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    Bolsonaro diz que críticas a decreto que flexibiliza posse de armas são falácias

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que “muitas falácias” têm sido usadas sobre o decreto que flexibiliza o acesso à posse de armas e acrescentou que o governo ainda lançará mão de outras medidas e propostas na área de segurança pública.

    “Muitas falácias sendo usadas a respeito da posse de armas. A pior delas conclui que a iniciativa não resolve o problema da segurança pública”, publicou o presidente em seu perfil do Twitter.

    Para ele, as críticas ignoram “o principal propósito, que é ‘iniciar’ o processo de assegurar o direito inviolável à legítima defesa”.

    “Para a infelicidade dos que torcem contra, medidas eficientes para segurança pública ainda serão tomadas e propostas. Os problemas são profundos, principalmente pelo abandono dos governos anteriores. Mal dá pra resolver tudo em 4 anos, quem dirá em 15 dias de governo”, acrescentou o presidente.

    Na terça-feira, Bolsonaro assinou o decreto que flexibiliza as regras para posse de armas no país, uma de suas principais bandeiras de campanha, em sintonia com a chamada bancada da bala no Congresso, que o apoiou na disputa presidencial.

    O novo decreto facilita o reconhecimento da chamada “efetiva necessidade” para a posse de armas, amplia a lista de casos em que ela será permitida —como morar em área rural ou em cidades com elevados índices de violência—, e ainda aumenta o prazo para renovação da autorização de posse de arma de 5 para 10 anos.

    Mas críticos dizem que a flexibilização da posse de armas não só não vai diminuir a violência como pode aumentá-la.

    “Eu acho que aumentar o número de armas na sociedade num ambiente como esse não é sadio, acho que vai fazer mal, vai aumentar a violência”, afirmou o diretor-executivo da ONG Viva Rio, o antropólogo Rubem César Fernandes, em entrevista à Reuters TV.

    “A arma em si não faz violência, mas em um ambiente tão tenso, cheio de conflitos, pequenos e grandes conflitos, onde todo dia a gente vê cenas de violência armada no Brasil, urbanas, então o uso da arma fica muito na cabeça das pessoas', acrescentou.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Bolsonaro assina decreto que autoriza compra de até 4 armas, com exceções

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira o decreto que flexibiliza as regras para posse de armas no país, uma de suas principais bandeiras de campanha e em sintonia com a chamada bancada da bala no Congresso, que o apoiou na disputa presidencial.

    Redigido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e finalizado na Casa Civil, o novo decreto facilita o reconhecimento da chamada “efetiva necessidade” para a posse de armas, amplia a lista de casos em que ela será permitida --como morar em área rural ou em cidades com elevados índices de violência--, e ainda aumenta o prazo para renovação da autorização de posse de arma de 5 para 10 anos.

    “O que estamos fazendo aqui nada mais é do que restabelecer um direito definido nas urnas por ocasião do referendo de 2005”, disse o presidente em referência à consulta popular realizada naquele ano sobre a proibição da venda de armas de fogo, que foi rejeitada na ocasião.

    “O povo decidiu por comprar armas e munições e nós não podemos negar o que o povo quis naquele momento. Em toda a minha andança pelo Brasil ao longo dos últimos anos, a questão da arma sempre estava na ordem do dia”, afirmou Bolsonaro.

    Promessa de campanha reiterada pelo presidente pouco antes de assumir o cargo, o texto facilita a posse de arma de fogo ao explicitar, em um novo dispositivo, uma lista de pessoas com direito à posse de arma.

    Segundo Bolsonaro, havia um “grande problema” na legislação referente ao que era considerado “efetiva necessidade” de posse de arma. “Isso beirava a subjetividade”, disse o presidente, após assinar o decreto.

    Agora, de acordo com o texto assinado nesta terça, “presume-se a veracidade dos fatos e das circunstâncias afirmadas na declaração de efetiva necessidade” para a posse, a ser examinada pela Polícia Federal.

    Ao listar os casos em que a “efetiva necessidade estará presente” --agentes públicos (inclusive os inativos), militares e inativos, residentes em área rural, residentes em áreas urbanas consideradas violentas, e donos de estabelecimentos comerciais ou industriais, além de colecionadores, atiradores e caçadores devidamente registrados no Comando do Exército--, o decreto facilita o acesso às armas e amplia o rol de pessoas com direito à posse.

