos

    Por Sanjeev Miglani e Hesham Hajali

    NOVA DÉLHI/CAIRO (Reuters) - O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, se encontrou com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e detalhou planos de aumentar os investimentos nos setores tecnológico, agrícola e energético da Índia, disseram uma autoridade indiana e a agência de notícias saudita (SPA) nesta sexta-feira.

    Os dois líderes, que estão na Argentina para a cúpula do G20, se reuniram na residência do príncipe em Buenos Aires e debateram a intenção saudita de fornecer petróleo e derivados à Índia.

    A cúpula do G20 em Buenos Aires é o primeiro grande evento internacional ao qual o príncipe saudita comparece desde o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istambul em outubro, que provocou indignação internacional.

    O príncipe disse a Modi que em breve finalizará um investimento inicial no Fundo Nacional de Investimento e Infraestrutura indiano para ajudar a acelerar a construção de portos, rodovias e outros projetos, disse um diplomata indiano de alto escalão.

    'O príncipe herdeiro também se referiu a projetos futuros de investimento em setores como tecnologia, energia e agricultura', disse o secretário das Relações Exteriores da Índia, Vijay Gokhale, que acompanhou Modi ao G20, em uma transcrição da reunião.

    Também foram debatidas maneiras de a Arábia Saudita substituir suas importações agrícolas de outros países por produtos agrícolas indianos, disse a SPA.

    Desde que tomou posse em 2014, à frente de um governo hindu-nacionalista, Modi tem procurado aumentar os laços com a Arábia Saudita e outras nações islâmicas para tirar uma vantagem do arqui-inimigo Paquistão e transformar a economia de seu país, que cresce rapidamente, em um investimento atraente.

    O encontro com o príncipe herdeiro saudita foi o primeiro de uma série de reuniões bilaterais de Modi nos bastidores do G20, e será seguido por conversas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping.

    'Esperamos que nos próximos dois a três anos ocorra uma escalada significativa de investimentos sauditas na Índia', disse Gokhale. Os dois líderes também conversaram sobre a cooperação na fabricação de armas e os esforços de Riad para desenvolver uma indústria nacional de armas, segundo a SPA

    Modi enfatizou a importância de preços de energia estáveis, e os dois debateram maneiras de a Arábia Saudita, uma grande exportadora de petróleo cru, ajudar a estabilizar os preços, particularmente para a Índia, disse Gokhale.

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    HRW pede à Argentina que investigue príncipe saudita por Iêmen e caso Khashoggi

    Por Cassandra Garrison e Jorge Otaola

    BUENOS AIRES (Reuters) - A Human Rights Watch pediu à Argentina que recorra a uma cláusula de crimes de guerra de sua Constituição para investigar o papel do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, em possíveis crimes contra a humanidade no Iêmen e o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.

    A Constituição argentina reconhece a jurisdição universal para crimes de guerra e tortura, o que significa que as autoridades judiciais podem investigar e processar estes crimes não importa onde tenham sido cometidos.

    A Human Rights Watch disse que o pedido foi enviado ao juiz federal Ariel Lijo. Nem o escritório de Lijo nem a procuradoria-geral da Argentina responderam a pedidos de comentário.

    A diretora da HRW para o Oriente Médio e o norte da África, Sarah Leah Whitson, disse que o grupo internacional de direitos humanos levou o caso à Argentina porque o príncipe Mohammed, também conhecido como MbS, participará da abertura da cúpula do G20 nesta semana em Buenos Aires.

    'Submetemos esta informação a procuradores argentinos com a esperança de que investigarão a cumplicidade e a responsabilidade de MbS em possíveis crimes de guerra no Iêmen, além da tortura de civis, inclusive Jamal Khashoggi', disse Sarah à Reuters.

    A mídia argentina citou fontes judiciais segundo as quais é extremamente improvável que as autoridades assumam um caso contra o príncipe herdeiro, o governante de fato da Arábia Saudita.

    O assassinato de Khashoggi, colunista do jornal Washington Post e crítico do príncipe herdeiro, no consulado saudita em Istambul seis semanas atrás provocou tensão nos laços de Riad com o Ocidente e abalou a imagem do príncipe no exterior.

    Nações ocidentais também estão pedindo o fim da campanha militar liderada pelos sauditas no vizinho Iêmen, que foi iniciada por MbS, à medida que a crise humanitária do país está se agravando.

