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    Governo altera decreto e proíbe porte de fuzil fora do campo após críticas

    BRASÍLIA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O governo do presidente Jair Bolsonaro decidiu modificar alguns pontos do decreto de armas após questionamentos na Justiça e da sociedade, e o novo texto passará a conter 'vedação expressa' ao porte de armas como fuzis para defesa pessoal, além de outras mudanças, informou o Palácio do Planalto nesta quarta-feira.

    Outra alteração será a revogação do artigo que determinava que os ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública estabeleceriam as normas de segurança a serem observadas pelos prestadores de serviços de transporte aéreo de passageiros, para controlar o embarque de passageiros armados e fiscalizar o seu cumprimento. Com a revogação, essas atribuições ficam a cargo da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

    Na questão do porte de arma, o novo decreto contém 'vedação expressa' à concessão do porte de arma como fuzis, carabinas e espingardas ao cidadão comum.

    A fabricante de armas Taurus chegou a dizer esta semana em nota à imprensa que, assim que a regulamentação do decreto entrasse em vigor, 'imediatamente' atenderia seus clientes em até 3 dias para a venda do fuzil T4, 'desejo de muitos caçadores, colecionadores e atiradores', segundo a empresa.

    O novo decreto afirma que 'a arma de fogo de porte (autorizada) é aquela que de dimensões e peso reduzidos, que pode ser disparada pelo atirador com apenas uma de suas mãos, a exemplo de pistolas, revólveres e garruchas', segundo comunicado do governo.

    O texto, no entanto, autoriza a posse de armas como fuzis e espingardas a proprietários de imóveis rurais.

    'A autorização para aquisição de arma de fogo portátil (posse de arma) será concedida apenas para domiciliados em imóvel rural, considerado aquele que tem a posse justa do imóvel rural e se dedica à exploração agrícola, pecuária, extrativa vegetal, florestal ou agroindustrial'.

    O governo informou que as mudanças foram feitas por determinação do presidente da República em pontos que foram identificados em trabalho conjunto da Casa Civil, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério da Defesa e Advocacia-Geral da União, a partir dos questionamentos feitos perante o Poder Judiciário, no âmbito do Poder Legislativo e pela sociedade em geral.

    Na terça-feira, governadores de 13 Estados e do Distrito Federal pediram em uma carta conjunta a revogação imediata do decreto e argumentaram que é preciso de outras medidas para reduzir a violência no país.

    (Por Lisandra Paraguassu, em Brasília, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Governo avalia alterações em decreto sobre armas, diz porta-voz

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo do presidente Jair Bolsonaro avalia fazer mudanças no decreto que flexibiliza o porte de armas e o advogado-geral da União, ministro André Luiz Mendonça, pediu à ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliação do prazo para que o governo se manifeste sobre a medida, disse o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, nesta terça-feira.

    O porta-voz disse que, dentre as eventuais modificações sob análise, está uma no ponto do decreto que poderia liberar a venda de fuzis no país.

    A Taurus informou em nota à imprensa que, assim que a regulamentação do decreto entrar em vigor, 'imediatamente' atenderá seus clientes em até 3 dias para a venda do fuzil T4, 'desejo de muitos caçadores, colecionadores e atiradores'.

    Rêgo Barros, contudo, não quis adiantar outros pontos estão sob análise para alteração do decreto.

    O porta-voz disse que o ministro-chefe da AGU participou de uma audiência com Rosa Weber na qual iria pedir a ampliação do prazo para que o governo se manifestasse em ações movidas que questionavam o decreto, editado no dia 7 de maio. Ele afirmou que as sugestões que o governo tem recebido de modificações são 'positivas'.

    Governadores de 13 Estados e do Distrito Federal pediram mais cedo em uma carta conjunta a revogação imediata do decreto e argumentaram que é preciso de outras medidas para reduzir a violência no país.

    Em nota divulgada após o briefing do porta-voz, a AGU confirmou que vai pedir ao STF prorrogação do prazo para manifestação.

    Segundo a nota, o objetivo é possibilitar que as manifestações a serem apresentadas ao Supremo 'já contemplem possíveis revisões' no decreto a partir dos estudos feitos pela AGU, pela subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (SAJ) e pelas consultorias jurídicas do Ministério da Justiça e da Defesa em função dos questionamentos sobre a constitucionalidade do decreto.

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    Eleitores suíços aprovam maior controle de armas e evitam embate com UE

    ZURIQUE/GENEBRA (Reuters) - Os eleitores suíços concordaram neste domingo, por uma margem de quase dois para um, com a adoção de controles mais rígidos para armas, em linha com mudanças nas regras da União Europeia (UE), evitando assim confronto com Bruxelas.