    As novas regras trazidas pelo decreto consideram que serão consideradas áreas urbanas com elevados índices de violência para conferir o direito à posse aquelas “localizadas em unidades federativas com índices anuais de mais de dez homicídios por cem mil habitantes, no ano de 2016, conforme os dados do Atlas da Violência 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública”.

    O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, explicou que, com o decreto, o cidadão terá direito à posse de armas caso cumpra todos os requisitos e apresente toda a documentação exigida, primeira vez, segundo o ministro, que a palavra do cidadão será considerada de 'boa fé' em relação ao governo.

    Essa é uma mudança, disse o ministro, porque até o momento a Polícia Federal e os demais órgãos competentes têm de verificar a veracidade das informações apresentadas pelo cidadão.

    O decreto também autoriza a aquisição de até quatro armas de fogo de uso permitido dentro dos parâmetros estabelecidos pelo documento, de acordo com uma cópia divulgada logo após a assinatura.

    Apesar do limite de quatro armas, o texto acrescenta que não fica excluída “a caracterização da efetiva necessidade se presentes outros fatos e circunstâncias que a justifiquem, inclusive para a aquisição de armas de fogo de uso permitido em quantidade superior a esse limite, conforme legislação vigente”.

    Bolsonaro afirmou que na legislação anterior “você poderia comprar meia dúzia de armas, mas na prática não podia comprar nenhuma”.

    “Com a legislação atual pode comprar até quatro, e preenchendo requisitos, o cidadão de bem com toda a certeza poderá fazer uso dessas armas, com a possibilidade ainda —tudo bem costurado pelo ministro Sérgio Moro—, sim, se tiver que comprar mais armas tendo em vista o número de propriedades rurais, por exemplo... o cidadão pode, comprovando então, obter uma maior quantidade de armas”, afirmou.

    O decreto exige ainda que o interessado na posse declare ter cofre ou local seguro com tranca para o armazenamento da arma em residências habitadas por crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência metal.

    PORTE

    Trechos da legislação para a posse de armas podem ser alterados por meio de decreto, como ocorreu, mas as regras para o porte precisam passar pelo Congresso Nacional. O porte só é permitido em alguns casos, como a integrantes das Forças Armadas, das polícias, agentes penitenciários e trabalhadores da área de segurança. Para obter o porte, é exigida a demonstração de sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou ameaça à integridade física.

    Onyx disse que o porte de armas será alvo de medidas a serem adotadas pelo governo nos próximos meses.

    O decreto não exclui a exigência de o comprador da arma ter 25 anos ou mais, comprovar inexistência de inquérito policial ou processo criminal, capacidade técnica e aptidão psicológica, residência fixa e ocupação lícita.

    O decreto prevê ainda a renovação automática da autorização de posse por dez anos. Segundo o presidente, o governo deve editar uma medida provisória para recadastrar aqueles que perderam o prazo para regularizar sua situação encerrado em 2009.

    No início do ano, em entrevista ao SBT, o presidente também disse que pretende abrir o mercado brasileiro para fabricantes de armas estrangeiras. Esse movimento foi mencionado novamente nesta terça-feira por Onyx.

    As ações preferenciais da fabricante brasileira de armas Taurus, depois de ter acumulado alta de mais de 100 por cento nos primeiros dias do ano, recuavam fortemente nesta tarde, com muitos investidores aproveitando para realizar lucros.

    Nos primeiros nove meses de 2018, a Taurus registrou receita líquida 623,5 milhões de reais, com um prejuízo consolidado de 44,6 milhões de reais.

    As vendas líquidas de armas no período totalizaram 613,6 milhões de reais, alta de 17,4 por cento sobre os primeiros nove meses de 2017, com as vendas nos mercados interno e externo registrando aumentos de 73 e 10,4 por cento, respectivamente, segundo o balanço da empresa.

    POLÊMICA

    Pesquisa Datafolha realizada em dezembro de 2018 apontou que 61 por cento dos entrevistados concordam com a proibição da posse de armas por representar ameaças à vida de outras pessoas. Outros 37 por cento disseram acreditar que possuir uma arma legalizada deveria ser um direito do cidadão para se defender.

