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    Bolsonaro diz que é preciso parar de falar que menos pessoas armadas significa menos violência

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira que é preciso abandonar o politicamente correto e achar que com menos pessoas armadas, a violência vai diminuir.

    Em entrevista à TV Record, Bolsonaro disse que a violência não vai diminuir nessas circunstâncias. Segundo ele, quando aumenta o número de autos de resistência da Polícia Militar, diminui a violência na região que isso está ocorrendo.

    O presidente eleito fez questão de reafirmar o compromisso pela flexibilização do porte de armas de fogo. Ele usou como exemplo a hipótese de caminhoneiros poderem portar armas de fogo, e afirmou que esta medida reduziria a criminalidade.

    'O porte de arma de fogo tem que ser flexibilizado também. Por que um caminhoneiro não pode ter posse de arma de fogo? Se coloque na situação de um caminheiro que dormiu no posto e acorda no dia seguinte e não tem nenhum estepe. Você casar isso com o excludente de ilicitude em defesa da vida própria e terceiro, patrimônio próprio e terceiro, pode ter certeza que a bandidagem vai diminuir, porque o caminhoneiro armado, ao reagir, se alguém estiver furtando ou roubando o seu estepe, ele vai dar um exemplo para a bandidagem', disse Bolsonaro.

    'Devemos abandonar o politicamente correto, achar que todo mundo desarmado o Brasil vai ser melhor, não vai ser melhor.'

    Bolsonaro disse que tentará que as mudanças no Estatuto do Desarmamento sejam aprovadas ainda neste ano pelo Congresso Nacional.

    O presidente eleito também voltou a dizer que buscará tipificar como terrorismo as invasões de propriedades privadas como as realizadas por movimentos sociais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

    Para ele, não é possível o governo dialogar com movimentos sociais que realizam invasões e depredações.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Bancada da Bala acertou com Maia flexibilizar estatuto do desarmamento após eleição, diz Fraga

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Representantes da chamada Bancada da Bala no Congresso Nacional fecharam um acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pautar após a eleição do próximo domingo a flexibilização do estatuto do desarmamento, disse o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), que afirmou que os pontos que podem ser flexibilizados têm a benção do candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas.

    Segundo Fraga, a flexibilização prevê, por exemplo, o fim da obrigatoriedade de uma permissão de um delegado da Polícia Federal para que uma pessoa possa ter porte de arma. Outro ponto a ser flexibilizado é o que trata da posse de arma em áreas rurais.

    O parlamentar disse ainda que o texto que deve ser pautado deve reduzir de seis para três o número de armas que uma pessoa pode ter.

    “O Rodrigo Maia aceitou e vai pautar depois das eleições com essa flexibilização. Não queremos acabar com o estatuto do desarmamento… hoje a lei prevê a posse de seis armas e vamos reduzir para três. Não há esse ânimo de armar a população brasileira”, garantiu Fraga após se reunir ao lado de outros parlamentares da bancada da segurança púbica com Maia no Rio de Janeiro em um hotel cinco estrelas, na Barra da Tijuca, que fica a poucos metros da casa de Bolsonaro.

    “Tem um ponto hoje que dá problema... A posse depende do delegado e quem decide, e isso temos que tirar esse poder do delegado”, disse Fraga. 'Outros requisitos estão mantidos para ter a posse, como fazer exame psicotécnico, ter curso de tiro e comprovar que não tem antecedentes... se cumprir você tem direito de ter a posse.'

    No caso do porte de arma no campo, a ideia é permitir que um morador rural tenha direito à posse de arma de fogo dentro dos limites de sua propriedade mas, fora dela, seria porte ilegal de arma.

    'O campo não tem 190, não tem atenção da polícia como o urbano tem. O cidadão tem o direito de se defender”, disse o deputado.

    Após a reunião, integrantes da bancada da segurança pública foram à pé até a casa de Bolsonaro para um encontro com o candidato, ao lado do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deverá assumir a Casa Civil em eventual governo Bolsonaro.

    “Ao longo de 28 anos o Bolsonaro trabalhou no Congresso ao lado desse grupo aqui. Uma bancada aguerrida e que tem compromisso com a vida das pessoas', disse Onyx.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Haddad faz aceno a militares e diz que generais não evitarão 'maluquices' de Bolsonaro em eventual governo

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez um aceno aos militares nesta sexta-feira ao afirmar que durante o regime militar houve iniciativas mais positivas do que as defendidas atualmente por seu adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), e alertou que os generais que estão ligados à campanha do capitão reformado do Exército não vão conseguir evitar 'maluquices' em um eventual governo.

    Haddad destacou que os militares da ditadura tinham uma vocação nacionalista, diferentemente de Bolsonaro, que tem uma postura entreguista, por ser favorável à venda de empresas estatais.

    O candidato do PT afirmou ainda que no regime militar havia uma viés liberalizante do ponto de vista comportamental ao passo que Bolsonaro representa uma regressividade. Para o petista, a única semelhança entre os militares do regime e o capitão reformado é truculência presente nos dois casos.

    “A única herança que ele representa do regime militar é a truculência com quem pensa diferente. Nisso ele herdou até a medula a genética do regime militar”, disse o petista em palestra no Rio de Janeiro.

    Haddad afirmou que eleger Bolsonaro é entregar “um cheque em branco” nas mãos de um político inexperiente que passou 28 anos no Congresso sem ter um projeto decente aprovado pelos seus pares na Câmara dos Deputados.