    Casos baseados na jurisdição universal já tiveram sucesso antes. Em 1998, o juiz espanhol Baltasar Garzón conseguiu ordenar a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet em Londres.

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    CIA tem áudio de príncipe saudita exigindo que Khashoggi fosse 'silenciado', diz jornal turco

    ISTAMBUL (Reuters) - Um jornal da Turquia disse nesta quinta-feira que a diretora da CIA, Gina Haspel, sinalizou no mês passado a autoridades turcas que a agência tem uma gravação de um telefonema no qual o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, deu instruções para 'silenciar' o jornalista saudita Jamal Khashoggi.

    Indagada sobre a reportagem, uma autoridade turca disse à Reuters que não tem informações sobre tal gravação. Riad disse que o príncipe herdeiro não teve conhecimento prévio do assassinato de Khashoggi no consulado saudita em Istambul seis semanas atrás.

    'Há rumores sobre uma outra gravação', escreveu Abdulkadir Selvi, jornalista do diário Hurriyet, em uma coluna, dizendo que a suposta ligação foi entre o príncipe Mohammed bin Salman e seu irmão, o embaixador saudita em Washington.

    'Está sendo dito que a chefe da CIA, Gina Haspel, indicou durante sua visita à Turquia', escreveu, acrescentando que os dois conversaram sobre Khashoggi, um crítico do governante saudita.

    'Está sendo dito que o príncipe herdeiro deu ordens para 'silenciar Jamal Khashoggi o mais cedo possível'' em um telefonema que foi monitorado pela Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA), disse ele.

    Khashoggi foi assassinado no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro durante uma operação que o presidente turco, Tayyip Erdogan, disse ter sido ordenada pelo nível mais alto da liderança saudita.

    Depois de oferecer várias explicações contraditórias, na semana passada Riad disse que Khashoggi foi morto e que seu corpo foi esquartejado quando negociações para persuadi-lo a voltar à Arábia Saudita fracassaram.

    (Por Dominic Evans)

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    Arábia Saudita diz que assassinato de Khashoggi foi premeditado

    DUBAI (Reuters) - A Procuradoria-Geral da Arábia Saudita disse nesta quinta-feira que o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi foi premeditado, citando uma investigação conjunta entre os sauditas e a Turquia, de acordo com a mídia estatal.

    Autoridades sauditas haviam dito anteriormente que uma investigação interna sugeriu que Khashoggi morreu quando uma operação para 'negociar' seu retorno ao reino deu errado.

    Inicialmente a Arábia Saudita negou ter qualquer relação com o caso do jornalista, que desapareceu após entrar no consulado saudita em Istambul no dia 2 de outubro.

    A Turquia e aliados da Arábia Saudita no Ocidente têm expressado grande ceticismo com as explicações do reino para o assassinato. Ancara rejeitou os esforços sauditas de culpar uma operação não autorizada pela morte e pediu que Riad busque 'de cima a baixo' pelos responsáveis.

    'Informações do lado turco afirmam que os suspeitos do caso Khashoggi premeditaram o crime', disse a Procuradoria-Geral em comunicado.

    Procuradores da Arábia Saudita estão interrogando suspeitos com base nas informações fornecidas por uma força-tarefa saudita-turca, informou o comunicado divulgado pela agência de notícias estatal do reino.

    O presidente turco, Tayyip Erdogan, conversou com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, e os dois discutiram passos necessários para lançar luz sobre todos os aspectos do assassinato, disseram veículos de comunicação sauditas e turcos na quarta-feira.

    (Reportagem de Asma Alsharif e Tuqa Khalid)

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    Trump diz que príncipe saudita pode estar por trás da morte de Khashoggi

    Por Ali Kucukgocmen e Ezgi Erkoyun

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seus comentários mais duros contra a Arábia Saudita até o momento, disse que o príncipe herdeiro do reino tem a responsabilidade final pela operação que levou ao assassinato de Jamal Khashoggi, colocando pressão sobre o país aliado em meio a uma repreensão global pela morte do jornalista.

    O jornal Wall Street Journal publicou a declaração de Trump horas antes do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, comparecer a uma conferência de negócios, onde deve comentar a morte de Khashoggi.

    Autoridades sauditas não responderam de imediato a pedido por comentário sobre a fala de Trump.