    Para o diretor-executivo da ONG Viva Rio, o antropólogo Rubem César Fernandes, a medida assinada por Bolsonaro nesta terça-feira pode levar a um aumento na violência.

    “Eu acho que aumentar o número de armas na sociedade num ambiente como esse não é sadio, acho que vai fazer mal, vai aumentar a violência”, afirmou em entrevista à Reuters TV.

    “A arma em si não faz violência, mas em um ambiente tão tenso, cheio de conflitos, pequenos e grandes conflitos, onde todo dia a gente vê cenas de violência armada no Brasil, urbanas, então o uso da arma fica muito na cabeça das pessoas, as pessoas sonham com isso, entra no dia-a-dia, não é uma coisa extraordinária.”

    A oposição já anunciou iniciativas para tentar barrar os efeitos da medida do governo Bolsonaro.

    O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), afirmou nesta tarde que o partido vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar o decreto. Em outra frente, a bancada do PSOL vai apresentar um projeto de decreto legislativo para sustar os efeitos da medida logo no retorno dos trabalhos do Congresso.

    (Reportagem adicional de Ricardo Brito, em Brasília, e Sérgio Queiroz, no Rio de Janeiro)

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    Onyx indica que decreto sobre armas deve ser editado na próxima semana

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, indicou nesta sexta-feira que o decreto que flexibiliza a posse de armas no país deve ser editado entre segunda-feira e terça-feira.

    Questionado sobre o decreto, que se esperava que fosse assinado nesta sexta-feira, Onyx indicou o novo prazo gesticulando com as mãos quando deixava o Clube do Exército, onde foi realizada cerimônia de posse do novo comandante da força, o general Edson Leal Pujol.

    O decreto preparado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública está sendo finalizado na Casa Civil e prevê o aumento do prazo para renovação da autorização de posse de arma de 5 para 10 anos, regras mais claras para comprovação de necessidade da posse e a ampliação de casos considerados para essa necessidade, como morar em área rural ou em cidades com mais de 10 mil homicídios por 100 mil habitantes.

    O ministro indicou, também com gestos, que a medida provisória que visa combater fraudes na Previdência, deve ser editada entre terça e quarta-feira da próxima semana.

    Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, até 2 milhões de benefícios previdenciários deverão ser auditados por terem indícios de irregularidades, dentro do escopo da MP.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a economia com as ações previstas na MP pode ficar entre 17 e 20 bilhões de reais por ano.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Decreto sobre posse de armas deve ser assinado na sexta, diz Doria depois de encontro com Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro deve assinar nesta sexta-feira o decreto que flexibiliza a posse de armas no país, informou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), depois de uma reunião no Palácio do Planalto.

    O decreto preparado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública está sendo finalizado na Casa Civil e prevê o aumento do prazo para renovação da autorização de posse de cinco para 10 anos, regras mais claras para comprovação de necessidade da posse da arma e a ampliação de casos considerados para essa necessidade, como morar em área rural ou em cidades com mais de 10 mil homicídios por 100 mil habitantes.

    Já na primeira semana de governo, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que esta deveria ser a primeira medida anunciada pelo governo por ser uma promessa de campanha de Bolsonaro.

    CEAGESP

    O governador de São Paulo informou ainda, ao sair do encontro, que tratou da privatização da Ceagesp, que pertence ao governo federal.

    Segundo Doria, a intenção do governo de São Paulo é, na privatização, ceder uma outra área, três ou quatro vezes maior, e à beira de uma rodovia, para facilitar o escoamento de produtos. Na atual área da Ceagesp seria criado um pólo de tecnologia.

    Doria explicou ainda que conversou com o governo federal sobre o ferroanel de São Paulo e o trem intercidades.

    'É uma ação em conjunto com o governo federal que levaria os trens até o vale da Paraíba e a região metropolitana de Campinas', explicou, frisando que tanto o ferroanel quando o intercidades seriam feitos com investimento privado. 'Estamos convencidos que agora vai sair do papel.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Decreto que facilita posse de armas deve incluir anistia para quem não renovou registro, diz Fraga

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo federal deve incluir no decreto que pretende flexibilizar a posse de armas de fogo uma anistia e um recadastramento para quem possui arma mas perdeu o prazo de renovação da posse de armas de fogo, além de aumentar para 10 anos a validade do registro, disse nesta segunda-feira o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), depois de uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro.