    A medida foi aprovada em referendo sob o sistema suíço de democracia direta por uma margem de 64% a 36%, mostraram resultados finais, mas ainda passíveis de ajustes.

    As restrições --que se aplicam à Suíça porque o país faz parte de um sistema de fronteiras abertas sob o Tratado de Schengen, mesmo não sendo membro da União Europeia (UE)-- provocaram controvérsias entre os entusiastas de tiro antes da votação.

    Não adotar as regras poderia ter forçado a Suíça a deixar o Tratado de Schengen e o sistema conjunto de Dublin para lidar com pedidos de refúgio.

    Depois que militantes mataram dezenas de pessoas em Paris em 2015, a UE endureceu em 2017 as leis contra a compra de fuzis semiautomáticos, como os usados ??nesses ataques, e facilitou o rastreamento de armas em bancos de dados nacionais.

    A proposta inicial da UE provocou protesto porque significou a proibição da tradição suíça de ex-soldados manterem seus fuzis de assalto.

    Autoridades suíças negociaram concessões para veteranos e entusiastas de armas que participam dos inúmeros clubes de tiro do país, mas quaisquer restrições importadas da UE vão longe demais para ativistas de direita preocupados com a soberania suíça.

    'Para mim, as novas obrigações ligadas à posse de armas não são tão restritivas, enquanto o risco de não se beneficiar das vantagens de Schengen é muito real', disse um funcionário de banco que se nomeou apenas como Philippe.

    'Não tem nada a ver com chantagem, apenas a Suíça tem que se alinhar com um sistema do qual participa.'

    Defensores dos direitos às armas reclamaram que as regras poderiam desarmar os cidadãos cumpridores da lei e impactar a herança e identidade nacionais da Suíça, que inclui uma população armada.

    (Reportagem de Michael Shields e Marina Depetris)

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    MPF em Brasília pede à Justiça suspensão integral de decreto de armas de Bolsonaro

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília ajuizou na Justiça uma ação em que pede a suspensão imediata e integral do decreto do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizou as regras para o porte de armas no país.

    Na ação, divulgada nesta quarta-feira, os procuradores afirmam que o decreto da semana passada extrapola o poder de regulamentação privativo do Executivo, desrespeita normas previstas no Estatuto do Desarmamento e 'coloca em risco a segurança pública de todos os brasileiros'.

    O MPF pede à Justiça a concessão de uma liminar para suspender os efeitos do decreto. Um dos argumentos é que a comercialização de armas vai aumentar em decorrência do decreto e impactará, desde já e por décadas, o número de armas em circulação no país.

    Na ação, os procuradores citam uma série de mudanças com o decreto que contraria a legislação.

    Entre os questionamentos estão o fato de o porte de armas vale para qualquer pessoa em território nacional, não apenas às elencadas no Estatuto do Desarmamento; a dispensa para algumas pessoas do dever legal de demonstrar a efetiva necessidade do porte em razão de atividade profissional de risco ou de ameaça à integridade física; a permissão do uso de armas que antes eram de uso restrito; e a violação do Estatuto da Criança e do Adolescente ao autorizar crianças e jovens a praticar tiro esportivo, condicionando apenas à autorização dos pais.

    'É publica e notória a intenção do chefe do Executivo, desde sua campanha eleitoral para a Presidência da República, de alterar a política nacional de armas. No entanto, o modo escolhido para fazê-lo é impróprio e está em cabal desacordo com a ordem democrática. Logo, não pode ser tolerado e tampouco aceito pelas instituições responsáveis pela manutenção da ordem jurídica do País', diz a ação do MPF.

    O decreto de armas tem sido alvo de críticas e ressalvas de parlamentares e da área técnica da Câmara e do Senado -- que já apontou ilegalidades na norma -- e questionado judicialmente em outras frentes, como o Supremo Tribunal Federal.

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    Em entrevista a rádio, Bolsonaro defende excludente de ilicitude para cidadão comum em vias públicas

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira o chamado excludente de ilicitude para que policiais e também cidadãos comuns, armados, possam reagir, dentro de casa 'ou até em vias públicas', desde que 'do outro lado o agressor estiver comprovadamente à margem da lei'.

    O excludente de ilicitude permite que a pessoa que reaja a uma agressão ou invasão de domicílio, por exemplo, seja processado mas não seja condenado, mesmo que o agressor morra, por estar defendendo a si ou a outro.