    Trump disse ao Wall Street Journal querer acreditar no príncipe quando ele disse que autoridades de nível inferior foram responsáveis pela morte do jornalista, assassinado dentro do consulado saudita em Istambul.

    Mas sugeriu que a responsabilidade pode chegar a níveis mais altos: 'Bom, o príncipe está administrando as coisas por lá, mais ainda nesse estágio. Ele está administrando as coisas, então, se fosse qualquer pessoa, seria ele'.

    Riad tem culpado uma 'operação não autorizada' pela morte do proeminente jornalista saudita, um crítico do príncipe herdeiro, afirmando que Salman não tinha conhecimento do assassinato.

    A morte de Khashoggi, morador dos Estados Unidos e colunista do jornal Washington Post, tem provocado revolta global e colocado em risco as relações entre Riad e Washington, assim como o relacionamento da Arábia Saudita com outras nações do Ocidente.

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    Turquia diz que assassinato de Khashoggi foi planejado e que verdade virá à tona

    Por David Dolan e Stephen Kalin

    ISTAMBUL (Reuters) - O partido governista da Turquia disse nesta segunda-feira que Jamal Khashoggi foi vítima de um assassinato 'monstruosamente planejado', rejeitando a alegação de Riad de que ele teria morrido em uma briga, à medida que aumenta a descrença do Ocidente nas múltiplas explicações da Arábia Saudita para o desaparecimento do jornalista.

    Khashoggi, colunista do jornal Washington Post e crítico do poderoso príncipe herdeiro saudita, desapareceu três semanas atrás depois de entrar no consulado saudita em Istambul para obter documentos para se casar.

    A reação de Riad desde então, inicialmente negando conhecimento do fato para depois dizer que ele morreu durante uma briga no consulado, deixou vários governos ocidentais incrédulos e tensionou as relações do Ocidente com o maior exportador de petróleo do mundo.

    O porta-voz do partido governista turco AK, Omer Celik, disse que esforços foram feitos para ocultar o assassinato, em referência a imagens de câmeras de segurança transmitidas pela CNN que mostram um homem vestido como Khashoggi andando por Istambul, depois que o jornalista desapareceu.

    'Estamos enfrentando uma situação que foi monstruosamente planejada e que, depois, tentaram ocultar. É um assassinato complicado', disse a repórteres.

    'Estamos sendo cuidadosos para que ninguém tente ocultar a questão. A verdade virá à tona. Os responsáveis serão punidos, algo como isso nunca mais passará pela cabeça de ninguém'.

    Khashoggi desapareceu no dia 2 de outubro, depois de entrar no consulado da Arábia Saudita em Istambul. Após semanas negando ter conhecimento sobre o que aconteceu com ele, autoridades sauditas disseram que o proeminente jornalista foi morto em uma briga.

    No domingo, o ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, Adel al-Jubeir, disse que Khashoggi morreu em uma 'operação clandestina', mas alguns de seus comentários pareceram contradizer declarações anteriores de Riad, representando mais uma mudança na história oficial.

    Vários países, incluindo Alemanha, Reino Unido, França e Turquia, têm pressionado a Arábia Saudita para que apresente fatos, e a chanceler Angela Merkel disse que Berlim não exportará armas ao reino enquanto persistir qualquer incerteza a respeito do destino de Khashoggi.

    'É impossível não se perguntar como pode ter havido uma 'troca de socos' entre 15 combatentes jovens especializados... e Khashoggi, de 60 anos, sozinho e impotente', escreveu Yasin Aktay, conselheiro do presidente turco, Tayyip Erdogan, e amigo de Khashoggi, no jornal pró-governo Yeni Safak.

    'O argumento da 'troca de socos' para a morte de Khashoggi é um cenário montado às pressas agora que ficou claro que os detalhes do incidente virão à tona em breve', escreveu Aktay. 'Quanto mais se pensa nisso, mais parece que se está zombando da nossa inteligência.'

    Erdogan disse que divulgará informações sobre a investigação de seu país em um discurso na terça-feira.

    Autoridades da Turquia suspeitam que Khashoggi foi assassinado dentro do consulado e que seu corpo foi retalhado. Fontes turcas dizem que as autoridades têm uma gravação de áudio que supostamente documenta o assassinato do jornalista de 59 anos.

    Para os aliados da Arábia Saudita, a questão será se acreditam que o príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman, que se apresenta como um reformista, tem alguma culpa. O rei Salman, de 82 anos, deixou a seu cargo a administração cotidiana do reino.