    'Hoje existem milhões que têm arma em casa e perderam o prazo de renovação (do registro). Então, essas pessoas, ao serem anistiadas, poderão se recadastrar, regulariza a situação. Ele concordou, desci e falei com o Onyx (Lorenzoni, ministro da Casa Civil) e eles vão colocar isso também', disse Fraga.

    A legislação atual exige que o registro da posse seja renovado a cada cinco anos. O decreto que o governo deve editar nos próximos dias amplia também esse prazo para 10 anos.

    Fraga informou ainda que já está decidido também que a declaração da necessidade da posse da arma passará a ser uma declaração de próprio punho de quem pretende possuir uma arma de fogo esclarecendo o porquê da sua necessidade. Hoje, explicou o deputado, a Polícia Federal --responsável por expedir a autorização de posse-- exige uma comprovação dessa necessidade.

    Mantém-se as restrições à posse de armas para quem tiver antecedentes criminais, for barrado em exame psicotécnico ou não comprovar a realização de curso de tiro.

    A facilitação da posse e do porte de armas de fogo é uma das promessas de campanha de Bolsonaro. A alteração do porte de armas precisa passar pelo Congresso. A facilitação da posse, no entanto, tem trechos que podem ser alterados por decreto, como o presidente pretende fazer, e deve ser uma das primeiras medidas a serem anunciadas pelo governo.

    'Eles querem anunciar logo. A primeira medida deve ser essa mesmo, em princípio', disse o deputado.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Bolsonaro diz que é preciso parar de falar que menos pessoas armadas significa menos violência

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira que é preciso abandonar o politicamente correto e achar que com menos pessoas armadas, a violência vai diminuir.

    Em entrevista à TV Record, Bolsonaro disse que a violência não vai diminuir nessas circunstâncias. Segundo ele, quando aumenta o número de autos de resistência da Polícia Militar, diminui a violência na região que isso está ocorrendo.

    O presidente eleito fez questão de reafirmar o compromisso pela flexibilização do porte de armas de fogo. Ele usou como exemplo a hipótese de caminhoneiros poderem portar armas de fogo, e afirmou que esta medida reduziria a criminalidade.

    'O porte de arma de fogo tem que ser flexibilizado também. Por que um caminhoneiro não pode ter posse de arma de fogo? Se coloque na situação de um caminheiro que dormiu no posto e acorda no dia seguinte e não tem nenhum estepe. Você casar isso com o excludente de ilicitude em defesa da vida própria e terceiro, patrimônio próprio e terceiro, pode ter certeza que a bandidagem vai diminuir, porque o caminhoneiro armado, ao reagir, se alguém estiver furtando ou roubando o seu estepe, ele vai dar um exemplo para a bandidagem', disse Bolsonaro.

    'Devemos abandonar o politicamente correto, achar que todo mundo desarmado o Brasil vai ser melhor, não vai ser melhor.'

    Bolsonaro disse que tentará que as mudanças no Estatuto do Desarmamento sejam aprovadas ainda neste ano pelo Congresso Nacional.

    O presidente eleito também voltou a dizer que buscará tipificar como terrorismo as invasões de propriedades privadas como as realizadas por movimentos sociais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

    Para ele, não é possível o governo dialogar com movimentos sociais que realizam invasões e depredações.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Bancada da Bala acertou com Maia flexibilizar estatuto do desarmamento após eleição, diz Fraga

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Representantes da chamada Bancada da Bala no Congresso Nacional fecharam um acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pautar após a eleição do próximo domingo a flexibilização do estatuto do desarmamento, disse o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), que afirmou que os pontos que podem ser flexibilizados têm a benção do candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas.

    Segundo Fraga, a flexibilização prevê, por exemplo, o fim da obrigatoriedade de uma permissão de um delegado da Polícia Federal para que uma pessoa possa ter porte de arma. Outro ponto a ser flexibilizado é o que trata da posse de arma em áreas rurais.