    Ao criticar mais uma vez a ausência de Bolsonaro dos debates eleitorais, o petista disse que não sabe com quem está disputando o segundo turno e classificou novamente o deputado como um dos piores parlamentares da história republicana.

    “Não é justo passar um cheque em branco para quem quer que seja', disse. 'Independentemente do resultado... nós não vamos abdicar de defender o Brasil desse entreguismo, desse projeto antinacional e antissocial, desse projeto covarde que não se apresenta”, atacou Haddad.

    “Ninguém pode fazer de uma tragédia (a facada) um pretexto para ter um cheque em branco', acrescentou. 'A vida de um presidente não vai ser fácil, mas de um despreparado e omisso tenho certeza que vai ser muito mais difícil. Vem para o debate Jair”, desafiou Haddad.

    Mais tarde, falando a jornalistas, o petista fez um outro alerta sobre o despreparo do adversário.

    “Todo mundo acha que o Bolsonaro vai ser tutelado pelos generais, e não vão deixar ele fazer maluquice', disse. 'Só que não é assim que funciona quando você dá uma caneta de presidente a uma pessoa com as características dele.”

    Para o candidato do PT, o risco Bolsonaro é ainda maior devido a fragilidades das instituições brasileiras.

    “Não funciona assim (tutelar um presidente), sobretudo no Brasil, onde as instituições não têm esse poder que pensam que têm', argumentou Haddad.

    'Veja quem deveria estar atuando nas eleições e não está, por medo. Tem jornalista ameaçado, ministro do Supremo ameaçado e tem general aliado ao Bolsonaro que ameaçou ministro de impeachment e prisão. É nessa circunstância que estamos vivendo”, acrescentou.

    Haddad finalizou criticando a elite brasileira, que chegou a sonhar com um Emmanuel Macron nacional, após o impeachment da petista Dilma Rousseff, referindo-se ao presidente francês, e agora está apostando em um candidato do padrão de Bolsonaro.

    “Nesse ambiente as pessoas acham que vão tutelar (o Bolsonaro)? Não vão. É um erro, estão cometendo um erro. A elite brasileira está cometendo um erro”, concluiu o petista.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Massacre em torneio de videogame na Flórida ressuscita debate sobre porte de armas

    Por Scott Malone

    (Reuters) - O assassinato de dois competidores em um torneio de videogame na Flórida no domingo ressuscitou o já antigo e candente debate sobre o porte de armas no Estado norte-americano às vésperas de eleições estaduais e federais primárias altamente disputadas.

    Como os eleitores da Flórida escolherão seus candidatos a governador e ao Congresso na terça-feira, alguns postulantes democratas disseram que o massacre de domingo em Jacksonville foi mais um indício da necessidade de uma legislação de armas mais rígida, enquanto outros cancelaram eventos de campanha.

    O episódio de violência, que também deixou 11 feridos, foi o mais recente de uma série de ataques a tiros de grande repercussão no Estado na esteira do massacre de 17 alunos e educadores em uma escola secundária em fevereiro e do assassinato de 49 pessoas em um clube noturno de Orlando em 2016.

    O escritório do xerife de Jacksonville identificou o suposto atirador como David Katz, de 24 anos, de Baltimore. Testemunhas disseram que ele ficou revoltado por ter perdido a competição.

    'Nós, como sociedade, precisamos nos unir e dizer 'chega disso'', afirmou o senador democrata Bill Nelson aos repórteres em Jacksonville perto do local do ataque, realizado durante o torneio de futebol norte-americano online Madden 19.

    A campanha de reeleição de Nelson enfrenta o governador republicano da Flórida, Rick Scott, em uma das principais corridas que determinarão em novembro o equilíbrio de poder no Senado.

    O direito às armas, garantido pela Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos, é um dos temas mais polarizadores da política norte-americana. O debate divide os dois partidos, já que normalmente os republicanos argumentam que a aplicação mais eficaz das leis de porte já existentes é a melhor maneira de impedir massacres, enquanto os democratas pedem que a posse de armas seja mais restrita.

    Dada a divisão partidária, o ataque pode não mudar os resultados das primárias de terça-feira, nas quais os eleitores escolherão candidatos de seus próprios partidos.

    O comissário estadual de Agricultura, Adam Putnam, um dos republicanos que disputam a vaga de Scott, cancelou um evento de campanha em Jacksonville. Favorita nas pesquisas, a democrata Gwen Graham instou Putnam e seu correligionário rival, o deputado Ron DeSantis, a reagirem com políticas mais vigorosas.

    A mídia local identificou os mortos como Taylor Robertson, de 27 anos, de Woodland Hills, na Califórnia, e Eli Clayton, de 22 anos, de Ballard, na Virgínia Ocidental.

    Robertson, que era pai e marido, venceu o torneio no ano passado e Katz no ano anterior, disse a EA Sports, unidade da Electronic Arts que patrocinou o torneio.

    As autoridades não revelaram como Katz obteve a arma que usou no ataque.

    (Reportagem adicional de Colleen Jenkins em Winston-Salem, Carolina do Norte, Letitia Stein em Tampa, Flórida, Bernie Woodall em Fort Lauderdale, Flórida, Joey Roulette em Jacksonville, Flórida, Rich McKay em Atlanta e Gina Cherelus em Nova York)

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