    'O que eu quero dar é o excludente de ilicitude, não só para policial, mas para você também. Ou seja, se alguém invadir a sua casa você tem direito de atirar nele. Assim o policial também na defesa de vida própria ou de terceiro, ele tem direito a reagir e se o outro lado vier a perder a vida, paciência', disse o presidente em entrevista à rádio Tupi do Rio de Janeiro, ao responder sobre quais seriam suas medidas para reduzir a violência.

    Segundo o presidente, há necessidade de voltar o 'direito à autoridade' para o policial e para o cidadão comum.

    'O cidadão dentro de casa, ou até em vias públicas, desde que o outro lado, o agressor, estiver comprovadamente à margem da lei possa usar a sua arma. E se o outro vier a morrer, paciência. Isso acontece nos Estados americanos', defendeu.

    Bolsonaro defende a medida para policiais desde a campanha. Recentemente, incluiu no seu discurso os civis, no caso de invasão de propriedades. Dessa vez fio além ao mencionar agressões em vias públicas.

    FILHOS

    O presidente foi questionado ainda sobre a disputa entre seus filhos, o escritor Olavo de Carvalho e os militares dentro de seu governo.

    O presidente defendeu Carlos, vereador no Rio de Janeiro e que tem sido o filho mais vocal nos ataques aos militares no governo.

    'O Carlos é uma pessoa que tem sua personalidade e que tem direito de expor a sua posição nas suas mídias sociais. Ele não está brigando com militar ou defendendo o Olavo de Carvalho. E ele tem me ajudado muito em Brasília. Agora, de vez em quando ele dá uma canelada, como eu dou. Acontece, paciência', afirmou.

    'Agora não vão fazer disso aí um movimento monstruoso e querer me separar do meu filho. Não tem atrapalhado, como regra geral, (ele) tem me ajudado.'

    Bolsonaro disse ainda que evita entrar nessas polêmicas e que por ele o assunto --a briga entre os militares e o escritor Olavo de Carvalho, de quem disse gostar muito-- estava encerrado.

    'Agora, superdimensionaram uma tuitada dele com um general que é um ministro meu aqui em Brasília e no que eu posso falar eu sempre prego, página virada que o Brasil é maior que todos nós juntos', afirmou.

    PREVIDÊNCIA

    Bolsonaro disse ainda acreditar que a reforma da Previdência será aprovada e, mesmo sabendo que será 'dolorosa' para alguns, precisa ser feita.

    'Somos obrigados a fazer porque, com os déficits milionários, em 2022 não vai ter dinheiro nem para pagar quem está na ativa, que dirá os aposentados. O Brasil pode entrar em colapso, não temos outro caminho', disse.

    'Mas o povo como um todo não vai sofrer. A reforma é muito voltada para os servidores públicos, uma parcela deles.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Liberação da importação de armas deve entrar em vigor em 60 dias, diz Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que a liberação para importação de armas de fogo deve entrar em vigor em cerca de 60 dia, depois que forem definidas as tarifas de importação, e que a quebra do monopólio do setor é bem-vinda.

    'Já conversei com o Paulo Guedes para tratar da questão de impostos para que as armas lá de fora não cheguem bem mais baratas que as nacionais. Mas não queremos com isso criar barreiras para importação', disse o presidente.

    Ao ser questionado sobre a razão da abertura do mercado, Bolsonaro afirmou que 'certos calibres' precisam ser importados para que se tenha armas de qualidade.

    A abertura do mercado está dentro do decreto assinado na terça-feira pelo presidente que flexibiliza a compra, venda, posse e transporte de armas. Até este momento, a importação de armas só poderia ser feita no caso de não haver similares no Brasil e com autorização do Exército.

    O decreto, anunciado inicialmente como facilitações para os chamados CACs --Colecionadores, Atiradores e Caçadores-- acabou sendo muito mais amplo. Além da liberação de importação, facilita o registro de novos locais de venda de armas, amplia as categorias profissionais que tem direito à posse e aumenta a quantidade de munição que pode ser comprada anualmente.

    Segundo Bolsonaro, o governo resolveu aproveitar o decreto para fazer o que era possível agora e não ter que fazer outro mais tarde.

    'Nós trabalhamos uns 40 dias nesse decreto. O objetivo foi não infringir a lei em nenhum momento, tanto é que o porte de arma de fogo foi tratado com bastante cuidado. O porte foi tratado com maior cuidado dentro do que está na lei, agora a posse o que nos podíamos fazer nós fizemos', afirmou. 'O que nós pudemos adiantar num decreto que tratava de armas também nós colocamos aí, para evitar um novo decreto mais para frente.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Governo facilita registro, posse, venda e importação de armas

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nessa terça-feira um decreto que facilita o registro, posse, transporte e a venda de armas, inclusive a importação, e aumenta o limite para aquisição de munição por colecionadores, atiradores e caçadores, além de proprietários rurais.