    O parlamentar disse ainda que o texto que deve ser pautado deve reduzir de seis para três o número de armas que uma pessoa pode ter.

    “O Rodrigo Maia aceitou e vai pautar depois das eleições com essa flexibilização. Não queremos acabar com o estatuto do desarmamento… hoje a lei prevê a posse de seis armas e vamos reduzir para três. Não há esse ânimo de armar a população brasileira”, garantiu Fraga após se reunir ao lado de outros parlamentares da bancada da segurança púbica com Maia no Rio de Janeiro em um hotel cinco estrelas, na Barra da Tijuca, que fica a poucos metros da casa de Bolsonaro.

    “Tem um ponto hoje que dá problema... A posse depende do delegado e quem decide, e isso temos que tirar esse poder do delegado”, disse Fraga. 'Outros requisitos estão mantidos para ter a posse, como fazer exame psicotécnico, ter curso de tiro e comprovar que não tem antecedentes... se cumprir você tem direito de ter a posse.'

    No caso do porte de arma no campo, a ideia é permitir que um morador rural tenha direito à posse de arma de fogo dentro dos limites de sua propriedade mas, fora dela, seria porte ilegal de arma.

    'O campo não tem 190, não tem atenção da polícia como o urbano tem. O cidadão tem o direito de se defender”, disse o deputado.

    Após a reunião, integrantes da bancada da segurança pública foram à pé até a casa de Bolsonaro para um encontro com o candidato, ao lado do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deverá assumir a Casa Civil em eventual governo Bolsonaro.

    “Ao longo de 28 anos o Bolsonaro trabalhou no Congresso ao lado desse grupo aqui. Uma bancada aguerrida e que tem compromisso com a vida das pessoas', disse Onyx.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Haddad faz aceno a militares e diz que generais não evitarão 'maluquices' de Bolsonaro em eventual governo

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez um aceno aos militares nesta sexta-feira ao afirmar que durante o regime militar houve iniciativas mais positivas do que as defendidas atualmente por seu adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), e alertou que os generais que estão ligados à campanha do capitão reformado do Exército não vão conseguir evitar 'maluquices' em um eventual governo.

    Haddad destacou que os militares da ditadura tinham uma vocação nacionalista, diferentemente de Bolsonaro, que tem uma postura entreguista, por ser favorável à venda de empresas estatais.

    O candidato do PT afirmou ainda que no regime militar havia uma viés liberalizante do ponto de vista comportamental ao passo que Bolsonaro representa uma regressividade. Para o petista, a única semelhança entre os militares do regime e o capitão reformado é truculência presente nos dois casos.

    “A única herança que ele representa do regime militar é a truculência com quem pensa diferente. Nisso ele herdou até a medula a genética do regime militar”, disse o petista em palestra no Rio de Janeiro.

    Haddad afirmou que eleger Bolsonaro é entregar “um cheque em branco” nas mãos de um político inexperiente que passou 28 anos no Congresso sem ter um projeto decente aprovado pelos seus pares na Câmara dos Deputados.

    Ao criticar mais uma vez a ausência de Bolsonaro dos debates eleitorais, o petista disse que não sabe com quem está disputando o segundo turno e classificou novamente o deputado como um dos piores parlamentares da história republicana.

    “Não é justo passar um cheque em branco para quem quer que seja', disse. 'Independentemente do resultado... nós não vamos abdicar de defender o Brasil desse entreguismo, desse projeto antinacional e antissocial, desse projeto covarde que não se apresenta”, atacou Haddad.

    “Ninguém pode fazer de uma tragédia (a facada) um pretexto para ter um cheque em branco', acrescentou. 'A vida de um presidente não vai ser fácil, mas de um despreparado e omisso tenho certeza que vai ser muito mais difícil. Vem para o debate Jair”, desafiou Haddad.

    Mais tarde, falando a jornalistas, o petista fez um outro alerta sobre o despreparo do adversário.

    “Todo mundo acha que o Bolsonaro vai ser tutelado pelos generais, e não vão deixar ele fazer maluquice', disse. 'Só que não é assim que funciona quando você dá uma caneta de presidente a uma pessoa com as características dele.”