    Em alguns pontos críticos, a explicação de Jubeir parece divergir de comunicados oficiais anteriores.

    O ministro de Relações Exteriores saudita disse que autoridades do reino não sabiam como Khashoggi tinha morrido. Isso contradiz a informação emitida pelo procurador-geral um dia antes de que Khashoggi morreu após uma briga com pessoas que o encontraram dentro do consulado. A fala também contradiz comentários feitos por duas autoridades sauditas à Reuters de que o jornalista morreu após estrangulamento.

    Um membro da equipe se vestiu com as roupas de Khashoggi para parecer que o jornalista tinha deixado o consulado, disse uma autoridade saudita. Esse relato parece ter sido corroborado por imagens de câmera de segurança transmitidas pela CNN que mostram um homem vestido como Khashoggi andando por Istambul.

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    Arábia Saudita diz que assassinato de Khashoggi foi 'erro grave' e isenta príncipe

    Por Doina Chiacu e Kylie MacLellan

    WASHINGTON/LONDRES (Reuters) - A Arábia Saudita afirmou no domingo que o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no consulado do país em Istambul foi um 'erro enorme e grave', mas procurou blindar o poderoso príncipe herdeiro da crise, dizendo que Mohammed bin Salman não estava ciente do caso.

    Os comentários do ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, foram alguns dos mais diretos a partirem de Riad, que deu relatos múltiplos e conflitantes sobre o assassinato de Khashoggi em 2 de outubro, primeiro negando sua morte e mais tarde a admitindo em meio a uma crise internacional.

    'Essa foi uma operação que foi uma operação clandestina. Essa foi uma operação na qual indivíduos acabaram excedendo a autoridade e as responsabilidades que tinham', disse Jubeir à rede norte-americana Fox.

    'Eles cometeram um erro quando mataram Jamal Khashoggi no consulado e tentaram acobertar', afirmou.

    As semanas de negação e a falta de provas palpáveis diante das alegações de autoridades da Turquia, segundo as quais Khashoggi foi assassinado, abalaram a confiança global nos laços com o maior exportador de petróleo do mundo.

    O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Stephen Mnuchin, disse que a admissão saudita de que o colunista do Washington Post foi morto durante uma briga foi um 'bom primeiro passo, mas não o suficiente', mesmo assim acrescentando que é prematuro debater sanções contra Riad.

    Três potências europeias --Alemanha, Reino Unido e França-- pressionaram a Arábia Saudita para que apresente fatos, e a chanceler alemã, Angela Merkel, disse que a Alemanha não exportará armas ao reino enquanto persistir qualquer incerteza a respeito do destino de Khashoggi.

    Na noite de domingo a Agência de Imprensa saudita disse que tanto o rei Salman quanto o príncipe Mohammed ligaram para o filho de Khashoggi, Salah, para dar seus pêsames.

    Jubeir transmitiu as condolências para toda a família de Khashoggi na manhã de domingo. 'Infelizmente um erro enorme e grave foi cometido, e garanto a vocês que os responsáveis responderão por ele', disse ele à Fox.

    Jubeir disse que seu país não sabia que Khashoggi, um cidadão saudita radicado nos EUA, havia sido assassinado nem sabe onde seu corpo está, e também que o príncipe Mohammed não é o responsável.

    Khashoggi, de 59 anos, desapareceu depois de entrar no consulado para obter documentos para se casar. Depois de uma quinzena negando qualquer envolvimento em seu desaparecimento, no sábado Riad disse que Khashoggi, um crítico do príncipe da coroa, morreu durante uma briga no edifício. Uma hora mais tarde outra autoridade saudita atribuiu sua morte a uma chave de braço.

    (Reportagem adicional de Thomas Escritt, em Berlim; Kylie MacLellan, em Londres; Laurence Frost, em Paris; Taiga Uranaka, em Tóquio; Praveen Menon, em Wellington; Omer Berberoglu e Yesim Dikmen, em Istambul)

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    Arábia Saudita confirma morte de jornalista Khashoggi em consulado e demite duas autoridades

    Por Aziz El Yaakoubi

    DUBAI (Reuters) - A Arábia Saudita anunciou que o jornalista saudita Jamal Khashoggi está morto e disse ter demitido duas autoridades devido ao incidente que provocou uma comoção internacional e afetou as relações entre Riad e o Ocidente.