    O decreto, previsto inicialmente par facilitar a vida dos chamados CACs, terminou incluindo outros temas.

    'Fomos no limite da lei. Não inventamos nada, nem passamos por cima da lei. O que a lei abriu espaço, fomos lá no limite. A segurança pública começa dentro de casa', disse o presidente ao assinar o documento em uma cerimônia no Palácio do Planalto.

    Uma das mudanças centrais da proposta é a liberação da importação de armas, hoje proibida quando existem similares no Brasil.

    'Nós quebramos também o monopólio e isso entra em vigor em 30 dias porque devemos conversar, e já conversei, com Paulo Guedes, a questão das taxações para não prejudicar a empresa interna aqui do Brasil', disse o presidente. 'Você não podia importar e agora acabamos com isso aí. Mesmo havendo similar aqui, você pode importar armas e munições.'

    O decreto facilita ainda a posse de uma arma pessoal a todas as pessoas que, pela lei atual tem direito a posse ou pela profissão --policiais, guardas municipais, agentes penitenciários e outras-- ou porque usam armas para o esporte. O texto presume que essas pessoas preenchem o requisito de defesa pessoal e podem ter armas particulares.

    Também garante o porte para praças das Forças Armadas depois de 10 anos, que hoje não têm direito.

    O governo também ampliou a quantidade de munição que pode ser comprada para cada pessoa, passando para 5.000 cartuchos por ano para armas regulares e mil para o caso de armas de uso restrito. Segundo o presidente, era de apenas 50 por ano.

    De acordo com um resumo distribuído pela Casa Civil, o governo ampliou ainda os locais de venda de armas, munições e acessórios, em locais de comércio que tenham autorização do Exército.

    As mudanças anunciadas pelo governo, muito além do previsto inicialmente --que visavam apenas facilitar a vida dos CACs, como a autorização para transporte de arma carregada para locais como clubes de tiro-- levaram a uma alta de 10,45 por cento nas ações da Taurus, principal empresa de armamentos brasileira. Além da principal fabricante de armas de uso individual, a Taurus é ainda a controladora da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), maior fabricante de munições do país.

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    Nova Zelândia proíbe armas semiautomáticas utilizadas em ataque a mesquitas

    Por Tom Westbrook e Charlotte Greenfield

    CHRISTCHURCH (Reuters) - A Nova Zelândia decidiu banir armas semiautomáticas e fuzis sob uma nova legislação após a morte de 50 pessoas no pior massacre a tiros da história do país, anunciou a primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, nesta quinta-feira.

    Em resposta imediata ao ataque da última sexta-feira em duas mesquitas na cidade de Christchurch, Ardern definiu o massacre como terrorismo e disse que as leis sobre armas da Nova Zelândia iriam mudar.

    'Em 15 de março, nossa história mudou para sempre. Agora, nossa legislação também mudará. Estamos anunciando hoje, em nome de todos os neozelandeses, maior rigor nas nossas leis de armas, o que trará mais segurança ao nosso país', disse Ardern em uma coletiva de imprensa.

    'Todas as armas semiautomáticas usadas durante o ataque terrorista de 15 de março serão banidas', acrescentou.

    Ardern afirmou que espera que a nova legislação entre em vigor até 11 de abril e estabelecerá um programa de recompra de armas em prol do banimento, que pode custar até 138 milhões de dólares ao governo.

    Todos as armas semiautomáticas e os fuzis serão banidos, assim como as peças utilizadas para converter armas comuns em semiautomáticas e carregadores de alta capacidade.

    Sob leis já existentes, uma licença para armas de Categoria A permite semiautomáticas limitadas a 7 tiros. A transmissão ao vivo de um dos ataques feita pelo atirador mostrou uma dessas armas modificada com um carregador de alta capacidade.

    A Austrália baniu armamento semiautomático e lançou uma política de recompra após um massacre em Port Arthur em 1996, no qual 35 pessoas morreram.

    Ardern disse que, semelhante à Austrália, a legislação permitiria exceções muito específicas para fazendeiros em controle de pragas e proteção aos animais.

    'Eu acredito fortemente que a maioria dos detentores legítimos de armas na Nova Zelândia vai entender que essas medidas são de interesse nacional, sendo receptivos', afirmou.

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    EUA suspendem cumprimento de tratado de armas com a Rússia

    Por Lesley Wroughton e Arshad Mohammed

    WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos não obedecerão mais o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) firmado com a Rússia a partir de sábado e se desfiliarão em seis meses se Moscou não cessar suas supostas violações do pacto, disse o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira.