    Para o candidato do PT, o risco Bolsonaro é ainda maior devido a fragilidades das instituições brasileiras.

    “Não funciona assim (tutelar um presidente), sobretudo no Brasil, onde as instituições não têm esse poder que pensam que têm', argumentou Haddad.

    'Veja quem deveria estar atuando nas eleições e não está, por medo. Tem jornalista ameaçado, ministro do Supremo ameaçado e tem general aliado ao Bolsonaro que ameaçou ministro de impeachment e prisão. É nessa circunstância que estamos vivendo”, acrescentou.

    Haddad finalizou criticando a elite brasileira, que chegou a sonhar com um Emmanuel Macron nacional, após o impeachment da petista Dilma Rousseff, referindo-se ao presidente francês, e agora está apostando em um candidato do padrão de Bolsonaro.

    “Nesse ambiente as pessoas acham que vão tutelar (o Bolsonaro)? Não vão. É um erro, estão cometendo um erro. A elite brasileira está cometendo um erro”, concluiu o petista.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Massacre em torneio de videogame na Flórida ressuscita debate sobre porte de armas

    Por Scott Malone

    (Reuters) - O assassinato de dois competidores em um torneio de videogame na Flórida no domingo ressuscitou o já antigo e candente debate sobre o porte de armas no Estado norte-americano às vésperas de eleições estaduais e federais primárias altamente disputadas.

    Como os eleitores da Flórida escolherão seus candidatos a governador e ao Congresso na terça-feira, alguns postulantes democratas disseram que o massacre de domingo em Jacksonville foi mais um indício da necessidade de uma legislação de armas mais rígida, enquanto outros cancelaram eventos de campanha.

    O episódio de violência, que também deixou 11 feridos, foi o mais recente de uma série de ataques a tiros de grande repercussão no Estado na esteira do massacre de 17 alunos e educadores em uma escola secundária em fevereiro e do assassinato de 49 pessoas em um clube noturno de Orlando em 2016.

    O escritório do xerife de Jacksonville identificou o suposto atirador como David Katz, de 24 anos, de Baltimore. Testemunhas disseram que ele ficou revoltado por ter perdido a competição.

    'Nós, como sociedade, precisamos nos unir e dizer 'chega disso'', afirmou o senador democrata Bill Nelson aos repórteres em Jacksonville perto do local do ataque, realizado durante o torneio de futebol norte-americano online Madden 19.

    A campanha de reeleição de Nelson enfrenta o governador republicano da Flórida, Rick Scott, em uma das principais corridas que determinarão em novembro o equilíbrio de poder no Senado.

    O direito às armas, garantido pela Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos, é um dos temas mais polarizadores da política norte-americana. O debate divide os dois partidos, já que normalmente os republicanos argumentam que a aplicação mais eficaz das leis de porte já existentes é a melhor maneira de impedir massacres, enquanto os democratas pedem que a posse de armas seja mais restrita.

    Dada a divisão partidária, o ataque pode não mudar os resultados das primárias de terça-feira, nas quais os eleitores escolherão candidatos de seus próprios partidos.

    O comissário estadual de Agricultura, Adam Putnam, um dos republicanos que disputam a vaga de Scott, cancelou um evento de campanha em Jacksonville. Favorita nas pesquisas, a democrata Gwen Graham instou Putnam e seu correligionário rival, o deputado Ron DeSantis, a reagirem com políticas mais vigorosas.

    A mídia local identificou os mortos como Taylor Robertson, de 27 anos, de Woodland Hills, na Califórnia, e Eli Clayton, de 22 anos, de Ballard, na Virgínia Ocidental.

    Robertson, que era pai e marido, venceu o torneio no ano passado e Katz no ano anterior, disse a EA Sports, unidade da Electronic Arts que patrocinou o torneio.

    As autoridades não revelaram como Katz obteve a arma que usou no ataque.

    (Reportagem adicional de Colleen Jenkins em Winston-Salem, Carolina do Norte, Letitia Stein em Tampa, Flórida, Bernie Woodall em Fort Lauderdale, Flórida, Joey Roulette em Jacksonville, Flórida, Rich McKay em Atlanta e Gina Cherelus em Nova York)

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