    Uma nota do procurador público saudita informou que aconteceu uma briga entre Khashoggi e pessoas que ele encontrou no consulado saudita na Turquia, o que ocasionou a sua morte.

    'As investigações ainda estão sendo conduzidas e 18 cidadãos sauditas foram presos', diz a nota na imprensa estatal, acrescentando que o assessor da corte real Saud al-Qahtani e o vice-diretor de Inteligência Ahmeds Asiri foram demitidos de seus cargos.

    Khashoggi, crítico ao príncipe saudita Mohammed bin Salman, desapareceu após adentrar o consulado no dia 2 de outubro para obter documentos para seu casamento.

    Os comentários de sábado (horário local) marcaram a primeira vez, desde o desaparecimento de Khashoggi, que os sauditas admitiram sua morte.

    A Casa Branca afirmou nesta sexta-feira em comunicado que viu o anúncio da investigação da Arábia Saudita sobre a morte de Khashoggi e continuará pressionando por 'justiça que seja oportuna, transparente e de acordo com todo o processo'.

    Autoridades turcas já tinham dito que acreditavam que o jornalista havia sido morto no prédio. A Arábia Saudita negava as acusações anteriormente e dizia que Khashoggi havia deixado o local pouco depois de ter chegado.

    O rei Salman também ordenou a formação de um comitê ministerial, chefiado pelo príncipe da coroa, para reestruturar a agência de Inteligência geral, segundo informou a imprensa estatal.

    O desaparecimento de Khashoggi, que era residente nos Estados Unidos e colunista do jornal Washington Post, desgastou as relações entre a Arábia Saudita e seus aliados ocidentais. Aliados árabes se manifestaram em apoio a Riad, mas a pressão ocidental intensificada levou a Arábia Saudita a providenciar respostas convincentes.

    Antes dos anúncios dos sauditas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que poderia considerar sanções contra a Arábia Saudita após o desaparecimento de Khashoggi, ao mesmo tempo em que enfatizou a importância das relações entre EUA e Arábia Saudita.

    Em Istambul, procuradores turcos que investigam o desaparecimento de Khashoggi interrogaram funcionários do consulado saudita na sexta-feira.

    A polícia turca fez buscas em uma floresta nas imediações de Istambul e numa cidade próxima pelos restos mortais de Khashoggi, segundo disseram dois oficiais turcos à Reuters, rastreando as rotas dos carros que deixaram o consulado e residência consular no dia em que o jornalista desapareceu.

    Investigadores coletaram amostras em ambos os prédios para analisá-las em busca de traços do DNA de Khashoggi.

    Ao falar a jornalistas em Scottsdale, no Arizona, Trump disse que era muito cedo para dizer quais seriam as consequências do incidente, mas que o Congresso dos Estados Unidos estaria envolvido na determinação de uma resposta dos americanos.

    Perguntado sobre se sanções aos sauditas estariam entre as possíveis medidas consideradas, Trump disse 'Pode ser, pode ser', embora ele não tenha providenciado detalhes.

    'Vamos encontrar quem sabia do quê quando e onde. E vamos descobrir o que fazer', acrescentou Trump.

    O Congresso dos Estados Unidos é controlado pelos colegas republicanos de Trump, sendo que alguns deles pediram por ações firmes contra a Arábia Saudita.

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    Turquia faz nova busca em consulado saudita, e ministros europeus cancelam visita a Riad

    ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia fez uma segunda busca no consulado da Arábia Saudita em Istambul, na madrugada desta quinta-feira, como parte de um inquérito sobre o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi, e os ministros das Finanças da França e da Holanda cancelaram participação em uma cúpula de investimentos em Riad em meio a críticas globais ao reino.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar esperando um relatório completo sobre o que aconteceu com Khashoggi de seu secretário de Estado, Mike Pompeo, que se encontrou com líderes sauditas e turcos, e disse que não quer abandonar a aliada Arábia Saudita.

    Autoridades turcas disseram acreditar que Khashoggi --que mora nos EUA e é colunista do Washington Post e crítico do príncipe herdeiro da coroa saudita, Mohammed bin Salman-- foi assassinado no consulado saudita de Istambul em 2 de outubro e que seu corpo foi removido.

    A Arábia Saudita negou envolvimento no desaparecimento de Khashoggi. Trump especulou, sem oferecer indícios, que 'assassinos particulares' podem ser responsáveis.