    Os EUA reconsiderariam sua saída se a Rússia, que nega ter violado o pacto de controle de armas histórico de 1987, cumprir o tratado, que proíbe os dois países de instalarem mísseis terrestres de alcance curto e intermediário na Europa.

    'A Rússia se recusou a adotar qualquer medida para voltar a um cumprimento real e verificável', disse Pompeo aos repórteres no Departamento de Estado. 'Apresentaremos à Rússia e às outras partes do tratado o comunicado formal de que os Estados Unidos estão se retirando do tratado INF, o que vigorará em seis meses.'

    'Se a Rússia não voltar a um cumprimento real e verificável do tratado dentro deste período de seis meses destruindo comprovadamente seus mísseis que violam o INF, seus lançadores e equipamentos associados, o tratado expiará.'

    Alguns especialistas acreditam que o fim do tratado INF poderia minar outros acordos de controle de armas e acelerar a erosão do sistema global concebido para deter a disseminação de armas nucleares.

    Washington alega que um novo míssil de cruzeiro russo – o Novator 9M729, chamado pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de SSC-8 – viola o pacto.

    O tratado exige que as partes destruam mísseis terrestres balísticos e de cruzeiro com alcances entre 500 e 5.500 quilômetros. Na semana passada o chefe das forças militares de mísseis e artilharia da Rússia disse que o alcance máximo do novo projétil é inferior ao limite mínimo do pacto.

    A Rússia diz que o alcance do míssil o exclui do tratado e acusou os EUA de inventarem um pretexto para se desligarem de um acordo que Washington quer abandonar de todo modo para desenvolver novos mísseis, além de rejeitar a exigência norte-americana de destruir o novo míssil.

    'A América realmente quer desenvolver novos sistemas de armas que violam o tratado', afirmou Konstantin Kosachyov, parlamentar russo destacado, dizendo que a suposta violação russa do acordo foi um pretexto conveniente.

    Autoridades europeias estão especialmente receosas de que o fim do tratado volte a transformar o continente no palco de uma escalada de mísseis nucleares de alcance intermediário dos EUA e da Rússia.

    (Por Makini Brice, Susan Heavey, Steve Holland, Jonathan Landay, Arshad Mohammed e Lesley Wroughton; Reportagem adicional de Gabriela Baczynska, em Bruxelas, e Andrew Osborn, em Moscou)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro diz que críticas a decreto que flexibiliza posse de armas são falácias

    Bolsonaro diz que críticas a decreto que flexibiliza posse de armas são falácias

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que “muitas falácias” têm sido usadas sobre o decreto que flexibiliza o acesso à posse de armas e acrescentou que o governo ainda lançará mão de outras medidas e propostas na área de segurança pública.

    “Muitas falácias sendo usadas a respeito da posse de armas. A pior delas conclui que a iniciativa não resolve o problema da segurança pública”, publicou o presidente em seu perfil do Twitter.

    Para ele, as críticas ignoram “o principal propósito, que é ‘iniciar’ o processo de assegurar o direito inviolável à legítima defesa”.

    “Para a infelicidade dos que torcem contra, medidas eficientes para segurança pública ainda serão tomadas e propostas. Os problemas são profundos, principalmente pelo abandono dos governos anteriores. Mal dá pra resolver tudo em 4 anos, quem dirá em 15 dias de governo”, acrescentou o presidente.

    Na terça-feira, Bolsonaro assinou o decreto que flexibiliza as regras para posse de armas no país, uma de suas principais bandeiras de campanha, em sintonia com a chamada bancada da bala no Congresso, que o apoiou na disputa presidencial.

    O novo decreto facilita o reconhecimento da chamada “efetiva necessidade” para a posse de armas, amplia a lista de casos em que ela será permitida —como morar em área rural ou em cidades com elevados índices de violência—, e ainda aumenta o prazo para renovação da autorização de posse de arma de 5 para 10 anos.

    Mas críticos dizem que a flexibilização da posse de armas não só não vai diminuir a violência como pode aumentá-la.

    “Eu acho que aumentar o número de armas na sociedade num ambiente como esse não é sadio, acho que vai fazer mal, vai aumentar a violência”, afirmou o diretor-executivo da ONG Viva Rio, o antropólogo Rubem César Fernandes, em entrevista à Reuters TV.

    “A arma em si não faz violência, mas em um ambiente tão tenso, cheio de conflitos, pequenos e grandes conflitos, onde todo dia a gente vê cenas de violência armada no Brasil, urbanas, então o uso da arma fica muito na cabeça das pessoas', acrescentou.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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