    A maneira como aliados ocidentais lidarão com a Arábia Saudita dependerá do grau de responsabilidade que atribuem ao príncipe Mohammed e às autoridades sauditas pelo caso.

    Trump, que estabeleceu laços mais estreitos com a Arábia Saudita e o príncipe de 33 anos na tentativa de conter a influência do Irã na região, não pareceu disposto a se distanciar muito de Riad. Ele citou as dezenas de bilhões de dólares de acordos de armas em potencial.

    Outras nações ocidentais expressaram preocupação com o desaparecimento do jornalista, mas também enfrentam uma situação delicada devido a seus negócios com o maior exportador de petróleo do mundo.

    O ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, disse nesta quinta-feira que cancelou sua ida à conferência de investimento em Riad na próxima semana, afirmando à televisão que 'as condições não são adequadas'.

    Seu homólogo holandês, Wopka Hoekstra, também descartou comparecer, disse a agência de notícias ANP, e o governo da Holanda cancelou uma missão comercial que iria à Arábia Saudita no mês que vem.

    O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que seus planos de participação na conferência em Riad serão reavaliados nesta quinta-feira, depois que autoridades norte-americanas tiverem uma chance de consultar Pompeo. Os planos de comparecimento do secretário de Comércio britânico, Liam Fox, não foram confirmados, disse um porta-voz.

    (Por Umit Ozdal, Yesim Dikmen e Tuvan Gumrukcu)

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    Pompeo debate caso Khashoggi com rei saudita; Turquia investiga 'materiais tóxicos'

    Por Leah Millis e Osman Orsal

    RIAD/ISTAMBUL (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, se encontrou com o rei Salman, da Arábia Saudita, nesta terça-feira, para debater o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi, enquanto a polícia da Turquia se preparava para fazer uma busca na residência do cônsul saudita em Istambul como parte de um inquérito cada vez mais abrangente.

    Khashoggi, que mora nos Estados Unidos e é um crítico destacado do príncipe herdeiro da coroa saudita, Mohammed bin Salman, desapareceu depois de entrar no consulado em 2 de outubro. Autoridades turcas disseram acreditar que ele foi assassinado dentro do edifício e que seu corpo foi removido, o que os sauditas negam enfaticamente.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, que enviou Pompeo a Riad em um momento de tensão nas relações com o aliado essencial, especulou que 'assassinos particulares' podem ser responsáveis pelo desaparecimento, depois de conversar com o rei Salman.

    Após conversar com o monarca, Pompeo se encontrou com o ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, e jantará com o príncipe Bin Salman. Ele ainda pode ir à Turquia.

    De madrugada investigadores criminais turcos entraram pela primeira vez no consulado saudita de Istambul, o último lugar em que Khashoggi foi visto antes de desaparecer, e inspecionaram as dependências durante mais de nove horas, disseram testemunhas da Reuters.

    Uma fonte da chancelaria turca disse que a polícia fará mais uma busca no consulado nesta terça-feira, e também na residência do cônsul, o que a televisão turca já havia dito poder ter ligação com o desaparecimento de Khashoggi.

    O presidente turco, Tayyip Erdogan, falando a repórteres no Parlamento, levantou a possibilidade de partes do consulado terem sido pintadas. 'A investigação está analisando muitas coisas, como materiais tóxicos e materiais sendo removidos sendo pintados por cima', disse.

    O caso provocou revolta internacional contra o maior exportador de petróleo do mundo, e a mídia e executivos anunciaram que vão boicotar uma conferência de investimento na semana que vem realizada no país.

    O diretor-executivo do HSBC, John Flint, desistiu do evento nesta terça-feira, assim como os CEOs da Standard Chartered e do Credit Suisse.

    Durante a busca inicial no consulado, a rede CNN noticiou na segunda-feira que a Arábia Saudita estava se preparando para admitir a morte de Khashoggi durante um interrogatório mal-sucedido depois de passar uma quinzena negando qualquer papel em seu desaparecimento.

    O New York Times, citando uma pessoa a par dos planos sauditas, noticiou que o príncipe herdeiro aprovou um interrogatório ou sequestro de Khashoggi, e que o governo do reino, que não foi possível contactar de imediato para obter comentários, blindará o príncipe culpando uma autoridade de inteligência pela operação fracassada.

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